PARTE 1http://www.poringa.net/posts/relatos/5357165/Con-mi-Ma-de-fantasia-a-realidad.htmlAcordei no meio da noite e um monte de pensamentos passavam pela minha cabeça sobre o que tinha acabado de acontecer, não acreditava, parecia que tinha sido um sonho. Sentei na beira da cama e confirmei que não era, minha mãe estava nua dormindo do meu lado. Ver aquele corpo maduro tão gostoso, aquela bunda grande do meu lado, já estava me deixando duro de novo, mas ao pensar em tudo que tinha rolado e no que estava por vir, minha calminha passou. Ainda não conseguia acreditar, pensava em tanta coisa, pensava se minha mãe queria que aquilo acontecesse, pensava se o álcool tinha influenciado, sim, mas também pensava que ela podia ter evitado e não fez nada. Pensava se seria a última vez que faríamos, pensava se ia rolar de novo, pensava se minha mãe ia me odiar por isso ou se a gente ia se amar mais... tantos pensamentos que mal consegui dormir aquela noite.
De manhã, eu já estava acordado, mas não queria levantar ainda, queria que ela acordasse pra ver a reação dela. Senti que ela estava acordando, senti quando se mexeu, olhou o celular e desligou. Eu tava fingindo que ainda dormia. Ela ficou em silêncio um momento e aí ouvi soluços. Virei pro lado dela e abracei, acariciando a barriga e as pernas dela devagar. Ela acariciava minha mão sem falar nada, e a gente ficou abraçado um tempão, ninguém se atrevia a dizer nada, só se abraçando, sentindo o calor dos nossos corpos. Até que ela simplesmente se levantou.
— Vou tomar um banho, você também. Se arruma, vamos comer alguma coisa e comprar uns remédios, essa dor de cabeça tá me matando.
Ela me deixou em choque, simplesmente levantou e entrou no banheiro, não falou nada. Eu não sabia o que pensar. Ela tava puta? Feliz? Não lembrava do que aconteceu? Ou não tava nem aí? O que eu faço? Falo alguma coisa? Não falo nada? Deixo como se nunca tivesse rolado? Tava muito mais confuso. Deixei rolar o que tinha que rolar, me arrumei e saímos pro restaurante como se nada tivesse acontecido.
Ela comeu pouco, tava com náusea e dor de cabeça. Fui comprar remédio pra ressaca e ela tomou. Durante todo aquele tempo ela não disse uma palavra sobre o que aconteceu, e eu também não tive coragem de mencionar nada. Ela foi descansar numa espreguiçadeira perto da piscina, e eu fui caminhar um pouco para clarear a mente. Depois de algumas horas, ela me mandou uma mensagem dizendo que me encontraria na praia, que já estava se sentindo um pouco melhor, e eu fui com ela. Quando cheguei, ela estava sentada na areia, me esperando. Eu sabia que era a hora de esclarecer as coisas. Fiquei nervoso pra caralho, nunca tinha ficado tão nervoso na minha vida. Cheguei, sentei do lado dela, e ficamos alguns minutos em silêncio.
— Já tá bem, mãe? Tá se sentindo melhor?
— Já me sinto melhor, Daniel, obrigada. Fazia tempo que não tinha uma ressaca dessas, tinha esquecido como é horrível.
Ficamos em silêncio. Dava pra perceber que ela também tava nervosa, ninguém se atrevia a falar nada. Tinha uma tensão enorme entre nós dois.
— A gente precisa esclarecer o que aconteceu, Daniel.
Naquele momento, um arrepio percorreu minhas costas. Senti como se ela fosse me dar uma bronca. Queria que a terra me engolisse, não queria encarar aquilo. O medo tomou conta de mim. Não consegui dizer nada além de:
— Me perdoa, mãe, por favor. Me desculpa tanto. Te entendo se me odiar. Me perdoa, por favor.
Ela me abraçou e me consolou.
— Não foi só sua culpa. Me perdoa você também. Eu deixei aquilo acontecer. Não devia... Não entendo como pôde acontecer... Quer dizer, sim, eu sei... O que quero dizer é que também é minha culpa... Eu não devia...
Nós nos abraçamos, nos consolando um ao outro.
— Cê me odeia, mãe?
— Jamais vou te odiar. Não conseguiria. Te amo.
— Me perdoa, mãe.
— Já te falei, não foi só sua culpa... A gente não vai conseguir mudar, e nem vai conseguir esquecer o que aconteceu. Vai ser algo só entre nós dois e, por favor, que fique assim. Vamos jurar uma coisa: não vamos falar mais sobre isso. Como dizem, o que passou, passou.
— O que você quiser, mãe. Eu juro que vai ser algo só entre nós dois e não vamos falar sobre isso.
— Te quero, Daniel. Sempre vou te amar.
— Te amo, mãe. Mais do que nunca.
Nos abraçamos com carinho. Ficamos abraçados vendo o pôr do sol. Caminhamos de mãos dadas na praia, os dois mais tranquilos, a tensão tinha ido embora, e agora era só uma lembrança linda...
No fim da tarde fomos jantar, comemos sossegados, já mais aliviados, batemos um papo. Quando terminamos de jantar, falei:
- Quer ir dançar agora?
Ela me olhou, me deu um sorriso suave, e a gente riu junto, feito dois jovens que fizeram algo escondido, algo que ninguém mais pode saber. Aquilo me acendeu, ver aquele olhar safado e sensual, e vieram na minha mente todas as imagens do que tinha rolado naquela noite.
- Dançar sério? Haha, não, valeu. Além disso, tô cansada, e meus pés tão doendo.
- É brincadeira, mãe, haha. Te entendo, vamos descansar, faço uma massagem nos seus pés.
- Gostei dessa ideia.
Caminhamos até o quarto, deitamos no sofá. Ela pegou um creme corporal e colocou a música favorita dela, umas românticas dos anos 80. Me entregou o pote de creme:
- Você me prometeu uma massagem.
Sentamos um de frente pro outro, ela subiu os pés lindos dela nas minhas pernas e eu massageei devagar. Enchi de creme e passei as mãos no pé inteiro, nas solas, meus dedos entre os dedos dela. Ela parecia relaxada, a respiração um pouco mais acelerada, e falou algo que me surpreendeu completamente:
- Posso te perguntar uma coisa, Daniel? Se não quiser, não precisa responder.
- Pergunta qualquer coisa, mãe, sem problema.
Ela ficou muito nervosa, corada, e dava risada.
- Onde você aprendeu a fazer tudo aquilo?
Fiquei nervoso pra caralho, com certeza fiquei vermelho e acho que até suei, e ela deve ter percebido. Eu sabia o que ela queria dizer com "aquilo", obviamente tudo que a gente fez de noite, mas me surpreendeu ela fazer essa pergunta, já que ela tinha dito que não íamos falar sobre o assunto.
- Aquilo o quê, mãe? A que... a que você se refere... A massagem?
- Não, não a massagem... outra coisa... sabe o que é, desculpa, não precisa responder...
Ficamos em silêncio por um momento. Continuei a massagem, de cabeça baixa, e falei:
- Tenho meus truques, aquilo foi... só uma provadinha-
Sorri muito nervoso, não acreditava no que tinha dito, mas me surpreendi ainda mais quando ela sorriu pra mim e de novo me matou com aquele olhar tão sexy, aquele sorriso que fazia meus pensamentos mais sujos virem à tona.
- Pois é, acredito em você, com certeza aprendeu com todas as suas namoradas -
Naquele momento algo mudou entre nós dois, de repente senti que algo acendeu na conversa, parecia que o clima tava esquentando, dava pra sentir uma tensão sexy no ar.
- Algumas coisas sim, outras aprendi por conta própria, ainda tem muita coisa que quero fazer -
Fiquei muito vermelho, não acreditava no que tava falando pra mamãe, ali percebi que a conversa tava tomando outro rumo.
- Pois espero que você realize um dia, é jovem, ainda tem muito tempo pra experimentar, mas com cuidado, hein -
- Claro que sim, mamãe, sempre me cuidei. Você também é jovem ainda, posso te ensinar umas coisas -
Olhei pra ela, senti meu rosto quente, tava completamente envergonhado pelo que tinha acabado de dizer, não sabia como ela ia reagir, pensei que fosse ficar brava, mas aquela conversa tava me excitando e não sei se era imaginação minha, mas acho que ela também.
- Ah é? Que cavalheiro em me ensinar, que bom professor eu teria hahaha -
Ficamos em silêncio por um momento, sorrindo um pro outro como dois bobos apaixonados, sem perceber minhas mãos já tinham subido pros joelhos dela, acariciando, a massagem foi subindo devagar, e o que ela disse depois detonou minha excitação, soltou meus pensamentos mais safados.
- Vou te contar uma coisa, mas isso fica entre a gente, ok? É segredo -
- Fala, mamãe, agora tamo na confiança -
- Nunca tinha provado sêmen, nem do seu pai -
Quando ela disse isso, veio na minha mente a imagem dela chupando minha rola e quando eu enchia a cara dela de porra, a boca dela sugando minha pica, isso me excitou totalmente, e minha ereção com certeza tava aparecendo no meu short e já não tava nem aí.
- Gostou? - perguntei -
- Hummm, não foi desagradável - ela baixou o olhar sorrindo de novo Esse sorriso tão sexy
Naquele instante me perdi, queria fazer ela minha de novo, não pensava naquele momento, teria que fazer qualquer coisa pra ter ela.
— Vem, mãe, vou te ensinar um truque, senta — peguei ela pelas mãos e sentamos frente a frente.
— Sabe, posso te beijar sem tocar nossos lábios, aposto o que você quiser.
— Me beijar sem tocar os lábios? Kkkk como assim? Não é possível.
— Sério, aposto qualquer coisa, você vai sentir um beijo mas não vou te beijar.
— Mostra aí, me intriga isso, o que eu faço? Como é esse truque? Kkkk.
— Você fica aí, sentada, vou me aproximar um pouco de você.
— Fecho meus olhos? Melhor não, não quero ver isso, como você vai fazer?
— Como quiser, só relaxa, fica quietinha.
Me aproximei dela devagar e plantei um beijo suave na boca dela, só roçando meus lábios nos dela, tava perdido na minha tesão naquele momento, queria devorar ela de beijos, mas me segurei, queria ver como ela reagiria.
— Me beijou, não funcionou seu truque, não era pra gente não tocar os lábios? — ela disse.
— Sim, querida, quase sempre funciona, acho que não fiz direito, deixa eu tentar de novo — respondi.
Ela não disse nada, mas vi que ficou parada esperando eu fazer de novo, naquele momento soube que era o convite dela pra continuar. Aí joguei todas as cartas, era agora ou nunca. Me aproximei de novo e agora beijei ela um pouco mais, devagar, vi como ela fechou os olhos, tava cedendo ao prazer. Abri minha boca, acariciando os lábios dela com minha língua bem suave, e senti como ela foi abrindo a boca devagar, colocando a língua pra fora também, tímida. Nossas línguas se roçaram e foi como um clique que ativou nossos desejos safados. Antes de continuar, senti que precisava confirmar se ela também queria, e usei o truque dos filmes, de não me mexer, me afastei um pouco dela esperando que ela se aproximasse por conta própria… Ela fez isso, procurou minha boca, a respiração dela aumentava, sentia o hálito dela contra o meu, íamos nos perder no prazer de novo e os dois sabiam disso. Não tinha mais volta. Minha excitação soltou meu demônio interior, já não pensava direito, só queria fazer aquela mulher minha, e sabia que ela também queria. Agarrei ela pela cintura, nossos beijos ficaram mais apaixonados, acariciava suas costas, descia até as nádegas, ela me abraçou, colocou as mãos no meu pescoço, me mordia os lábios, tava perdida no prazer, nós dois estávamos. Meti minhas mãos por baixo da blusa dela, acariciava cada centímetro da pele dela, a respiração dela ficou mais forte, o hálito dela me inundava, quase lambia minha cara toda, eu também sentia a saliva dela na minha boca inteira. Comecei a acariciar os peitos dela, isso a esquentou ainda mais, ela tirou minha camisa, eu tirei a blusa dela, desci com a boca pelo pescoço dela, ela mexia o cabelo, me convidando pra devorar ela, descia pelo pescoço até chegar nos peitos dela, mordia por cima do sutiã, ela levou as mãos às costas pra me ajudar com aquele quebra-cabeça que é tirar o sutiã, deixou cair, soltou os peitos no ar e eu me meti no meio daqueles peitos com uma fome brutal, como se nunca tivesse comido. Chupava, lambia, sugava, mordia os bicos dos peitos dela, ela só se arqueava, quase se deitava no sofá, agarrava minha cabeça, me pressionava forte contra os peitos dela, às vezes fazia força pra pegar ar e continuar a comilança de peitos. Aí ela me surpreendeu. Me empurrou, eu me deitei no sofá e ela puxou meu shorts pra baixo, tava perdida na excitação, nunca tinha visto aquele olhar cheio de tesão nela, isso me esquentou mais ainda. Começou a acariciar meu pau por cima da cueca, que já tinha uma mancha grande dos meus líquidos, começou a chupar por cima da cueca, envolvia a cabeça do pau com a cueca e beijava, eu tava explodindo. Tirei minha cueca de um puxão, ela viu meu pau solto, engoliu ele inteiro de uma vez, senti a garganta dela apertada, tirou rápido e deu uns engasgos, mas meteu de novo rapidinho, começou o movimento de cabeça, a língua dela quase sentia que enrolava no meu pau inteiro, via como as bochechas dela sugavam meu pau, agarrei a cabeça dela com as duas mãos e metia cada vez mais fundo. Pau na garganta dela, a putinha, pegava ar e continuava o boquete, literalmente tava comendo a boca dela, não aguentava mais, tava quase gozando, segurei a cabeça dela com força e joguei os jatos dentro da boca dela, ela me empurrava, quase se engasgava, soltei ela e a porra escorria pelos lábios dela, ela lambia e engolia, tinha um olhar de puta que me deixou com muito tesão e eu beijei ela, sentia tantos sabores na boca dela, a gente tava entregue ao prazer. Ela levantou, tirou a roupa ficando completamente nua na minha frente e ela mesma se colocou de quatro, sabia que tava me convidando pra comer ela, levantou a bunda deliciosa dela, abriu, a buceta dela escorria uma mistura de líquidos transparentes e esbranquiçados, rapidamente chupei eles, ao sentir a primeira lambida ela deu um pulo como se sentisse eletricidade por todo o corpo, os líquidos dela eram cada vez mais gostosos, eu chupava, sugava, queria engolir tudo, depois ela abriu mais as nádegas, percebi que queria, chupei o cu dela e ela deu um gemido muito forte, tinha adorado que eu chupasse o cu dela e eu tava ali pra satisfazer ela, cuspi no cu dela, passei minha língua pra espalhar a saliva e comecei a chupar, ela gemia que nem puta, adorava aquilo e eu muito mais, enfiava cada vez mais a língua, ela apertava com o cu super fechado, cada lambida tentava meter minha língua um pouco mais, sentia o interior dela agora ela quase gritava, se segurava forte no sofá, soube que tava prestes a ter um orgasmo, meti mais a língua, passei minha mão por baixo dela e acariciei o clitóris dela, isso detonou ela, começou a ter o orgasmo, tremia, gemia forte, o cu dela se contraía delicioso, sentia o interior quente, pressionava a bunda contra minha cara, se agarrava no sofá, num instante teve vários orgasmos, as pernas dela tremiam, caiu cansada no sofá quase desmaiada.
Me olhou e com uma voz muito exausta me disse
– Love, amo tudo que você me faz sentir, nunca tinha sentido isso na minha vida, não consigo pensar direito agora, me fode bebê por favor, me faz Sentir mulher, quero ser sua mulher—
Virei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela, coloquei três dedos na boca dela pra ela chupar, mandei ela cuspir na minha mão, ela fez isso, passei a minha pica na saliva dela e coloquei na entrada da buceta dela, ela abria mais as pernas lindas dela, roçava a ponta no clitóris dela, ela fechava os olhos, mordia os lábios, mexia a cintura, sabia que ela queria que eu metesse, e eu meti, enfiei a pica de uma vez, ela deu um grito, e comecei com as estocadas, cada vez mais forte, peguei os pés dela, coloquei no meu rosto enquanto continuava metendo, chupava os dedos dela, enfiava minha língua entre eles, ela adorava, sentia como ela apertava minha pica cada vez mais, ela tava quase gozando de novo, sentia as contrações dela, o interior dela tava quente demais, os líquidos dela escorriam tanto que faziam barulho pelo quarto inteiro, um chapinhar forte, e ela teve outro orgasmo, me abraçou com as pernas na minha cintura e me puxava pra ela, agora ela gritava de prazer, não entendo como ninguém reclamou do escândalo no hotel, os olhos dela viraram, ela suava, levantava a bunda, sentia o interior dela vibrando na minha pica e isso me detonou, eu tava quase gozando, comecei a meter mais forte, levantei as pernas dela, coloquei nos meus ombros, segurei a cintura dela pra meter mais fundo e meus jorros saíram dentro dela, acariciei o clitóris dela e senti ela apertar mais por dentro, ela tava gozando de novo, nos beijamos com paixão, minha saliva escorria pra boca dela, e devagar nossos movimentos foram diminuindo, ela se acalmou no sofá, tirei minha pica e o sêmen começou a escorrer de dentro dela, era um espetáculo, ela se ajeitou no sofá, eu do lado dela e nos deitamos abraçados, fundidos num beijo longo e apaixonado, um beijo de amantes, nos olhávamos de frente, acariciava o cabelo dela, o rosto dela, o corpo dela, as pernas dela, meus dedos percorriam devagar o corpo dela, ela me dava beijinhos nos lábios, sorria pra mim, acariciava meu peito, a respiração dela agora tava mais calma, de De vez em quando, ela dava uns suspiros leves, e a gente continuava com os beijinhos.
Aí ela se levantou, pegou na minha mão e me levou pro quarto. Nós dois pelados, fomos pra cama e ficamos abraçados, trocando beijos carinhosos.
Olhei pra ela e falei:
— Você não faz ideia de quantas vezes eu desejei esse momento. Você é meu sonho realizado, me deixa louco. Imaginei esse momento um monte de vezes.
Ela sorriu, me deu um beijo suave.
— Adoro como você me faz sentir uma mulher de verdade. Tudo o que você faz comigo... nunca pensei que pudesse sentir tudo isso...
A gente se beijou e, devagar, fomos dormindo, agora sim como um casal de amantes.
Parte 3?
De manhã, eu já estava acordado, mas não queria levantar ainda, queria que ela acordasse pra ver a reação dela. Senti que ela estava acordando, senti quando se mexeu, olhou o celular e desligou. Eu tava fingindo que ainda dormia. Ela ficou em silêncio um momento e aí ouvi soluços. Virei pro lado dela e abracei, acariciando a barriga e as pernas dela devagar. Ela acariciava minha mão sem falar nada, e a gente ficou abraçado um tempão, ninguém se atrevia a dizer nada, só se abraçando, sentindo o calor dos nossos corpos. Até que ela simplesmente se levantou.
— Vou tomar um banho, você também. Se arruma, vamos comer alguma coisa e comprar uns remédios, essa dor de cabeça tá me matando.
Ela me deixou em choque, simplesmente levantou e entrou no banheiro, não falou nada. Eu não sabia o que pensar. Ela tava puta? Feliz? Não lembrava do que aconteceu? Ou não tava nem aí? O que eu faço? Falo alguma coisa? Não falo nada? Deixo como se nunca tivesse rolado? Tava muito mais confuso. Deixei rolar o que tinha que rolar, me arrumei e saímos pro restaurante como se nada tivesse acontecido.
Ela comeu pouco, tava com náusea e dor de cabeça. Fui comprar remédio pra ressaca e ela tomou. Durante todo aquele tempo ela não disse uma palavra sobre o que aconteceu, e eu também não tive coragem de mencionar nada. Ela foi descansar numa espreguiçadeira perto da piscina, e eu fui caminhar um pouco para clarear a mente. Depois de algumas horas, ela me mandou uma mensagem dizendo que me encontraria na praia, que já estava se sentindo um pouco melhor, e eu fui com ela. Quando cheguei, ela estava sentada na areia, me esperando. Eu sabia que era a hora de esclarecer as coisas. Fiquei nervoso pra caralho, nunca tinha ficado tão nervoso na minha vida. Cheguei, sentei do lado dela, e ficamos alguns minutos em silêncio.
— Já tá bem, mãe? Tá se sentindo melhor?
— Já me sinto melhor, Daniel, obrigada. Fazia tempo que não tinha uma ressaca dessas, tinha esquecido como é horrível.
Ficamos em silêncio. Dava pra perceber que ela também tava nervosa, ninguém se atrevia a falar nada. Tinha uma tensão enorme entre nós dois.
— A gente precisa esclarecer o que aconteceu, Daniel.
Naquele momento, um arrepio percorreu minhas costas. Senti como se ela fosse me dar uma bronca. Queria que a terra me engolisse, não queria encarar aquilo. O medo tomou conta de mim. Não consegui dizer nada além de:
— Me perdoa, mãe, por favor. Me desculpa tanto. Te entendo se me odiar. Me perdoa, por favor.
Ela me abraçou e me consolou.
— Não foi só sua culpa. Me perdoa você também. Eu deixei aquilo acontecer. Não devia... Não entendo como pôde acontecer... Quer dizer, sim, eu sei... O que quero dizer é que também é minha culpa... Eu não devia...
Nós nos abraçamos, nos consolando um ao outro.
— Cê me odeia, mãe?
— Jamais vou te odiar. Não conseguiria. Te amo.
— Me perdoa, mãe.
— Já te falei, não foi só sua culpa... A gente não vai conseguir mudar, e nem vai conseguir esquecer o que aconteceu. Vai ser algo só entre nós dois e, por favor, que fique assim. Vamos jurar uma coisa: não vamos falar mais sobre isso. Como dizem, o que passou, passou.
— O que você quiser, mãe. Eu juro que vai ser algo só entre nós dois e não vamos falar sobre isso.
— Te quero, Daniel. Sempre vou te amar.
— Te amo, mãe. Mais do que nunca.
Nos abraçamos com carinho. Ficamos abraçados vendo o pôr do sol. Caminhamos de mãos dadas na praia, os dois mais tranquilos, a tensão tinha ido embora, e agora era só uma lembrança linda...
No fim da tarde fomos jantar, comemos sossegados, já mais aliviados, batemos um papo. Quando terminamos de jantar, falei:
- Quer ir dançar agora?
Ela me olhou, me deu um sorriso suave, e a gente riu junto, feito dois jovens que fizeram algo escondido, algo que ninguém mais pode saber. Aquilo me acendeu, ver aquele olhar safado e sensual, e vieram na minha mente todas as imagens do que tinha rolado naquela noite.
- Dançar sério? Haha, não, valeu. Além disso, tô cansada, e meus pés tão doendo.
- É brincadeira, mãe, haha. Te entendo, vamos descansar, faço uma massagem nos seus pés.
- Gostei dessa ideia.
Caminhamos até o quarto, deitamos no sofá. Ela pegou um creme corporal e colocou a música favorita dela, umas românticas dos anos 80. Me entregou o pote de creme:
- Você me prometeu uma massagem.
Sentamos um de frente pro outro, ela subiu os pés lindos dela nas minhas pernas e eu massageei devagar. Enchi de creme e passei as mãos no pé inteiro, nas solas, meus dedos entre os dedos dela. Ela parecia relaxada, a respiração um pouco mais acelerada, e falou algo que me surpreendeu completamente:
- Posso te perguntar uma coisa, Daniel? Se não quiser, não precisa responder.
- Pergunta qualquer coisa, mãe, sem problema.
Ela ficou muito nervosa, corada, e dava risada.
- Onde você aprendeu a fazer tudo aquilo?
Fiquei nervoso pra caralho, com certeza fiquei vermelho e acho que até suei, e ela deve ter percebido. Eu sabia o que ela queria dizer com "aquilo", obviamente tudo que a gente fez de noite, mas me surpreendeu ela fazer essa pergunta, já que ela tinha dito que não íamos falar sobre o assunto.
- Aquilo o quê, mãe? A que... a que você se refere... A massagem?
- Não, não a massagem... outra coisa... sabe o que é, desculpa, não precisa responder...
Ficamos em silêncio por um momento. Continuei a massagem, de cabeça baixa, e falei:
- Tenho meus truques, aquilo foi... só uma provadinha-
Sorri muito nervoso, não acreditava no que tinha dito, mas me surpreendi ainda mais quando ela sorriu pra mim e de novo me matou com aquele olhar tão sexy, aquele sorriso que fazia meus pensamentos mais sujos virem à tona.
- Pois é, acredito em você, com certeza aprendeu com todas as suas namoradas -
Naquele momento algo mudou entre nós dois, de repente senti que algo acendeu na conversa, parecia que o clima tava esquentando, dava pra sentir uma tensão sexy no ar.
- Algumas coisas sim, outras aprendi por conta própria, ainda tem muita coisa que quero fazer -
Fiquei muito vermelho, não acreditava no que tava falando pra mamãe, ali percebi que a conversa tava tomando outro rumo.
- Pois espero que você realize um dia, é jovem, ainda tem muito tempo pra experimentar, mas com cuidado, hein -
- Claro que sim, mamãe, sempre me cuidei. Você também é jovem ainda, posso te ensinar umas coisas -
Olhei pra ela, senti meu rosto quente, tava completamente envergonhado pelo que tinha acabado de dizer, não sabia como ela ia reagir, pensei que fosse ficar brava, mas aquela conversa tava me excitando e não sei se era imaginação minha, mas acho que ela também.
- Ah é? Que cavalheiro em me ensinar, que bom professor eu teria hahaha -
Ficamos em silêncio por um momento, sorrindo um pro outro como dois bobos apaixonados, sem perceber minhas mãos já tinham subido pros joelhos dela, acariciando, a massagem foi subindo devagar, e o que ela disse depois detonou minha excitação, soltou meus pensamentos mais safados.
- Vou te contar uma coisa, mas isso fica entre a gente, ok? É segredo -
- Fala, mamãe, agora tamo na confiança -
- Nunca tinha provado sêmen, nem do seu pai -
Quando ela disse isso, veio na minha mente a imagem dela chupando minha rola e quando eu enchia a cara dela de porra, a boca dela sugando minha pica, isso me excitou totalmente, e minha ereção com certeza tava aparecendo no meu short e já não tava nem aí.
- Gostou? - perguntei -
- Hummm, não foi desagradável - ela baixou o olhar sorrindo de novo Esse sorriso tão sexy
Naquele instante me perdi, queria fazer ela minha de novo, não pensava naquele momento, teria que fazer qualquer coisa pra ter ela.
— Vem, mãe, vou te ensinar um truque, senta — peguei ela pelas mãos e sentamos frente a frente.
— Sabe, posso te beijar sem tocar nossos lábios, aposto o que você quiser.
— Me beijar sem tocar os lábios? Kkkk como assim? Não é possível.
— Sério, aposto qualquer coisa, você vai sentir um beijo mas não vou te beijar.
— Mostra aí, me intriga isso, o que eu faço? Como é esse truque? Kkkk.
— Você fica aí, sentada, vou me aproximar um pouco de você.
— Fecho meus olhos? Melhor não, não quero ver isso, como você vai fazer?
— Como quiser, só relaxa, fica quietinha.
Me aproximei dela devagar e plantei um beijo suave na boca dela, só roçando meus lábios nos dela, tava perdido na minha tesão naquele momento, queria devorar ela de beijos, mas me segurei, queria ver como ela reagiria.
— Me beijou, não funcionou seu truque, não era pra gente não tocar os lábios? — ela disse.
— Sim, querida, quase sempre funciona, acho que não fiz direito, deixa eu tentar de novo — respondi.
Ela não disse nada, mas vi que ficou parada esperando eu fazer de novo, naquele momento soube que era o convite dela pra continuar. Aí joguei todas as cartas, era agora ou nunca. Me aproximei de novo e agora beijei ela um pouco mais, devagar, vi como ela fechou os olhos, tava cedendo ao prazer. Abri minha boca, acariciando os lábios dela com minha língua bem suave, e senti como ela foi abrindo a boca devagar, colocando a língua pra fora também, tímida. Nossas línguas se roçaram e foi como um clique que ativou nossos desejos safados. Antes de continuar, senti que precisava confirmar se ela também queria, e usei o truque dos filmes, de não me mexer, me afastei um pouco dela esperando que ela se aproximasse por conta própria… Ela fez isso, procurou minha boca, a respiração dela aumentava, sentia o hálito dela contra o meu, íamos nos perder no prazer de novo e os dois sabiam disso. Não tinha mais volta. Minha excitação soltou meu demônio interior, já não pensava direito, só queria fazer aquela mulher minha, e sabia que ela também queria. Agarrei ela pela cintura, nossos beijos ficaram mais apaixonados, acariciava suas costas, descia até as nádegas, ela me abraçou, colocou as mãos no meu pescoço, me mordia os lábios, tava perdida no prazer, nós dois estávamos. Meti minhas mãos por baixo da blusa dela, acariciava cada centímetro da pele dela, a respiração dela ficou mais forte, o hálito dela me inundava, quase lambia minha cara toda, eu também sentia a saliva dela na minha boca inteira. Comecei a acariciar os peitos dela, isso a esquentou ainda mais, ela tirou minha camisa, eu tirei a blusa dela, desci com a boca pelo pescoço dela, ela mexia o cabelo, me convidando pra devorar ela, descia pelo pescoço até chegar nos peitos dela, mordia por cima do sutiã, ela levou as mãos às costas pra me ajudar com aquele quebra-cabeça que é tirar o sutiã, deixou cair, soltou os peitos no ar e eu me meti no meio daqueles peitos com uma fome brutal, como se nunca tivesse comido. Chupava, lambia, sugava, mordia os bicos dos peitos dela, ela só se arqueava, quase se deitava no sofá, agarrava minha cabeça, me pressionava forte contra os peitos dela, às vezes fazia força pra pegar ar e continuar a comilança de peitos. Aí ela me surpreendeu. Me empurrou, eu me deitei no sofá e ela puxou meu shorts pra baixo, tava perdida na excitação, nunca tinha visto aquele olhar cheio de tesão nela, isso me esquentou mais ainda. Começou a acariciar meu pau por cima da cueca, que já tinha uma mancha grande dos meus líquidos, começou a chupar por cima da cueca, envolvia a cabeça do pau com a cueca e beijava, eu tava explodindo. Tirei minha cueca de um puxão, ela viu meu pau solto, engoliu ele inteiro de uma vez, senti a garganta dela apertada, tirou rápido e deu uns engasgos, mas meteu de novo rapidinho, começou o movimento de cabeça, a língua dela quase sentia que enrolava no meu pau inteiro, via como as bochechas dela sugavam meu pau, agarrei a cabeça dela com as duas mãos e metia cada vez mais fundo. Pau na garganta dela, a putinha, pegava ar e continuava o boquete, literalmente tava comendo a boca dela, não aguentava mais, tava quase gozando, segurei a cabeça dela com força e joguei os jatos dentro da boca dela, ela me empurrava, quase se engasgava, soltei ela e a porra escorria pelos lábios dela, ela lambia e engolia, tinha um olhar de puta que me deixou com muito tesão e eu beijei ela, sentia tantos sabores na boca dela, a gente tava entregue ao prazer. Ela levantou, tirou a roupa ficando completamente nua na minha frente e ela mesma se colocou de quatro, sabia que tava me convidando pra comer ela, levantou a bunda deliciosa dela, abriu, a buceta dela escorria uma mistura de líquidos transparentes e esbranquiçados, rapidamente chupei eles, ao sentir a primeira lambida ela deu um pulo como se sentisse eletricidade por todo o corpo, os líquidos dela eram cada vez mais gostosos, eu chupava, sugava, queria engolir tudo, depois ela abriu mais as nádegas, percebi que queria, chupei o cu dela e ela deu um gemido muito forte, tinha adorado que eu chupasse o cu dela e eu tava ali pra satisfazer ela, cuspi no cu dela, passei minha língua pra espalhar a saliva e comecei a chupar, ela gemia que nem puta, adorava aquilo e eu muito mais, enfiava cada vez mais a língua, ela apertava com o cu super fechado, cada lambida tentava meter minha língua um pouco mais, sentia o interior dela agora ela quase gritava, se segurava forte no sofá, soube que tava prestes a ter um orgasmo, meti mais a língua, passei minha mão por baixo dela e acariciei o clitóris dela, isso detonou ela, começou a ter o orgasmo, tremia, gemia forte, o cu dela se contraía delicioso, sentia o interior quente, pressionava a bunda contra minha cara, se agarrava no sofá, num instante teve vários orgasmos, as pernas dela tremiam, caiu cansada no sofá quase desmaiada.
Me olhou e com uma voz muito exausta me disse
– Love, amo tudo que você me faz sentir, nunca tinha sentido isso na minha vida, não consigo pensar direito agora, me fode bebê por favor, me faz Sentir mulher, quero ser sua mulher—
Virei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela, coloquei três dedos na boca dela pra ela chupar, mandei ela cuspir na minha mão, ela fez isso, passei a minha pica na saliva dela e coloquei na entrada da buceta dela, ela abria mais as pernas lindas dela, roçava a ponta no clitóris dela, ela fechava os olhos, mordia os lábios, mexia a cintura, sabia que ela queria que eu metesse, e eu meti, enfiei a pica de uma vez, ela deu um grito, e comecei com as estocadas, cada vez mais forte, peguei os pés dela, coloquei no meu rosto enquanto continuava metendo, chupava os dedos dela, enfiava minha língua entre eles, ela adorava, sentia como ela apertava minha pica cada vez mais, ela tava quase gozando de novo, sentia as contrações dela, o interior dela tava quente demais, os líquidos dela escorriam tanto que faziam barulho pelo quarto inteiro, um chapinhar forte, e ela teve outro orgasmo, me abraçou com as pernas na minha cintura e me puxava pra ela, agora ela gritava de prazer, não entendo como ninguém reclamou do escândalo no hotel, os olhos dela viraram, ela suava, levantava a bunda, sentia o interior dela vibrando na minha pica e isso me detonou, eu tava quase gozando, comecei a meter mais forte, levantei as pernas dela, coloquei nos meus ombros, segurei a cintura dela pra meter mais fundo e meus jorros saíram dentro dela, acariciei o clitóris dela e senti ela apertar mais por dentro, ela tava gozando de novo, nos beijamos com paixão, minha saliva escorria pra boca dela, e devagar nossos movimentos foram diminuindo, ela se acalmou no sofá, tirei minha pica e o sêmen começou a escorrer de dentro dela, era um espetáculo, ela se ajeitou no sofá, eu do lado dela e nos deitamos abraçados, fundidos num beijo longo e apaixonado, um beijo de amantes, nos olhávamos de frente, acariciava o cabelo dela, o rosto dela, o corpo dela, as pernas dela, meus dedos percorriam devagar o corpo dela, ela me dava beijinhos nos lábios, sorria pra mim, acariciava meu peito, a respiração dela agora tava mais calma, de De vez em quando, ela dava uns suspiros leves, e a gente continuava com os beijinhos.
Aí ela se levantou, pegou na minha mão e me levou pro quarto. Nós dois pelados, fomos pra cama e ficamos abraçados, trocando beijos carinhosos.
Olhei pra ela e falei:
— Você não faz ideia de quantas vezes eu desejei esse momento. Você é meu sonho realizado, me deixa louco. Imaginei esse momento um monte de vezes.
Ela sorriu, me deu um beijo suave.
— Adoro como você me faz sentir uma mulher de verdade. Tudo o que você faz comigo... nunca pensei que pudesse sentir tudo isso...
A gente se beijou e, devagar, fomos dormindo, agora sim como um casal de amantes.
Parte 3?
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