Fiz minha mãe me dar um boquete no Natal

Começo este relato assim, me sinto nervoso pra contar isso porque isso só acontecia nos filmes pornô, segundo diziam, e comigo rolou.passo 


Meu nome é Guilherme, hoje vim contar a história de como consegui que minha mãe me desse um boquete. Isso aconteceu em dezembro do ano passado. Meu pai é um homem bem comum, mas tenta dar todo o luxo pra minha mãe e pra mim. Minha mãe, que dessa vez vamos chamar de Taylor, dava pra ver que amava meu pai, já que se continuava com ele era só pelo carinho e não porque não conseguia outro homem, já que ela é uma mulher muito gostosa pra idade dela (43 anos). É uma milf completa, com peitões grandes, um quadril bem largo e uma bunda dos sonhos. Aqui vai uma foto de referência, já que por motivos óbvios não vou postar imagens reais.Fiz minha mãe me dar um boquete no Natalmas continuando o relato, nas datas de dezembro é quando começa a bagunça na minha casa, porque todo ano minha família se reúne pra confraternizar, como a maioria das famílias nessas épocas. Durante o mês todo, organizamos a confraternização pra família, e minha família adora bebida, então a festa começa rápido. Eu não sou de beber muito, mas minha mãe sim. E quando minha mãe bebe demais, ela se transforma completamente de uma pessoa rígida pra uma pessoa complacente. Percebi isso quando estávamos em outra confraternização, pra onde uns amigos da minha mãe nos convidaram. Quando todo mundo já tinha bebido bastante, vi o marido da amiga da minha mãe levar ela pra trás de casa. Eu segui eles pra ver o que tava rolando, me aproximei o suficiente e vi ele encostar minha mãe na parede da casa. Eles começaram a conversar, e eu consegui ouvir, mesmo os dois mal conseguindo falar direito de tão bêbados. Ele perguntou pra minha mãe se ela deixava ele chupar os peitos dela, e ela disse que não, mas ele continuou insistindo pra ela deixar. Nisso, minha mãe tentou ir embora, mas ele não deixou. Pensei em intervir, mas quando vi ele se ajoelhar — acho que por causa da bebida — e implorar pra ela deixar, quase não dava pra entender o que ele dizia de tão bêbado, mas parece que funcionou, porque minha mãe, também pelo efeito do álcool, acabou cedendo aos pedidos. Ela levantou a blusa que tava usando, tirou o sutiã — era roxo com preto — e disse pra ele fazer rápido. Ele se levantou e começou a apalpar os peitos da minha mãe e a chupar eles. Dava pra ouvir os gemidos dela. Passaram uns 3 a 5 minutos chupando os peitos dela, e minha mãe disse "já chega", afastou ele um pouco e começou a se vestir. Achei que tinha acabado, mas ele perguntou se ela podia fazer um favor pra ele. Ela perguntou o que era, e ele pediu se ela podia fazer um boquete. Minha mãe disse que não, nem que ele implorasse, e começou a ir embora na direção oposta. Onde eu tava escutando, levantei rápido e saí o mais rápido que pude pra ela não me ver. Depois voltei pra onde todo mundo tava e a confraternização acabou. Voltando pro tempo de agora, minha família já tava preparando tudo pra começar. Eu tava ajudando a carregar as cervejas e colocando elas num lugar que não atrapalhasse. Levou umas 2 horas pra terminar tudo e finalmente a festa começou. Tava tudo bem, todo mundo alegre, foi quando começaram a tirar a cerveja. Nessa hora, pensei que era a oportunidade perfeita, já que minha mãe começou a beber pra caralho. Sabia que se ela continuasse bebendo, eu poderia ter uma chance de conseguir o que tava pensando. Chegando meia-noite, todo mundo já tava que não aguentava mais a cerveja. Meu pai foi pro quarto onde ia dormir com minha mãe, já que a confraternização foi na casa da minha avó e a casa dela é grande. O resto dos meus parentes também já começaram a ir pros quartos deles descansar. Aí falei pra minha mãe que ia levar ela pro quarto dela. Ela tava muito bêbada, mais do que eu pensei, porque ela tomou umas 11 cervejas e normalmente, pra não ficar muito bêbada, tomava umas 5. Quando ela falou comigo, quase não entendi, mas isso me garantiu que ela não ia lembrar de nada do que ia rolar. Quando tava levando ela pro quarto dela, coloquei ela no meu, que era do lado do dela. Deitei ela na cama e entrei no quarto onde meu pai tava. Cheguei perto dele pra ver se tava dormindo e ele tava mais que dormindo, parecia nocauteado. Aí voltei pro meu quarto, onde minha mãe tava, e comecei a conversar com ela pra ela relaxar mais rápido, mas parecia que não ia ceder. Então peguei mais umas cervejas pra beber com ela. No começo ela não queria, mas acabou cedendo e tomou mais 2. Com essas, já iam 13 cervejas que ela tinha tomado. Aí falei pra ela se a gente jogava verdade ou desafio com as garrafas que a gente tinha. Ela topou e a gente começou a jogar. No começo eram coisas simples, mas quanto mais a gente jogava, mais eu ficava com tesão. Numa rodada da A garrafa que caiu pra ela disse desafio, então eu falei pra ela tirar a blusa e ela cumpriu. Em outra vez, falei pra ela tirar a calça, o que ela fez. E na penúltima, falei pra ela tirar o sutiã, aí ela disse que não e eu propus outro desafio, que era tomar mais uma cerveja. Ela não queria nenhum dos dois desafios, mas cumpriu de tirar o sutiã (Foto de referência de como ela tava naquele momento).peitoesDepois de mais alguns jogos, ela disse que já estava com sono e queria ir dormir, mas eu ainda não tinha conseguido o que queria. Falei que só mais algumas partidas, e ela topou, mas combinamos que quando ela falasse "chega", a gente parava. Continuamos jogando, e na terceira rodada ela escolheu "desafio". Desafiei ela a me dar um boquete. Ela disse que nunca faria aquilo e mandou eu escolher outro desafio. Mandei ela tomar mais duas cervejas, já que sabia que ela não queria mais beber. Ela não soube o que escolher e disse que não faria nenhum dos dois e que ia dormir. Antes dela ir, pedi de novo pra ela me chupar. Ela, brava, mandou eu soltar ela, mas lembrei quando o marido da amiga dela implorou pra chupar os peitos dela. Então fiz a mesma coisa: implorei pra ela me fazer um boquete. Ela, muito bêbada e me vendo daquele jeito, acabou aceitando, mas disse que seria só uma vez. Eu concordei. Ela sentou na cama e falou pra eu tirar o pau rápido pra ela poder ir dormir. Eu me aproximei, abaixei a calça e vi pela expressão dela que ela se surpreendeu, porque eu tenho 18cm. Ela começou a me masturbar com as mãos, e na hora já estava uma delícia. Quando eu fiquei duro pra caralho, ela começou a colocar meu pau na boca dela e a se mexer. Era uma sensação incrível: o calor da boca dela, o movimento da língua, o ritmo que ela mamava era fabuloso. Ela chupou meu pau por uns 3 minutos e perguntou se eu já ia gozar. Falei que sim, pra ela continuar. Ela começou a chupar mais rápido pra acabar logo. Eu já estava no limite, então antes de gozar, segurei a cabeça dela, empurrei meu pau até o fundo e gozei na boca dela. Tirei o pau da boca dela e vi minha porra toda dentro. Ela, sem saber o que fazer com a porra, engoliu tudo e disse pra eu não contar pra ninguém. Depois foi pro quarto dela dormir. No dia seguinte, perguntei como ela estava, e ela disse que estava bem, só que não lembrava da maioria das coisas que aconteceram na noite anterior. me pergunto se aconteceu algo e respondi que não aconteceu nada, o que me mostra que ela não lembrava de nada do que rolou ontem.

E assim termina meu relato, mas não acaba aí — esperem até eu contar o que aconteceu no Ano Novo.

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