Um jovem filho de fazendeiro teve uma oportunidade de ouro e abusou da irmã mais nova enquanto ela estava em coma por causa de um acidente. Nessa ocasião, imaginei a história que vou contar pra vocês, numa noite em que simplesmente não conseguia pegar no sono e meus hormônios estavam fazendo uma festa dentro de mim. Por isso, aviso antes de começarem a ler. É assim que imagino que funciona a mente masculina, pelo que ouvi nas conversas de vocês e até nas minhas próprias experiências íntimas. Tomara que não seja muito longe da realidade e espero que gostem. PS: A introdução é longa. Quero criar uma história com enredo e não só um conto de 'mete e tira'. Se tão procurando algo rápido, esse não é o seu conto. ~~~~~ Lizzete é o nome dela, aquele pelo qual aquela gata linda vira quando chamam. A idade dela mal chegou aos 18 primaveras e o sorriso sempre presente é um enfeite no rosto dela. Também é minha irmã. Vi ela crescer desde pequenininha. Tava lá quando caiu o primeiro dente dela, quando crescia centímetro por centímetro e quando aos poucos mudou de ser uma menina cujo corpo não era muito diferente do de um menino, pra uma bela mocinha. Moramos na fazenda 'Flower ville'. Na minha família somos 6 filhos, 3 filhas, minha mãe, meu pai e um par de empregadas. Meu pai é o fazendeiro e curtimos uma casa grande da qual não posso reclamar. Eu geralmente acompanhava meu pai desde muito novo, aprendendo sobre os negócios dele, sobre a cavalaria e sobre as cabeças do gado. Aprendendo desde baixo, praticando os trabalhos dos peões, dos carpinteiros. Lizzete é a do meio das 3 filhas. A mais velha é Rosalinda, de 20 anos. A mais nova, Vanie, de 12. Entre os homens, eu sou o do meio, dois são mais velhos que eu, com 28 e 26 anos. Eu e meu irmão gêmeo, com 22, e mais dois mais novos, com 18 e 17 anos. A vida seguia normal na nossa família até pouco tempo, quando Lizette sofreu um acidente que virou a cabeça da nossa família. Enquanto ela aprendia a montar a cavalo, o bicho enlouqueceu, empinou e jogou a Lizzete no chão com tanta violência que ela não conseguiu nem se proteger. Bateu a cabeça. Todo mundo achou que era o pior. Meu irmão gêmeo e a irmã mais velha levaram ela correndo pra fazenda. Lizzie — como a gente chama carinhosamente — parecia só estar dormindo. Tinha sangue saindo da orelha esquerda dela, e eu e meu irmão gêmeo saímos a cavalo pra buscar o médico. Quando voltamos, ela já tava deitada na cama do quarto dela. O médico examinou ela e mandou os homens saírem do quarto, provavelmente pra revistar o corpo dela. Minha mãe e a irmã mais velha ficaram lá dentro. Depois de minutos que pareceram uma eternidade, o médico saiu com uma cara que ninguém conseguia ler, e eu ouvi, pela conversa dele com minha mãe, que a Lizzie ia ficar naquele sono profundo pra sempre. Precisava ir pra cidade mais próxima buscar um médico especialista em cabeça. Depois disso, ele foi embora. ~~~~~ O acidente dela tinha acontecido fazia 3 dias. Ela continuava dormindo, com o rosto relaxado, quase sorrindo. Toda manhã eu passava no quarto dela pra dar uma olhada. Ela tava sempre lá, com a cabeça enfaixada e uns lençóis cobrindo o corpo pelado. A Lizzie precisava ser banhada, e eu nem entendia como faziam pra limpar os restos do corpo dela. Minha mãe e a Rosalinda cuidavam da higiene da Lizzie. Amanhã meu pai ia viajar pra cidade. Uma viagem longa a cavalo de carruagem que levaria pelo menos 2 ou 3 dias pra ir e voltar. Minha mãe ia com ele. A Rosalinda se ofereceu pra ficar em casa e cuidar da Lizzie. Meu pai recusou porque um bastardo qualquer só queria uma chance pra roubar a Rosalinda e casar com ela, então meu pai obrigou ela a ir junto. Meus irmãos mais velhos já tinham formado família, então não estavam por perto pra ajudar. Meus irmãos mais novos ainda eram uns idiotas como para confiar qualquer responsabilidade a elas e, junto com meu irmão gêmeo, acompanhariam meu pai, minha mãe e minha irmã na longa viagem até a cidade. Existiam histórias constantes de assaltos nas estradas, então uma boa quantidade de homens na viagem garantiria o sucesso. Assim, Vanie tinha ficado encarregada dos cuidados de Lizzie, e eu estava responsável por cuidar da casa. Até as empregadas — que eram irmãs — não estariam em casa porque viajariam para suas terras natais. Elas tinham pedido o dia livre há mais de um mês, e minha mãe decidiu não mudar de ideia apesar da situação. No entanto, Vanie tinha só 12 anos, talvez fosse responsabilidade demais para ela. De qualquer forma, duas carruagens puxadas a cavalo partiram da fazenda bem cedo pela manhã. Vanie e eu nos despedimos delas do alpendre. Algumas horas depois, as empregadas se despediram, e então só a pequena Vanie e eu ficamos em casa. ~~~~~ Minha mãe era uma mulher gostosa, de sangue europeu. Os cabelos dela eram praticamente loiros, ou talvez fosse mais correto dizer castanho-claro. Tinha uns olhos esverdeados muito lindos, além de uma boa genética feminina. Rosalinda, por ser a primeira filha, herdou a genética da minha mãe. Tinha quadris levemente largos com uma bunda bem formada e peitos abundantes que ficavam ainda mais evidentes com o espartilho. No entanto, eu mal a tinha visto sem aquelas roupas bufantes. Era uma falta de respeito enorme ver as irmãs de pouca roupa. Lizzete era jovem, mas o corpo dela já estava praticamente formado. Os quadris dela eram um pouquinho menores que os da irmã mais velha, e igualmente com uma bunda empinada e chamativa. Os peitos dela eram redondos e podia garantir que eram praticamente do mesmo tamanho que os de Rosalinda. Vanie era só uma menininha. Os peitos dela eram pequenininhos, adequados pra idade. Dava pra ver que, quando crescesse, desenvolveria a mesma genética das irmãs e da mãe, porque naquela cintura ainda em desenvolvimento já dava pra notar uma bunda que cresceria linda. Meu pai também tinha genética branca, mas cabelo castanho-mogno e olhos pretos. Era óbvio que a genética dele era dominante, já que dos 9 filhos, 7 herdamos os olhos escuros dele. Só Lizzie e Vanie teriam os olhos da cor da minha mãe. A Vanie até parecia ter olhos acinzentados.
~~~
A Vanie cuidou da alimentação da Lizzie pela manhã. Eu não sabia como ela comia, como evitava que ela engasgasse. Mas também não era algo que me importasse muito, e eu saí de casa pra cumprir minhas obrigações. Fui primeiro pro gado, depois pra cavalaria e por último pra ferraria, como meu pai tinha mandado.
As horas voaram nas minhas tarefas e voltei quando o sol tava quase se escondendo, só pra me deparar com outra surpresa.
A Vanie tava no chão, olhando pro teto. Parecia que tava lá há horas.
Quando perguntei o que tinha acontecido, ela me contou que tropeçou na escada e se arrastou até ali. O pé esquerdo dela tava doendo pra caralho, e quando olhei, tava um inchaço danado.
Não tive outra escolha senão carregar ela e levar pro quarto dela, depois pegar meu cavalo e ir buscar o médico.
~~~~
A Vanie tinha quebrado o tornozelo na queda, segundo o médico me explicou, e não poderia andar por pelo menos um mês.
A Vanie gritava de horror enquanto o médico ajustava os ossos dela, acompanhada de um choro que durou quase 30 minutos. Ele colocou duas talas na perna dela e mandou ela ficar de cama.
Ela rebateu, explicando que tava cuidando da Lizzie, e o médico respondeu que agora quem ia cuidar dela era eu.
Até eu rebati, e ele me olhou com raiva e disse: 'Ela é sua irmã. Você não vai ver nela nada que já não tenha visto numa daquelas putas com quem você com certeza já esteve. Só usa uma esponja e água morna e limpa o corpo dela. Deixa sua irmã te explicar o resto.'
Depois disso, ele foi embora.
~~~~
Fiquei puto com a Vanie por não ter Banhei a Lizzie de manhã, mas parei quando vi ela começar a chorar de novo. Ainda puto, deixei ela no quarto dela e fui pro quarto da Lizzie, rezando por um milagre que ela acordasse naquele exato momento e pudesse limpar o próprio corpo. Entrei e vi ela lá, quase na mesma posição de sempre, com aquela cara tranquila e quase angelical que ela tinha quando dormia. Saí e fui pegar a esponja. Esquentou a água e pedi pra Vanie me explicar como eu devia dar banho nela. Depois voltei pro quarto da Lizzie. Entrei e, com dúvida, comecei a tirar os lençóis que cobriam o corpo nu dela. Primeiro, olhei pros peitos dela e fiquei surpreso com a beleza deles. Eram jovens e redondos, num tamanho que qualquer homem ia achar uma delícia. Depois, olhei a barriga dela e, descendo mais, vi a buceta dela pelada. Ela tava com as pernas praticamente fechadas, então só vi um triângulo de pelos castanhos. Olhei as pernas dela, muito lindas, torneadas naturalmente, e no final os pezinhos pequenos. Molhei a esponja e comecei com muito cuidado pela cabeça e rosto dela. Depois, o pescoço e os ombros. Sentia um tesão no pau, a Lizzie era gostosa pra caralho e eu tava olhando e tocando o corpo dela com toda liberdade. Ninguém tava ali pra me julgar, entendi que era sortudo naquela situação. Passei a esponja pelos peitos dela, peguei um deles com a mão pra limpar por baixo. A pele dela era quente e macia, mas os peitos tinham uma firmeza que me deixava com mais tesão ainda. Peguei o outro peito dela e repeti a ação. Passei a esponja pelas pontinhas rosadas. Fiquei surpreso ao ver como os biquinhos pequenos dela endureceram com o contato da água. Nunca tinha visto a Lizzie tão gostosa, nunca pensei que minha irmã pudesse me dar tanto tesão. Continuei lavando ela, descendo cada vez mais. Primeiro, a barriga, depois fui descendo sem me atrever a abrir as pernas dela. Limpei as pernas dela até chegar nos pés. Notei que meu pau tinha acordado e quis olhar a buceta dela. Mas a Vanie me preocupava, pensei que a qualquer momento ela podia aparecer e me pegar. Levantei e Senti a ereção na minha calça. Caminhei até o quarto da Vanie e só coloquei o rosto na porta. Ela estava lá com o rosto dolorido. Perguntei se ela estava bem e voltei pra Lizzie. Tranquei o quarto atrás de mim. Voltei pra Lizzie. Eu já não era mais eu, estava dominado pela luxúria. Abri as pernas dela com cuidado e olhei pra intimidade dela. A cor era rosa escuro e me atrevi a levar minha mão entre as pernas dela. Abri os lábios dela e fiquei olhando a buceta dela por uns instantes. Peguei a esponja e passei ali pra limpar. Toquei bem na entrada dela só pra ter certeza da virgindade, e o buraquinho da buceta dela foi o suficiente pra confirmar. Agora precisava virar ela pra lavar as costas. Com muito cuidado, virei o corpo dela, tomando cuidado especial com a cabeça, e consegui deitar ela de bruços. Ela tinha umas costas lindas, uma linha acompanhava a espinha dela desde a nuca até o começo de uma bunda maravilhosa. Fiquei surpreso com o tamanho da bunda dela, com a perfeição da redondeza, com o quanto era sensual ter minha irmã ali, indefesa. Cada vez ficava mais excitado. Peguei a esponja e limpei os braços dela, a nuca e as costas. Apressei o passo pra chegar naquele par de nádegas que começavam a criar uma necessidade em mim de tocá-las. Cheguei na bunda dela e limpei por fora devagar. Toquei as nádegas dela com as mãos, senti a maciez e o calor. Desci a esponja até a buceta dela, agora por trás, e lentamente segui meu caminho de volta. Enfiei a esponja entre as nádegas dela e, quase fora de mim, decidi abri-las com a desculpa de limpar bem. A imagem foi linda, ver aquele par de portas abertas, que por sua vez fizeram as pernas dela se abrirem. Olhei o cu dela com atenção, era bem pequeno e levemente escuro. Depois olhei a buceta dela, que parecia muito apetitosa, e passou pela minha cabeça a ideia de comer ela. Mas parei. Fechei as nádegas dela e continuei limpando as pernas até terminar. A ideia ainda estava em mim. Ninguém ia ficar sabendo. Eu realmente queria meter meu pau naquela buceta linda dela, tirar a virgindade sem que ela percebesse. Levantei e pensei por um momento. Depois decidi... mas primeiro precisava ter certeza de que a Vanie não fosse descobrir. Fui de novo até o quarto dela, disfarçando minha ereção. Ela ainda estava lá, quase dormindo. Percebi que era impossível ela atravessar o corredor todo até o quarto da Lizzie. Fechei a porta dela desejando boa noite e caminhei rápido até o quarto da Lizzie. Fechei a porta e coloquei o trinco.
Minha irmã ainda estava lá, e fiquei olhando pra aquele rabo gostoso dela e como a buceta dela mal aparecia entre as pernas.
Puxei meu pau pra fora. Abri as pernas dela com cuidado e, sem pensar muito, encostei a cabeça do meu pau na buceta dela.
Usei as mãos pra abrir os lábios dela e senti o calor na minha cabeça. Apertei a cintura devagar e percebi que a entrada dela era muito apertada. Não entrava.
Passei saliva no meu pau e também na buceta dela e tentei de novo. Não consegui.
O calor em mim era quase animal e resolvi meter de vez nessa tentativa. Passei saliva de novo e coloquei a cabeça na entrada dela.
Empurrei com muita força. O corpo dela continuou resistindo até que finalmente senti um calor imenso em volta do meu pau. O calor e o apertado da entrada dela era uma delícia.
Ela deu um suspiro fundo e fiquei imóvel com o pau dentro. Esperei uns segundos e percebi que ela continuava dormindo. Comecei a me mexer devagar. Notei que a buceta dela não estava molhada. Tirei meu pau e passei saliva de novo nas duas partes. Meter de novo foi difícil, o corpo dela resistia de novo.
Com a saliva era mais fácil penetrar ela e comecei a me mexer um pouco mais rápido. Isso era uma delícia, o melhor sexo que já tinha tido. O corpo da Lizzie era lindo e novo, nada comparável com as putas que eu tinha pego.
Comecei a empurrar com mais força, o corpo dela se movia junto comigo. A bunda dela ia e vinha conforme eu pressionava, numa dança linda.
Continuei empurrando, agora brincando, apoiando meu corpo quase em cima do dela, tentando fazer meu pau chegar até o fundo e senti as nádegas dela baterem contra meu abdômen. Consegui enfiar tudo. Voltei a quase me levantar e toquei na bunda macia e linda dela. Abri com as mãos ao tocar e olhei de novo pro cu perfeito dela. Nunca tinha tentado transar por aquele lugar antes e, enquanto continuava me movendo, pensei que devia fazer isso, agora. Molhei um dedo com saliva e enfiei no cu dela enquanto ainda metia meu pau na buceta dela. O cu dela era ainda mais apertado que a buceta e muito quente por dentro. Tava fora de mim. Tirei meu pau e abri as nádegas dela, coloquei meu pau na entrada e, sem os cuidados que tive na buceta, pressionei com toda força no cu dela. Mas não abriu. Passei saliva no meu pau, que já tava bem molhado com os fluidos que a buceta dela tinha me dado. Passei saliva no cu dela e até enfiei o dedo ainda molhado pra lubrificar por dentro. Com o pau duro igual barra de metal, coloquei de novo na entrada traseira dela e pressionei com todo meu peso. O cu dela não abria e meu pau até começou a doer com a pressão. Quando tava quase desistindo, senti que caí contra o corpo da minha irmã e senti um calor que quase queimou meu pau, além do cu dela apertar com uma força gostosa. Tinha conseguido penetrar ela e 3/4 do meu pau tinham entrado na primeira metida. Continuei pressionando. Queria enfiar tudo. Ela respirava fundo, quase gemendo, as costas subindo e descendo com a respiração anormal. Não parei de pressionar até sentir minhas bolas encostarem na buceta dela. Aí parei e aproveitei o calor e a pressão do cu dela no meu pau. Tava longe de gozar. Tirei metade do pau e enfiei de novo com força, assim uma e outra vez. A respiração dela parecia ofegante, mas eu não tava nem aí pra isso. No máximo, evitava empurrar ela com violência pra não mexer a cabeça dela. Fiquei ali pelo menos uns 10 ou 15 minutos. Decidi gozar dentro e comecei a meter forte e rápido, até esquecendo de tomar cuidado com a cabeça dela. No final, Enchi suas entranhas com meu sêmen. Tive uma gozada abundante e longa. O orgasmo mais gostoso que já tinha tido. Deitei sobre ela, exausto. Fiquei ali pelo menos um minuto, até perceber que ela respirava com dificuldade, talvez eu estivesse esmagando os pulmões dela com meu peso, e então me levantei. Meu pau continuava duro lá dentro e comecei a tirar devagar. O cu dela parecia não querer me soltar. Quando consegui tirar, admirei o cu dela aberto. Me apressei em aproximar uma vela para iluminar melhor. Cheguei a ver um pouco do interior, rosa como as gengivas na boca. Notei que começava a sair meu sêmen dela, além de um pouco de merda que estava até no meu pau todo. Fui pegar a esponja e me limpei, além de passar no cu dela e limpar bem. Tive que esperar alguns segundos, porque o sêmen continuava saindo e, finalmente, a entrada dela voltou quase ao tamanho original. Estava avermelhado e dava pra garantir que tinha sangue. Mas também tinha na buceta dela. Limpei bem e deitei ela de barriga pra cima de novo. Não quis ir embora sem provar os peitos dela e fiquei lambendo os bicos por vários minutos, até minha boca secar. Limpei os peitos dela de novo e então cobri o corpo dela com os cobertores. Tinha acabado. Era nosso segredo. Na noite seguinte, repetiria a mesma dose, primeiro pela buceta dela e depois terminando no cu dela. Repetiria pela última vez na terceira noite, em que só me dediquei a foder ela pelo cu. Nesse último dia, o corpo dela já não oferecia tanta resistência e as respirações dela eram praticamente sinal de prazer. Teria repetido todos os dias, se não fosse porque na quarta noite meus pais voltariam. ~~~~~ Lizzie acordaria 18 dias depois do acidente dela. Já na cidade. Vanie, usando muletas, era quem cuidava dela quando Lizzie acordou. Passaram-se alguns meses. Eu não a via da mesma forma, só queria repetir o que vivi naquelas noites. Um belo dia, Lizzie me encontrou nas cavalariças e me pediu pra conversar a sós. Me revelou que percebia tudo o que acontecia ao redor dela. Me revelou que sentia quando a banhavam, que ouvia as conversas e até que sentia uma fome enorme que os alimentos líquidos não saciavam. Me pediu entre lágrimas, que garantisse que não tinha sido o doutor quem a tinha estuprado. Ela não sabia, já que eu não falava nada enquanto a banhava e ficava em silêncio enquanto a comia, pra evitar que a Vanie percebesse. Disse lembrar da minha voz no ouvido dela na terceira noite, bem antes de começar o sexo anal. Talvez por isso que naquela noite o corpo dela não ofereceu tanta resistência. Fiquei petrificado com a revelação dela e, ao ver a angústia nos olhos dela, tive que revelar que tinha sido eu quem a tinha penetrado naquelas noites. Ela sorriu feito boba e eu fiquei olhando pra ela, completamente confuso. Parecia aliviada por saber que não tinha sido o doutor. Antes de voltar pra casa, ela me pediu que da próxima vez fosse mais gentil, porque tinha sofrido de verdade naquela noite, principalmente nas duas primeiras, e beijou minha bochecha com um olhar safado. Fiquei olhando pra ela enquanto caminhava em direção à fazenda, em choque. Será que ela realmente queria 'uma próxima vez'?
FIM.
~~~
A Vanie cuidou da alimentação da Lizzie pela manhã. Eu não sabia como ela comia, como evitava que ela engasgasse. Mas também não era algo que me importasse muito, e eu saí de casa pra cumprir minhas obrigações. Fui primeiro pro gado, depois pra cavalaria e por último pra ferraria, como meu pai tinha mandado.
As horas voaram nas minhas tarefas e voltei quando o sol tava quase se escondendo, só pra me deparar com outra surpresa.
A Vanie tava no chão, olhando pro teto. Parecia que tava lá há horas.
Quando perguntei o que tinha acontecido, ela me contou que tropeçou na escada e se arrastou até ali. O pé esquerdo dela tava doendo pra caralho, e quando olhei, tava um inchaço danado.
Não tive outra escolha senão carregar ela e levar pro quarto dela, depois pegar meu cavalo e ir buscar o médico.
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A Vanie tinha quebrado o tornozelo na queda, segundo o médico me explicou, e não poderia andar por pelo menos um mês.
A Vanie gritava de horror enquanto o médico ajustava os ossos dela, acompanhada de um choro que durou quase 30 minutos. Ele colocou duas talas na perna dela e mandou ela ficar de cama.
Ela rebateu, explicando que tava cuidando da Lizzie, e o médico respondeu que agora quem ia cuidar dela era eu.
Até eu rebati, e ele me olhou com raiva e disse: 'Ela é sua irmã. Você não vai ver nela nada que já não tenha visto numa daquelas putas com quem você com certeza já esteve. Só usa uma esponja e água morna e limpa o corpo dela. Deixa sua irmã te explicar o resto.'
Depois disso, ele foi embora.
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Fiquei puto com a Vanie por não ter Banhei a Lizzie de manhã, mas parei quando vi ela começar a chorar de novo. Ainda puto, deixei ela no quarto dela e fui pro quarto da Lizzie, rezando por um milagre que ela acordasse naquele exato momento e pudesse limpar o próprio corpo. Entrei e vi ela lá, quase na mesma posição de sempre, com aquela cara tranquila e quase angelical que ela tinha quando dormia. Saí e fui pegar a esponja. Esquentou a água e pedi pra Vanie me explicar como eu devia dar banho nela. Depois voltei pro quarto da Lizzie. Entrei e, com dúvida, comecei a tirar os lençóis que cobriam o corpo nu dela. Primeiro, olhei pros peitos dela e fiquei surpreso com a beleza deles. Eram jovens e redondos, num tamanho que qualquer homem ia achar uma delícia. Depois, olhei a barriga dela e, descendo mais, vi a buceta dela pelada. Ela tava com as pernas praticamente fechadas, então só vi um triângulo de pelos castanhos. Olhei as pernas dela, muito lindas, torneadas naturalmente, e no final os pezinhos pequenos. Molhei a esponja e comecei com muito cuidado pela cabeça e rosto dela. Depois, o pescoço e os ombros. Sentia um tesão no pau, a Lizzie era gostosa pra caralho e eu tava olhando e tocando o corpo dela com toda liberdade. Ninguém tava ali pra me julgar, entendi que era sortudo naquela situação. Passei a esponja pelos peitos dela, peguei um deles com a mão pra limpar por baixo. A pele dela era quente e macia, mas os peitos tinham uma firmeza que me deixava com mais tesão ainda. Peguei o outro peito dela e repeti a ação. Passei a esponja pelas pontinhas rosadas. Fiquei surpreso ao ver como os biquinhos pequenos dela endureceram com o contato da água. Nunca tinha visto a Lizzie tão gostosa, nunca pensei que minha irmã pudesse me dar tanto tesão. Continuei lavando ela, descendo cada vez mais. Primeiro, a barriga, depois fui descendo sem me atrever a abrir as pernas dela. Limpei as pernas dela até chegar nos pés. Notei que meu pau tinha acordado e quis olhar a buceta dela. Mas a Vanie me preocupava, pensei que a qualquer momento ela podia aparecer e me pegar. Levantei e Senti a ereção na minha calça. Caminhei até o quarto da Vanie e só coloquei o rosto na porta. Ela estava lá com o rosto dolorido. Perguntei se ela estava bem e voltei pra Lizzie. Tranquei o quarto atrás de mim. Voltei pra Lizzie. Eu já não era mais eu, estava dominado pela luxúria. Abri as pernas dela com cuidado e olhei pra intimidade dela. A cor era rosa escuro e me atrevi a levar minha mão entre as pernas dela. Abri os lábios dela e fiquei olhando a buceta dela por uns instantes. Peguei a esponja e passei ali pra limpar. Toquei bem na entrada dela só pra ter certeza da virgindade, e o buraquinho da buceta dela foi o suficiente pra confirmar. Agora precisava virar ela pra lavar as costas. Com muito cuidado, virei o corpo dela, tomando cuidado especial com a cabeça, e consegui deitar ela de bruços. Ela tinha umas costas lindas, uma linha acompanhava a espinha dela desde a nuca até o começo de uma bunda maravilhosa. Fiquei surpreso com o tamanho da bunda dela, com a perfeição da redondeza, com o quanto era sensual ter minha irmã ali, indefesa. Cada vez ficava mais excitado. Peguei a esponja e limpei os braços dela, a nuca e as costas. Apressei o passo pra chegar naquele par de nádegas que começavam a criar uma necessidade em mim de tocá-las. Cheguei na bunda dela e limpei por fora devagar. Toquei as nádegas dela com as mãos, senti a maciez e o calor. Desci a esponja até a buceta dela, agora por trás, e lentamente segui meu caminho de volta. Enfiei a esponja entre as nádegas dela e, quase fora de mim, decidi abri-las com a desculpa de limpar bem. A imagem foi linda, ver aquele par de portas abertas, que por sua vez fizeram as pernas dela se abrirem. Olhei o cu dela com atenção, era bem pequeno e levemente escuro. Depois olhei a buceta dela, que parecia muito apetitosa, e passou pela minha cabeça a ideia de comer ela. Mas parei. Fechei as nádegas dela e continuei limpando as pernas até terminar. A ideia ainda estava em mim. Ninguém ia ficar sabendo. Eu realmente queria meter meu pau naquela buceta linda dela, tirar a virgindade sem que ela percebesse. Levantei e pensei por um momento. Depois decidi... mas primeiro precisava ter certeza de que a Vanie não fosse descobrir. Fui de novo até o quarto dela, disfarçando minha ereção. Ela ainda estava lá, quase dormindo. Percebi que era impossível ela atravessar o corredor todo até o quarto da Lizzie. Fechei a porta dela desejando boa noite e caminhei rápido até o quarto da Lizzie. Fechei a porta e coloquei o trinco.
Minha irmã ainda estava lá, e fiquei olhando pra aquele rabo gostoso dela e como a buceta dela mal aparecia entre as pernas.
Puxei meu pau pra fora. Abri as pernas dela com cuidado e, sem pensar muito, encostei a cabeça do meu pau na buceta dela.
Usei as mãos pra abrir os lábios dela e senti o calor na minha cabeça. Apertei a cintura devagar e percebi que a entrada dela era muito apertada. Não entrava.
Passei saliva no meu pau e também na buceta dela e tentei de novo. Não consegui.
O calor em mim era quase animal e resolvi meter de vez nessa tentativa. Passei saliva de novo e coloquei a cabeça na entrada dela.
Empurrei com muita força. O corpo dela continuou resistindo até que finalmente senti um calor imenso em volta do meu pau. O calor e o apertado da entrada dela era uma delícia.
Ela deu um suspiro fundo e fiquei imóvel com o pau dentro. Esperei uns segundos e percebi que ela continuava dormindo. Comecei a me mexer devagar. Notei que a buceta dela não estava molhada. Tirei meu pau e passei saliva de novo nas duas partes. Meter de novo foi difícil, o corpo dela resistia de novo.
Com a saliva era mais fácil penetrar ela e comecei a me mexer um pouco mais rápido. Isso era uma delícia, o melhor sexo que já tinha tido. O corpo da Lizzie era lindo e novo, nada comparável com as putas que eu tinha pego.
Comecei a empurrar com mais força, o corpo dela se movia junto comigo. A bunda dela ia e vinha conforme eu pressionava, numa dança linda.
Continuei empurrando, agora brincando, apoiando meu corpo quase em cima do dela, tentando fazer meu pau chegar até o fundo e senti as nádegas dela baterem contra meu abdômen. Consegui enfiar tudo. Voltei a quase me levantar e toquei na bunda macia e linda dela. Abri com as mãos ao tocar e olhei de novo pro cu perfeito dela. Nunca tinha tentado transar por aquele lugar antes e, enquanto continuava me movendo, pensei que devia fazer isso, agora. Molhei um dedo com saliva e enfiei no cu dela enquanto ainda metia meu pau na buceta dela. O cu dela era ainda mais apertado que a buceta e muito quente por dentro. Tava fora de mim. Tirei meu pau e abri as nádegas dela, coloquei meu pau na entrada e, sem os cuidados que tive na buceta, pressionei com toda força no cu dela. Mas não abriu. Passei saliva no meu pau, que já tava bem molhado com os fluidos que a buceta dela tinha me dado. Passei saliva no cu dela e até enfiei o dedo ainda molhado pra lubrificar por dentro. Com o pau duro igual barra de metal, coloquei de novo na entrada traseira dela e pressionei com todo meu peso. O cu dela não abria e meu pau até começou a doer com a pressão. Quando tava quase desistindo, senti que caí contra o corpo da minha irmã e senti um calor que quase queimou meu pau, além do cu dela apertar com uma força gostosa. Tinha conseguido penetrar ela e 3/4 do meu pau tinham entrado na primeira metida. Continuei pressionando. Queria enfiar tudo. Ela respirava fundo, quase gemendo, as costas subindo e descendo com a respiração anormal. Não parei de pressionar até sentir minhas bolas encostarem na buceta dela. Aí parei e aproveitei o calor e a pressão do cu dela no meu pau. Tava longe de gozar. Tirei metade do pau e enfiei de novo com força, assim uma e outra vez. A respiração dela parecia ofegante, mas eu não tava nem aí pra isso. No máximo, evitava empurrar ela com violência pra não mexer a cabeça dela. Fiquei ali pelo menos uns 10 ou 15 minutos. Decidi gozar dentro e comecei a meter forte e rápido, até esquecendo de tomar cuidado com a cabeça dela. No final, Enchi suas entranhas com meu sêmen. Tive uma gozada abundante e longa. O orgasmo mais gostoso que já tinha tido. Deitei sobre ela, exausto. Fiquei ali pelo menos um minuto, até perceber que ela respirava com dificuldade, talvez eu estivesse esmagando os pulmões dela com meu peso, e então me levantei. Meu pau continuava duro lá dentro e comecei a tirar devagar. O cu dela parecia não querer me soltar. Quando consegui tirar, admirei o cu dela aberto. Me apressei em aproximar uma vela para iluminar melhor. Cheguei a ver um pouco do interior, rosa como as gengivas na boca. Notei que começava a sair meu sêmen dela, além de um pouco de merda que estava até no meu pau todo. Fui pegar a esponja e me limpei, além de passar no cu dela e limpar bem. Tive que esperar alguns segundos, porque o sêmen continuava saindo e, finalmente, a entrada dela voltou quase ao tamanho original. Estava avermelhado e dava pra garantir que tinha sangue. Mas também tinha na buceta dela. Limpei bem e deitei ela de barriga pra cima de novo. Não quis ir embora sem provar os peitos dela e fiquei lambendo os bicos por vários minutos, até minha boca secar. Limpei os peitos dela de novo e então cobri o corpo dela com os cobertores. Tinha acabado. Era nosso segredo. Na noite seguinte, repetiria a mesma dose, primeiro pela buceta dela e depois terminando no cu dela. Repetiria pela última vez na terceira noite, em que só me dediquei a foder ela pelo cu. Nesse último dia, o corpo dela já não oferecia tanta resistência e as respirações dela eram praticamente sinal de prazer. Teria repetido todos os dias, se não fosse porque na quarta noite meus pais voltariam. ~~~~~ Lizzie acordaria 18 dias depois do acidente dela. Já na cidade. Vanie, usando muletas, era quem cuidava dela quando Lizzie acordou. Passaram-se alguns meses. Eu não a via da mesma forma, só queria repetir o que vivi naquelas noites. Um belo dia, Lizzie me encontrou nas cavalariças e me pediu pra conversar a sós. Me revelou que percebia tudo o que acontecia ao redor dela. Me revelou que sentia quando a banhavam, que ouvia as conversas e até que sentia uma fome enorme que os alimentos líquidos não saciavam. Me pediu entre lágrimas, que garantisse que não tinha sido o doutor quem a tinha estuprado. Ela não sabia, já que eu não falava nada enquanto a banhava e ficava em silêncio enquanto a comia, pra evitar que a Vanie percebesse. Disse lembrar da minha voz no ouvido dela na terceira noite, bem antes de começar o sexo anal. Talvez por isso que naquela noite o corpo dela não ofereceu tanta resistência. Fiquei petrificado com a revelação dela e, ao ver a angústia nos olhos dela, tive que revelar que tinha sido eu quem a tinha penetrado naquelas noites. Ela sorriu feito boba e eu fiquei olhando pra ela, completamente confuso. Parecia aliviada por saber que não tinha sido o doutor. Antes de voltar pra casa, ela me pediu que da próxima vez fosse mais gentil, porque tinha sofrido de verdade naquela noite, principalmente nas duas primeiras, e beijou minha bochecha com um olhar safado. Fiquei olhando pra ela enquanto caminhava em direção à fazenda, em choque. Será que ela realmente queria 'uma próxima vez'?
FIM.
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