Os dois dias seguintes foram bem diferentes do que eu esperava. Fiz comida para minhas irmãs, conversei e brinquei com elas, além de umas ligações com minha amada gatinha e pelo menos 10 sessões de sexo intenso e desenfreado com Teresa.
Nos momentos em que eu tinha para refletir, a culpa me corroía por dentro. Pensar que estava desrespeitando a memória do meu falecido pai, mesmo que a gente tivesse uma relação ruim, aquela mulher era a esposa dele. E, acima de tudo, estava prejudicando minha relação com Leila, mas...
Teresa era algo inexplicável. A primeira madura que tive a oportunidade de saborear. A técnica dela era uma loucura, me transformava numa fonte de porra com aqueles movimentos de quadril devastadores ou os boquetes perfeitos que ela me dava.
Aos 46 anos, aqueles olhos castanhos penetrantes me prendiam. A pele cor de bronze dela ficou coberta com minha goza. Eu puxava aquele cabelo ondulado cor de ébano que ela passou para as filhas, levantava com facilidade o corpo de 1,65m dela. Minhas mãos seguravam com força aqueles quadris imponentes quando ela ficava de quatro, e aquele sorriso presunçoso que aparecia toda vez que eu provocava um orgasmo nela continuava me irritando em qualquer outro momento.
No dia da leitura do testamento, não ouvi a campainha quando o advogado do meu pai chegou junto com o tabelião que daria fé ao testamento. Enquanto Brenda os convidava para sentar na sala, Adhara subiu para o meu quarto para me avisar que tinham chegado.
— David! Já chegou o advogado — sussurrou Adhara enquanto batia na porta.
— Claro, claro, já desço. Me dá uns minutos — eu tinha parado de repente. Teresa tinha o rosto enfiado entre meus travesseiros para não gritar, minhas mãos sobre os quadris dela e meu pau todo dentro.
— A mamãe ainda tá aí conversando com você? — perguntou minha irmã, enquanto eu me lembrava da desculpa que demos: "vamos conversar sobre o futuro agora que o papai não está". Teresa e eu tivemos conversas demais.
— Sim, já te escuto, agora a gente sai — respondi. Enquanto eu tirava meu pau ainda duro da buceta da minha madrastra, ele brilhava banhado nos seus fluidos. Ela se virou e sorriu.
— David, você não pode ir embora assim, você só gozou duas vezes — em uma fração de segundo, aquela mulher levou a boca até meu membro, devorando-o sem se importar se a filha dela ainda estava do outro lado da porta.
Minha mente não tinha tempo para raciocinar. A habilidade da boca dela de chupar meu falo não tinha competição. Cheguei a comparar com a Leila, e minha amada gatinha estava ficando para trás.
— Aah! Deus! — eu gemei. Minhas mãos foram para a cabeça dela, e meu pau encheu sua garganta com abundante sêmen quente.
Finalmente descemos juntos para a sala. Ela usava um vestido preto ostensivo, ainda "de luto", que deixava as pernas à mostra e marcava sua figura — algo que o advogado e o tabelião não demoraram a notar. Eu, por outro lado, estava com um jeans simples e uma camisa.
Teresa sentou-se na extremidade esquerda do sofá. Eu fiquei no meio das minhas irmãs, ambas segurando minhas mãos. O nervosismo tomou conta de mim, pensando que minhas pobres irmãs poderiam sentir o cheiro de sexo que eu exalava. O que aconteceria se até o advogado percebesse? Balancei a cabeça, tentando afastar essas ideias da mente.
— Você está bem, David? — perguntou Brenda. — Não se preocupe, eu também não entendo o que está acontecendo, mas esse clima sério me deixa nervosa também. — Ela me deu um dos sorrisos mais ternos que já vi na vida e apoiou a cabeça no meu ombro. Eu sorri e acenei.
A leitura do testamento começou sem complicações. A última alteração havia sido feita uma semana depois do nascimento da Brenda, com uma lista curta, mas muito interessante, das propriedades em nome do meu pai (e das dívidas), além de mensagens para sua amada e fiel esposa, suas queridas filhas e seu filho homem. Meu pai trabalhou por mais de três décadas no setor de petróleo e para o governo do meu país, com o que acumulou uma pequena fortuna — embora eu duvide que tudo fosse totalmente legal.
No final, tudo ficou resumido nos seguintes pontos:
1.- A casa "principal" ficaria no nome de Teresa
2.- Foram criados 2 fideicomissos, no nome de cada uma das minhas irmãs para garantir suas carreiras universitárias e futuro econômico.
3.- O resto da fortuna seria usado para pagar dívidas e "favores"
4.- O seguro de vida ficaria a favor de Teresa
5.- O terreno rural de 100 hectares nos arredores da cidade ficaria no nome de David (omito detalhes por questões de privacidade, já que atualmente minha casa e portanto minha família se encontra lá)
Com a divisão de bens terminada, procedemos a assinar os documentos necessários, notei que Teresa suspirou, um suspiro de alívio, ao obter a escritura da casa, eu me sentia tranquilo ao saber que minhas irmãs estariam protegidas economicamente e também surpreso por ter ganhado algo, um terreno do qual não tinha a mínima ideia.
Me despedi do advogado e do notário, Teresa até deu um beijo na bochecha deles como despedida, o que me fez pensar se sua boca ainda cheirava ou sabia ao meu sêmen, esse simples pensamento me deixou excitado e duro como se fosse um adolescente, pensei, "mais uma sessão não faria mal a ninguém"
Quando todos tinham ido embora, segui Teresa até o escritório, colando-me atrás dela, pressionando o volume na minha calça contra suas nádegas bem formadas.
-Agora que todo o processo legal terminou, poderíamos comemorar, não? - girei-a para beijá-la e ela me parou de repente, seu rosto com aquele sorriso brincalhão.
-David, querido... já passaram os 3 dias e já assinamos o testamento, é hora de você voltar para sua namorada, com certeza ela sente sua falta - e se afastou de mim, guardando os documentos na escrivaninha do meu pai.
-Sinto falta dela, mas, pensei que poderíamos nos despedir - dando alguns passos em sua direção, ela levantou a mão, como se fosse um guarda de trânsito mandando um carro parar.
-David, você precisa entender que eu não sabia que tipo de homem você é - o sorriso ainda estava presente, embora agora tivesse um pouco de burla - eu precisava me certificar de que você não ia expulsar minhas pobres filhas e eu, e claro, nós mulheres temos nossos métodos para lidar com homens, embora eu achasse que seria desagradável, mas você é muito bom no seu desempenho - ela piscou para mim e baixou a mão - espero que não leve pro lado pessoal, só fiz pela minha família -
Apertei os punhos e baixei o olhar, me deixei levar pelo sexo, "nunca teria tirado elas da casa e mesmo assim aquela mulher me enganou para ser infiel à minha gatinha" foi meu primeiro pensamento, mas só suspirei. No final, não era culpa da Teresa, era minha por cair em algo tão óbvio... Saí do escritório e fui me despedir das minhas irmãs.
Me despedir da Brenda e da Adhara me deixou triste, mesmo assim prometemos nos escrever mais e eu prometi usar aquele chat chamado MSN. Da Teresa não me despedi, embora ela tenha dito adeus quando eu subia no meu carro.
Conforme me aproximava do meu apartamento, o nervosismo aumentava em mim. Eu tinha sido infiel, tinha falhado com a pessoa que amo e o certo seria contar. Eu devia aceitar as consequências e aprender com meus erros, repeti isso uma e outra vez até que finalmente me encontrei diante da porta do meu lar. Dentro me esperava minha querida gatinha. Suspirei e me preparei, sentia a boca seca, mas mesmo com medo e culpa, aceitava as consequências.
Ao introduzir a chave, a porta se abriu e aquela garotinha pulou nos meus braços, me recebendo com um beijo longo e sensual.
- Amor! Finalmente você chegou, senti muita sua falta - praticamente gritava minha gatinha enquanto a tinha nos braços e sua boquinha cobria meu rosto de beijos.
- Gatinha haha, também fico feliz em te ver, mas pelo menos me deixa entrar - não conseguia evitar sorrir, só de ouvir sua voz eu me animava e esquecia da armadilha da Teresa, pelo menos por alguns segundos. Me tomando pela mão, entramos juntos no apartamento.
- Me conta tudo, como estão suas irmãs? Sua madrastra se comportou como uma putinha? Seu pai deixou alguma coisa? Já somos ricos haha - ela dizia enquanto andava na minha frente Ai, eu suspiro.
- Amor, espera. Antes disso, tem uma coisa importante que precisamos conversar - Leila sorriu...
- Eu sei, já faz três dias - ela me olhou e mordeu o lábio, isso só significava uma coisa. Ela caminhou até mim e me beijou, a mão dela sobre minha calça - eu preciso de você.
A roupa estava espalhada por todo lado, eu no sofá e minha gatinha em cima de mim, compartilhando um beijo longo, minhas mãos percorrendo suas costas até pousarem na sua bunda, meu membro chegando no mais profundo do seu ser.
"Não posso mudar o que fiz, mas pelo menos esta noite vou fazê-la sentir o maior prazer possível." Sabia que ia transar com ela a noite toda, mesmo que recebêssemos reclamações dos vizinhos no dia seguinte. Eu pouco me importava, de alguma forma precisava limpar meu pecado. Enterrei meu rosto entre seus seios, minhas mãos apertavam sua bunda e comecei a meter num ritmo mais acelerado, tentando dar a ela todos os orgasmos possíveis... o que eu não sabia é que pela mente da minha gatinha passava o mesmo pensamento.
Nos momentos em que eu tinha para refletir, a culpa me corroía por dentro. Pensar que estava desrespeitando a memória do meu falecido pai, mesmo que a gente tivesse uma relação ruim, aquela mulher era a esposa dele. E, acima de tudo, estava prejudicando minha relação com Leila, mas...
Teresa era algo inexplicável. A primeira madura que tive a oportunidade de saborear. A técnica dela era uma loucura, me transformava numa fonte de porra com aqueles movimentos de quadril devastadores ou os boquetes perfeitos que ela me dava.
Aos 46 anos, aqueles olhos castanhos penetrantes me prendiam. A pele cor de bronze dela ficou coberta com minha goza. Eu puxava aquele cabelo ondulado cor de ébano que ela passou para as filhas, levantava com facilidade o corpo de 1,65m dela. Minhas mãos seguravam com força aqueles quadris imponentes quando ela ficava de quatro, e aquele sorriso presunçoso que aparecia toda vez que eu provocava um orgasmo nela continuava me irritando em qualquer outro momento.
No dia da leitura do testamento, não ouvi a campainha quando o advogado do meu pai chegou junto com o tabelião que daria fé ao testamento. Enquanto Brenda os convidava para sentar na sala, Adhara subiu para o meu quarto para me avisar que tinham chegado.
— David! Já chegou o advogado — sussurrou Adhara enquanto batia na porta.
— Claro, claro, já desço. Me dá uns minutos — eu tinha parado de repente. Teresa tinha o rosto enfiado entre meus travesseiros para não gritar, minhas mãos sobre os quadris dela e meu pau todo dentro.
— A mamãe ainda tá aí conversando com você? — perguntou minha irmã, enquanto eu me lembrava da desculpa que demos: "vamos conversar sobre o futuro agora que o papai não está". Teresa e eu tivemos conversas demais.
— Sim, já te escuto, agora a gente sai — respondi. Enquanto eu tirava meu pau ainda duro da buceta da minha madrastra, ele brilhava banhado nos seus fluidos. Ela se virou e sorriu.
— David, você não pode ir embora assim, você só gozou duas vezes — em uma fração de segundo, aquela mulher levou a boca até meu membro, devorando-o sem se importar se a filha dela ainda estava do outro lado da porta.
Minha mente não tinha tempo para raciocinar. A habilidade da boca dela de chupar meu falo não tinha competição. Cheguei a comparar com a Leila, e minha amada gatinha estava ficando para trás.
— Aah! Deus! — eu gemei. Minhas mãos foram para a cabeça dela, e meu pau encheu sua garganta com abundante sêmen quente.
Finalmente descemos juntos para a sala. Ela usava um vestido preto ostensivo, ainda "de luto", que deixava as pernas à mostra e marcava sua figura — algo que o advogado e o tabelião não demoraram a notar. Eu, por outro lado, estava com um jeans simples e uma camisa.
Teresa sentou-se na extremidade esquerda do sofá. Eu fiquei no meio das minhas irmãs, ambas segurando minhas mãos. O nervosismo tomou conta de mim, pensando que minhas pobres irmãs poderiam sentir o cheiro de sexo que eu exalava. O que aconteceria se até o advogado percebesse? Balancei a cabeça, tentando afastar essas ideias da mente.
— Você está bem, David? — perguntou Brenda. — Não se preocupe, eu também não entendo o que está acontecendo, mas esse clima sério me deixa nervosa também. — Ela me deu um dos sorrisos mais ternos que já vi na vida e apoiou a cabeça no meu ombro. Eu sorri e acenei.
A leitura do testamento começou sem complicações. A última alteração havia sido feita uma semana depois do nascimento da Brenda, com uma lista curta, mas muito interessante, das propriedades em nome do meu pai (e das dívidas), além de mensagens para sua amada e fiel esposa, suas queridas filhas e seu filho homem. Meu pai trabalhou por mais de três décadas no setor de petróleo e para o governo do meu país, com o que acumulou uma pequena fortuna — embora eu duvide que tudo fosse totalmente legal.
No final, tudo ficou resumido nos seguintes pontos:
1.- A casa "principal" ficaria no nome de Teresa
2.- Foram criados 2 fideicomissos, no nome de cada uma das minhas irmãs para garantir suas carreiras universitárias e futuro econômico.
3.- O resto da fortuna seria usado para pagar dívidas e "favores"
4.- O seguro de vida ficaria a favor de Teresa
5.- O terreno rural de 100 hectares nos arredores da cidade ficaria no nome de David (omito detalhes por questões de privacidade, já que atualmente minha casa e portanto minha família se encontra lá)
Com a divisão de bens terminada, procedemos a assinar os documentos necessários, notei que Teresa suspirou, um suspiro de alívio, ao obter a escritura da casa, eu me sentia tranquilo ao saber que minhas irmãs estariam protegidas economicamente e também surpreso por ter ganhado algo, um terreno do qual não tinha a mínima ideia.
Me despedi do advogado e do notário, Teresa até deu um beijo na bochecha deles como despedida, o que me fez pensar se sua boca ainda cheirava ou sabia ao meu sêmen, esse simples pensamento me deixou excitado e duro como se fosse um adolescente, pensei, "mais uma sessão não faria mal a ninguém"
Quando todos tinham ido embora, segui Teresa até o escritório, colando-me atrás dela, pressionando o volume na minha calça contra suas nádegas bem formadas.
-Agora que todo o processo legal terminou, poderíamos comemorar, não? - girei-a para beijá-la e ela me parou de repente, seu rosto com aquele sorriso brincalhão.
-David, querido... já passaram os 3 dias e já assinamos o testamento, é hora de você voltar para sua namorada, com certeza ela sente sua falta - e se afastou de mim, guardando os documentos na escrivaninha do meu pai.
-Sinto falta dela, mas, pensei que poderíamos nos despedir - dando alguns passos em sua direção, ela levantou a mão, como se fosse um guarda de trânsito mandando um carro parar.
-David, você precisa entender que eu não sabia que tipo de homem você é - o sorriso ainda estava presente, embora agora tivesse um pouco de burla - eu precisava me certificar de que você não ia expulsar minhas pobres filhas e eu, e claro, nós mulheres temos nossos métodos para lidar com homens, embora eu achasse que seria desagradável, mas você é muito bom no seu desempenho - ela piscou para mim e baixou a mão - espero que não leve pro lado pessoal, só fiz pela minha família -
Apertei os punhos e baixei o olhar, me deixei levar pelo sexo, "nunca teria tirado elas da casa e mesmo assim aquela mulher me enganou para ser infiel à minha gatinha" foi meu primeiro pensamento, mas só suspirei. No final, não era culpa da Teresa, era minha por cair em algo tão óbvio... Saí do escritório e fui me despedir das minhas irmãs.
Me despedir da Brenda e da Adhara me deixou triste, mesmo assim prometemos nos escrever mais e eu prometi usar aquele chat chamado MSN. Da Teresa não me despedi, embora ela tenha dito adeus quando eu subia no meu carro.
Conforme me aproximava do meu apartamento, o nervosismo aumentava em mim. Eu tinha sido infiel, tinha falhado com a pessoa que amo e o certo seria contar. Eu devia aceitar as consequências e aprender com meus erros, repeti isso uma e outra vez até que finalmente me encontrei diante da porta do meu lar. Dentro me esperava minha querida gatinha. Suspirei e me preparei, sentia a boca seca, mas mesmo com medo e culpa, aceitava as consequências.
Ao introduzir a chave, a porta se abriu e aquela garotinha pulou nos meus braços, me recebendo com um beijo longo e sensual.
- Amor! Finalmente você chegou, senti muita sua falta - praticamente gritava minha gatinha enquanto a tinha nos braços e sua boquinha cobria meu rosto de beijos.
- Gatinha haha, também fico feliz em te ver, mas pelo menos me deixa entrar - não conseguia evitar sorrir, só de ouvir sua voz eu me animava e esquecia da armadilha da Teresa, pelo menos por alguns segundos. Me tomando pela mão, entramos juntos no apartamento.
- Me conta tudo, como estão suas irmãs? Sua madrastra se comportou como uma putinha? Seu pai deixou alguma coisa? Já somos ricos haha - ela dizia enquanto andava na minha frente Ai, eu suspiro.
- Amor, espera. Antes disso, tem uma coisa importante que precisamos conversar - Leila sorriu...
- Eu sei, já faz três dias - ela me olhou e mordeu o lábio, isso só significava uma coisa. Ela caminhou até mim e me beijou, a mão dela sobre minha calça - eu preciso de você.
A roupa estava espalhada por todo lado, eu no sofá e minha gatinha em cima de mim, compartilhando um beijo longo, minhas mãos percorrendo suas costas até pousarem na sua bunda, meu membro chegando no mais profundo do seu ser.
"Não posso mudar o que fiz, mas pelo menos esta noite vou fazê-la sentir o maior prazer possível." Sabia que ia transar com ela a noite toda, mesmo que recebêssemos reclamações dos vizinhos no dia seguinte. Eu pouco me importava, de alguma forma precisava limpar meu pecado. Enterrei meu rosto entre seus seios, minhas mãos apertavam sua bunda e comecei a meter num ritmo mais acelerado, tentando dar a ela todos os orgasmos possíveis... o que eu não sabia é que pela mente da minha gatinha passava o mesmo pensamento.
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