Capítulo 7 O Prazer da Dupla Penetração
Ficamos mais dois minutos pelo relógio, mas realmente estava ficando fresco, então nós três saímos da água e fomos para dentro de casa para nos trocar. Ela entrou no banheiro (com certeza tomou banho de novo) e nós colocamos nossa respectiva roupa íntima e uma camiseta, indo para a cozinha beliscar algo que tinha na geladeira e continuar tomando um pouco de álcool. Passados alguns minutos, Sonia entra na cozinha recém-banhada e vestia um pijama tipo conjuntinho que tinha um short na parte de baixo e uma camiseta de tecido macio que deixava claro que não estava usando sutiã — os peitos estavam soltos e dava pra ver um pouco os mamilos. Nos soltamos bastante comendo uma petiscada gostosa e bebendo umas cervejas, ela era muito simpática, a esposa ideal, não podia acreditar na mulher que eu tinha em exclusividade até alguns dias atrás.
Parecíamos três adolescentes, onde o tempo e as responsabilidades não significavam nada para nós, só curtíamos a conversa e ouvíamos música no YouTube pela TV — hoje em dia já não precisa de um aparelho de som convencional pra ouvir algo legal. Às vezes fazíamos comentários sobre o que estávamos vivendo esses dias e ríamos muito, e junto com o álcool estava se formando a nuvem sexual que estava me corrompendo os ovos. Peguei meu celular, que deixei carregando no quarto, e entrei na galeria pra ver as fotos que havíamos tirado antes. Puta merda, pensei, essas fotos são dignas da revista Eroticon (mais de um da minha idade vai derramar uma lágrima). Então fiz uma jogada mestra e comecei a transmitir no SmartTV as fotos que tinha tirado dela antes do meu amigo chegar. "Ah, bom..." ouvi da boca da minha mulher, "me dá vergonha..." — "Não seja sem-vergonha, você enfiou a rola do Roque até a garganta e agora tá com vergonha?" (quase me matou, minha esposa), mas o "hahaha" dos dois abafou qualquer reação. Continuei passando as fotos, que eram muitas, e aí veio a parte em que meu amigo a... começa a tocar e chupar por todos os lados, que fotos boas, que porra! – se escuta Roque dizer, sim, muito – diz Sonia. O clima já estava mais do que quente e enquanto continuávamos vendo as fotos, faço um comentário como quem lamenta não ter conseguido gravar nenhum vídeo, isso teria sido algo para guardar a vida toda, então minha esposa me interrompe e diz que ela não era uma coisa ou uma boneca inflável para fazermos tudo o que queríamos. Retrucando à reclamação dela, digo que não pudemos fazer tudo o que queríamos, já que queríamos fazer uma dupla penetração e você não deixou. Com uma cara séria, ela diz que ao sentir por trás parecia que iam me partir ao meio e deu muito medo, não queria arriscar me machucar. Eu disse com uma voz suave para ela ficar tranquila, já que talvez ela não aguentasse ter nós dois juntos e que estava tudo bem, "dupla penetração não é para qualquer um". Ferida no orgulho, ela retruca que deu muito cagasso e essa foi a reação dela, mas que ela podia aguentar qualquer coisa, até mesmo uma dupla penetração... Ao ouvir isso, Roque comentou que poderíamos tentar fazer na cama, já que é muito mais confortável do que na piscina. Fez-se um grande silêncio de alguns segundos quando digo a Sonia: se você se animar, desta vez vamos fazer diferente, vamos fazer bem devagar e vamos te preparar bem para que não sinta medo nem dor. Passaram-se alguns segundos e se escuta: bom, vamos tentar, mas se doer muito a gente para e não insistem mais. Eu, de pau duro novamente, lembrava de todos os vídeos e textos que tinha lido sobre dupla penetração que realmente gostava muito. Estávamos prestes a tentar, e principalmente com minha mulher que estava super excitada e disposta a experimentar coisas novas. Evidentemente não era só eu que tinha fantasias, as caras que ela fazia quando era comida pelo meu amigo indicavam que ela estava com muito tesão e a cada momento subia mais. Nível de tesão. Por um momento me vieram pensamentos prejudiciais que mostravam um pouco de insegurança: ela estava fazendo aquilo só para me agradar, atendendo aos meus desejos, ou ela também estava com vontade de experimentar coisas novas? Talvez eu já não a excitasse tanto e ela tivesse que buscar outra coisa para ficar satisfeita, ou pior ainda — ela gostava do Roque e queria ser comida por ele… puta que pariu, quantas perguntas giravam na minha cabeça. Eu precisava ter coragem para ter uma conversa bem profunda com minha esposa e acabar com todas as minhas inseguranças. Uma coisa é fantasiar, outra muito diferente é botar em prática e ainda gostar tanto assim. Porque, sinceramente, eu adorava vê-la sendo penetrada por outro, ou chupando uma rola diferente da minha. Mas também não queria perdê-la como minha esposa, minha grande mulher. Que sensação de merda… mas ao sentir como meu pau estava (durasso da porra), isso me deu um impulso para pegar a mão dela e começar a beijá-la de um jeito bem romântico, convidando-a a se levantar para acariciar seu corpo por cima do pijama.
Ela correspondia aos meus beijos, mas notei que estava se soltando e não queria nada romântico. Começou a chupar minha língua e, com a mão, buscou meu pau, massageando por cima da cueca. — Por favor, como isso me deixa excitada — ela exclamou. Meu amigo, por trás, começou a amassar as nádegas dela com as duas mãos. De novo estávamos pegando fogo.
Sem parar de nos beijar, fomos andando em direção ao quarto, ajudando-a a tirar a parte de cima do pijama, que caiu no corredor entre a cozinha e nosso quarto. Roque pegou do chão e levou ao rosto, cheirando a fragrância deliciosa da minha esposa. Estávamos fazendo tudo em câmera lenta, para dar toda a segurança a ela, para que se entregasse por completo e não ficasse com dúvidas sobre o que faríamos naquele momento. Paramos na porta, meu amigo agarrou seus peitos por trás e começou a beijar seu pescoço, encostando o pacote na bunda dela. estávamos fazendo um sanduíche sem penetração, mas dava pra sentir a excitação no ar. minha esposa levava rola na frente e atrás do corpo, mas ainda com roupa, meu amigo não aguentou mais e vejo ele se abaixando, tirando as mãos dos peitos da Sonia que foram imediatamente ocupadas pela minha mão e minha boca, que chupava cada um deles alternando entre mão e boca. os gemidos baixinhos dela iam aumentando quando olho pra baixo e percebo o porquê: Roque estava abaixando o pijama dela e, a cada centímetro que descobria a bunda, passava a língua em cada nádega até chegar naquele cuzinho fechado que enlouquecia qualquer um. Ele separava as nádegas e enfiava o rosto todo, saboreando aquele manjar divino. Ela abre um pouco mais as pernas pra facilitar o acesso do meu amigo, que chupava desesperadamente. Ela gemía cada vez mais alto e eu já estava pegando fogo com o pau durasso que até doía. Então faço ela descer até encontrar meu pau e ela enfia na boca, começando a chupar, incentivada pela atenção que o Roque dava por trás. Ficamos mais alguns minutos nessa posição e proponho irmos pra cama pra ficarmos mais confortáveis. Fazendo um sinal pro meu amigo, indico que ele tome meu lugar e ele se deita na cama com o pau apontado pro céu. Ela fica de quatro e, abaixando a cabeça, começa a chupar a ferramenta do meu amigo. Me aproximo por trás dela e, sem me importar que ela tivesse a saliva do meu amigo, enfio a cabeça naquela bucetinha rosada com os lábios totalmente abertos e brilhando como um diamante. Enfio um dedo e começo a chupar o cuzinho que estava apetitoso pra caralho, um asterisco lindo que te convidava a enfiar a língua o mais fundo possível. Agora vamos te preparar pra você curtir como nunca na vida – digo pra Sonia. Pego um lubrificante que tinha na gaveta do criado-mudo e começo a lamber toda a bunda por toda a superfície, um dedo começa a dar voltas por todo o contorno, sentindo aquelas listinhas macias do seu cu e com a outra mão eu estimulava o clitóris com meu dedão, que às vezes entrava para arrancar um suspiro abafado da minha esposa. Vou enfiando um pouco o dedo dentro da bunda para que ela fosse se acostumando, tiro, ponho um pouco mais de creme e agora a penetração com meu dedo era bem profunda, entra e sai o dedo com restos de creme, tudo era devagar mas muito quente, de novo sentia a necessidade de que meu pau fosse atendido novamente, mas desta vez busquei outro orifício diferente da boca dela, agarro com uma mão meu pau e o coloco na porta da sua buceta, ela ao sentir o contacto se joga para trás e enfia todo meu pau, batendo sua bunda na minha pelve e eu pensava comigo mesmo que me perdoasse mas eu ia dar com tudo, dava pancadas muito forte com meu pau e se ouvia o típico aplauso dos corpos batendo, ela tira o pau do meu amigo da boca e começa um sim sim sim… que me partia a cabeça e me dava mais tesão. Aproveitando o creme que tinha na bunda começo a enfiar meu dedão até que entra tudo e posso roçar meu pau por dentro, estávamos num nível de tesão dos sonhos, por vários minutos estamos num entra e sai muito rápido que foi interrompido pelo meu amigo que nos pediu para poder penetrar minha esposa, ato contínuo ele se levantou e se pôs atrás dela e lentamente foi enfiando, claro o pau dele era maior que o meu, a penetração tinha que ter inicialmente mais cuidado. Eu estava ao lado dele e via como centímetro a centímetro ia desaparecendo o tronco do meu amigo, e este ia incrementando o ritmo da sua foda ocasionando uns gemidos muito fortes na Sonia, ele tirava toda a sua pica e enfiava de volta conseguindo uma foda muito bonita, por ter ela maior que eu o corpo se separava bastante e se via claramente o orifício anal, ele pega o pote de creme e põe nos dedos Índice e maior para depois buscar o bum da minha esposa, metendo primeiro o dedo indicador até o fundo, começando a aproveitar uma foda fenomenal. Depois de alguns minutos, começa a meter o segundo dedo, chegando a entrar até a metade. Era muito lindo ver como o bum foi se dilatando com o excelente trabalho que fazíamos com meu amigo. Estávamos simulando uma dupla penetração, mas com os dedos na bunda. Ela estava muito excitada, ofegava forte e os gemidos já se transformaram em gritinhos abafados que indicavam um orgasmo garantido. Ela dá uns rebolados fortes na pelve do meu amigo e depois fica quieta, apertando as pernas que tremiam levemente. Estava em pleno transe orgásmico — que linda imagem, eu pensava sem dizer — mas meu amigo seguia super excitado, continuando sua foda constante, não deixando minha esposa assimilar seu orgasmo, já que ela começa a gemer de novo pelas investidas do Roque. Vejo os dedos e já estavam perdidos dentro do cu da Sonia. Que tesão era tudo isso! Eu já precisava comer o cu da minha esposa e faço um sinal pro meu amigo pra que me ceda o lugar. Ele tira os dedos do buraco anal e segura a rola com uma mão, tirando ela inteira da vagina. Ela relaxa, apoiando o peito e o rosto no colchão, mas graças a essa posição, ela se inclina bastante, deixando a bunda dilatada totalmente exposta à vista do meu amigo. Essa imagem era IMPRESSIONANTE, acho que equivalia a duas caixas completas de viagra. Nossos olhos não conseguiam se desgrudar nem por um instante daquele panorama. Nem o Cerro de Sete Cores te deixava tão maravilhado. Mas o que meu amigo fez naquele momento me paralisou completamente. Eu pensava que ele ia se afastar, me deixando o lugar, mas não. Ele agarrou o pau dele e começou a esfregar na bunda da minha mulher. Massageava o buraco do bum com a cabeça da rola e usava todo o comprimento do pênis para percorrer toda a sua fenda, abrindo as nádegas a cada investida. Eu não conseguia acreditar. eu realmente não tinha ideia até onde meu amigo era capaz de ir, estava tudo pronto para ele tentar penetrar aquele cuzinho apertado, mas com certeza minha esposa não iria querer ser penetrada analmente por aquela pica e isso iria estragar todo nosso trabalho prévio para realizar a dupla penetração. Além disso, me vieram instantaneamente as palavras do meu amigo quando ele contou que havia mandado uma ex-namoradinha para o hospital por causa de um rasgo anal… Roque esfregava sua pica mais rápido no cu da Sonia, a essa altura meu pau tinha virado uma pedra e, vendo as expressões da minha esposa, acho que ela também estava pegando fogo. Mas esses atos foram interrompidos quando ela pediu por uma pica, já que estava com muita vontade de chupar para saciar sua tesão. Ele se adianta para oferecer o pauzão e ela agarra com a mão, depois saboreia com a língua os restos de creme e líquidos vaginais. Claramente, quando se está tão excitado, a gente nem para para pensar nesses detalhes que, estando frio, te fariam hesitar em chupar seus próprios fluidos, mas no calor do momento passa totalmente batido. Peguei as duas almofadas e coloquei embaixo do ventre dela para levantar a bunda, consegui pegar o pote de lubrificante e passei por todo meu pau, começando a procurar o buraquinho já dilatado do cu para enfiar devagar. Para minha surpresa, não havia aquela resistência que eu sentia em outras ocasiões. Por isso, comecei a penetrar fundo o asterisco dela, com uma entra-e-sai constante e às vezes meio violento, provocando uns gritos abafados da minha esposa. Às vezes ela tirava a pica da boca e reclamava para eu não ser tão bruto, mas eu estava com um tesão do caralho, não dava para ir devagar. Tirei de uma vez e vi o cu bem aberto pedindo mais pica — aí percebi que já era hora de tentar o que estávamos planejando… Vamos, amigo, coloca embaixo dela que já está tudo pronto. Ela vira o pescoço e busca meu olhar, juro que os olhos dela transformado em duas bolas de fogo, nunca na vida ele tinha tido uma transa tão quente e prolongada, e acho que ele ainda não tinha experimentado algo que poderia mudar sua vida sexual para sempre. Roque lentamente termina de se acomodar e a convida para sentar em seu mastro de carne. Ela começa a descer suavemente e enfia toda a pica, soltando um leve suspiro, começando com os típicos movimentos de cavalgada. De trás, vejo como a pica entra e sai do interior da minha mulher. Deus, que tesão que ela tinha! Vou acomodando meu pau na direção do cu e apoiando uma mão na bunda para que diminuam a intensidade das metidas. Vou me agachando, segurando o pau com uma mão para direcioná-lo ao seu ânus dilatado. Faço um pouco de pressão e a cabeça entrou sem muitos problemas, mas à medida que avançava, sentia o buraquinho ficando mais apertado. Era estranho, já que há um tempo eu estava metendo no cu dela e entrava muito mais fácil. Mas claro, agora tinha o pau do meu amigo ocupando todo o espaço que antes eu tinha. Então tive que forçar mais para conseguir entrar tudo. Escuta-se um grito forte da minha mulher e, posteriormente, ela suspira várias vezes para relaxar e se acostumar com a dupla invasão em suas partes íntimas. Talvez pensem que é fácil coordenar a dupla penetração, mas na realidade é muito complicado, já que todos querem realizar movimentos com a pélvis e não conseguimos harmonizar os movimentos dos três. Por causa desses movimentos desajeitados, várias vezes meu pau sai do cu da minha esposa, até que eu a penetro novamente e, desta vez, fico quieto em cima dela, dando passagem para Roque empurrar da sua posição. E acho que só então nós três começamos a aproveitar. Mas quem estava aproveitando mais que ninguém era minha esposa, já que ela soltava gritos bem fortes e alternava gemidos com queixumes, e de sua boca saíam contradições como, por exemplo, "sim, sim, sim" ou "não, ai, não, não aguento mais... ai, vão, continuem que... Eu estava dizendo constantemente, acho que ela teve uns três orgasmos naquela dupla penetração intensa que estávamos proporcionando. Mas é claro, nossos sacos estavam enchendo e não dávamos mais conta, era tudo muito excitante. Então, depois de alguns minutos, meu amigo falou que não aguentava mais e, com várias estocadas fortes, parou quieto dentro da buzinha da minha esposa e começou a descarregar todo o porra acumulada. Eu, por minha vez, sentindo a pulsação do pau do meu amigo, comecei a acelerar com força e, com o detalhe de que o pau dele ainda estava dentro dela, meti muito selvagem e não me importei se estava machucando. Foram dez bombadas contínuas no cu dela até que não aguentei mais e fiz uma descarga descomunal, deixando toda a extensão do meu pau na bunda dela… uff, que foda que te demos, minha amor, você gostou? — perguntei. Ela me disse que sim, nunca imaginou que dava pra gozar tantas vezes, mas estava destruída, meu amor, vou dormir assim mesmo porque não tenho forças nem pra tomar banho. Eu disse pra ela ficar tranquila, que a gente se trocava e eu levava o Roque pra casa, mas antes vamos tirar uma foto pra guardar a recordação. Pego meu celular, tiro uma foto da buceta e do cu cheios de porra e logo mando pro meu amigo. E digo no ouvido dela que isso é o começo de algo totalmente novo que temos que explorar, dou um beijo na bochecha e saio do quarto.
Que noite foi essa, por favor! O interruptor mais tarado da nossa relação foi ligado e, de agora em diante, vai ser muito difícil voltar atrás… claramente nossas relações mudaram, mas isso vai gerar uma nova série de histórias…
Ficamos mais dois minutos pelo relógio, mas realmente estava ficando fresco, então nós três saímos da água e fomos para dentro de casa para nos trocar. Ela entrou no banheiro (com certeza tomou banho de novo) e nós colocamos nossa respectiva roupa íntima e uma camiseta, indo para a cozinha beliscar algo que tinha na geladeira e continuar tomando um pouco de álcool. Passados alguns minutos, Sonia entra na cozinha recém-banhada e vestia um pijama tipo conjuntinho que tinha um short na parte de baixo e uma camiseta de tecido macio que deixava claro que não estava usando sutiã — os peitos estavam soltos e dava pra ver um pouco os mamilos. Nos soltamos bastante comendo uma petiscada gostosa e bebendo umas cervejas, ela era muito simpática, a esposa ideal, não podia acreditar na mulher que eu tinha em exclusividade até alguns dias atrás.
Parecíamos três adolescentes, onde o tempo e as responsabilidades não significavam nada para nós, só curtíamos a conversa e ouvíamos música no YouTube pela TV — hoje em dia já não precisa de um aparelho de som convencional pra ouvir algo legal. Às vezes fazíamos comentários sobre o que estávamos vivendo esses dias e ríamos muito, e junto com o álcool estava se formando a nuvem sexual que estava me corrompendo os ovos. Peguei meu celular, que deixei carregando no quarto, e entrei na galeria pra ver as fotos que havíamos tirado antes. Puta merda, pensei, essas fotos são dignas da revista Eroticon (mais de um da minha idade vai derramar uma lágrima). Então fiz uma jogada mestra e comecei a transmitir no SmartTV as fotos que tinha tirado dela antes do meu amigo chegar. "Ah, bom..." ouvi da boca da minha mulher, "me dá vergonha..." — "Não seja sem-vergonha, você enfiou a rola do Roque até a garganta e agora tá com vergonha?" (quase me matou, minha esposa), mas o "hahaha" dos dois abafou qualquer reação. Continuei passando as fotos, que eram muitas, e aí veio a parte em que meu amigo a... começa a tocar e chupar por todos os lados, que fotos boas, que porra! – se escuta Roque dizer, sim, muito – diz Sonia. O clima já estava mais do que quente e enquanto continuávamos vendo as fotos, faço um comentário como quem lamenta não ter conseguido gravar nenhum vídeo, isso teria sido algo para guardar a vida toda, então minha esposa me interrompe e diz que ela não era uma coisa ou uma boneca inflável para fazermos tudo o que queríamos. Retrucando à reclamação dela, digo que não pudemos fazer tudo o que queríamos, já que queríamos fazer uma dupla penetração e você não deixou. Com uma cara séria, ela diz que ao sentir por trás parecia que iam me partir ao meio e deu muito medo, não queria arriscar me machucar. Eu disse com uma voz suave para ela ficar tranquila, já que talvez ela não aguentasse ter nós dois juntos e que estava tudo bem, "dupla penetração não é para qualquer um". Ferida no orgulho, ela retruca que deu muito cagasso e essa foi a reação dela, mas que ela podia aguentar qualquer coisa, até mesmo uma dupla penetração... Ao ouvir isso, Roque comentou que poderíamos tentar fazer na cama, já que é muito mais confortável do que na piscina. Fez-se um grande silêncio de alguns segundos quando digo a Sonia: se você se animar, desta vez vamos fazer diferente, vamos fazer bem devagar e vamos te preparar bem para que não sinta medo nem dor. Passaram-se alguns segundos e se escuta: bom, vamos tentar, mas se doer muito a gente para e não insistem mais. Eu, de pau duro novamente, lembrava de todos os vídeos e textos que tinha lido sobre dupla penetração que realmente gostava muito. Estávamos prestes a tentar, e principalmente com minha mulher que estava super excitada e disposta a experimentar coisas novas. Evidentemente não era só eu que tinha fantasias, as caras que ela fazia quando era comida pelo meu amigo indicavam que ela estava com muito tesão e a cada momento subia mais. Nível de tesão. Por um momento me vieram pensamentos prejudiciais que mostravam um pouco de insegurança: ela estava fazendo aquilo só para me agradar, atendendo aos meus desejos, ou ela também estava com vontade de experimentar coisas novas? Talvez eu já não a excitasse tanto e ela tivesse que buscar outra coisa para ficar satisfeita, ou pior ainda — ela gostava do Roque e queria ser comida por ele… puta que pariu, quantas perguntas giravam na minha cabeça. Eu precisava ter coragem para ter uma conversa bem profunda com minha esposa e acabar com todas as minhas inseguranças. Uma coisa é fantasiar, outra muito diferente é botar em prática e ainda gostar tanto assim. Porque, sinceramente, eu adorava vê-la sendo penetrada por outro, ou chupando uma rola diferente da minha. Mas também não queria perdê-la como minha esposa, minha grande mulher. Que sensação de merda… mas ao sentir como meu pau estava (durasso da porra), isso me deu um impulso para pegar a mão dela e começar a beijá-la de um jeito bem romântico, convidando-a a se levantar para acariciar seu corpo por cima do pijama.
Ela correspondia aos meus beijos, mas notei que estava se soltando e não queria nada romântico. Começou a chupar minha língua e, com a mão, buscou meu pau, massageando por cima da cueca. — Por favor, como isso me deixa excitada — ela exclamou. Meu amigo, por trás, começou a amassar as nádegas dela com as duas mãos. De novo estávamos pegando fogo.
Sem parar de nos beijar, fomos andando em direção ao quarto, ajudando-a a tirar a parte de cima do pijama, que caiu no corredor entre a cozinha e nosso quarto. Roque pegou do chão e levou ao rosto, cheirando a fragrância deliciosa da minha esposa. Estávamos fazendo tudo em câmera lenta, para dar toda a segurança a ela, para que se entregasse por completo e não ficasse com dúvidas sobre o que faríamos naquele momento. Paramos na porta, meu amigo agarrou seus peitos por trás e começou a beijar seu pescoço, encostando o pacote na bunda dela. estávamos fazendo um sanduíche sem penetração, mas dava pra sentir a excitação no ar. minha esposa levava rola na frente e atrás do corpo, mas ainda com roupa, meu amigo não aguentou mais e vejo ele se abaixando, tirando as mãos dos peitos da Sonia que foram imediatamente ocupadas pela minha mão e minha boca, que chupava cada um deles alternando entre mão e boca. os gemidos baixinhos dela iam aumentando quando olho pra baixo e percebo o porquê: Roque estava abaixando o pijama dela e, a cada centímetro que descobria a bunda, passava a língua em cada nádega até chegar naquele cuzinho fechado que enlouquecia qualquer um. Ele separava as nádegas e enfiava o rosto todo, saboreando aquele manjar divino. Ela abre um pouco mais as pernas pra facilitar o acesso do meu amigo, que chupava desesperadamente. Ela gemía cada vez mais alto e eu já estava pegando fogo com o pau durasso que até doía. Então faço ela descer até encontrar meu pau e ela enfia na boca, começando a chupar, incentivada pela atenção que o Roque dava por trás. Ficamos mais alguns minutos nessa posição e proponho irmos pra cama pra ficarmos mais confortáveis. Fazendo um sinal pro meu amigo, indico que ele tome meu lugar e ele se deita na cama com o pau apontado pro céu. Ela fica de quatro e, abaixando a cabeça, começa a chupar a ferramenta do meu amigo. Me aproximo por trás dela e, sem me importar que ela tivesse a saliva do meu amigo, enfio a cabeça naquela bucetinha rosada com os lábios totalmente abertos e brilhando como um diamante. Enfio um dedo e começo a chupar o cuzinho que estava apetitoso pra caralho, um asterisco lindo que te convidava a enfiar a língua o mais fundo possível. Agora vamos te preparar pra você curtir como nunca na vida – digo pra Sonia. Pego um lubrificante que tinha na gaveta do criado-mudo e começo a lamber toda a bunda por toda a superfície, um dedo começa a dar voltas por todo o contorno, sentindo aquelas listinhas macias do seu cu e com a outra mão eu estimulava o clitóris com meu dedão, que às vezes entrava para arrancar um suspiro abafado da minha esposa. Vou enfiando um pouco o dedo dentro da bunda para que ela fosse se acostumando, tiro, ponho um pouco mais de creme e agora a penetração com meu dedo era bem profunda, entra e sai o dedo com restos de creme, tudo era devagar mas muito quente, de novo sentia a necessidade de que meu pau fosse atendido novamente, mas desta vez busquei outro orifício diferente da boca dela, agarro com uma mão meu pau e o coloco na porta da sua buceta, ela ao sentir o contacto se joga para trás e enfia todo meu pau, batendo sua bunda na minha pelve e eu pensava comigo mesmo que me perdoasse mas eu ia dar com tudo, dava pancadas muito forte com meu pau e se ouvia o típico aplauso dos corpos batendo, ela tira o pau do meu amigo da boca e começa um sim sim sim… que me partia a cabeça e me dava mais tesão. Aproveitando o creme que tinha na bunda começo a enfiar meu dedão até que entra tudo e posso roçar meu pau por dentro, estávamos num nível de tesão dos sonhos, por vários minutos estamos num entra e sai muito rápido que foi interrompido pelo meu amigo que nos pediu para poder penetrar minha esposa, ato contínuo ele se levantou e se pôs atrás dela e lentamente foi enfiando, claro o pau dele era maior que o meu, a penetração tinha que ter inicialmente mais cuidado. Eu estava ao lado dele e via como centímetro a centímetro ia desaparecendo o tronco do meu amigo, e este ia incrementando o ritmo da sua foda ocasionando uns gemidos muito fortes na Sonia, ele tirava toda a sua pica e enfiava de volta conseguindo uma foda muito bonita, por ter ela maior que eu o corpo se separava bastante e se via claramente o orifício anal, ele pega o pote de creme e põe nos dedos Índice e maior para depois buscar o bum da minha esposa, metendo primeiro o dedo indicador até o fundo, começando a aproveitar uma foda fenomenal. Depois de alguns minutos, começa a meter o segundo dedo, chegando a entrar até a metade. Era muito lindo ver como o bum foi se dilatando com o excelente trabalho que fazíamos com meu amigo. Estávamos simulando uma dupla penetração, mas com os dedos na bunda. Ela estava muito excitada, ofegava forte e os gemidos já se transformaram em gritinhos abafados que indicavam um orgasmo garantido. Ela dá uns rebolados fortes na pelve do meu amigo e depois fica quieta, apertando as pernas que tremiam levemente. Estava em pleno transe orgásmico — que linda imagem, eu pensava sem dizer — mas meu amigo seguia super excitado, continuando sua foda constante, não deixando minha esposa assimilar seu orgasmo, já que ela começa a gemer de novo pelas investidas do Roque. Vejo os dedos e já estavam perdidos dentro do cu da Sonia. Que tesão era tudo isso! Eu já precisava comer o cu da minha esposa e faço um sinal pro meu amigo pra que me ceda o lugar. Ele tira os dedos do buraco anal e segura a rola com uma mão, tirando ela inteira da vagina. Ela relaxa, apoiando o peito e o rosto no colchão, mas graças a essa posição, ela se inclina bastante, deixando a bunda dilatada totalmente exposta à vista do meu amigo. Essa imagem era IMPRESSIONANTE, acho que equivalia a duas caixas completas de viagra. Nossos olhos não conseguiam se desgrudar nem por um instante daquele panorama. Nem o Cerro de Sete Cores te deixava tão maravilhado. Mas o que meu amigo fez naquele momento me paralisou completamente. Eu pensava que ele ia se afastar, me deixando o lugar, mas não. Ele agarrou o pau dele e começou a esfregar na bunda da minha mulher. Massageava o buraco do bum com a cabeça da rola e usava todo o comprimento do pênis para percorrer toda a sua fenda, abrindo as nádegas a cada investida. Eu não conseguia acreditar. eu realmente não tinha ideia até onde meu amigo era capaz de ir, estava tudo pronto para ele tentar penetrar aquele cuzinho apertado, mas com certeza minha esposa não iria querer ser penetrada analmente por aquela pica e isso iria estragar todo nosso trabalho prévio para realizar a dupla penetração. Além disso, me vieram instantaneamente as palavras do meu amigo quando ele contou que havia mandado uma ex-namoradinha para o hospital por causa de um rasgo anal… Roque esfregava sua pica mais rápido no cu da Sonia, a essa altura meu pau tinha virado uma pedra e, vendo as expressões da minha esposa, acho que ela também estava pegando fogo. Mas esses atos foram interrompidos quando ela pediu por uma pica, já que estava com muita vontade de chupar para saciar sua tesão. Ele se adianta para oferecer o pauzão e ela agarra com a mão, depois saboreia com a língua os restos de creme e líquidos vaginais. Claramente, quando se está tão excitado, a gente nem para para pensar nesses detalhes que, estando frio, te fariam hesitar em chupar seus próprios fluidos, mas no calor do momento passa totalmente batido. Peguei as duas almofadas e coloquei embaixo do ventre dela para levantar a bunda, consegui pegar o pote de lubrificante e passei por todo meu pau, começando a procurar o buraquinho já dilatado do cu para enfiar devagar. Para minha surpresa, não havia aquela resistência que eu sentia em outras ocasiões. Por isso, comecei a penetrar fundo o asterisco dela, com uma entra-e-sai constante e às vezes meio violento, provocando uns gritos abafados da minha esposa. Às vezes ela tirava a pica da boca e reclamava para eu não ser tão bruto, mas eu estava com um tesão do caralho, não dava para ir devagar. Tirei de uma vez e vi o cu bem aberto pedindo mais pica — aí percebi que já era hora de tentar o que estávamos planejando… Vamos, amigo, coloca embaixo dela que já está tudo pronto. Ela vira o pescoço e busca meu olhar, juro que os olhos dela transformado em duas bolas de fogo, nunca na vida ele tinha tido uma transa tão quente e prolongada, e acho que ele ainda não tinha experimentado algo que poderia mudar sua vida sexual para sempre. Roque lentamente termina de se acomodar e a convida para sentar em seu mastro de carne. Ela começa a descer suavemente e enfia toda a pica, soltando um leve suspiro, começando com os típicos movimentos de cavalgada. De trás, vejo como a pica entra e sai do interior da minha mulher. Deus, que tesão que ela tinha! Vou acomodando meu pau na direção do cu e apoiando uma mão na bunda para que diminuam a intensidade das metidas. Vou me agachando, segurando o pau com uma mão para direcioná-lo ao seu ânus dilatado. Faço um pouco de pressão e a cabeça entrou sem muitos problemas, mas à medida que avançava, sentia o buraquinho ficando mais apertado. Era estranho, já que há um tempo eu estava metendo no cu dela e entrava muito mais fácil. Mas claro, agora tinha o pau do meu amigo ocupando todo o espaço que antes eu tinha. Então tive que forçar mais para conseguir entrar tudo. Escuta-se um grito forte da minha mulher e, posteriormente, ela suspira várias vezes para relaxar e se acostumar com a dupla invasão em suas partes íntimas. Talvez pensem que é fácil coordenar a dupla penetração, mas na realidade é muito complicado, já que todos querem realizar movimentos com a pélvis e não conseguimos harmonizar os movimentos dos três. Por causa desses movimentos desajeitados, várias vezes meu pau sai do cu da minha esposa, até que eu a penetro novamente e, desta vez, fico quieto em cima dela, dando passagem para Roque empurrar da sua posição. E acho que só então nós três começamos a aproveitar. Mas quem estava aproveitando mais que ninguém era minha esposa, já que ela soltava gritos bem fortes e alternava gemidos com queixumes, e de sua boca saíam contradições como, por exemplo, "sim, sim, sim" ou "não, ai, não, não aguento mais... ai, vão, continuem que... Eu estava dizendo constantemente, acho que ela teve uns três orgasmos naquela dupla penetração intensa que estávamos proporcionando. Mas é claro, nossos sacos estavam enchendo e não dávamos mais conta, era tudo muito excitante. Então, depois de alguns minutos, meu amigo falou que não aguentava mais e, com várias estocadas fortes, parou quieto dentro da buzinha da minha esposa e começou a descarregar todo o porra acumulada. Eu, por minha vez, sentindo a pulsação do pau do meu amigo, comecei a acelerar com força e, com o detalhe de que o pau dele ainda estava dentro dela, meti muito selvagem e não me importei se estava machucando. Foram dez bombadas contínuas no cu dela até que não aguentei mais e fiz uma descarga descomunal, deixando toda a extensão do meu pau na bunda dela… uff, que foda que te demos, minha amor, você gostou? — perguntei. Ela me disse que sim, nunca imaginou que dava pra gozar tantas vezes, mas estava destruída, meu amor, vou dormir assim mesmo porque não tenho forças nem pra tomar banho. Eu disse pra ela ficar tranquila, que a gente se trocava e eu levava o Roque pra casa, mas antes vamos tirar uma foto pra guardar a recordação. Pego meu celular, tiro uma foto da buceta e do cu cheios de porra e logo mando pro meu amigo. E digo no ouvido dela que isso é o começo de algo totalmente novo que temos que explorar, dou um beijo na bochecha e saio do quarto.
Que noite foi essa, por favor! O interruptor mais tarado da nossa relação foi ligado e, de agora em diante, vai ser muito difícil voltar atrás… claramente nossas relações mudaram, mas isso vai gerar uma nova série de histórias…
2 comentários - Sou um corno muito feliz. Cap 7