Primera vez en un Club Swinger (Griffin) con mi Novia

Vou contar pra vocês minha primeira vez num Clube de Swing com a minha namorada.Pra dar um contexto, somos um casal de 25 anos, tradicional, monogâmico, mas eu, particularmente, depois de cinco anos de relacionamento, fiquei com vontade de experimentar e compartilhar minha mina com outro cara. Muita gente quer ser swinger pra comer a esposa dos outros, mas eu queria mesmo era curtir ver minha namorada transando na minha frente, como se fosse minha atriz pornô particular.

Nós somos argentinos e, durante o relacionamento, várias vezes pedi pra ela realizar essa fantasia, mas ela não topava, dizia que eu era suficiente e que não queria transar com mais ninguém, que eu ia ficar bolado e tal. Por mais que eu insistisse de vez em quando, a resposta era sempre não.

Minha mina é uma profissional muito gostosa, não é uma beleza extravagante, nem eu sou um deus grego. Ela é baixinha, tem uns olhos castanhos lindos e enormes, e um cabelão preto que na época tava meio pintado de amarelo. Eu sou mais alto que ela, mas mais cheinho, parecido com um jogador de rugby, mas sem tantos braços.

Resumindo, a gente organizou uma viagem pra Balneário Camboriú porque tava muito estressado no trampo, passando por uns momentos ruins, e aí a gente se jogou, pegou uns empréstimos, estourou os cartões e foi pra Dubai brasileira de avião, alugando um quarto perto da praia.

A ideia surgiu por causa da falta de privacidade no quarto, já que as paredes com os vizinhos eram muito finas. No primeiro dia que a gente transou no Brasil, a família do lado bateu na parede pedindo silêncio.

Isso me fez procurar alternativas, tipo um motel, e como a internet é sagrada, uma coisa levou à outra e acabei descobrindo que em Balneário Camboriú tinha mais de 4 desses lugares.

Um por um, fui inspecionando entre os dias de praia e passeios, e não Eu criei coragem pra falar com minha namorada. Até que chegou o penúltimo dia das nossas férias, era uma quarta-feira e na sexta de madrugada a gente voltava pro país. Isso me fez sugerir essa opção pra ela e, inacreditavelmente, ela se mostrou super disposta e até animada, pesquisando na internet referências sobre o lugar.

A gente gostou do que viu online, o clube escolhido era o Griffin Lounge Bar (dá pra googlar) e nos chamou muito a atenção, então decidimos ir. Eu, particularmente, fiquei nervoso o tempo todo, adorava a ideia mas nunca tinha feito nada parecido. Encontrei vídeos na internet do GloryHole e li vários relatos sobre o assunto, e tava ansioso pra hora chegar.

À noite, umas 23 horas, a gente se preparou pra ir. Minha namorada colocou umas sandálias brancas lindas e um vestido florido, deixando à mostra as costas e os peitos pequenos dela, mas super gostosos de ver. Eu fui na moda: tênis preto, uma calça jeans moderna com rasgos e uma camisa polo preta também.

Chegamos de Uber e, quando estávamos perto, fiquei ainda mais nervoso porque via muitos casais brasileiros mais velhos que a gente, mas em ótima forma física. Rabudas gigantes, peitões gigantes, bíceps gigantes, barbas bem cuidadas, uma verdadeira ode ao cuidado pessoal. Particularmente, a sensação que tive foi de inferioridade, as mulheres estavam fora do meu alcance e os homens me superavam em beleza de lavada, e olha que na minha cidade natal sou considerado bonito. O nervosismo que eu tava nem te conto, ela, nisso tudo, mostrou uma faceta desconhecida, sendo um pouco mais dominante do que o normal, me levando pela mão pela pista e pelo bar, conhecendo e inspecionando o lugar.

Se quiserem saber como é por dentro, é só googlar, mas naquele dia a pista não tava nem muito cheia nem muito vazia, mas tinha casais por todo lado tomando drinks (na entrada vinha um drink de cortesia) e se pegavam por cima da roupa sem cerimônia.

A gente se aproximou nervoso do bar e Entre a música e a falta de domínio do idioma, a gente não conseguia se entender com os caras que faziam os drinks, até que finalmente pedimos um que nem eu nem minha mina gostamos, mas tinha que beber porque era a única coisa que dava pra pagar — não era um clube barato.

Quando acabamos o drink e de saciar a curiosidade no térreo, decidimos subir pra área da ação. Pelo que vimos, depois de subir umas escadas, ficava a zona onde a mágica do lugar rolava.

De mãos dadas fomos, e o lugar era super escuro, demorou pra nossos olhos se acostumarem. No começo, não tinha ninguém, corredores vazios e a gente à vontade, explorando como se fosse uma atração turística. No meio dos corredores, tinha uns quartinhos que só tinham um sofá e uma janela que dava pro corredor, que podia ser coberta com cortinas ou não, dependendo da intenção.

Nessa primeira volta de reconhecimento, vimos que algumas dessas salas já estavam ocupadas, mas pra nossa decepção, nenhuma janela tava aberta — toda a ação rolava no modo privado.

Seguimos inspecionando e tinha salas que eram só pra casais, assim como também pra casais e solteiros. Tinha quartos temáticos que dava pra trancar por dentro, todos com ar condicionado. Um lugar lindo, valia cada centavo pago.

Depois vimos que tinha Glory Hole, e expliquei o funcionamento pra minha mina. Ela disse que nem fodendo entrava naquele lugar, que não gostava da ideia, que a gente ia só curiosear e que ela não ia chupar nenhuma rola que não fosse a minha.

Mesmo assim, entramos pra dar uma olhada, mas assim que uma mão saiu de um dos buracos pra tentar tocar na minha mina, ela saiu rápido do lugar.

Finalmente, depois de muito curiosear, percebemos a presença de mais gente nos corredores — os famosos solteiros que pagavam 400 reais (a gente, como casal, pagou 180 pra entrar) e que tinham acesso a esses lugares. exclusivos de casais.
Eu, particularmente, senti repulsa porque os poucos homens solteiros nos corredores eram muito mais feios do que eu. Isso até aumentava meu ego, mas me dava nojo ver outros caras percorrendo o lugar esperando a vez deles enquanto devoravam minha namorada com os olhos. Eu nem fodendo ia deixar qualquer um daqueles ali tocar na minha mina.

Resumindo, entramos num quarto privado e começamos a transar entre nós. Foi algo rápido porque eu tava muito nervoso e gozei dentro dela pela primeira vez no dia. Ela mesma percebeu meu nervosismo e meus sentimentos confusos, porque me perguntou sobre isso e, como a comunicação tem que ser boa, eu falei como me sentia. Ela disse que não tinha problema, que tava feliz e que não se importava de ser olhada, que eu ficasse tranquilo porque ela não faria nada sem minha permissão.

Depois, entramos na seção só de casais. O quarto era bem pequeno, mas tava lotado de casais transando e chupando. A gente só olhou por um tempo e saiu porque o cheiro forte de sexo no lugar nos desagradou, mas ficamos fascinados por ver basicamente uma orgia daquelas de filme.

Ao sair de lá, entramos em outro quarto e minha namorada, pra me excitar e relaxar, me fez um boquete daqueles. Só que dessa vez sem gozar, eu falei pra descermos pra tomar uma cerveja pra eu terminar de relaxar e depois voltar.

Lá embaixo, continuamos de bobeira com umas Heineken na mão e, depois de acabar com elas, decidimos voltar pra ver o que rolava. Ao retornar, senti o maior nojo da noite quando vi um careca, magricela e raquítico, se masturbando na frente de um dos privados que tava fechado, mas dava pra ouvir a mulher gemendo. Minha namorada não viu, mas isso me alterou pra caralho porque era um dos caras que nos seguia toda vez que a gente tava por aquela área compartilhada.

Devemos ter ficado de bobeira por umas uma hora ou uma hora e meia, vendo outros casais transarem. O melhor momento foi quando Um casal deixou as cortinas abertas e a gente tava curtindo a vista de uma raba enorme quicando num pauzão. PORNO de verdade e ao vivo, isso agradou nós dois.

Aí minha mina fala pra eu escolher alguém nos corredores pra realizarmos minha fantasia, e a gente ficou andando por uns 40 minutos, os dois começando a cansar e se decepcionar. Quando aparece um solteiro, bem musculoso e grandão, falo pra minha mina que era aquele, e ela disse "nem fodendo" e me levou pra uma sala privada pra conversar.

Lá ela me recriminou por eu ter escolhido aquele cara, que ela não queria ser rejeitada, que aquele homem com certeza queria uma peituda e uma bunduda e não ia aceitar ela. Eu acalmei ela, falei que ela era linda e que qualquer homem transaria com ela de boa, mas não adiantou, e ela mandou eu escolher qualquer um daqueles do corredor pra gente logo foder e ir pra casa.

Aí eu me irritei, porque falei que não era pra entregar ela pra qualquer otário e punheteiro como os que eu tinha visto no corredor, e que ela tinha que curtir, senão não era uma fantasia. Ficamos um tempão trancados conversando pra ver como resolver a treta, quase fomos embora pra casa.

Ela finalmente falou pra gente sair e dar uma última volta, e se não tivesse nada interessante, a gente ia pra casa. Quando saímos, o cenário era completamente diferente, tinha um monte de gente no corredor, o que facilitou as coisas. Não demos nem dez passos quando um careca com uma barba bem cuidada e em boa forma, sem ser bombado, passou do nosso lado. Aí peguei na mão da minha mina e falei pra esse cara num português meia-boca: "Você quer?" E ele, todo animado, respondeu: "Sim, quero". Na hora, minha mina me arrastou pra um dos privados e o cara nos seguiu e perguntou: "Agora?" Eu concordei, fazendo sinal pra ele entrar no privado atrás da minha mulher.
Primera vez en un Club Swinger (Griffin) con mi NoviaEra mais ou menos assim o cara, mais baixinho e talvez um pouco menos musculoso, mas era a mesma vibe.

Quando entrei, tava mais preocupado em fechar a porta porque sentia outros tarados tentando entrar e, quando tranquei e olhei pra onde minha mina tava, fiquei cheio de tesão. O cara tentava beijar ela e ela se esquivava porque não queria dar beijo, mas ele pegou ela pelo pescoço com a mão e beijava o outro lado. Quando fiz contato visual com minha mina, entendi que ela não queria aquilo, então comecei a beijar ela e arrastei até o sofá e coloquei ela pra chupar a pica, eu tava durasso. Aí pude ver como minha mina abaixou a calcinha fio dental que tinha, deixando a buceta dela exposta pra esse desconhecido que começou a passar a mão e olhar a rachinha dela com um amor incrível. Enquanto isso, eu tava no êxtase com minha mina chupando minha pica e um desconhecido atrás dela curtindo a buceta dela.

Depois, ele tirou toda a roupa, deixando à mostra um corpo bonito sem um grama de gordura, com algumas tatuagens, bem másculo, eu tinha escolhido bem o convidado. Me enchi de orgulho ainda mais quando ele começou a se masturbar e eu vi que a pica dele era menor que a minha (minha pica tem 17 cm e às vezes acho que é pequena, mas a dele era menor) e ele tentou que minha mina chupasse, mas ela mandou ele usar a mão direto pra trás.

O brasileiro colocou uma camisinha e começou a brincar na buceta da minha mina até enfiar, e os olhos da minha mina, que eu disse antes que eram lindos, explodiram em luxúria e ela começou a chupar minha pica com mais força. Dava pra ver como ela tava curtindo.

Não demorou muito até eu gozar na boca dela toda, o cara metendo atrás dela, ela chupando minha pica com cara de puta, foi a combinação perfeita pra eu fazer ela chupar pica com gozo pela primeira vez em anos (Nunca gostou disso).

Em nenhum momento eu broxei porque o tesão era gigantesco e ela continuava chupando, questão que ela sozinha me larga e se acomoda no sofá (tava de pé). e inclinada enquanto me chupava) se segurando no encosto, deixando a buceta dela fácil acesso de quatro, e é aqui que eu nunca vou esquecer como esse cara em excelente estado físico, mais bonito que eu (menos na pica) e com umas pernas muito trabalhadas e gostosas começou a bombar minha mina segurando ela pela cintura enquanto ela me olhava batendo punheta. As caras dela eram de puro prazer. O cara apertou a cintura dela e metia com força e grunhia no processo, até se animou a dar um tapa bem forte na bunda até que, com uns suspiros, gozou dentro da minha mina com a camisinha. Sem mais, minha mina ficou detonada, recuperando o fôlego no sofá enquanto eu batia punheta, o cara se vestiu, perguntou se a gente era argentino, falei que sim e, do mesmo jeito que entrou, saiu.

A coisa não terminou aí porque, com a tesão que eu tava, coloquei minha mina de quatro e terminei o serviço dentro dela. A MELHOR TRANSA DA MINHA VIDA. Curti pra caralho e realizei minha fantasia. A gente se arrumou com calma e ela mal conseguia ficar em pé, saímos e um dos gordos punheteiros perguntou algo em português que ignoramos de propósito.

Descemos, fomos embora, nunca mais vimos esse cara que deu uma espetacular foda na minha mina que, se não foram 40 minutos, com uns 10 minutos foram os 10 minutos mais apaixonados que já tive.

Nos dias seguintes, tanto no Brasil quanto na Argentina, foi um sexo apaixonado gigantesco e já quero dividir ela de novo, mas ela disse que não quer, que foi pra me satisfazer, embora tenha curtido no processo. Na nossa cidade natal não vamos fazer nada, mas já quero viajar de novo porque com certeza ela topa.

7 comentários - Primera vez en un Club Swinger (Griffin) con mi Novia

Muy muy buena experiencia y bienvenido al club d los cuernos
Muchas gracias! Quedé con mil ganas de repetir
@Paullacaze cuando quieran lo podemos repetir
Linda experiencia van 10
Muchas gracias, la verdad que si. Quedé fascinado
7dbruno +1
Soy corneador , me encantó el relato y tengo características parecidas al tipo que cogio a tu mujer. Si tienen ganas de repetir al historia la podemos pasar muy bien

Argentina
Nos encantaría!
@Paullacaze les envío mp
Que grande!!! Me sentí muy identificado, es lo que busco hacer con mi novia, de donde son?
De La Rioja!
Me sentí identificado, ahora estoy en brazil de donde son Uds ?
Del Norte argentino, disfruta Brasil!