Este é um relato dos meus tempos de balada... Numa sexta-feira, decidi sair sozinho porque meu amigo, com quem eu saía sempre, não quis por causa do cansaço. Pensei: "vou sair sozinho mesmo". Naquela época, já tinha começado a sair sem problema, ou às vezes ia com meu irmão para baladas em Quilmes, mas dessa vez fui sozinho para bares e baladas em Palermo, porque a noite fica muito boa com aquela mistura de brasileiras, chilenas, colombianas, peruanas, inglesas, francesas, americanas, etc. Nesse dia, fui num daqueles tours de bares que rolam nos fins de semana, onde você conhece gente legal, vai a três bares e termina numa balada muito recomendável, sério. Lembro que no segundo bar era o Chupitos, que ficava na Gorriti, se não me engano — agora tiraram e tem um tal de Bárbara Come ou algo assim. Lá, conheci um grupinho de chilenas. Tomei o clássico drink chamado Pamela Anderson: uma bebida que te vendam os olhos e te fazem tomar um licor branco imitando sêmen, servido com um pênis de plástico que tem um buraco por onde o licor entra na boca. Gravei tudo, e uma delas falou: "Ai, me passa o vídeo, que legal!" Beleza, total que me deram o número e começamos a conversar. Nisso, ela me disse que ia para uma balada, ou melhor, uma discoteca chamada "Brook", na rua Juan B. Justo, quase chegando na Niceto Vega — que também fechou por causa das obras de elevação do trem San Martín, que passa atrás do lugar. Total que, quando ela falou que ia para lá, me deu vontade de dar um abraço nela, e ela se surpreendeu. Isso gerou, obviamente, um contato que te adianta muito na conquista — o toque físico é muito importante para ir escalando no sexo com qualquer mulher e, assim, terminar com ela na cama, se tudo der certo, claro. A reação dela foi: "Que isso, cara?" kkkk. Essa mina era muito gostosa, loira, do sul de Santa Cruz, acho, e veio estudar na UBA, morava em Belgrano. Me disse que os pais pagavam o aluguel, aí estudava aqui em Buenos Aires. Resumo: continuamos no tour de bares e passamos nos três, tudo tranquilo, dançando, conhecendo minas, zoando com conhecidos que fui fazendo ao sair à noite e que encontrava pelos bares. Chego no Brook, última balada da noite, umas 3 e pouco da manhã, encontro ela e me chama pra tomar um champanhe que tava tomando com as amigas. Daí, depois de um tempo, a gente se beijou, conversando, zoando, a noite tava acabando. Ela pergunta de onde eu era, se morava longe, se sou de Avellaneda. Falo que sim, aí ela diz: "Sou de Belgrano, moro sozinha, e é suave." Falei. Saímos da balada, as amigas foram pra um lado, pedimos um táxi e fomos pra casa dela. Fomos direto pra cama. Maravilhosa, ela loira, rabão carnudo, do jeito que eu gosto, por isso cheguei pra puxar papo com o grupo de amigas dela. O que me chamou atenção foi a bunda dela, hahaha, 🍑😋. Resumo: transamos, foi muito bom, e ficou como um tesão gostoso que foi ótimo. Não vi mais ela à noite, mas se um dia encontrar, espero comer ela de novo e me entregar naquele cuzão divino que ela tinha, hahaha. O nome dela é Magali, uma loira divina, hahaha. Bom, muito obrigado por ler meu relato, tenho vários outros, mas é difícil escrever e as palavras saírem, haha. Saudações, gente linda do Poringa...
3 comentários - Rubia de la UBA