
Oi!!!
Espero que vocês gostem e tô esperando os comentários de vocês.
Importante, visitem meus outros posts com categorias quentes diferentes.
Vou contar umas histórias que tive com uma ex-namorada, quando a gente tinha uns 20 anos. Ela era muito sexual, a gente transava na casa dela quase toda vez que eu ia, até com os pais e o irmãozinho dela do outro lado da porta. No quarto dela, eu comia ela gostoso.
Às vezes, quando eu tava na minha casa ou na dela e não tinha mais ninguém além da gente, a gente colocava um pornô em VHS que eu alugava ou tinha gravado. Lembro que um dia, vendo um filme sobre uma puta que dava mole pros caminhoneiros na estrada, ela ficou tão excitada que começou a me chupar e falou que adoraria ser aquela vadia, dar em cima de caminhoneiros e, dentro dos caminhões, chupar bem a pica deles. A gente fantasiava e passou várias semanas fodendo, pensando ou imaginando que eu era o caminhoneiro e ela subia no meu caminhão e me mamava. Ela só tinha essa fantasia: chupar bem até fazer eles gozarem gostoso e sentir aquele tesão de estar deitada na cabine de um caminhão, chupando aqueles paus grandes.
Um dia desses, enquanto a gente tava transando, ela me pergunta: "Você me deixaria chupar a de outro assim?". Aí eu respondi: "Adoraria te ver nessa situação". Ela disse: "Não pode, você não pode estar comigo, é um trampo que tenho que fazer sozinha". E isso me deixou com um tesão do caralho. Falei que ia pensar no assunto...
Pra quê, ela começou a repetir se eu tinha pensado nisso e que já tinha decidido, tava doida varrida. Eu, por um lado, tava com medo de dar merda, um pouco de ciúme, e por outro lado me excitava pra caralho pensar no que ela podia fazer. Aí um dia eu falei que sim, que a gente podia tentar pelo menos uma vez e ver qual é.
Ele me diz: "Beleza, a gente podia dar uma passada num posto de gasolina daqueles que tem na estrada pra Escobar, onde costumam passar e parar caminhões." Eu falei: "Beleza, bora." O dia chegou rápido, muito rápido, e eu tava meio na dúvida, mas já tinha dito que sim e, por outro lado, a situação tava me deixando com tesão. Ela se vestiu normal, mas por baixo da roupa colocou uma saia curta e um top novo, pretos, que ficavam espetaculares nela. Minha mina tinha uns peitos bem aceitáveis, uns 90 mais ou menos, e uma bunda bem empinada, um pouco gordinha, mas bem durinha.
Comecei a dirigir e fiquei cada vez mais nervoso ao me aproximar da estação. A gente tinha combinado de tentar um tempo ali, e se não rolasse, a gente ia um pouco mais pra frente e tentava com outra.
Chegamos, estacionei no estacionamento, mas um pouco mais longe de onde abastecem gasolina, pra poder ver toda a estação e os carros e caminhões que entravam.
Ela tira a calça e a camiseta que tava, fica só de top e saia curta, e me fala: "bom, me deseja sorte que vou descer rapidão". Não me deu nem um beijo, aff, começou a escorrer um rio de suor pela lateral da minha testa, mistura de nervoso e preocupação com a situação. Naquele momento, a vontade e o tesão ficaram em segundo plano, pelo menos por um tempo.
Vejo ela se aproximando da estação e sentando de lado, olhando e esperando.
Passam vários minutos, uns 30 ou 40 minutos, vejo que um cara do posto de gasolina se aproxima e começa a falar com ela. Ela levanta e conversa com ele. Penso comigo mesmo: do que será que tão falando? Conversam uns 5 minutos, vejo que ela pensa um pouco e depois ele começa a andar em direção ao posto e ela o segue.
Nessa hora fico cheio de curiosidade e nervoso, pra onde será que ela vai, o que será que conversaram. Vejo o magrelo entrar no posto e ela ficar esperando ele. Quando ele sai, continua andando, contornando o posto, e ela vai junto. Perco os dois de vista por um momento, porque tinha a frente de um caminhão estacionado do lado do posto que não me deixava ver. Desço rápido do carro e vou até o posto, olhando pra todo lado e não vejo ninguém. Dou a volta no caminhão e os vejo. Nessa hora, imaginei que poderiam ter entrado no banheiro. Vou pra lá, mas lembro que ela me disse que, por mais que eu queira, não chegue perto dela, que ela tava como se estivesse sozinha e não acompanhada. Então me seguro e volto pro carro, sento e espero.
Mas ou menos, deve ter passado uns 20 ou 30 minutos, mais ou menos, e vejo o magrelo passando pelo lado do caminhão e, segundos depois, ela passa. Ela vai andando e senta no mesmo lugar de antes. Por um lado, fiquei tranquilo que ela tava bem, mas fiquei cheio de curiosidade pra saber o que ela fez naquele tempo que perdi o rastro dela.
Passou o tempo, mais ou menos meia hora, e vejo que chega um senhor de uns 50 anos ou mais, meio gordinho. Começa a falar com ela, e ela responde, faz sinal com a mão como quem diz que o caminhão que tava do lado, um bem grandão e branco, era dele. Ela balança a cabeça que sim e começam a andar. Ele abre a porta e sobe, ela dá a volta no caminhão e eu não vi mais ela, o caminhão tampava tudo. Acho que ela deve ter subido. O negócio é que o caminhão dá a partida e vai pra trás. Nessa hora, fiquei com medo por ela, mas me acalmei quando o caminhão estacionou um pouco mais longe das bombas, num lugar com menos luz.
Fiquei esperando uns 40 minutos até ela descer, estacionado de lado dava pra ver a porta do lado dela. Quando desceu, começou a andar na direção da estação, por um momento achei que ela vinha pro carro, mas tava enganado, ela voltou a sentar no mesmo lugar por um tempinho.
Como tínhamos combinado aquela parada de não intervir, tive que deixar ela decidir tudo, então esperei mais um tempo. Daí, depois de um pouco, vejo que vem da estação um casal, se aproxima dela e começa a conversar.
Ficava louco por não ter nada pra saber do que falavam ou vê-la o tempo todo, mas fazer o quê, nem celular bom com câmera existia naquela época, então tive que aguentar.
O casal aponta para um caminhão que estava no acostamento, bem perto de onde ela tinha estado com o outro caminhoneiro.
Levanta e vai com eles, os três sobem no caminhão e aí perdi ela por umas 1 hora, mais ou menos. Desci na estação, comprei um refri e voltei pro carro, ela ainda não tinha saído.
Pouco depois vejo que ela desce sozinha, acena e vem, se aproxima do carro e entra, a primeira coisa que me diz é: "Arranca e vamos pra um motel na estrada, quero matar todas as vontades e te contar tudo o que vivi.
Fomos num ali do lado da estrada, entramos e, mal entrei no quarto, percebi que a saia dela tava toda molhada. Falei: "O que rolou aqui???" Não era só sexo oral???
Ela me diz: "Fica tranquilo, foi só sexo oral, dessa primeira vez eu consegui." Abre a bolsinha dela e tinha um monte de grana. Pergunto: "O que foi isso? Te pagaram?" Ela responde: "Na verdade, falei pra todo mundo que tava fazendo de graça, que pagassem o que quisessem, e todo mundo pagou, menos o cara do posto de gasolina." Aí pergunto: "Você mamou o cara???" E ela diz que sim, foi tipo um pagamento adiantado pra poder transar lá. O cara chegou em mim e perguntou o que eu tava fazendo ali, falei que tava esperando algum caminhoneiro pra chupar a rola dele. Ele disse que se eu chupasse a dele, ia me mandar clientes, gente que ele conhecia e que ia lá direto. Então aceitei, ele me levou pra uma salinha pequena do lado dos banheiros e eu chupei ele lá. Perguntei: "Com camisinha, né? Você tinha na carteira?" Ela disse: "Não, o cara falou que queria que eu chupasse sem camisinha. Ele tinha uma porra de uma piroca bem grossa, custei a enfiar na boca. O cara curtiu pra caralho e, pra não me sujar de porra, engoli tudo. Limpei ele e voltei a sentar, esperando quem ele ia mandar.
Enquanto isso, eu tava de pau duro e ela já tava me chupando gostoso, parando de vez em quando e me contando tudo aos poucos.
Então ela me conta a história do gordão cinquentão, falou que o nome era Carlos, era o dono da caminhonete branca, ele colocou ela na caminhonete e levou pro outro lado do estacionamento, onde disse que ali costuma pegar umas minas e meter nelas.
O caminhoneiro queria foder, mas ela disse que só fazia boquete e de camisinha. O senhor pensou e topou.
Ela tinha uma pica comprida, bem comprida, me disse que fez ele chupar as bolas dele, que estavam todas suadas de dirigir o dia inteiro no sol, mas a tesão e o fato de estar ali fizeram com que ela não ligasse, chupou ele com camisinha o tempo todo, enquanto o velho agarrava ela pelo cabelo e empurrava pra ela engolir mais fundo, enquanto falava um monte de coisa, *sweet girl*, que gostosa que você é, como eu queria sentir essa boca sem a borracha, dizia que queria encher a boca dela de porra e que ela engolisse, e eu, nisso tudo, tirava a pica da boca dela e falava que não.
Ele se aproveitava e passava a mão, já tinha puxado a tanguinha pra baixo e enfiava os dedos, coisa que eu deixei porque tava muito tesuda, mas o tempo todo eu falava que transar não ia rolar, só oral.
Quando ela tava quase gozando, começou a chupar mais rápido e de repente sentiu a boca cheia, abriu e tava com a camisinha toda cheia de porra, igual um balão, uma fera o que ele gozou.
Deu um beijo nela, apalpou os peitos dela e deu dinheiro pra ela. Aí ele desceu e me contou que pensou em voltar pro carro, mas a tesão falou mais alto e ele sentou de novo.
Pouco depois, o casal chegou. Ela me contou que, quando os viu, eram dois na faixa dos 40 a 50 anos, deram uma certa impressão, mas falaram bem com ela. Disseram que eram um casal de caminhoneiros, que ela queria ver o marido com outra garota. Ela disse que só fazia oral, eles aceitaram e pediram pra ela ir com eles até o caminhão, o que ela fez e entrou com os dois.
Lá dentro, foram os 3 pra uma cama que tinha na parte de trás do caminhão e ela ficou sentada de lado, enquanto via minha mina chupando o pau do Sr., coisa que ela topou sem camisinha porque ele disse que não tinha muita sensibilidade e que com camisinha podia ficar horas sem gozar. Enquanto ela chupava ele deitada, começou a sentir uma mão acariciando ela — era a mulher que tava se masturbando na frente deles, vendo tudo, e começou a tocar ela. Ela olhou pra ela e a mulher mostrou a língua, passando nos lábios, mostrando que tava muito tesuda. Minha mina continuou engolindo o pau e passando a língua na rola e nas bolas. O Sr., nisso tudo, gemia forte e falava pra esposa como a garota chupava bem. Daí a pouco, sem avisar, ele agarrou a cabeça dela e apertou pra ela engolir tudo enquanto gozava com dois jatos impressionantes. Um pouco caiu pra fora, ela teve dificuldade pra engolir, mas conseguiu.
A mulher disse: "Quero que você me chupe também" e tirou a tanga que estava usando.
Minha namorada ficou pensativa por uns segundos e estava tão tesuda por causa de todas essas situações que aceitou. Ela se deitou do lado dela e aproximou a cabeça da buceta da gatinha, que agarrou a cabeça dela com as duas mãos e puxou pra perto da buceta. Minha namorada me disse que no começo sentiu um pouco de nojo, nunca tinha chupado uma buceta e a gatinha estava toda melada. Enquanto chupava, ela falava coisas tipo: "como essa mina chupa bem, vou gozar na sua boca, puta". Ela reforçou isso, chamaram ela de puta várias vezes, e principalmente quando ela mencionou que pagassem o que achassem justo, isso deixava eles ainda mais excitados, porque puta tem preço e ela tava fazendo por outro motivo.
Acontece que a mina gozou pra caralho na boca dele, encheu ela de leite e disse que adoraria outro dia comer ela com um pau de borracha.
Minha namorada, ao terminar, recebeu uma grana e mandaram ela embora com um beijo.
Quando ouvi tudo isso, enchi a boca dela de porra na maldade. Na sequência, tava tão tesuda que meti e comecei a serrar ela, falando: "Ficou com vontade de levar uma pirocada, né?! Não bastou só os boquetes?" Aí ela respondeu: "Adoraria ter levado uma pirocada também, principalmente daquele coroa cinquentão que tinha uma piroca enorme, teria deixado ele meter no pelo...
Aí, só dei a segunda descarga na buceta dela e caí em cima dela, a gente dormiu quase na hora, toda aquela tensão e nervosismo e o que a gente viveu, principalmente por ela, nos deixou mortos.
Se vocês gostaram do relato, mais pra frente posso contar outras duas experiências que a gente teve no posto de gasolina, principalmente uma que eu também participei. Desculpa se às vezes as palavras ficam amontoadas, quando edito o texto tá certinho, mas quando publico, um monte de palavra gruda.
Saudações!!
4 comentários - Minha namorada boqueteira de caminhoneiros