Em casa sou a amante do meu pai, Danielita me chama de putin

Depois daquele dia, eu com 16 anos, quando meu pai desvirginou meu cu virgem, e realmente me fez ver que tinha uma menininha dentro de mim, em várias outras vezes ele fazia de mim o que queria. Minha inexperiência encantava ele, as mãos bobas escondidas da minha mãe, e a sós com as mãos nas minhas nádegas e os dedos se esfregando no meu ânus me enlouqueciam de prazer, reafirmando meu gosto por homens. Os anos passavam como as vezes que ele se aproveitava de mim e eu dele. Aquela pica me dominava, dia após dia no colégio, na minha cabeça só tinha a imagem daquela pica linda. Agora com 20, aceito minha homossexualidade como ela é, e com o tempo entendi o que meu pai era: uma pessoa bissexual. Resumindo, ele comia de tudo, e por todas aquelas fodas que ele me dava, comer minha bunda era o que ele mais amava. Por parte dele, aquela piroca entrando e saindo de mim tirou de dentro de mim A SUA DANIELA, SUA MENININHA. A curiosidade e a experiência aumentaram em mim, eu queria ser a menina do papai e que ele se orgulhasse de mim. Eu sempre aprendi a deixar a porta do meu quarto sem tranca enquanto dormíamos, deixando meu pai saber. Nas noites em que ele deixava a morsa da minha mãe dormindo, ele se levantava, vinha até minha cama e me acordava com aquela pica gostosa na minha cara. DANIEL PAI: "Oi, meu amor, como está minha Danielita? Vim te ver, seu pai precisa de uma coisa. Chupa minha pica, Danielita, chupa pra mim, meu amor..." DANIEL FILHO: Eu me sentia feliz sendo complacente com meu pai. Mais de uma vez ele entrava no meu quarto, nem sempre conseguia gozar. Quando não, ele guardava a pica de volta no pijama e ia embora, me deixando todo excitado na cama, desejando que ele metesse a pica dentro de mim. Eu acabava me masturbando e enfiando os dedos dentro de mim. Eu queria ser a amante do meu pai e que ele me comesse mais do que a minha mãe. Quando eu ouvia ele através da parede, a raiva e o ciúme afloravam em mim, colocava o travesseiro entre minhas pernas imaginando que era ele, e tapava meus ouvidos para não ouvir minha mãe aproveitar tanto. dessa cock que eu já sentia que era minha. Lembro de um dia com um tesão especial: eles saíram pra comer com uns amigos, meus pais naquele dia resolveram beber, copo vai, copo vem, eu sozinho em casa e já de madrugada ouvi minha mãe chegar, ela tava totalmente bêbada, meu pai também bêbado. Foram pro quarto deles e depois de um tempo, com a cama batendo na parede, dava pra ouvir meus pais fodendo que nem animais, de tão bêbados que estavam. Isso sempre me deixava mal, saber que meu pai, quando queria, era o dono da minha bunda, me pedindo e fazendo de mim o que quisesse, mas também continuava metendo a cock dele na minha mãe. Os gemidos da minha mãe eram tão altos que eu imaginava aquela cock, a cock dele, essa cock que é minha, só minha, dando prazer pra ela. Eu não aguentava mais e comecei a me masturbar, enfiando um marcador grosso no meu cu, com minha mãe gritando com a entrada daquela cock dentro dela. A imaginação começou a pregar uma peça em mim e, enquanto eu me masturbava, o marcador grosso no meu cu não era suficiente. EU QUERIA A cock DO MEU PAI naquela hora. E depois de um tempo, ouvi aqueles gemidos tão conhecidos do meu pai quando gozava, e aquela imagem da cock dele jorrando na minha cara ou enchendo meu cu, ou também quando sujava minhas nádegas com o esperma dele, me enlouquecia como sempre. Soltei uns gemidos involuntários, mas incontroláveis ao mesmo tempo. Nisso, na mesma hora, meu pai apareceu pelado na porta do meu quarto, eu todo escarranchado com o marcador enfiado no meu cu. A cock dele mole, pendurada no homem que me deu a vida, aquele corpo robusto daquele homem barbudo, com uma cock tão gostosa. Tirei o marcador do meu cu, mostrando pra ele o quanto eu precisava, e sentei na beira da cama. — Daniel, pai, o que a minha Danielita precisa? Precisa de alguma coisa, minha pequena? — ele disse enquanto levava a mão pra cock dele. Parou na minha frente, deixando aquela cock que há tantos anos tanto me fode e tanto me fez feliz. — Daniel, filho — levei meus lábios até a cock dele, minha boca chupando e sentindo aquele gosto do esperma dele já conhecido, enquanto meu nariz sentia o cheiro dele. colo essa suada e o gosto de ter transado com minha mãe, minha língua e minha boca iam apagar tudo isso, minha língua ia ser a encarregada de apagar todo vestígio disso porque queria que meu pai sentisse que o pau dele é só meu, a flacidez do meu pai acabou enquanto ele lembrava que eu chupava o pau dele melhor que a mamãe, levantou minhas pernas com o pau limpo do que a morsa da minha mãe podia ter deixado e aquele pau preparado pra mim, duro, forte, com aquelas veias que voltavam a se destacar naquele pau tão lindo. Me dá pau, papai, por favor, me dá pau... supliquei. Aquele pau começou a entrar em mim enquanto eu curtia e gemia, o pau de um pai é único, já comeu minha boca e meu cu, mas nenhum se compara ao pau do meu pai, aquele pau que, quando eu era virgem, me fez virar a menina Daniela, a amante da casa do meu pai. Ele me colocou de lado e, enquanto minhas pernas meio fechadas e inclinadas curtiam aquele pau, meu cu se escancarava por ele como sempre. Que gostoso, nada melhor que seu pai te comer assim, desse jeito, pedindo pra você ficar de quatro pra sentir ele tomando conta do seu corpo, te segurando pelas cadeiras com a força das mãos dele e aquela potência do pau entrando e saindo do seu cu. Papai, me dá seu leite na minha boca enquanto, no meu tesão, eu agitava meu corpo contra o dele, o pau do papai sempre vai ser o melhor. Nisso, o leite que saiu dele foi pouco, mas eu soube aproveitar, no chão, caída e de joelhos, enquanto chupava o pau dele pra ver sair e saborear o que um dia me deu a vida e fez de mim a menina do papai, Daniela... mmmmmmm, que gostoso, papai, aqui me tem... você não precisa de mais nada, me come quando quiser e como quiser.

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