Graças a ter levado ela pro Japão, consegui realizar meu maior sonho: transar com minha irmã..Beleza, e desde já muito obrigado por passar aqui pra ler e me dar a chance de contar minhas experiências com incesto.
Faz tempo que leio histórias, porque sempre senti atração pela minha irmã, e isso me levou a vídeos e relatos sobre o assunto. Nunca pensei que pudesse viver uma experiência assim, mas sinto agora que devo compartilhá-la.
Antes de tudo, vou me apresentar, só trocando os nomes. Me chamo "Lucas", tinha 28 anos quando tudo aconteceu. Tenho 1,70m, peso 80kg, moreno de corpo normal e um... 6 de rosto, haha. Minha irmã se chama "Clara", tem 1,65m, não sei quanto pesa, mas posso dizer que tem um corpinho gostoso, não é peituda, tem "pouco" peito, uma bunda bonita, mas o que me encanta nela é o rosto. Sempre fui apaixonado por ela, tenho 7 anos a mais (sou o mais velho) e desde pequenos sempre busquei momentos com ela. Lembro que quando eu tava com os hormônios a mil e ela era pequena, a gente brincava de luta e eu passava a mão nela toda, chegamos a nos beijar, mas foi algo que com o tempo parei de fazer. Sempre digo como ela é linda e não perco chance de apertar a bunda dela. Acho que, mesmo que ela nunca tenha se sentido confortável com meu desejo por ela, nunca sentiu nojo ou algo muito negativo sobre meus sentimentos.
Aliás, somos otakus, gamers e os dois gostamos de kpop. Sim, até eu curto as coreanas, hehe. E graças ao meu trabalho, consegui juntar uma grana boa pra planejar uma viagem ao Japão com um plano duplo incluso.
A primeira coisa que fiz foi ir soltando a ideia em casa, que tava juntando dinheiro pra ir pro Japão nos meus dias de férias do trabalho. Isso gerou conversas com meus pais e a maior empolgação da minha irmã. Sempre que podia, mostrava lugares que pensava em visitar na viagem: Akihabara, os templos de Kyoto, a própria Tóquio e mais. Deixava ela com tanta vontade que um dia ela não aguentou e, com toda seriedade, me pediu pra levá-la. Esse foi o primeiro passo que eu esperava e precisava que partisse dela. Deixei pra lá. Falei pra ela que ia pensar, sem dar muita importância… Até que importava, mas eu tinha que parecer que não… Dois dias depois (porque não aguentei mais), liguei pra minha irmã (aproveitando que meus pais não estavam) e pedi pra conversar. Falei que tinha pensado no que ela disse, sobre levar ela, e calculei quanto ia custar, que levar ela ia me fazer perder dias e lugares pra visitar pra bancar ela. Eu esperava que ela desanimasse, e foi o que aconteceu, vi os olhos dela cheios de lágrimas esperando um não da minha parte, e aí aproveitei e falei: «eu te levo, mas você não vai como minha irmã, não. Se for, vai como minha namorada». Ela não disse nada, ficou paralisada. Por um lado, tenho certeza que ela queria pular de alegria por saber que ia pro Japão, por outro, ser a namorada do próprio irmão não fechava bem pra ela. «Namorada?» Ela perguntou. «Sim, namorada. Assim que chegarmos no Japão, você vai ser minha namorada, e o que rolar no Japão, fica no Japão». Eu via a cara dela e sabia que tava ecoando na cabeça dela «o que rolar». Ela não disse nada, ficou pensando, e eu sabia que não podia pressionar, então comecei a falar do que tinha planejado pra viagem a dois. Comprar os passes de trem, viajar no Shinkansen era um sonho dos dois, ver gueixas, ir em algum matsuri e passar uma noite num Love Hotel (falei de propósito pra deixar claro). «Você quer ir comigo?» Perguntei, e mesmo ela baixando a cabeça pra responder, disse que sim. «E vai ser minha namorada enquanto a gente tiver no Japão?» «Tá bom» ela falou… Naquele momento, juro pra vocês, eu tava tão duro que doía. «Você se cuida, né?» Perguntei, precisava ter certeza de que ela entendia o que a gente ia fazer. «Sim» ela respondeu. «Ok, mas obviamente vou comprar camisinha» e continuei tentando confirmar o que a gente tava falando. «Tá bom» ela disse, e eu já tava sem acreditar, tudo saindo conforme o plano, eu ia finalmente poder comer minha irmã… Mas o que ela disse depois foi épico: «mas não vou te chamar de oni-chan na hora»… Juro que amei ela… Nós dois rimos com o comentário. Pra mim, era estranho que, depois de tudo, ela dissesse algo que fizesse aquela situação tão tensa virar algo normal, algo de irmãos, se é que me entende. Abracei ela e me animei a dizer: «Você não faz ideia da vontade que eu tô de já estar no Japão e fazer isso com você». Uma frase que eu achei que tinha estragado tudo ao falar, já que nos dias seguintes minha irmã se afastou pra caralho. Mas, enfim, acho que foi mais por tudo que tava passando na cabeça dela. Mesmo assim, passei muito mal. Até que um dia ela disse pros meus pais, toda empolgada, que eu ia levar ela pro Japão. Aquilo me deu vida, e desde aquele dia voltamos à vida «normal» que a gente tinha. No próximo, conto o que rolou no Japão, mas antes quero saber se vocês tão afim da minha história.
Faz tempo que leio histórias, porque sempre senti atração pela minha irmã, e isso me levou a vídeos e relatos sobre o assunto. Nunca pensei que pudesse viver uma experiência assim, mas sinto agora que devo compartilhá-la.
Antes de tudo, vou me apresentar, só trocando os nomes. Me chamo "Lucas", tinha 28 anos quando tudo aconteceu. Tenho 1,70m, peso 80kg, moreno de corpo normal e um... 6 de rosto, haha. Minha irmã se chama "Clara", tem 1,65m, não sei quanto pesa, mas posso dizer que tem um corpinho gostoso, não é peituda, tem "pouco" peito, uma bunda bonita, mas o que me encanta nela é o rosto. Sempre fui apaixonado por ela, tenho 7 anos a mais (sou o mais velho) e desde pequenos sempre busquei momentos com ela. Lembro que quando eu tava com os hormônios a mil e ela era pequena, a gente brincava de luta e eu passava a mão nela toda, chegamos a nos beijar, mas foi algo que com o tempo parei de fazer. Sempre digo como ela é linda e não perco chance de apertar a bunda dela. Acho que, mesmo que ela nunca tenha se sentido confortável com meu desejo por ela, nunca sentiu nojo ou algo muito negativo sobre meus sentimentos.
Aliás, somos otakus, gamers e os dois gostamos de kpop. Sim, até eu curto as coreanas, hehe. E graças ao meu trabalho, consegui juntar uma grana boa pra planejar uma viagem ao Japão com um plano duplo incluso.
A primeira coisa que fiz foi ir soltando a ideia em casa, que tava juntando dinheiro pra ir pro Japão nos meus dias de férias do trabalho. Isso gerou conversas com meus pais e a maior empolgação da minha irmã. Sempre que podia, mostrava lugares que pensava em visitar na viagem: Akihabara, os templos de Kyoto, a própria Tóquio e mais. Deixava ela com tanta vontade que um dia ela não aguentou e, com toda seriedade, me pediu pra levá-la. Esse foi o primeiro passo que eu esperava e precisava que partisse dela. Deixei pra lá. Falei pra ela que ia pensar, sem dar muita importância… Até que importava, mas eu tinha que parecer que não… Dois dias depois (porque não aguentei mais), liguei pra minha irmã (aproveitando que meus pais não estavam) e pedi pra conversar. Falei que tinha pensado no que ela disse, sobre levar ela, e calculei quanto ia custar, que levar ela ia me fazer perder dias e lugares pra visitar pra bancar ela. Eu esperava que ela desanimasse, e foi o que aconteceu, vi os olhos dela cheios de lágrimas esperando um não da minha parte, e aí aproveitei e falei: «eu te levo, mas você não vai como minha irmã, não. Se for, vai como minha namorada». Ela não disse nada, ficou paralisada. Por um lado, tenho certeza que ela queria pular de alegria por saber que ia pro Japão, por outro, ser a namorada do próprio irmão não fechava bem pra ela. «Namorada?» Ela perguntou. «Sim, namorada. Assim que chegarmos no Japão, você vai ser minha namorada, e o que rolar no Japão, fica no Japão». Eu via a cara dela e sabia que tava ecoando na cabeça dela «o que rolar». Ela não disse nada, ficou pensando, e eu sabia que não podia pressionar, então comecei a falar do que tinha planejado pra viagem a dois. Comprar os passes de trem, viajar no Shinkansen era um sonho dos dois, ver gueixas, ir em algum matsuri e passar uma noite num Love Hotel (falei de propósito pra deixar claro). «Você quer ir comigo?» Perguntei, e mesmo ela baixando a cabeça pra responder, disse que sim. «E vai ser minha namorada enquanto a gente tiver no Japão?» «Tá bom» ela falou… Naquele momento, juro pra vocês, eu tava tão duro que doía. «Você se cuida, né?» Perguntei, precisava ter certeza de que ela entendia o que a gente ia fazer. «Sim» ela respondeu. «Ok, mas obviamente vou comprar camisinha» e continuei tentando confirmar o que a gente tava falando. «Tá bom» ela disse, e eu já tava sem acreditar, tudo saindo conforme o plano, eu ia finalmente poder comer minha irmã… Mas o que ela disse depois foi épico: «mas não vou te chamar de oni-chan na hora»… Juro que amei ela… Nós dois rimos com o comentário. Pra mim, era estranho que, depois de tudo, ela dissesse algo que fizesse aquela situação tão tensa virar algo normal, algo de irmãos, se é que me entende. Abracei ela e me animei a dizer: «Você não faz ideia da vontade que eu tô de já estar no Japão e fazer isso com você». Uma frase que eu achei que tinha estragado tudo ao falar, já que nos dias seguintes minha irmã se afastou pra caralho. Mas, enfim, acho que foi mais por tudo que tava passando na cabeça dela. Mesmo assim, passei muito mal. Até que um dia ela disse pros meus pais, toda empolgada, que eu ia levar ela pro Japão. Aquilo me deu vida, e desde aquele dia voltamos à vida «normal» que a gente tinha. No próximo, conto o que rolou no Japão, mas antes quero saber se vocês tão afim da minha história.
3 comentários - Minha Irmã Gostosa no Japão 1/2
esperando la continuación.