Esposa infiel por necessidade

Olá, meu nome é Patrícia e isso não é um conto, é um desabafo pra mim.

Sou uma mulher casada e atualmente tenho 40 anos, sem filhos por coisas do destino. Quanto ao meu físico, sou morena clara e, apesar da idade, ainda chamo a atenção dos homens. Embora eu tenha peitões, o que mais se destaca em mim é minha bunda, porque tenho um rabo empinado.

Trabalho num supermercado daqueles que tem em qualquer cidade, onde tenho várias colegas e amigas.

No meu casamento, tudo ia normal. Meu marido é engenheiro e, como não temos filhos, dá pra dizer que vivemos bem, e eu trabalho pra não me sentir inútil.

Infelizmente, há alguns meses meu marido desenvolveu diabetes. No começo, foi difícil lidar com as mudanças na alimentação e nos cuidados, mas o mais preocupante é que ele não se cuida direito e não aceita que não pode beber. Embora não beba mais como antes, ainda toma umas, e fiquei sabendo que, quando não está em casa, não cuida muito da alimentação. Por isso, tivemos várias discussões.

Isso começou a afetar a saúde dele e acabou afetando nossa intimidade. Ele não é mais o mesmo homem que me satisfazia completamente na cama. Se a gente transava uma vez por semana, era muito, e às vezes nem conseguia me fazer gozar, mas eu preferia fingir que ele ainda dava conta pra não deixá-lo mal. Considerando que ele me acostumou a transar quase todo dia por anos, foi uma mudança radical pra mim.

Com o passar das semanas, eu me sentia cada vez mais frustrada sexualmente e, embora ainda o ame, tenho minhas necessidades. Tentei me consolar com brinquedos que comprei escondido dele pra me satisfazer sozinha. No começo, foram muito úteis, mas com o tempo percebi que precisava de mais, precisava me sentir desejada e amada de novo, precisava sentir uma boa foda.

Meu desejo chegou a tal ponto que, quando saía e usava óculos escuros, aproveitava pra olhar os caras. os homens e imaginar como eram grandes os paus deles sem que eles percebessem meus olhares cheios de desejo.

Há uns meses saí com um grupo de amigas pra tomar uma dose numa balada, a gente se divertiu pra caralho, cada uma arrumou um par pra dançar e, como se fôssemos novinhas, topamos que eles nos levassem pra casa, cada uma na sua, mas sempre em contato caso alguma se sentisse em perigo.

No caminho pra casa, com uns drinks na cabeça e o tesão à flor da pele, comecei a provocar o cara com quem fui. Era um rapaz de 35 anos, muito gostoso, que insistia pra irmos pra outro lugar "mais privado", mas eu disse que já era tarde e meu marido tava me esperando em casa. Ele insistiu e, ao ver que eu não cedia, falou:

- Não me deixa assim, olha como você me deixou!!

E eu toquei no pau dele e tava durasso. Em cada semáforo a gente aproveitava pra se beijar e se acariciar, ele metia a mão em tudo quanto era lugar e eu tava super tarada. Só respondi:

- Ok, para mais na frente porque aqui passa muito carro

Não demorou nada pra ele achar uma rua pouco movimentada e, ao estacionar, continuamos a putaria ali mesmo, já de forma mais descarada. Peguei aquele pedaço de carne durasso e ele não parava de agarrar meus peitos e minha bunda enquanto a gente se beijava com paixão.

Sem parar de nos beijar, desabotoei a calça dele e ele me ajudou a puxar pra baixo pra poder acariciar o pau dele diretamente, e não só por cima. Era de tamanho normal, nem muito grande nem muito pequeno, mas naquele momento me parecia mais que perfeito.

Senti uma pressãozinha na minha nuca e sabia o que ele queria, então não fiz muito charme e, sem mais, baixei a cabeça até aquele pau que apontava pro céu. Dei uns beijinhos tímidos e da cabeça dele dava pra ver saindo uma babinha pré-seminal que me deixou com água na boca e me deixou mais tarada ainda, então decidi levar ele na boca e comecei a chupar, primeiro devagar e depois com mais vontade, tanto que fazia uns barulhos características de boqueteira "slurp... slurp... slurp..." babando tudo pra ficar bem lubrificado. Tava adorando chupar aquela pica e sentia a buceta tão quente que também queria provar. Depois de uns minutos, tirei da boca e falei:

- Quando for gozar, me avisa, hein

Ele só balançou a cabeça e eu voltei com mais vontade de enfiar a pica toda na minha boquinha, tava tão tesuda que se ele resolvesse me encher de porra quente não ia ligar nada, ia engolir tudo. Quando tava quase acabando, ele só conseguiu falar:

- Já... já... Ahhhhh...

E uns jatos fortes de porra saíram daquela pica gostosa que eu tava chupando. Eu me afastei, inclinei ele pra não sujar nossa roupa, mas o volante e parte do painel levaram esses leites. Peguei uns lencinhos da minha bolsa pra ele limpar o volante enquanto eu limpava a pica dele com a boca.

Mais relaxados, ajeitamos a roupa e ele me deixou perto de casa. Óbvio que não queria que ele soubesse onde eu morava. Ele pediu meu número, mas falei que se tivesse sorte a gente ia se encontrar de novo naquela balada. Me despedi dele com um beijo bem apaixonado e um aperto gostoso na bunda. Quase chegando em casa, mandei mensagem pras minhas amigas só pra confirmar que todas tinham chegado bem, já dentro de casa me troquei e deitei. Meu marido perguntou:

- Como foi, amor? - mas sem virar

E eu com um sorriso de orelha a orelha só respondi:

- Foi ótimo, meu amor, espero poder dar outra escapadinha logo.

No dia seguinte acordei de ressaca e continuei minha rotina de fazer café da manhã pro meu marido, enquanto fazia isso não parava de pensar no que tinha feito na noite anterior, sentia remorso, nunca pensei que faria uma coisa dessas. Pra tentar aliviar a culpa comecei a pensar:

- "Bom, foram só umas chupadinhas"

Isso me fez sorrir, tipo, se uma amiga, se me confessasse uma coisa assim, eu teria respondido:

- "Pois é, foram umas chupadas tão boas que você até esgotou ele, hahaha"

Esse tipo de pensamento me ajudou a aguentar o dia.

Já de noite, meu marido tava com vontade e, enquanto a gente se aquecia, ele deixou claro que queria que eu chupasse ele. E eu, como uma boa esposinha, me preparei pra satisfazer ele. Mas quando tava prestes a começar o serviço, não consegui evitar de pensar na mamada que dei no garoto. Era uma diferença enorme: meu marido até tinha uma ereção, mas não dava pra comparar. Era relativamente aceitável, enquanto a do garoto tava duríssima, apontando pro céu. Mesmo assim, deixei esses pensamentos de lado e me dediquei de verdade.

Só que não passaram nem dois minutos quando comecei a notar os sinais dele:

- "Aahh... ahh... mm... Isso, mamãe... Já tô perto... Ahhh..."

E ele acabou inundando minha boca. "Inundando" é modo de dizer, porque foram só uns dois jatos, nada muito potentes. Ele relaxou enquanto eu limpava a boca com uma toalha e, suspirando, disse:

- "Não consegui segurar, mamãe. Você chupa muito gostoso. Me dá uns minutos pra me recuperar que vou te encher todinha."

Eu só sorri e falei:

- "Sim, meu amor, não se preocupa."

Mas já sentia o que vinha a seguir, e não me enganei: em cinco minutos, ele já tava roncando do meu lado, me deixando na mão de novo.

Comecei a imaginar como seria estar na cama com o garoto da noite anterior:

- "Com certeza aquele pau continuaria duríssimo pra continuar e me comer bem gostoso, uma vez atrás da outra. Uff, que tesão..."

Pensava nisso e, sem perceber, meus dedos já estavam acariciando minha buceta, desejosa de uma boa rola, e ela ficou toda molhada.

- "Ummmm... Será que eu ficaria de quatro ou montaria nele sem parar?... Ummmm..."

Pensava enquanto as imagens tomavam forma na minha mente.

Quando tava perto de gozar, as imagens se intensificaram e, entre gemidos fortes (na minha mente), eu dizia:

- "Isso Papi...!!!! Me dá mais forte... não para... Ahhhh...!!! Me come com força como se quisesse arrebentar minha buceta... Ahhhh...!!!

Naquele momento eu gozei tão gostoso e tão intenso que tive que morder meus lábios pra não gritar e acordar meu marido. Foi tão real na minha mente que quase dava pra sentir todo aquele leite quente enchendo completamente minha buceta, que pulsava de tão tarada que eu tava. Nem me preocupei em limpar meus sucos vaginais, só enfiei a cabeça no travesseiro enquanto minha respiração voltava ao normal e comecei a cair num sono profundo.

Os dias passaram e eu segui com minha vida, embora de vez em quando me viesse à mente o que tinha rolado naquela noite na balada. Já não sentia remorso, só encarei como um deslize, algo que jamais ousaria contar pra ninguém porque pras minhas amigas e conhecidos eu sou uma mulher que, mesmo gostando de dançar e zoar, seria impensável que eu me atrevesse a ficar com outro homem que não fosse meu marido. Não vou negar, sempre fui assim, mas sendo uma mulher insatisfeita, já via os homens de outro jeito, mas não queria faltar com meu marido de novo.

Só que teve uma coisa que eu não esperava: uma das minhas amigas começou a organizar outra saída e, claro, me convidaram. No começo recusei, com medo de encontrar o garoto da outra noite e ele pensar que eu era daquelas mulheres que caçam novinhos pra satisfazer suas necessidades, mas no fim me convenceram.

Depois que atravessei aquela porta... não teve mais volta.

Ainda sinto aquele formigamento no corpo, aquele que você sente quando dá o passo definitivo. Confesso: virei uma esposa infiel por necessidade, mas aproveitei pra caralho e não me arrependo de nada.

Enquanto o dia da nossa saída chegava, eu me sentia distraída e nervosa pensando:

- "E se eu encontrar ele de novo?" "O que eu faço, finjo que não vi ou cumprimento como se nada tivesse acontecido?"

Esses e outros pensamentos me atormentavam, mas eu optei Por improvisar, se chegasse a encontrar ele, que acontecesse o que tivesse que acontecer.

Quando chegou o sábado combinado, usei um vestido justo que meu marido adora como fica em mim. É meio curto, mas nunca incomodou ele; pelo contrário, acho que no fundo ele sempre gostou de exibir a mulher dele. Me despedi dele e fui pra casa de uma amiga esperar as outras (éramos 4 no grupinho) — um pôquer de rainhas, como costumávamos nos chamar quando nos juntávamos pra fofocar.

Quando chegamos, combinamos pra onde ir e respirei mais aliviada quando decidiram que a gente fosse pra outro lugar que recomendaram pra uma delas. Pelo visto, elas também precisavam sair da rotina e, assim como eu, eram relativamente novas nessa de sair sem os maridos.

Pedimos um Uber e, em questão de 20 minutos, já estávamos na frente daquele lugar.

Entramos e procuramos uma mesa. Tava bem cheio, mas conseguimos uma quase no fundo. Pedimos um balde de cervejas, brindamos com "saúde" e começamos a curtir a música e a bebida. Já no segundo balde, estávamos mais animadas e nos aventuramos a dançar ao redor da mesa; tocava música pop. O que me agradou foi que pouca gente prestava atenção na gente, e decidimos ir pra pista dançar.

Depois de várias músicas, pedi pra uma delas me acompanhar ao banheiro, mas quando voltamos, não vimos as outras e — oh, surpresa — estavam na mesa conversando com dois caras. Pelo que vimos, o papo tava bem animado porque elas estavam morrendo de rir. Minha amiga me disse:

— Olha, Patty, a gente não pode se afastar nem um pouquinho que essas já tão pegando.

Achei graça do comentário dela, mas falei que tava de boa, já que só estavam conversando. Ela concordou e fomos pra nossa mesa. Eles se apresentaram, mas como a mesa só tinha lugar pra quatro, eles disseram:

— Não queremos incomodar.

E fizeram menção de ir embora, mas minha amiga, a que foi comigo ao banheiro, falou: Nome, não se preocupem, a gente vai dançar!

E me puxa sutilmente pelo braço. Fomos dançar e enquanto conversávamos sobre isso:

- Cê acha que elas ficaram putinhas por terem sido deixadas com aqueles caras? - perguntei

- Acho que não, porque elas tavam era rindo pra caralho, além de parecerem gente boa.

- Pois é, e com sorte ainda convencem eles a pagar a conta, hehehe

- Hahaha, porra Patty, tu é bem pão-dura

- O quê?! Não seria uma má ideia, afinal.

Continuamos dançando e um cara se aproximou de mim, devia ter uns 40 anos, igual a mim. Ele começou a dançar do meu lado, sorri pra ele de cumprimento e quando me dei conta, minha amiga me aplicou o mesmo golpe e sumiu. Só pensei:

- "Porra, velha, vai ver o que te espera mais tarde!"

Mas não tava brava, na real, achei engraçado que agora era eu quem ficava com o pacote. Quando a música acabou, ele se apresentou como "Roberto" e perguntou se podia me pagar alguma coisa, respondi que sim e fui com ele até a mesa dele. Começamos a conversar sobre coisas bestas: "veio sozinha, o que faz, tem filhos, etc". Pras perguntas dele, só respondi com meu nome verdadeiro, "Patricia". Sobre trabalho, falei que às vezes trabalho por temporadas pra não ficar entediada (mas sem contar sobre meu trampo atual). Quanto aos filhos, aí sim menti descaradamente, falei que tinha dois moleques de 18 e 16 anos. A gente nunca deve se abrir demais, não dá pra saber as intenções de um estranho.

Ele disse que era auditor de uma empresa, também casado com 3 filhos, mas que era de outra cidade e só tava ali por uns dias. Gostei dele, tipo, não era um Adônis, mas tinha um papo muito bom e além disso era bem alto, adoro homens altos. Continuamos conversando e bebendo, mas já era umas 3 da manhã e minhas amigas, nada. Daí vi a Marisol dançando com um cara de trinta e poucos anos, falei pro Roberto que já ia embora, ele disse que tudo bem, que foi um prazer me conhecer e tal.

Fui pra mesa das minhas amigas. Nós, e eu disse pra elas que já ia embora, mesmo elas insistindo pra eu esperar mais um pouquinho. Falei pra elas:

- "Ô, moças, não se preocupem, vou pedir um táxi agora."

Elas aceitaram, mas não sem antes as recomendações de sempre:

- "Manda mensagem quando subir no carro e quando chegar, qualquer coisa, fala com a gente."

Eu disse que sim e voltei pro Roberto. Falei pra ele se podia me acompanhar pra achar um táxi, e ele, muito cavalheiro, topou. Pagou a conta e me seguiu. Já na rua, ele disse que era meio perigoso eu procurar um táxi naquela hora, e que se eu quisesse, ele me levava em casa com o maior prazer, ou, se preferisse, me deixava perto, caso eu não quisesse que ele soubesse onde eu morava. Aceitei e fomos até o carro dele. Ele abriu a porta pra mim e senti uma roçada leve na bunda na hora de subir. Não dei muita importância, pensei que era por causa das cervejas, que eu tava imaginando coisas. Mas, mesmo eu tendo bebido pouco, pelo menos na minha cabeça, quando o vento bateu, a bebida começou a subir pra cabeça, mas pra caralho. Óbvio que eu ainda tava coordenando e tal, mas já tava começando a ficar bêbada. No caminho, a gente continuou conversando e ele me fazia rir com as piadas dele.

Toda vez que ele queria me falar alguma coisa, se aproximava, e eu fazia o mesmo pra ouvir. Quando me dei conta, ele já tava com a mão passando na minha perna, de leve, enquanto a gente conversava. Não liguei muito, pensei: "Bom, ele pagou a conta e vai me levar em casa, tudo bem, vou dar uma chance." De tanto que a gente tava conversando, a gente se desviou do caminho, e eu falei:

- "Nossa, por aqui não é, não."

Ele, todo educado, respondeu:

- "Fica tranquila, já vou virar."

E virou mesmo. Me passou muita confiança. A gente continuou no papo, mas agora eu também tava batendo na perna dele ou passando a mão mesmo.

Num sinal, a gente ficou em silêncio, se olhando nos olhos, e começamos a nos beijar. Parecíamos uns adolescentes de vinte anos. Ele começou a apalpar meu corpo todo, e eu não fiquei atrás. Por cima da calça, comecei a passar a mão no volume dele. Dava pra ver que tava duríssimo, e eu só pensava em como seria, se ele era grande. grande.

O sinal fechou e, sem me falar nada, ele entrou num motel de passagem que a gente tinha visto no caminho. Ele desceu, pagou, estacionou, abriu a porta pra mim e a gente começou a andar abraçado até o quarto. Admito que eu tava começando a ficar nervosa. No caminho, a gente cruzou com um casal que tava voltando, dava pra ver que a mulher era daquelas de "pre-pago" pelo jeito que se vestia, e além disso ela era super peituda, até pensei "caralho, como é que essa mina não cai de boca?" A gente continuou e, quando chegou no quarto, entramos.

Quando a porta fechou, a gente começou a se beijar, mas a verdade é que eu tava me sentindo meio estranha, e ele percebeu. Ele se afastou um pouco de mim, mas sem soltar o abraço, e falou: "Não se preocupa, Patty, a gente não vai fazer nada que você não queira. Se você não se sentir à vontade, a gente pode ir embora, eu vou entender." Isso, e o jeito que ele falou, me derreteu completamente. Sem dizer mais nada, comecei a beijar ele. Isso foi o suficiente pra agora a gente se explorar o corpo todo enquanto se despia um ao outro. Fiquei só de sutiã e calcinha, ele de cueca box de lycra.

A gente se jogou na cama sem parar de se pegar. Ele desabotoou meu sutiã e começou a beijar, chupar e brincar com meus peitos, que já estavam bem durinhos. Eu me senti muito tesuda. A gente tirou o que ainda restava (cueca e calcinha) e aí eu vi ele por completo: ereto, meio grosso e bem duro, já com um pouco de líquido pré-seminal aparecendo. Ele começou a descer, beijando cada parte da minha barriga, ventre, até chegar na minha buceta.

Aí ele começou a lamber com delicadeza, enquanto não parava de acariciar meus peitos. Era incrível o que eu sentia, e não me segurei: segurei a cabeça dele. Não queria que ele se afastasse nem por um segundo. Ele usava a língua com muita habilidade, acariciava minhas pernas ou minha bunda, mas sem descuidar do trabalho. Ele tava fazendo incrível. Isso continuou por quase dez minutos, até que eu senti que ia gozar, e ele percebeu ao ouvir meus gemidos cada vez mais altos. intensos. quase chegando lá, tentei afastar ele, mas ele não se mexeu, pelo contrário, enfiou a língua o mais fundo que pôde, explorando cada milímetro da minha buceta e ¡¡¡Ahhh... Que gostosa... !!! ¡¡gozei!! Foi um orgasmo como não tinha há muito tempo.

Afastei ele com cuidado e ele entendeu o quanto eu estava sensível e se deitou ao meu lado enquanto eu me recuperava dessa gozada tremenda, até falei ofegante:

- Mmmmm... Ahhh... Valeu... você sabe mesmo como tratar uma mulher... Mmmm...

Ele sorriu pra mim e disse:

- Que bom que você gostou, essa era a ideia

Respondi:

- Agora é minha vez...

Montei nele, peguei aquela yummy cock e coloquei na entrada da minha buceta, comecei a descer devagar até sentar completamente em cima dele. Queria aproveitar ao máximo, queria me sentir cheia de novo e então comecei com o sobe e desce lento pra me acostumar com aquela nova cock que estava me provando e uffff que gostosa era a sensação quando enfiei toda, mmmm.

Depois de alguns minutos comecei a cavalgar ele cada vez mais forte enquanto meus peitos balançavam sem parar pra um lado e pro outro, dava pra ouvir aquele barulho conhecido que pessoalmente eu amo "plaf... plaf... plaf... plaf..."

Eu amassava meus peitos e se parava um segundo era porque ele me puxava pra perto pra chupar eles gostoso e quando fazia isso eu me mexia em círculos pra sentir aquela yummy cock por completo. Ficamos sei lá quanto tempo assim, mas como tudo na vida nada é eterno, ele falou entre ofegos:

- Ahhh... Vou gozar, rainha... Ahhh...

E não sei o que deu em mim, mas naquele momento fodi tudo e comecei a dar sentadas muito violentas, não tão rápidas, mas bem fortes, como se quisesse que ele chegasse até meu útero, uffff que yummy cock eu tava comendo uffff.

A última sentada foi tão forte que só consegui me aproximar do rosto dele e nos beijamos como desesperados enquanto ele me segurava pelas nádegas e se esvaziava dentro de mim. enchendo-me de porra gostosa e me dando um segundo orgasmo.

- Ahhh... Ahhh... Que delícia...!!! - dizíamos nós dois.

Assim ficamos por uns minutos abraçados, eu em cima dele e ainda com o pedaço dele dentro de mim. Desmontei pra descansar um pouco. Levantei e fui ao banheiro me lavar e fazer minhas necessidades. Quando voltei, ele já tinha se limpado com um rolo que estava na cômoda e me disse:

- Você é incrível, Patty, pronta pro próximo?

Eu fiquei com cara de "!!!Que?!!!" e vi a pica dele dura como há um tempão, pronta pra continuar. Sentei na cama enquanto juntava minha roupa pra me vestir e falei:

- Nossa, que loucura, Roberto!! Adoraria, mas já é tarde e tenho que ir pra casa, meu marido me espera.

- hahahaha - ele caiu na risada e disse - Tá bom, tudo bem.

Me senti meio mal porque, embora adorasse continuar com ele e experimentar outras posições, precisava ir. Vi ele meio triste e resignado, então falei:

- Ei, não te devolvi o favor.

Ele ficou me olhando sem entender o que eu queria dizer, e eu me dirigi àquela pica gostosa que tinha me dado um orgasmo intenso. Ele sacou na hora o que eu ia fazer, acariciou meu rosto e passou um dedo pelos meus lábios. Comecei a chupar bem safada e falei:

- Tá bom, mas preciso de algo maior e mais grosso.

E sem enrolação, peguei a piroca dele e levei à boca. Primeiro brinquei com a glande, adorei dar linguadas naquela cabeçona. Ele acariciava minha cabeça, mas sem forçar a penetração, o que agradeci internamente. Detesto quando querem enfiar até o fundo, tipo, eu controlo isso. Comecei a enfiar na boca aos poucos, fazendo pressão o máximo que podia sem machucar com os dentes. Salivei pra caralho pra ter uma lubrificação melhor, dava pra ver que tenho experiência em mamar, né? rsrs.

Acelerei as chupadas enquanto acariciava os ovos dele. Claro, com tanta saliva, era normal ouvir aquele "slurp... slurp... slurp!!" Fiquei assim por uns 10 minutos eu calculo, mas como ele já tinha gozado uma boa quantidade dentro de mim, sabia que ia demorar mais pra gozar de novo. E mesmo que eu tava adorando dar prazer com minha boquinha, o tempo tava passando e eu precisava me apressar. Então usei uma coisa que aprendi na vida: se tem uma coisa que esquenta os homens é a gente se comportar feito uma puta na cama, com linguagem pesada... nega quem quiser... e foi o que fiz. Tirando a pica da minha boquinha de vez em quando, eu dizia:

- Cê tá gostando, papai...?
- Mmm... aahh... Sim, mamãe...
- Do que cê tá gostando? - e enfiava de novo na boca.
- Ahhh... Do que cê tá fazendo...
- E o que eu tô fazendo, hein...? Mmmm...
- Aahh... ahh... isso... sim, mamãe...
- Não sei, me fala, papai, fala com suas palavras que eu prometo que não vou ficar brava... Mmmm. mmm...
- Cê me encanta... Mmm... Chupa gostoso pra caralho... Ahhhh...
- E o que eu tô chupando, papai? Vai, não se segura...
- A pica... Ahhh...!!! Cê tá chupando minha pica deliciosamente... Mmmm...!!!
- Cê tá gostando, papai... tá gostando... sou boa chupadora?
- Siiiim... eu... adoro... cê é uma verdadeira chupa-picas... Ahhh...!!!
- Cê tá gostando, seu safado... gosta que eu seja uma puta chupa-picas louca por porra quente?
- Mmm... mmm... Sim, chupa, sua vagabunda... Ahhh...!!! Se continuar assim, vai tirar tudo de mim... Ahhh!!!
- É isso que eu quero, papai... vai... me dá... me dá toda essa porra quente... Siiiim...!!
- Já tô quase, mamãe... já tô quase gozando... Mmmm...!!!
- Siiiiim... me dá... inunda minha boquinha com sua porra... eu preciso... quero minha porra!!
- Aaahhh... Aa.hh... mmm... Jááá...!!! Toma, sua vagabunda... Aí vai toda minha porra por putona... Ahhhhh...!!!

Achei que depois de ter gozado dentro de mim ele não ia soltar muita porra, mas me enganei. O desgraçado encheu minha boca com um monte de porra quente, e mesmo eu me esforçando pra engolir o máximo que podia pra não me afogar, foi impossível e escorreu pelo canto da boca. dos lábios e do queixo.

- Nossa, que puta gozada gostosa que você me deu!!! E que delícia... Mmmmm...!!

Me limpei com papel higiênico e ele também fez o mesmo, e já mais calmo me disse:

- Uff!! Isso foi brutal, você é realmente única, Patty.

Sorri pra ele e falei:

- Valeu, que bom que você gostou... era essa a intenção.

Ele começou a rir por eu usar as mesmas palavras dele.

Fui enxaguar a boca e começamos a nos vestir. 10 minutos depois já estávamos a caminho de casa, ele me deixou a algumas quadras de distância, nos despedimos com um beijo bem safado e desci do carro. Já tinha andado uns metros e quando virei, vi que ele ainda estava lá me olhando, então sorri, pisquei um olho e comecei a rebolar a bunda como se fosse uma puta. Era assim que eu me sentia e adorei aquela sensação, até virar numa esquina e seguir pra minha casa.

Quando cheguei, mandei um WhatsApp pro grupo das minhas amigas e falei:

- Esqueci de avisar, cheguei há um tempinho. Tudo bem com vocês, meninas?

Minutos depois, uma delas respondeu dizendo que ainda estavam na balada, mas que já iam embora. Falei pra tomarem cuidado. Subi pro meu quarto e meu marido estava roncando. Me troquei e dormi toda relaxada e feliz por aquela fodida gostosa que o Roberto me deu.

Na manhã seguinte, meu maridinho me perguntou como tinha sido e a que horas cheguei. Falei que foi umas 3h da manhã e ele disse:

- Por isso! Eu dormi antes das 2h e você ainda não tinha chegado!

Fiz o café da manhã como sempre, mas dessa vez não tinha remorso ou culpa, e sim satisfação. O único pensamento que rondava minha cabeça era: "Preciso ir na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte."

Sim... eu tinha atravessado uma porta da qual não havia mais volta... Eu tinha me tornado uma ESPOSA INFIEL POR NECESSIDADE!!!

... E não me arrependo...

2 comentários - Esposa infiel por necessidade

☺ Entiendo tu situación. O sea, si me dejaran con las ganas sería terrible. Además que tu marido no te devuelve la atención. Apuesto que si él bajara de peso, las cosas serían normales. Fuerza amiga
Si te gusta, te propongo hacer un poco de sexting (No va a ser lo mismo que lo de tu relato), pero capaz te ayuda a mantenerte un poco cachonda..
Escribime si queres.