O calor de hoje me lembrou uns anos atrás, um dia de janeiro com aquele calor infernal que derruba qualquer um. Na época, eu trabalhava como motoboy, mas sem registro, e naquela semana minha moto tava no mecânico. Como não queria perder dia de serviço, fui trabalhar de bicicleta. Lá pelas 14h, quase terminando as entregas, do meu lado tinha uma moto apoiada no cavalete. Gritei pra avisar o cara, mas ele arrancou mesmo assim. Me esforcei pra alcançar ele no próximo semáforo, encostei do lado e avisei. Ele respondeu: "Ah, valeu, parceiro", e fez sinal de positivo. Fiquei mais tranquilo. Prestei mais atenção na pessoa: calça esportiva comprida e camisa da seleção. Achei que era um cara um pouco mais gordinho que eu. Seguindo caminho, encontro ele entregando um pacote. Sem capacete, vi que era uma mulher, uns quarenta e poucos anos, quase cinquenta, cabelo curto, gorda, mas com peitos caídos e sem bunda. De capacete, parecia um homem. Ela me viu, me reconheceu e sorriu. Na próxima quadra, a rua era toda subida. Eu já tava morto de cansado do dia. Num momento em que quase não conseguia mais pedalar, ela aparece do lado na moto, estende o braço e fala: "Segura aqui que te puxo até a esquina." Sem pensar duas vezes, agarrei o braço e subi os 50 metros que faltavam. Paramos na esquina e começou o papo: Ela: - Pesada a subida, né? Haha. Eu: - Pois é, ainda bem que você apareceu. Tô te devendo uma coca agora. Ela: - Prefiro uma cerveja, hein. Haha. Eu: - Mas beber e dirigir não pode. Ela: - Já terminei, acabei de entregar a última. Eu: - Eu também, tô voltando pra casa. Ela: - Ah, você é daqui perto? Eu também, moro a umas quadras daqui, alugo. Eu: - Não, ainda tenho uns quilômetros pra pedalar. Ela: - Então vai ter que parar pra se hidratar, porque se pegar outra subida dessas, não vou poder te ajudar. Eu: - É verdade, vai ser foda. Ela: - Então beleza, me segue que a gente toma algo gelado. Eu: - Fechou. Fui atrás dela. Ela parecia gente boa e, sinceramente, precisava dar uma parada antes de continuar. Andamos umas quadras até chegar numa banca com mesinhas do lado de fora. Paramos e ela me disse: "vem cá, é aqui". Achei que íamos sentar na banca, mas ela abriu o portão do lado e me convidou pra entrar — era a casa dela. Entrei com a bike, ela com a moto. Era um corredorzinho, passamos pela primeira porta e fomos até a segunda, onde ela estacionou a moto. Ela falou: "põe sua bike aqui do lado que eu amarro as duas". Entramos em casa e ela disse: "senta aí". Tinha um sofá e uma mesa com cadeiras de plástico. Sentei numa cadeira (me sentia muito suado, tava noiado com a ideia de estar com cheiro). Ela veio com a cerveja da cozinha, abriu com os dentes e perguntou: "cê bebe no bocal, né?" Falei que sim. Ela sentou no sofá e disse: "fica à vontade". Eu, sentado na cadeira, continuava suando, sentia a camiseta grudando no encosto da cadeira. Tomei um gole e devolvi, mas ela me segurou: "pera aí, que tô toda suada com esse calor". Tirou a camiseta e começou a secar as axilas. Tava com um sutiã esportivo daqueles que esmagam os peitos, pra não parecer que tem busto, era cinza, tava suado e tinha duas pintas num peito. As axilas tinham pelos, mas não peludas, só crescidos como se não depilasse há uns dias. Terminou de se ajeitar, pegou a cerveja, bebeu e me devolveu: — Você, imagino que deve ter suado pior ainda, pedalando desse jeito. — Sim, tô praticamente banhado, devo feder. Já falei. — Relaxa, não sinto cheiro. Mas se quiser, ali tem o chuveiro. — Já é, confiança demais, usava tudo. — Sério, pode usar de boa, te empresto uma toalha, assim fica confortável. Olha, essa breja não vamos tomar sozinhos, ainda falta você pagar a sua, então melhor ficar confortável pra beber. Achei a sequência estranha, mas topei. Ela me deu uma toalha, me levou pro banheiro, mostrou como era o chuveiro e disse pra usar à vontade o que precisasse (sabonete, xampu, condicionador). Comecei a tomar banho e não entendia nada, se era... Muito boa, ou se ela já queria algo (suspeitei desde que cheguei na casa dela). Depois fiquei lembrando do momento em que ela tirou a camiseta e fiquei com tesão, comecei a bater uma, imaginando a cena, mas parei pra me situar. Pouco depois, ela bate na porta. Pergunto "oi?", ela abre um pouco a porta e fala "deixa eu entrar pra mijar que tô apertada?", eu disse que sim e fechei um pouco mais a cortina. Ela entrou e sentou com pressa, ouvi como se fosse uma chuva de mijo e ela soltou um "aah" de alívio, e ouvi um jato mais fino. Eu precisava ver, derrubei o sabonete no chão pra pegar e espiar pela parte aberta da cortina. Ela tava sentada sem calça, a calcinha (uma preta) entre as pernas e o top esportivo, as mãos entre as pernas e olhando pra frente como se fizesse pressão pra mijar. Ela não chegou a me ver, ou pelo menos foi o que pensei. Depois de dar descarga, vejo um sabonete entrar no chuveiro e ela atrás, entrando, e fala "tá bom assim pra olhar, hein haha". Eu morria de vergonha, me sentia muito ousado, ela ria e falou "fica tranquilo, que é bom olhar". Ela olhava pro meu pau, eu tentei tapar mas não dava, ela tirou o top e entrou. Com nós dois no chuveiro, ela fala "vamos nos enxaguar", passou sabonete nas minhas costas, depois na barriga, se ajoelhou, com as mãos pegou nas minhas nádegas e começou a chupar meu pau, eu não sentia nada, não reagia. Eu ensaboei ela e chupava a buceta dela (totalmente depilada, uma delícia), queria compensar. Ela fala "vamos pro sofá". Já no sofá, ela me deita, começa a chupar e eu continuava sem sentir nada, desceu pras bolas e eu sentia melhor, ela batia uma enquanto fazia isso, até que começou a descer mais e acabou colocando a língua no meu cu, que prazer gostoso, lembro que ali fiquei bem duro, ela continuava batendo uma e eu totalmente entregue, me deixou de pernas abertas deitado e o cu à disposição. Ela começou a dedar, eu me me deixava levar e aos poucos ia enfiando mais, enquanto acariciava minhas bolas com a outra mão, minha pica tava tão dura, quando ela enfiou o dedo inteiro e começou a mexer, senti tanto prazer que de repente meu pau amoleceu, não gozei com a força que costumo, mas sim um fiozinho de porra escorrendo. Ela me disse "que piranha você é" enquanto continuava mexendo o dedo no meu cu e começou a chupar minha pica até ela ficar dura de novo. Quando já tava dura de novo, ela tirou o dedo do meu cu (senti dor ali) e montou em mim de frente. Tava com a buceta tão molhada e quente, escorregava e não parava de fazer barulho de fricção (chinelo molhado, gosto de chamar), ela gemia e me segurava pelo pescoço, quase me enforcando. Se mexia tão rápido que com o calor da pussy dela não aguentei e gozei tudo dentro, uma quantidade enorme, não parava de sentir, ela continuou se mexendo até meu pau amolecer completamente. Ela se levantou, enfiou os dedos na pussy, pegou na minha boca e disse "te fiz todo meu".
1 comentários - Enfiei no meu cu
Me encanta ese momento cuando te dicen "que putito resultaste"