Olá! Aqui vai o possível último conto que vou escrever. Vou contar: depois do que aconteceu com o cliente, tudo foi bem normal. Ele cumpriu a parte dele e nunca mais me chantageou de contar pra minha chefe, mas a gente se viu mais algumas vezes por minha iniciativa, hehe. Enfim, quem não me largava era o sobrinho da minha chefe. Toda vez que eu descuidava, ele se esfregava em mim e encostava o pacote dele na minha bunda. Tenho que confessar que cada vez que ele me apertava, eu molhava um pouco minha calcinha fio dental, mas eu tinha medo de rolar algo igual da última vez. Então tentava me segurar, mas ele não facilitava nada. Teve vezes que eu tava de saia e ele enfiava a mão por baixo. Eu só ria nervosa e pedia pra ele parar, porque podiam nos descobrir, ainda mais porque na maioria do tempo ele tava com uma ereção visível marcada na calça, o que, como vocês podem imaginar, deixava tudo mais difícil pra mim ao ver aquele pedaço enorme rondando a loja toda.
Aí um dia eu tava mais tarada que o normal, e ele tava usando um short tipo esportivo, mas daqueles soltinhos que não ficam feios (ele mudou um pouco o jeito de se vestir graças às minhas sugestões). Eu tava arrumando uma prateleira quando ele chegou por trás, me abraçou, colocou um braço na minha barriga e o outro pegando meus peitos, colando o pacote inteiro na minha bunda e esfregando. Tentei resistir um pouco, mas sentir aquela ereção no meio das minhas nádegas e a mão dele apertando meu peito por baixo da blusa com aquela força dominante foi impossível. Ele viu que eu só me deixei levar naquele momento e falou no meu ouvido: "Minha tia não vem hoje e cancelei os agendamentos até as 2 da tarde". Na hora, me soltei. Passei a mão pra trás e comecei a acariciar aquele pau enorme que eu tanto queria há dias. Ele tirou minha blusa e meu sutiã como deu e começou a brincar com meus peitos, o que me deixou ainda mais excitada. Virei, me ajoelhei e puxei um pau gotejando. Líquido e vi ele ainda maior do que da outra vez. Só consegui começar a chupar e tentar enfiar o máximo que dava na minha boca. Fiquei uns 10 minutos nisso até ele falar que queria dar o leite dele na minha boca de novo, mas dessa vez eu não ia ficar na vontade de sentir ele me abrir toda. Então rapidamente me levantei, levantei minha saia, virei de costas e guiei aquela carne até minha entrada, e comecei a recuar. Vocês não têm ideia da sensação de sentir ele me abrindo toda, pensando que ia me partir ao meio, e ainda mais sabendo que eu tava tirando a virgindade de um nerd que só tinha visto algo assim em filme pornô.
Ele entendeu na hora o que eu queria, e depois de uns segundos me acostumando com o membro grosso dele, me pegou pela cintura e me empurrou com força o que faltava pra entrar. Eu só consegui gritar uma mistura de prazer e dor, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele começou a me bombar como um animal selvagem, me deixando à mercê dele. Não sei quanto tempo passou, mas lembro que gritei como nunca e ele parecia endemoniado. Cada vez que eu virava pra olhar ele, a expressão era de alguém fora de si, e eu só conseguia pedir pra ele continuar metendo tudo até que não aguentei mais e explodi num orgasmo incrível, tão molhado que começou a escorrer líquido como se eu tivesse mijado. Ficamos parados uns segundos, mas ele nunca tirou o pau de dentro de mim. Foi uma delícia porque eu sentia ele apertando o pênis dele com as contrações do meu orgasmo, e isso me fazia aproveitar ainda mais. Quando voltei a mim, falei que queria o leite dele agora, pensando em tirar com um boquete que fizesse ele desmaiar, mas ele começou a me bombar de novo com estocadas duras e lentas. Tirava metade e depois enfiava tudo de uma vez. Ele me fez virar os olhos porque a sensibilidade que o orgasmo anterior deixou, combinada com o pau dele me perfurando daquele jeito, foi deliciosa. Ele viu minha expressão e começou a meter mais rápido a cada vez até a respiração dele... Ela foi ficando cada vez mais agitada, eu sentia que ia desmaiar ali, e quando ele disse que queria gozar, não passou nada pela minha cabeça além de falar pra ele gozar dentro, me encher de leite, e ele obedeceu. Comecei a sentir jorros de porra jorrando dentro de mim, sentia o pau venoso dele pulando lá dentro e isso me fez ter outro orgasmo, embora menos intenso, igualmente gostoso. Logo depois do meu orgasmo, lembrei que não usamos camisinha e senti um arrepio na espinha. Ele só se deixou cair em cima de mim, do jeito que eu estava apoiada numa mesa, e ficamos colados até eu sentir o pau mole dele saindo de mim. Devo confessar que nunca tinha sentido aquilo antes e amei. Na sequência, corri pro banheiro pra tirar toda a porra dele e me trocar pra não levantar suspeitas. Quando saí, ele já estava arrumado e sentado no balcão com um sorriso que nunca vou esquecer, igual um menino que acabou de ir na feira. Bom, essa foi a primeira vez que transei com ele, mas não a última. Se eu ver que vocês gostam dos meus relatos e apoiam, vou continuar postando minhas histórias. Deixo mais uma fotinha aqui.
Aí um dia eu tava mais tarada que o normal, e ele tava usando um short tipo esportivo, mas daqueles soltinhos que não ficam feios (ele mudou um pouco o jeito de se vestir graças às minhas sugestões). Eu tava arrumando uma prateleira quando ele chegou por trás, me abraçou, colocou um braço na minha barriga e o outro pegando meus peitos, colando o pacote inteiro na minha bunda e esfregando. Tentei resistir um pouco, mas sentir aquela ereção no meio das minhas nádegas e a mão dele apertando meu peito por baixo da blusa com aquela força dominante foi impossível. Ele viu que eu só me deixei levar naquele momento e falou no meu ouvido: "Minha tia não vem hoje e cancelei os agendamentos até as 2 da tarde". Na hora, me soltei. Passei a mão pra trás e comecei a acariciar aquele pau enorme que eu tanto queria há dias. Ele tirou minha blusa e meu sutiã como deu e começou a brincar com meus peitos, o que me deixou ainda mais excitada. Virei, me ajoelhei e puxei um pau gotejando. Líquido e vi ele ainda maior do que da outra vez. Só consegui começar a chupar e tentar enfiar o máximo que dava na minha boca. Fiquei uns 10 minutos nisso até ele falar que queria dar o leite dele na minha boca de novo, mas dessa vez eu não ia ficar na vontade de sentir ele me abrir toda. Então rapidamente me levantei, levantei minha saia, virei de costas e guiei aquela carne até minha entrada, e comecei a recuar. Vocês não têm ideia da sensação de sentir ele me abrindo toda, pensando que ia me partir ao meio, e ainda mais sabendo que eu tava tirando a virgindade de um nerd que só tinha visto algo assim em filme pornô.
Ele entendeu na hora o que eu queria, e depois de uns segundos me acostumando com o membro grosso dele, me pegou pela cintura e me empurrou com força o que faltava pra entrar. Eu só consegui gritar uma mistura de prazer e dor, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele começou a me bombar como um animal selvagem, me deixando à mercê dele. Não sei quanto tempo passou, mas lembro que gritei como nunca e ele parecia endemoniado. Cada vez que eu virava pra olhar ele, a expressão era de alguém fora de si, e eu só conseguia pedir pra ele continuar metendo tudo até que não aguentei mais e explodi num orgasmo incrível, tão molhado que começou a escorrer líquido como se eu tivesse mijado. Ficamos parados uns segundos, mas ele nunca tirou o pau de dentro de mim. Foi uma delícia porque eu sentia ele apertando o pênis dele com as contrações do meu orgasmo, e isso me fazia aproveitar ainda mais. Quando voltei a mim, falei que queria o leite dele agora, pensando em tirar com um boquete que fizesse ele desmaiar, mas ele começou a me bombar de novo com estocadas duras e lentas. Tirava metade e depois enfiava tudo de uma vez. Ele me fez virar os olhos porque a sensibilidade que o orgasmo anterior deixou, combinada com o pau dele me perfurando daquele jeito, foi deliciosa. Ele viu minha expressão e começou a meter mais rápido a cada vez até a respiração dele... Ela foi ficando cada vez mais agitada, eu sentia que ia desmaiar ali, e quando ele disse que queria gozar, não passou nada pela minha cabeça além de falar pra ele gozar dentro, me encher de leite, e ele obedeceu. Comecei a sentir jorros de porra jorrando dentro de mim, sentia o pau venoso dele pulando lá dentro e isso me fez ter outro orgasmo, embora menos intenso, igualmente gostoso. Logo depois do meu orgasmo, lembrei que não usamos camisinha e senti um arrepio na espinha. Ele só se deixou cair em cima de mim, do jeito que eu estava apoiada numa mesa, e ficamos colados até eu sentir o pau mole dele saindo de mim. Devo confessar que nunca tinha sentido aquilo antes e amei. Na sequência, corri pro banheiro pra tirar toda a porra dele e me trocar pra não levantar suspeitas. Quando saí, ele já estava arrumado e sentado no balcão com um sorriso que nunca vou esquecer, igual um menino que acabou de ir na feira. Bom, essa foi a primeira vez que transei com ele, mas não a última. Se eu ver que vocês gostam dos meus relatos e apoiam, vou continuar postando minhas histórias. Deixo mais uma fotinha aqui.
3 comentários - El sobrino de mi jefa final