O mecânico incrédulo com o que via, por um momento pensou em se jogar sobre a mulher e estuprá-la, sem se importar que ela o denunciaria, mas conseguiu se conter e deixar que o show continuasse. Fanny seguia dançando enquanto sua mente dizia: "Não acredito que estou dançando para esse velho nojento". Enquanto passava as mãos pelos seus seios, que eram enormes e com mamilos duros, a casada estava num mar de excitação. Continuava se mexendo no ritmo da música enquanto olhava para o mecânico, que descaradamente esfregava o pau por cima da calça. A casada estava com tesão, não tirava os olhos daquele volume enorme que se formava no mecânico. Ele, ao ver como a casada dançava, pegou uma nota de 500, colocou na boca e convidou Fanny para se aproximar e colocá-la entre aquele par de melões. Lentamente e ainda dançando, a casada se aproximou novamente do mecânico, olhando-o com um sorriso. Ela segurou os seios para que ele colocasse a nota, retribuindo com um sorriso perverso.
O mecânico ficou embasbacado ao ver os peitos enormes que aquela mulher tinha. Ele aproximou a boca para colocar a nota, mas não ia deixar passar aquele momento. Ele agarrou a cintura da mulher casada para que ela não conseguisse se soltar dele. Com a boca, ele deixou a nota e, aproveitando, começou a percorrer os peitos da casada, que, surpresa com a ação do mecânico, simplesmente se deixou fazer o que ele queria. Ela já não oferecia resistência; a excitação novamente a dominara. Ao sentir a boca do mecânico percorrer seus peitos, ela tremeu de tesão. Aquilo a deixava louca, como aquele mecânico era pervertido. Ela o deixou por um momento se divertir, deixando-o brincar com seus peitos. Quando a música parou, Fanny afastou o mecânico de seus peitos, dizendo que o show já tinha acabado e que, para tocar, era outro preço. Ela dizia isso com uma risada provocante.
Mecânico: "Hahaha, assim que eu gosto, putinha! Que saiba cobrar bem. Você vai ser uma boa slut."
Ele dizia isso enquanto servia mais tequila, dando um copo à casada, que alegremente o recebia para beber. Para Fanny, nada mais importava; ela tinha esquecido completamente que era uma mulher casada que amava seu marido. Ela tomou o tequila de um gole e esticou o braço para que o seu José lhe servisse outro, o que ele rapidamente fez. O momento era muito pervertido. Quem imaginaria que uma mulher casada, profissional decente, mas com um corpo bastante sexy, estaria dançando para um mecânico gordo, feio e todo sujo? O seu José não conseguia acreditar; pensava que estava sonhando. Ele observava como a casada tomava o tequila enquanto se aproximava de seu ouvido para dizer:
"Você está ainda mais gostosa do que da outra vez, quando você engoliu minha pica, slut."
Enquanto isso, com as mãos, ele agarrava as nádegas da Fanny, apertando-as.
A casada, ao sentir a respiração do mecânico em seu ouvido, não pôde evitar que sua pele ficasse arrepiada e se excitou só de ouvir o que o seu José dizia.
"De... de verdade, eu pareço gostosa para o senhor?" dizia Fanny. Ela sentia o mecânico apertando suas nádegas, fechou os olhos de tanta excitação e... por um momento, ela ficou paralisada. Ao ver o quão excitada ela estava, o seu José aproveitou a oportunidade e, sem hesitar, aproximou sua boca da dela para beijá-la. Fanny sentiu a língua áspera do velho procurando a sua língua. Por um instante, ela abriu os olhos, surpresa, e pensou em se afastar daquele velho, mas tudo o que fez foi fechar os olhos e se entregar ao beijo daquele homem. Suas línguas se misturaram como adolescentes, de maneira frenética. A loira distinguia o cheiro de álcool e sujeira que emanava do velho, mas já não a incomodava. Eles se beijavam como se fossem namorados. O mecânico apertava as nádegas de Fanny. Continuaram assim por alguns minutos, até que seu José pegou as mãos da mulher casada e as levou até seu membro, forçando-a a massageá-lo por cima da calça.
Fanny, ao sentir aquele pau por cima da calça, sentiu o coração acelerar ao lembrar do prazer que ele lhe dera da última vez. Ela se desprendeu do beijo, precisando respirar. Sua respiração estava ofegante, os seios subindo e descendo, esfregando nos do mecânico. Seu José ainda não estava satisfeito e a beijou novamente, enfiando mais a língua e beijando o pescoço da casada.
"Fanny... do seu José... ahhham... não devíamos estar fazendo isso", dizia Fanny, enquanto sentia o mecânico percorrer seu pescoço. Sua excitação estava no limite e, pouco a pouco, ela começou a massagear mais e mais o pau do mecânico. O simples fato de sentir o tamanho dele a deixava louca.
"Mecânico... vamos, loira, não resiste. Sei que você está morrendo de vontade de ter o cu arrombado, seja uma boa putinha e se comporte", dizia seu José, percorrendo o pescoço da mulher com a língua.
"Ahhahhm... eu... eu sou uma mulher casada, não deveria estar aqui." A pouca dignidade que restava à mulher a fazia tentar parar, apesar da excitação. Ela voltou à realidade: Fanny se viu ajoelhada na frente daquele mecânico gordo e feio, que havia virado sua vida de cabeça para baixo. Ela precisava sair dali. Tinha jurado não trair o marido novamente. "Não... isso está... Mal, me solta", dizia Fanny tentando se levantar, mas foi contida pelo Mecânico. "Não venha com arrependimento agora, loira. Só olhe pra você: ajoelhada na minha frente, com os peitos quase pra fora, babando pelo meu pau. Você tá errada, eu... eu não sou assim", insistia Fanny. "Você tá olhando pro meu pau esse tempo todo. Acha que uma mulher casada e direita fica olhando pro pau dos outros assim?" Fanny não respondia, incapaz de desviar os olhos daquele volume lindo. "Só putas com tesão é que ficam com vontade de um pau negro, hahaha. Vamos fazer o seguinte, loira: vou te mostrar meu pau negro. Se você conseguir olhar e ir embora sem tocar, como a mulher direita e casada que diz ser, eu juro que te deixo em paz e você nunca mais vai saber de mim. Eu não vou fazer absolutamente nada, não vou mexer um músculo, prometo. Se você realmente ama seu marido e diz ser uma grande mulher, vai ser muito fácil conseguir." Fanny ouvia o que o mecânico dizia. A cabeça dela estava uma confusão: por um lado, queria se render e admitir que era uma vadia com vontade de pau; por outro, não queria dar razão ao mecânico. Queria provar pra si mesma que realmente amava o marido e que não cairia de novo no jogo daquele pervertido. Era sua chance de ir embora, de mostrar que era mais forte e amava o marido. Estava decidida: aquele mecânico não a incomodaria nunca mais. Era sua oportunidade de voltar pra vida tranquila e, principalmente, provar pra si mesma que não era o que ele dizia. Era fácil: só tinha que ver aquela coisa negra enorme e ir pra casa, voltar pra vida tranquila. "Só tenho que olhar, né?", perguntou a casada timidamente. "Só isso, e você pode ir. E eu juro que você nunca mais vai saber de mim, e as fotos vão ser deletadas", disse o mecânico à casada, vendo seu rosto nervoso e excitado. "Mas se você decidir que não quer ir e quiser tocar, vai ter que admitir que é uma vadia casada e infiel, e vai virar minha vadia. E vai ter que implorar pra eu deixar você tocar." "Tá... bem, aceito. Fanny achava impossível que fosse perder e ter que implorar ao mecânico. Ela sabia que venceria. Ajoelhada, Fanny endireitou as costas, ficando de frente para o zíper desse mecânico pervertido. A casada limpou as lágrimas do rosto, que haviam caído de arrependimento, e com um movimento delicado colocou o cabelo para trás para que não atrapalhasse. O mecânico tirou a camiseta, deixando à mostra sua grande barriga.
"Me abaixa a calça", disse o mecânico. "Não posso me mexer, lembra? Prometi."
"S... s... sim... já vou", respondia a casada, nervosa e um pouco assustada.
Ela levou as mãos até o cinturão e notou que estavam tremendo, e não era por causa do ar-condicionado. Sua garganta estava seca e seu coração batia descontrolado. Seus mamilos ficaram ainda mais duros, sua buceta estava molhada. Suas mãos desabotoaram lentamente o cinturão e depois o botão da calça. Ela pôde ver sua cueca preta.
"Se abaixar as duas peças ao mesmo tempo, vai ser muito mais fácil pra você e a gente acaba logo com isso", disse o mecânico com voz debochada.
Fanny ficou pensando e chegou à conclusão de que ele tinha razão: se abaixasse a calça e a cueca ao mesmo tempo, teria menos risco de tocar no "troço" dele. A casada, reunindo coragem e enfiando seus dedos delicados no elástico da cueca, começou a abaixar pouco a pouco as duas peças. Ela descia lentamente a calça e a cueca, e finalmente apareceu a primeira parte daquela besta. Fanny parou, assustada. Não podia ser real. Continuou abaixando, hipnotizada ao ver aquela monstruosidade, deixando a calça e a cueca até os joelhos. Diante dela estava novamente aquela pica enorme.
Era a coisa mais linda que ela já tinha visto na vida, pensava Fanny. Era tão grossa quanto quase seu braço e, se seus cálculos não falhavam, devia medir uns 24 cm. Aquela preciosidade... Fanny estava hipnotizada. Sentia como se tivesse se apaixonado de novo, e o aroma que saía daquela rola estava drogando a casada. Era o cheiro de um macho de verdade...
— Você gosta do meu pau preto?
O mecânico não fez nenhum movimento, só continuou ali de pé, orgulhoso e confiante, se exibindo com um sorriso na boca enquanto olhava para a casada ajoelhada na frente dele.
— Agora a única coisa que você tem que fazer é pegar suas coisas e ir embora daqui, e provar que é uma mulher decente que ama o marido.
O coração de Fanny batia acelerado com a ideia de ir embora naquele momento. Sua mente era um mar de pensamentos, ao que a casada...
Negou com a cabeça energicamente, sem parar de olhar para aquela barra de chocolate.
Tentou responder, mas percebeu que tinha tanta saliva na boca que estava escorrendo pelo canto dos lábios. Então engoliu e, enquanto limpava a baba da boca, o mecânico falou de novo:
— Não quer ir embora agora?
Negou de novo. Não conseguia parar de olhar para aquela coisa na frente dela. Suas mãos tremiam de vontade de tocá-la, mas seu instinto de submissa lembrava que não podia tocar sem a permissão dele.
— Sabe o que tem que fazer? Me implore para deixar você tocar.
Fanny lambeu os lábios. Sua excitação era grande demais. Para trás tinha ficado aquela mulher decente, profissional, que amava o marido. A casada, com voz trêmula de desejo, respondeu:
— Po… por favor… seu José… me deixe tocar no seu pau… — dizia Fanny com voz trêmula.
O tapa que recebeu a fez voltar à realidade, surpresa com a força, já que nunca na vida tinham lhe dado um tapa. Assustada, olhou para o mecânico.
Fanny olhou para o mecânico assustada.
— Mecânico… peça direito, puta. Me implore para deixar você tocar no meu pau, hahaha!
A casada olhava para ele trêmula, assustada e quase chorando.
— Por favor, por favor… senhor Seu José… me deixe tocar no seu pauzão… negra, eu te imploro. Fanny dizia, fazendo sua cara de puta, desejosa de ver, agora de verdade ela estava morrendo de vontade de experimentar aquela pica. "Eu poderia deixar você tocar, mas eu não disse tocar na minha pica para mulheres casadas e decentes, e você diz ser uma, hahaha". Fanny sentia que ia gozar só de ouvir o que aquele pervertido dizia, não aguentando mais, implorou de novo ao mecânico que a deixasse tocá-la, dizendo que ela era uma puta e não ligava mais de ser casada, só queria experimentar a pica dele. Fanny não podia acreditar que aquilo saía da sua boca. O mecânico ria ao ouvir como a casada se humilhava assim. "Tá bom, puta, tá bom, vou deixar você tocar na minha pica". Fanny não o deixou terminar de falar quando se lançou em direção à sua virilha, sua mão direita tentou inutilmente envolver aquela pica grossa, ainda faltava para conseguir cercar aquela pica com seus dedos. Estava ardendo, era macia e dura ao mesmo tempo, e estava tão quente. Ela não conseguia parar de olhar para aquela pica enorme, começou a massageá-la, tentando senti-la mais, massageando com as duas mãos, que pareciam as de um bebê ao lado daquela pica enorme. Abriu a boca como se tentando morder, caberia inteira? Coisa que parecia impossível.
O mecânico ficou embasbacado ao ver os peitos enormes que aquela mulher tinha. Ele aproximou a boca para colocar a nota, mas não ia deixar passar aquele momento. Ele agarrou a cintura da mulher casada para que ela não conseguisse se soltar dele. Com a boca, ele deixou a nota e, aproveitando, começou a percorrer os peitos da casada, que, surpresa com a ação do mecânico, simplesmente se deixou fazer o que ele queria. Ela já não oferecia resistência; a excitação novamente a dominara. Ao sentir a boca do mecânico percorrer seus peitos, ela tremeu de tesão. Aquilo a deixava louca, como aquele mecânico era pervertido. Ela o deixou por um momento se divertir, deixando-o brincar com seus peitos. Quando a música parou, Fanny afastou o mecânico de seus peitos, dizendo que o show já tinha acabado e que, para tocar, era outro preço. Ela dizia isso com uma risada provocante. Mecânico: "Hahaha, assim que eu gosto, putinha! Que saiba cobrar bem. Você vai ser uma boa slut."
Ele dizia isso enquanto servia mais tequila, dando um copo à casada, que alegremente o recebia para beber. Para Fanny, nada mais importava; ela tinha esquecido completamente que era uma mulher casada que amava seu marido. Ela tomou o tequila de um gole e esticou o braço para que o seu José lhe servisse outro, o que ele rapidamente fez. O momento era muito pervertido. Quem imaginaria que uma mulher casada, profissional decente, mas com um corpo bastante sexy, estaria dançando para um mecânico gordo, feio e todo sujo? O seu José não conseguia acreditar; pensava que estava sonhando. Ele observava como a casada tomava o tequila enquanto se aproximava de seu ouvido para dizer:
"Você está ainda mais gostosa do que da outra vez, quando você engoliu minha pica, slut."
Enquanto isso, com as mãos, ele agarrava as nádegas da Fanny, apertando-as.
A casada, ao sentir a respiração do mecânico em seu ouvido, não pôde evitar que sua pele ficasse arrepiada e se excitou só de ouvir o que o seu José dizia.
"De... de verdade, eu pareço gostosa para o senhor?" dizia Fanny. Ela sentia o mecânico apertando suas nádegas, fechou os olhos de tanta excitação e... por um momento, ela ficou paralisada. Ao ver o quão excitada ela estava, o seu José aproveitou a oportunidade e, sem hesitar, aproximou sua boca da dela para beijá-la. Fanny sentiu a língua áspera do velho procurando a sua língua. Por um instante, ela abriu os olhos, surpresa, e pensou em se afastar daquele velho, mas tudo o que fez foi fechar os olhos e se entregar ao beijo daquele homem. Suas línguas se misturaram como adolescentes, de maneira frenética. A loira distinguia o cheiro de álcool e sujeira que emanava do velho, mas já não a incomodava. Eles se beijavam como se fossem namorados. O mecânico apertava as nádegas de Fanny. Continuaram assim por alguns minutos, até que seu José pegou as mãos da mulher casada e as levou até seu membro, forçando-a a massageá-lo por cima da calça.
Fanny, ao sentir aquele pau por cima da calça, sentiu o coração acelerar ao lembrar do prazer que ele lhe dera da última vez. Ela se desprendeu do beijo, precisando respirar. Sua respiração estava ofegante, os seios subindo e descendo, esfregando nos do mecânico. Seu José ainda não estava satisfeito e a beijou novamente, enfiando mais a língua e beijando o pescoço da casada.
"Fanny... do seu José... ahhham... não devíamos estar fazendo isso", dizia Fanny, enquanto sentia o mecânico percorrer seu pescoço. Sua excitação estava no limite e, pouco a pouco, ela começou a massagear mais e mais o pau do mecânico. O simples fato de sentir o tamanho dele a deixava louca.
"Mecânico... vamos, loira, não resiste. Sei que você está morrendo de vontade de ter o cu arrombado, seja uma boa putinha e se comporte", dizia seu José, percorrendo o pescoço da mulher com a língua.
"Ahhahhm... eu... eu sou uma mulher casada, não deveria estar aqui." A pouca dignidade que restava à mulher a fazia tentar parar, apesar da excitação. Ela voltou à realidade: Fanny se viu ajoelhada na frente daquele mecânico gordo e feio, que havia virado sua vida de cabeça para baixo. Ela precisava sair dali. Tinha jurado não trair o marido novamente. "Não... isso está... Mal, me solta", dizia Fanny tentando se levantar, mas foi contida pelo Mecânico. "Não venha com arrependimento agora, loira. Só olhe pra você: ajoelhada na minha frente, com os peitos quase pra fora, babando pelo meu pau. Você tá errada, eu... eu não sou assim", insistia Fanny. "Você tá olhando pro meu pau esse tempo todo. Acha que uma mulher casada e direita fica olhando pro pau dos outros assim?" Fanny não respondia, incapaz de desviar os olhos daquele volume lindo. "Só putas com tesão é que ficam com vontade de um pau negro, hahaha. Vamos fazer o seguinte, loira: vou te mostrar meu pau negro. Se você conseguir olhar e ir embora sem tocar, como a mulher direita e casada que diz ser, eu juro que te deixo em paz e você nunca mais vai saber de mim. Eu não vou fazer absolutamente nada, não vou mexer um músculo, prometo. Se você realmente ama seu marido e diz ser uma grande mulher, vai ser muito fácil conseguir." Fanny ouvia o que o mecânico dizia. A cabeça dela estava uma confusão: por um lado, queria se render e admitir que era uma vadia com vontade de pau; por outro, não queria dar razão ao mecânico. Queria provar pra si mesma que realmente amava o marido e que não cairia de novo no jogo daquele pervertido. Era sua chance de ir embora, de mostrar que era mais forte e amava o marido. Estava decidida: aquele mecânico não a incomodaria nunca mais. Era sua oportunidade de voltar pra vida tranquila e, principalmente, provar pra si mesma que não era o que ele dizia. Era fácil: só tinha que ver aquela coisa negra enorme e ir pra casa, voltar pra vida tranquila. "Só tenho que olhar, né?", perguntou a casada timidamente. "Só isso, e você pode ir. E eu juro que você nunca mais vai saber de mim, e as fotos vão ser deletadas", disse o mecânico à casada, vendo seu rosto nervoso e excitado. "Mas se você decidir que não quer ir e quiser tocar, vai ter que admitir que é uma vadia casada e infiel, e vai virar minha vadia. E vai ter que implorar pra eu deixar você tocar." "Tá... bem, aceito. Fanny achava impossível que fosse perder e ter que implorar ao mecânico. Ela sabia que venceria. Ajoelhada, Fanny endireitou as costas, ficando de frente para o zíper desse mecânico pervertido. A casada limpou as lágrimas do rosto, que haviam caído de arrependimento, e com um movimento delicado colocou o cabelo para trás para que não atrapalhasse. O mecânico tirou a camiseta, deixando à mostra sua grande barriga.
"Me abaixa a calça", disse o mecânico. "Não posso me mexer, lembra? Prometi."
"S... s... sim... já vou", respondia a casada, nervosa e um pouco assustada.
Ela levou as mãos até o cinturão e notou que estavam tremendo, e não era por causa do ar-condicionado. Sua garganta estava seca e seu coração batia descontrolado. Seus mamilos ficaram ainda mais duros, sua buceta estava molhada. Suas mãos desabotoaram lentamente o cinturão e depois o botão da calça. Ela pôde ver sua cueca preta.
"Se abaixar as duas peças ao mesmo tempo, vai ser muito mais fácil pra você e a gente acaba logo com isso", disse o mecânico com voz debochada.
Fanny ficou pensando e chegou à conclusão de que ele tinha razão: se abaixasse a calça e a cueca ao mesmo tempo, teria menos risco de tocar no "troço" dele. A casada, reunindo coragem e enfiando seus dedos delicados no elástico da cueca, começou a abaixar pouco a pouco as duas peças. Ela descia lentamente a calça e a cueca, e finalmente apareceu a primeira parte daquela besta. Fanny parou, assustada. Não podia ser real. Continuou abaixando, hipnotizada ao ver aquela monstruosidade, deixando a calça e a cueca até os joelhos. Diante dela estava novamente aquela pica enorme.
Era a coisa mais linda que ela já tinha visto na vida, pensava Fanny. Era tão grossa quanto quase seu braço e, se seus cálculos não falhavam, devia medir uns 24 cm. Aquela preciosidade... Fanny estava hipnotizada. Sentia como se tivesse se apaixonado de novo, e o aroma que saía daquela rola estava drogando a casada. Era o cheiro de um macho de verdade... — Você gosta do meu pau preto?
O mecânico não fez nenhum movimento, só continuou ali de pé, orgulhoso e confiante, se exibindo com um sorriso na boca enquanto olhava para a casada ajoelhada na frente dele.
— Agora a única coisa que você tem que fazer é pegar suas coisas e ir embora daqui, e provar que é uma mulher decente que ama o marido.
O coração de Fanny batia acelerado com a ideia de ir embora naquele momento. Sua mente era um mar de pensamentos, ao que a casada...
Negou com a cabeça energicamente, sem parar de olhar para aquela barra de chocolate.
Tentou responder, mas percebeu que tinha tanta saliva na boca que estava escorrendo pelo canto dos lábios. Então engoliu e, enquanto limpava a baba da boca, o mecânico falou de novo:
— Não quer ir embora agora?
Negou de novo. Não conseguia parar de olhar para aquela coisa na frente dela. Suas mãos tremiam de vontade de tocá-la, mas seu instinto de submissa lembrava que não podia tocar sem a permissão dele.
— Sabe o que tem que fazer? Me implore para deixar você tocar.
Fanny lambeu os lábios. Sua excitação era grande demais. Para trás tinha ficado aquela mulher decente, profissional, que amava o marido. A casada, com voz trêmula de desejo, respondeu:
— Po… por favor… seu José… me deixe tocar no seu pau… — dizia Fanny com voz trêmula.
O tapa que recebeu a fez voltar à realidade, surpresa com a força, já que nunca na vida tinham lhe dado um tapa. Assustada, olhou para o mecânico.
Fanny olhou para o mecânico assustada.
— Mecânico… peça direito, puta. Me implore para deixar você tocar no meu pau, hahaha!
A casada olhava para ele trêmula, assustada e quase chorando.
— Por favor, por favor… senhor Seu José… me deixe tocar no seu pauzão… negra, eu te imploro. Fanny dizia, fazendo sua cara de puta, desejosa de ver, agora de verdade ela estava morrendo de vontade de experimentar aquela pica. "Eu poderia deixar você tocar, mas eu não disse tocar na minha pica para mulheres casadas e decentes, e você diz ser uma, hahaha". Fanny sentia que ia gozar só de ouvir o que aquele pervertido dizia, não aguentando mais, implorou de novo ao mecânico que a deixasse tocá-la, dizendo que ela era uma puta e não ligava mais de ser casada, só queria experimentar a pica dele. Fanny não podia acreditar que aquilo saía da sua boca. O mecânico ria ao ouvir como a casada se humilhava assim. "Tá bom, puta, tá bom, vou deixar você tocar na minha pica". Fanny não o deixou terminar de falar quando se lançou em direção à sua virilha, sua mão direita tentou inutilmente envolver aquela pica grossa, ainda faltava para conseguir cercar aquela pica com seus dedos. Estava ardendo, era macia e dura ao mesmo tempo, e estava tão quente. Ela não conseguia parar de olhar para aquela pica enorme, começou a massageá-la, tentando senti-la mais, massageando com as duas mãos, que pareciam as de um bebê ao lado daquela pica enorme. Abriu a boca como se tentando morder, caberia inteira? Coisa que parecia impossível.
5 comentários - Meu mecânico deixa minha esposa louca de tesão 6
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