Há umas semanas, uns amigos me chamaram pra ir dançar com umas conhecidas deles. Mas quando cheguei na casa onde a gente ia se encontrar, me falaram que todo mundo tava meio sem grana e que tinham combinado de ir pra um pool. Pra mim tanto fazia, então não tive problema. Enquanto esperávamos as minas chegarem, escuto meus amigos babando no Instagram de uma delas.
— Mostra aí como é a mina.
— Toma, olha. Mas ó, essa é do Lucas, não fica de olho nela.
— Pô, já dividiram as minas e nem chegaram ainda.
— É kkkk pra gente não se atrapalhar. Essa aqui é a que eu separei pra você. Chama Valentina.
Era uma morena linda, cabelo castanho, baixinha, uns 20 anos, peitão bom e bunda redonda. Tinha cara de santinha.
— Acho que você deu sorte, é a mais fácil de todas. Não se engana, ela é bem putinha e adora transar. Não perde tempo com conversa mole, manda uns elogios e ela vai na onda na hora.
Um tempo depois, as minas chegaram. As três muito gostosas, mas cada uma no seu estilo. A Vale era ainda mais bonita pessoalmente, tava com um top bem decotado que mostrava quase tudo e uma calça jeans que marcava a bunda dela direitinho. No começo, o clima tava muito bom, todo mundo conversando com todo mundo, mas aos poucos cada um foi puxar papo com a mina que tinha sido escolhida. Eu me dei super bem com ela, era simpática, extrovertida, sem papas na língua. Eu custava a evitar de olhar pros peitos dela, que pareciam que iam escapar a qualquer momento, mas de vez em quando escapava um olhar. Acho que ela percebeu, mas não pareceu se importar, porque ficava sorrindo pra mim.
Saímos pro pool em dois carros diferentes. Num ia o cara que organizou tudo com a mina dele, e no meu foi meu amigo, outra das gatas e a Vale, que sentou no banco da frente.
No pool, claro, formamos três times com cada casal. Jogamos uma hora, uma hora e meia, mas ninguém tava muito ligando pro jogo, e a gente passou o tempo todo dando em cima das nossas parceiras. Pedimos umas pizzas pra comer, e durante a janta nunca paramos de trocar olhares com a Vale. Num momento, ela pisca pra mim. Um olho, ela se levanta e fala que vai sair pra fumar um cigarro. Eu também levantei e falei que ia com ela. Saímos do pool e fomos até a esquina onde ninguém podia nos ver.
—Tá meio sem graça lá, né?
—É verdade, tão meio mortos e ainda é cedo.
—Pois é kkk, mas sinto que tu não curtiu muito minhas amigas, tipo, tu passou a noite toda falando comigo.
—Kkk não, nada a ver, curti elas sim, mas tu é mais gente boa.
—E como sabe? Se nem olhou pra elas a noite toda, sempre tava de olho em mim. Por isso que perdemos no pool kkk
—Como não ia ficar de olho em você com essa cara de gostosa?
Por uns segundos ficamos nos olhando e sorrindo até que eu decidi beijar ela. A mina não era nada tímida e não demorou pra meter língua e mão, óbvio que eu também entrei na onda. A gente se pegava muito quente, com bastante mão boba, mas tivemos que parar porque, mesmo sem ninguém na rua, não dava pra perder o controle.
—Os caras falaram que tão indo pra casa. Cê curte continuar um pouco mais?
—Pode ser, onde?
—Sei lá, pensei aqui que tenho um fernet em casa. Bora?
—Bora, deixa eu ir no banheiro do bar e a gente vai.
Entramos os dois no pool e nossos amigos olhavam com cara de acusação. Ela cochichou algo pras amigas e as três foram pro banheiro. Meus amigos, morrendo de rir, falaram:
—Que cigarro longo, hein kkk
—Se tu nem fuma, pra que foi, otário? Kkk
—Para de encher o saco. Quanto é a minha parte da conta que tenho que vazar?
Paguei o que devia e falei pra eles se virarem com o outro carro porque eu ia com a Vale. Eles deram a maior força e, quando ela saiu do banheiro, fomos embora. No caminho pro carro, ela me beijou duas vezes.
Enquanto dirigia, colocava minha mão entre as pernas dela e ela, de vez em quando, passava a mão na minha pica. Parei num kiosque e falei pra ela esperar. Comprei uma coca pro fernet e um pacote de camisinhas.
Assim que chegamos, ela entrou no banho e preparei um pouco de fernet (não muito porque sabia que não íamos beber muito). Quando ela saiu, sentamos no sofá, conversamos um pouco enquanto bebericávamos, mas a vontade nos obrigou a nos pegar de novo. Entre beijos, carícias por baixo da roupa e nossos corpos se esfregando um no outro, sussurrei no ouvido dela pra irmos pro quarto.
Assim que entrou, tirou o top, deixando os peitos nus, e se jogou na cama. Fez um sinal pra eu fazer o mesmo, então me joguei pra aproveitar o peito dela. Devagar, entre beijos, fomos tirando toda a roupa até ficarmos completamente pelados. Ela não parava de passar a mão na minha pika, que tava durona, enquanto eu tava louco chupando os peitos dela.
Sentei na beirada da cama e me recostei pra trás, ela entendeu perfeitamente o que eu queria. Me mamou como uma expert, não sobrou um centímetro da minha pika que ela não passasse a língua. A carinha inocente dela rebolando na minha pika me deu um tesão do caralho. Chupou minhas bolas enquanto me batia uma e depois apoiou os peitos na pika pra fazer um masturbation russa. Os peitos dela balançavam rápido, deixando a cabeça da minha pika aparecendo, e ela lambia com a língua pra fora.
Depois de uns minutos, ela cansou, então falei que era minha vez de retribuir o favor. Ela subiu na cama pra sentar na minha cara. A buceta dela ficou perfeitamente centrada na minha boca, os fluidos dela com minha saliva escorriam pelo meu rosto. Eu movia minha língua no ritmo dos gemidos dela. Minhas mãos seguravam a bunda redonda dela, e aos poucos fui me aproximando pra poder chupar ela também; assim que encostei minha língua, senti um grito abafado de prazer vindo dela. Agora que a buceta dela tava livre, ela começou a se estimular o clitóris até enfiar uns dois dedos. Os gemidos dela ficavam mais fortes a cada passada da minha língua, parecendo até gritos. Aos poucos, os quadris dela foram descendo até quase me sufocar, mas como eu tava adorando tanto, não reclamei. Quando ela não aguentou mais, Essa posição acomodou um pouco as pernas dela e ela se inclinou pra frente pra ficar num 69. De novo, chupei a buceta dela, mas sem parar de apalpar a raba dela. Ela, por sua vez, me fazia um boquete profundo até quase se engasgar, tirava pra recuperar o fôlego enquanto passava ele no rosto dela. Depois de um tempo, ela deita do meu lado com as pernas abertas e me fala com voz de puta:
—Me come, por favor, minha buceta tá ardendo.
Obedientemente, coloquei uma camisinha e comecei a comer ela devagar. Assim que meti, senti a buceta dela molhada, apertadinha e quente, era uma delícia. A gente se olhou fixamente, ela fazia cara de puta enquanto pedia mais. Quando o ritmo já tava mais forte, ela inclinou a cabeça pra trás e eu fiquei vendo os peitos dela quicando. Agarrei ela na cintura e mandei ela colocar as pernas nos meus ombros. Sentia meu pau entrando mais fundo na buceta dela, fazendo um percurso ainda mais longo. Entre gemidos, ela falava coisas tipo “Isso, bebê, assim até o fundo”, “Que gostoso, não para”, etc.
Minhas pernas cansaram e eu diminuí um pouco o ritmo, aí ela falou pra eu deitar pra ela continuar. Ela montou no meu pau e cavalgou como as melhores. Eu olhava bestificado como ela se mexia, apertei as coxas dela e ela se inclinou pra frente, deixando os peitos na minha cara. Minha respiração acelerou e ela se esforçou pra me fazer gozar, até que conseguiu. Virei os olhos enquanto gozava dentro dela, quando abri de novo, ela deitou em cima de mim e me deu um beijo.
Fui no banheiro me limpar um pouco. Quando saí, deitei do lado dela e a gente ficou conversando um tempo sobre como foi bom. A conversa picante, os beijos e as carícias nos deixaram com tesão de novo. Vale tinha as camisinhas mais perto, pegou uma e bateu uma pra mim um pouco pra garantir que tivesse bem dura de novo. Com cuidado, colocou em mim, virou de costas e levantou a perna pra fazer de conchinha. Meti devagar enquanto Ficava sussurrando umas coisas no meu ouvido. Encaixava a buceta inteira no meu corpo, meu braço passava por cima do dela, entrava no meio do peito dela e minha mão segurava o pescoço. A gente se mexia em direções opostas pra fazer a buceta deslizar inteira na pica. A posição era boa pra caralho, mas a gente queria mais, agarrei ela pela cintura e coloquei de quatro pra poder meter mais fundo. A cada estocada ela arqueava as costas pra ficar mais aberta. Quando o peito dela encostou na cama, ela conseguiu soltar uma mão e começar a se tocar no clitóris pra gozar mais rápido. Pelos gemidos escandalosos dela, percebi que tava tendo um orgasmo, então pra gozar junto com ela, puxei o cabelo dela, pareceu que ela gostou, então meti com toda força até gozar. Por uns 30 segundos a gente gozou junto. Mesmo depois que eu terminei, ela continuou se mexendo um pouco até cair exausta na cama. Peguei papel pra limpar a gente e um pouco de água porque a gente tava sem fôlego. Os dois, mortos de cansaço, deitamos pra dormir. Vou postar um conto por semana, então adoraria que vocês deixassem opiniões e sugestões. Me ajudariam muito com seus 10 pontos e me seguindo pra não perder nenhum conto.
— Mostra aí como é a mina.
— Toma, olha. Mas ó, essa é do Lucas, não fica de olho nela.
— Pô, já dividiram as minas e nem chegaram ainda.
— É kkkk pra gente não se atrapalhar. Essa aqui é a que eu separei pra você. Chama Valentina.
Era uma morena linda, cabelo castanho, baixinha, uns 20 anos, peitão bom e bunda redonda. Tinha cara de santinha.
— Acho que você deu sorte, é a mais fácil de todas. Não se engana, ela é bem putinha e adora transar. Não perde tempo com conversa mole, manda uns elogios e ela vai na onda na hora.
Um tempo depois, as minas chegaram. As três muito gostosas, mas cada uma no seu estilo. A Vale era ainda mais bonita pessoalmente, tava com um top bem decotado que mostrava quase tudo e uma calça jeans que marcava a bunda dela direitinho. No começo, o clima tava muito bom, todo mundo conversando com todo mundo, mas aos poucos cada um foi puxar papo com a mina que tinha sido escolhida. Eu me dei super bem com ela, era simpática, extrovertida, sem papas na língua. Eu custava a evitar de olhar pros peitos dela, que pareciam que iam escapar a qualquer momento, mas de vez em quando escapava um olhar. Acho que ela percebeu, mas não pareceu se importar, porque ficava sorrindo pra mim.
Saímos pro pool em dois carros diferentes. Num ia o cara que organizou tudo com a mina dele, e no meu foi meu amigo, outra das gatas e a Vale, que sentou no banco da frente.
No pool, claro, formamos três times com cada casal. Jogamos uma hora, uma hora e meia, mas ninguém tava muito ligando pro jogo, e a gente passou o tempo todo dando em cima das nossas parceiras. Pedimos umas pizzas pra comer, e durante a janta nunca paramos de trocar olhares com a Vale. Num momento, ela pisca pra mim. Um olho, ela se levanta e fala que vai sair pra fumar um cigarro. Eu também levantei e falei que ia com ela. Saímos do pool e fomos até a esquina onde ninguém podia nos ver.
—Tá meio sem graça lá, né?
—É verdade, tão meio mortos e ainda é cedo.
—Pois é kkk, mas sinto que tu não curtiu muito minhas amigas, tipo, tu passou a noite toda falando comigo.
—Kkk não, nada a ver, curti elas sim, mas tu é mais gente boa.
—E como sabe? Se nem olhou pra elas a noite toda, sempre tava de olho em mim. Por isso que perdemos no pool kkk
—Como não ia ficar de olho em você com essa cara de gostosa?
Por uns segundos ficamos nos olhando e sorrindo até que eu decidi beijar ela. A mina não era nada tímida e não demorou pra meter língua e mão, óbvio que eu também entrei na onda. A gente se pegava muito quente, com bastante mão boba, mas tivemos que parar porque, mesmo sem ninguém na rua, não dava pra perder o controle.
—Os caras falaram que tão indo pra casa. Cê curte continuar um pouco mais?
—Pode ser, onde?
—Sei lá, pensei aqui que tenho um fernet em casa. Bora?
—Bora, deixa eu ir no banheiro do bar e a gente vai.
Entramos os dois no pool e nossos amigos olhavam com cara de acusação. Ela cochichou algo pras amigas e as três foram pro banheiro. Meus amigos, morrendo de rir, falaram:
—Que cigarro longo, hein kkk
—Se tu nem fuma, pra que foi, otário? Kkk
—Para de encher o saco. Quanto é a minha parte da conta que tenho que vazar?
Paguei o que devia e falei pra eles se virarem com o outro carro porque eu ia com a Vale. Eles deram a maior força e, quando ela saiu do banheiro, fomos embora. No caminho pro carro, ela me beijou duas vezes.
Enquanto dirigia, colocava minha mão entre as pernas dela e ela, de vez em quando, passava a mão na minha pica. Parei num kiosque e falei pra ela esperar. Comprei uma coca pro fernet e um pacote de camisinhas.
Assim que chegamos, ela entrou no banho e preparei um pouco de fernet (não muito porque sabia que não íamos beber muito). Quando ela saiu, sentamos no sofá, conversamos um pouco enquanto bebericávamos, mas a vontade nos obrigou a nos pegar de novo. Entre beijos, carícias por baixo da roupa e nossos corpos se esfregando um no outro, sussurrei no ouvido dela pra irmos pro quarto.
Assim que entrou, tirou o top, deixando os peitos nus, e se jogou na cama. Fez um sinal pra eu fazer o mesmo, então me joguei pra aproveitar o peito dela. Devagar, entre beijos, fomos tirando toda a roupa até ficarmos completamente pelados. Ela não parava de passar a mão na minha pika, que tava durona, enquanto eu tava louco chupando os peitos dela.
Sentei na beirada da cama e me recostei pra trás, ela entendeu perfeitamente o que eu queria. Me mamou como uma expert, não sobrou um centímetro da minha pika que ela não passasse a língua. A carinha inocente dela rebolando na minha pika me deu um tesão do caralho. Chupou minhas bolas enquanto me batia uma e depois apoiou os peitos na pika pra fazer um masturbation russa. Os peitos dela balançavam rápido, deixando a cabeça da minha pika aparecendo, e ela lambia com a língua pra fora.
Depois de uns minutos, ela cansou, então falei que era minha vez de retribuir o favor. Ela subiu na cama pra sentar na minha cara. A buceta dela ficou perfeitamente centrada na minha boca, os fluidos dela com minha saliva escorriam pelo meu rosto. Eu movia minha língua no ritmo dos gemidos dela. Minhas mãos seguravam a bunda redonda dela, e aos poucos fui me aproximando pra poder chupar ela também; assim que encostei minha língua, senti um grito abafado de prazer vindo dela. Agora que a buceta dela tava livre, ela começou a se estimular o clitóris até enfiar uns dois dedos. Os gemidos dela ficavam mais fortes a cada passada da minha língua, parecendo até gritos. Aos poucos, os quadris dela foram descendo até quase me sufocar, mas como eu tava adorando tanto, não reclamei. Quando ela não aguentou mais, Essa posição acomodou um pouco as pernas dela e ela se inclinou pra frente pra ficar num 69. De novo, chupei a buceta dela, mas sem parar de apalpar a raba dela. Ela, por sua vez, me fazia um boquete profundo até quase se engasgar, tirava pra recuperar o fôlego enquanto passava ele no rosto dela. Depois de um tempo, ela deita do meu lado com as pernas abertas e me fala com voz de puta:
—Me come, por favor, minha buceta tá ardendo.
Obedientemente, coloquei uma camisinha e comecei a comer ela devagar. Assim que meti, senti a buceta dela molhada, apertadinha e quente, era uma delícia. A gente se olhou fixamente, ela fazia cara de puta enquanto pedia mais. Quando o ritmo já tava mais forte, ela inclinou a cabeça pra trás e eu fiquei vendo os peitos dela quicando. Agarrei ela na cintura e mandei ela colocar as pernas nos meus ombros. Sentia meu pau entrando mais fundo na buceta dela, fazendo um percurso ainda mais longo. Entre gemidos, ela falava coisas tipo “Isso, bebê, assim até o fundo”, “Que gostoso, não para”, etc.
Minhas pernas cansaram e eu diminuí um pouco o ritmo, aí ela falou pra eu deitar pra ela continuar. Ela montou no meu pau e cavalgou como as melhores. Eu olhava bestificado como ela se mexia, apertei as coxas dela e ela se inclinou pra frente, deixando os peitos na minha cara. Minha respiração acelerou e ela se esforçou pra me fazer gozar, até que conseguiu. Virei os olhos enquanto gozava dentro dela, quando abri de novo, ela deitou em cima de mim e me deu um beijo.
Fui no banheiro me limpar um pouco. Quando saí, deitei do lado dela e a gente ficou conversando um tempo sobre como foi bom. A conversa picante, os beijos e as carícias nos deixaram com tesão de novo. Vale tinha as camisinhas mais perto, pegou uma e bateu uma pra mim um pouco pra garantir que tivesse bem dura de novo. Com cuidado, colocou em mim, virou de costas e levantou a perna pra fazer de conchinha. Meti devagar enquanto Ficava sussurrando umas coisas no meu ouvido. Encaixava a buceta inteira no meu corpo, meu braço passava por cima do dela, entrava no meio do peito dela e minha mão segurava o pescoço. A gente se mexia em direções opostas pra fazer a buceta deslizar inteira na pica. A posição era boa pra caralho, mas a gente queria mais, agarrei ela pela cintura e coloquei de quatro pra poder meter mais fundo. A cada estocada ela arqueava as costas pra ficar mais aberta. Quando o peito dela encostou na cama, ela conseguiu soltar uma mão e começar a se tocar no clitóris pra gozar mais rápido. Pelos gemidos escandalosos dela, percebi que tava tendo um orgasmo, então pra gozar junto com ela, puxei o cabelo dela, pareceu que ela gostou, então meti com toda força até gozar. Por uns 30 segundos a gente gozou junto. Mesmo depois que eu terminei, ela continuou se mexendo um pouco até cair exausta na cama. Peguei papel pra limpar a gente e um pouco de água porque a gente tava sem fôlego. Os dois, mortos de cansaço, deitamos pra dormir. Vou postar um conto por semana, então adoraria que vocês deixassem opiniões e sugestões. Me ajudariam muito com seus 10 pontos e me seguindo pra não perder nenhum conto.
3 comentários - A puta morena gostosa