Capítulo 3 Exibindo minha esposa Parte 2
No dia seguinte, Roque chega bem cedo pra começar a trabalhar no banheiro, eu já tava esperando porque a gente tinha trocado mensagens antes, mas antes de passar pelo banheiro, falo pra ele ficar quieto porque a Sônia tava dormindo e me acompanhar que eu queria mostrar uma coisa. Eu tinha deixado a porta do meu quarto um pouco aberta e, com a contraluz, dava pra ver a bunda empinada da minha mulher com a famosa fio dental vermelha, um poema. Ele me olha nervoso, sem acreditar no espetáculo que tinha na frente dele, mordendo os lábios me pergunta por que eu tava mostrando a raba da minha mulher. Eu dou de ombros e falo: "Porque você é meu amigo e sei que te mostrar a foto naquele dia ia ser um caminho sem volta." Contei que desde aquele dia minha vida sexual mudou e que eu curto muito mostrar minha mulher, me excita pra caralho. Você é o primeiro com quem faço isso porque confio em você e sei que não vai ficar falando merda por aí. Ele me diz que tá tudo bem, mas que não é de pau mole, essa situação excita ele pra caralho e ontem ele teve que esconder a ereção porque ia parecer um punheteiro. Agora que ela tá dormindo, vou te mostrar como essa bunda me deixa, e por cima da calça ele pega no pacote que tava durasso. "Te entendo, Roque, e se te incomoda, não faço mais. Também não quero perder uma amizade ou que você se sinta usado. Se quiser, falo pra Sônia ir com os meninos pra ficarmos mais à vontade." Ele me olha com cara de puto e fala: "Nem pense, otário. Sua mulher me dá energia pra fazer o melhor trabalho da história, hahaha." Por dentro, agradeci aquela situação. Tava tudo mais claro e a gente tava aceitando, de maneiras diferentes, nosso papel nesse jogo de putaria e sedução.
Roque: "E não te incomoda se eu olhar um pouco mais essa fio dental?" Ele me olha com os olhos igual ao do Shrek tarado. "Fala sério, mano, vamos ver se ela acordou." Fomos na maciota até meu quarto e ela já não tava mais deitada, tava em pé na frente do espelho que a gente tem, se penteando, dando aquela visão. Soberano rabo virado pra porta, eu e meu amigo ficamos parados, sem fazer barulho, mas ela nos viu pelo reflexo do espelho e, num giro rápido, perguntou o que a gente tava fazendo ali parados. Eu tava com a mão no meu short segurando a meia ereção do meu pau, e o Roque eu não conseguia ver porque tava atrás de mim. Falei: "Desculpa, meu amor, queria mostrar pro Roque a mancha que tem na parede do quarto, mas a gente volta depois." Ela não é burra, sabia que eu tinha levado meu amigo pra ele olhar a bunda dela, já que a gente nunca tinha falado dessa tal mancha na parede. Ela trocou de roupa e vestiu um minishort jeans e, por cima, uma camiseta com um sutiã branco. Tava muito gostosa e pronta pra nos ajudar. Começamos o serviço e ficávamos trocando comentários sobre como ela nos pegou no flagra. No começo, a gente tava preocupado, mas depois caímos na risada. O calor tava insuportável e o banheiro era muito pequeno, então decidimos tirar a camiseta pra amenizar o clima. Nisso, a Sonia chega no banheiro com uns refrigerantes e fala: "Que sorte que vocês têm, hein, podem tirar a camiseta..."
— Tira a sua também, meu amor, tá muito calor. Vejo meu amigo ficar tenso e na expectativa.
— Ah, não sei, meu bem, o Roque tá aqui, me dá um pouco de vergonha — diz minha esposa, olhando pro Roque. E ele, nem lerdo nem preguiçoso, fala: "Fica tranquila, Sonia, não vai ser o primeiro sutiã que eu vejo."
Ela ficou pensando uns segundos e, bem animada, tirou a camiseta, ficando só de sutiã. Era branco e, se você olhasse fixamente, dava pra ver a forma do mamilo. Meu amigo ficou besta olhando pra minha mulher, então eu falei: "Vai, burrão, para de olhar pra minha esposa e vamos continuar trabalhando." Todo mundo riu e seguimos com o que a gente tava fazendo.
Perto do meio-dia, a gente deu uma pausa e foi pro quintal. Estávamos procurando a Sonia, mas não via ela em lugar nenhum, até que ela sai da piscina, vestindo a parte de baixo de um biquíni e o sutiã, ambos na cor branca, quando ficou molhada dava pra ver absolutamente tudo, estava totalmente depilada e dava pra ver um triângulo lindo na pélvis dela, e o sutiã já não escondia mais nada, ela estava nua, mas de calcinha. Uma mulher realmente linda. Ela nos viu a poucos metros e nem tentou se cobrir, dava pra ver que tava curtindo o jogo de sedução. Ela deu uma volta na piscina de costas pra gente e nos presenteou com a visão daquele rabo empinado, bem apetitoso. Pegou a toalha que tava numa cadeira e só cobriu a parte de baixo, deixando à mostra aquele par de peitos cobertos por um sutiã transparente. Sentou com a gente enquanto a gente descansava e pediu desculpa por ter sumido, mas disse que tava com muito calor. Nós dois falamos pra ela não se preocupar. Sugeri pro meu amigo encerrar o expediente, já que a gente tava bem adiantado, e imitar minha esposa, pular na piscina e ficar pelados igual ela — falei isso de brincadeira. Ela me deu um tapa no braço e disse que não era pra tanto. Olhando nos olhos dela, falei: “Olha seus peitos e depois olha pra baixo!” Ela realmente não tinha percebido, ficou vermelha na hora e não sabia como se cobrir.
— Idiota, por que não me falou nada? Tô quase nua na frente do Roque. Ela reclamou.
— Pensei que você tinha percebido. E olha, a gente mal olhou pra você, haha.
— É, igual hoje de manhã, né? Ela tava me recriminando, mas sem raiva.
Ela saiu pra casa e voltou com um biquíni preto. Sabia que ela gostava muito porque marcava bem a raba. A gente também trocou de roupa e ficou curtindo a piscina e a boa conversa entre os três. Num certo momento, meu amigo foi ao banheiro e fiquei sozinho com ela. Aí falei que queria comer ela, ali mesmo na piscina, e que quando o Roque voltasse, ele ia ver a gente como num filme pornô. Ela disse que eu era doido e que não tinha coragem. Ela adorou se mostrar quase nua e sentir a gente comendo ela com os olhos, mas além disso, não se animava. Eu insistia pra gente transar ali mesmo. mesmo e que ele visse a pica do meu amigo, que era bem grande... não, você é louco, foi a última coisa que ela me disse e mergulhou na água. A gente tava tomando umas cervejas com o Roque e eu falei pra ele ficar pra comer umas pizzas, tava com muita vontade de levar ele pra casa e a gente tava se divertindo. Depois de insistir umas vezes, ele topou e a gente ficou bebendo no quintal, aí me veio na cabeça o que a Sonia tinha falado pro meu amigo sobre o álcool e eu falei, piscando o olho, pra gente animar minha esposa pra dar umas risadas, porque eu conheço ela bêbada e ela fica muito alegre. Então, a gente chamou ela pra tomar uma cerveja com a gente, e ela recusou uma atrás da outra, até que o Roque falou: "cê tem medo? Tá na sua casa com seu marido, nada vai te acontecer." Com um sinal de aprovação, ela pegou uma lata bem gelada e deu um gole longo, "uh, tá uma delícia", exclamou. "Já viu o que tava perdendo, amor", comentei. A noite foi chegando e a gente comeu umas pizzas gostosas, acompanhando com várias cervejas. Contei que a Sonia abriu a quarta lata de cerveja e nessa altura já tava mais que alegre, ria de qualquer coisa, dançava sozinha, gritava de alegria, digamos que tava bem bêbada, mas muito consciente, a gente tava se divertindo pra caralho. Eram meia-noite e o Roque me fala pra pedir um táxi que ele ia vazar pra casa porque já era tarde, na hora eu respondo e falo: "nada disso, fica pra dormir no quarto das crianças que tá vazio, cê tem problema?", pergunto pra Sonia. "Não, de jeito nenhum", ela diz, "é muito tarde pra andar na rua." "Ok, resolvido. Senta aí, otário, que vou trazer mais uma rodada." Minha esposa fala pra gente jogar alguma coisa porque o álcool tava dando sono nela, então eu proponho jogar dados e quem tirasse 7 tinha que cumprir um castigo. O primeiro castigo era tomar um gole longo de um copo médio que a gente tinha, o segundo castigo era contar um segredo que quase ninguém sabia e que dava um pouco de vergonha contar, e o terceiro Castigo não estava decidido, mas ia ser consensual entre os vencedores.
Nós três aceitamos por unanimidade e começamos a jogar.
O primeiro a tirar 7 fui eu, então peguei o copo e tomei toda a cerveja. Depois perdeu o Roque, que fez o mesmo que eu. A Sonia ria e se achava vitoriosa, mas na rodada seguinte ela perdeu e teve que tomar como pôde a cerveja daquele copo. Imediatamente perdeu de novo, queria se matar, e então nós dois olhamos pra ela pra ver o que ela ia contar.
E bom, ela reconheceu que só tinha tido um único homem na vida dela e que nunca tinha visto outra rola ao vivo e a cores. Nós dois ficamos chocados com o nível de sinceridade.
Depois foi a vez do Roque perder, e ele disse meio envergonhado sobre um fato que aconteceu com uma namoradinha: ele teve que levar ela pro hospital porque tinha rasgado o ânus dela. Literalmente, eu falei: "!!!você arrebentou o cu dela, mano!!!" A Sonia me dá um tapa no braço pela forma bruta que eu falei, mas ele acena e me diz que sim, que fodeu a coitada. "Mas não tinha experiência, agora é impossível isso acontecer comigo." "Filho da puta, que pau é esse que você tem aí, hahaha", de novo minha esposa me repreende.
Minha pica estava prestes a explodir. Minha esposa abordou o assunto sexual por iniciativa própria, com certeza estava puta de tesão pela tarde que tivemos antes, e mais o álcool provocou um descontrole tão grande que ela não conseguia controlar as palavras e não ligava se tinha alguém na frente dela ou não. Obviamente eu teria tirado minha rola e comido ela em cima da mesa, sem me importar se o Roque, meu irmão ou até o próprio presidente estivesse ali. Depois de várias jogadas, os dados formaram 7 e foi minha vez de contar meu segredo. Juntei toda minha força e soltei… Eu fantasio comer a Sonia e ter outro nos olhando. Chan, fez-se um silêncio terrível. Em voz alta, eu disse que queria mostrar como comia minha esposa, exibindo ela como uma puta ou uma atriz pornô. O silêncio foi quebrado quando o barulho dos dados caiu de novo na mesa, e depois de várias Mais uma vez, minha esposa perdeu de novo.
O rosto dela estava iluminado, uma mistura de nervosismo e tesão que marcava os mamilos durinhos, com certeza de tanta excitação ela tava segurando o xixi e falou que ia no banheiro pra gente discutir o castigo que íamos aplicar. Ela voltou do banheiro ainda mais nervosa e, depois de alguns minutos, a gente disse qual era o castigo:Se quiser, vai ter que realizar a fantasia do seu marido e eu também vou te ajudar pra você ver outra rola diferente da do Javi, disse Roque em tom de pergunta.
Nunca na minha vida vou esquecer a cara que a Sonia fez ao ouvir essas palavras, ela nunca imaginou que ia chegar a esse ponto, agora só dependia dela aceitar o desafio ou não. Mas isso eu conto em outro capítulo.
No dia seguinte, Roque chega bem cedo pra começar a trabalhar no banheiro, eu já tava esperando porque a gente tinha trocado mensagens antes, mas antes de passar pelo banheiro, falo pra ele ficar quieto porque a Sônia tava dormindo e me acompanhar que eu queria mostrar uma coisa. Eu tinha deixado a porta do meu quarto um pouco aberta e, com a contraluz, dava pra ver a bunda empinada da minha mulher com a famosa fio dental vermelha, um poema. Ele me olha nervoso, sem acreditar no espetáculo que tinha na frente dele, mordendo os lábios me pergunta por que eu tava mostrando a raba da minha mulher. Eu dou de ombros e falo: "Porque você é meu amigo e sei que te mostrar a foto naquele dia ia ser um caminho sem volta." Contei que desde aquele dia minha vida sexual mudou e que eu curto muito mostrar minha mulher, me excita pra caralho. Você é o primeiro com quem faço isso porque confio em você e sei que não vai ficar falando merda por aí. Ele me diz que tá tudo bem, mas que não é de pau mole, essa situação excita ele pra caralho e ontem ele teve que esconder a ereção porque ia parecer um punheteiro. Agora que ela tá dormindo, vou te mostrar como essa bunda me deixa, e por cima da calça ele pega no pacote que tava durasso. "Te entendo, Roque, e se te incomoda, não faço mais. Também não quero perder uma amizade ou que você se sinta usado. Se quiser, falo pra Sônia ir com os meninos pra ficarmos mais à vontade." Ele me olha com cara de puto e fala: "Nem pense, otário. Sua mulher me dá energia pra fazer o melhor trabalho da história, hahaha." Por dentro, agradeci aquela situação. Tava tudo mais claro e a gente tava aceitando, de maneiras diferentes, nosso papel nesse jogo de putaria e sedução.
Roque: "E não te incomoda se eu olhar um pouco mais essa fio dental?" Ele me olha com os olhos igual ao do Shrek tarado. "Fala sério, mano, vamos ver se ela acordou." Fomos na maciota até meu quarto e ela já não tava mais deitada, tava em pé na frente do espelho que a gente tem, se penteando, dando aquela visão. Soberano rabo virado pra porta, eu e meu amigo ficamos parados, sem fazer barulho, mas ela nos viu pelo reflexo do espelho e, num giro rápido, perguntou o que a gente tava fazendo ali parados. Eu tava com a mão no meu short segurando a meia ereção do meu pau, e o Roque eu não conseguia ver porque tava atrás de mim. Falei: "Desculpa, meu amor, queria mostrar pro Roque a mancha que tem na parede do quarto, mas a gente volta depois." Ela não é burra, sabia que eu tinha levado meu amigo pra ele olhar a bunda dela, já que a gente nunca tinha falado dessa tal mancha na parede. Ela trocou de roupa e vestiu um minishort jeans e, por cima, uma camiseta com um sutiã branco. Tava muito gostosa e pronta pra nos ajudar. Começamos o serviço e ficávamos trocando comentários sobre como ela nos pegou no flagra. No começo, a gente tava preocupado, mas depois caímos na risada. O calor tava insuportável e o banheiro era muito pequeno, então decidimos tirar a camiseta pra amenizar o clima. Nisso, a Sonia chega no banheiro com uns refrigerantes e fala: "Que sorte que vocês têm, hein, podem tirar a camiseta..."
— Tira a sua também, meu amor, tá muito calor. Vejo meu amigo ficar tenso e na expectativa.
— Ah, não sei, meu bem, o Roque tá aqui, me dá um pouco de vergonha — diz minha esposa, olhando pro Roque. E ele, nem lerdo nem preguiçoso, fala: "Fica tranquila, Sonia, não vai ser o primeiro sutiã que eu vejo."
Ela ficou pensando uns segundos e, bem animada, tirou a camiseta, ficando só de sutiã. Era branco e, se você olhasse fixamente, dava pra ver a forma do mamilo. Meu amigo ficou besta olhando pra minha mulher, então eu falei: "Vai, burrão, para de olhar pra minha esposa e vamos continuar trabalhando." Todo mundo riu e seguimos com o que a gente tava fazendo.
Perto do meio-dia, a gente deu uma pausa e foi pro quintal. Estávamos procurando a Sonia, mas não via ela em lugar nenhum, até que ela sai da piscina, vestindo a parte de baixo de um biquíni e o sutiã, ambos na cor branca, quando ficou molhada dava pra ver absolutamente tudo, estava totalmente depilada e dava pra ver um triângulo lindo na pélvis dela, e o sutiã já não escondia mais nada, ela estava nua, mas de calcinha. Uma mulher realmente linda. Ela nos viu a poucos metros e nem tentou se cobrir, dava pra ver que tava curtindo o jogo de sedução. Ela deu uma volta na piscina de costas pra gente e nos presenteou com a visão daquele rabo empinado, bem apetitoso. Pegou a toalha que tava numa cadeira e só cobriu a parte de baixo, deixando à mostra aquele par de peitos cobertos por um sutiã transparente. Sentou com a gente enquanto a gente descansava e pediu desculpa por ter sumido, mas disse que tava com muito calor. Nós dois falamos pra ela não se preocupar. Sugeri pro meu amigo encerrar o expediente, já que a gente tava bem adiantado, e imitar minha esposa, pular na piscina e ficar pelados igual ela — falei isso de brincadeira. Ela me deu um tapa no braço e disse que não era pra tanto. Olhando nos olhos dela, falei: “Olha seus peitos e depois olha pra baixo!” Ela realmente não tinha percebido, ficou vermelha na hora e não sabia como se cobrir.
— Idiota, por que não me falou nada? Tô quase nua na frente do Roque. Ela reclamou.
— Pensei que você tinha percebido. E olha, a gente mal olhou pra você, haha.
— É, igual hoje de manhã, né? Ela tava me recriminando, mas sem raiva.
Ela saiu pra casa e voltou com um biquíni preto. Sabia que ela gostava muito porque marcava bem a raba. A gente também trocou de roupa e ficou curtindo a piscina e a boa conversa entre os três. Num certo momento, meu amigo foi ao banheiro e fiquei sozinho com ela. Aí falei que queria comer ela, ali mesmo na piscina, e que quando o Roque voltasse, ele ia ver a gente como num filme pornô. Ela disse que eu era doido e que não tinha coragem. Ela adorou se mostrar quase nua e sentir a gente comendo ela com os olhos, mas além disso, não se animava. Eu insistia pra gente transar ali mesmo. mesmo e que ele visse a pica do meu amigo, que era bem grande... não, você é louco, foi a última coisa que ela me disse e mergulhou na água. A gente tava tomando umas cervejas com o Roque e eu falei pra ele ficar pra comer umas pizzas, tava com muita vontade de levar ele pra casa e a gente tava se divertindo. Depois de insistir umas vezes, ele topou e a gente ficou bebendo no quintal, aí me veio na cabeça o que a Sonia tinha falado pro meu amigo sobre o álcool e eu falei, piscando o olho, pra gente animar minha esposa pra dar umas risadas, porque eu conheço ela bêbada e ela fica muito alegre. Então, a gente chamou ela pra tomar uma cerveja com a gente, e ela recusou uma atrás da outra, até que o Roque falou: "cê tem medo? Tá na sua casa com seu marido, nada vai te acontecer." Com um sinal de aprovação, ela pegou uma lata bem gelada e deu um gole longo, "uh, tá uma delícia", exclamou. "Já viu o que tava perdendo, amor", comentei. A noite foi chegando e a gente comeu umas pizzas gostosas, acompanhando com várias cervejas. Contei que a Sonia abriu a quarta lata de cerveja e nessa altura já tava mais que alegre, ria de qualquer coisa, dançava sozinha, gritava de alegria, digamos que tava bem bêbada, mas muito consciente, a gente tava se divertindo pra caralho. Eram meia-noite e o Roque me fala pra pedir um táxi que ele ia vazar pra casa porque já era tarde, na hora eu respondo e falo: "nada disso, fica pra dormir no quarto das crianças que tá vazio, cê tem problema?", pergunto pra Sonia. "Não, de jeito nenhum", ela diz, "é muito tarde pra andar na rua." "Ok, resolvido. Senta aí, otário, que vou trazer mais uma rodada." Minha esposa fala pra gente jogar alguma coisa porque o álcool tava dando sono nela, então eu proponho jogar dados e quem tirasse 7 tinha que cumprir um castigo. O primeiro castigo era tomar um gole longo de um copo médio que a gente tinha, o segundo castigo era contar um segredo que quase ninguém sabia e que dava um pouco de vergonha contar, e o terceiro Castigo não estava decidido, mas ia ser consensual entre os vencedores.
Nós três aceitamos por unanimidade e começamos a jogar.
O primeiro a tirar 7 fui eu, então peguei o copo e tomei toda a cerveja. Depois perdeu o Roque, que fez o mesmo que eu. A Sonia ria e se achava vitoriosa, mas na rodada seguinte ela perdeu e teve que tomar como pôde a cerveja daquele copo. Imediatamente perdeu de novo, queria se matar, e então nós dois olhamos pra ela pra ver o que ela ia contar.
E bom, ela reconheceu que só tinha tido um único homem na vida dela e que nunca tinha visto outra rola ao vivo e a cores. Nós dois ficamos chocados com o nível de sinceridade.
Depois foi a vez do Roque perder, e ele disse meio envergonhado sobre um fato que aconteceu com uma namoradinha: ele teve que levar ela pro hospital porque tinha rasgado o ânus dela. Literalmente, eu falei: "!!!você arrebentou o cu dela, mano!!!" A Sonia me dá um tapa no braço pela forma bruta que eu falei, mas ele acena e me diz que sim, que fodeu a coitada. "Mas não tinha experiência, agora é impossível isso acontecer comigo." "Filho da puta, que pau é esse que você tem aí, hahaha", de novo minha esposa me repreende.
Minha pica estava prestes a explodir. Minha esposa abordou o assunto sexual por iniciativa própria, com certeza estava puta de tesão pela tarde que tivemos antes, e mais o álcool provocou um descontrole tão grande que ela não conseguia controlar as palavras e não ligava se tinha alguém na frente dela ou não. Obviamente eu teria tirado minha rola e comido ela em cima da mesa, sem me importar se o Roque, meu irmão ou até o próprio presidente estivesse ali. Depois de várias jogadas, os dados formaram 7 e foi minha vez de contar meu segredo. Juntei toda minha força e soltei… Eu fantasio comer a Sonia e ter outro nos olhando. Chan, fez-se um silêncio terrível. Em voz alta, eu disse que queria mostrar como comia minha esposa, exibindo ela como uma puta ou uma atriz pornô. O silêncio foi quebrado quando o barulho dos dados caiu de novo na mesa, e depois de várias Mais uma vez, minha esposa perdeu de novo.
O rosto dela estava iluminado, uma mistura de nervosismo e tesão que marcava os mamilos durinhos, com certeza de tanta excitação ela tava segurando o xixi e falou que ia no banheiro pra gente discutir o castigo que íamos aplicar. Ela voltou do banheiro ainda mais nervosa e, depois de alguns minutos, a gente disse qual era o castigo:Se quiser, vai ter que realizar a fantasia do seu marido e eu também vou te ajudar pra você ver outra rola diferente da do Javi, disse Roque em tom de pergunta.
Nunca na minha vida vou esquecer a cara que a Sonia fez ao ouvir essas palavras, ela nunca imaginou que ia chegar a esse ponto, agora só dependia dela aceitar o desafio ou não. Mas isso eu conto em outro capítulo.
2 comentários - Sou um corno felizão. Cap 3