Continuação do relato anterior...
Depois daquela noite, tudo mudou na minha vida, a forma como eu olhava para minha mãe... eu a desejava. Sempre que ela se abaixava, eu ficava atrás dela para ver a calcinha ou na frente para ver o decote.
Toda noite que dava, eu a tocava. Não fazia tanto quanto gostaria, porque tinha medo que ela acordasse e ficasse brava.
As revistas pornô do meu tio já não me excitavam mais. Cada ereção era em homenagem à minha mãe.
Um dia, enquanto minha mãe estava tomando banho, peguei a calcinha limpa que ela ia vestir. Era de algodão, com um lacinho pequeno na frente. Peguei a calcinha, coloquei no travesseiro e comecei a esfregar meu pau nela, como se estivesse fodendo minha mãe. Quando já estava quase gozando, peguei a calcinha e gozei dentro dela, no pedaço de tecido que ficaria em contato com a buceta da minha mãe. Deixei ela toda melada, porque acho que nunca tinha jorrado tanto porra antes.
Depois de alguns segundos, comecei a me preocupar... E se minha mãe percebesse e ficasse brava comigo? Ou pior, e se ela engravidasse? (como já disse, eu era um imberbe em assuntos de mulher).
Fiquei com tanto medo que peguei papel higiênico e fui limpar, mas ouvi minha mãe saindo do banheiro, o que me impediu de limpar direito. Sabia que tinha deixado a calcinha não só úmida, mas também com restos de porra.
Minha mãe entrou no quarto com uma toalha em volta do corpo. Eu estava no chão brincando, mas olhando de soslaio. Ela pegou a calcinha e vestiu. Deve ter notado que estava úmida, porque tocou a virilha e fez uma cara "estranha". Cheirou a mão, não disse nada, vestiu o camisola e saiu do quarto me dando um sorriso.
Minha mãe era uma mulher muito pudica e religiosa. Sei que só teve um namorado e chegou virgem ao casamento.
À noite, quando minha avó e minha irmã dormiam, minha mãe e eu ficávamos conversando sobre muitas coisas...
Numa dessas noites, estávamos falando sobre trechos da bíblia, começamos a falar sobre as metáforas que havia nela, tipo que na bíblia diz que é pecado comer porco porque é um animal que transmite doenças ao homem, ou que o vinho também é pecado, pois o álcool nos faz ser outra pessoa... não sei como o assunto surgiu, não lembro bem, mas minha mãe me falou do pecado que era deitar-se entre familiares. Falando sobre o tema, chegamos à conclusão de que a bíblia condenava essas ações por causa do problema da consanguinidade, mas o que mais me deixou perturbado foi a conclusão da minha mãe, em resumo ela veio me dizer que com camisinha não havia pecado...
Depois de me dizer isso, entrei no banheiro alegando que estava com vontade de fazer xixi e me masturbei, depois da qual ainda estava com o pau duro, então tive que bater mais duas punhetas para baixar minha tesão. O que minha mãe quis dizer com o que me disse? Essa noite não consegui dormir pensando no que havíamos conversado.
No dia seguinte, minha mãe se comportava normalmente, eu continuava olhando-a de soslaio sempre que podia para admirar seu corpo lindo.
À noite, depois que ficamos sozinhos, voltamos às nossas conversas sobre a "vida"... Não sei como minha mãe puxou o assunto, mas acabamos falando sobre mulheres, minha mãe me disse que as mulheres eram muito más, que eu tinha que ter cuidado com elas, que havia mulheres que tentavam os homens para engravidar e assim "caçá-los". Eu a ouvia e assentia com a cabeça, mas sem entender a fundo o que ela queria me dizer. Mas fiquei gelado quando ela disse:
"No dia que você precisar se aliviar como homem, eu te levo a uma prostituta, dessa forma você não corre o risco de que qualquer putinha te cace, o ruim é você pegar alguma doença... Melhor, no dia que tiver instintos de homem, me fala, sou sua mãe e nunca vou querer nada de mal para você."
Essas palavras me deixaram gelado, não sabia o que responder, a única coisa que fui capaz de fazer foi assentir com a cabeça. Gozei na cueca ao ouvir isso, mas eu estava tão nervoso que não consegui dizer nada.
No dia seguinte minha mãe estava de novo igual a sempre, como se a conversa da noite anterior não tivesse acontecido.
Mas não conseguia tirar da cabeça a pergunta: será que minha mãe estava me pedindo para comer ela? Era impossível que fosse isso, mas... por que agora ela estava falando dessas coisas, sendo que sempre foi tão recatada e pudica?
Toda vez que saía de casa e dizia tchau pra minha mãe, a gente dava um beijinho nos lábios. Naquela tarde, resolvi dar um passo a mais pra ver o que acontecia.
Quando ia sair, minha mãe veio comigo até a porta e, enquanto dávamos o beijinho, enfiei a língua — não só passei nos lábios dela, como entrei um pouquinho na boca dela. Esperei uma reação de raiva, mas minha mãe sorriu e disse pra eu não demorar.
Não demorei nada, em 5 minutos já estava de volta. Minha mãe ficou surpresa de me ver tão rápido, e eu disse que não tinha nenhuma criança na rua. Depois disso, dei um abraço forte nela, cheio de alegria, e demos outro beijinho. Dessa vez, enfiei a língua de novo e senti, por um instante, nossas línguas se tocando.
Desde aquele dia, eu procurava qualquer chance pra dar um beijinho nela — pra roçar os lábios dela ou enfiar minha língua na boca dela por uns segundos... e, em algumas vezes, minha mãe roçava a língua dela na minha.
CONTINUA...
Gostaria que vocês deixassem nos comentários o que acharam e se devo continuar contando minha história. Um abraço e OBRIGADO.
Depois daquela noite, tudo mudou na minha vida, a forma como eu olhava para minha mãe... eu a desejava. Sempre que ela se abaixava, eu ficava atrás dela para ver a calcinha ou na frente para ver o decote.
Toda noite que dava, eu a tocava. Não fazia tanto quanto gostaria, porque tinha medo que ela acordasse e ficasse brava.
As revistas pornô do meu tio já não me excitavam mais. Cada ereção era em homenagem à minha mãe.
Um dia, enquanto minha mãe estava tomando banho, peguei a calcinha limpa que ela ia vestir. Era de algodão, com um lacinho pequeno na frente. Peguei a calcinha, coloquei no travesseiro e comecei a esfregar meu pau nela, como se estivesse fodendo minha mãe. Quando já estava quase gozando, peguei a calcinha e gozei dentro dela, no pedaço de tecido que ficaria em contato com a buceta da minha mãe. Deixei ela toda melada, porque acho que nunca tinha jorrado tanto porra antes.
Depois de alguns segundos, comecei a me preocupar... E se minha mãe percebesse e ficasse brava comigo? Ou pior, e se ela engravidasse? (como já disse, eu era um imberbe em assuntos de mulher).
Fiquei com tanto medo que peguei papel higiênico e fui limpar, mas ouvi minha mãe saindo do banheiro, o que me impediu de limpar direito. Sabia que tinha deixado a calcinha não só úmida, mas também com restos de porra.
Minha mãe entrou no quarto com uma toalha em volta do corpo. Eu estava no chão brincando, mas olhando de soslaio. Ela pegou a calcinha e vestiu. Deve ter notado que estava úmida, porque tocou a virilha e fez uma cara "estranha". Cheirou a mão, não disse nada, vestiu o camisola e saiu do quarto me dando um sorriso.
Minha mãe era uma mulher muito pudica e religiosa. Sei que só teve um namorado e chegou virgem ao casamento.
À noite, quando minha avó e minha irmã dormiam, minha mãe e eu ficávamos conversando sobre muitas coisas...
Numa dessas noites, estávamos falando sobre trechos da bíblia, começamos a falar sobre as metáforas que havia nela, tipo que na bíblia diz que é pecado comer porco porque é um animal que transmite doenças ao homem, ou que o vinho também é pecado, pois o álcool nos faz ser outra pessoa... não sei como o assunto surgiu, não lembro bem, mas minha mãe me falou do pecado que era deitar-se entre familiares. Falando sobre o tema, chegamos à conclusão de que a bíblia condenava essas ações por causa do problema da consanguinidade, mas o que mais me deixou perturbado foi a conclusão da minha mãe, em resumo ela veio me dizer que com camisinha não havia pecado...
Depois de me dizer isso, entrei no banheiro alegando que estava com vontade de fazer xixi e me masturbei, depois da qual ainda estava com o pau duro, então tive que bater mais duas punhetas para baixar minha tesão. O que minha mãe quis dizer com o que me disse? Essa noite não consegui dormir pensando no que havíamos conversado.
No dia seguinte, minha mãe se comportava normalmente, eu continuava olhando-a de soslaio sempre que podia para admirar seu corpo lindo.
À noite, depois que ficamos sozinhos, voltamos às nossas conversas sobre a "vida"... Não sei como minha mãe puxou o assunto, mas acabamos falando sobre mulheres, minha mãe me disse que as mulheres eram muito más, que eu tinha que ter cuidado com elas, que havia mulheres que tentavam os homens para engravidar e assim "caçá-los". Eu a ouvia e assentia com a cabeça, mas sem entender a fundo o que ela queria me dizer. Mas fiquei gelado quando ela disse:
"No dia que você precisar se aliviar como homem, eu te levo a uma prostituta, dessa forma você não corre o risco de que qualquer putinha te cace, o ruim é você pegar alguma doença... Melhor, no dia que tiver instintos de homem, me fala, sou sua mãe e nunca vou querer nada de mal para você."
Essas palavras me deixaram gelado, não sabia o que responder, a única coisa que fui capaz de fazer foi assentir com a cabeça. Gozei na cueca ao ouvir isso, mas eu estava tão nervoso que não consegui dizer nada.
No dia seguinte minha mãe estava de novo igual a sempre, como se a conversa da noite anterior não tivesse acontecido.
Mas não conseguia tirar da cabeça a pergunta: será que minha mãe estava me pedindo para comer ela? Era impossível que fosse isso, mas... por que agora ela estava falando dessas coisas, sendo que sempre foi tão recatada e pudica?
Toda vez que saía de casa e dizia tchau pra minha mãe, a gente dava um beijinho nos lábios. Naquela tarde, resolvi dar um passo a mais pra ver o que acontecia.
Quando ia sair, minha mãe veio comigo até a porta e, enquanto dávamos o beijinho, enfiei a língua — não só passei nos lábios dela, como entrei um pouquinho na boca dela. Esperei uma reação de raiva, mas minha mãe sorriu e disse pra eu não demorar.
Não demorei nada, em 5 minutos já estava de volta. Minha mãe ficou surpresa de me ver tão rápido, e eu disse que não tinha nenhuma criança na rua. Depois disso, dei um abraço forte nela, cheio de alegria, e demos outro beijinho. Dessa vez, enfiei a língua de novo e senti, por um instante, nossas línguas se tocando.
Desde aquele dia, eu procurava qualquer chance pra dar um beijinho nela — pra roçar os lábios dela ou enfiar minha língua na boca dela por uns segundos... e, em algumas vezes, minha mãe roçava a língua dela na minha.
CONTINUA...
Gostaria que vocês deixassem nos comentários o que acharam e se devo continuar contando minha história. Um abraço e OBRIGADO.
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