Cuernos enormes en fin de año (Parte 3)

Olá! Deixamos aqui um gostinho do novo capítulo da história. Boas punhetas!Se chegarem até o final, e não gozarem antes, deixem pontos que ajudam pra caralho.


Pauli dançando sozinha na pista, quase em transe. Quando voltei, ela tava com um sorriso de orelha a orelha. "A Feli tá aqui", falou feito uma criança de 5 anos, como se fosse o Papai Noel. Me contou que tinha passado há pouco com os amigos e ela disse: "Mudou o visual, morena. Pena que tá com teu namorado." "Ela não faz ideia do que tá por vir", completou.
Eu conseguia ver as línguas de fogo da fogueira em que minha namorada tava se transformando. Tinha risco de incêndio naquela noite.
"Quero que me coma, corno. Vamos pra praia", falou e estendeu a mão pra me levar pro inferno com ela.


De mão dada como se fosse uma criança, ela me levou caminhando até a praia. Eu senti que a gente estava correndo. Caminhamos um pouco, nos adentrando na escuridão da praia. Era uma noite sem muita lua, o que nos permitiu ganhar tempo, já que não precisamos andar muito para que a luz não nos pegasse e ficássemos expostos.

Quando chegamos onde ela achou que era o lugar certo, parou de repente, ficou de frente, segurou meu rosto com as duas mãos e começou a me beijar com gosto. Eu levei minhas mãos até a cintura dela e encostei minha pélvis na dela, pra fazer ela sentir que eu já tava com o pau mais duro que a realidade. Ela soltou meu rosto e as mãos dela foram desesperadas procurar meu cinto. Que obstáculo pra essas situações o cinto! Pra Pauli deve ser o inimigo número um na vida dela. O trabalho que dá pra soltar e tirar! Ela tentava atrapalhada até que eu decidi ajudar e rapidamente desabotoei com um movimento de mágico. Não precisei ajudar com o resto, abrir os botões e abaixar a cueca foi mamão com açúcar. Meu pau apareceu na noite e Pauli se inclinou direto nele, ainda de pé, deixando as costas e a raba apontando pra cima. Minha mão pousou na cabeça dela, acariciando enquanto ela chupava meu pau com voracidade.

Ela parou todo o carinho que tava dando no meu pau, se levantou e levou as mãos rapidamente pra atacar o short dela, derrotando ele fácil enquanto se virava, ficando de costas pra mim e pro meu pau que apontava como uma flecha. "Chupa minha buceta um pouco", ela falou apressada, entregando que a chupada de pau que tinha me dado não passava de um trâmite pra lubrificar meu pau. Eu me agachei rápido, mas com cuidado pra não enterrar meu pau na areia e acabar com toda chance de terminar de devorar aquele manjar. Coloquei cada uma das minhas mãos em cada uma das nádegas dela, abrindo um pouquinho, pra deixar o caminho livre. Estiquei a língua bem fora de hora, com muita distância pra percorrer com meu rosto até encontrar a buceta da minha rainha, que a própria mente dela já tinha aberto brevemente. Chupei um pouco, com sérias intenções de continuar, quando umas batidas da mão dela na minha nuca me tiraram dali. "Vai, vai. Me come!", exclamou ela apressadíssima.

Me lamentando um pouco, me levantei, abri a rabeta dela, e enfiei a pica devagar, com cuidado, mas o mais rápido que consegui dentro da buceta. Senti que preenchia ela. Ela começou a se mexer rápido pra trás, como se estivesse me comendo a pica, batendo as nádegas contra meu abdômen de um jeito que o som parecia uma AK47 funcionando, com certeza. "Ah, ah ah, ah! Sim, sim, sim, sim! Que gostoso! Que gostoso! Me come! Me come!", dizia tentando não gritar. "Aahh! Que buceta divina que você tem, meu amor! Queria pica, né?", falei todo tesudo. "Siiiiiiim! Siiiiiiim!", respondeu ela toda entregue, sem parar de castigar meu abdômen com a rabeta.

A situação continuou assim até que, depois de gozar umas duas vezes, sem parar de me comer a pica com a buceta, a Pauli decidiu que minha pica não ia mais ficar dentro dela, tirou num movimento pra frente, e subiu rapidinho o short e a calcinha fio dental, me deixando com a pica apontando pras estrelas, e cara de não entender nada. "Já era, bebê, por enquanto. Voltamos pro baile?", disse estendendo a mão pra mim, e balançando ela me fazendo sinal pra me apressar.

Fiquei com a pica cheia do cheiro forte da buceta da Pauli. Guardei como pude, toda dura, possivelmente cheia de cheiro de buceta da Pauli, e saí atrás dela rumo à continuação da noite.

A Pauli ia decidida. Quando entramos no baile, o Felipe estava conversando com os amigos dele e um grupo de novinhas. A Pauli caminhou direto e começou a dançar a uns metros do grupo. Eu acompanhei ela fazendo segunda.

Ela começou a dançar ali, com olhares disfarçados pro cara, que por momentos não conseguia se controlava e a olhava com uma cara misturada de tesão e incredulidade. "Vai um pouquinho no banheiro", me disse dando uma piscadela. Não tive outra opção a não ser obedecer minha rainha, que estava em plena caçada, e fui pro banheiro não fazer nada além de me esconder. Fiquei lá um tempão.

Quando saí do banheiro e voltei, o amanhecer começava a encher de luz a pista da balada. Meu olhar foi pra onde deixei a Pauli e a vi lá, ainda dançando, mas com o magrelo atrás dela, colado, conversando, dançando, os dois sorrindo o tempo todo. Ficaram assim por um tempo, até que minha namorada pegou ele pela mão e o levou pra fora do banheiro, direto pra praia.

Não queria parecer um psicopata seguindo eles, mas não aguentei mais do que uns dois minutos na pista sem sair pra procurá-los. Saí da balada, coloquei os óculos escuros, porque o sol já tava saindo com força, e comecei a procurá-los com o olhar da porta da balada. Não demorei pra ver as duas cabeças deles, que apareciam de uma área rochosa que dava pra praia. Parece que a putaria não é amiga do bom senso, porque não escolheram um lugar bom pra se esconder. Mesmo assim, ninguém parecia notá-los, só eu.

Ficaram um tempinho conversando, como se olhassem o amanhecer, até que de repente começaram a se beijar. Primeiro foi bem devagar, mas depois começaram a se comer de boca com fúria, e as mãos dos dois começaram a atacar o corpo um do outro. Se beijavam no pescoço, primeiro um, depois o outro, enquanto a cabeça do outro olhava pro céu num sinal claro de putaria. Imaginei que com certeza ele tava enfiando os dedos na buceta dela em algum desses momentos. Podia apostar milhões que ela tava toda molhada e louca por uma pica jovem.

Ficaram assim por um tempo até que a cabeça da Pauli sumiu da minha vista por alguns minutos. A putinha tava chupando a pica de outro quase na vista de todo mundo. O risco de alguém vê-la e associar ela comigo me fez sentir um pouco de ansiedade, que foi totalmente vencida pelo tesão que eu tava sentindo. Tava pouco me fodendo parecer um corno manso na frente do balneário inteiro, se era o preço pra viver tudo aquilo.

Ficaram assim por um tempo até a cabeça da Pauli aparecer de novo no campo de visão. Se olharam por uns segundos e se levantaram os dois, arrumando a roupa. O cara ainda tava com o pau duro debaixo da bermuda. Dava pra ver clarinho da minha posição. Começaram a se mexer, vinham direto na minha direção. "Vamo pra cabana, meu amor, cê vem?", disse minha mina, que tava de mão dada com o magrelo, me incluindo num plano que já tava decidido.

Não lembro direito, mas não tenho lembrança do caminho até a casa. Na minha mente, a gente demorou segundos pra chegar. Abri a porta rápido, e os dois entraram de supetão direto pro sofá, e ficaram parados se apertando um contra o outro, se apalpando inteiros, com a língua de cada um fuçando a boca do outro. De repente, o arrombado começou a desabotoar o short da minha mina, virou ela, baixou o short e a fio dental até os joelhos ao mesmo tempo. Cuspiu na mão, levando ela pra buceta da minha mina, como se tivesse inspecionando se não precisava de mais lubrificação.

O cara puxou o pau. Tinha um pau muito bom. Não sei como a Pauli sempre consegue escolher no escuro uns caras que acabam tendo um puta pau. Será que as mulheres têm algum tipo de radar invisível pra achar eles? Se fosse assim, tava quebrado quando me conheceu.

O fato é que o picaudo tava ali, toda molhada pra ele, entregue demais. Tirou uma camisinha da bermuda, sem tirar ela inteira, e colocou. Me olhou e falou, "Com licença", e com a maior cara de arrogância que eu já vi, meteu o pau na minha mina pela primeira vez.

Isso continua! Tem mais escrito. Manda DM!

Deixa pontos que ajuda pra caralho!

Valeu, galera!

8 comentários - Cuernos enormes en fin de año (Parte 3)

Por Dios! Pauli! Musa de mis fantasías... espero ansioso la 2da parte de la experiencia!
exelente!!! ojala y subas la continuacion.. saludos desde gualeguaychu... pd :una bomba tu jermu
Me dejaste al palo papa.Van puntos
Pásate por los otros relatos! Que los disfrutes!