Minha esposa me pega vestido e me feminiza

Casei com a Gloria aos 25 anos, uma mulher autoritária e dominante apesar da idade. Eu sou o Jesus, um ano mais novo que ela, sempre fiz o que ela quer, sou mais submisso mesmo, mas levávamos uma boa vida, dividíamos as tarefas de casa meio a meio. Eu tinha um segredo escondido: era me travestir na intimidade e aproveitava qualquer oportunidade para vestir as roupas dela. Um dia, eu estava totalmente vestido de minissaia, um top e uma calcinha usada por ela no dia anterior, enquanto ela estava trabalhando – era quando eu aproveitava para fazer isso e assim fazia as tarefas de casa que me cabiam naquele dia. Estava tirando o pó da sala quando ouvi a porta e nos encontramos de frente. Para minha surpresa, ela não disse nada, simplesmente deu uma risada e eu não soube o que fazer, não reagi, fiquei na frente dela com a cabeça baixa.

– Não sei porquê, mas já suspeitava de algo, e olha só, acabo casada com uma mulherzinha travesti.

– Não é o que você pensa, não... Eu estava entediado e vesti isso para fazer as tarefas.

– É assim que você se entedia e veste minhas roupas? Não se preocupa, continua com suas tarefas.

– Desculpa, já vou me trocar.

– Nada disso, fofinho. Sempre gostei de você porque você é um cara submisso, e agora você me deu uma ideia. Termina de fazer sua tarefa assim e depois a gente conversa, vou tomar um banho.

Terminei as coisas que faltavam e, enquanto ela terminava de tomar banho, troquei de roupa e esperei no sofá para preparar o jantar, como sempre fazíamos juntos.

– O que você está fazendo? Por que trocou de roupa?

– Já terminei as tarefas.

– Isso quem decide sou eu. Já vai trocar essa roupa pela que você estava usando antes.

– Mas por quê?

– Porque eu estou mandando.

Entramos no quarto, peguei a roupa de novo e me vesti na frente dela. Primeiro coloquei a calcinha, com muita vergonha.

– Olha só, minhas calcinhas ficam bem em você, eu diria que tão bem quanto em mim.

Depois a saia e todo o resto.

– Você está muito linda, só faltam alguns detalhes: uns sapatos de salto e um pouco de... maquiagem, mas para começar a te treinar como uma submissa já é suficiente. - o que você está dizendo. - o que você ouviu, você sempre foi submisso, mas assim vestido me deu uma ideia e é fazer de você uma empregada obediente e submissa, já que você gosta de fazer as tarefas assim vestido, a partir de hoje você fará todas as tarefas de casa como toda mulher de casa, aqui bom como sempre as calças eu que uso e mais a partir de agora que você gosta de usar saias, está entendido Susi, a partir de hoje te chamarei assim. Desde então minha mulher se tornou minha dona, ela me colocou algumas regras a partir daquele dia, como eu gostava de me vestir de mulher, essa seria minha roupa em casa sempre com saia ou vestido, eu deveria usar calcinhas 24 horas por dia menos no meu trabalho, eu aceitei as regras dela porque me excitava ser obrigado a usar roupas femininas, obedecer e fazer tarefas de mulher, a parte do meu salário que não era destinada às despesas da casa em conjunto, eu deveria gastar em fazer meu próprio closet. Nossas relações sexuais no começo eram normais embora no sexo ela sempre foi a dominante agora ainda mais, ela nunca tirava minha roupa, sempre transava comigo de calcinha e saia, me obrigava a chupar sua buceta, um dia ao chegar em casa ela me disse que a esperasse ajoelhado no quarto, ela entrou no quarto com um cintaralho e me fez chupá-lo e quando se cansou me mandou fazer o jantar, depois de jantar. - vem cá Susi. - sim Dona. Ela tirou uma gaiolinha rosa de uma caixa. - a partir de hoje você vai usar isso sempre, para mim você já deixou de ser homem. - mas como vou usar isso, eu sou um homem. - olha para você, está de calcinha, saia, você acha que é um homem. - sim, eu sei, eu gosto de me travestir mas sou um homem. - para mim acabou, agora você é só uma puta submissa, você estava tão putinha chupando o dildo, e aí eu percebi que eu preciso de um homem de verdade. - você vai me deixar. - não, querido, você é a criada ideal, obediente, submissa, você vai me obedecer sempre, certo. - sim. Eu sabia, Susi. Ela colocou a chapeuzinho em mim e me mandou para o quarto. — Fica lindo em você, essa chapeuzinho. Agora você vai para o quarto, coloca um conjunto rosa e o babydoll. Quando estiver pronta, me chama. — Sim, ama. Quando a chamei, ela entrou só de calcinha preta, me fez ajoelhar e chupar sua buceta. Quando terminou satisfeita, pegou o cintaralho, colocou e me fez chupar de novo por um tempo. — Chega, agora é hora de fazer de você uma mulher de verdade. — O quê? — Que você fique de quatro na cama. A partir de hoje, só eu vou te foder. — Isso, não. Ela me deu um tapa enquanto eu ainda estava de joelhos. — Vou fazer o que eu quiser com você, sua puta. Outro tapa. — Vamos, acorda, quero você de quatro já. — Sim, sim, minha ama. Fiquei de quatro, ela puxou minha calcinha para o lado e senti algo gelado na minha bunda e, um momento depois, algo entrando no meu cu. Ela fez com cuidado, mas doeu muito. Ela me fodeu por um bom tempo, até que eu acabei gemendo e gozando. — Viu como você é uma puta? Gême como uma mulher. Eu me sentia humilhada, não disse nada e deixei ela me foder. Desde aquele dia, nunca mais transei com ela, só ela me comia. Ela me humilhava, me insultando, dizendo que ela só transava com machos de verdade, que um dia arrumaria um bom macho para mim. Eu, ao contrário de reagir, ficava cada vez mais submissa e obedecia todas as ordens dela. Já fazia três meses sem sexo e sem poder me masturbar por causa da chapeira. Só tirava para tomar banho, e as vezes que eu tinha gozado era quando ela me fodia. Um sábado de manhã, logo depois de acordar. — Susi, hoje você vai fazer sua primeira saída como mulher na rua. — Você está louca? Como vou sair na rua? Você quer que todo mundo ria de mim? — Deixa comigo, você não vai se arrepender. — Mas… — Nada de "mas". Quem manda aqui? — Você. — Então obedeça. — Sim, o que você disser. Às 7 da noite, ela me fez tomar banho, me depilar, enrolou meu cabelo longo, moldando-o, me maquiou e me colocou um vestido preto bem justo e curto, com lingerie preta de renda. uma cinta-liga presa a meias até a coxa, uns saltos agulha de 12 cm — nunca tinha visto nada igual e, mesmo já acostumada a usar salto em casa, nunca com um tão alto. Ela se vestiu igual a mim, íamos vestidas iguais. Já eram 11 da noite.
— É hora de sair, Susi.
— Não me atrevo a sair assim.
— Relaxa, respira e vamos.

Pegamos um táxi — eu era um saco de nervos. Ele nos deixou na porta de um local. Caminhei nervosa ao lado dela, entramos no lugar, ela deu uma olhada e fomos direto para o bar.
— Oi, Alberto, desculpe a demora.

Para minha surpresa, ela se beijou com ele na minha frente.
— Alberto, te apresento minha *submissa*, a *slut* do meu marido. Susi, cumprimenta o Alberto, meu amante — este sim é um homem de verdade.

Fiquei totalmente imóvel, com o olhar baixo.
— Perdoa ela, Alberto, é muito tímida.

Fiquei na frente deles. Ele a pegou por trás, colocando a mão na bunda dela, enquanto a Gloria me olhava sorrindo. Piscou para mim e voltou a beijá-lo. E eu ali, vestida de mulher, vendo minha esposa beijar outro homem.

Quando terminaram de se beijar, Alberto pediu três shots e me passaram um. Logo depois de tomarmos o shot, outro homem se aproximou.
— Olha só, já chegou o Ismael — disse Alberto.

Cumprimentaram-se, ele deu dois beijos na Gloria.
— Ismael, esta é a *submissa* do marido, Susi. Para você ver que penso em você, trouxe um homem para você também. Vai, dá dois beijos nela, não seja tímida.

Foi ele quem me deu os beijos e me agarrou pela cintura, me puxando contra ele. Tentei me afastar, mas a Gloria me encarou.
— Susi, quero você bem coladinha nele a noite toda. Comporte-se como uma mulherzinha. O Ismael vai saber te tratar — tem experiência, gosta de travestis como você.
— Me dá as chaves, vou para casa.
— Para de besteira e seja obediente.

Sabia que não podia fazer nada — ela mandava. Então me deixei levar pelo Ismael, grudada nele, agarrada pela cintura.
— Susi, quer beber alguma coisa? Eu te convido.
— Sim, preciso de um rum com Booty.

A Gloria estava... na nossa frente se beijando com o Alberto, eu sentia ciúmes mas era incapaz de fazer nada, disseram pra gente sentar, ela continuava se pegando com aquele cara, e o Ismael sentado ao meu lado com uma mão por cima dos meus ombros totalmente colada nele e a outra já tinha colocado em uma das minhas pernas, com os nervos tomei vários cubalivres e já ia alegre, quando colocaram música mais romântica e o Alberto tirou a Glória pra dançar e claro o Ismael fez o mesmo comigo, foi quando percebi o quanto estava tonta e com aqueles saltos tão altos me custava ficar em pé, isso fez com que eu me agarrasse bem no pescoço do Ismael, não iam mais de dois minutos de música quando uma das mãos do Ismael me agarrou a bunda e apertou ela toda, não sei porque mas deixei ele tocar, sentia as mãos dele se movendo no meu corpo, a tensão do começo desapareceu e me tornei frágil e delicada nos braços dele, fui acomodar meus braços que estavam no pescoço dele e ao me afastar ele me beijou na boca, virei minha cabeça pro outro lado e tudo ficou por ali, continuamos dançando e ele continuou metendo a mão na minha bunda enquanto eu deixava, no fim da música voltamos pra onde estávamos sentados e a Glória não aparecia em lugar nenhum, esperei um pouco pra ver se ela tinha ido ao banheiro ou tomar ar lá fora mas 15 minutos depois não tinha sinal deles, peguei o celular da minha bolsa e tinha uma mensagem dela. - Susi já vi como você estava se divertindo dançando, como deixava ele pegar na sua bunda, acho que você está à vontade com ele, eu vou passar a noite com o Alberto no apartamento dele preciso dar uma boa trepada, nos vemos amanhã à tarde em casa. - Glória, mas eu não tenho chaves de casa. - já sei, tranquila o Ismael vai te dar um espaço na cama dele. - você é louca. O Ismael trouxe mais dois cubalivres, na verdade já estava bem alegre mas precisava. Expliquei pro Ismael o que tinha acontecido. - não se preocupa na minha casa você pode dormir. Um tempinho depois a gente saía pra casa dele de tão alegre que Eu tinha que dar para ele direito, senão ele ia me largar. Ele me segurou firme pela bunda, abriu a porta do carro e fomos para a casa dele. Lá, ele me convidou para sentar no sofá.
- O que acha, Susi, tomamos um último drink?
- Eu não, já estou bem alegre.
- Mais um não vai te fazer mal.

Ele trouxe outro drink e sentou ao meu lado, passando o braço por cima do meu ombro.
- A noite foi boa, né, Susi?
- Para você, talvez. Minha mulher me pregou uma peça, olha como estou: travestida, bêbada e com você, que nem sei direito quem é. Passei a noite toda grudada em você e agora sentada no seu sofá.
- E não está gostando?
- Estou, mas nunca tinha passado pela minha cabeça ficar assim com um homem.
- Pois eu estava desejando estar com você assim desde que sua dona me propôs e me mostrou suas fotos travestido.

De repente, ele virou minha cabeça e começou a me beijar na boca. Não sei se era pela bebida ou porque estava me sentindo bem, mas me deixei beijar. Ficamos assim um tempo; eu só acariciava o peito dele, mas ele percorreu meu corpo inteiro com as mãos. Quando ele as enfiou entre minhas pernas, deu um arrepio.
- O que acha, Susi, se formos para a cama?
- Tudo bem.
- O quarto é ali, vou ao banheiro.

Em cima da cama, havia uma bolsa e, escrito em letras grandes: "Para Susi". Peguei; tinha uma nota.
"Olá, Susi, sou a Gloria, sua dona. Se você chegou até aqui, é porque meu plano funcionou e você vai passar a noite com o Ismael. Ele é um macho muito ativo, tenho certeza de que vai curtir muito, assim como eu estou curtindo o Alberto. Na bolsa está a última peça que falta: um babydoll lindo, combinando com sua lingerie, para você ficar bem sexy para seu macho. Coloque e, como uma boa e obediente submissa, espere-o ajoelhada. Aproveite, você não vai se arrepender."

A Gloria tinha tudo preparado e, no final, saiu como ela queria. E agora eu estava naquele quarto, tirando o vestido e colocando aquele babydoll. Estava tão excitada que já estava nem aí para mais nada. Então, me ajoelhei em frente à cama. Poucos minutos depois, Ismael entrou usando apenas a cueca. — Que linda e sexy você está, Susi. Ele pôs uma mão na minha cabeça e se posicionou atrás de mim, acariciando minha cabeça e depois meus ombros. Eu continuei ajoelhada, deixando ele fazer, quando com uma mão ele virou minha cabeça para o lado e de repente eu me vi com o pau dele, já duro, na frente dos meus olhos. — Você gosta, Susi? — Não sei, nunca tinha imaginado isso. — Beija ele. — Não sei, não me atrevo. — Só beija. Aproximei os lábios e beijei o tronco. — Vamos, dá outro beijo, você viu que não aconteceu nada. Beijei de novo, e uma terceira vez. — Bom, parece que você gostou. Agora beija a cabecinha. Ele se posicionou na minha frente para que eu beijasse a ponta. Dei um beijo e olhei para cima. — Muito bem, Susi. Agora chupa a cabecinha. — Me dá nojo. — Vai ver que não, você já beijou. Ele encostou na minha boca e eu dei algumas chupadas. — Viu, não é tão difícil. Vamos, continua chupando, sei que você está desejando. Comecei a chupar a ponta, não senti nenhum gosto, mas não conseguia acreditar que estava chupando um pau. — Assim, muito bem, Susi. Coloca um pouco mais na boca e me olha no rosto enquanto faz. Fui obedecendo ao que ele pedia. — Isso, continua assim, você faz muito bem. E eu gosto dessa carinha de putinha que você está fazendo. É mais gostoso que o dildo frio da sua patroa, né? Não para, continua chupando. Enfia ele todo na sua boca. Isso, que obediente você é. Isso, putinha, continua, já estou quase para encher sua boquinha de porra. — Mmmmm, não, isso não. — Não se preocupa, eu aviso quando estiver quase gozar. Continuei chupando, enquanto mil coisas passavam pela minha cabeça. Olhava para cima e via o rosto sorridente e de prazer do Ismael, mas ao mesmo tempo não conseguia acreditar que eu, de lingerie de renda, estava ajoelhada chupando o pau dele. — Se prepara, vou gozar. Senti o pau dele ficar tenso e tentei tirar da boca, mas ele agarrou minha cabeça e não me deixou. De repente, uma descarga na minha boca quase me engasgou, me forçando a engolir várias vezes, mas ele não me... Ele deixou eu tirar e ele mesmo metia e tirava um pouco até parar de jorrar porra. - Porra, eu te disse que não. - Sim, eu sei, mas aqui quem manda sou eu, entendido, putinha? - Sim, senhor. - Levanta. Eu me levantei, ele levantou meu babydoll e agarrou minha bunda, me deu uns tapas, me fez ficar de quatro na cama, continuou com as pegadas e palmadas. - Você tem uma bunda de raposa, com certeza tá doida pra eu te comer. - Não, senhor, mas vai fazer o que o senhor quiser. - Muito bem, sabe direitinho. Enquanto ele continuava apalpando minha bunda, afastou a calcinha de lado, meteu a mão na minha fenda e senti um dedo entrando. - Sua dona te treinou bem, o dedo entrou sozinho sem forçar, com um pouco de lubrificante. Continuou metendo um, dois e até três dedos, enquanto ia se masturbando, tirou os dedos, colocou uma camisinha e meteu quase de uma vez, me fazendo soltar um grito, me deu bem forte por um tempo, suas bolas batiam nas minhas, me dava tapas enquanto me comia, era menor que o dildo da minha dona mas era melhor, não me deixou parar de gemer e de dar uns gritinhos, me chamava de putinha, raposa, promíscua e isso me deixava com mais tesão, quando ele gozou tirou mas continuou apertando minha bunda e me dando palmadas, tirou a camisinha e me fez chupar de novo. - Que putinha você está, olha como você gosta de pica. Apertava minha cabeça pra dentro, metendo toda na minha boca, ele ficou duro de novo, me deitou na cama, se meteu entre minhas pernas abertas e começou a me comer de novo. - Você gosta, não é, putinha? Olha na minha cara e responde. - Sim, eu gosto. - Não para de me olhar, quero ver essa cara de putinha que você faz gozando. Eu olhava pra ele gemendo sem dizer nada e assumindo já meu novo papel de mulher, olhava pra baixo de vez em quando e a única coisa que se via era eu de pernas abertas, o babydoll cobrindo meu corpo, a calcinha preta cobrindo meu pênis enjaulado e a pica do Ismael me comendo, a imagem viva de uma putinha, ele demorou pra gozar. quando ele acabou, tirou a proteção. - e agora, como uma boa putinha, deixa ela bem limpinha com essa boquita gulosa que você tem e a gente dorme. Quando terminei de deixar ela limpinha, disse que precisava ir ao banheiro, fiz primeiro um xixi sentada, com a gaiolinha só dava pra fazer assim, tive que limpar a calcinha manchada das minhas gozadas e me limpei bem a bunda agora transformada em boceta e deixar a mesma calcinha toda molhada já que não tinha outra e fui pra cama, pela primeira vez ia dormir com um homem sendo mulher, peguei no sono na hora, Ismael me acordou às 11 da manhã tocando minha bunda, eu estava de costas pra ele. - acorda, putinha, vamos dar uma rapidinha matinal e te levo pra sua dona. Continuou tocando minha bunda, afastou a calcinha, enfiou uns dedos no meu cu... caralho, e de conchinha senti ele enfiando o pau e de novo estava sendo fodida, nem doeu ao entrar e em duas bombadas de pau já estava gemendo, o que não esperava era sentir minha bunda cheia de porra quando ele gozou. - você não botou camisinha. - não. - porra, a gente pode pegar alguma coisa. - não se preocupa, putinha, eu sou saudável. Ele deu mais quatro pancadas, terminou de descarregar dentro de mim, tirou e colocou minha calcinha no lugar, na hora senti uma sensação estranha. - preciso ir urgente no banheiro, sinto algo esquisito na minha bunda. - calma, putinha, é normal, você tá expulsando minha porra. - por favor me deixa ir, é muito esquisito isso e vou ficar toda melada de porra. - é exatamente isso, que você melhe a calcinha com minha porra. - mas é muito desconfortável, preciso ir. - não posso te dizer nada, você já sabe por que fiz isso. Depois disso começou a tocar minha bunda por cima da calcinha, esfregando toda a gozada nela. - agora já pode ir ao banheiro se lavar, mas sem limpar sua calcinha, te acompanho pra você não me enganar. No banheiro me limpei bem a virilha, a calcinha estava encharcada de sêmen. - limpa um pouco, tá muito nojenta. Ele lavou o pau na minha frente, enquanto eu aproveitei pra fazer xixi, ele me olhando enquanto eu... Eu estava urinando sentada. - Me dá tesão te ver assim de calcinha abaixada e mijando, você está na posição perfeita para me dar um bom boquete. Ele se aproximou com o pau na mão, me pegou pela cabeça e enfiou na minha boca, me fazendo chupar. Eu já tinha me acostumado com isso desde que cheguei no apartamento dele, já tinha mamado várias vezes, e se continuasse assim meu hálito ia ficar com cheiro de pau por vários dias. Dessa vez quase nem deu tempo de chupar, ele fodeu minha boca até gozar dentro. Desde o dia anterior eu não tinha comido, e a única coisa no meu estômago era porra dele. - Você é uma putinha muito boa e muito submissa, é hora de se vestir, vou te levar para sua dona. Descemos para o estacionamento do prédio e ele me levou no carro até meu apartamento. Gloria abriu a porta com um camisolão curto, e Alberto estava sentado no sofá de cueca. - Olha, já está aqui a Susi, minha criada. Como foi? Imagino que bem, bom, agora o Ismael me explica. Para mim ela nem deu dois beijos, coisa que para o Ismael sim. - Como a Susi se comportou? - Muito bem, te devolvo ela feita uma mulher de verdade, como você pediu. Ela me chupou algumas vezes engolindo toda a porra, eu a comi outras tantas, e como você pediu, te trago ela cheirando a putinha, com a calcinha manchada da minha porra. Hoje de manhã presente ela com uma boa gozada no cu, é possível até que eu a tenha engravidado. - É verdade isso, Susi? - Sim - respondi com a cabeça baixa. - Assim você volta feita uma promíscua. Agora você sabe, tudo isso foi ideia minha. Agora, querida, como foi encomenda minha, abaixa essa calcinha linda para eu ver como seu macho deixou. Obedeci com vergonha e submissamente a abaixei, e ela revirou. - Hahaha, você voltou toda safada, mas tenho a sensação de que você gostou. Eu não sabia o que responder, só tinha vontade de chorar. - Responde, safadinha. - Sim. - Fico feliz em saber disso, porque olha, Alberto e Ismael dividem apartamento e toda sexta vamos fazer um intercâmbio sexual. Na sexta, Alberto vai vir passar o fim Fim de semana comigo, assim é que é um macho de verdade, e você Susi, como gosta de fazer a limpeza da casa? De saia e calcinha, por isso acabou assim. Vai passar com o Ismael, que gosta muito de você, e vai fazer as tarefas de casa quando não estiverem fodendo, claro. E assim nós duas vamos ter um bom macho, te parece bem?
- Não me parece bem, esta é minha casa.
- Aqui sou eu que decido, entendido? Aliás, a partir de hoje você vai dormir no outro quarto, o Alberto é muito ciumento e não quer que você durma comigo.
- Eu sou seu marido.
- Querido, você era. Olha como você está vestido, cheira a puta, calcinha impregnada de porra, você não é mais homem pra mim, só é uma mulher submissa que gosta de ser humilhada.
- Mas ainda sou seu marido.
- Sim, ainda é meu marido, mas também é a puta do Ismael, e vai me provar isso agora. Ajoelha, quero ver você chupar ele.
- Não vou fazer isso.
- Claro que vai, porque senão eu mando essa foto que acabei de tirar pra sua mãe e irmãs e digo que te peguei assim em casa com um homem.
- Isso é chantagem.
- Claro que é chantagem, então se comporte como a puta que é e chupa ele, se não quiser que eu acabe com sua vida.
Ela se aproximou, pegou meu ombro e me empurrou pra baixo. Obedeci e fiquei de joelhos na frente do Ismael.
- Vai lá, se sirva. Abaixa a calça dele e come um pouco.
Me sentia totalmente humilhada, mas a excitação de me sentir assim era mais forte. Desabotoei a calça do Ismael, abaixei junto com a cueca e, olhando pra Gloria, peguei com uma mão e levei à boca. Gloria acariciou minha cabeça quando comecei a chupar.
- Olha, Alberto, e não queria chupar. No final das contas, vai ser mais puta que eu. Vem, Alberto, fica do lado do Ismael, porque isso me deixou com tesão e eu também quero chupar algo.
Gloria se ajoelhou ao meu lado e começou a chupar o pau do Alberto. Foi o Ismael quem falou primeiro que ia gozar.
- Já estou gozando, puta.
- Goza na cara dela, Ismael. disse Gloria. Ismael tirou o pau da minha boca e começou a balançar ele na frente da minha cara. - olha pra mim e abre essa boquinha, putinha. De repente, começou a sair porra do pau dele, caindo na minha cara e na boca quando Alberto disse que também ia gozar. - goza na cara da Susi, que ela tá ansiosa. De repente, eu tinha dois paus na frente da cara, enchendo ela de porra, e Gloria já estava me filmando com o celular. Enquanto filmava, Gloria passou um dedo pela minha cara e me fez chupar ele com a porra dos dois. - toma porra, putinha. Alberto pegou a Gloria e apoiou ela na mesa, levantou o camisão, puxou a calcinha pra baixo e começou a comer ela. - olha Susi, isso é um macho de verdade. Ismael, fode essa sua putinha e coloca ela do outro lado da mesa, de frente pra mim, e mete nela pra gente se ver gozando. Ismael me colocou na mesa, levantou minha saia, afastou minha calcinha pro lado, me deu umas palmadas na bunda e meteu quase de uma vez. Ficamos uma de frente pra outra enquanto levávamos pau, Gloria já estava gemendo que nem uma louca e eu não demorei muito pra fazer o mesmo. Enquanto nos olhávamos a poucos centímetros de distância, Gloria aproximou a cabeça e começou a me beijar na boca enquanto éramos bem fodidas. Eles nos deram uns bons 15 minutos e eu recebi outra gozada na minha buceta. Fiquei jogada na mesa, bem arrebentada, com a cara da minha mulher na minha frente depois de ter sido comida na frente dela. O pior, ou melhor, era que estar assim tinha me agradado, já tinha percebido que eu curtia mais o sexo como mulher do que como homem. - que duas putinhas estamos feitas, né Susi? - é. - é que dá um prazer ser bem comida por um macho de verdade. Eu não disse mais nada, só fiquei olhando pra ela até que Alberto falou. - acho que a gente merece uma cerveja. - Susi, traz umas cervejas pros nossos homens. Fui pra cozinha e servi uma cerveja pra cada um. Eles tomaram rapidinho, se despediram da gente com um beijo de língua e ficamos sozinhas. Preparei a comida para as duas e depois de comer e ficarmos um tempo sentadas no sofá. - Vou tomar banho, Susi. O que acha se tomarmos banho juntas? - Vale. Pensei que poderia ser minha oportunidade de fazer sexo com ela e por isso disse que sim. Tirei a jaulinha depois de tirarmos a roupa, já dentro do chuveiro nos ensaboamos e decidi partir para o ataque e a beijei. - O que você está fazendo, Susi? - Te beijando, estou com vontade de fazer isso com você. - Já te disse que não teria sexo com você, só te vejo como uma amiga. - Mas, querida, eu ainda te amo e quero voltar a fazer sexo com você. - Tudo bem, mas vai ser como duas mulheres. - Como? - Vamos nos secar e quero que você fique bem sexy para mim com lingerie rosa, você tem a roupa no quartinho. Espera, primeiro vou colocar a jaula. - Não podemos fazer como antes? - Você não quer sexo? Tem que ser como se fôssemos lésbicas. - Tudo bem. Fui me vestir pensando que, mesmo assim, quando estivéssemos bem excitadas, ela me deixaria foder ela. Quando cheguei no quarto grande, ela me esperava de lingerie preta. - Você está muito linda, minha putinha, adoro como o rosa fica em você. - Obrigada. - Chega mais perto que vou colocar o cinto. - O cinto? - Claro, você não quer me foder? - Sim, mas, querida, sério, não com esse dildo. - Já te disse que não voltaria a ter sexo com você, você não é mais homem para mim e vestida assim duvido que seja para qualquer mulher. Então vem, quero que você me foda. Ela colocou o cinto em mim, deitou na cama bem aberta de pernas. - Vamos, Susi, você não quer me foder? Já estou pronta. Me senti totalmente humilhada, mas fodi minha mulher com o cinto. Quando ela se cansou: - Para já, gostei muito. Agora, madame, vá dormir no seu quarto. - Não posso ficar aqui dormindo com você? - Não, não posso mais dormir com você, Alberto não deixa e espero que ele não descubra o que aconteceu entre nós. - Mas, querida, você é minha esposa, vamos esquecer isso e seguir em frente. - Sinto muito, eu preciso de um homem e você, olhe para si, não é um faz tempo. Te vejo como uma... Tia, eu não estou gostando do sexo com você, aliás, essa manhã já vi tudo: vocês duas chupando pau e gemendo como duas cachorrinhas no cio enquanto nossos maridos comiam vocês. Então vá amadurecer no seu quarto e descanse, porque amanhã você tem que trabalhar.
- Bom, então vou indo, mas por favor pense bem em tudo isso. Eu posso voltar a ser Jesus e esquecer tudo isso.
- Já está tudo pensado. Pra mim você é Susi faz tempo, não posso ficar com um homem que anda de calcinha pela casa igual a mim.

Fui para o meu novo quarto meio triste, no banheiro tirei a maquiagem e fui dormir, mas dormi pouco, ficando remoendo tudo. De manhã me levantei para trabalhar e, ao procurar uma cueca para vestir, na gaveta só tinha calcinhas.
- Glória, bom dia, cadê minhas cuecas? Você não deixou elas na mesinha?
- Bom dia, Susi, joguei fora.
- Mas eu preciso delas para ir trabalhar.
- Achei que você ia de calcinha. No outro dia você chegou do trabalho e se trocou na minha frente, e estava de calcinha.
- É que eu fui algumas vezes de calcinha.
- E por que?
- A putaria de usar calcinha igual às minhas colegas de escritório, ficar do lado delas usando a mesma coisa que elas e pensar se as delas são tão bonitas quanto as minhas.
- E me diz, com certeza você fica com tesão no trabalho pensando nisso.
- Sim.
- Não esperava que você fosse tão puta, mas se você curte, agora não tem mais desculpa para ir de calcinha pro trabalho. É o único tipo de roupa íntima que você tem.
- Hoje não tem jeito mesmo, mas depois eu compro umas cuecas quando sair do trabalho.
- Tudo bem, Susi, tenha um bom dia.

Vesti uma calcinha preta de renda por baixo da minha roupa masculina e fui trabalhar. Era segunda-feira, e quando chegou a sexta, eu ainda estava indo de calcinha pro trabalho. Com o passar dos dias, a excitação de usar calcinha no trabalho foi diminuindo, já era normal usar calcinha 24 horas por dia. E nessa sexta à tarde, Ismael viria me buscar para passarmos o fim de semana juntos.

Continua...

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