Terça-feira de manhã, acordo com o canto dos pájaros. Sinto um calor na minha virilha e imediatamente tomo consciência; ao olhar, é minha mãe me fazendo um boquete. Minha irmã está ajudando, marcando o ritmo, empurrando a cabeça dela. Ao ver que acordei, param e me dão bom dia.
—Bom dia, filho. Dormiu bem? —diz minha mãe, e continua chupando meu pau.
—Bom dia, irmãozinho. Queríamos te dar uma surpresinha —exclama minha irmã, enquanto volta a marcar o ritmo da nossa progenitora.
Eu as observo, sem dizer nada, simplesmente aproveito o momento. Pouco a pouco, eu mesmo começo a marcar o ritmo, até que chega a hora de gozar, o que faço no fundo da garganta da minha mãe. Extasiado com essa primeira gozada matinal, fico com fome.
—A gente devia ir tomar café da manhã —proponho.
—Sim, seu sêmen é muito gostoso, mas com certeza não conta como café da manhã —responde minha mãe.
Elas se vestem tão indecentes quanto ontem: minha mãe com um top branco semitransparente e um short ultra curto que mostra a bunda toda, além de marcar bem o volume da buceta, já que também não usa calcinha por baixo; minha irmã com um top largo sem sutiã, que deixa os seios balançando, quase à mostra, e uma minissaia que também deixa a bunda toda à vista, junto com a calcinha.
Descemos para o café. Percebemos que meu pai teve que dormir no sofá, ao vê-lo recém-acordado sentado lá.
—Dormiu bem, pai? —pergunto sadicamente.
—Excelente, filho. Melhor que nunca —ele responde.
Quando minha mãe vai começar a preparar o café, a campainha toca. Meu pai vai atender e, para a surpresa de todos, chegou a filha mais velha, minha irmã Carla. Não a víamos desde o Natal do ano passado.
—Oi, gente. Surpresos de me ver? —diz com aquele ânimo que a caracteriza.
Todos a cumprimentamos efusivamente, felizes em vê-la. No entanto, com essas saudações, percebemos que algo a incomoda pelo olhar dela. A resposta é óbvia: ela está contrariada. pela roupa que minha mãe e minha irmã mais nova estão usando.
—Vejo que trocaram de roupa —exclama num tom que denota desgosto, mas sem ser agressivo.
—Sim. Percebemos nosso valor como mulher, você também vai perceber —diz Laura, minha irmã, em resposta.
Minha irmã mais velha, Carla, fica calada, mas acentua o olhar de desagrado. Depois de cumprimentar a todos, minha mãe começa a fazer o café da manhã; prepara panquecas para celebrar a presença da minha irmã. Nos sentamos à espera da comida.
—Geralmente você não aparece do nada, Carla. Conta aí, o que te trouxe? —pergunto.
—Bom, minha universidade entrou em greve, então aproveitei para visitar minha linda família —responde ela.
Minha mãe termina de preparar o café e serve a todos. Estou sentado na ponta da mesa; ao meu lado, minha irmã Laura, minha mãe e mais afastado está meu pai.
—Aquela porra que você me deu ontem à noite me fez dormir gostoso —diz minha irmã Laura com malícia.
—É, e aquela linguiça estava muito boa, junto com aqueles ovos —continua minha mãe na mesma linha que Laura.
Carla fica nos olhando contrariada. Comemos e perguntamos como tem sido sua vida universitária este ano, ela nos conta um monte de histórias.
Ao terminar o café, Laura se arruma para sair para a universidade, e depois farei o mesmo. Ela sai de casa vestida quase igual, mas troca o top por um justo em vez de solto e a saia por uma um pouco mais longa. Saio depois rumo ao meu colégio.
Na entrada, vejo uma colega, Elena. É uma garota que sempre gostei, não romanticamente, mas pela sensualidade. Uma garota alta, de pelo menos 1,70; com elegância ao andar, desfilando a cada passo. Tem um corpo que inspira sensualidade sem ser exuberante nos atributos. Todos os caras em algum momento se interessaram, muitos se declararam mas falharam, nunca a vimos em nenhum relacionamento.
Sinceramente, sempre me deu medo falar com ela; eu sentia que ia levar um fora direto, nem queria pensar em sofrer uma humilhação daquelas. Mas agora minha situação mudou. Antes de entrar na aula, eu falo com ela.
—Oi, Elena —digo, tímido, mas com um tom bom.
—Oi. Você é o Nicolás, né? Que foi? —ela responde com aquele tom confiante de sempre.
—Queria falar com você a sós antes da aula começar —peço, ainda com o mesmo tom tímido.
—Claro, pra quê? —pergunta ela.
—Queria te pedir um favor, mas não gosto de falar nos corredores —exclamo, mentindo, já que minhas intenções são outras.
Ela aceita, e aí a gente vai pra um lugar mais reservado, no pátio. Estamos completamente sozinhos agora, e é nesse momento que eu a hipnotizo.
—Bom, Elena. Sabe? Faz muito tempo que eu gosto de você.
—Sério? Sempre achei você interessante, foi um dos poucos que parecia não ter interesse em mim —ela exclama, cortando meu discurso, algo que nunca tinha acontecido antes quando hipnotizei alguém.
O que ela disse me surpreende, porque não esperava que ela também gostasse de mim, nem que fosse um pouquinho. Mas me deixa bem, acho que ser interessante pra alguém assim já é alguma coisa.
—Bom, acho que você está com sorte. De agora em diante, você vai gostar de mim obcecadamente. Vai fazer de tudo pra chamar minha atenção e vai acatar qualquer pedido meu —afirmo com autoridade.
—Tá bom, agora eu vou estar loucamente apaixonada por você.
Com essa resposta, fico satisfeito e a liberto da hipnose. Ela fica em choque por alguns segundos, depois olha pra mim e fica toda vermelha, sinal de que minha ordem funcionou. A campainha toca, marcando a hora de ir pra aula.
—Bom, acho que… a gente terminou, né? Temos que ir pra aula —ela opina timidamente, deixando de lado aquele tom confiante que a destacava.
—Claro, a gente devia voltar pra aula —respondo com um tom de confiança que eu não usava antes com ela, invertendo os papéis.
Mal Acabo de terminar de formular isso, ela vai embora o mais rápido possível, andando desajeitada. Eu vou para a minha sala, entro um pouco atrasado mas a professora não me diz nada. Passo o resto da aula olhando o celular despreocupado. Chega um momento em que fico entediado e saio da aula para ir até a diretora, que está em seu escritório. Entro sem bater e tranco a porta imediatamente.
—Oi, diretora. Sabe, estou com um tesão agora, deveria resolver isso — afirmo enquanto desaboto minha calça.
—Claro, amor. Eu resolvo isso para o senhor.
Me aproximo dela com o pau pra fora e ela começa a me chupar. Essa mulher que eu sempre vi com medo, com certo respeito, agora está chupando meu pau sem vergonha nenhuma. Ela faz isso por alguns minutos, até que sinto que vou gozar, momento em que tiro meu membro da boca dela e venho na cara dela. Justo nesse instante entra a professora Jasmine.
—Ah, vejo que estão se divertindo — diz com um sorriso. — Deixem-me participar.
Ela se aproxima e começa a lamber o sêmen espalhado por toda a cara da diretora, que fica parada aceitando a situação. Ao terminar, ela libera parte do sêmen acumulado na boca da diretora e engole sem pensar. Depois, começam um beijo apaixonado. Eu, porém, já terminei meu trabalho, então decido ir embora enquanto elas continuam no ato.
A campainha toca de novo, anunciando que é hora de voltar para a sala. Agora passo o resto do dia sem fazer nada, ansioso para poder voltar e pensando no que vou fazer com minha irmã, já que ela está de férias da faculdade.
Quando anunciam que podemos ir embora, pego minhas coisas e saio voando para casa. Fico surpreso ao entrar e ouvir um conflito enorme.
—Mas vocês estão parecendo umas putas! — ouço minha irmã Carla dizer.
—E daí? Qual o problema de uma mulher exibir seu corpo? Você também pode — replica minha mãe.
—Além disso, não pode dizer que estamos mal — acrescenta minha irmã Laura. —Sim, deixem elas. Nem mesmo eu me incomodo —acrescenta meu pai. —Esta casa enlouqueceu? Não sei o que está acontecendo com vocês, perderam a cabe... —antes que ele possa terminar sua fala, eu a hipnotizo. —Bem, a discussão acabou —afirmo, anunciando minha chegada.
Todos ficam em silêncio. Minha irmã Carla, por estar hipnotizada, está em estado zumbi, com o olhar perdido. Todos estão se perguntando o que aconteceu com ela, exceto minha irmã Laura, que já conhece meus poderes psíquicos.
—Vou explicar para vocês —declaro, com toda a casa em silêncio—. Como podem ver, minha irmã entrou em um estado onde está fora de si. Neste momento, ela não tem consciência. Isso é graças aos meus poderes psíquicos.
—Do que você está falando, Nicolás? —questiona minha mãe.
—Basicamente, tenho o poder de hipnotizar as pessoas à vontade. Posso fazer com que façam o que eu quiser, mudar a personalidade de qualquer um —garanto sem rodeios.
—E é por isso que ultimamente todos temos nos comportado diferente? —pergunta meu pai.
—Isso mesmo, mas para melhor. Ou vão me dizer que não têm aproveitado?
Todos ficam em silêncio, momento que aproveito para ir até minha irmã Carla e começar um novo discurso.
—Carla, de agora em diante, todos os mudanças que você vê na família vão parecer normais para você, e você vai querer se adaptar. Você vai me ver como o novo líder, vai sentir excitação pela minha dominância.
—Entendido. De agora em diante, serei sua, vou agir como minha irmã e minha mãe. Vou me vestir de forma provocante para você —responde ela.
Terminado meu trabalho, a liberto da hipnose. Imediatamente, ela vai para seu quarto. Ninguém da família parece descontente com essa descoberta, a dos meus poderes, porque sabem que vivem melhor assim. Um tempo depois, Carla volta, vestida tão indecente quanto as outras mulheres da casa: um vestido transparente e solto, sem sutiã, e uma calcinha minúscula.
—Bem, irmã. Essa sua boca pode começar a ser usada para algo —anuncio enquanto abaixo minha calça.
Imediatamente, ela se agacha, pouco a... Ela se aproxima do meu pau, começando a lambê-lo devagar. Laura a ajuda, segurando sua cabeça para guiá-la a engolir meu membro por completo. Meu pai, ao ver isso, começa a se tocar excitado com a situação, e minha mãe simplesmente se senta para observar. Aos poucos, vou ficando mais duro, e quando sinto que cheguei ao limite, tiro meu pau encharcado e coloco a Carla de costas no sofá.
Tiro sua roupa e a penetro lentamente, já que é nossa primeira vez, para aproveitar ao máximo. Fico surpreso ao ver que ela começa a sangrar levemente.
— Você está nos seus dias? — pergunto ingenuamente.
— Não, é minha primeira vez — ela responde.
Aos 22 anos, essa universitária nunca tinha feito sexo, uma grande surpresa para mim, já que não esperava tirar sua virgindade. Decido ir com mais cuidado agora que sei disso, e aos poucos sinto que ela vai ficando excitada, já que não reclama, ou pelo menos não muito.
Passam alguns minutos de prazer, que interrompo ao sentir que estou prestes a gozar. Para não correr risco de gravidez, tiro o pau e vou até minha mãe, apenas para jorrar meu sêmen no rosto dela.
— Meninas, não vou mentir, adoraria continuar brincando com vocês, mas a verdade é que já gozei três vezes hoje, estou cansado — digo, para que saibam que a diversão não pode continuar.
— Carla, você vai dormir conosco? Agora o Nico dorme com a Laura e comigo, então você pode se juntar — minha mãe propõe.
— Eu gostaria, sim — Carla responde.
Com isso decidido, vamos dormir. Não sem antes pedir que meu pai compre uma cama maior para que todos possamos dormir mais confortáveis.
— Pai, vou dormir no seu quarto de agora em diante com minha mãe e minhas irmãs. Você deveria comprar uma cama maior para dormirmos todos confortáveis. Você pode dormir na minha se quiser.
— Claro, filho. Vou comprar pela internet, sempre chega em 24 horas, então amanhã já deve estar aqui. Eu mesmo monto.
Com isso resolvido, todos vamos dormir depois de trocar de roupa. Foi sem dúvida um dia cansativo. aconteceram muitas coisas positivas. Mas, sem dúvida, o próximo será melhor. Aos poucos formando um harém maior. Esta é a história mais longa até agora. Quem vem me acompanhando deve ter percebido que mudei bastante o jeito de escrever, estou testando, mas acho que vai ser assim de agora em diante. Agradeceria se deixassem seus pontos, lembro que é o que me motiva a continuar fazendo histórias, mas principalmente a seguir com uma saga. Também podem dar dicas de escrita ou sugestões para a história se acharem que posso melhorar em algo. Muito obrigado por ler a história até o final.
—Bom dia, filho. Dormiu bem? —diz minha mãe, e continua chupando meu pau.
—Bom dia, irmãozinho. Queríamos te dar uma surpresinha —exclama minha irmã, enquanto volta a marcar o ritmo da nossa progenitora.
Eu as observo, sem dizer nada, simplesmente aproveito o momento. Pouco a pouco, eu mesmo começo a marcar o ritmo, até que chega a hora de gozar, o que faço no fundo da garganta da minha mãe. Extasiado com essa primeira gozada matinal, fico com fome.
—A gente devia ir tomar café da manhã —proponho.
—Sim, seu sêmen é muito gostoso, mas com certeza não conta como café da manhã —responde minha mãe.
Elas se vestem tão indecentes quanto ontem: minha mãe com um top branco semitransparente e um short ultra curto que mostra a bunda toda, além de marcar bem o volume da buceta, já que também não usa calcinha por baixo; minha irmã com um top largo sem sutiã, que deixa os seios balançando, quase à mostra, e uma minissaia que também deixa a bunda toda à vista, junto com a calcinha.
Descemos para o café. Percebemos que meu pai teve que dormir no sofá, ao vê-lo recém-acordado sentado lá.
—Dormiu bem, pai? —pergunto sadicamente.
—Excelente, filho. Melhor que nunca —ele responde.
Quando minha mãe vai começar a preparar o café, a campainha toca. Meu pai vai atender e, para a surpresa de todos, chegou a filha mais velha, minha irmã Carla. Não a víamos desde o Natal do ano passado.
—Oi, gente. Surpresos de me ver? —diz com aquele ânimo que a caracteriza.
Todos a cumprimentamos efusivamente, felizes em vê-la. No entanto, com essas saudações, percebemos que algo a incomoda pelo olhar dela. A resposta é óbvia: ela está contrariada. pela roupa que minha mãe e minha irmã mais nova estão usando.
—Vejo que trocaram de roupa —exclama num tom que denota desgosto, mas sem ser agressivo.
—Sim. Percebemos nosso valor como mulher, você também vai perceber —diz Laura, minha irmã, em resposta.
Minha irmã mais velha, Carla, fica calada, mas acentua o olhar de desagrado. Depois de cumprimentar a todos, minha mãe começa a fazer o café da manhã; prepara panquecas para celebrar a presença da minha irmã. Nos sentamos à espera da comida.
—Geralmente você não aparece do nada, Carla. Conta aí, o que te trouxe? —pergunto.
—Bom, minha universidade entrou em greve, então aproveitei para visitar minha linda família —responde ela.
Minha mãe termina de preparar o café e serve a todos. Estou sentado na ponta da mesa; ao meu lado, minha irmã Laura, minha mãe e mais afastado está meu pai.
—Aquela porra que você me deu ontem à noite me fez dormir gostoso —diz minha irmã Laura com malícia.
—É, e aquela linguiça estava muito boa, junto com aqueles ovos —continua minha mãe na mesma linha que Laura.
Carla fica nos olhando contrariada. Comemos e perguntamos como tem sido sua vida universitária este ano, ela nos conta um monte de histórias.
Ao terminar o café, Laura se arruma para sair para a universidade, e depois farei o mesmo. Ela sai de casa vestida quase igual, mas troca o top por um justo em vez de solto e a saia por uma um pouco mais longa. Saio depois rumo ao meu colégio.
Na entrada, vejo uma colega, Elena. É uma garota que sempre gostei, não romanticamente, mas pela sensualidade. Uma garota alta, de pelo menos 1,70; com elegância ao andar, desfilando a cada passo. Tem um corpo que inspira sensualidade sem ser exuberante nos atributos. Todos os caras em algum momento se interessaram, muitos se declararam mas falharam, nunca a vimos em nenhum relacionamento.
Sinceramente, sempre me deu medo falar com ela; eu sentia que ia levar um fora direto, nem queria pensar em sofrer uma humilhação daquelas. Mas agora minha situação mudou. Antes de entrar na aula, eu falo com ela.
—Oi, Elena —digo, tímido, mas com um tom bom.
—Oi. Você é o Nicolás, né? Que foi? —ela responde com aquele tom confiante de sempre.
—Queria falar com você a sós antes da aula começar —peço, ainda com o mesmo tom tímido.
—Claro, pra quê? —pergunta ela.
—Queria te pedir um favor, mas não gosto de falar nos corredores —exclamo, mentindo, já que minhas intenções são outras.
Ela aceita, e aí a gente vai pra um lugar mais reservado, no pátio. Estamos completamente sozinhos agora, e é nesse momento que eu a hipnotizo.
—Bom, Elena. Sabe? Faz muito tempo que eu gosto de você.
—Sério? Sempre achei você interessante, foi um dos poucos que parecia não ter interesse em mim —ela exclama, cortando meu discurso, algo que nunca tinha acontecido antes quando hipnotizei alguém.
O que ela disse me surpreende, porque não esperava que ela também gostasse de mim, nem que fosse um pouquinho. Mas me deixa bem, acho que ser interessante pra alguém assim já é alguma coisa.
—Bom, acho que você está com sorte. De agora em diante, você vai gostar de mim obcecadamente. Vai fazer de tudo pra chamar minha atenção e vai acatar qualquer pedido meu —afirmo com autoridade.
—Tá bom, agora eu vou estar loucamente apaixonada por você.
Com essa resposta, fico satisfeito e a liberto da hipnose. Ela fica em choque por alguns segundos, depois olha pra mim e fica toda vermelha, sinal de que minha ordem funcionou. A campainha toca, marcando a hora de ir pra aula.
—Bom, acho que… a gente terminou, né? Temos que ir pra aula —ela opina timidamente, deixando de lado aquele tom confiante que a destacava.
—Claro, a gente devia voltar pra aula —respondo com um tom de confiança que eu não usava antes com ela, invertendo os papéis.
Mal Acabo de terminar de formular isso, ela vai embora o mais rápido possível, andando desajeitada. Eu vou para a minha sala, entro um pouco atrasado mas a professora não me diz nada. Passo o resto da aula olhando o celular despreocupado. Chega um momento em que fico entediado e saio da aula para ir até a diretora, que está em seu escritório. Entro sem bater e tranco a porta imediatamente.
—Oi, diretora. Sabe, estou com um tesão agora, deveria resolver isso — afirmo enquanto desaboto minha calça.
—Claro, amor. Eu resolvo isso para o senhor.
Me aproximo dela com o pau pra fora e ela começa a me chupar. Essa mulher que eu sempre vi com medo, com certo respeito, agora está chupando meu pau sem vergonha nenhuma. Ela faz isso por alguns minutos, até que sinto que vou gozar, momento em que tiro meu membro da boca dela e venho na cara dela. Justo nesse instante entra a professora Jasmine.
—Ah, vejo que estão se divertindo — diz com um sorriso. — Deixem-me participar.
Ela se aproxima e começa a lamber o sêmen espalhado por toda a cara da diretora, que fica parada aceitando a situação. Ao terminar, ela libera parte do sêmen acumulado na boca da diretora e engole sem pensar. Depois, começam um beijo apaixonado. Eu, porém, já terminei meu trabalho, então decido ir embora enquanto elas continuam no ato.
A campainha toca de novo, anunciando que é hora de voltar para a sala. Agora passo o resto do dia sem fazer nada, ansioso para poder voltar e pensando no que vou fazer com minha irmã, já que ela está de férias da faculdade.
Quando anunciam que podemos ir embora, pego minhas coisas e saio voando para casa. Fico surpreso ao entrar e ouvir um conflito enorme.
—Mas vocês estão parecendo umas putas! — ouço minha irmã Carla dizer.
—E daí? Qual o problema de uma mulher exibir seu corpo? Você também pode — replica minha mãe.
—Além disso, não pode dizer que estamos mal — acrescenta minha irmã Laura. —Sim, deixem elas. Nem mesmo eu me incomodo —acrescenta meu pai. —Esta casa enlouqueceu? Não sei o que está acontecendo com vocês, perderam a cabe... —antes que ele possa terminar sua fala, eu a hipnotizo. —Bem, a discussão acabou —afirmo, anunciando minha chegada.
Todos ficam em silêncio. Minha irmã Carla, por estar hipnotizada, está em estado zumbi, com o olhar perdido. Todos estão se perguntando o que aconteceu com ela, exceto minha irmã Laura, que já conhece meus poderes psíquicos.
—Vou explicar para vocês —declaro, com toda a casa em silêncio—. Como podem ver, minha irmã entrou em um estado onde está fora de si. Neste momento, ela não tem consciência. Isso é graças aos meus poderes psíquicos.
—Do que você está falando, Nicolás? —questiona minha mãe.
—Basicamente, tenho o poder de hipnotizar as pessoas à vontade. Posso fazer com que façam o que eu quiser, mudar a personalidade de qualquer um —garanto sem rodeios.
—E é por isso que ultimamente todos temos nos comportado diferente? —pergunta meu pai.
—Isso mesmo, mas para melhor. Ou vão me dizer que não têm aproveitado?
Todos ficam em silêncio, momento que aproveito para ir até minha irmã Carla e começar um novo discurso.
—Carla, de agora em diante, todos os mudanças que você vê na família vão parecer normais para você, e você vai querer se adaptar. Você vai me ver como o novo líder, vai sentir excitação pela minha dominância.
—Entendido. De agora em diante, serei sua, vou agir como minha irmã e minha mãe. Vou me vestir de forma provocante para você —responde ela.
Terminado meu trabalho, a liberto da hipnose. Imediatamente, ela vai para seu quarto. Ninguém da família parece descontente com essa descoberta, a dos meus poderes, porque sabem que vivem melhor assim. Um tempo depois, Carla volta, vestida tão indecente quanto as outras mulheres da casa: um vestido transparente e solto, sem sutiã, e uma calcinha minúscula.
—Bem, irmã. Essa sua boca pode começar a ser usada para algo —anuncio enquanto abaixo minha calça.
Imediatamente, ela se agacha, pouco a... Ela se aproxima do meu pau, começando a lambê-lo devagar. Laura a ajuda, segurando sua cabeça para guiá-la a engolir meu membro por completo. Meu pai, ao ver isso, começa a se tocar excitado com a situação, e minha mãe simplesmente se senta para observar. Aos poucos, vou ficando mais duro, e quando sinto que cheguei ao limite, tiro meu pau encharcado e coloco a Carla de costas no sofá.
Tiro sua roupa e a penetro lentamente, já que é nossa primeira vez, para aproveitar ao máximo. Fico surpreso ao ver que ela começa a sangrar levemente.
— Você está nos seus dias? — pergunto ingenuamente.
— Não, é minha primeira vez — ela responde.
Aos 22 anos, essa universitária nunca tinha feito sexo, uma grande surpresa para mim, já que não esperava tirar sua virgindade. Decido ir com mais cuidado agora que sei disso, e aos poucos sinto que ela vai ficando excitada, já que não reclama, ou pelo menos não muito.
Passam alguns minutos de prazer, que interrompo ao sentir que estou prestes a gozar. Para não correr risco de gravidez, tiro o pau e vou até minha mãe, apenas para jorrar meu sêmen no rosto dela.
— Meninas, não vou mentir, adoraria continuar brincando com vocês, mas a verdade é que já gozei três vezes hoje, estou cansado — digo, para que saibam que a diversão não pode continuar.
— Carla, você vai dormir conosco? Agora o Nico dorme com a Laura e comigo, então você pode se juntar — minha mãe propõe.
— Eu gostaria, sim — Carla responde.
Com isso decidido, vamos dormir. Não sem antes pedir que meu pai compre uma cama maior para que todos possamos dormir mais confortáveis.
— Pai, vou dormir no seu quarto de agora em diante com minha mãe e minhas irmãs. Você deveria comprar uma cama maior para dormirmos todos confortáveis. Você pode dormir na minha se quiser.
— Claro, filho. Vou comprar pela internet, sempre chega em 24 horas, então amanhã já deve estar aqui. Eu mesmo monto.
Com isso resolvido, todos vamos dormir depois de trocar de roupa. Foi sem dúvida um dia cansativo. aconteceram muitas coisas positivas. Mas, sem dúvida, o próximo será melhor. Aos poucos formando um harém maior. Esta é a história mais longa até agora. Quem vem me acompanhando deve ter percebido que mudei bastante o jeito de escrever, estou testando, mas acho que vai ser assim de agora em diante. Agradeceria se deixassem seus pontos, lembro que é o que me motiva a continuar fazendo histórias, mas principalmente a seguir com uma saga. Também podem dar dicas de escrita ou sugestões para a história se acharem que posso melhorar em algo. Muito obrigado por ler a história até o final.
4 comentários - Hipnotizando a família, irmã de visita