Fala, galera! Deixem nos comentários se querem a continuação da série. A sargenta Natalia Cohen estava ajoelhada, toda submissa, na frente do captor sentado, enquanto o capitão Yazeed a repreendia com raiva em árabe pelo papel fraco que ela teve na última transmissão de propaganda.
Como tinha aprendido dolorosamente a fazer, a soldada capturada estava de joelhos com as pernas abertas, expondo a buceta que continuava inchada por causa da punheta de punho e do estupro em massa de 5 noites atrás. Natália tinha os braços levantados e as mãos atrás da nuca, apontando involuntariamente os peitos grandes para a frente, como se os oferecesse ao torturador. Ela sentia os olhos de Yazeed nos peitos dela e desejava desesperadamente algo pra cobri-los, mas sabia que ia ficar pelada a menos que estivessem filmando; só então davam o uniforme de soldado pra ela se cobrir. Natália percebia que a posição submissa e a nudez degradante eram pra humilhar e destruir ela. Mas saber disso não ia ajudar a resolver a rápida perda de autoestima. Consumida pelo medo e pela culpa, Natália tava perdendo o contato com quem e o que ela era e começava a deixar os captores definirem ela nos termos deles. Enquanto o tradutor convertia as palavras dele pro inglês, o capitão Yazeed pegou a porra elétrica que os fabricantes israelenses chamavam apropriadamente de "aguilhão de gado", saindo da mão direita dele. Natália tava dolorosamente familiarizada com o objeto, já tinha sentido ele trabalhando na buceta e nos peitos dela antes. Embora não deixasse marcas permanentes, ela sabia que podia queimar como fogo quando usado nas zonas femininas sensíveis dela. Yazeed via os olhos dela seguindo nervosamente a porra quando ele se levantou e ficou de pé sobre a figura ajoelhada dela. Usou o metal frio da porra pra esfregar de leve os mamões de Natália, deixando eles durinhos enquanto o tradutor falava mecanicamente. Achou que viu uma lágrima se formando no olho esquerdo de Natália enquanto ela se preparava pro choque. O corpo musculoso dela agora tava brilhando de suor. Um tremor fraco dava pra perceber no torso de Natália toda vez que o metal da porra tocava a buceta molhada dela. pele. Quando deixou os dois mamilos totalmente eretos, tocou com a ponta da vara o mamilo esquerdo e apertou o botão que ativava a descarga. O corpo da Natália ficou rígido enquanto a eletricidade atravessava o peito dela, roubando o ar dos pulmões. "UUUUUUUUUUGGGGGGGGHHHHHHHHLLLLLLLLLMMMM" ela gritou, com o corpo todo se contraindo involuntariamente por causa da descarga.
Então a dor sumiu tão rápido quanto veio, deixando a mulher tremendo suavemente, o peito esquerdo pulsando mas estranhamente dormente. Ela colocou as mãos firmemente entrelaçadas atrás da cabeça, preparada pra outra descarga forte, enquanto esperava com medo que Yazeed continuasse. Yazeed começou a esfregar suavemente o cassetete de metal entre as pernas dela, em direção à buceta exposta. Natalia fechou os olhos, lágrimas escorrendo agora. O terror tomou conta dela completamente quando sentiu o cilindro duro pressionando contra seu clitóris ereto. Ela prendeu a respiração enquanto ele esfregava sua xereca sensível, esperando que a dor a consumisse de novo. Ele não a fez esperar muito. "UUUUUUUUUUGGGGGGGGHHHHHHHHLLLLLLLLLMMMM" Enquanto a nua Natalia se contorcia de dor no chão da prisão, o futuro dela já tinha sido decidido pelo Hamas quando ele deu uma palestra pro seu conselho de estado sobre a inevitabilidade da vitória.
Ele tava puto da vida com o fracasso das transmissões de propaganda dele pra promover um movimento antibélico no Ocidente. Mesmo tendo fornecido um monte de filmes da Natalia e de outros 4 soldados homens confessando que bombardearam hospitais e escolas e declarando apoio eterno ao povo corajoso da Palestina, nada aconteceu. Na real, a opinião pública tinha virado contra ele por causa dos filmes. Até a mídia americana, que no começo era favorável, tinha virado a casaca. Era claramente impossível entender essa gente. Felizmente, ele ainda tinha outro plano brilhante na manga. Agora era inevitável que os americanos, junto com Israel, atacassem e que o exército dele fosse derrotado. Mas se ele pudesse foder os imperialistas antes da derrota do exército, ainda dava pra sair como o herói árabe.
Pra fazer isso, ele tinha que vencer uma batalha e depois impedir que o próprio exército se virasse contra ele na derrota. A chave pra essas duas coisas era controlar o general Rashid, o popular comandante do III corpo e o melhor comandante de todo o exército dele.
O Hamas silenciosamente se parabenizou pela esperteza de não ter ordenado um daqueles acidentes de helicóptero pro Rashid, igual aconteceu com o resto dos heróis das guerras anteriores. Agora Rashid tava disponível pra conseguir uma vitória pra eles. Mas ainda precisava ser transformado em alguém inaceitável pros americanos, que nunca apoiariam ele se tentasse um golpe depois da guerra. Pelo dossiê completo que tinham sobre o general, sabiam que ele era um sádico que tinha torturado até a morte, por puro prazer, várias mulheres israelenses capturadas pelas tropas dele. Mandariam a soldado israelense pro Rashid, e o presente fortaleceria a lealdade dele a curto prazo. As provas do sadismo do general, coletadas pelo espião deles no quartel-general, dariam ao Hamas os meios pra destruir ele depois da guerra. Como os subordinados deles prudentemente disseram, o plano era brilhante. Em poucas horas, Natalia foi tirada da custódia do capitão Yazeed, alimentada e vestida de novo com o uniforme do exército, mas sem calcinha. Aí colocaram ela num carro civil e começou a viagem perigosa até o quartel-general do Rashid, no sul da faixa. Ela tava com as mãos algemadas na frente, mas foi bem tratada pelos guardas silenciosos. Enquanto a distância entre ela e o Yazeed aumentava, Natalia começou a sentir uma alegria por ter escapado do controle daquele sádico. Começou a pensar que a pior parte do cativeiro tinha passado. Enquanto a confiança dela crescia, a raiva pela dor e humilhação que o general Yazeed tinha infligido nela também aumentava. Natalia achou que o general no comando devia ser alguém normal (como se Yazeed fosse normal no território daqueles árabes sujos). Os velhos hábitos começaram a voltar, e ela começou a planejar como faria o Yazeed pagar pelo que tinha feito com ela.
Quando cheguei ao quartel-general do Rashid, tava convencida de que era hora de devolver tudo na mesma moeda. O general Rashid era, pelo menos na cabeça dele, a reencarnação moderna de Saladino, o guerreiro que tinha detonado as cruzadas dos reinos cristãos há exatos 8 séculos. Os inimigos dele no exército (que era qualquer oficial com patente acima de coronel) viviam resmungando que ele era maluco.
Mas não foram as histórias sobre a crueldade dele com as mulheres que firmaram essa opinião, era a obsessão dele pelo filme americano Patton. Diziam que ele imitava tudo o que o cara fazia no filme, que segundo os próprios cálculos dele já tinha assistido mais de cem vezes. Implacável, arrogante e cruel, mas ainda assim tinha o respeito dos oficiais mais novos e dos suboficiais por causa dos sucessos dele em ataques passados contra a população israelense.
Esse era o homem que a Natalia achava que ia ajudá-la e no qual ela tinha a pobre ideia de descontar sua raiva reprimida. Pra azar dela, o general também falava um inglês fluente. O general ficou tão chocado com a forma desrespeitosa como a mulher falou com ele que ficou mudo. A Natalia interpretou isso como uma aceitação e expôs seu pedido pra ele fazer alguma coisa sobre o capitão Yazeed. O general a calou com um tapa forte que atravessou a cara dela. Levou uns instantes pra ele conseguir falar, tamanha era a fúria que o consumia.
Ele a insultou no próprio quartel-general, na frente dos seus homens, uma mulher, uma israelense que teve a ousadia de se chamar de guerreira. Quando finalmente conseguiu falar, dispensou sua escolta e ordenou que dois de seus homens a levassem para seus aposentos particulares. Lá, mandou que a despissem e a amarrassem a uma argola na parede, com o rosto contra o muro. Então, pediu que saíssem. O general estudou as costas musculosas de Natália e sua bunda com considerável interesse. Sua pele macia não tinha marcas. Ele mudaria isso. Sacudiu seu instrumento preferido, a correia longa, dura e áspera do ventilador de um caminhão de 5 toneladas. A primeira vez que Rashid viu usarem uma dessas correias num homem, ele era tenente, em 1968, foi quando seu sargento lhe mostrou o sistema do exército para fazer os inimigos falarem. Pesada e brutal, a correia era como o homem que a manuseava.
Rashid ignorou os pedidos de clemência de Natália. Eles não tinham intensidade suficiente para interessá-lo. Isso mudaria depois de algumas cintadas. Ele começou a trabalhar escolhendo as nádegas firmes e musculosas de Natália. Usando toda a sua força, lançou o cinto pesado cruzando as nádegas dela. Uma marca longa e avermelhada apareceu atravessando sua pele pálida. Lenta e metodicamente, ele repetiu a cintada uma e outra vez enquanto a prisioneira gritava. Natália se sentia como se ele estivesse arrancando sua pele, parecia que a pele estava sendo arrancada da sua bunda. Amarrada contra a parede, ela não podia fazer nada para escapar das cintadas enlouquecedoramente lentas, mas ainda assim tentou flexionar seus braços poderosos numa tentativa inútil de fugir. A dor ardente ia da sua bunda até o cérebro a cada golpe. Quase tão ruim quanto esperar o próximo golpe era a dor do anterior, ainda fresca na mente. Ela gritava repetidamente, mas não fazia ideia do que estava gritando. "UUUUGGGGHHHHHHLLLMMM não, por favor, por favor, OOOHHH" "UUUGGGGHHHLLLMMM!!! Para, por favor...
Os gritos da Natália eram claramente ouvidos por todo o quartel, exatamente como o general queria. Ninguém podia humilhá-lo e sair impune; deixa esses lacaios covardes ouvirem, pensou ele, se deliciando com os gritos da Natália. A bunda dela agora estava coberta de listras vermelhas escuras. Entre uma chicotada e outra, ele via o corpo dela tremendo de tanto soluçar.
Começou a trabalhar na parte sensível do alto das coxas dela. Ali, o cinto encontrava a pele pálida, produzindo listras de um vermelho ainda mais vivo. "UUUUGGGHHHLLLMM!!! OOOHHH!!!" "Por favor! Para! NÃÃÃÃO UUUGGGHHHLLMMMM!!!" Lento, metódico, Rashid trabalhava as coxas dela descendo, então voltou pra bunda dela. Desferiu cada golpe com cuidado, se certificando de que na bunda dela as novas marcas cruzassem as antigas pra aumentar a dor da Natalia. Então subiu de novo pelas costas dela. "UUUGGGHHHLLLMMM! Por favor !!! UUUGGGHHHLLLMM
Agora o general açoitava suas costas, a ponta do cinto pesado tinha o comprimento exato para envolvê-la, batendo nos lados sensíveis de seus grandes peitos. A força das chicotadas jogava Natália contra a parede. Lágrimas e ranho escorriam pelo seu rosto enquanto ela gritava contra a superfície fria da parede. Seu corpo estava coberto de suor frio, fazendo-o brilhar sob a luz intensa do quarto. Havia uma nova intensidade em seus gritos. Natália estava convencida de que ele estava arrancando a pele das suas costas. "UUUGGGHHHLLMM!!! AAHHHH!!! UUUGGGHHHLLLMMM!! Pelo amor de Deus...!! AHH! Para...!!" As chicotadas pararam, embora o corpo de Natália ainda estivesse tenso, esperando que voltassem. Em vez disso, o general se posicionou atrás dela e ela sentiu suas mãos separando suas nádegas. Involuntariamente, ela se tensionou de novo. Então, com um esforço de vontade, conseguiu relaxar os músculos. Diana sabia o que viria a seguir: ele ia sodomizá-la. Depois da violação anal massiva que sofreu com Yazeed, ela sabia que era melhor não lutar. Sentiu a cabeça do pau dele pressionando contra seu ânus, não muito tempo atrás virgem, e então a sensação ardente já conhecida quando ele a empurrou através de seu esfíncter dilatado. Sentiu a pressão familiar quando o pau dele encheu seu reto, enviando cãibras dolorosas através de seu intestino até sua mente.
AAHHH!!! OHHH!!! ISSO DÓI, PELO AMOR DE DEUS!!! Rashid ficou satisfeito por ter encontrado ela tão fácil de penetrar. Ele amou o jeito que o cu dela parecia apertar o pau dele enquanto ele enterrava dentro dela. Quando o corpo de Natália arqueou numa tentativa involuntária e inútil de escapar, ele empurrou o pau completamente dentro dela. Abraçou ela para agarrar os peitos dela com as mãos. O general encontrou os mamilos grandes e eretos dela e apertou eles entre os dedos, espremendo em sincronia com as estocadas no cu de Natália. Ele saboreou o jeito que Natália se contorcia debaixo dele, isso o excitava mais do que a parte física do ato em si. "Sua puta israelense, você é minha prisioneira! Vai fazer tudo que eu mandar na hora que eu mandar. Se me desafiar no mínimo que seja, vou te açoitar com o cinto até não sobrar pele no seu corpo." Rosnou Rashid no ouvido dela enquanto continuava montando o cu dela. "Você vai me mostrar o respeito que eu mereço, sua gostosa!

Natalia apertou involuntariamente o cu, assustada quando o general falou em inglês com ela. Um empurrão e um beliscão doloroso nos bicos dos peitos sensíveis lembraram ela de não lutar contra aquilo. Ela deixou a cabeça cair contra a parede e tentou relaxar o corpo, esperando passar por esse estupro com o mínimo de dor possível. "Você vai me responder quando eu falar com você, puta." Ele gritou, torcendo os bicos dos peitos dela dolorosamente enquanto falava. "Sim, senhor, eu, eu, Ahhh, me desculpa, senhor" gaguejou Natalia entre gemidos enquanto ele a sodomizava e torturava os bicos dos peitos dela. Aparentemente satisfeito, Rashid se concentrou em foder o cu dela. A velocidade das estocadas aumentava enquanto ele bombeava com mais e mais força no cu dela. A dor parecia crescer sem fim enquanto ele rasgava o cu ensanguentado dela e tentava arrancar os bicos dos peitos dela com os dedos de aço.
Tudo o que ela podia fazer era encostar a cabeça na parede e focar em respirar entre um grito e outro. Finalmente, as estocadas dolorosas pararam e ela sentiu um líquido quente enchendo seus intestinos. Natalia ficou atordoada quando ele soltou suas mãos e as amarrou de novo nas costas, levando-a para uma cama num canto. Ele a fez se ajoelhar ao lado da cama e disse: "Vou fazer um teste de obediência contigo; se falhar, vou te açoitar de novo com toda a força que eu tenho." Tirando a pistola do coldre, Rashid continuou: "Estou te ordenando que lamba toda a sua merda do meu pau. Se seus dentes encostarem no meu pau, vou te matar." Com a pistola apontada para a cabeça dela, Natalia observou com nojo as manchas escuras no pau semi-duro dele. O estômago dela revirou quando pensou onde aquilo tinha estado, mas ela estava com medo demais para recusar. Devagar e sem vontade, ela esticou a língua e passou pela parte de baixo do pau manchado de merda. Continuou lambendo o pau dele até que todas as manchas escuras sumiram e o órgão semi-duro brilhava com a saliva dela. O gosto amargo das próprias fezes enchia a boca dela, mas ela continuou lambendo até que não sobrou nenhum vestígio da merda.
Perfeito, puta, agora presta atenção no material das solas das minhas botas, isso, pelo que eu sei, é o que vocês, israelenses, chamam de merda de camelo. Faz isso desaparecer!" Na manhã seguinte, a completamente destruída Natalia Cohen estava pronta para mais uma humilhação. Por um raciocínio perverso do general, já que ela o tinha envergonhado na frente dos subordinados, ela seria humilhada diante deles. Ela estava vestida com seu uniforme do exército, mas de um jeito que realçava mais do que cobria seu corpo: a parte da frente estava aberta e os zíperes rodeavam seus ombros, deixando os peitos totalmente expostos. A virilha do uniforme tinha sido cortada por completo, expondo sua buceta depilada e a maior parte de suas nádegas, além das marcas dos açoites da noite anterior. Ela estava ajoelhada na areia, em frente ao quartel-general, com o pessoal do quartel formado à sua direita. Natalia tinha instintivamente adotado a posição de submissão que Yazeed lhe ensinou: pernas abertas, costas retas e olhar baixo. Ela não fazia ideia do que ia acontecer, mas sabia que se desagradasse o general, ele lhe infligiria um castigo horrível. O general estava dando uma espécie de discurso para os soldados em árabe, parecia ter se esquecido dela por enquanto. Quando terminou, houve vivas dos soldados. O general caminhou até onde Natalia estava ajoelhada, submissa. Enquanto Natalia observava ansiosamente, ele abriu a braguilha e puxou o pau pra fora. "Ele vai me estuprar na frente dos homens dela", pensou. Então, sem aviso, o general começou a urinar no rosto dela. Um jato de urina quente a atingiu, cegando seus olhos e escorrendo entre seus lábios abertos antes que ela pudesse reagir.
A surpresa fez Natalia evitar o impulso inicial de se levantar. Em vez disso, ela simplesmente abaixou o rosto em direção ao chão enquanto o general continuava a dirigir o jato de urina no rosto e no cabelo dela. Escorreu pela cabeça dela e pelo peito nu, banhando os peitos dela. Desceu pela barriga e sobre a buceta sensível antes de escorrer pelas pernas, encharcando a roupa dela no processo. Ela estava toda molhada naquela urina fedorenta. Apesar do forte instinto de sobrevivência que a trouxera até ali, naquele momento Natalia só queria morrer. Nunca tinha se sentido tão humilhada em toda a vida. Tinha sido usada como penico por aquele arrogante cavaleiro de camelos. E pra piorar, tudo tinha sido testemunhado por 40 soldados palestinos gritando. Enquanto eles berravam e atiravam pra cima, o general a forçou a abrir a boca com os dedos, e enquanto mantinha ela aberta com uma mão, com a outra ele dirigiu o último jato de urina direto na boca dela, enquanto ela olhava indefesa. Nem o gosto amargo da urina nem sentir o líquido quente enchendo o estômago dela eram piores do que a sensação terrível de humilhação que ela sentia. Continua...
Como tinha aprendido dolorosamente a fazer, a soldada capturada estava de joelhos com as pernas abertas, expondo a buceta que continuava inchada por causa da punheta de punho e do estupro em massa de 5 noites atrás. Natália tinha os braços levantados e as mãos atrás da nuca, apontando involuntariamente os peitos grandes para a frente, como se os oferecesse ao torturador. Ela sentia os olhos de Yazeed nos peitos dela e desejava desesperadamente algo pra cobri-los, mas sabia que ia ficar pelada a menos que estivessem filmando; só então davam o uniforme de soldado pra ela se cobrir. Natália percebia que a posição submissa e a nudez degradante eram pra humilhar e destruir ela. Mas saber disso não ia ajudar a resolver a rápida perda de autoestima. Consumida pelo medo e pela culpa, Natália tava perdendo o contato com quem e o que ela era e começava a deixar os captores definirem ela nos termos deles. Enquanto o tradutor convertia as palavras dele pro inglês, o capitão Yazeed pegou a porra elétrica que os fabricantes israelenses chamavam apropriadamente de "aguilhão de gado", saindo da mão direita dele. Natália tava dolorosamente familiarizada com o objeto, já tinha sentido ele trabalhando na buceta e nos peitos dela antes. Embora não deixasse marcas permanentes, ela sabia que podia queimar como fogo quando usado nas zonas femininas sensíveis dela. Yazeed via os olhos dela seguindo nervosamente a porra quando ele se levantou e ficou de pé sobre a figura ajoelhada dela. Usou o metal frio da porra pra esfregar de leve os mamões de Natália, deixando eles durinhos enquanto o tradutor falava mecanicamente. Achou que viu uma lágrima se formando no olho esquerdo de Natália enquanto ela se preparava pro choque. O corpo musculoso dela agora tava brilhando de suor. Um tremor fraco dava pra perceber no torso de Natália toda vez que o metal da porra tocava a buceta molhada dela. pele. Quando deixou os dois mamilos totalmente eretos, tocou com a ponta da vara o mamilo esquerdo e apertou o botão que ativava a descarga. O corpo da Natália ficou rígido enquanto a eletricidade atravessava o peito dela, roubando o ar dos pulmões. "UUUUUUUUUUGGGGGGGGHHHHHHHHLLLLLLLLLMMMM" ela gritou, com o corpo todo se contraindo involuntariamente por causa da descarga.
Então a dor sumiu tão rápido quanto veio, deixando a mulher tremendo suavemente, o peito esquerdo pulsando mas estranhamente dormente. Ela colocou as mãos firmemente entrelaçadas atrás da cabeça, preparada pra outra descarga forte, enquanto esperava com medo que Yazeed continuasse. Yazeed começou a esfregar suavemente o cassetete de metal entre as pernas dela, em direção à buceta exposta. Natalia fechou os olhos, lágrimas escorrendo agora. O terror tomou conta dela completamente quando sentiu o cilindro duro pressionando contra seu clitóris ereto. Ela prendeu a respiração enquanto ele esfregava sua xereca sensível, esperando que a dor a consumisse de novo. Ele não a fez esperar muito. "UUUUUUUUUUGGGGGGGGHHHHHHHHLLLLLLLLLMMMM" Enquanto a nua Natalia se contorcia de dor no chão da prisão, o futuro dela já tinha sido decidido pelo Hamas quando ele deu uma palestra pro seu conselho de estado sobre a inevitabilidade da vitória.
Ele tava puto da vida com o fracasso das transmissões de propaganda dele pra promover um movimento antibélico no Ocidente. Mesmo tendo fornecido um monte de filmes da Natalia e de outros 4 soldados homens confessando que bombardearam hospitais e escolas e declarando apoio eterno ao povo corajoso da Palestina, nada aconteceu. Na real, a opinião pública tinha virado contra ele por causa dos filmes. Até a mídia americana, que no começo era favorável, tinha virado a casaca. Era claramente impossível entender essa gente. Felizmente, ele ainda tinha outro plano brilhante na manga. Agora era inevitável que os americanos, junto com Israel, atacassem e que o exército dele fosse derrotado. Mas se ele pudesse foder os imperialistas antes da derrota do exército, ainda dava pra sair como o herói árabe.
Pra fazer isso, ele tinha que vencer uma batalha e depois impedir que o próprio exército se virasse contra ele na derrota. A chave pra essas duas coisas era controlar o general Rashid, o popular comandante do III corpo e o melhor comandante de todo o exército dele.
O Hamas silenciosamente se parabenizou pela esperteza de não ter ordenado um daqueles acidentes de helicóptero pro Rashid, igual aconteceu com o resto dos heróis das guerras anteriores. Agora Rashid tava disponível pra conseguir uma vitória pra eles. Mas ainda precisava ser transformado em alguém inaceitável pros americanos, que nunca apoiariam ele se tentasse um golpe depois da guerra. Pelo dossiê completo que tinham sobre o general, sabiam que ele era um sádico que tinha torturado até a morte, por puro prazer, várias mulheres israelenses capturadas pelas tropas dele. Mandariam a soldado israelense pro Rashid, e o presente fortaleceria a lealdade dele a curto prazo. As provas do sadismo do general, coletadas pelo espião deles no quartel-general, dariam ao Hamas os meios pra destruir ele depois da guerra. Como os subordinados deles prudentemente disseram, o plano era brilhante. Em poucas horas, Natalia foi tirada da custódia do capitão Yazeed, alimentada e vestida de novo com o uniforme do exército, mas sem calcinha. Aí colocaram ela num carro civil e começou a viagem perigosa até o quartel-general do Rashid, no sul da faixa. Ela tava com as mãos algemadas na frente, mas foi bem tratada pelos guardas silenciosos. Enquanto a distância entre ela e o Yazeed aumentava, Natalia começou a sentir uma alegria por ter escapado do controle daquele sádico. Começou a pensar que a pior parte do cativeiro tinha passado. Enquanto a confiança dela crescia, a raiva pela dor e humilhação que o general Yazeed tinha infligido nela também aumentava. Natalia achou que o general no comando devia ser alguém normal (como se Yazeed fosse normal no território daqueles árabes sujos). Os velhos hábitos começaram a voltar, e ela começou a planejar como faria o Yazeed pagar pelo que tinha feito com ela.
Quando cheguei ao quartel-general do Rashid, tava convencida de que era hora de devolver tudo na mesma moeda. O general Rashid era, pelo menos na cabeça dele, a reencarnação moderna de Saladino, o guerreiro que tinha detonado as cruzadas dos reinos cristãos há exatos 8 séculos. Os inimigos dele no exército (que era qualquer oficial com patente acima de coronel) viviam resmungando que ele era maluco.
Mas não foram as histórias sobre a crueldade dele com as mulheres que firmaram essa opinião, era a obsessão dele pelo filme americano Patton. Diziam que ele imitava tudo o que o cara fazia no filme, que segundo os próprios cálculos dele já tinha assistido mais de cem vezes. Implacável, arrogante e cruel, mas ainda assim tinha o respeito dos oficiais mais novos e dos suboficiais por causa dos sucessos dele em ataques passados contra a população israelense.
Esse era o homem que a Natalia achava que ia ajudá-la e no qual ela tinha a pobre ideia de descontar sua raiva reprimida. Pra azar dela, o general também falava um inglês fluente. O general ficou tão chocado com a forma desrespeitosa como a mulher falou com ele que ficou mudo. A Natalia interpretou isso como uma aceitação e expôs seu pedido pra ele fazer alguma coisa sobre o capitão Yazeed. O general a calou com um tapa forte que atravessou a cara dela. Levou uns instantes pra ele conseguir falar, tamanha era a fúria que o consumia.
Ele a insultou no próprio quartel-general, na frente dos seus homens, uma mulher, uma israelense que teve a ousadia de se chamar de guerreira. Quando finalmente conseguiu falar, dispensou sua escolta e ordenou que dois de seus homens a levassem para seus aposentos particulares. Lá, mandou que a despissem e a amarrassem a uma argola na parede, com o rosto contra o muro. Então, pediu que saíssem. O general estudou as costas musculosas de Natália e sua bunda com considerável interesse. Sua pele macia não tinha marcas. Ele mudaria isso. Sacudiu seu instrumento preferido, a correia longa, dura e áspera do ventilador de um caminhão de 5 toneladas. A primeira vez que Rashid viu usarem uma dessas correias num homem, ele era tenente, em 1968, foi quando seu sargento lhe mostrou o sistema do exército para fazer os inimigos falarem. Pesada e brutal, a correia era como o homem que a manuseava.
Rashid ignorou os pedidos de clemência de Natália. Eles não tinham intensidade suficiente para interessá-lo. Isso mudaria depois de algumas cintadas. Ele começou a trabalhar escolhendo as nádegas firmes e musculosas de Natália. Usando toda a sua força, lançou o cinto pesado cruzando as nádegas dela. Uma marca longa e avermelhada apareceu atravessando sua pele pálida. Lenta e metodicamente, ele repetiu a cintada uma e outra vez enquanto a prisioneira gritava. Natália se sentia como se ele estivesse arrancando sua pele, parecia que a pele estava sendo arrancada da sua bunda. Amarrada contra a parede, ela não podia fazer nada para escapar das cintadas enlouquecedoramente lentas, mas ainda assim tentou flexionar seus braços poderosos numa tentativa inútil de fugir. A dor ardente ia da sua bunda até o cérebro a cada golpe. Quase tão ruim quanto esperar o próximo golpe era a dor do anterior, ainda fresca na mente. Ela gritava repetidamente, mas não fazia ideia do que estava gritando. "UUUUGGGGHHHHHHLLLMMM não, por favor, por favor, OOOHHH" "UUUGGGGHHHLLLMMM!!! Para, por favor...
Os gritos da Natália eram claramente ouvidos por todo o quartel, exatamente como o general queria. Ninguém podia humilhá-lo e sair impune; deixa esses lacaios covardes ouvirem, pensou ele, se deliciando com os gritos da Natália. A bunda dela agora estava coberta de listras vermelhas escuras. Entre uma chicotada e outra, ele via o corpo dela tremendo de tanto soluçar.
Começou a trabalhar na parte sensível do alto das coxas dela. Ali, o cinto encontrava a pele pálida, produzindo listras de um vermelho ainda mais vivo. "UUUUGGGHHHLLLMM!!! OOOHHH!!!" "Por favor! Para! NÃÃÃÃO UUUGGGHHHLLMMMM!!!" Lento, metódico, Rashid trabalhava as coxas dela descendo, então voltou pra bunda dela. Desferiu cada golpe com cuidado, se certificando de que na bunda dela as novas marcas cruzassem as antigas pra aumentar a dor da Natalia. Então subiu de novo pelas costas dela. "UUUGGGHHHLLLMMM! Por favor !!! UUUGGGHHHLLLMM
Agora o general açoitava suas costas, a ponta do cinto pesado tinha o comprimento exato para envolvê-la, batendo nos lados sensíveis de seus grandes peitos. A força das chicotadas jogava Natália contra a parede. Lágrimas e ranho escorriam pelo seu rosto enquanto ela gritava contra a superfície fria da parede. Seu corpo estava coberto de suor frio, fazendo-o brilhar sob a luz intensa do quarto. Havia uma nova intensidade em seus gritos. Natália estava convencida de que ele estava arrancando a pele das suas costas. "UUUGGGHHHLLMM!!! AAHHHH!!! UUUGGGHHHLLLMMM!! Pelo amor de Deus...!! AHH! Para...!!" As chicotadas pararam, embora o corpo de Natália ainda estivesse tenso, esperando que voltassem. Em vez disso, o general se posicionou atrás dela e ela sentiu suas mãos separando suas nádegas. Involuntariamente, ela se tensionou de novo. Então, com um esforço de vontade, conseguiu relaxar os músculos. Diana sabia o que viria a seguir: ele ia sodomizá-la. Depois da violação anal massiva que sofreu com Yazeed, ela sabia que era melhor não lutar. Sentiu a cabeça do pau dele pressionando contra seu ânus, não muito tempo atrás virgem, e então a sensação ardente já conhecida quando ele a empurrou através de seu esfíncter dilatado. Sentiu a pressão familiar quando o pau dele encheu seu reto, enviando cãibras dolorosas através de seu intestino até sua mente.
AAHHH!!! OHHH!!! ISSO DÓI, PELO AMOR DE DEUS!!! Rashid ficou satisfeito por ter encontrado ela tão fácil de penetrar. Ele amou o jeito que o cu dela parecia apertar o pau dele enquanto ele enterrava dentro dela. Quando o corpo de Natália arqueou numa tentativa involuntária e inútil de escapar, ele empurrou o pau completamente dentro dela. Abraçou ela para agarrar os peitos dela com as mãos. O general encontrou os mamilos grandes e eretos dela e apertou eles entre os dedos, espremendo em sincronia com as estocadas no cu de Natália. Ele saboreou o jeito que Natália se contorcia debaixo dele, isso o excitava mais do que a parte física do ato em si. "Sua puta israelense, você é minha prisioneira! Vai fazer tudo que eu mandar na hora que eu mandar. Se me desafiar no mínimo que seja, vou te açoitar com o cinto até não sobrar pele no seu corpo." Rosnou Rashid no ouvido dela enquanto continuava montando o cu dela. "Você vai me mostrar o respeito que eu mereço, sua gostosa!

Natalia apertou involuntariamente o cu, assustada quando o general falou em inglês com ela. Um empurrão e um beliscão doloroso nos bicos dos peitos sensíveis lembraram ela de não lutar contra aquilo. Ela deixou a cabeça cair contra a parede e tentou relaxar o corpo, esperando passar por esse estupro com o mínimo de dor possível. "Você vai me responder quando eu falar com você, puta." Ele gritou, torcendo os bicos dos peitos dela dolorosamente enquanto falava. "Sim, senhor, eu, eu, Ahhh, me desculpa, senhor" gaguejou Natalia entre gemidos enquanto ele a sodomizava e torturava os bicos dos peitos dela. Aparentemente satisfeito, Rashid se concentrou em foder o cu dela. A velocidade das estocadas aumentava enquanto ele bombeava com mais e mais força no cu dela. A dor parecia crescer sem fim enquanto ele rasgava o cu ensanguentado dela e tentava arrancar os bicos dos peitos dela com os dedos de aço.
Tudo o que ela podia fazer era encostar a cabeça na parede e focar em respirar entre um grito e outro. Finalmente, as estocadas dolorosas pararam e ela sentiu um líquido quente enchendo seus intestinos. Natalia ficou atordoada quando ele soltou suas mãos e as amarrou de novo nas costas, levando-a para uma cama num canto. Ele a fez se ajoelhar ao lado da cama e disse: "Vou fazer um teste de obediência contigo; se falhar, vou te açoitar de novo com toda a força que eu tenho." Tirando a pistola do coldre, Rashid continuou: "Estou te ordenando que lamba toda a sua merda do meu pau. Se seus dentes encostarem no meu pau, vou te matar." Com a pistola apontada para a cabeça dela, Natalia observou com nojo as manchas escuras no pau semi-duro dele. O estômago dela revirou quando pensou onde aquilo tinha estado, mas ela estava com medo demais para recusar. Devagar e sem vontade, ela esticou a língua e passou pela parte de baixo do pau manchado de merda. Continuou lambendo o pau dele até que todas as manchas escuras sumiram e o órgão semi-duro brilhava com a saliva dela. O gosto amargo das próprias fezes enchia a boca dela, mas ela continuou lambendo até que não sobrou nenhum vestígio da merda.
Perfeito, puta, agora presta atenção no material das solas das minhas botas, isso, pelo que eu sei, é o que vocês, israelenses, chamam de merda de camelo. Faz isso desaparecer!" Na manhã seguinte, a completamente destruída Natalia Cohen estava pronta para mais uma humilhação. Por um raciocínio perverso do general, já que ela o tinha envergonhado na frente dos subordinados, ela seria humilhada diante deles. Ela estava vestida com seu uniforme do exército, mas de um jeito que realçava mais do que cobria seu corpo: a parte da frente estava aberta e os zíperes rodeavam seus ombros, deixando os peitos totalmente expostos. A virilha do uniforme tinha sido cortada por completo, expondo sua buceta depilada e a maior parte de suas nádegas, além das marcas dos açoites da noite anterior. Ela estava ajoelhada na areia, em frente ao quartel-general, com o pessoal do quartel formado à sua direita. Natalia tinha instintivamente adotado a posição de submissão que Yazeed lhe ensinou: pernas abertas, costas retas e olhar baixo. Ela não fazia ideia do que ia acontecer, mas sabia que se desagradasse o general, ele lhe infligiria um castigo horrível. O general estava dando uma espécie de discurso para os soldados em árabe, parecia ter se esquecido dela por enquanto. Quando terminou, houve vivas dos soldados. O general caminhou até onde Natalia estava ajoelhada, submissa. Enquanto Natalia observava ansiosamente, ele abriu a braguilha e puxou o pau pra fora. "Ele vai me estuprar na frente dos homens dela", pensou. Então, sem aviso, o general começou a urinar no rosto dela. Um jato de urina quente a atingiu, cegando seus olhos e escorrendo entre seus lábios abertos antes que ela pudesse reagir.
A surpresa fez Natalia evitar o impulso inicial de se levantar. Em vez disso, ela simplesmente abaixou o rosto em direção ao chão enquanto o general continuava a dirigir o jato de urina no rosto e no cabelo dela. Escorreu pela cabeça dela e pelo peito nu, banhando os peitos dela. Desceu pela barriga e sobre a buceta sensível antes de escorrer pelas pernas, encharcando a roupa dela no processo. Ela estava toda molhada naquela urina fedorenta. Apesar do forte instinto de sobrevivência que a trouxera até ali, naquele momento Natalia só queria morrer. Nunca tinha se sentido tão humilhada em toda a vida. Tinha sido usada como penico por aquele arrogante cavaleiro de camelos. E pra piorar, tudo tinha sido testemunhado por 40 soldados palestinos gritando. Enquanto eles berravam e atiravam pra cima, o general a forçou a abrir a boca com os dedos, e enquanto mantinha ela aberta com uma mão, com a outra ele dirigiu o último jato de urina direto na boca dela, enquanto ela olhava indefesa. Nem o gosto amargo da urina nem sentir o líquido quente enchendo o estômago dela eram piores do que a sensação terrível de humilhação que ela sentia. Continua...
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