Depois de voltarmos da nossa viagem para a Ilha de Páscoa, eu e minha mulher tentamos retomar a normalidade. Embora ela ainda mantivesse contato com o Philipe, eles não tinham falado em se encontrar de novo, então seguimos com a nossa vida. Mas tinha algo que não estava funcionando bem: a intimidade. Enquanto eu curtia mais do que antes, porque tinha umas ereções do caralho lembrando de tudo que ela tinha feito com o amante, comecei a perceber que ela não ficava satisfeita. Então, um dia, depois de gozar dentro dela e notar que ela não tinha aproveitado, eu confrontei: ‘Qual é o problema? Já não quer mais que eu te coma?’, ‘Não é isso’, ela respondeu, ‘pelo contrário, gosto de saber que você curte muito o meu corpo’. ‘Beleza, e então por que você não curte?’, ‘Não quero que você fique bravo, mas…’. Aquele silêncio era um mau sinal pra mim, mesmo assim, com carinho, falei: ‘Me conta o que está rolando, vou saber entender’. Ela olhou pro céu e disse: ‘Não sinto você… o tamanho do Philipe e o seu é tão diferente que agora não sinto você’. Eu não tinha reparado nesse detalhe, mas era verdade. Eu chegava com vontade do trabalho e ela não estava pensando em sexo, mas assim que eu procurava, ela ficava disponível. Aí eu entrava nela e, mesmo estando seca, eu entrava sem problemas e sem ela sentir dor. ‘Entendi’, falei, ‘então você pensa nele e faz a comparação’. Não, ela respondeu, ‘ver você gozar me faz sentir muito bem, é só uma questão de eu ficar um pouco mais apertadinha de novo e com certeza tudo vai voltar ao normal’. Não falamos mais sobre o assunto, porque, na real, quem mais pensava naquele homem enfiando o instrumento inteiro na minha mulher era eu, e não ela. Na minha empresa, tinha um projeto que, graças a uns ajustes que fiz, resultou num puta contrato. Isso trouxe uma alegria danada pra todo mundo, ia melhorar nossa renda e ainda nos dava uma estabilidade no trabalho muito valorizada. Meu chefe, então, planejou um jantar pra comemorar esse sucesso. Então, naquele sábado, minha mulher se vestiu tão Linda como sempre, com um vestido justinho que deixava ver a bunda linda dela, com um fio dental enfiado no meio das nádegas, parecia que tava sem nada por baixo. Como tinha um decoraço, ela colocou um sutiã que só cobria a parte de baixo dos peitos lindos dela e um xale cobrindo os ombros. Deixamos as crianças na casa dos meus sogros e nos juntamos ao resto do grupo num hotel conhecido da cidade, com um salão privado pra depois de um jantar delicioso a gente ter um open bar com música boa pra dançar. A noite toda fui o centro das atenções, meus colegas comemoravam com maior animação e meu chefe não parava de me elogiar na frente da minha mulher, agradecendo pela conquista. Eu, sinceramente, não sou bom em dançar e o único sem par na festa era meu chefe, então ele me pediu permissão pra dançar com a Viviana. Pensei que ela não aceitaria depois do que ela tinha me contado da última vez que ele tentou passar dos limites com ela, mas, em vez disso, ela aceitou o convite.
Enquanto isso, alguns dos meus colegas se aproximavam e todo mundo queria brindar comigo, isso fez com que eu bebesse pra caralho. Depois de umas duas horas, já tava muito bêbado. Comecei a apagar de vez, como se diz por aqui, e só ouvia ao longe as risadas e a alegria de todo mundo, além de mil tapinhas nas minhas costas me parabenizando. Minha esposa veio sentar e, quando percebeu meu estado, trocou umas palavras com o Héctor (que é o nome do meu chefe). Só entendi: 'Vamos, fica tranquilo, ele merece estar feliz, depois eu levo vocês pra casa', e ele sussurrou algo no ouvido da Viviana, que sorrindo aceitou mais uma dança.
Não sei quanto tempo a festa durou, acabei dormindo um pouco sentado num sofá macio. Só lembro que Viviana falou comigo: 'Você consegue andar? Quase todo mundo já foi, é melhor a gente ir pra casa'. Nem lembro o que respondi. A próxima coisa que me lembro é que minha esposa e meu chefe estavam me carregando até o estacionamento. Ele abriu a porta do carro e eu caí meio deitado no banco de trás. Passaram alguns minutos e não sei por que eles não entravam no carro. Tentei olhar pra fora, mas por causa do meu estado não conseguia enxergar direito. Será que estavam conversando ou ele estava abraçando ela? Com meus movimentos, vi eles se separarem e entrarem no carro. Ela sentou do lado dele e me pareceu que o vestido dela estava levantado, não estava com o xale nos ombros e o decote parecia mostrar mais do que devia. O sono me venceu e nem percebi quando ele ligou o carro e saímos de lá. Depois de um tempo, acho que estávamos parados. Senti uns gemidos, murmurei perguntando onde estávamos. Viviana se remexeu no banco como se estivesse escondendo algo, e Héctor respondeu: 'Já estamos chegando na sua casa'. De novo o sono me pegou. Abriram o carro e Héctor me ajudou a sair. Viviana abriu a porta da nossa casa e entramos. Senti quando me deitaram na cama, tiraram meus sapatos e eu dormi. Acordei não sei que horas com vontade de mijar, então me levantei com dificuldade pra ir ao banheiro. Quando abri a porta do quarto, ouvi uns gemidos vindo do quarto do meu filho. Com cuidado e ainda sonolento, me aproximei da porta entreaberta e na penumbra vi algo que não esperava. Minha mulher estava sendo fodida com força pelo meu chefe. De costas na cama, com as pernas abertas sobre os ombros de Héctor, ele enfiava o pau na buceta da Viviana com tudo. Lembrei que ela tinha reparado que ele era bem dotado, e agora eu mesmo podia confirmar que era verdade. Depois, pela Viviana, soube que eles já estavam transando há quase uma hora.
Minha mulher tava perdida de tesão, ela me viu na penumbra, eu não fiz nada, e pra ela aquilo foi sinal que podia continuar. Então, fechando os olhos, ela se deixou levar num orgasmo violento enquanto o Héctor gozava fundo dentro dela, derramando todo o leite e caindo exausto em cima da Viviana. Nisso, eu já tava gozando no corredor de casa, sem nem me tocar, só de ver minha mulher sendo penetrada. Saí de fininho pra deixar eles se recuperarem, com certeza o Héctor ia pegar a roupa e vazar. Fiquei deitado no meu quarto, lembrando do que tinha visto, e já tava duro de novo. Queria que a Viviana aparecesse naquela porta pra eu meter com toda força, mas os minutos passavam e nada. Levantei de novo, bem quieto, e quando cheguei perto do quarto, a Viviana tava de quatro, sendo comida no cu pelo meu chefe com a mesma força de antes. Esse cara não só tinha um pau enorme, como também muita resistência e um puta fôlego, porque tava durasso igual antes. A Viviana tava perdida de novo, mordendo os lábios, focada em gozar mais uma vez, enfiando os dedos na buceta, enquanto o Héctor, segurando firme na cintura dela, metia fundo no cu da minha mulher com aquele pedaço grosso de carne. Comecei a me tocar, e eles ficaram nessa por um tempão. Sei que minha mulher gozou pelo menos duas vezes antes do Héctor encher o cu dela de leite. Ele abraçou ela e deitou por cima, pegou nos peitos dela e falou alguma coisa no ouvido. Ela virou o rosto e se beijaram com gosto, até que um "plop" anunciou que ele tinha tirado o pau do cu dela, mas mesmo assim continuou apertando os peitos e se beijando sem parar. Voltei pra minha cama, com a mão cheia de porra que tinha gozado de novo, e dormi. De manhã, a Viviana tava dormindo do meu lado. Não quis incomodar, levantei e fiz um café forte pra passar a dor de cabeça. Ela apareceu na porta sem dizer nada, e eu só tive coragem de perguntar: "Gostou?" Ela balançou a cabeça, acenou a cabeça afirmativamente: ‘Você se sentiu preenchida?’. ‘Sim’, ela me disse. ‘Me explica como começou isso, já que você tinha rejeitado ele por ser mulherengo e por só te querer pra cama’. ‘Bom’, ela disse, ‘Você sabe que eu precisava de algo maior pra minha bucetinha e justamente sabia que o Héctor tinha essa característica. Quando começamos a dançar na festa, ele foi muito respeitoso e começou a te elogiar pelo seu trabalho e pela mulher gostosa que você tinha, depois veio umas músicas de salsa onde ele me abraçou com sensualidade mas sem se passar, é um bom dançarino e soube me conduzir, o que me fez me entregar ao ritmo dele, aí tocou um reggaeton e lá eu senti que ele tava duro, isso me excitou e me fez lembrar do tamanho do pau dele.
Continuamos dançando quando percebi que você tava muito bêbado, pensei que ia me foder a noite, mas acabou que você melhorou ela, porque o Héctor se ofereceu pra nos levar pra casa se você não tivesse em condições, sabendo que ia ser assim, continuamos dançando de um jeito mais sensual, ele já tava passando a mão na minha bunda e colando o pau na minha buceta, enquanto deixávamos você continuar bebendo. No fim da festa, te enfiamos no carro e a gente começou a se beijar e se agarrar feito loucos, no estacionamento ele puxou um peito pra fora e começou a chupar, enquanto a gente se esfregava tudo gostoso, ele levantou meu vestido e agarrou minha buceta com vontade. Sentimos você se mexer e entramos no carro muito excitados.
Saímos do hotel, e o Héctor dirigiu devagar com uma mão dentro da minha bucetinha. Eu desabotoei a calça dele e peguei o pau enorme dele nas minhas mãos, comecei a bater uma. Quando vi você dormindo, paramos num mirante e eu não resisti a vontade de chupar aquele pedaço gostoso de carne, mas é tão grosso que só cabia a cabeça na minha boca. De novo você interrompeu nossas brincadeiras, então viemos pra casa. Eu tava com medo de você acordar e estragar a vontade que a gente tava de transar, mas você tava tão bebum que, assim que te deixamos na cama, começou a roncar. Tirei seus sapatos, te cobri, saímos do quarto e deixei a porta encostada pra sentir se você levantava. Fomos pro quarto do menino e recomeçamos nossas brincadeiras de carícias e beijos. Começamos a nos despir, e ele começou a chupar meus peitos com tesão, desceu até minha periquita e a língua dele fez maravilhas no meu clitóris. Eu também queria chupar aquele mastrão enorme dele, então nos ajeitamos pra um tasty 69. Ele me fez gozar um orgasmo muito gostoso, enquanto eu tinha babado bem o pau dele e conseguido enfiar quase metade na minha boca. Pedi pra ele me penetrar, e ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e começou uma penetração lenta e constante. De novo senti minha buceta cheia, ela se abria a cada estocada e isso me fazia gozar. Quando ele percebeu que tinha enfiado tudo, começou a me furar com mais força, levantou minhas pernas — as penetradas eram deliciosas. Eu te avistei na porta, não sei há quanto tempo você tava lá, mas entendi que você tava de acordo porque não fez nada. Então me deixei levar por um orgasmo tremendo, compartilhado com o Héctor.

Depois me levantei pra ver o que você tava fazendo, pisei na sua porra no chão e sabia que você tinha gostado do que viu, te vi dormindo e voltei pro Héctor, pra minha surpresa ele já tava duro de novo, então comecei a chupar ele, enquanto ele brincava com meus peitos e depois com minha bunda, sabia o que ele queria e eu também, então ele colocou um travesseiro debaixo da minha cintura e começou a brincar com a cabeça do pau dele no meu cu. Falei pra ele esquentar meu clitóris antes de entrar e assim, devagar, o cilindro de carne dele foi entrando no meu buraquinho, quando comecei a gemer ele foi cada vez mais forte, até virar um trem de orgasmos e sensações, terminando com uma gozada grossa dentro de mim.



Ele continuou me acariciando e agradecendo porque eu fiz ele sentir sensações que nunca tinha sentido com ninguém. Eu também agradeci pelo que ele me fez sentir, e a gente seguiu com beijos e carícias. Isso fez o pau dele reagir, e eu não resisti: coloquei nos meus lábios e comecei a chupar com tanta habilidade que fiz ele gozar na minha boca. Depois ele se vestiu e foi embora, mas não sem antes pedir pra gente repetir a experiência. Assim, toda satisfeita e de barriguinha cheia, fui me deitar.
Quando ela terminou o relato, meu pau já tava pedindo guerra, então apoiei ela na mesa da cozinha e enfiei meu pequeno ferrão no cu dela, e rapidinho misturei minha porra com a que ainda tinha do meu chefe lá dentro.
Enquanto isso, alguns dos meus colegas se aproximavam e todo mundo queria brindar comigo, isso fez com que eu bebesse pra caralho. Depois de umas duas horas, já tava muito bêbado. Comecei a apagar de vez, como se diz por aqui, e só ouvia ao longe as risadas e a alegria de todo mundo, além de mil tapinhas nas minhas costas me parabenizando. Minha esposa veio sentar e, quando percebeu meu estado, trocou umas palavras com o Héctor (que é o nome do meu chefe). Só entendi: 'Vamos, fica tranquilo, ele merece estar feliz, depois eu levo vocês pra casa', e ele sussurrou algo no ouvido da Viviana, que sorrindo aceitou mais uma dança.
Não sei quanto tempo a festa durou, acabei dormindo um pouco sentado num sofá macio. Só lembro que Viviana falou comigo: 'Você consegue andar? Quase todo mundo já foi, é melhor a gente ir pra casa'. Nem lembro o que respondi. A próxima coisa que me lembro é que minha esposa e meu chefe estavam me carregando até o estacionamento. Ele abriu a porta do carro e eu caí meio deitado no banco de trás. Passaram alguns minutos e não sei por que eles não entravam no carro. Tentei olhar pra fora, mas por causa do meu estado não conseguia enxergar direito. Será que estavam conversando ou ele estava abraçando ela? Com meus movimentos, vi eles se separarem e entrarem no carro. Ela sentou do lado dele e me pareceu que o vestido dela estava levantado, não estava com o xale nos ombros e o decote parecia mostrar mais do que devia. O sono me venceu e nem percebi quando ele ligou o carro e saímos de lá. Depois de um tempo, acho que estávamos parados. Senti uns gemidos, murmurei perguntando onde estávamos. Viviana se remexeu no banco como se estivesse escondendo algo, e Héctor respondeu: 'Já estamos chegando na sua casa'. De novo o sono me pegou. Abriram o carro e Héctor me ajudou a sair. Viviana abriu a porta da nossa casa e entramos. Senti quando me deitaram na cama, tiraram meus sapatos e eu dormi. Acordei não sei que horas com vontade de mijar, então me levantei com dificuldade pra ir ao banheiro. Quando abri a porta do quarto, ouvi uns gemidos vindo do quarto do meu filho. Com cuidado e ainda sonolento, me aproximei da porta entreaberta e na penumbra vi algo que não esperava. Minha mulher estava sendo fodida com força pelo meu chefe. De costas na cama, com as pernas abertas sobre os ombros de Héctor, ele enfiava o pau na buceta da Viviana com tudo. Lembrei que ela tinha reparado que ele era bem dotado, e agora eu mesmo podia confirmar que era verdade. Depois, pela Viviana, soube que eles já estavam transando há quase uma hora.
Minha mulher tava perdida de tesão, ela me viu na penumbra, eu não fiz nada, e pra ela aquilo foi sinal que podia continuar. Então, fechando os olhos, ela se deixou levar num orgasmo violento enquanto o Héctor gozava fundo dentro dela, derramando todo o leite e caindo exausto em cima da Viviana. Nisso, eu já tava gozando no corredor de casa, sem nem me tocar, só de ver minha mulher sendo penetrada. Saí de fininho pra deixar eles se recuperarem, com certeza o Héctor ia pegar a roupa e vazar. Fiquei deitado no meu quarto, lembrando do que tinha visto, e já tava duro de novo. Queria que a Viviana aparecesse naquela porta pra eu meter com toda força, mas os minutos passavam e nada. Levantei de novo, bem quieto, e quando cheguei perto do quarto, a Viviana tava de quatro, sendo comida no cu pelo meu chefe com a mesma força de antes. Esse cara não só tinha um pau enorme, como também muita resistência e um puta fôlego, porque tava durasso igual antes. A Viviana tava perdida de novo, mordendo os lábios, focada em gozar mais uma vez, enfiando os dedos na buceta, enquanto o Héctor, segurando firme na cintura dela, metia fundo no cu da minha mulher com aquele pedaço grosso de carne. Comecei a me tocar, e eles ficaram nessa por um tempão. Sei que minha mulher gozou pelo menos duas vezes antes do Héctor encher o cu dela de leite. Ele abraçou ela e deitou por cima, pegou nos peitos dela e falou alguma coisa no ouvido. Ela virou o rosto e se beijaram com gosto, até que um "plop" anunciou que ele tinha tirado o pau do cu dela, mas mesmo assim continuou apertando os peitos e se beijando sem parar. Voltei pra minha cama, com a mão cheia de porra que tinha gozado de novo, e dormi. De manhã, a Viviana tava dormindo do meu lado. Não quis incomodar, levantei e fiz um café forte pra passar a dor de cabeça. Ela apareceu na porta sem dizer nada, e eu só tive coragem de perguntar: "Gostou?" Ela balançou a cabeça, acenou a cabeça afirmativamente: ‘Você se sentiu preenchida?’. ‘Sim’, ela me disse. ‘Me explica como começou isso, já que você tinha rejeitado ele por ser mulherengo e por só te querer pra cama’. ‘Bom’, ela disse, ‘Você sabe que eu precisava de algo maior pra minha bucetinha e justamente sabia que o Héctor tinha essa característica. Quando começamos a dançar na festa, ele foi muito respeitoso e começou a te elogiar pelo seu trabalho e pela mulher gostosa que você tinha, depois veio umas músicas de salsa onde ele me abraçou com sensualidade mas sem se passar, é um bom dançarino e soube me conduzir, o que me fez me entregar ao ritmo dele, aí tocou um reggaeton e lá eu senti que ele tava duro, isso me excitou e me fez lembrar do tamanho do pau dele.
Continuamos dançando quando percebi que você tava muito bêbado, pensei que ia me foder a noite, mas acabou que você melhorou ela, porque o Héctor se ofereceu pra nos levar pra casa se você não tivesse em condições, sabendo que ia ser assim, continuamos dançando de um jeito mais sensual, ele já tava passando a mão na minha bunda e colando o pau na minha buceta, enquanto deixávamos você continuar bebendo. No fim da festa, te enfiamos no carro e a gente começou a se beijar e se agarrar feito loucos, no estacionamento ele puxou um peito pra fora e começou a chupar, enquanto a gente se esfregava tudo gostoso, ele levantou meu vestido e agarrou minha buceta com vontade. Sentimos você se mexer e entramos no carro muito excitados.
Saímos do hotel, e o Héctor dirigiu devagar com uma mão dentro da minha bucetinha. Eu desabotoei a calça dele e peguei o pau enorme dele nas minhas mãos, comecei a bater uma. Quando vi você dormindo, paramos num mirante e eu não resisti a vontade de chupar aquele pedaço gostoso de carne, mas é tão grosso que só cabia a cabeça na minha boca. De novo você interrompeu nossas brincadeiras, então viemos pra casa. Eu tava com medo de você acordar e estragar a vontade que a gente tava de transar, mas você tava tão bebum que, assim que te deixamos na cama, começou a roncar. Tirei seus sapatos, te cobri, saímos do quarto e deixei a porta encostada pra sentir se você levantava. Fomos pro quarto do menino e recomeçamos nossas brincadeiras de carícias e beijos. Começamos a nos despir, e ele começou a chupar meus peitos com tesão, desceu até minha periquita e a língua dele fez maravilhas no meu clitóris. Eu também queria chupar aquele mastrão enorme dele, então nos ajeitamos pra um tasty 69. Ele me fez gozar um orgasmo muito gostoso, enquanto eu tinha babado bem o pau dele e conseguido enfiar quase metade na minha boca. Pedi pra ele me penetrar, e ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e começou uma penetração lenta e constante. De novo senti minha buceta cheia, ela se abria a cada estocada e isso me fazia gozar. Quando ele percebeu que tinha enfiado tudo, começou a me furar com mais força, levantou minhas pernas — as penetradas eram deliciosas. Eu te avistei na porta, não sei há quanto tempo você tava lá, mas entendi que você tava de acordo porque não fez nada. Então me deixei levar por um orgasmo tremendo, compartilhado com o Héctor.

Depois me levantei pra ver o que você tava fazendo, pisei na sua porra no chão e sabia que você tinha gostado do que viu, te vi dormindo e voltei pro Héctor, pra minha surpresa ele já tava duro de novo, então comecei a chupar ele, enquanto ele brincava com meus peitos e depois com minha bunda, sabia o que ele queria e eu também, então ele colocou um travesseiro debaixo da minha cintura e começou a brincar com a cabeça do pau dele no meu cu. Falei pra ele esquentar meu clitóris antes de entrar e assim, devagar, o cilindro de carne dele foi entrando no meu buraquinho, quando comecei a gemer ele foi cada vez mais forte, até virar um trem de orgasmos e sensações, terminando com uma gozada grossa dentro de mim.



Ele continuou me acariciando e agradecendo porque eu fiz ele sentir sensações que nunca tinha sentido com ninguém. Eu também agradeci pelo que ele me fez sentir, e a gente seguiu com beijos e carícias. Isso fez o pau dele reagir, e eu não resisti: coloquei nos meus lábios e comecei a chupar com tanta habilidade que fiz ele gozar na minha boca. Depois ele se vestiu e foi embora, mas não sem antes pedir pra gente repetir a experiência. Assim, toda satisfeita e de barriguinha cheia, fui me deitar.
Quando ela terminou o relato, meu pau já tava pedindo guerra, então apoiei ela na mesa da cozinha e enfiei meu pequeno ferrão no cu dela, e rapidinho misturei minha porra com a que ainda tinha do meu chefe lá dentro.
1 comentários - Minha mulher me trai com meu chefe