Fala, galera! Esse é meu primeiro post aqui, sou usuário do site há anos, mas nunca tive coragem de escrever. Essa história é totalmente real e foi publicada com consentimento.
Bom, pra começar, minha adolescência foi bem ativa sexualmente falando, sempre transei com várias minas, tive a sorte de ter uma boa aparência haha, mas isso também me deu vantagens na família, já que tive histórias com 3 primas e a mulher do meu tio.
Somos da Argentina, Buenos Aires; e viemos de uma família muito grande, onde quase sempre essas coisas acontecem.
Meu começo no incesto foi por causa de uma prima, a gente sempre teve uma relação super normal, mas depois ela virou minha favorita. Começamos quando ela tava entrando na adolescência, a diferença de idade é de uns 3 anos.
Com ela a gente fez de tudo; mas a parada começou uma noite, na casa dela, eu me juntava com meus primos (os irmãos dela), que eram quase da minha idade,
Dormíamos todos no mesmo quarto e, bem, entre jogos de cartas e tal, sempre tinha álcool no meio, e isso foi o estopim pra eu me animar a fazer umas coisas com ela.
Durante várias semanas tivemos muitos chiliques com idas e vindas de comentários quentes e desafiadores sobre putaria.
Uma noite, obviamente com uns drinques na cabeça, aconteceu o seguinte: ela tava dormindo na cama do lado e eu numa cama de casal com os irmãos dela, com pouco espaço entre elas.
vale destacar que ela sempre foi muito peituda, uma barriguinha chapada, meio baixinha, mas com uma raba gostosa; comecei a acariciar ela enquanto dormia e percorria o corpo dela fazendo carícias suaves com a mão, ia super cuidadoso e macio desde a bunda até os peitos dela
Eu tava cada vez mais tarado, e naquele momento decidi ir um pouco mais longe. Dei um jeito de me acomodar e, com todo cuidado, levantar um pouco a camiseta que ela usava pra dormir. Fiquei bem atento a qualquer movimento ou barulho.
A mesma coisa fiz com o corpete até conseguir tirar quase por completo um peito. Era um peito bem grande pra idade que ela tinha, até então nunca tinha visto um daquele tamanho. Passei a mão um pouco, era muito macio e firme. Já com um nível a mais de tesão, me aproximei, ficando com metade do corpo.
Na cama onde ela dormia, com meus braços apoiados no chão, eu chegava com a cabeça até a cama dela até meus lábios tocarem os dela. Eram super macios e dava pra sentir a pele quentinha. Comecei a dar beijinhos e fui intensificando os beijos. Lembro que o mamilo dela ficou bem duro e chupei ele com gosto. Eu quase tremia de nervoso e do tesão de saber que os outros estavam dormindo.
chupei ele por um tempo, e depois voltei a arrumar tudo. Voltei pra cama com a pica explodindo, mas não podia bater uma nem nada porque meus primos estavam por perto, então naquela noite não rolou mais nada. No dia seguinte, quando cheguei em casa, me aliviei com uma super punheta...
Durante a semana a gente ficou se trocando mensagem e, numa dessas, ela manda: "Sabia que eu tava acordada na outra noite? Não sabia o que fazer, achei que ia tudo pro caralho, mas ela fala pra eu fazer de novo no fim de semana, que ela vai estar acordada e me olhando.
Chegou aquele fim de semana e eu tava doido esperando todo mundo dormir. Comecei de novo com os carinhos, ela virou, me olhou, viu que os outros tão dormindo e tirou os dois peitos sozinha. Quando vi, foi tão fácil, ela não tava de sutiã. Me aproximei bem silenciosamente e chupei eles com muita vontade dessa vez, enquanto ela passava a mão no meu cabelo e ficava de olho se algum dos irmãos dela acordava. Foi aí que a gente se deu o primeiro beijo, bem quente por sinal, teve língua e saliva. Acho que o tesão dela foi tanto que ela falou pra eu passar pra cama dela, mas sem fazer barulho. Levantei bem devagar, sem fazer muito ruído, e deitei do lado dela. Começamos a nos beijar sem controle, mas cuidando pra não fazer barulho nenhum. Nossas mãos tavam passando por tudo um do outro por cima da roupa. Ela já tinha levantado a camiseta nessa hora, e sinto que a putinha mete a mão dentro da minha cueca, encontra meu pau e começa a me bater uma. Era indescritível o tesão que a gente tava, e eu não ia aguentar muito. Falei pra ela parar que ia gozar, ela disse que não e me beijou de novo na boca. Quando ela faz isso, começa a sair jatos de porra que vão parar na mão dela e, claro, na minha cueca. Ela só riu, tirou a mão, limpou com alguma coisa que tinha na cama e falou pra eu vazar.
Eu me deitei e nunca mais esqueço como a gente se olhou de um jeito safado e cúmplice de algo proibido que já tinha começado.
Bom, pra começar, minha adolescência foi bem ativa sexualmente falando, sempre transei com várias minas, tive a sorte de ter uma boa aparência haha, mas isso também me deu vantagens na família, já que tive histórias com 3 primas e a mulher do meu tio.
Somos da Argentina, Buenos Aires; e viemos de uma família muito grande, onde quase sempre essas coisas acontecem.
Meu começo no incesto foi por causa de uma prima, a gente sempre teve uma relação super normal, mas depois ela virou minha favorita. Começamos quando ela tava entrando na adolescência, a diferença de idade é de uns 3 anos.
Com ela a gente fez de tudo; mas a parada começou uma noite, na casa dela, eu me juntava com meus primos (os irmãos dela), que eram quase da minha idade,
Dormíamos todos no mesmo quarto e, bem, entre jogos de cartas e tal, sempre tinha álcool no meio, e isso foi o estopim pra eu me animar a fazer umas coisas com ela.
Durante várias semanas tivemos muitos chiliques com idas e vindas de comentários quentes e desafiadores sobre putaria.
Uma noite, obviamente com uns drinques na cabeça, aconteceu o seguinte: ela tava dormindo na cama do lado e eu numa cama de casal com os irmãos dela, com pouco espaço entre elas.
vale destacar que ela sempre foi muito peituda, uma barriguinha chapada, meio baixinha, mas com uma raba gostosa; comecei a acariciar ela enquanto dormia e percorria o corpo dela fazendo carícias suaves com a mão, ia super cuidadoso e macio desde a bunda até os peitos dela
Eu tava cada vez mais tarado, e naquele momento decidi ir um pouco mais longe. Dei um jeito de me acomodar e, com todo cuidado, levantar um pouco a camiseta que ela usava pra dormir. Fiquei bem atento a qualquer movimento ou barulho.
A mesma coisa fiz com o corpete até conseguir tirar quase por completo um peito. Era um peito bem grande pra idade que ela tinha, até então nunca tinha visto um daquele tamanho. Passei a mão um pouco, era muito macio e firme. Já com um nível a mais de tesão, me aproximei, ficando com metade do corpo.
Na cama onde ela dormia, com meus braços apoiados no chão, eu chegava com a cabeça até a cama dela até meus lábios tocarem os dela. Eram super macios e dava pra sentir a pele quentinha. Comecei a dar beijinhos e fui intensificando os beijos. Lembro que o mamilo dela ficou bem duro e chupei ele com gosto. Eu quase tremia de nervoso e do tesão de saber que os outros estavam dormindo.
chupei ele por um tempo, e depois voltei a arrumar tudo. Voltei pra cama com a pica explodindo, mas não podia bater uma nem nada porque meus primos estavam por perto, então naquela noite não rolou mais nada. No dia seguinte, quando cheguei em casa, me aliviei com uma super punheta...
Durante a semana a gente ficou se trocando mensagem e, numa dessas, ela manda: "Sabia que eu tava acordada na outra noite? Não sabia o que fazer, achei que ia tudo pro caralho, mas ela fala pra eu fazer de novo no fim de semana, que ela vai estar acordada e me olhando.
Chegou aquele fim de semana e eu tava doido esperando todo mundo dormir. Comecei de novo com os carinhos, ela virou, me olhou, viu que os outros tão dormindo e tirou os dois peitos sozinha. Quando vi, foi tão fácil, ela não tava de sutiã. Me aproximei bem silenciosamente e chupei eles com muita vontade dessa vez, enquanto ela passava a mão no meu cabelo e ficava de olho se algum dos irmãos dela acordava. Foi aí que a gente se deu o primeiro beijo, bem quente por sinal, teve língua e saliva. Acho que o tesão dela foi tanto que ela falou pra eu passar pra cama dela, mas sem fazer barulho. Levantei bem devagar, sem fazer muito ruído, e deitei do lado dela. Começamos a nos beijar sem controle, mas cuidando pra não fazer barulho nenhum. Nossas mãos tavam passando por tudo um do outro por cima da roupa. Ela já tinha levantado a camiseta nessa hora, e sinto que a putinha mete a mão dentro da minha cueca, encontra meu pau e começa a me bater uma. Era indescritível o tesão que a gente tava, e eu não ia aguentar muito. Falei pra ela parar que ia gozar, ela disse que não e me beijou de novo na boca. Quando ela faz isso, começa a sair jatos de porra que vão parar na mão dela e, claro, na minha cueca. Ela só riu, tirou a mão, limpou com alguma coisa que tinha na cama e falou pra eu vazar.
Eu me deitei e nunca mais esqueço como a gente se olhou de um jeito safado e cúmplice de algo proibido que já tinha começado.
6 comentários - Mis historias en familia (REAL)