Olá, meu nome é Patrícia e isso não é um conto, é um desabafo pra mim.
Sou uma mulher casada e atualmente tenho 40 anos, sem filhos por coisas do destino. Quanto ao meu físico, sou morena clara e, apesar da idade, ainda chamo a atenção dos homens. Embora eu tenha peitos grandes, o que mais se destaca em mim é minha bunda, porque tenho um rabo empinado.
Trabalho num supermercado daqueles que tem em qualquer cidade, onde tenho várias colegas e amigas.
No meu casamento, tudo seguia normal. Meu marido é engenheiro e, como não temos filhos, dá pra dizer que vivemos bem, e eu trabalho pra não me sentir inútil.
Infelizmente, há alguns meses meu marido desenvolveu diabetes. No começo foi difícil lidar com as mudanças na alimentação e nos cuidados, mas o mais preocupante é que ele não leva muito a sério se cuidar e não aceita que não pode beber. Embora não beba mais como antes, ainda toma umas, e pelo que descobri, quando não está em casa, não cuida muito da alimentação. Por isso tivemos várias discussões.
Isso começou a afetar a saúde dele e acabou nos afetando na intimidade. Ele não é mais o mesmo homem que me satisfazia completamente na cama. Se transávamos uma vez por semana era muito, e às vezes ele nem conseguia me fazer gozar, mas eu preferia fingir que ele ainda dava conta pra não deixá-lo mal. Considerando que ele me acostumou a transar quase todo dia por anos, foi uma mudança radical pra mim.
Com o passar das semanas, eu me sentia cada vez mais frustrada sexualmente. E, embora ainda o ame, tenho minhas necessidades. Tentei me consolar com brinquedos que comprei escondido dele pra me masturbar. No começo foram bem úteis, mas com o tempo percebi que precisava de mais. Precisava me sentir desejada e amada de novo, precisava sentir uma boa foda.
Meu desejo chegou a tal ponto que, quando saía e usava óculos escuros, aproveitava pra olhar os caras. os homens e imaginar como eram grandes os paus deles sem que eles percebessem meus olhares cheios de desejo.
Há alguns meses, saí com um grupo de amigas para tomar uma dose numa balada, nos divertimos pra caralho, cada uma arranjou um parceiro de dança e, como se fôssemos novinhas, topamos que eles nos levassem pra casa, cada uma no seu carro, mas sempre em contato caso alguma se sentisse em perigo.
No caminho pra casa, com umas doses na cabeça e o tesão à flor da pele, comecei a brincar com o cara com quem fui. Era um rapaz de 35 anos, muito gostoso, que insistia pra irmos pra outro lugar "mais privado", mas eu disse que já era tarde e meu marido estava me esperando em casa. Ele insistiu e, vendo que eu não cedia, falou:
- Não me deixa assim, olha como você me deixou!!
E eu toquei no pau dele e tava durasso. Em cada semáforo, a gente aproveitava pra se beijar e se acariciar, ele passava a mão em mim por todo lado e eu tava super tarada. Só respondi:
- Ok, para mais adiante, porque aqui passa muito carro
Não demorou nada pra ele achar uma rua pouco movimentada e, ao estacionar, continuamos a putaria ali mesmo, já de forma mais descarada. Peguei aquele pedaço de carne super duro e ele não parava de agarrar meus peitos e minha bunda enquanto a gente se beijava com paixão.
Sem parar de nos beijar, desabotoei a calça dele e ele me ajudou a abaixar pra eu poder acariciar o pau dele diretamente, e não só por cima. Era de tamanho normal, nem muito grande nem muito pequeno, mas naquele momento me parecia mais que perfeito.
Senti uma pressãozinha na nuca e sabia o que ele queria, então não fiz muito charme e, sem mais, abaixei a cabeça até aquele pau que apontava pro céu. Dei uns beijinhos tímidos e da cabeça dele dava pra ver saindo uma babinha pré-seminal que me deu água na boca e me deixou mais tesuda, então decidi levar ele à boca e comecei a chupar, primeiro devagar e depois com mais vontade, tanto que fazia uns barulhos características de boqueteira "slurp... slurp... slurp..." babando tudo pra ficar bem lubrificado. Tava adorando chupar aquela pica e sentia a buceta tão quente que também queria provar. Depois de uns minutos, tirei da boca e falei:
- Quando for gozar, me avisa, hein
Ele só balançou a cabeça e eu voltei com mais vontade de enfiar a pica toda na minha boquinha, tava tão tesuda que se ele resolvesse me encher de porra quente não ia me importar nada, ia engolir tudo. Quando ele tava quase terminando, só conseguiu falar:
- Já... já... Ahhhhh...
E uns jatos fortes de porra saíram daquela pica gostosa que eu tava chupando. Eu me afastei, inclinei ele pra não sujar a roupa da gente, mas o volante e parte do painel levaram aquele leite todo. Peguei uns lencinhos da minha bolsa pra ele limpar o volante enquanto eu limpava a pica dele com a boca.
Mais relaxados, ajeitamos a roupa e ele me deixou perto de casa. Óbvio que não queria que ele soubesse onde eu morava. Ele pediu meu número, mas eu falei que se tivesse sorte a gente ia se encontrar de novo naquela balada. Me despedi dele com um beijo bem apaixonado e um aperto gostoso na bunda. Quase chegando em casa, mandei mensagem pras minhas amigas só pra confirmar que todas tinham chegado bem. Já dentro, me troquei e deitei. Meu marido perguntou:
- Como foi, amor? - mas sem virar
E eu, com um sorriso de orelha a orelha, só respondi:
- Foi ótimo, meu amor, espero poder dar outra escapadinha logo.
No dia seguinte, acordei de ressaca e continuei minha rotina de fazer café da manhã pro meu marido. Enquanto fazia, não parava de pensar no que tinha feito na noite anterior, sentia remorso, nunca pensei que faria uma coisa dessas. Pra tentar aliviar a culpa, comecei a pensar:
- "Bom, foi só umas chupadinhas"
Isso me fez sorrir. Quer dizer, se uma amiga, se me confessasse algo assim, eu teria respondido:
- "Pois é, foram umas chupadas tão boas que você até esgotou ele, kkkk"
Esse tipo de pensamento me ajudou a aguentar o dia.
Já de noite, meu marido tava com vontade e, enquanto a gente se aquecia, ele deixou claro que queria que eu chupasse ele. E eu, como uma boa esposinha, me preparei pra satisfazer ele. Mas quando tava prestes a começar o serviço, não consegui evitar de pensar na mamada que dei no garoto. Era uma diferença enorme: meu marido até tinha uma ereção, mas não dava pra comparar. Era relativamente aceitável, enquanto a do garoto tava duríssima, apontando pro céu. Mesmo assim, deixei esses pensamentos de lado e me dediquei de verdade.
Só que não passaram nem dois minutos e comecei a notar os sinais dele:
- Aaah... ahh... mm... Isso, mamãe... Tô quase... Ahhh...
E ele acabou inundando minha boca. "Inundando" é modo de dizer, porque foram só uns dois jatos, nada muito potentes. Ele relaxou enquanto eu limpava a boca com uma toalha e, suspirando, disse:
- Não consegui segurar, mamãe. Você chupa deliciosamente. Me dá uns minutos pra me recuperar e vou te foder até te encher todinha.
Eu só sorri e falei:
- Sim, meu amor, não se preocupa.
Mas já sabia o que vinha a seguir, e não me enganei. Em cinco minutos, ele já tava roncando do meu lado, me deixando na mão de novo.
Comecei a pensar como seria estar na cama com o garoto da noite anterior:
- "Com certeza aquele pau continuaria duríssimo pra continuar e me comer bem gostoso, uma vez atrás da outra. Uff, que tesão..."
Pensava nisso e, sem perceber, meus dedos já estavam acariciando minha buceta, desejosa de uma boa rola, e ela ficou toda molhada.
- "Hummm... Será que eu ficaria de quatro ou cavalgaria sem parar?... Hummm..."
Pensava enquanto as imagens se formavam na minha mente.
Quando tava perto de gozar, as imagens se intensificaram e, entre gemidos fortes (na minha mente), eu dizia:
- "Isso Papi...!!!! Me dá mais forte... não para... Ahhhh...!!! Me come gostoso como se quisesse rasgar minha buceta... Ahhhh...!!!
Naquele momento eu gozei tão gostoso e tão intenso que tive que morder meus lábios pra não gritar e acordar meu marido. Foi tão real na minha mente que quase dava pra sentir todo aquele leite quente enchendo completamente minha buceta, que pulsava de tão tesuda que eu tava. Nem me preocupei em limpar meus sucos vaginais, só enfiei a cara no travesseiro enquanto minha respiração voltava ao normal e comecei a cair num sono profundo.
Os dias passaram e eu segui minha vida, embora de vez em quando me viesse à cabeça o que tinha rolado naquela noite na balada. Já não sentia remorso, só encarei como um deslize, algo que jamais teria coragem de contar pra ninguém, porque pras minhas amigas e conhecidos eu sou uma mulher que, apesar de gostar de dançar e zoar, seria impensável eu me atrever a ficar com outro homem que não fosse meu marido. Não vou negar, sempre fui assim, mas sendo uma mulher insatisfeita, já olhava pros homens de outro jeito, mas não queria faltar com meu marido de novo.
Só que teve uma coisa que eu não esperava: uma das minhas amigas começou a organizar outra saída e, claro, me convidaram. No começo recusei, com medo de encontrar o garoto da outra noite e ele pensar que eu era daquelas mulheres que caçam novinhos pra satisfazer suas necessidades, mas no fim elas me convenceram.
Depois que atravessei aquela porta... não teve mais volta.
Ainda sinto aquele formigamento no corpo, aquele que você sente quando dá o passo definitivo. Confesso: me tornei uma esposa infiel por necessidade, mas aproveitei pra caralho e não me arrependo de nada.
Enquanto o dia da nossa saída chegava, eu me sentia distraída e nervosa pensando:
- "E se eu encontrar ele de novo?" "O que eu faço, finjo que não vi ou cumprimento como se nada tivesse acontecido?"
Esses e outros pensamentos me atormentavam, mas eu optei por Por improvisar, se chegasse a encontrar ele, que acontecesse o que tivesse que acontecer.
Quando chegou o sábado que combinamos, usei um vestido justo que meu marido adora como fica em mim. É meio curto, mas nunca incomodou ele, pelo contrário, acho que no fundo ele sempre gostou de exibir a mulher dele. Me despedi dele e fui pra casa de uma amiga esperar as outras (éramos 4 no grupinho) — um poker de rainhas, como a gente se chamava quando se juntava pra fofocar.
Quando chegamos, combinamos pra onde ir e respirei mais aliviada quando decidiram que a gente fosse pra outro lugar que recomendaram pra uma delas. Pelo visto, elas também precisavam sair da rotina e, assim como eu, eram relativamente novas nessa de sair sem os maridos.
Pedimos um Uber e, em questão de 20 minutos, já estávamos na frente daquele lugar.
Entramos e procuramos uma mesa. Tava bem cheio, mas conseguimos uma quase no fundo. Pedimos um balde de cervejas, brindamos com "saúde" e começamos a curtir a música e a bebida. Já no segundo balde, estávamos mais animadas e nos aventuramos a dançar ao redor da mesa, tocava música pop. O que me agradou foi que pouca gente prestava atenção na gente, e decidimos ir pra pista dançar.
Depois de várias músicas, pedi pra uma delas me acompanhar ao banheiro, mas quando voltamos, não vimos as outras e, oh, surpresa: estavam na mesa conversando com uns dois caras. Pelo que vimos, o papo tava bem animado porque elas estavam morrendo de rir. Minha amiga me disse:
— Olha, Patty, a gente não pode se afastar nem um pouquinho que essas já tão pegando.
Achei graça do comentário dela, mas falei que tava de boa, afinal, só estavam conversando. Ela concordou e fomos pra nossa mesa. Eles se apresentaram, mas como a mesa só tinha lugar pra quatro, eles disseram:
— Não queremos incomodar.
E fizeram menção de ir embora, mas minha amiga, a que foi comigo ao banheiro, falou: Nome, não se preocupem, a gente vai dançar!
E me puxa sutilmente pelo braço. Fomos dançar e enquanto conversávamos sobre isso:
- Cê acha que elas ficaram boladas por terem sido deixadas com aqueles caras? - perguntei
- Acho que não, porque estavam rindo pra caralho, além do mais parecem gente boa.
- Pois é, e com sorte ainda convencem eles a pagar a conta, hehehe
- Kkkk, caralho, Patty, tu é bem pão-dura
- O quê?! Não seria uma má ideia, afinal de contas.
Continuamos dançando e um cara se aproximou de mim, na faixa dos 40, igual a mim. Ele começou a dançar do meu lado, sorri pra ele como cumprimento e quando me dei conta, minha amiga me passou a perna de novo e sumiu. Só pensei:
- "Essa desgraçada vai ver quando eu pegar ela!"
Mas não tava brava, na verdade achei engraçado que agora era eu quem tinha ficado com o pepino. Quando a música acabou, ele se apresentou como "Roberto" e perguntou se podia me pagar uma bebida, respondi que sim e fui com ele até a mesa dele. Começamos a conversar sobre coisas bestas: "veio sozinha, o que faz, tem filhos, etc." Nas perguntas dele, só respondi com meu nome verdadeiro "Patrícia", sobre trabalho falei que às vezes por temporadas pra não ficar entediada (mas sem contar sobre meu trampo atual), e sobre filhos, aí sim menti descaradamente, falei que tinha dois moleques de 18 e 16 anos. A gente nunca deve se abrir demais, não se sabe as intenções de um estranho.
Ele me disse que era auditor de uma empresa, também casado com 3 filhos, mas que era de outra cidade e só tava ali por uns dias. Gostei dele, tipo, não era um Adônis, mas tinha um papo muito bom e além disso era bem alto, adoro homens altos. Continuamos conversando e bebendo, mas já era quase 3 da manhã e minhas amigas eu não via. Depois de um tempo, vi a Marisol dançando com um cara de uns trinta e poucos anos. Falei pro Roberto que já ia embora, ele disse que tudo bem, que foi um prazer me conhecer e tal.
Fui até minhas amigas na mesa de nós, e eu disse pra elas que já ia embora, mesmo elas insistindo pra eu esperar mais um pouquinho. Falei pra elas:
- "Moças, não se preocupem, vou pedir um táxi agora."
Elas aceitaram, mas não sem as recomendações de sempre:
- "Manda uma mensagem quando entrar no carro e quando chegar, qualquer coisa é só falar."
Eu disse que sim e voltei pro Roberto, falei pra ele se podia me acompanhar pra pegar um táxi, e ele, todo cavalheiro, aceitou, pagou a conta e me seguiu. Já na rua, ele disse que era meio perigoso eu procurar um táxi naquela hora, e que se eu quisesse, ele me levava em casa com o maior prazer, ou pelo menos me deixava perto, caso eu não quisesse que ele soubesse onde eu morava. Aceitei e fomos até o carro dele. Ele abriu a porta pra mim e senti uma roçada leve na bunda na hora de subir. Não liguei muito, pensei que fosse por causa das cervejas, que eu tava imaginando coisas. Mas, mesmo eu tendo bebido pouco, pelo menos na minha cabeça, quando o vento bateu, a bebida começou a subir de um jeito foda. Claro que eu ainda tava coordenando e tal, mas já tava começando a ficar bêbada. No caminho, a gente continuou conversando e ele me fazia rir com as piadas dele.
Toda vez que ele queria me falar alguma coisa, se aproximava, e eu fazia o mesmo pra ouvir. Quando me dei conta, ele já tava com a mão passando na minha perna de leve enquanto a gente conversava. Não liguei muito, pensei: "Bom, ele pagou a conta e vai me levar em casa, tudo bem, vou dar uma chance." De tanto conversar, a gente se desviou do caminho, e eu falei:
- "Nossa, por aqui não é, hein."
Ele, todo educado, respondeu:
- "Relaxa, já vou virar."
E virou mesmo. Me passou muita confiança. A gente continuou no papo, mas agora eu também tava batendo na perna dele ou passando a mão mesmo.
Num sinal, a gente ficou em silêncio, se olhando nos olhos, e começamos a nos beijar. Parecíamos dois adolescentes de vinte anos. Ele começou a apalpar meu corpo todo, e eu não fiquei por baixo: por cima da calça, comecei a passar a mão no volume dele. Dava pra sentir que tava duríssimo, e eu só pensava em como seria, se ele era grande. Grande.
O sinal fechou e, sem me falar nada, ele entrou num motel de beira de estrada que a gente tinha visto no caminho. Ele desceu, pagou, estacionou, abriu a porta pra mim e a gente começou a andar abraçado até o quarto. Admito que eu tava começando a ficar nervosa. No caminho, a gente cruzou com um casal que tava voltando, dava pra ver que a mulher era daquelas de "programa" pelo jeito que se vestia, e além disso ela era super peituda, até pensei "caralho, como é que essa mina não cai de boca?" Seguimos em frente e, quando chegamos no quarto, entramos.
Quando a porta fechou, a gente começou a se beijar, mas a verdade é que eu tava me sentindo meio estranha, e ele percebeu. Ele se afastou um pouco de mim, mas sem soltar o abraço, e falou: "Não se preocupa, Patty, a gente não vai fazer nada que você não queira. Se você não se sentir à vontade, a gente pode ir embora, eu vou entender." Isso, e o jeito que ele falou, me derreteu por completo. Sem dizer mais nada, comecei a beijar ele de novo. Isso foi o suficiente pra gente agora sim se percorrer o corpo inteiro enquanto se despia um ao outro. Fiquei só de sutiã e calcinha, ele de cueca box de lycra.
A gente se jogou na cama sem parar de se pegar. Ele desabotoou meu sutiã e começou a me beijar, chupar e brincar com meus peitos, que já tavam bem durinhos. Eu me senti muito tesuda. A gente tirou o que faltava (cueca e calcinha) e aí eu vi ele por completo: ereto, meio grosso e bem duro, já vazando um líquido pré-seminal. Ele começou a descer, beijando cada parte da minha barriga, ventre, até chegar na minha buceta.
Aí ele começou a lamber com delicadeza, enquanto não parava de acariciar meus peitos. Era incrível o que eu sentia, e eu não me segurei: segurei a cabeça dele, não queria que ele se desgrudasse nem por um segundo. Ele usava a língua com muita habilidade, acariciava minhas pernas ou minha bunda, mas sem descuidar do trabalho. Ele tava sendo incrível. Isso continuou por quase dez minutos, até que eu senti que ia gozar, e ele percebeu ao ouvir meus gemidos cada vez mais altos. intensos. Quase chegando lá, tentei afastá-lo, mas ele não se mexeu; pelo contrário, enterrou a língua o mais fundo que pôde, explorando cada milímetro da minha pussy e ¡¡¡Ahhh... Que gostosa... !!! ¡¡Gozei!! Foi um orgasmo como não tinha há muito tempo.
Afastei ele com cuidado, e ele entendeu o quanto eu estava sensível e se deitou ao meu lado enquanto eu me recuperava dessa gozada tremenda. Até falei, ofegante:
- Mmmmm... Ahhh... Valeu... você sabe mesmo como tratar uma mulher... Mmmm...
Ele sorriu pra mim e disse:
- Que bom que você gostou, essa era a ideia.
Respondi:
- Agora é minha vez...
Montei nele, peguei aquela yummy cock e coloquei na entrada da minha pussy, comecei a descer devagar até ficar sentada completamente em cima dele. Queria aproveitar ao máximo, queria me sentir cheia de novo, e então comecei com o sobe e desce lento pra me acostumar com aquela cock nova que estava me provando, e uffff que gostosa era a sensação quando enfiei ela toda, mmmm.
Depois de alguns minutos, comecei a cavalgá-lo cada vez mais forte enquanto meus peitos balançavam sem parar pra um lado e pro outro, dava pra ouvir aquele barulho conhecido que, pessoalmente, eu amo: "plaf... plaf... plaf... plaf..."
Eu apertava meus peitos e, se parava um segundo, era porque ele me puxava pra perto pra chupá-los gostosamente, e quando fazia isso, eu me mexia em círculos pra sentir aquela yummy cock por completo. Ficamos não sei quanto tempo assim, mas como tudo na vida nada é eterno, ele me disse entre ofegos:
- Ahhh... Vou gozar, rainha... Ahhh...
E não sei o que deu em mim, mas naquele momento fodi tudo e comecei a dar sentadas muito violentas, não tão rápidas, mas bem fortes, como se quisesse que ela chegasse até o útero, uffff que yummy cock estava me comendo, uffff.
A última sentada foi tão forte que só consegui me aproximar do rosto dele e nos beijamos como desesperados enquanto ele me segurava pelas nádegas e se esvaziava dentro de mim. enchendo-me de porra gostosa e me dando um segundo orgasmo de presente.
- Ahhhh... Ahhhh... Que delíciaaa...!!! - nós dois dizíamos.
Ficamos assim por uns minutos abraçados, eu em cima dele e ainda com o pedaço dele dentro de mim. Desmontei pra descansar um pouco. Levantei e fui ao banheiro me lavar e fazer minhas necessidades. Quando voltei, ele já tinha se limpo com um rolo que estava na cômoda e me disse:
- Você é incrível, Patty. Pronta pro próximo?
Eu fiquei com cara de "Como assim?!!" e vi a pica dele dura como há um tempão, pronta pra continuar. Sentei na cama enquanto juntava minha roupa pra me vestir e falei:
- Nossa, que loucura, Roberto!! Adoraria, mas já é tarde e tenho que ir pra casa, meu marido tá me esperando.
- hahahahaha - ele caiu na risada e disse - Tá bom, tudo bem.
Me senti meio mal porque, mesmo adorando continuar com ele e experimentar outras posições, precisava ir. Vi ele meio triste e resignado, então falei:
- Ei, não te retribuí o favor.
Ele ficou me olhando sem entender o que eu queria dizer, e eu me dirigi àquela pica gostosa que tinha me dado um orgasmo intenso. Ele sacou na hora o que eu ia fazer, acariciou meu rosto e passou um dedo pelos meus lábios. Comecei a chupar ele bem safada e falei:
- Tá bom, mas preciso de algo maior e mais grosso.
E sem enrolação, peguei a piroca dele e levei à boca. Primeiro brinquei com a glande, adorei dar linguadas naquela cabeçona. Ele acariciava minha cabeça, mas sem forçar a penetração, o que agradeci internamente. Detesto quando querem enfiar até o fundo, eu é que controlo isso. Comecei a meter na boca aos poucos, fazendo pressão o máximo que podia sem machucar ele com meus dentes. Salivei pra caralho pra ter uma lubrificação melhor, dava pra ver que tenho experiência em mamar, né? rsrs.
Acelerei as chupadas enquanto acariciava os ovos dele. Claro, com tanta saliva, era normal ouvir o "slurp... slurp... slurp!!". Fiquei assim por uns tempos. Uns 10 minutos eu calculava, mas como ele já tinha gozado uma boa quantidade dentro de mim, sabia que ia demorar mais pra gozar de novo. E mesmo adorando dar prazer com minha boquinha, o tempo tava passando e eu precisava me apressar. Então usei uma coisa que aprendi na vida: se tem algo que esquenta os homens é a gente se comportar feito uma puta na cama, com linguagem pesada... nega quem quiser... e foi o que fiz. Tirando a pica da boca de vez em quando, falava:
- Tá gostando, papai...?
- Mmm... aahh... Sim, mamãe...
- Do que você tá gostando? - e metia de novo na boca
- Ahhh... Do que você tá fazendo...
- E o que eu tô fazendo, hein...? Mmmm...
- Aahh... ahh... isso... sim, mamãe...
- Não sei, me fala, papai, fala com suas palavras que eu prometo que não vou ficar brava... Mmmm. mmm...
- Você me encanta... Mmm... Chupa gostoso pra caralho... Ahhhh...
- E o que eu tô chupando, papai? Vai, não se segura...
- A pica... Ahhh...!!! Tá chupando minha pica deliciosamente... Mmmm...!!!
- Tá gostando, papai... tá gostando... sou boa chupadora?
- Siiiim... adoro... você é uma verdadeira chupa-picas... Ahhh...!!!
- Tá gostando, safadinho... gosta que eu seja uma puta chupa-picas louca por porra quente?
- Mmm... mmm... Sim, chupa, vagabunda... Ahhh...!!! Se continuar assim, vai tirar tudo de mim... Ahhh!!!
- É isso que eu quero, papai... vai... me dá... me dá toda essa porra quente... Siiiim...!!
- Tô quase, mamãe... tô quase chegando... Mmmm...!!!
- Siiiiim... me dá... inunda minha boquinha com sua porra... eu preciso... quero minha porra!!
- Aaahhh... Aa.hh... mmm... Jááá...!!! Toma, vagabunda... Aí vai toda minha porra de putona... Ahhhhh...!!!
Achei que depois de ter gozado dentro de mim ele não ia soltar muita porra, mas me enganei. O filho da puta encheu minha boca com um monte de porra quente e, mesmo eu me esforçando pra engolir o máximo que podia pra não me afogar, foi impossível e escorreu pelo canto da boca. dos lábios e do queixo.
- Nossa, que bom leiteiro você me deu!!! E que delícia... Mmmmm...!!
Me limpei com papel higiênico e ele também fez o mesmo, e já mais calmo me disse:
- Uuff!! Isso foi brutal, você é realmente única, Patty.
Sorri para ele e falei:
- Obrigada, que bom que você gostou... era essa a intenção.
Ele começou a rir por eu usar as mesmas palavras dele.
Fui enxaguar a boca e começamos a nos vestir. 10 minutos depois já estávamos a caminho de casa, ele me deixou a algumas quadras, nos despedimos com um beijo muito safado e desci do carro. Andei alguns metros e quando virei, vi que ele ainda estava lá me olhando, então sorri, pisquei um olho e comecei a rebolar a bunda como se fosse uma puta. Era assim que eu me sentia e adorei essa sensação, até virar a esquina e seguir para casa.
Quando cheguei, mandei um WhatsApp no grupo das minhas amigas e disse:
- Esqueci de avisar, cheguei há um tempinho, tudo bem com vocês, meninas?
Minutos depois, uma delas respondeu dizendo que ainda estavam na balada, mas que já iam embora. Falei para tomarem cuidado. Subi pro meu quarto e meu marido estava roncando. Me troquei e dormi toda relaxada e feliz por aquela fodida gostosa que o Roberto me deu.
Na manhã seguinte, meu maridinho me perguntou como tinha sido e a que horas cheguei. Disse que umas 3h da manhã, e ele falou:
- Por isso! Eu dormi antes das 2h e você ainda não tinha chegado!
Fiz o café da manhã como sempre, mas dessa vez não tinha remorso ou culpa, e sim satisfação. O único pensamento que rondava minha cabeça era: "Preciso ir na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte."
Sim... eu tinha atravessado uma porta da qual não havia mais volta... Eu tinha me tornado uma ESPOSA INFIEL POR NECESSIDADE!!!
... E não me arrependo...
Sou uma mulher casada e atualmente tenho 40 anos, sem filhos por coisas do destino. Quanto ao meu físico, sou morena clara e, apesar da idade, ainda chamo a atenção dos homens. Embora eu tenha peitos grandes, o que mais se destaca em mim é minha bunda, porque tenho um rabo empinado.
Trabalho num supermercado daqueles que tem em qualquer cidade, onde tenho várias colegas e amigas.
No meu casamento, tudo seguia normal. Meu marido é engenheiro e, como não temos filhos, dá pra dizer que vivemos bem, e eu trabalho pra não me sentir inútil.
Infelizmente, há alguns meses meu marido desenvolveu diabetes. No começo foi difícil lidar com as mudanças na alimentação e nos cuidados, mas o mais preocupante é que ele não leva muito a sério se cuidar e não aceita que não pode beber. Embora não beba mais como antes, ainda toma umas, e pelo que descobri, quando não está em casa, não cuida muito da alimentação. Por isso tivemos várias discussões.
Isso começou a afetar a saúde dele e acabou nos afetando na intimidade. Ele não é mais o mesmo homem que me satisfazia completamente na cama. Se transávamos uma vez por semana era muito, e às vezes ele nem conseguia me fazer gozar, mas eu preferia fingir que ele ainda dava conta pra não deixá-lo mal. Considerando que ele me acostumou a transar quase todo dia por anos, foi uma mudança radical pra mim.
Com o passar das semanas, eu me sentia cada vez mais frustrada sexualmente. E, embora ainda o ame, tenho minhas necessidades. Tentei me consolar com brinquedos que comprei escondido dele pra me masturbar. No começo foram bem úteis, mas com o tempo percebi que precisava de mais. Precisava me sentir desejada e amada de novo, precisava sentir uma boa foda.
Meu desejo chegou a tal ponto que, quando saía e usava óculos escuros, aproveitava pra olhar os caras. os homens e imaginar como eram grandes os paus deles sem que eles percebessem meus olhares cheios de desejo.
Há alguns meses, saí com um grupo de amigas para tomar uma dose numa balada, nos divertimos pra caralho, cada uma arranjou um parceiro de dança e, como se fôssemos novinhas, topamos que eles nos levassem pra casa, cada uma no seu carro, mas sempre em contato caso alguma se sentisse em perigo.
No caminho pra casa, com umas doses na cabeça e o tesão à flor da pele, comecei a brincar com o cara com quem fui. Era um rapaz de 35 anos, muito gostoso, que insistia pra irmos pra outro lugar "mais privado", mas eu disse que já era tarde e meu marido estava me esperando em casa. Ele insistiu e, vendo que eu não cedia, falou:
- Não me deixa assim, olha como você me deixou!!
E eu toquei no pau dele e tava durasso. Em cada semáforo, a gente aproveitava pra se beijar e se acariciar, ele passava a mão em mim por todo lado e eu tava super tarada. Só respondi:
- Ok, para mais adiante, porque aqui passa muito carro
Não demorou nada pra ele achar uma rua pouco movimentada e, ao estacionar, continuamos a putaria ali mesmo, já de forma mais descarada. Peguei aquele pedaço de carne super duro e ele não parava de agarrar meus peitos e minha bunda enquanto a gente se beijava com paixão.
Sem parar de nos beijar, desabotoei a calça dele e ele me ajudou a abaixar pra eu poder acariciar o pau dele diretamente, e não só por cima. Era de tamanho normal, nem muito grande nem muito pequeno, mas naquele momento me parecia mais que perfeito.
Senti uma pressãozinha na nuca e sabia o que ele queria, então não fiz muito charme e, sem mais, abaixei a cabeça até aquele pau que apontava pro céu. Dei uns beijinhos tímidos e da cabeça dele dava pra ver saindo uma babinha pré-seminal que me deu água na boca e me deixou mais tesuda, então decidi levar ele à boca e comecei a chupar, primeiro devagar e depois com mais vontade, tanto que fazia uns barulhos características de boqueteira "slurp... slurp... slurp..." babando tudo pra ficar bem lubrificado. Tava adorando chupar aquela pica e sentia a buceta tão quente que também queria provar. Depois de uns minutos, tirei da boca e falei:
- Quando for gozar, me avisa, hein
Ele só balançou a cabeça e eu voltei com mais vontade de enfiar a pica toda na minha boquinha, tava tão tesuda que se ele resolvesse me encher de porra quente não ia me importar nada, ia engolir tudo. Quando ele tava quase terminando, só conseguiu falar:
- Já... já... Ahhhhh...
E uns jatos fortes de porra saíram daquela pica gostosa que eu tava chupando. Eu me afastei, inclinei ele pra não sujar a roupa da gente, mas o volante e parte do painel levaram aquele leite todo. Peguei uns lencinhos da minha bolsa pra ele limpar o volante enquanto eu limpava a pica dele com a boca.
Mais relaxados, ajeitamos a roupa e ele me deixou perto de casa. Óbvio que não queria que ele soubesse onde eu morava. Ele pediu meu número, mas eu falei que se tivesse sorte a gente ia se encontrar de novo naquela balada. Me despedi dele com um beijo bem apaixonado e um aperto gostoso na bunda. Quase chegando em casa, mandei mensagem pras minhas amigas só pra confirmar que todas tinham chegado bem. Já dentro, me troquei e deitei. Meu marido perguntou:
- Como foi, amor? - mas sem virar
E eu, com um sorriso de orelha a orelha, só respondi:
- Foi ótimo, meu amor, espero poder dar outra escapadinha logo.
No dia seguinte, acordei de ressaca e continuei minha rotina de fazer café da manhã pro meu marido. Enquanto fazia, não parava de pensar no que tinha feito na noite anterior, sentia remorso, nunca pensei que faria uma coisa dessas. Pra tentar aliviar a culpa, comecei a pensar:
- "Bom, foi só umas chupadinhas"
Isso me fez sorrir. Quer dizer, se uma amiga, se me confessasse algo assim, eu teria respondido:
- "Pois é, foram umas chupadas tão boas que você até esgotou ele, kkkk"
Esse tipo de pensamento me ajudou a aguentar o dia.
Já de noite, meu marido tava com vontade e, enquanto a gente se aquecia, ele deixou claro que queria que eu chupasse ele. E eu, como uma boa esposinha, me preparei pra satisfazer ele. Mas quando tava prestes a começar o serviço, não consegui evitar de pensar na mamada que dei no garoto. Era uma diferença enorme: meu marido até tinha uma ereção, mas não dava pra comparar. Era relativamente aceitável, enquanto a do garoto tava duríssima, apontando pro céu. Mesmo assim, deixei esses pensamentos de lado e me dediquei de verdade.
Só que não passaram nem dois minutos e comecei a notar os sinais dele:
- Aaah... ahh... mm... Isso, mamãe... Tô quase... Ahhh...
E ele acabou inundando minha boca. "Inundando" é modo de dizer, porque foram só uns dois jatos, nada muito potentes. Ele relaxou enquanto eu limpava a boca com uma toalha e, suspirando, disse:
- Não consegui segurar, mamãe. Você chupa deliciosamente. Me dá uns minutos pra me recuperar e vou te foder até te encher todinha.
Eu só sorri e falei:
- Sim, meu amor, não se preocupa.
Mas já sabia o que vinha a seguir, e não me enganei. Em cinco minutos, ele já tava roncando do meu lado, me deixando na mão de novo.
Comecei a pensar como seria estar na cama com o garoto da noite anterior:
- "Com certeza aquele pau continuaria duríssimo pra continuar e me comer bem gostoso, uma vez atrás da outra. Uff, que tesão..."
Pensava nisso e, sem perceber, meus dedos já estavam acariciando minha buceta, desejosa de uma boa rola, e ela ficou toda molhada.
- "Hummm... Será que eu ficaria de quatro ou cavalgaria sem parar?... Hummm..."
Pensava enquanto as imagens se formavam na minha mente.
Quando tava perto de gozar, as imagens se intensificaram e, entre gemidos fortes (na minha mente), eu dizia:
- "Isso Papi...!!!! Me dá mais forte... não para... Ahhhh...!!! Me come gostoso como se quisesse rasgar minha buceta... Ahhhh...!!!
Naquele momento eu gozei tão gostoso e tão intenso que tive que morder meus lábios pra não gritar e acordar meu marido. Foi tão real na minha mente que quase dava pra sentir todo aquele leite quente enchendo completamente minha buceta, que pulsava de tão tesuda que eu tava. Nem me preocupei em limpar meus sucos vaginais, só enfiei a cara no travesseiro enquanto minha respiração voltava ao normal e comecei a cair num sono profundo.
Os dias passaram e eu segui minha vida, embora de vez em quando me viesse à cabeça o que tinha rolado naquela noite na balada. Já não sentia remorso, só encarei como um deslize, algo que jamais teria coragem de contar pra ninguém, porque pras minhas amigas e conhecidos eu sou uma mulher que, apesar de gostar de dançar e zoar, seria impensável eu me atrever a ficar com outro homem que não fosse meu marido. Não vou negar, sempre fui assim, mas sendo uma mulher insatisfeita, já olhava pros homens de outro jeito, mas não queria faltar com meu marido de novo.
Só que teve uma coisa que eu não esperava: uma das minhas amigas começou a organizar outra saída e, claro, me convidaram. No começo recusei, com medo de encontrar o garoto da outra noite e ele pensar que eu era daquelas mulheres que caçam novinhos pra satisfazer suas necessidades, mas no fim elas me convenceram.
Depois que atravessei aquela porta... não teve mais volta.
Ainda sinto aquele formigamento no corpo, aquele que você sente quando dá o passo definitivo. Confesso: me tornei uma esposa infiel por necessidade, mas aproveitei pra caralho e não me arrependo de nada.
Enquanto o dia da nossa saída chegava, eu me sentia distraída e nervosa pensando:
- "E se eu encontrar ele de novo?" "O que eu faço, finjo que não vi ou cumprimento como se nada tivesse acontecido?"
Esses e outros pensamentos me atormentavam, mas eu optei por Por improvisar, se chegasse a encontrar ele, que acontecesse o que tivesse que acontecer.
Quando chegou o sábado que combinamos, usei um vestido justo que meu marido adora como fica em mim. É meio curto, mas nunca incomodou ele, pelo contrário, acho que no fundo ele sempre gostou de exibir a mulher dele. Me despedi dele e fui pra casa de uma amiga esperar as outras (éramos 4 no grupinho) — um poker de rainhas, como a gente se chamava quando se juntava pra fofocar.
Quando chegamos, combinamos pra onde ir e respirei mais aliviada quando decidiram que a gente fosse pra outro lugar que recomendaram pra uma delas. Pelo visto, elas também precisavam sair da rotina e, assim como eu, eram relativamente novas nessa de sair sem os maridos.
Pedimos um Uber e, em questão de 20 minutos, já estávamos na frente daquele lugar.
Entramos e procuramos uma mesa. Tava bem cheio, mas conseguimos uma quase no fundo. Pedimos um balde de cervejas, brindamos com "saúde" e começamos a curtir a música e a bebida. Já no segundo balde, estávamos mais animadas e nos aventuramos a dançar ao redor da mesa, tocava música pop. O que me agradou foi que pouca gente prestava atenção na gente, e decidimos ir pra pista dançar.
Depois de várias músicas, pedi pra uma delas me acompanhar ao banheiro, mas quando voltamos, não vimos as outras e, oh, surpresa: estavam na mesa conversando com uns dois caras. Pelo que vimos, o papo tava bem animado porque elas estavam morrendo de rir. Minha amiga me disse:
— Olha, Patty, a gente não pode se afastar nem um pouquinho que essas já tão pegando.
Achei graça do comentário dela, mas falei que tava de boa, afinal, só estavam conversando. Ela concordou e fomos pra nossa mesa. Eles se apresentaram, mas como a mesa só tinha lugar pra quatro, eles disseram:
— Não queremos incomodar.
E fizeram menção de ir embora, mas minha amiga, a que foi comigo ao banheiro, falou: Nome, não se preocupem, a gente vai dançar!
E me puxa sutilmente pelo braço. Fomos dançar e enquanto conversávamos sobre isso:
- Cê acha que elas ficaram boladas por terem sido deixadas com aqueles caras? - perguntei
- Acho que não, porque estavam rindo pra caralho, além do mais parecem gente boa.
- Pois é, e com sorte ainda convencem eles a pagar a conta, hehehe
- Kkkk, caralho, Patty, tu é bem pão-dura
- O quê?! Não seria uma má ideia, afinal de contas.
Continuamos dançando e um cara se aproximou de mim, na faixa dos 40, igual a mim. Ele começou a dançar do meu lado, sorri pra ele como cumprimento e quando me dei conta, minha amiga me passou a perna de novo e sumiu. Só pensei:
- "Essa desgraçada vai ver quando eu pegar ela!"
Mas não tava brava, na verdade achei engraçado que agora era eu quem tinha ficado com o pepino. Quando a música acabou, ele se apresentou como "Roberto" e perguntou se podia me pagar uma bebida, respondi que sim e fui com ele até a mesa dele. Começamos a conversar sobre coisas bestas: "veio sozinha, o que faz, tem filhos, etc." Nas perguntas dele, só respondi com meu nome verdadeiro "Patrícia", sobre trabalho falei que às vezes por temporadas pra não ficar entediada (mas sem contar sobre meu trampo atual), e sobre filhos, aí sim menti descaradamente, falei que tinha dois moleques de 18 e 16 anos. A gente nunca deve se abrir demais, não se sabe as intenções de um estranho.
Ele me disse que era auditor de uma empresa, também casado com 3 filhos, mas que era de outra cidade e só tava ali por uns dias. Gostei dele, tipo, não era um Adônis, mas tinha um papo muito bom e além disso era bem alto, adoro homens altos. Continuamos conversando e bebendo, mas já era quase 3 da manhã e minhas amigas eu não via. Depois de um tempo, vi a Marisol dançando com um cara de uns trinta e poucos anos. Falei pro Roberto que já ia embora, ele disse que tudo bem, que foi um prazer me conhecer e tal.
Fui até minhas amigas na mesa de nós, e eu disse pra elas que já ia embora, mesmo elas insistindo pra eu esperar mais um pouquinho. Falei pra elas:
- "Moças, não se preocupem, vou pedir um táxi agora."
Elas aceitaram, mas não sem as recomendações de sempre:
- "Manda uma mensagem quando entrar no carro e quando chegar, qualquer coisa é só falar."
Eu disse que sim e voltei pro Roberto, falei pra ele se podia me acompanhar pra pegar um táxi, e ele, todo cavalheiro, aceitou, pagou a conta e me seguiu. Já na rua, ele disse que era meio perigoso eu procurar um táxi naquela hora, e que se eu quisesse, ele me levava em casa com o maior prazer, ou pelo menos me deixava perto, caso eu não quisesse que ele soubesse onde eu morava. Aceitei e fomos até o carro dele. Ele abriu a porta pra mim e senti uma roçada leve na bunda na hora de subir. Não liguei muito, pensei que fosse por causa das cervejas, que eu tava imaginando coisas. Mas, mesmo eu tendo bebido pouco, pelo menos na minha cabeça, quando o vento bateu, a bebida começou a subir de um jeito foda. Claro que eu ainda tava coordenando e tal, mas já tava começando a ficar bêbada. No caminho, a gente continuou conversando e ele me fazia rir com as piadas dele.
Toda vez que ele queria me falar alguma coisa, se aproximava, e eu fazia o mesmo pra ouvir. Quando me dei conta, ele já tava com a mão passando na minha perna de leve enquanto a gente conversava. Não liguei muito, pensei: "Bom, ele pagou a conta e vai me levar em casa, tudo bem, vou dar uma chance." De tanto conversar, a gente se desviou do caminho, e eu falei:
- "Nossa, por aqui não é, hein."
Ele, todo educado, respondeu:
- "Relaxa, já vou virar."
E virou mesmo. Me passou muita confiança. A gente continuou no papo, mas agora eu também tava batendo na perna dele ou passando a mão mesmo.
Num sinal, a gente ficou em silêncio, se olhando nos olhos, e começamos a nos beijar. Parecíamos dois adolescentes de vinte anos. Ele começou a apalpar meu corpo todo, e eu não fiquei por baixo: por cima da calça, comecei a passar a mão no volume dele. Dava pra sentir que tava duríssimo, e eu só pensava em como seria, se ele era grande. Grande.
O sinal fechou e, sem me falar nada, ele entrou num motel de beira de estrada que a gente tinha visto no caminho. Ele desceu, pagou, estacionou, abriu a porta pra mim e a gente começou a andar abraçado até o quarto. Admito que eu tava começando a ficar nervosa. No caminho, a gente cruzou com um casal que tava voltando, dava pra ver que a mulher era daquelas de "programa" pelo jeito que se vestia, e além disso ela era super peituda, até pensei "caralho, como é que essa mina não cai de boca?" Seguimos em frente e, quando chegamos no quarto, entramos.
Quando a porta fechou, a gente começou a se beijar, mas a verdade é que eu tava me sentindo meio estranha, e ele percebeu. Ele se afastou um pouco de mim, mas sem soltar o abraço, e falou: "Não se preocupa, Patty, a gente não vai fazer nada que você não queira. Se você não se sentir à vontade, a gente pode ir embora, eu vou entender." Isso, e o jeito que ele falou, me derreteu por completo. Sem dizer mais nada, comecei a beijar ele de novo. Isso foi o suficiente pra gente agora sim se percorrer o corpo inteiro enquanto se despia um ao outro. Fiquei só de sutiã e calcinha, ele de cueca box de lycra.
A gente se jogou na cama sem parar de se pegar. Ele desabotoou meu sutiã e começou a me beijar, chupar e brincar com meus peitos, que já tavam bem durinhos. Eu me senti muito tesuda. A gente tirou o que faltava (cueca e calcinha) e aí eu vi ele por completo: ereto, meio grosso e bem duro, já vazando um líquido pré-seminal. Ele começou a descer, beijando cada parte da minha barriga, ventre, até chegar na minha buceta.
Aí ele começou a lamber com delicadeza, enquanto não parava de acariciar meus peitos. Era incrível o que eu sentia, e eu não me segurei: segurei a cabeça dele, não queria que ele se desgrudasse nem por um segundo. Ele usava a língua com muita habilidade, acariciava minhas pernas ou minha bunda, mas sem descuidar do trabalho. Ele tava sendo incrível. Isso continuou por quase dez minutos, até que eu senti que ia gozar, e ele percebeu ao ouvir meus gemidos cada vez mais altos. intensos. Quase chegando lá, tentei afastá-lo, mas ele não se mexeu; pelo contrário, enterrou a língua o mais fundo que pôde, explorando cada milímetro da minha pussy e ¡¡¡Ahhh... Que gostosa... !!! ¡¡Gozei!! Foi um orgasmo como não tinha há muito tempo.
Afastei ele com cuidado, e ele entendeu o quanto eu estava sensível e se deitou ao meu lado enquanto eu me recuperava dessa gozada tremenda. Até falei, ofegante:
- Mmmmm... Ahhh... Valeu... você sabe mesmo como tratar uma mulher... Mmmm...
Ele sorriu pra mim e disse:
- Que bom que você gostou, essa era a ideia.
Respondi:
- Agora é minha vez...
Montei nele, peguei aquela yummy cock e coloquei na entrada da minha pussy, comecei a descer devagar até ficar sentada completamente em cima dele. Queria aproveitar ao máximo, queria me sentir cheia de novo, e então comecei com o sobe e desce lento pra me acostumar com aquela cock nova que estava me provando, e uffff que gostosa era a sensação quando enfiei ela toda, mmmm.
Depois de alguns minutos, comecei a cavalgá-lo cada vez mais forte enquanto meus peitos balançavam sem parar pra um lado e pro outro, dava pra ouvir aquele barulho conhecido que, pessoalmente, eu amo: "plaf... plaf... plaf... plaf..."
Eu apertava meus peitos e, se parava um segundo, era porque ele me puxava pra perto pra chupá-los gostosamente, e quando fazia isso, eu me mexia em círculos pra sentir aquela yummy cock por completo. Ficamos não sei quanto tempo assim, mas como tudo na vida nada é eterno, ele me disse entre ofegos:
- Ahhh... Vou gozar, rainha... Ahhh...
E não sei o que deu em mim, mas naquele momento fodi tudo e comecei a dar sentadas muito violentas, não tão rápidas, mas bem fortes, como se quisesse que ela chegasse até o útero, uffff que yummy cock estava me comendo, uffff.
A última sentada foi tão forte que só consegui me aproximar do rosto dele e nos beijamos como desesperados enquanto ele me segurava pelas nádegas e se esvaziava dentro de mim. enchendo-me de porra gostosa e me dando um segundo orgasmo de presente.
- Ahhhh... Ahhhh... Que delíciaaa...!!! - nós dois dizíamos.
Ficamos assim por uns minutos abraçados, eu em cima dele e ainda com o pedaço dele dentro de mim. Desmontei pra descansar um pouco. Levantei e fui ao banheiro me lavar e fazer minhas necessidades. Quando voltei, ele já tinha se limpo com um rolo que estava na cômoda e me disse:
- Você é incrível, Patty. Pronta pro próximo?
Eu fiquei com cara de "Como assim?!!" e vi a pica dele dura como há um tempão, pronta pra continuar. Sentei na cama enquanto juntava minha roupa pra me vestir e falei:
- Nossa, que loucura, Roberto!! Adoraria, mas já é tarde e tenho que ir pra casa, meu marido tá me esperando.
- hahahahaha - ele caiu na risada e disse - Tá bom, tudo bem.
Me senti meio mal porque, mesmo adorando continuar com ele e experimentar outras posições, precisava ir. Vi ele meio triste e resignado, então falei:
- Ei, não te retribuí o favor.
Ele ficou me olhando sem entender o que eu queria dizer, e eu me dirigi àquela pica gostosa que tinha me dado um orgasmo intenso. Ele sacou na hora o que eu ia fazer, acariciou meu rosto e passou um dedo pelos meus lábios. Comecei a chupar ele bem safada e falei:
- Tá bom, mas preciso de algo maior e mais grosso.
E sem enrolação, peguei a piroca dele e levei à boca. Primeiro brinquei com a glande, adorei dar linguadas naquela cabeçona. Ele acariciava minha cabeça, mas sem forçar a penetração, o que agradeci internamente. Detesto quando querem enfiar até o fundo, eu é que controlo isso. Comecei a meter na boca aos poucos, fazendo pressão o máximo que podia sem machucar ele com meus dentes. Salivei pra caralho pra ter uma lubrificação melhor, dava pra ver que tenho experiência em mamar, né? rsrs.
Acelerei as chupadas enquanto acariciava os ovos dele. Claro, com tanta saliva, era normal ouvir o "slurp... slurp... slurp!!". Fiquei assim por uns tempos. Uns 10 minutos eu calculava, mas como ele já tinha gozado uma boa quantidade dentro de mim, sabia que ia demorar mais pra gozar de novo. E mesmo adorando dar prazer com minha boquinha, o tempo tava passando e eu precisava me apressar. Então usei uma coisa que aprendi na vida: se tem algo que esquenta os homens é a gente se comportar feito uma puta na cama, com linguagem pesada... nega quem quiser... e foi o que fiz. Tirando a pica da boca de vez em quando, falava:
- Tá gostando, papai...?
- Mmm... aahh... Sim, mamãe...
- Do que você tá gostando? - e metia de novo na boca
- Ahhh... Do que você tá fazendo...
- E o que eu tô fazendo, hein...? Mmmm...
- Aahh... ahh... isso... sim, mamãe...
- Não sei, me fala, papai, fala com suas palavras que eu prometo que não vou ficar brava... Mmmm. mmm...
- Você me encanta... Mmm... Chupa gostoso pra caralho... Ahhhh...
- E o que eu tô chupando, papai? Vai, não se segura...
- A pica... Ahhh...!!! Tá chupando minha pica deliciosamente... Mmmm...!!!
- Tá gostando, papai... tá gostando... sou boa chupadora?
- Siiiim... adoro... você é uma verdadeira chupa-picas... Ahhh...!!!
- Tá gostando, safadinho... gosta que eu seja uma puta chupa-picas louca por porra quente?
- Mmm... mmm... Sim, chupa, vagabunda... Ahhh...!!! Se continuar assim, vai tirar tudo de mim... Ahhh!!!
- É isso que eu quero, papai... vai... me dá... me dá toda essa porra quente... Siiiim...!!
- Tô quase, mamãe... tô quase chegando... Mmmm...!!!
- Siiiiim... me dá... inunda minha boquinha com sua porra... eu preciso... quero minha porra!!
- Aaahhh... Aa.hh... mmm... Jááá...!!! Toma, vagabunda... Aí vai toda minha porra de putona... Ahhhhh...!!!
Achei que depois de ter gozado dentro de mim ele não ia soltar muita porra, mas me enganei. O filho da puta encheu minha boca com um monte de porra quente e, mesmo eu me esforçando pra engolir o máximo que podia pra não me afogar, foi impossível e escorreu pelo canto da boca. dos lábios e do queixo.
- Nossa, que bom leiteiro você me deu!!! E que delícia... Mmmmm...!!
Me limpei com papel higiênico e ele também fez o mesmo, e já mais calmo me disse:
- Uuff!! Isso foi brutal, você é realmente única, Patty.
Sorri para ele e falei:
- Obrigada, que bom que você gostou... era essa a intenção.
Ele começou a rir por eu usar as mesmas palavras dele.
Fui enxaguar a boca e começamos a nos vestir. 10 minutos depois já estávamos a caminho de casa, ele me deixou a algumas quadras, nos despedimos com um beijo muito safado e desci do carro. Andei alguns metros e quando virei, vi que ele ainda estava lá me olhando, então sorri, pisquei um olho e comecei a rebolar a bunda como se fosse uma puta. Era assim que eu me sentia e adorei essa sensação, até virar a esquina e seguir para casa.
Quando cheguei, mandei um WhatsApp no grupo das minhas amigas e disse:
- Esqueci de avisar, cheguei há um tempinho, tudo bem com vocês, meninas?
Minutos depois, uma delas respondeu dizendo que ainda estavam na balada, mas que já iam embora. Falei para tomarem cuidado. Subi pro meu quarto e meu marido estava roncando. Me troquei e dormi toda relaxada e feliz por aquela fodida gostosa que o Roberto me deu.
Na manhã seguinte, meu maridinho me perguntou como tinha sido e a que horas cheguei. Disse que umas 3h da manhã, e ele falou:
- Por isso! Eu dormi antes das 2h e você ainda não tinha chegado!
Fiz o café da manhã como sempre, mas dessa vez não tinha remorso ou culpa, e sim satisfação. O único pensamento que rondava minha cabeça era: "Preciso ir na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte."
Sim... eu tinha atravessado uma porta da qual não havia mais volta... Eu tinha me tornado uma ESPOSA INFIEL POR NECESSIDADE!!!
... E não me arrependo...
2 comentários - Esposa infiel por necesidad
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