O jantar tinha virado um tormento, eu precisava voltar pro hotel e curtir aquelas milf, e sabia que elas estavam na mesma vibe que eu. A noite inteira na mesa, as mãos delas tocavam minhas pernas. Depois de uma sobremesa interminável, finalmente voltamos pro hotel. Nos despedimos no lobby e, quando estávamos indo pro elevador, a Silvina falou que ela e a Alicia iam pro quarto delas tomar banho, e que eu deixasse a porta do meu quarto aberta que elas vinham.
Entrei no meu quarto, liguei pro serviço de quarto e pedi pra mandarem uma garrafa de champanhe, fui tomar banho e, como elas pediram, deixei a porta aberta. Dava pra ouvir elas entrando no quarto enquanto eu me secava. Enquanto me enxugava e me preparava pra sair, ouvi baterem na porta, abri e era a mesma mina da noite anterior que tinha me visto saindo do quarto de lavanderia depois do encontro com a Silvina. Sinceramente, nem percebi, mas meu roupão estava aberto na altura da virilha e o olhar da mina foi direto pra lá. Ela sorriu pra mim e disse que estava indisposta, mas que se eu ficasse mais uns dias, não hesitasse em pedir a limpeza do quarto.
Quando entrei no quarto, a visão foi de tirar o fôlego. A Alicia estava com um conjunto de renda preta, o sutiã mal cobrindo aqueles peitos lindos e uma calcinha que destacava aquele rabo enorme. Já a Silvina estava com um body vermelho todo de renda que deixava pouco pra imaginação. Me aproximei delas e começamos a nos beijar e nos acariciar enquanto tiravam meu roupão. E antes que eu percebesse, tinha as duas ajoelhadas chupando meu pau — uma cena incrível e muito quente. Mas como não queria gozar rápido, mandei elas levantarem e ficamos nos beijando os três, nossas línguas brincando enquanto minhas mãos apertavam aquelas bundas e as delas disputavam meu pau.
E: Já fizeram algo entre vocês alguma vez?
A: Entre nós não, mas eu já fiquei com minas.
S: Eu nunca fiquei com minas.
E: Bom, hoje você vai ficar. Deitem-se.
As duas se deitaram. ajeitando elas pra que pudessem brincar com os peitos, pedi que tocassem uma na outra. Ver aquelas senhoras avós, umas coroas de bairro, chupando os peitos uma da outra e passando a mão nas bucetas era algo incrível. Não aguentei muito e me ajoelhei na frente delas, comecei a chupar as bucetinhas delas, estavam encharcadas e os gemidos tomavam o quarto. Não demorou pra começarem os orgasmos, e foi a Silvina que, praticamente aos gritos, me pediu pra comer ela. Peguei pelas pernas e ajeitei ela de quatro, com a amiga de pernas abertas na frente dela pra poder chupar a buceta enquanto meu pau percorria os lábios vaginais dela. Ouvi ela implorar pra eu meter. E devagar comecei a encher a buceta dela com meu pau, lento, mas sem parar até minha pélvis encostar na bunda dela. Fiquei parado uns segundos sentindo outro orgasmo inundar a buceta da Sil e molhar meu pau, e quando senti que ela tinha se recuperado, dei um tapa que arrancou um gemido dela e comecei a comer devagar mas fundo, aumentando o ritmo aos poucos.
S: sim, bebê, que gostoso, que pau gostoso que você tem
A: cê tá gostando, lindo?
S: adoro, fazia anos que não sentia um pau me comer assim – um grito dela tomou o quarto e outro orgasmo sacudiu meu pau – deus, já nem sei quantas vezes gozei, o que cê tá fazendo comigo?
Y: te comendo como você merece
A: preciso que você me coma, me faz de sua puta
S: aí sim, por favor, preciso de ar
Sil gozou e ficou quase desmaiada na cama, eu puxei as pernas da Alicia que ficou de pernas abertas na minha frente, estava encharcada, pegou meu pau com as mãos enquanto se levantava e começou a se masturbar com ele até apontar direto entre os lábios dela e pediu pra eu meter de uma vez. Diferente da amiga, enfiei tudo de uma vez, a buceta dela era mais larga que a da amiga, mas igualmente molhada, e não foi difícil comer ela com força e selvageria, via os peitos e a barriga dela balançando. E aí, fui empurrando ela devagar na cama até ficarmos os dois na posição missionário e aproveitei pra chupar aqueles peitos lindos. Depois de uns minutos nessa brincadeira, senti uma língua no meu rabo, aí percebi que a Silvina tinha levantado e tava atrás da gente, a língua dela ia da buceta da amiga, passava pelas minhas bolas e parava no meu rabo pra recomeçar, dava pra ver pelo espelho de pé do quarto que ela tava de pernas abertas se tocando.
Y: não aguento mais, vou gozar
A: hmmm sim, gostoso, onde você vai gozar
Y: onde vocês querem meu leite
A: enche minha buceta por favor, hoje fiquei com vontade de ter tudo dentro
Y: sil, você concorda?
S: sim, enche ela, quero ver ela cheia de leite
E naquele momento, ela enfiou uma falange do dedo no meu rabo, que já tava bem lubrificado pela língua dela, e foi instantâneo, explodi dentro da Alicia, que recebeu meu orgasmo com um novo orgasmo dela, cravando as unhas no meu rabo, e com um grito que se juntou aos meus gemidos e ao da Silvina, que também tava gozando com aquela situação.
Caí exausto em cima dos peitos da Alicia, enquanto a Silvina tirou meu pau de dentro da amiga e começou a limpar meu pau. Enquanto beijava a Alicia, me virei pro lado da cama e aí a Silvina alternava entre meu pau e a buceta da amiga, pegando os restos do meu leite. Enquanto a gente se recuperava, abri o champanhe e brindamos pelados, extasiados de tanto prazer. Um por um fomos no chuveiro, já que não cabíamos lá, mas vontade não faltava, e depois de banhados, deitamos os três pelados na cama, ficamos conversando e nos acariciando, e entre beijos a gente dormiu. No outro dia, tínhamos que acordar cedo pra continuar as excursões.
Acordei com a claridade e uma sensação estranha, quando olhei, a Silvina tava chupando meu pau, rapidamente peguei ela pela cabeça e puxei pra perto, e entre beijos meu pau se encaixou rápido na buceta dela, não demorou muito pra os movimentos e gemidos Quando Sil acordou a Alicia, pensei que ela ia se juntar, mas não, ela se levantou e sentou no sofá, pegou o celular e, enquanto com uma mão filmava tudo, com a outra se tocava. Ficamos um bom tempo com a amiga dela trocando de posição a cada orgasmo dela, até que finalmente ela ficou sentada no meu pau de costas pra mim, se tocando pra amiga dela.
S: Vai, bebê, quero a porra na minha buceta, vai me dar?
Y: A senhora quer que eu encha a buceta igual da sua amiga?
S: Sim, por favor, bebê, me enche
A: Dá toda a porra nela
Nesse momento, a Alicia levantou, entregou o telefone pra amiga e se ajoelhou na cama, começando a fazer algo parecido com o que a amiga tinha feito no dia anterior. Sil, com uma mão filmava e com a outra segurava a cabeça da amiga, obrigando ela a lamber meu pau e a buceta dela enquanto não parava de se mexer. Até que eu não aguentei mais e comecei a gozar na buceta da Sil, ao mesmo tempo que um novo orgasmo a pegava e ela caía de costas em cima de mim, enquanto eu beliscava os mamilos dela e meu pau terminava de bombear dentro dela. A Alicia tirou ela de dentro e ainda conseguiu lamber o último jato de porra.
Levou um tempo pra gente se recuperar, e em vez de descer, a Alicia ligou pra recepção e pediu pra trazerem o café da manhã pra elas e pra mim lá em cima. Depois de um novo banho, agora sim compartilhado com a Alicia entre beijos e carícias, ao sair a Silvina nos contou que o outro casal tinha decidido fazer um passeio de barco, então íamos ficar só nós três... mas isso fica pra próxima parte.
Entrei no meu quarto, liguei pro serviço de quarto e pedi pra mandarem uma garrafa de champanhe, fui tomar banho e, como elas pediram, deixei a porta aberta. Dava pra ouvir elas entrando no quarto enquanto eu me secava. Enquanto me enxugava e me preparava pra sair, ouvi baterem na porta, abri e era a mesma mina da noite anterior que tinha me visto saindo do quarto de lavanderia depois do encontro com a Silvina. Sinceramente, nem percebi, mas meu roupão estava aberto na altura da virilha e o olhar da mina foi direto pra lá. Ela sorriu pra mim e disse que estava indisposta, mas que se eu ficasse mais uns dias, não hesitasse em pedir a limpeza do quarto.
Quando entrei no quarto, a visão foi de tirar o fôlego. A Alicia estava com um conjunto de renda preta, o sutiã mal cobrindo aqueles peitos lindos e uma calcinha que destacava aquele rabo enorme. Já a Silvina estava com um body vermelho todo de renda que deixava pouco pra imaginação. Me aproximei delas e começamos a nos beijar e nos acariciar enquanto tiravam meu roupão. E antes que eu percebesse, tinha as duas ajoelhadas chupando meu pau — uma cena incrível e muito quente. Mas como não queria gozar rápido, mandei elas levantarem e ficamos nos beijando os três, nossas línguas brincando enquanto minhas mãos apertavam aquelas bundas e as delas disputavam meu pau.
E: Já fizeram algo entre vocês alguma vez?
A: Entre nós não, mas eu já fiquei com minas.
S: Eu nunca fiquei com minas.
E: Bom, hoje você vai ficar. Deitem-se.
As duas se deitaram. ajeitando elas pra que pudessem brincar com os peitos, pedi que tocassem uma na outra. Ver aquelas senhoras avós, umas coroas de bairro, chupando os peitos uma da outra e passando a mão nas bucetas era algo incrível. Não aguentei muito e me ajoelhei na frente delas, comecei a chupar as bucetinhas delas, estavam encharcadas e os gemidos tomavam o quarto. Não demorou pra começarem os orgasmos, e foi a Silvina que, praticamente aos gritos, me pediu pra comer ela. Peguei pelas pernas e ajeitei ela de quatro, com a amiga de pernas abertas na frente dela pra poder chupar a buceta enquanto meu pau percorria os lábios vaginais dela. Ouvi ela implorar pra eu meter. E devagar comecei a encher a buceta dela com meu pau, lento, mas sem parar até minha pélvis encostar na bunda dela. Fiquei parado uns segundos sentindo outro orgasmo inundar a buceta da Sil e molhar meu pau, e quando senti que ela tinha se recuperado, dei um tapa que arrancou um gemido dela e comecei a comer devagar mas fundo, aumentando o ritmo aos poucos.
S: sim, bebê, que gostoso, que pau gostoso que você tem
A: cê tá gostando, lindo?
S: adoro, fazia anos que não sentia um pau me comer assim – um grito dela tomou o quarto e outro orgasmo sacudiu meu pau – deus, já nem sei quantas vezes gozei, o que cê tá fazendo comigo?
Y: te comendo como você merece
A: preciso que você me coma, me faz de sua puta
S: aí sim, por favor, preciso de ar
Sil gozou e ficou quase desmaiada na cama, eu puxei as pernas da Alicia que ficou de pernas abertas na minha frente, estava encharcada, pegou meu pau com as mãos enquanto se levantava e começou a se masturbar com ele até apontar direto entre os lábios dela e pediu pra eu meter de uma vez. Diferente da amiga, enfiei tudo de uma vez, a buceta dela era mais larga que a da amiga, mas igualmente molhada, e não foi difícil comer ela com força e selvageria, via os peitos e a barriga dela balançando. E aí, fui empurrando ela devagar na cama até ficarmos os dois na posição missionário e aproveitei pra chupar aqueles peitos lindos. Depois de uns minutos nessa brincadeira, senti uma língua no meu rabo, aí percebi que a Silvina tinha levantado e tava atrás da gente, a língua dela ia da buceta da amiga, passava pelas minhas bolas e parava no meu rabo pra recomeçar, dava pra ver pelo espelho de pé do quarto que ela tava de pernas abertas se tocando.
Y: não aguento mais, vou gozar
A: hmmm sim, gostoso, onde você vai gozar
Y: onde vocês querem meu leite
A: enche minha buceta por favor, hoje fiquei com vontade de ter tudo dentro
Y: sil, você concorda?
S: sim, enche ela, quero ver ela cheia de leite
E naquele momento, ela enfiou uma falange do dedo no meu rabo, que já tava bem lubrificado pela língua dela, e foi instantâneo, explodi dentro da Alicia, que recebeu meu orgasmo com um novo orgasmo dela, cravando as unhas no meu rabo, e com um grito que se juntou aos meus gemidos e ao da Silvina, que também tava gozando com aquela situação.
Caí exausto em cima dos peitos da Alicia, enquanto a Silvina tirou meu pau de dentro da amiga e começou a limpar meu pau. Enquanto beijava a Alicia, me virei pro lado da cama e aí a Silvina alternava entre meu pau e a buceta da amiga, pegando os restos do meu leite. Enquanto a gente se recuperava, abri o champanhe e brindamos pelados, extasiados de tanto prazer. Um por um fomos no chuveiro, já que não cabíamos lá, mas vontade não faltava, e depois de banhados, deitamos os três pelados na cama, ficamos conversando e nos acariciando, e entre beijos a gente dormiu. No outro dia, tínhamos que acordar cedo pra continuar as excursões.
Acordei com a claridade e uma sensação estranha, quando olhei, a Silvina tava chupando meu pau, rapidamente peguei ela pela cabeça e puxei pra perto, e entre beijos meu pau se encaixou rápido na buceta dela, não demorou muito pra os movimentos e gemidos Quando Sil acordou a Alicia, pensei que ela ia se juntar, mas não, ela se levantou e sentou no sofá, pegou o celular e, enquanto com uma mão filmava tudo, com a outra se tocava. Ficamos um bom tempo com a amiga dela trocando de posição a cada orgasmo dela, até que finalmente ela ficou sentada no meu pau de costas pra mim, se tocando pra amiga dela.
S: Vai, bebê, quero a porra na minha buceta, vai me dar?
Y: A senhora quer que eu encha a buceta igual da sua amiga?
S: Sim, por favor, bebê, me enche
A: Dá toda a porra nela
Nesse momento, a Alicia levantou, entregou o telefone pra amiga e se ajoelhou na cama, começando a fazer algo parecido com o que a amiga tinha feito no dia anterior. Sil, com uma mão filmava e com a outra segurava a cabeça da amiga, obrigando ela a lamber meu pau e a buceta dela enquanto não parava de se mexer. Até que eu não aguentei mais e comecei a gozar na buceta da Sil, ao mesmo tempo que um novo orgasmo a pegava e ela caía de costas em cima de mim, enquanto eu beliscava os mamilos dela e meu pau terminava de bombear dentro dela. A Alicia tirou ela de dentro e ainda conseguiu lamber o último jato de porra.
Levou um tempo pra gente se recuperar, e em vez de descer, a Alicia ligou pra recepção e pediu pra trazerem o café da manhã pra elas e pra mim lá em cima. Depois de um novo banho, agora sim compartilhado com a Alicia entre beijos e carícias, ao sair a Silvina nos contou que o outro casal tinha decidido fazer um passeio de barco, então íamos ficar só nós três... mas isso fica pra próxima parte.
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