Um dos clientes que conheci, um cara de 53 anos muito bem conservado, quando nos conhecemos ele era casado. Outro dia ele me ligou, a gente conversou um pouco, ele me contou que estava se separando e me convidou pra sair, disse: "quero ir a uma casa de swing com você". Hesitei em aceitar, mas ele insistiu pra eu acompanhar ele, e eu acabei topando. Sexta à noite ele me buscou, fomos jantar e depois da meia-noite fomos pra casa de swing. Quando chegamos, tinha muitos casais e também caras sozinhos. Ficamos dançando e bebendo champanhe, conhecemos dois casais que explicaram como funcionava a parada lá. Carlos queria ir pra parte de cima, onde nos disseram que tem uma área só pra casais e outra com casais e homens e mulheres sozinhos, mas eu não vi nenhuma mulher sozinha. Subimos, tiramos a roupa e eu me enrolei numa toalha. Carlos pegou a toalha e disse: "vamos andar pelados". Começamos a explorar o lugar. Vimos um ou outro casal e muitos caras sozinhos. Numa das salas, Carlos começou a me beijar e me apalpar, e eu fiz o mesmo com ele. Ele me fez sentar e colocou o pau na minha boca. Comecei a chupar, e acho que por sentir que estavam nos olhando, eu fazia de olhos fechados. Depois de um tempo, ele disse: "fica de quatro" e começou a me comer. Quando senti alguém tocar meu braço, tinha um cara parado na minha frente com o pau duro. Carlos disse "pode" e falou pra mim: "chupa ele". Comecei a chupar aquele pau, e quando abri os olhos, tinha um monte de cara em volta se masturbando. Outro me tocou como se pedisse permissão, e outros conversavam com o Carlos. Eu olhei pra ele, e ele disse: "vai, sua puta, come todas as picas". Comecei a chupar vários. Carlos parou, e eu senti alguém pegar na minha cintura e começar a me comer — era outro cara. Ele tinha o pau grande, porque eu sentia bem. Em poucos minutos ele gozou. Quando ele estava tirando o pau, eu toquei e vi que tinha camisinha. Nisso, um dos caras me disse: "chupa, chupa que vou gozar". Assim que ele colocou na minha boca, senti ele me encher de porra. Carlos chegou perto do meu ouvido e disse: "engole, você não vai cuspir agora". Eu fiz. Esforcei e engoli, era uma porrada. Já tinha outro que também me falava: "Toma, mamãe, vai, chupa". Também gozou pra caralho. Sinto ele apoiar a cabeça da pica de outro e começar a me comer. "Deixa eu por cima", falei, e gozei, e o cara também, quase juntos. Carlos me levantou e disse: "Vamos com os casais". Fomos pra outra parte onde só tinha casais, estavam as duas duplas que a gente tinha conhecido. Os dois caras começaram a me apalpar toda, uma das minas fazia um boquete no Carlos e a outra me chupava a buceta. Peguei na pica dos dois, elas eram enormes e grossas. Comecei a chupar as duas, olhei pro Carlos e ele tava comendo uma das garotas. Eu tava tão excitada que a outra me chupava a buceta, e num instante um dos caras me deitou e começou a me comer. "Deixa eu por cima", falei, e gozei rapidão. Não sei quem tava me chupando o cu. A que tinha me chupado a buceta começou a me beijar e disse: "Duas picas pra você, já que é a primeira vez que vem". Ela abriu meus cachos do cu e senti encostarem uma pica no meu rabo. Ela falava: "Relaxa e goza". Meu grito de "aiii" foi de dor e prazer. Ter duas picas enfiadas doía. Queria que um deles gozasse, tava toda suada de dor. Depois de me comerem um tempão, gozaram. Quando fizeram isso, comecei a sentir o saindo o leite. Tinham me comido sem camisinha. Saía porra do meu cu e da minha buceta. Uma das minas disse: "Vamos pro outro lado, só nós". E falou pros caras: "Deixam a gente?" Carlos concordou. Fernanda me levou pra onde tinha caras sozinhos. Começou a me beijar e eu a ela, e no fim montamos um show lésbico que deixou todo mundo excitado, e num instante Fernanda fala: "Agora vamos chupar picas", e começamos a chupá-las. Um deles disse: "Posso te comer?" Falei que sim, ele colocou camisinha e começou a me comer de quatro. Num momento ele falou: "Que buraco aberto que você tem no cu. Te comeram, puta." "Sim, sim", eu respondia. "Agora vou te foder", ele disse, e enfiou a pica como veio. O grito não se ouviu porque eu tinha outra me entalando. com a rola gozando na minha boca. Ele comeu minha bunda um pouco e gozou, e disse: "quem é a próxima?" Não consegui nem olhar pra trás, já tinha outro me comendo. Ele chegou perto do meu ouvido e disse: "sou eu, vizinha". Quando olhei, vi que o rosto era familiar, mas não do prédio. Conheço quase todo mundo. Ele tirou a camisinha e veio gozar na minha boca. Quando terminou, perguntei: "quem é você? Como assim, vizinha?" "Sou o guarda do prédio do lado, todo dia fico olhando essa bunda linda que você tem. E olha onde te encontrei. Nunca pensei que você fosse tão puta." "É a primeira vez que venho aqui", falei. "O porteiro do seu prédio vai querer morrer, hoje ele não veio, e faria qualquer coisa pra te comer uma vez..." Apareceu o Carlos e disse: "vamos tomar alguma coisa". A gente se vestiu e desceu pra tomar mais um champanhe, e lá eu contei que não acreditava ter encontrado alguém que me conhecia ali. "Não tem problema", ele disse. Pra ele, não. Pra mim, sim. Não sei o que ele vai contar ou pra quem. Quando a balada acabou, um dos casais nos convidou pra ir na casa deles. Não falei nada, e o Carlos disse: "próxima vez". Ele me levou pro meu apartamento. No dia seguinte, o porteiro me cumprimentou e sorriu. Eu cumprimentei ele como sempre. Saí à tarde e jantei com uma amiga, e a gente decidiu ir tomar alguma coisa. Então fui me trocar no meu apartamento, era quase meia-noite. Quando tô chegando, vejo o guarda do prédio do lado e o porteiro, que já não tava trabalhando naquela hora. Ele parecia trocado pra sair. Quando tô chegando na porta, o guarda — que até aquele momento eu nunca soube o nome — se aproxima e me diz: "oi, Paulina". "Oi... Sebastião, me chamo." "Oi, Sebastião." Ele chegou perto e me deu um beijo na bochecha. Aí eu falei: "por favor, Sebastião, espero que não conte nada. Nem que me viu ali." Ele me olhou e disse: "que te comi e que engoliu toda a porra também?" Fiquei toda vermelha, ele percebeu que fiquei nervosa e disse: "fica tranquila, ninguém mais vai saber, só contei pro Ariel, o porteiro do meu prédio, ele tá morrendo de vontade, vai sempre lá. E você não sabe... A pica enorme que ele tem, por isso ele sempre se acha, 22cm o filho da puta tem. Não sabia o que dizer, fiquei calada. Nisso, o Ariel se aproximou, que tava falando no telefone, e me cumprimentou com um beijo também. E me perguntou: "Tudo bem?" "Sim", respondi, "vim me trocar porque vou sair com a Andrea, você conhece ela, é minha amiga." O Ariel perguntou: "Vão aonde? No mesmo lugar de ontem à noite?" "Não", respondi. "Acho que não volto lá, fui pra acompanhar um amigo." Aí ele completou: "Uhh, que pena, hoje vai ficar bem dahora, tem uma festa de lingerie, e hoje vão muitas mulheres sozinhas, vai com a Andrea um pouco." E continuou: "Já te vi de biquíni e lingerie, você seria a mais gostosa da balada." Ele percebeu que eu fiquei desconfortável. O Sebastião disse: "Tchau, linda, tenho que voltar pro prédio por causa das câmeras." "Tchau, Seba", falei. O Ariel disse: "Vou te acompanhar até o apartamento." Subimos no elevador e ele falou: "Não quero ser chato, mas hoje à noite vai ser muito bom. Se a Andrea não quiser, você quer vir comigo?" "Não, agradeço o convite, Ariel, mas valeu." "Bom, você vai perder uma noite incrível, em todos os sentidos, tô falando." "Para, Ariel, acho que você tá passando dos limites." Rapidamente ele respondeu: "Vou contar pra todo o prédio." "Para, por que você faria uma coisa dessas?" "Porque você sempre me atraiu, desde que você morava com seu ex." "PARA, ARIEL, você tá namorando ou morando junto." "Sim, mas sexta ou sábado a gente sai cada um pro seu lado. Você me atrai, já falei, não quero que a gente namore ou algo assim." Não sabia o que dizer. Ele continuou: "Olha, se você não quer que eu fale nada, quero ficar com você uma vez." "Pra que você pensa que eu sou?", falei. Aí ele respondeu: "Ontem você comeu pica e nem sabia quem eram." "Para, para, chega, não fala mais nada." "Esquece o que seu amigo te contou. O único jeito de eu não falar nada é transando, e além do mais, você não sabe o pedaço de pica que eu tenho." Abri a porta, entrei e falei: "Fala mais devagar." Ele se aproximou e tentou me beijar, virei o rosto, e ele passou a língua no meu pescoço, me agarrou forte e colou no corpo dele, e aí eu senti que era enorme mesmo, com o que me apoiava, sentia ele crescendo e começamos a nos beijar. O filho da puta me chantageava. Ele tirou a calça e tinha uma pica enorme, nunca tinha estado com alguém que tivesse uma assim. 23 cm de pica pra você, ele disse. Vem chupar, comecei a chupar até onde dava e ele me fazia engasgar, começou a tirar minha roupa, me virou e disse: que buceta gostosa você tem, meu amor. Quando ele me tocou, disse: filha da puta, você tá muito molhada, olha como você tá. Poucos sabem que eu fico toda molhada quando faço sexo oral. Sempre fico com tesão com uma pica na boca. Ele começou a me tocar e dizer: que gostosa, que puta linda você é. PARA PARA NÃO ME CHAMA ASSIM. Ele me deitou no sofá e ficou por cima de mim, continuava me beijando e quando eu virava o rosto, ele chupava meu pescoço e meus peitos. Tentava enfiar, mas como era tão grande, não conseguia. Coloca uma camisinha, eu disse. Não tenho, ele disse. Ele pegou e se ajudou com a mão. Senti ele me abrindo a buceta e começou a me comer forte e me fez gozar, nunca tinha gozado tão rápido. Ele não parava de perguntar: você gosta dessa pica, meu amor? Fica de quatro, ele disse. Que apertado que é esse cu. Não, por aí não, eu disse. Deixa eu ficar por cima, eu disse, e gozei mais duas vezes. Fica de quatro de novo. Assim ele me comia mais rápido e eu sentia ele tentando enfiar a pica toda. E num momento eu ouço: ahhhhh siiiim. Goza fora, eu disse. Já tá tudo dentro, meu amor. Ele saiu e fui me lavar. Ele tinha gozado tanto que depois de me lavar ainda continuava escorrendo. Ele foi se lavar e disse: sempre quis te comer, gostosa. Fica tranquila que ninguém vai saber que puta você é. Tchau, gostosa, ele disse e saiu do apartamento. Tomei banho porque ainda tava escorrendo, me troquei e saí pra tomar algo com a Andrea. Claro, não podia contar pra ninguém. Nem do clube de swing, nem com quem fui, iam me perguntar onde conheci o Carlos e também não posso contar como o Ariel me chantageou.

















11 comentários - Boliche de putaria
y cojerte en la terrazaa jeje
Seguis yendo?