A melhor amiga dela. Não sei o porquê, mas sei como.

Durante a tarde, bebemos como de costume. Estávamos conversando no balcão quando nos avisaram que o show daquela noite foi adiado para o dia seguinte por causa de algum problema, não sei bem o quê. Pauli e eu nos olhamos meio decepcionados, porque aquilo era um pouco da cultura brasileira que íamos conhecer.
— Que pena... — falei, tomando um gole.
— Desculpa interromper. — Nosso contato com o barman até então tinha sido só um "oi", "caipiroska", "daiquiri", "cerveja", "obrigado". — Aqui a algumas quadras tem uma festa à noite onde dá pra dançar e curtir.
— Você é daqui? — perguntei, surpreso.
— Medellín, Colômbia. — O moreno sorriu, mostrando os dentes brancos.

Trocamos telefones e combinamos de entrar em contato. Pauli não disse nada e também não deu nenhuma indireta sobre Denis, o barman. Simpático, prestativo, mas não era o tipo mais velho que normalmente agradaria a Pauli — e eu já estava analisando candidatos.

A tarde seguiu igual. Ficamos no mar, dançamos um pouco e bebemos. Voltamos pro quarto e eu estava bem tonto. Decidi tomar um banho, e quando Pauli foi tomar o dela, eu acabei dormindo.

Um tempo depois, senti alguém me mexendo.
— Amor...
— O que foi? — acordei meio exaltado.
— Vamos pra festa? — Ela sorriu, colocando uns brincos.

Estava de body preto e um shorts com brilhos. Delicada, mas linda. O cabelo preso num rabo de cavalo.
— Tá olhando o quê?
— Você tá muito gata. — Sorri pra ela.

Ela subiu na cama e me beijou.

Me troquei, combinei com esse cara Denis, que me disse onde era e como chegar. Não tinha muita ideia, então acabamos perdendo um transporte.

Era uma casa térrea, numa área bem agradável, bastante silenciosa, embora um som vazasse de onde devíamos entrar. A porta estava aberta e as luzes indicavam que a festa já tinha começado.
— Argentinos! — gritou Denis, que já chegou com uns drinks na mão e nos entregou. Nos cumprimentou como se nos conhecesse a vida toda. — Querem comer alguma coisa?
— Sim, por favor. — respondi, desesperado.

Ele nos indicou para onde ir e lá fomos nós. Passamos pelo meio de muita gente. A maioria era de origem brasileira, claro. A música variava e inclusive tocaram vários reggaetons em espanhol.
— Que tasty tudo isso... — Disse Pauli, comendo salgadinhos de não sei o quê.
— É...
— Isso é clássico daqui. — Nos disse Denis, que me abraçou por trás.
— Nem fala nisso porque meu marido não gosta. — Disse Pauli, rindo e chupando os dedos.
— A verdade é que estou tendo um pouco de dificuldade pra sair do clássico. — Sorri pra ele e Denis me deu um tapinha nas costas.
— Fiquem tranquilos que hoje vocês são convidados. — Nos disse e foi embora.

Com Pauli fomos dançar e ficamos um bom tempo. Bebemos, embora eu ainda estivesse de ressaca da tarde.
— A noite está linda, né? — Ela me disse, enquanto dançávamos.
— Sim, mas só mais um pouquinho porque estou meio morto. — Falei, no meio do barulho da música e gritaria.

Pauli concordou com a cabeça. Ela foi se sentar e eu aproveitei pra ver se encontrava algo pra beber que não fosse álcool.
— Argen — tino — Ouvi uma voz, de longe, me chamando. — Deixa isso e pega isso aqui que é melhor.

Um brasileiro me ofereceu um drink que estava fazendo e sei lá o quê. Não pude recusar, não sei o que tinha mas não estava tão forte quanto eu pensava.

Quando voltei, dançamos mais um pouco.
— Vou ao banheiro. — Pauli me disse.
— Eu também, não estou me sentindo bem. — Minha cabeça doía muito.
— Você está bem? Vamos embora.
— Não, está tudo bem. Só quero ir ao banheiro, nada mais.

Pensei em induzir um vômito como na minha juventude e poder ficar bem pra ir embora em bom estado.

Passamos por uma porta, um pequeno corredor e uma fila de pessoas que estavam na mesma situação que a gente. Eu estava meio tonto e, na verdade, só queria vomitar e ir embora.
— Tá bem? — Era Denis.
— Ele está se sentindo muito mal. — Pauli disse a ele, segurando minha cabeça.

Denis fez um sinal pra seguirmos ele e nos levou a outro cômodo, com um banheirinho. Entrei e vomitei até o que não tinha.
— Você pode chamar um carro? — Pauli perguntou a ele. Pois... pois... me dá um instante e vejo se alguém pode levar vocês. - Denis saiu do quarto. Me recostei um segundo numa pequena poltrona que tinha e adormeci. - amor... - Senti que me moviam. - ah... ah... sim... ah... amor... - Ouvi e não conseguia abrir os olhos. - sim, assim... - - Fala pra ele, fala pra ele... - - amor... tô sendo comida pelos paus mais lindos... ah... - Quando consegui abrir os olhos, tinha a Pauli na minha frente, sendo comida pelo Denis. Ao lado, um brasileiro, aquele que tinha me dado o drink. Mal conseguia me mexer. - Fala pra ele... - Denis dizia, dando tapas na sua bunda. - amor... Ahg... um minutinho, amor... já vamos... Ahg... fica aí... - Denis estava comendo ela com vontade. O brasileiro, ao lado, esperando a vez dele. - Que puta você é, que puta... - - Ahg... eu adoro, eu adoro. - - Adora o pau preto? - Denis disse, puxando ela pelo cabelo e trazendo o rosto dela perto do dele. - Eu adoro... me dá na boca, quero ele na boca... - Ela disse pro brasileiro. Ele se aproximou e ela começou a chupá-lo. Gemía, a puta. Gemía e eu estava imóvel, com dor de cabeça, sem entender nada. Denis comeu ela e depois trocaram com o brasileiro. - Que enorme! Meu Deus... amor... achei o pau maior... Ahg... Ahg... - O brasileiro era um touro. Um touro com um físico normal. - Vai lá. - Denis disse pro brasileiro, afastando-se. - Se prepara, mamasita... - - Não, chupa ele primeiro. - Denis sorriu, ou pelo menos acho que sorriu, e foi pra baixo. - Desculpa, amor... não pude evitar. Ela me disse, mordendo o lábio, com o body ainda vestido. - Ah... assim... ah... - Meus olhos se fechavam e Denis já estava comendo a bunda dela. Pude ver, quase desmaiando. Mal vi como a Pauli sofria porque agora quem comia a bunda dela era o brasileiro e a cara dela não era de prazer. Tudo foi escurecendo. Alguns instantes depois, abri os olhos de novo e a Pauli, desarrumada com o body fora, me ajudava a levantar. Chegamos no hotel e dormi. Na manhã seguinte, ainda estava com dor de cabeça. cabeça. Ela acordou atrás de mim. - Tudo bem, amor? - Tentou me agarrar e eu me afastei. - O que foi? - Ela perguntou surpresa. - Cê tá me zoando? Ontem dois caras te comeram na minha frente e você me pergunta o que foi? - Olhei pra ela com desprezo. - Mas você que pediu, doente! - Ela me atacou. Eu olhei surpreso. - Para de besteira. - Levantei pra pegar um pouco de água. - Juan, não seja otário. Não finja que não sabe. - Ela veio atrás de mim. - Eles vieram te buscar pra levar no carro e você falou que eu era uma puta que dava pra qualquer um e que experimentassem se não. - - Eu tava muito drogado! - Retruquei. - E também não foi difícil! - Acrescentei, olhando pra ela com nojo. - E a verdade é que não foi mesmo! Você me serviu de bandeja e eu adoro que me comam. - - Que nojo... - Bebi água. - E ainda ver como te comiam e você toda puta. A verdade... não sei. - Olhei pra ela com desprezo, se é que eu olhava. - O que você não sabe? - Ela me encarou. - Isso termina aqui. - - Sim, mas o Denis pediu pra gente ir no bar, ele quer mais um pouco. - - O quê? - Ela não disse nada. - Nem preciso dizer que isso é a última vez porque vejo que não vai ser assim. - Ela também não respondeu. Tomamos café da manhã, voltei a dormir um pouco. Fomos pro mar. Sabia que ia acontecer. A Pauli tinha um biquíni normal e um pareô. Nos aproximamos do bar, nem sei pra quê. - Meus amigos... - Sorriu o Denis, limpando um copo. - E aí... - - Águinha pra você, cavalheiro... - ele me entregou uma garrafa. - Foi seu amigo? - Falei, encarando ele firme, sem medo. - Do que você tá falando? - Ele ficou surpreso. Não disse nada. Os óculos me protegiam do sol e, principalmente, da minha amargura. - Sabe que tenho uns dez minutinhos, posso falar com vocês? - - Sim - Disse a Paula na hora. O Denis falou algo em português pro colega, saiu do bar e nos levou até o depósito, nos fez entrar. - Vamos, puta. Manda ver, então. - Ele ordenou e ela se ajoelhou na frente dele. Abaixou a calça dele e começou a chupar. Ele tinha uma rola muito grande e grossa. Bem maior que o normal. Imaginei que o brasileiro devia ter algo descomunal porque foi com ele que eu fiquei mais dolorida no dia anterior. - Eu já estava com vontade que essa putinha me chupasse. - Não disse nada. Pauli chupava e se engasgava. - Como vou te foder forte esses dias, putinha. - Eu dizia, segurando ela pela cabeça. - Não vai demorar muito... - Disse Pauli, tirando o pau do negro da boca e masturbando ele, com velocidade. - O corno hoje não está tão feliz. - Não me chama assim. - Respondi na hora. Pauli não disse nada. - Apura que eu tenho que voltar. - Pauli se afastou do corpo do colombiano. - Minha mandíbula dói, você não gostou da minha bunda ontem? - Sorriu. O colombiano não disse nada. Ela se levantou, tirou o pareo que a cobria e puxou a parte de baixo do biquíni. - Chupa porque você é enorme. - Denis obedeceu. Cuspiu e enfiou os dedos. Pauli, gemeu. Ele se levantou e começou a comer ela de costas. - Nunca conheci uma puta que goste tanto de dar o cu. - Ahg... eu adoro... Ahg... - O corno não fode bem o seu cu... - Para de me chamar... - O corno adora ver outros me comendo... Ahg... assim... - respondeu Pauli e eu travei. - E você é tão putinha que deixa... - Ahg... me fode assim... devagarinho... Ahg... óbvio... - O brasileiro deve ter te alargado. - Afastou um pouco o corpo e via o pau entrando e saindo fácil. - Que pau gostoso seu amigo tinha... por Deus... Me deixou toda dolorida... Ahg... - Denis voltou a comer ela, agora mais rápido. - Ahg... devagar, Ahg... Ahg... por favor... - Tenho que voltar a trabalhar... - Começou a comer ela com força, ela se segurava onde podia para aguentar as investidas do colombiano. E não durou muito mais que uns minutos. Encheu o cu dela de porra. Ajeitou a roupa e saiu. - É um touro... - Me disse. Falava comigo como se eu fosse amigo dela. - Então eu sou um corno? - Falei isso pra ele acabar, estava me matando. - Melhor a gente ir embora... - Paula ajeitou a roupa e saímos. Não falamos o dia todo. No dia seguinte, aconteceu a mesma coisa. Dessa vez, se Ele a pegou em todas as posições e por todos os lados. Os dez minutos viraram vinte e Pauli se encarregou de engolir até a última gota.
No dia seguinte, nossa última noite, começou a chover. Eu tinha perdido a vontade.
— Quer que eu te chupe? — ela disse, rastejando na cama, de quatro.
— Vou te comer o cu. — falei, sem rodeios. Fiquei atrás dela e, mesmo tentando resistir, puxei ela pra mim.
— Põe gel, por favor.
— Não, puta. — cuspi um pouco e enfiei. Comecei a comê-la com ódio, com raiva, com prazer.
— Você tá me machucando, para.
— Então eu sou um corno? Um corno que não te satisfaz?
— Ahg… amor, Ahg… amor… para…
— Para? Você não pedia para eles pararem, né? Puta!
— Ai… por favor, cospe, por favor.
— Não, puta. Vou machucar ele pra ninguém mais comer, puta.
— Ahg… por favor… sim, sou uma puta… Ahg… deixa, deixa eles continuarem comendo…
Ouvi aquilo, aquela súplica, e gozei. Gozei e desabei em choro. Ela me beijou e me abraçou.
Naquela noite, pediu comida no quarto. Pediu que eu fosse ao banheiro. Chegou um jovem brasileiro pra trazer a comida. Pauli ficou de quatro na cama, indicou que ele se aproximasse. Ele não sabia que eu estava lá. Ela ordenou que ele chupasse a buceta. Ele obedeceu. O moreninho não acreditava. Ela se ajoelhou e chupou ele até encher a boca de porra. Pauli engoliu.
— Gostou? — ela me disse, pedindo que eu a comesse.
Não respondi. Subi em cima dela e a comi o máximo que pude.
No outro dia, voltamos pra nossa cidade com mais dúvidas que certezas. ESTE É O FIM DO LIVRO, POR ASSIM DIZER. SE VOCÊS TIVEREM INTERESSE EM SABER COMO CONTINUA, POR FAVOR, COMENTEM E DEIXEM ALGUNS PONTOS.

7 comentários - A melhor amiga dela. Não sei o porquê, mas sei como.

Me imagino que vendra segunda parte. No puede quedar ahí... van +10
que cagon de cornudo ojala y se acabe con ella y vuelva con la amiga mis 10
Lo vengo leyendo desde hace como 6 años apenas salio el primer capítulo. Te felicito. Muy buenos relatos. Ojalá sigan
no dejes asi la historia, este no es final te dejo mis 10