minha namorada continua contando nossa história cada vez mais puta e ambiciosa
Espero que vocês curtam e aproveitem bem.
VALEU POR COMENTAR
PELOS PONTOS
E PELO APOIO
QUE DÃO DE LER ELA
Acordei tarde pra caralho, meu corpo todo doía, principalmente minha buceta, coitadinha, tava doendo demais. Vi a bagunça que tava o quarto, sem falar na cama, acho que até mijaram nela. Levantei, peguei a roupa e levei pro tanque. Na hora fui pro banheiro, meu top e minha saia não estavam em lugar nenhum. Tomei um banho bem quente e, pelada como tava, limpei o banheiro. Depois o quarto, lavei a roupa e fui vistoriando a casa pra arrumar a bagunça. Quando terminei, fui procurar o Carlos. Foi uma ideia de merda. Assim que me viu, me pegou no colo.
Não, não, o que cê tá fazendo, tem que arrumar essa bagunça toda.
Carlos, disso você cuida, mas primeiro o primeiro: a festa ainda não acabou.
Não, por favor, não quero mais, sério.
Carlos e quem perguntou se você quer ou não.
Tinha razão, eu era a putinha dele e ele ia me usar como quisesse e quando bem entendesse. Ele só mostrou a piroca dura e eu tive que fazer meu trabalho, ali mesmo no quintal ele me deu uma surra de buceta, me partiu no meio e isso me fez ficar toda molhadinha.
Carlos, beleza, agora vai acordar os moleques, já é muito tarde pra tomar café.
Entendi muito bem o que ele me disse, sabia que reclamar não adiantaria nada. Com minha buceta cheia de leite, entrei na casa dele e, conforme eu chamava os caras, eles iam fazendo eu chupar o pau de cada um. No final, todos me comeram, dessa vez sem eu estar bêbada. Depois disso, a maioria foi embora, prometendo voltar a qualquer hora. Me deixaram na merda. Me vesti e fui ver o Carlos.
Carlos, vi que você chamou todo mundo, deve estar feliz, né? Bom, já foram e ficaram bem satisfeitos com a nova puta da cidade. Vamos, dá logo que tem que limpar tudo, o corno pode chegar e se ver isso tudo, vai dar merda.
Só espera eu tomar um banho.
Carlos, você não ia querer esperar ele assim? Pra ele ver que puta vadia que você é? Às vezes me pergunto se ele também não é viado, igual o cara.
Não acredito.
Fui pra casa, tomei outro banho, mas o chuveiro não tirava as marcas da trepada que eu levei. Lavei toda a roupa e coloquei pra secar. Depois fui pro quincho e, com o Carlos, terminei de limpar e arrumar tudo enquanto a gente comia. Quando ficou tudo pronto, sentamos pra bater um papo.
Bom, agora tem umas paradas que você precisa saber, amanhã meus sogros tão vindo e vai ter uma festa do caralho aqui, você já falou com o Oscar?
Carlos me falou alguma coisa sobre uma inauguração e não sei que outra merda.
Bom, não é besteira não, presta atenção. Na semana que vem começa a reforma da sua casa, que vai ser a nossa. De agora em diante, eu sou a dona do sítio e o que rolou agora foi sua despedida. A gente vai tomar conta e, depois de pronta, vamos alugar.
Carlos, por acaso você tá me mandando embora? Vai me deixar sem trampo?
Você pode ficar, mas sob minhas condições. Dê adeus à putinha, agora é ela quem manda, tá claro? Se decidir aceitar meus termos, continua trabalhando e, claro, vai continuar morando numa casa nova. Seu trabalho não vai mudar muito, nem seu salário, mas acabou a farra no sítio — pelo menos a sua farra. Você vai ser o responsável pela manutenção do sítio e, se precisar de alguém pra te dar uma mão, vai ter que consultar comigo. Só vou adiantar o que o Oscar e o seu Roberto, meu sogrão, vão te dizer.
A cara do Carlos tinha se transformado e a voz mandona dele tinha sumido completamente.
Vamos deixar as coisas bem claras, comigo você está meio enganado. Você tem razão que sou uma puta, mas não sempre do mesmo macho. O único macho que é meu dono é o Oscar, que eu amo. Os outros são só machos pra me dar uma boa fodida quando eu quiser e nada mais. O único que é dono dessa puta é ele. O de ontem pra mim foi só uma brincadeira e, como eu gostei, a gente pode repetir de vez em quando. A verdade é que você fode muito bem e é tarado igual a mim, mas isso não devemos misturar com o trabalho. Tenho umas ideias que quero colocar em prática e algumas mudanças também, mas melhor ir devagar. Essa noite tenho certeza que o Oscar não vem. É uma pena que seus clientes tenham feito o que fizeram, porque a verdade é que estou muito cansada e satisfeita, senão a gente podia passar uma noite gostosa só nós dois.
Carlos, e se você quiser e me der ouvidos, a gente pode se divertir pra caramba, ainda temos muito tempo. Tá tudo pronto pra amanhã. Que tal a gente testar a sauna? E depois usar o jacuzzi pra confirmar que tá tudo funcionando direitinho. Acho que depois disso você vai ficar novinha em folha. E se você quiser e tiver afim, a gente pode se divertir.
Essa aí não é uma ideia ruim, mas de foder nem vamos falar por enquanto.
Fomos pro sauna e lá, pelados, curtimos o vapor. Eu adorava ter o controle, e do jeito que estávamos, fomos pra jacuzzi. Não consegui me segurar, aquela pica tava linda e dura. Ele percebeu que eu não conseguia parar de olhar e só aproximou ela de mim. Eu peguei e comecei a bater uma pra ele.
Carlos, você gosta dela, não é verdade? Que gostosa você é.
Claro que eu gosto, adoro uma pica, só que pra maioria dos homens isso é errado e eles só querem te punir. O único que me valoriza é o Oscar, por isso que hoje à noite quero aproveitar ele.
Carlos, você fala assim, mas ontem à noite te vi desesperada pela pica, fazendo qualquer coisa pra ter ela.
Sim, cê tem razão, sou muito tarada e já viu o que rolou ontem, além disso tava bêbada, se tivesse sóbria teria gostado de ser tratada direito, essa é a diferença entre a Brenda e eu.
Carlos, você imagina ela trabalhando aqui?
Não me dá ideias.
Carlos, é que vocês duas juntas animam qualquer festa.
Me deixou tão excitada imaginando isso que comecei a chupar a rola dele direto, e aí aconteceu algo muito estranho: o Carlos não fez nada, só se deixou levar, gemendo de prazer, e quando estava quase gozando, ele me tirou de dentro dele bem devagarzinho.
Carlos, chega, gatinha, chega, ou vou encher essa boquinha.
É isso que eu quero que você faça.
Enfiei minha boca de novo na pica dele e em segundos senti ele gozar na minha boca, dessa vez não engoli, deixei escorrer pela boca até cair na água da hidromassagem
Quero que esta noite o Oscar me coma aqui e sinta o gosto lindo da sua porra, agora me dá mais
Carlos, não é que você não queria transar, vê o quão puta você é, seu amado corno vai acabar igual o Sergio
Fodemos até ficar exaustos, até mijei na água, tudo esperando que o Oscar chegasse naquela noite e me comesse ali, mas não rolou. Na sexta, me dediquei a preparar tudo pra eles. Naquela noite, sabia que ia ter uma puta festa e não parava de me imaginar dando em cada canto da casa pro meu sogrinho e meu cunhado, que fazia tanto tempo que eu não comia. Naquela tarde, fui no açougue. Minha tara tava no talo, mas eu precisava me controlar. Era a nova dona da chácara e adorava que me vissem como uma grande senhora, então fui bem vestida, nada provocante. Comprei a carne, os legumes e as bebidas — tudo iam levar pra chácara. Assim fizeram, e o Carlos cuidou de guardar tudo. Pedi pra ele ficar ligado, porque naquela noite com certeza eu ia precisar de um garanhão como ele pras minhas convidadas. O que eu não imaginei é que os dois amigos dele estavam na casa dele, prontos pra arrebentar umas quantas bucetas. O primeiro a chegar foi o Roberto e a Glória. Ficaram super empolgados com como a velha chácara tinha ficado. Apesar da idade, meu sogro não tinha perdido as manhas, e meu boy percebeu na hora. Depois chegou o Adriano e a Lila. Pareciam o casal perfeito. Fazia um tempão que eu não via eles. Apresentei todos ao Carlos e aos amigos dele, que já tinham começado a trabalhar no churrasqueiro. Daí a pouco chegou o Luisinho. Não sei por que a namorada dele não veio. Ele trouxe o Sérgio e a Laurita. Só faltava chegar meu Oscarzito. Todo mundo ficou à vontade e fomos pra piscina. O Roberto, o Adriano e o Luís se juntaram no churrasqueiro. Todas as mulheres foram pra piscina — isso incluía também o Sérgio, o viadinho que não pode faltar em nenhuma putaria. A gente tava conversando quando o Oscar chegou. E sabem de uma? Ali eu pensei: "cartela cheia". O filho da puta tinha trazido o Juliano e a Brenda, e junto com eles, minha velha. A putaria inteira. Ia ter um fim de semana de puro fodeção e, pra completar, sem me falar nada, o filho da puta do meu namorado tinha convidado o Sérgio, o novo sócio dele, que assim que fechasse o bar ia chegar na chácara. Pra todo mundo, eu só conseguia pensar: "aí, buceta". Já conhecia o pau deles e isso me colocava numa posição gostosa, o filho da puta do Oscarcito tinha juntado meu gado, só de pensar minha buceta latejava sabendo do banquete que eu ia ter.






Espero que vocês curtam e aproveitem bem.
VALEU POR COMENTAR
PELOS PONTOS
E PELO APOIO
QUE DÃO DE LER ELA
Acordei tarde pra caralho, meu corpo todo doía, principalmente minha buceta, coitadinha, tava doendo demais. Vi a bagunça que tava o quarto, sem falar na cama, acho que até mijaram nela. Levantei, peguei a roupa e levei pro tanque. Na hora fui pro banheiro, meu top e minha saia não estavam em lugar nenhum. Tomei um banho bem quente e, pelada como tava, limpei o banheiro. Depois o quarto, lavei a roupa e fui vistoriando a casa pra arrumar a bagunça. Quando terminei, fui procurar o Carlos. Foi uma ideia de merda. Assim que me viu, me pegou no colo.
Não, não, o que cê tá fazendo, tem que arrumar essa bagunça toda.
Carlos, disso você cuida, mas primeiro o primeiro: a festa ainda não acabou.
Não, por favor, não quero mais, sério.
Carlos e quem perguntou se você quer ou não.
Tinha razão, eu era a putinha dele e ele ia me usar como quisesse e quando bem entendesse. Ele só mostrou a piroca dura e eu tive que fazer meu trabalho, ali mesmo no quintal ele me deu uma surra de buceta, me partiu no meio e isso me fez ficar toda molhadinha.
Carlos, beleza, agora vai acordar os moleques, já é muito tarde pra tomar café.
Entendi muito bem o que ele me disse, sabia que reclamar não adiantaria nada. Com minha buceta cheia de leite, entrei na casa dele e, conforme eu chamava os caras, eles iam fazendo eu chupar o pau de cada um. No final, todos me comeram, dessa vez sem eu estar bêbada. Depois disso, a maioria foi embora, prometendo voltar a qualquer hora. Me deixaram na merda. Me vesti e fui ver o Carlos.
Carlos, vi que você chamou todo mundo, deve estar feliz, né? Bom, já foram e ficaram bem satisfeitos com a nova puta da cidade. Vamos, dá logo que tem que limpar tudo, o corno pode chegar e se ver isso tudo, vai dar merda.
Só espera eu tomar um banho.
Carlos, você não ia querer esperar ele assim? Pra ele ver que puta vadia que você é? Às vezes me pergunto se ele também não é viado, igual o cara.
Não acredito.
Fui pra casa, tomei outro banho, mas o chuveiro não tirava as marcas da trepada que eu levei. Lavei toda a roupa e coloquei pra secar. Depois fui pro quincho e, com o Carlos, terminei de limpar e arrumar tudo enquanto a gente comia. Quando ficou tudo pronto, sentamos pra bater um papo.
Bom, agora tem umas paradas que você precisa saber, amanhã meus sogros tão vindo e vai ter uma festa do caralho aqui, você já falou com o Oscar?
Carlos me falou alguma coisa sobre uma inauguração e não sei que outra merda.
Bom, não é besteira não, presta atenção. Na semana que vem começa a reforma da sua casa, que vai ser a nossa. De agora em diante, eu sou a dona do sítio e o que rolou agora foi sua despedida. A gente vai tomar conta e, depois de pronta, vamos alugar.
Carlos, por acaso você tá me mandando embora? Vai me deixar sem trampo?
Você pode ficar, mas sob minhas condições. Dê adeus à putinha, agora é ela quem manda, tá claro? Se decidir aceitar meus termos, continua trabalhando e, claro, vai continuar morando numa casa nova. Seu trabalho não vai mudar muito, nem seu salário, mas acabou a farra no sítio — pelo menos a sua farra. Você vai ser o responsável pela manutenção do sítio e, se precisar de alguém pra te dar uma mão, vai ter que consultar comigo. Só vou adiantar o que o Oscar e o seu Roberto, meu sogrão, vão te dizer.
A cara do Carlos tinha se transformado e a voz mandona dele tinha sumido completamente.
Vamos deixar as coisas bem claras, comigo você está meio enganado. Você tem razão que sou uma puta, mas não sempre do mesmo macho. O único macho que é meu dono é o Oscar, que eu amo. Os outros são só machos pra me dar uma boa fodida quando eu quiser e nada mais. O único que é dono dessa puta é ele. O de ontem pra mim foi só uma brincadeira e, como eu gostei, a gente pode repetir de vez em quando. A verdade é que você fode muito bem e é tarado igual a mim, mas isso não devemos misturar com o trabalho. Tenho umas ideias que quero colocar em prática e algumas mudanças também, mas melhor ir devagar. Essa noite tenho certeza que o Oscar não vem. É uma pena que seus clientes tenham feito o que fizeram, porque a verdade é que estou muito cansada e satisfeita, senão a gente podia passar uma noite gostosa só nós dois.
Carlos, e se você quiser e me der ouvidos, a gente pode se divertir pra caramba, ainda temos muito tempo. Tá tudo pronto pra amanhã. Que tal a gente testar a sauna? E depois usar o jacuzzi pra confirmar que tá tudo funcionando direitinho. Acho que depois disso você vai ficar novinha em folha. E se você quiser e tiver afim, a gente pode se divertir.
Essa aí não é uma ideia ruim, mas de foder nem vamos falar por enquanto.
Fomos pro sauna e lá, pelados, curtimos o vapor. Eu adorava ter o controle, e do jeito que estávamos, fomos pra jacuzzi. Não consegui me segurar, aquela pica tava linda e dura. Ele percebeu que eu não conseguia parar de olhar e só aproximou ela de mim. Eu peguei e comecei a bater uma pra ele.
Carlos, você gosta dela, não é verdade? Que gostosa você é.
Claro que eu gosto, adoro uma pica, só que pra maioria dos homens isso é errado e eles só querem te punir. O único que me valoriza é o Oscar, por isso que hoje à noite quero aproveitar ele.
Carlos, você fala assim, mas ontem à noite te vi desesperada pela pica, fazendo qualquer coisa pra ter ela.
Sim, cê tem razão, sou muito tarada e já viu o que rolou ontem, além disso tava bêbada, se tivesse sóbria teria gostado de ser tratada direito, essa é a diferença entre a Brenda e eu.
Carlos, você imagina ela trabalhando aqui?
Não me dá ideias.
Carlos, é que vocês duas juntas animam qualquer festa.
Me deixou tão excitada imaginando isso que comecei a chupar a rola dele direto, e aí aconteceu algo muito estranho: o Carlos não fez nada, só se deixou levar, gemendo de prazer, e quando estava quase gozando, ele me tirou de dentro dele bem devagarzinho.
Carlos, chega, gatinha, chega, ou vou encher essa boquinha.
É isso que eu quero que você faça.
Enfiei minha boca de novo na pica dele e em segundos senti ele gozar na minha boca, dessa vez não engoli, deixei escorrer pela boca até cair na água da hidromassagem
Quero que esta noite o Oscar me coma aqui e sinta o gosto lindo da sua porra, agora me dá mais
Carlos, não é que você não queria transar, vê o quão puta você é, seu amado corno vai acabar igual o Sergio
Fodemos até ficar exaustos, até mijei na água, tudo esperando que o Oscar chegasse naquela noite e me comesse ali, mas não rolou. Na sexta, me dediquei a preparar tudo pra eles. Naquela noite, sabia que ia ter uma puta festa e não parava de me imaginar dando em cada canto da casa pro meu sogrinho e meu cunhado, que fazia tanto tempo que eu não comia. Naquela tarde, fui no açougue. Minha tara tava no talo, mas eu precisava me controlar. Era a nova dona da chácara e adorava que me vissem como uma grande senhora, então fui bem vestida, nada provocante. Comprei a carne, os legumes e as bebidas — tudo iam levar pra chácara. Assim fizeram, e o Carlos cuidou de guardar tudo. Pedi pra ele ficar ligado, porque naquela noite com certeza eu ia precisar de um garanhão como ele pras minhas convidadas. O que eu não imaginei é que os dois amigos dele estavam na casa dele, prontos pra arrebentar umas quantas bucetas. O primeiro a chegar foi o Roberto e a Glória. Ficaram super empolgados com como a velha chácara tinha ficado. Apesar da idade, meu sogro não tinha perdido as manhas, e meu boy percebeu na hora. Depois chegou o Adriano e a Lila. Pareciam o casal perfeito. Fazia um tempão que eu não via eles. Apresentei todos ao Carlos e aos amigos dele, que já tinham começado a trabalhar no churrasqueiro. Daí a pouco chegou o Luisinho. Não sei por que a namorada dele não veio. Ele trouxe o Sérgio e a Laurita. Só faltava chegar meu Oscarzito. Todo mundo ficou à vontade e fomos pra piscina. O Roberto, o Adriano e o Luís se juntaram no churrasqueiro. Todas as mulheres foram pra piscina — isso incluía também o Sérgio, o viadinho que não pode faltar em nenhuma putaria. A gente tava conversando quando o Oscar chegou. E sabem de uma? Ali eu pensei: "cartela cheia". O filho da puta tinha trazido o Juliano e a Brenda, e junto com eles, minha velha. A putaria inteira. Ia ter um fim de semana de puro fodeção e, pra completar, sem me falar nada, o filho da puta do meu namorado tinha convidado o Sérgio, o novo sócio dele, que assim que fechasse o bar ia chegar na chácara. Pra todo mundo, eu só conseguia pensar: "aí, buceta". Já conhecia o pau deles e isso me colocava numa posição gostosa, o filho da puta do Oscarcito tinha juntado meu gado, só de pensar minha buceta latejava sabendo do banquete que eu ia ter.






1 comentários - la puta de mi novia como dueña de la fiesta