Boa tarde, essa é uma história minha sobre uma aventura com a María, uma mulher com acondroplasia.
Assim como contei em relatos anteriores, naquela época eu estava namorando uma garota, muito legal por sinal, embora ciumenta demais, o que acabava me afastando cada vez mais dela. Conforme as coisas iam ficando complicadas com ela, eu buscava um alívio com alguma garota de programa, mas não gostava de pagar por sexo, porque, tudo bem com as meninas que trabalham na prostituição, mas elas trabalham e buscam encontros rápidos pra ganhar melhor e sempre tem aquela frase "já gozou?" pra me desconcentrar, e não era o que eu queria. Às vezes não tinha jeito senão ir naquelas casas de prostituição pra matar a vontade, mas sempre evitava quando dava.
Geralmente eu passeava por lugares mais escuros da cidade onde talvez encontrasse alguém disposto como eu. Um desses lugares era uma avenida, onde dava pra achar algo assim.
Naquela noite, não era a mesma avenida de sempre, porque o anfiteatro que ficava quase no começo tinha um evento cultural e a galera era grande, já que era de graça. Então não era hora de encontrar especificamente alguém com meus gostos, mas sim um público mais variado. Resolvi caminhar mesmo assim pra ver o que tinha na volta.
O evento cultural foi numa época de verão e as minas estavam com roupas curtas por causa do calor: minissaias, vestidinhos, blusinhas curtas, shorts soltos... Pelo menos ia matar a vontade de olhar uns corpos de graça.
Passei umas duas vezes e, apesar de não ter a intimidade total do que esperava encontrar, dava uns olhares inspecionando o corpo de todas as mulheres que estavam por ali meio sozinhas pra ver se tinha conexão visual.
Tinha passado por uma calçada onde, no meio de tanta gente, tinha duas garotas: uma alta e outra baixinha, baixinha pra caralho. Já tinha visto ela na cidade antes, mas nunca tinha prestado atenção. Passei por aqui, fiz contato visual com as duas. Aí percebi que a mais alta era uma menina meio grandinha, mas com certeza não tinha mais de 14 anos. Muito bonitinha, mas não me arriscaria com ela. Além disso, no quesito gosto, ela era muito magra pra mim. A segunda era uma mulher mais velha, uns 25 anos, mais ou menos a minha idade, mas o problema é que ela era anã.
Continuei andando sem dizer nada, só trocando olhares e dando um aceno de cortesia ao passar. Segui em frente e não tive muita sorte depois. Fiquei um pouco afastado, observando as duas sentadas no banco sem deixar que me vissem. Enquanto olhava, ficava na dúvida: eram as únicas mulheres com quem eu tinha feito contato e depois disso não tinha mais ninguém. Também pensava na suposta idade delas e não tava a fim de arrumar confusão tentando chegar numa menor. Por isso, fui me focando mais na garota anã.
Devo dizer que a anã em questão não era atraente como algumas anãs que se vê hoje em dia. Era uma mulher de cabelo curto, daquele corte que algumas mulheres usam quando chegam na maturidade, mais masculino do que feminino. Não destacava os peitos nem a bunda. Mas vi que ela conversava bastante com a outra garota que a acompanhava, e elas conseguiram me ver no meio da multidão do outro lado da rua. Assim mesmo, continuaram falando e me olhando. Mudei de lugar e decidi me perder no meio do povo pra pegá-las de surpresa. Apareci entre uma árvore e as pessoas que passeavam por ali e fui direto pro banco onde elas estavam. Cumprimentei as duas educadamente e fui bem direto.
Eu: Passei por aqui um tempinho atrás e notei que vocês me olharam. Fiquei pensando nisso, então me animei pra vir conversar.
Elas: (Surpresas) Bom, que legal! Sim, a gente te viu passando.
Eu: Então, mas vim especialmente pra falar com uma de vocês duas.
(A menor) Com quem?
Eu: Com Ela (e apontei pra anã)
Ao ser apontada, a surpresa foi maior das duas. Talvez porque a anã já tinha assumido que uma situação com um cara nunca ia rolar por causa da baixa estatura, e a outra mina/menina tava mais produzida pra atrair caras. No meu caso, era mais pela vontade de conhecer minas e novas possibilidades. Na minha cabeça, tava rodando uma imagem que chegava nos e-mails, onde via uma anã pelada parada na frente de um moreno, e ela com as duas mãozinhas minúsculas fazendo um boquete, tudo isso acompanhado da legenda: "a medida certa", já que a anã chegava na rola do moreno sem esforço. Pois é, essa imagem tava ali na hora em que eu precisava definir minha estratégia pra convencer aquela mulher pequena a se separar da multidão pra pelo menos tentar ficar a sós.
No começo, a anã hesitou muito em dizer qualquer coisa, nem sim nem não. Ela olhou na hora pra acompanhante dela, esperando um salva-vidas que tirasse ela daquela situação meio desconfortável e inesperada, mas não achou, porque a mina/menina falou:
Se quiser vai, que eu vou ficar por aqui na volta.
Mas além disso, ela se virou e, meio ameaçadora, se voltou pra mim e disse:
Cuidado, hein, que eu vou ficar por perto. Não vai querer pagar de esperto.
Não sei como levar uma ameaça dessas, se era hora de desistir ou não, ou de continuar com minha iniciativa arriscada. Obviamente, decidi agir como se tudo estivesse sob controle e dar segurança pras duas de que nada ia rolar que elas não quisessem.
A anã, ao ver as garantias e a tranquilidade com que a amiga deixou ela decidir, me disse: "Beleza, vamos dar uma volta e conversar um pouco, mas depois a gente volta logo."
Bingo! Pelo menos, consegui conhecê-la e ver qual era. Mas ela já tinha aceitado conversar com um desconhecido como eu. E como minhas intenções eram bem claras, tentei que tudo que viesse dali em diante fosse... consequência com as garantias dadas.
A gente se afastou daquele banco e da multidão pra poder conversar mais à vontade. Essa caminhada foi realmente desconfortável. A diferença de altura era notável, já que ela mal chegava na minha cintura. Era igual na imagem, mas a mulher da foto era muito mais gostosa que minha acompanhante do momento. Nem dava pra pegar na mão dela porque era realmente estranho, isso meio que destruía a minha tara de me aproximar de uma anã. Mas estávamos ali, andando e nos afastando do povo pra ficar mais confortáveis pra conversar. Eu precisava resolver o problema da diferença de altura. Acendi um cigarro pra controlar a ansiedade da situação. Ela também precisava se sentir mais à vontade naquela situação, não deve ser fácil estar com alguém mais alto, ainda mais desconhecido, tinha que equilibrar a distância e conseguir se olhar de frente pra fortalecer a confiança.
A gente se aproximou de um banco meio desconfortável, mas era o único lugar que garantia o equilíbrio que a gente buscava. Já no banco, começamos a conversar, e apesar da distância ainda ser notável, a gente se sentia um pouco mais confortável. Ela me disse que se chamava Maria e que tinha uns 31 anos. Meu espanto foi enorme, porque nem de longe imaginei que ela seria muito mais velha que eu. Eu disse minha idade e meu nome pra retribuir o favor. A gente tava conversando sobre tudo um pouco, ela me disse com quem tinha ido ao evento e que queria se afastar um pouco porque, como era uma espécie de tia solteirona, sempre enfiavam os menores da família pra ela cuidar. Ela me disse que a garota com quem estava era sua sobrinha e que tinha uns 14 anos, mais ou menos como eu imaginei. O que mais a intrigava era por que eu me animei a falar com ela e não com a sobrinha. Eu disse que notei que a sobrinha era muito novinha e que já tinha visto ela antes e fiquei curioso pra conhecê-la. Além disso, falei que não gostava muito da sobrinha porque a achava meio magrinha pra Meus gostos. Tudo foi risada e, cada vez mais, a gente se entrosava. Embora ela sempre se preocupasse em manter uma distância prudente, por ser uma ocasião especial inesperada e pela presença da multidão de gente que estava um pouco longe, mas não o suficiente. E ela me fez notar isso, então eu me toquei do que estava rolando e propus que a gente continuasse andando, tentando se afastar mais.
A gente se levantou do banco onde estava e voltou a caminhar em direção a um prédio da ferrovia, que na época só tinha um vigia, mas era um lugar de passagem comum que ligava as duas partes da cidade. Era um lugar um pouco mais reservado. No caminho, fiquei pensando que queria ter ela mais na minha altura pra poder intimar mais, e lembrei de um lugar naquele prédio que era tipo uma janela antiga, bloqueada por paredes, só guardava a forma e tinha uma espécie de canteiro onde imaginei que ela podia se sentar ali e eu teria ela mais perto de mim. Ao virar numa das paredes em busca daquele lugar, percebi que outro casal já estava usando o espaço. A mulher do tal casal estava sentada ali com o homem entre as pernas, se beijando freneticamente. Meu plano não era perfeito, então a gente parou sem saber que alternativa procurar. Ela me disse:
— Vamos ficar aqui, afinal a gente tá conversando.
Eu queria mais do que uma conversa. Então decidi me ajoelhar pra ficar perto dela. E ela se surpreendeu de eu descer até a altura dela pra ficar junto. Maria aceitou tudo com uma sensação de alívio que nos fez retribuir com um abraço no meu pescoço. A gente tava bem, embora ainda houvesse uma certa diferença de altura, tudo era melhor. Não hesitei, estávamos mais afastados das pessoas, num lugar meio na penumbra, um de frente pro outro, então, sem pensar, criei coragem e beijei ela. Ela esperava aquele beijo. Era um beijo longo, de língua. A boca dela era proporcional à altura dela, e a língua também, embora a gente brincasse com a língua à saborearmos sem pensar nessa distância, beijava extremamente bem.
Ela estava usando uma blusa tipo tomara-que-caia branca, daquelas que têm só um elástico sutil que segura nos peitos e o resto cai solto, e uma minissaia suave um tom mais escuro combinando. Na hora de nos beijarmos, as mãos pequenas dela passavam pela minha cabeça, bagunçando meu cabelo com paixão. O beijo de língua era interminável, eu precisava de ar, me separava da boca dela e ia para o pescoço, deixando uma fina camada de saliva na pele. Minhas mãos iam entrando por baixo da blusa dela, tocando a pele. O suor na pele dela por baixo da blusa era notável, mas prazeroso. Era um lubrificante natural para minhas mãos deslizarem pela pele. Ela não parava de passar as mãos na minha cabeça e nas minhas costas. Minha saliva ajudava minha língua a passar por cada lado que eu ia para saborear a pele dela. Eu buscava avançar cada vez mais com paixão pela pele dela, já não tinha nada na minha mente que atrapalhasse em relação à diferença de altura que tínhamos, estávamos bem, nos soltando na paixão do momento. Ela deixou eu percorrer com minhas mãos as costas dela, sentia minhas mãos tão enormes no corpo dela e me deixava abraçá-la apertando com minhas mãos por completo. Com meus beijos, fui descendo pela frente do peito dela, puxando suavemente o elástico do tomara-que-caia, deixando ver um pouco do vale entre os seios dela. Eu os sentia ali, mas não os via. Ela se contorcia de paixão pelos beijos que trocávamos, voltava a todo instante para beijar a boca dela que estava me enlouquecendo com o movimento da língua, imaginava aquela mesma língua fazendo um oral em mim, estava molhando a cabeça da minha rola só de pensar. Eu encostava minha bacia na bacia dela, esfregando suave e firme para ir tocando nosso sexo por cima das roupas. Nós dois estávamos ficando molhados só de saber que o corpo dela se contorcia. Com minhas mãos entre a blusa dela e na pele, fui para a frente buscar os seios dela. Encontrei eles rapidamente já que eles eram garotos, mas ao mesmo tempo estavam meio caídos. Ao tocá-los por cima do sutiã, pude senti-los quentes e macios. O sutiã me impedia de tocá-los, então eu o abaixei com as mãos para libertá-los, e ao mesmo tempo, combinando um ataque duplo com minha boca, abaixei as alças, deixando os seios dela livres e na altura da minha boca. Foi um movimento só, onde abri minha boca já quente e, me esforçando um pouco mais, abaixei meu rosto para alcançar o mamilo dela e começar a chupá-lo. Ela inflou o peito para deixar o seio mais túrgido e me oferecia o mamilo para eu chupar. Entrou na minha boca como um suco delicioso que eu devorava com todo prazer. O corpinho dela tremia com aquela chupada gostosa. As pernas dela tentavam se firmar, mas deixando uma abertura para que, com meu quadril, eu pudesse acessar mais a buceta dela por cima das nossas roupas. Com o seio dela na minha boca, minhas mãos desciam para levantar a minissaia dela. Queria tocar a bunda dela. E não foi indiferente. Ela se colocava na ponta dos pés para que minha mão entrasse o mais rápido possível. Na palma da minha mão cabia a bunda inteira dela, meus dedos ficavam livres, quase tocando a outra nádega. Ela usava uma calcinha fio-dental minúscula que só fazia uma mera separação na parte íntima dela. Não foi difícil puxá-la com minhas mãos e comecei a roçar o cu dela com meus dedos. Continuava beijando ela apaixonadamente, e minha mão na bunda dela era demais. Meus dedos ficavam livres para qualquer coisa. Queria mais. Passei meus dedos para frente, tocando com a palma a bunda dela, e meus dedos alcançaram a buceta dela; confirmei que ela estava toda molhada. Meus dedos não demoraram a entrar na buceta dela. Meus dedos roçavam o clitóris dela, e ela abria mais as pernas para me deixar entrar e sair com facilidade. Ela se molhava toda e se contorcia, já não sabia o que fazer com as mãos; ela as abaixou, procurando meu pau ereto por cima da minha calça. Ela o massageava e procurava com paixão, encontrava e buscava a cabeça, percorria centímetro por centímetro e imaginava na cabeça dela, pensando na proporção da buceta dela pro meu pau. Ficamos nos masturbando assim por um bom tempo. Tentei colocar a mão dela dentro da minha calça e ela agarrou meu pau com força, do jeito que dava. Não conseguia envolver ele com a mão, era pequena demais pro meu pau, mas ela tava extasiada, o peito dela na minha boca e meus dedos na buceta molhada dela... Eu masturbo ela usando o sêmen que começava a sair. Fomos terminando cada um no seu tempo, gozamos cada um na mão do outro. Quando eu gozei, ela afrouxou as pernas como pedindo pra eu tirar meus dedos da buceta dela, já que tinha gozado. Olhei pra ela de frente e, num momento de audácia, levei meus dedos à boca e saboreei com toda paixão.
Não teve penetração, mas ficou entre nós uma temperatura lógica. A gente tava num lugar público e queria se segurar pra não fazer um escândalo maior.
Nos separamos e voltamos a encarar a multidão, eu já tinha conseguido o que queria naquela noite e ela levou muito mais do que imaginava.
Nos despedimos com um beijo de língua e combinamos de nos ver de novo num lugar específico. Nunca fui nesse encontro. Nunca mais rolou nada com ela.
Vi ela algumas vezes depois e quis me aproximar, mas ela não quis mais nada.
Os anos passaram e de vez em quando passo perto da casa dela, às vezes vejo ela, ela também me vê. Sabemos o que fizemos e não falamos nada. Aquele encontro foi rápido e gostoso. Faria de novo, porque é uma fantasia ainda incompleta, mas estamos bem com o que aconteceu e nos deu um pequeno momento de luxúria. Ela era anã, e eu não parei por causa da diferença de altura.
Assim como contei em relatos anteriores, naquela época eu estava namorando uma garota, muito legal por sinal, embora ciumenta demais, o que acabava me afastando cada vez mais dela. Conforme as coisas iam ficando complicadas com ela, eu buscava um alívio com alguma garota de programa, mas não gostava de pagar por sexo, porque, tudo bem com as meninas que trabalham na prostituição, mas elas trabalham e buscam encontros rápidos pra ganhar melhor e sempre tem aquela frase "já gozou?" pra me desconcentrar, e não era o que eu queria. Às vezes não tinha jeito senão ir naquelas casas de prostituição pra matar a vontade, mas sempre evitava quando dava.
Geralmente eu passeava por lugares mais escuros da cidade onde talvez encontrasse alguém disposto como eu. Um desses lugares era uma avenida, onde dava pra achar algo assim.
Naquela noite, não era a mesma avenida de sempre, porque o anfiteatro que ficava quase no começo tinha um evento cultural e a galera era grande, já que era de graça. Então não era hora de encontrar especificamente alguém com meus gostos, mas sim um público mais variado. Resolvi caminhar mesmo assim pra ver o que tinha na volta.
O evento cultural foi numa época de verão e as minas estavam com roupas curtas por causa do calor: minissaias, vestidinhos, blusinhas curtas, shorts soltos... Pelo menos ia matar a vontade de olhar uns corpos de graça.
Passei umas duas vezes e, apesar de não ter a intimidade total do que esperava encontrar, dava uns olhares inspecionando o corpo de todas as mulheres que estavam por ali meio sozinhas pra ver se tinha conexão visual.
Tinha passado por uma calçada onde, no meio de tanta gente, tinha duas garotas: uma alta e outra baixinha, baixinha pra caralho. Já tinha visto ela na cidade antes, mas nunca tinha prestado atenção. Passei por aqui, fiz contato visual com as duas. Aí percebi que a mais alta era uma menina meio grandinha, mas com certeza não tinha mais de 14 anos. Muito bonitinha, mas não me arriscaria com ela. Além disso, no quesito gosto, ela era muito magra pra mim. A segunda era uma mulher mais velha, uns 25 anos, mais ou menos a minha idade, mas o problema é que ela era anã.
Continuei andando sem dizer nada, só trocando olhares e dando um aceno de cortesia ao passar. Segui em frente e não tive muita sorte depois. Fiquei um pouco afastado, observando as duas sentadas no banco sem deixar que me vissem. Enquanto olhava, ficava na dúvida: eram as únicas mulheres com quem eu tinha feito contato e depois disso não tinha mais ninguém. Também pensava na suposta idade delas e não tava a fim de arrumar confusão tentando chegar numa menor. Por isso, fui me focando mais na garota anã.
Devo dizer que a anã em questão não era atraente como algumas anãs que se vê hoje em dia. Era uma mulher de cabelo curto, daquele corte que algumas mulheres usam quando chegam na maturidade, mais masculino do que feminino. Não destacava os peitos nem a bunda. Mas vi que ela conversava bastante com a outra garota que a acompanhava, e elas conseguiram me ver no meio da multidão do outro lado da rua. Assim mesmo, continuaram falando e me olhando. Mudei de lugar e decidi me perder no meio do povo pra pegá-las de surpresa. Apareci entre uma árvore e as pessoas que passeavam por ali e fui direto pro banco onde elas estavam. Cumprimentei as duas educadamente e fui bem direto.
Eu: Passei por aqui um tempinho atrás e notei que vocês me olharam. Fiquei pensando nisso, então me animei pra vir conversar.
Elas: (Surpresas) Bom, que legal! Sim, a gente te viu passando.
Eu: Então, mas vim especialmente pra falar com uma de vocês duas.
(A menor) Com quem?
Eu: Com Ela (e apontei pra anã)
Ao ser apontada, a surpresa foi maior das duas. Talvez porque a anã já tinha assumido que uma situação com um cara nunca ia rolar por causa da baixa estatura, e a outra mina/menina tava mais produzida pra atrair caras. No meu caso, era mais pela vontade de conhecer minas e novas possibilidades. Na minha cabeça, tava rodando uma imagem que chegava nos e-mails, onde via uma anã pelada parada na frente de um moreno, e ela com as duas mãozinhas minúsculas fazendo um boquete, tudo isso acompanhado da legenda: "a medida certa", já que a anã chegava na rola do moreno sem esforço. Pois é, essa imagem tava ali na hora em que eu precisava definir minha estratégia pra convencer aquela mulher pequena a se separar da multidão pra pelo menos tentar ficar a sós.
No começo, a anã hesitou muito em dizer qualquer coisa, nem sim nem não. Ela olhou na hora pra acompanhante dela, esperando um salva-vidas que tirasse ela daquela situação meio desconfortável e inesperada, mas não achou, porque a mina/menina falou:
Se quiser vai, que eu vou ficar por aqui na volta.
Mas além disso, ela se virou e, meio ameaçadora, se voltou pra mim e disse:
Cuidado, hein, que eu vou ficar por perto. Não vai querer pagar de esperto.
Não sei como levar uma ameaça dessas, se era hora de desistir ou não, ou de continuar com minha iniciativa arriscada. Obviamente, decidi agir como se tudo estivesse sob controle e dar segurança pras duas de que nada ia rolar que elas não quisessem.
A anã, ao ver as garantias e a tranquilidade com que a amiga deixou ela decidir, me disse: "Beleza, vamos dar uma volta e conversar um pouco, mas depois a gente volta logo."
Bingo! Pelo menos, consegui conhecê-la e ver qual era. Mas ela já tinha aceitado conversar com um desconhecido como eu. E como minhas intenções eram bem claras, tentei que tudo que viesse dali em diante fosse... consequência com as garantias dadas.
A gente se afastou daquele banco e da multidão pra poder conversar mais à vontade. Essa caminhada foi realmente desconfortável. A diferença de altura era notável, já que ela mal chegava na minha cintura. Era igual na imagem, mas a mulher da foto era muito mais gostosa que minha acompanhante do momento. Nem dava pra pegar na mão dela porque era realmente estranho, isso meio que destruía a minha tara de me aproximar de uma anã. Mas estávamos ali, andando e nos afastando do povo pra ficar mais confortáveis pra conversar. Eu precisava resolver o problema da diferença de altura. Acendi um cigarro pra controlar a ansiedade da situação. Ela também precisava se sentir mais à vontade naquela situação, não deve ser fácil estar com alguém mais alto, ainda mais desconhecido, tinha que equilibrar a distância e conseguir se olhar de frente pra fortalecer a confiança.
A gente se aproximou de um banco meio desconfortável, mas era o único lugar que garantia o equilíbrio que a gente buscava. Já no banco, começamos a conversar, e apesar da distância ainda ser notável, a gente se sentia um pouco mais confortável. Ela me disse que se chamava Maria e que tinha uns 31 anos. Meu espanto foi enorme, porque nem de longe imaginei que ela seria muito mais velha que eu. Eu disse minha idade e meu nome pra retribuir o favor. A gente tava conversando sobre tudo um pouco, ela me disse com quem tinha ido ao evento e que queria se afastar um pouco porque, como era uma espécie de tia solteirona, sempre enfiavam os menores da família pra ela cuidar. Ela me disse que a garota com quem estava era sua sobrinha e que tinha uns 14 anos, mais ou menos como eu imaginei. O que mais a intrigava era por que eu me animei a falar com ela e não com a sobrinha. Eu disse que notei que a sobrinha era muito novinha e que já tinha visto ela antes e fiquei curioso pra conhecê-la. Além disso, falei que não gostava muito da sobrinha porque a achava meio magrinha pra Meus gostos. Tudo foi risada e, cada vez mais, a gente se entrosava. Embora ela sempre se preocupasse em manter uma distância prudente, por ser uma ocasião especial inesperada e pela presença da multidão de gente que estava um pouco longe, mas não o suficiente. E ela me fez notar isso, então eu me toquei do que estava rolando e propus que a gente continuasse andando, tentando se afastar mais.
A gente se levantou do banco onde estava e voltou a caminhar em direção a um prédio da ferrovia, que na época só tinha um vigia, mas era um lugar de passagem comum que ligava as duas partes da cidade. Era um lugar um pouco mais reservado. No caminho, fiquei pensando que queria ter ela mais na minha altura pra poder intimar mais, e lembrei de um lugar naquele prédio que era tipo uma janela antiga, bloqueada por paredes, só guardava a forma e tinha uma espécie de canteiro onde imaginei que ela podia se sentar ali e eu teria ela mais perto de mim. Ao virar numa das paredes em busca daquele lugar, percebi que outro casal já estava usando o espaço. A mulher do tal casal estava sentada ali com o homem entre as pernas, se beijando freneticamente. Meu plano não era perfeito, então a gente parou sem saber que alternativa procurar. Ela me disse:
— Vamos ficar aqui, afinal a gente tá conversando.
Eu queria mais do que uma conversa. Então decidi me ajoelhar pra ficar perto dela. E ela se surpreendeu de eu descer até a altura dela pra ficar junto. Maria aceitou tudo com uma sensação de alívio que nos fez retribuir com um abraço no meu pescoço. A gente tava bem, embora ainda houvesse uma certa diferença de altura, tudo era melhor. Não hesitei, estávamos mais afastados das pessoas, num lugar meio na penumbra, um de frente pro outro, então, sem pensar, criei coragem e beijei ela. Ela esperava aquele beijo. Era um beijo longo, de língua. A boca dela era proporcional à altura dela, e a língua também, embora a gente brincasse com a língua à saborearmos sem pensar nessa distância, beijava extremamente bem.
Ela estava usando uma blusa tipo tomara-que-caia branca, daquelas que têm só um elástico sutil que segura nos peitos e o resto cai solto, e uma minissaia suave um tom mais escuro combinando. Na hora de nos beijarmos, as mãos pequenas dela passavam pela minha cabeça, bagunçando meu cabelo com paixão. O beijo de língua era interminável, eu precisava de ar, me separava da boca dela e ia para o pescoço, deixando uma fina camada de saliva na pele. Minhas mãos iam entrando por baixo da blusa dela, tocando a pele. O suor na pele dela por baixo da blusa era notável, mas prazeroso. Era um lubrificante natural para minhas mãos deslizarem pela pele. Ela não parava de passar as mãos na minha cabeça e nas minhas costas. Minha saliva ajudava minha língua a passar por cada lado que eu ia para saborear a pele dela. Eu buscava avançar cada vez mais com paixão pela pele dela, já não tinha nada na minha mente que atrapalhasse em relação à diferença de altura que tínhamos, estávamos bem, nos soltando na paixão do momento. Ela deixou eu percorrer com minhas mãos as costas dela, sentia minhas mãos tão enormes no corpo dela e me deixava abraçá-la apertando com minhas mãos por completo. Com meus beijos, fui descendo pela frente do peito dela, puxando suavemente o elástico do tomara-que-caia, deixando ver um pouco do vale entre os seios dela. Eu os sentia ali, mas não os via. Ela se contorcia de paixão pelos beijos que trocávamos, voltava a todo instante para beijar a boca dela que estava me enlouquecendo com o movimento da língua, imaginava aquela mesma língua fazendo um oral em mim, estava molhando a cabeça da minha rola só de pensar. Eu encostava minha bacia na bacia dela, esfregando suave e firme para ir tocando nosso sexo por cima das roupas. Nós dois estávamos ficando molhados só de saber que o corpo dela se contorcia. Com minhas mãos entre a blusa dela e na pele, fui para a frente buscar os seios dela. Encontrei eles rapidamente já que eles eram garotos, mas ao mesmo tempo estavam meio caídos. Ao tocá-los por cima do sutiã, pude senti-los quentes e macios. O sutiã me impedia de tocá-los, então eu o abaixei com as mãos para libertá-los, e ao mesmo tempo, combinando um ataque duplo com minha boca, abaixei as alças, deixando os seios dela livres e na altura da minha boca. Foi um movimento só, onde abri minha boca já quente e, me esforçando um pouco mais, abaixei meu rosto para alcançar o mamilo dela e começar a chupá-lo. Ela inflou o peito para deixar o seio mais túrgido e me oferecia o mamilo para eu chupar. Entrou na minha boca como um suco delicioso que eu devorava com todo prazer. O corpinho dela tremia com aquela chupada gostosa. As pernas dela tentavam se firmar, mas deixando uma abertura para que, com meu quadril, eu pudesse acessar mais a buceta dela por cima das nossas roupas. Com o seio dela na minha boca, minhas mãos desciam para levantar a minissaia dela. Queria tocar a bunda dela. E não foi indiferente. Ela se colocava na ponta dos pés para que minha mão entrasse o mais rápido possível. Na palma da minha mão cabia a bunda inteira dela, meus dedos ficavam livres, quase tocando a outra nádega. Ela usava uma calcinha fio-dental minúscula que só fazia uma mera separação na parte íntima dela. Não foi difícil puxá-la com minhas mãos e comecei a roçar o cu dela com meus dedos. Continuava beijando ela apaixonadamente, e minha mão na bunda dela era demais. Meus dedos ficavam livres para qualquer coisa. Queria mais. Passei meus dedos para frente, tocando com a palma a bunda dela, e meus dedos alcançaram a buceta dela; confirmei que ela estava toda molhada. Meus dedos não demoraram a entrar na buceta dela. Meus dedos roçavam o clitóris dela, e ela abria mais as pernas para me deixar entrar e sair com facilidade. Ela se molhava toda e se contorcia, já não sabia o que fazer com as mãos; ela as abaixou, procurando meu pau ereto por cima da minha calça. Ela o massageava e procurava com paixão, encontrava e buscava a cabeça, percorria centímetro por centímetro e imaginava na cabeça dela, pensando na proporção da buceta dela pro meu pau. Ficamos nos masturbando assim por um bom tempo. Tentei colocar a mão dela dentro da minha calça e ela agarrou meu pau com força, do jeito que dava. Não conseguia envolver ele com a mão, era pequena demais pro meu pau, mas ela tava extasiada, o peito dela na minha boca e meus dedos na buceta molhada dela... Eu masturbo ela usando o sêmen que começava a sair. Fomos terminando cada um no seu tempo, gozamos cada um na mão do outro. Quando eu gozei, ela afrouxou as pernas como pedindo pra eu tirar meus dedos da buceta dela, já que tinha gozado. Olhei pra ela de frente e, num momento de audácia, levei meus dedos à boca e saboreei com toda paixão.
Não teve penetração, mas ficou entre nós uma temperatura lógica. A gente tava num lugar público e queria se segurar pra não fazer um escândalo maior.
Nos separamos e voltamos a encarar a multidão, eu já tinha conseguido o que queria naquela noite e ela levou muito mais do que imaginava.
Nos despedimos com um beijo de língua e combinamos de nos ver de novo num lugar específico. Nunca fui nesse encontro. Nunca mais rolou nada com ela.
Vi ela algumas vezes depois e quis me aproximar, mas ela não quis mais nada.
Os anos passaram e de vez em quando passo perto da casa dela, às vezes vejo ela, ela também me vê. Sabemos o que fizemos e não falamos nada. Aquele encontro foi rápido e gostoso. Faria de novo, porque é uma fantasia ainda incompleta, mas estamos bem com o que aconteceu e nos deu um pequeno momento de luxúria. Ela era anã, e eu não parei por causa da diferença de altura.
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