Bem-vindos. Hoje à tarde fui no supermercado. Quando entrei na fila pra pagar, a caixa, depois de me cumprimentar, me perguntou se eu podia colocar a placa de que depois de mim ela fechava. Respondi que sim, ela me deu a placa e disse que eu era o último. Ela atendeu as duas pessoas na minha frente e chegou minha vez. "Oi de novo", ela disse toda simpática. Respondi o cumprimento e enquanto passava minhas compras, começou a conversar. No começo, achei que era só simpatia, mas logo foi direto ao ponto. Perguntou: "Tem que fazer alguma coisa agora?" Surpreso, respondi que não. "Ahh, que bom", ela disse, me olhando e dando um sorrisão. Falou o valor, e completou: "Eu também não tenho nada pra fazer e não quero ficar sozinha em casa. Vamos tomar uma cerveja?" "Sim!", respondi. "Me espera 15 minutos que te encontro na entrada." "Beleza, te espero", ela disse e começou a contar o dinheiro. Fui até o lugar combinado e esperei. Uns 20 minutos depois, ela apareceu, me cumprimentou de novo, mas dessa vez os lábios dela roçaram os meus quando me beijou. "Bora pegar a cerveja?" "Sim", respondi. Ela quis me dar dinheiro pra comprar, mas falei que eu comprava e a gente via depois. "Ok", e entrei de novo pra comprar. Quando voltei, falei que precisava ir em casa pra colocar as compras na geladeira. "Beleza, vamos", ela disse, me pegou pelo braço e fomos. Nos apresentamos e ela disse que fazia um tempo que me via e queria me chamar pra tomar algo. Chegamos em casa, coloquei as compras na geladeira e abri as cervejas. Convidei ela pra sentar. Ela tava de saia jeans e blusa azul justa. Sentou e, de forma safada, fingiu se atrapalhar ao sentar, mostrando um pouco das coxas. "Oops", disse e se desculpou. Começamos a beber e a conversa foi esquentando cada vez mais. "Vou no banheiro", falei... "Hummm, te acompanho?" E ela apoiou a mão na minha barriga de um jeito que a ponta dos dedos tocava a pica. "Vai, me ajuda a mijar." "Hummm, beleza, vamos", e fomos. Quando entramos no banheiro, ela disse: "Não faz nada, eu te ajudo." Levantou a saia e puxou uma das tetas pra fora. "Olha, cê gosta?", perguntou, e na sequência disse: "Deixa eu te ajudar." Puxou a pica pra fora da calça, olhou pra ela, correu a pele da cabecinha bem devagar... Prazerosa, segurou ele e disse: "mija, mija, eu seguro". Ao mesmo tempo, se tocava nos peitos e, com a outra mão, usava a palavra: buceta, sem tirar a calcinha branca. "Você gosta disso? Adoro ajudar os caras a mijar, sabia?" "Ahh, sim, é seu", eu disse. "Continua mijando." Ela, rindo, me via mijar. "Já foi", eu falei. "Sacode ele." "Ok." Ela sacudiu por uns segundos, ajoelhou e disse: "Agora vou dar uns beijinhos." E fez. Com o polegar e o mindinho, pegou a pica, beijou a ponta, passou a língua e enfiou a cabeça só na boca, me olhando. Apertava com a boca e a língua percorria toda a cabeça. Foram só alguns segundos. Logo se levantou e guardou. "Chega por agora, depois a gente continua. Se prepara. Agora vamos continuar tomando cerveja." Antes de abaixar a saia, pegou minha mão e colocou na buceta dela. Aproveitei, puxei a calcinha de lado — ela não esperava. "Uhhh, que buceta divina", falei. Ela perguntou se eu gostava. "Siiim." "Bom, depois talvez seja sua." Abaixou a saia, guardou o peito e voltamos a tomar cerveja... continua.
Bem-vindos. Hoje à tarde fui no supermercado. Quando entrei na fila pra pagar, a caixa, depois de me cumprimentar, me perguntou se eu podia colocar a placa de que depois de mim ela fechava. Respondi que sim, ela me deu a placa e disse que eu era o último. Ela atendeu as duas pessoas na minha frente e chegou minha vez. "Oi de novo", ela disse toda simpática. Respondi o cumprimento e enquanto passava minhas compras, começou a conversar. No começo, achei que era só simpatia, mas logo foi direto ao ponto. Perguntou: "Tem que fazer alguma coisa agora?" Surpreso, respondi que não. "Ahh, que bom", ela disse, me olhando e dando um sorrisão. Falou o valor, e completou: "Eu também não tenho nada pra fazer e não quero ficar sozinha em casa. Vamos tomar uma cerveja?" "Sim!", respondi. "Me espera 15 minutos que te encontro na entrada." "Beleza, te espero", ela disse e começou a contar o dinheiro. Fui até o lugar combinado e esperei. Uns 20 minutos depois, ela apareceu, me cumprimentou de novo, mas dessa vez os lábios dela roçaram os meus quando me beijou. "Bora pegar a cerveja?" "Sim", respondi. Ela quis me dar dinheiro pra comprar, mas falei que eu comprava e a gente via depois. "Ok", e entrei de novo pra comprar. Quando voltei, falei que precisava ir em casa pra colocar as compras na geladeira. "Beleza, vamos", ela disse, me pegou pelo braço e fomos. Nos apresentamos e ela disse que fazia um tempo que me via e queria me chamar pra tomar algo. Chegamos em casa, coloquei as compras na geladeira e abri as cervejas. Convidei ela pra sentar. Ela tava de saia jeans e blusa azul justa. Sentou e, de forma safada, fingiu se atrapalhar ao sentar, mostrando um pouco das coxas. "Oops", disse e se desculpou. Começamos a beber e a conversa foi esquentando cada vez mais. "Vou no banheiro", falei... "Hummm, te acompanho?" E ela apoiou a mão na minha barriga de um jeito que a ponta dos dedos tocava a pica. "Vai, me ajuda a mijar." "Hummm, beleza, vamos", e fomos. Quando entramos no banheiro, ela disse: "Não faz nada, eu te ajudo." Levantou a saia e puxou uma das tetas pra fora. "Olha, cê gosta?", perguntou, e na sequência disse: "Deixa eu te ajudar." Puxou a pica pra fora da calça, olhou pra ela, correu a pele da cabecinha bem devagar... Prazerosa, segurou ele e disse: "mija, mija, eu seguro". Ao mesmo tempo, se tocava nos peitos e, com a outra mão, usava a palavra: buceta, sem tirar a calcinha branca. "Você gosta disso? Adoro ajudar os caras a mijar, sabia?" "Ahh, sim, é seu", eu disse. "Continua mijando." Ela, rindo, me via mijar. "Já foi", eu falei. "Sacode ele." "Ok." Ela sacudiu por uns segundos, ajoelhou e disse: "Agora vou dar uns beijinhos." E fez. Com o polegar e o mindinho, pegou a pica, beijou a ponta, passou a língua e enfiou a cabeça só na boca, me olhando. Apertava com a boca e a língua percorria toda a cabeça. Foram só alguns segundos. Logo se levantou e guardou. "Chega por agora, depois a gente continua. Se prepara. Agora vamos continuar tomando cerveja." Antes de abaixar a saia, pegou minha mão e colocou na buceta dela. Aproveitei, puxei a calcinha de lado — ela não esperava. "Uhhh, que buceta divina", falei. Ela perguntou se eu gostava. "Siiim." "Bom, depois talvez seja sua." Abaixou a saia, guardou o peito e voltamos a tomar cerveja... continua.
1 comentários - Aventura com a caixa do supermercado