Na quinta-feira, meu dono me disse que na sexta, sábado e domingo a gente ia pra Buenos Aires. Já que o amigo dele, o sádico que já me usou várias vezes aqui em Mar del Plata, tinha convidado ele pra um evento que tava organizando na casa dele e ele aceitou me levar. Então saímos na sexta ao meio-dia no meu carro, chegamos na capital às 18h e nos hospedamos num hotel na Avenida de Mayo com 9 de Julho. O evento começava no sábado ao meio-dia. Assim que chegamos no quarto, meu dono me despiu e me comeu, nada de especial, porque ele me queria sem marcas pro evento. Ele me deu uma tanga, um sutiã e um plug anal pra eu colocar. Mandou eu vestir uma calça jeans bem apertada e uma camiseta que marcava o sutiã e fazia parecer que eu tinha peitos, e assim saímos pra caminhar e fomos jantar. Quando voltamos pro hotel, ele me despiu, me olhou de tanga e sutiã, tirou o plug pra eu ir no banheiro me lavar, e me comeu de novo, dessa vez mais violento, porque me pegou pelos cabelos e achei que ia arrancar eles, mas não me bateu. Ele dormiu na cama e eu dormi aos pés dele num cobertor. Às 10 ele acordou, me chamou, tava se masturbando, chupei ele e engoli a porra, ele entrou no chuveiro e eu lavei ele. Me fez uma lavagem intestinal, tomei banho e saímos no meu carro pra região de Tigre, onde era o evento. Era uma chácara com piscina. Já tinha várias pessoas. Nos apresentamos pra uma segurança privada e eles nos deixaram entrar. Meu dono procurou o amigo dele, a gente se cumprimentou, e ele explicou como era a temática. Cada dono levava seu escravo, alguns levavam mais de um, e durante o dia a gente ia servir como se fosse isso, serventes, e à noite ia rolar a sessão de tortura em grupo e individual. Os donos estavam quase todos nus, os escravos estavam só de tanga, que eles mandaram a gente levar. Então me levaram pra um guarda-roupa onde deixei minha roupa e meu dono foi pra área da piscina. Éramos 15 escravos e tinha 10 donos, a gente servia bebidas e tudo que eles pediam. Quase todos os donos eram bem mais velhos, o mais novo era o meu. Os escravos variavam, tinha uns caras bem jovens, de 25, 26 anos. outros maiores. Enquanto estávamos na nossa sala esperando que pedissem bebidas e comidas, a gente conversava e trocava experiências. Alguns dos donos que estavam nessa reunião tratavam realmente mal os escravos deles, e isso me assustou. Às 20h, os donos foram se trocar, alguns tomar banho, e cada dono preparou seu escravo. Meu dono me vestiu de menininha, porque esse era o jeito dele de me usar: colocou uma tanga, meia-calça, sutiã, mini saia de colegial, uma camisa branca e uma coleira de cachorro. Alguns estavam com roupas de couro, outros completamente nus. Às 22h, os donos sentaram na sala em roda e mandaram a gente entrar. Cada um de nós procurou seu dono. O amigo sádico apresentou o evento: "Boa noite. Agora cada um de vocês vai deixar seu escravo totalmente nu, colocar um capuz pra ele não enxergar, no centro da sala, e vamos ter uma tortura em grupo." Ele tirou uma bolsa cheia de brinquedos anais, chicotes, ganchos, mordaças, pinças, cordas, etc. "Cada dono pode usar, sem pedir permissão, qualquer escravo, mas sem sair desta sala."
A gente se despiu, encostou numa parede, e os donos ficaram de pé. Todo mundo olhava pra parede, e começaram a se ouvir palmadas, chibatadas e gemidos. Eu demorei cinco minutos pra levar minha primeira chibatada, que foi violenta, e depois vieram mais dez. Me viraram, e senti calor no meu pau — era cera de vela. Colocaram pinças nos meus mamilos e nas minhas bolas. O organizador falou de novo: "Tirem os capuzes." Consegui ver o espetáculo: tinha escravos amarrados, outros largados no chão lambendo pés. Eu estava com um dono gordo me castigando com força na bunda. Ele colocou um gancho, amarrou no meu pescoço e puxava. Os donos estavam vestidos; era só uma sessão de tortura física, sem sexo. Assim nos deixaram por um tempo — eu com o gancho e as pinças, alguns amarrados. Meu dono me perguntou como eu estava. Falei que bem. Eles foram tomar alguma coisa e voltaram nus. Agora sim começou um abuso sexual: todo mundo comeu a gente, fizeram a gente chupar paus. booties, foi uma orgia. O organizador liberou os quartos e cada dono podia levar escravos pra uma sessão privada com a permissão do dono. Eu fui levada por um dono bem jovem de 50 anos. Ele tirou os grampos e o gancho de mim, no quarto me colocou de quatro e me castigou com um chicote, me comeu brutalmente, mijou em mim e antes de gozar saiu do quarto e trouxe um escravo que ele juntou na sessão, fez a gente foder um com o outro, sem gozar nos bateu e gozou na nossa boca e nos fez beijar. Nos levou pro salão de quatro e lá mais dois donos me usaram. Às 8 da manhã fomos pro hotel. Meu dono viu cada marca que eu tinha, se masturbou me olhando.
A gente se despiu, encostou numa parede, e os donos ficaram de pé. Todo mundo olhava pra parede, e começaram a se ouvir palmadas, chibatadas e gemidos. Eu demorei cinco minutos pra levar minha primeira chibatada, que foi violenta, e depois vieram mais dez. Me viraram, e senti calor no meu pau — era cera de vela. Colocaram pinças nos meus mamilos e nas minhas bolas. O organizador falou de novo: "Tirem os capuzes." Consegui ver o espetáculo: tinha escravos amarrados, outros largados no chão lambendo pés. Eu estava com um dono gordo me castigando com força na bunda. Ele colocou um gancho, amarrou no meu pescoço e puxava. Os donos estavam vestidos; era só uma sessão de tortura física, sem sexo. Assim nos deixaram por um tempo — eu com o gancho e as pinças, alguns amarrados. Meu dono me perguntou como eu estava. Falei que bem. Eles foram tomar alguma coisa e voltaram nus. Agora sim começou um abuso sexual: todo mundo comeu a gente, fizeram a gente chupar paus. booties, foi uma orgia. O organizador liberou os quartos e cada dono podia levar escravos pra uma sessão privada com a permissão do dono. Eu fui levada por um dono bem jovem de 50 anos. Ele tirou os grampos e o gancho de mim, no quarto me colocou de quatro e me castigou com um chicote, me comeu brutalmente, mijou em mim e antes de gozar saiu do quarto e trouxe um escravo que ele juntou na sessão, fez a gente foder um com o outro, sem gozar nos bateu e gozou na nossa boca e nos fez beijar. Nos levou pro salão de quatro e lá mais dois donos me usaram. Às 8 da manhã fomos pro hotel. Meu dono viu cada marca que eu tinha, se masturbou me olhando.
1 comentários - Mí amo me llevo a BS AS