Abuso das feministas parte 2 Relato fictício, podem ver a primeira parte no post anterior.
Outra que ficou na mira foi a Luly, uma modelo de 19 anos, amiga da Celeste, mas que ainda não tinha confirmado participação. Mesmo assim, a mina era uma gostosa do caralho, então a gente aproveitou a situação. Ela era de Rosário e tava em Buenos Aires com a mãe. Depois de investigar nas últimas semanas, descobrimos que tinha um cara de uns 40 anos que perseguia ela, mandava cartas e seguia pra todo lado. Tava preso. A gente entrou em contato com ele e explicou a situação, com um plano pra seguir: levaríamos ela pra um lugar que a gente tinha nos arredores e, como pagamento, deixaríamos ele se divertir um pouco com ela. O nome dele era Ernesto, tinha mais ou menos 1,70, era corpulento mas com barriga e meio careca.
Ele nos contou que até tinha tentado sequestrar ela, mas não deu certo, acabou preso na época e já tava há uns meses nessa. Tava totalmente obcecado por ela. Naquele momento, a Juli tava sozinha na cidade e preferiu não contar essa situação pra família pra não preocupar eles, já que tavam no interior. Isso tinha acontecido no ano anterior.
Voltando ao presente, o Ernesto conseguiu conhecer a mãe da July e marcaram um encontro. A mãe se chamava Andrea, tinha 47 anos, sofria de uma doença grave e estava muito mal. Por causa disso, ela ficou um pouco surpresa com o encontro, mas ao mesmo tempo contente, sem imaginar as verdadeiras intenções dele.
Juli, quando ficou sabendo, também ficou muito feliz pela mãe. Ela não estava passando por um bom momento, por isso se alegrou tanto.
— Mãe!! Você estava escondendo ele!! Quero conhecer!!
— No fim de semana, Juli, trago ele pra jantar. — respondeu, sorrindo.
Ela estava muito contente, fazia tempo que estava sozinha e merecia uma pessoa boa do lado dela, que cuidasse dela.
Naquela sexta, ela ia sair com umas amigas. Vestiu uma saia preta curtinha, rodada, uma regata que não tampava o umbigo e uns saltos altos. Já trocada, estava trocando mensagens com as amigas, acertando os últimos detalhes, quando ouviu a mãe gritar lá de baixo:
— Julii, cheguei, desce pra cumprimentar!!
Ela desceu rápido, ansiosa pra conhecer o parceiro da mãe. Quando terminou de descer as escadas, deu de cara com Ernesto, o cara que tinha tentado sequestrá-la.
Tremeu por um instante, ficou paralisada. O coração começou a bater como se quisesse pular pra fora do peito, de tanto susto de ter ele na frente dela, tão perto. Juli não acreditava que ele estava solto, enquanto ele sorria de forma vil, o olhar dele despindo ela.
A mãe falou pra quebrar o silêncio que tinha se formado:
— Minha filha Juli, ele é o Ernesto.
— Ahhhh. — respondeu ela, sem conseguir se mexer ainda.
As mãos suavam de nervoso, e ela sentia o rosto ficar vermelho, por mais que tentasse disfarçar.
— Juli, não vai cumprimentar direito? — disse a mãe, e a voz ecoava na cabeça dela pra todo lado.
— Oi. — falou timidamente e se virou pra ir embora.
— Juli! Assim não se cumprimenta, acho que não te ensinei isso!! — disse a mãe, furiosa.
Juli, por dentro, queria gritar, mas não podia fazer nada ali. Só pensava no quão estúpida tinha sido por não ter contado nada pra mãe antes.
Ela se aproximou dele, quase tremendo, tentou fazer o mais rápido possível, embora parecesse que tudo passava em câmera lenta. Ele encostou o bigode na bochecha dela e deu um beijo bem forte.
Um frio de medo impossível de descrever percorreu o corpo dela.
— Vejo que vai sair. — disse a mãe, séria.
— Sim. — respondeu, corada.
— Aonde você vai? Assim vestida?! Essa saia tá muito curta, não acha, Jani? —Ai, mãe, tá linda assim, vou com minhas amigas, cê sabe que a gente é de boa. Nessa hora, Ernesto fala —Andrea, não se preocupa, as minas de hoje saem assim, até que fica muito bem nela! E quando a mãe não tá olhando, o sem noção pisca um olho pra ela, os nervos dele tavam terríveis.
— Fica pra comer? Minha mãe perguntou. — Fico. Respondi. — Então sentem-se os dois que vou buscar a comida, põe a mesa por favor, Juli. Ela fez o que a mãe pediu, mas ia e vinha da cozinha tremendo quase, sentia o olhar de Ernesto em cada parte do corpo dela. Num momento em que ia pra cozinha, virou rápido e viu ele tentando se abaixar pra ver mais além da saia curtinha dela. Isso acabou de deixar ela desconfortável e ainda mais nervosa. Entrou na cozinha e tentou ficar até a mãe sair com a comida, não queria voltar a levar coisas, ficava dando voltas procurando supostamente umas paradas. Aí a mãe fala — Juli, o que cê tá fazendo aqui? Se já terminou, vai pra lá, não deixa nosso convidado sozinho! Ela voltou com o que faltava e sentou na frente dele. Ele sorria safado, sentia como se ele estivesse despindo ela, como se ele pudesse sentir tudo que ela tava sentindo naquele momento, e ela se sentia fraca diante dele.
— Como é que você tem passado, Juli? E suas fãs da passarela, como vão? — disse ele diretamente, enquanto piscava um olho pra mim.
— Bem, obrigada. — respondi da forma mais seca e desprezível possível.
— Você não sabe o feio que é a cadeia, Juli. — falou ele num tom baixinho. Mas ficou olhando pra ela como se tivesse ódio. Ela ficou gelada com o que ele disse, sentia o coração pulsando, querendo sair do peito.
— A comida já tá pronta!! — gritou a mãe da cozinha.
Depois de comer, o que ela quase não conseguiu fazer, a mãe se apoiou no ombro do Ernesto e disse:
— Que bom que você gostou da Juli, né? Ernesto é um doce, viu?!
— Hum... Sim. — respondeu ela, sorrindo fingindo estar tranquila, embora gritasse por dentro e fosse óbvio que aquele depravado não era doce nenhum.
— Andrea, você tem uma filha linda, igual a você! — disse Ernesto, sem tirar os olhos de cima dela. Ela estava com um nó na garganta. Terminaram de comer e Juli não tinha conseguido comer quase nada, o estômago estava fechado.
— Juli, você não comeu nada!! Eu te falei que tem que comer, essa besteira de modelagem que não deixam você comer!! — disse a mãe irritada, e continuou:
— Ernesto, não te contei, minha filha é modelo. Eu não gosto muito dessa exposição toda, mas enfim, ela sabe o que faz.
— AAAAAhhh. Mas deixa ela aproveitar a juventude e o corpo dela. — respondeu Ernesto, enquanto a despia com os olhos.
—Bom, vou me trocar, vamos ao cinema. Juli, não vai assim, o Ernesto não pode ficar sozinho aqui embaixo. — Disse a mãe, levantou e foi pro quarto. Ela sentiu medo de ficar sozinha com aquele maluco, mas tentou parecer calma. Começou a recolher as coisas do jantar, o silêncio era sepulcral, horrível. Foi tirando os pratos e só faltava o dela, se aproximou pra pegar e naquele instante sentiu a mão dele na perna, olhou rápido e ele sorria de forma vil, o coração dela parou na hora. Tirou a mão dele o mais rápido que pôde. — Que mau humor hoje, hein, gostosa? Quer ajuda? — Não, obrigada, eu dou conta sozinha! — Respondeu alto pra aquele desgraçado. — Só faltam poucas coisas, vou ajudar mesmo assim, sou um cavalheiro. — Disse o maldito. Pegou mais uns troços que sobravam e seguiu ela até a cozinha, ela sentia os passos dele atrás e isso arrepiava a pele dela, ter ele tão perto. Largou as coisas na pia e naquele momento sentiu ele ainda mais perto, quando quase virou, Ernesto agarrou ela pela cintura e apertou ela contra a bancada.
-Fica quietinha! Disse no ouvido dela com um tom ameaçador. Comecei a sentir o volume dele por cima da minha saia, tentando encaixar entre minhas nádegas. Ela tentou se virar e, com uma mão, puxá-lo pra trás, mas a força dele era maior, e ele sussurrou no ouvido dela -Shhh, neném, senão sua mãe vai ficar sabendo! Depois, agarrou ela pela cintura e apertou mais contra ele, se esfregando nela. O coração dela batia a mil por hora e ela tava morrendo de medo do que aquele cara poderia ser capaz.
De repente, escuta um barulho na casa da mãe e na mesma hora ele se afastou dela, mas com as duas mãos agarrou a bunda dela com força, apertando por baixo da saia, e depois soltou. Juli saiu correndo da cozinha assustada, as pernas tremendo, só queria ir embora. Ia caminhando até a porta quando encontra a mãe descendo. — Já vai, Juli? Não foi mal-educada com o Ernesto, foi? — Não. Respondeu seca e meio corada. Subiu no banheiro, e depois foi embora quando as amigas passaram para buscá-la. A noite foi divertida e ajudou ela a esquecer o mau momento que tinha passado em casa.
No dia seguinte, tudo estava bem, ela conversava com a mãe sobre vários assuntos sem problemas. A semana passou sem sustos, a mãe não tinha convidado aquele cara de novo e quase não o mencionava. Até que na sexta-feira ela disse: — Você vai ficar pra jantar hoje, Juli? O Ernesto vem, ou você vai sair com as meninas? Ela hesitou por um momento, porque deixar a mãe sozinha com aquele maluco em casa também não era algo que ela gostasse, então preferiu ficar e não sair com as amigas. — Vou ficar, mãe. — disse ela. — Ótimo, vou ligar pro Ernesto pra ele vir mais cedo e a gente passar uma noite agradável, e você vai conhecê-lo melhor. — respondeu a mãe. Juli suspirou de raiva, mas como a mãe ia estar presente, ela se sentia mais aliviada. Subiu pro quarto pra se trocar, sabendo que aquele doente ia vir, tentou usar roupas pouco provocantes, mas infelizmente pra ela, quase todas as roupas dela eram assim, então vestiu uma calça jeans e uma blusa simples, nada chamativo. Claro que a calça jeans era justa, já que ela não tinha outras.
Chegando a hora, toca a campainha. A mãe, como sempre no banheiro se arrumando, gritou:
— Jani, deve ser o Ernesto, vai abrir pra ele, por favor, já vou descer!!
Caminhei até a porta nervosa, minhas pernas quase bambearam. Cheguei na porta, suspirei fundo, criei coragem e abri. Ele me olhou com uma careta nojenta e disse:
— Oi, gostosa, como cê tá?
Segurou meu rosto rápido e me deu um beijo na bochecha, mas bem perto da boca. Eu olhei pra ele com desprezo e fiz ele entrar sem falar nada, tava furiosa. Ele esperou eu fechar a porta e disse:
— Vai, bonita, anda na frente que eu quero ver essa bunda linda que tu tem!!
Juli levou ele pra sala, onde ele sentou, e ela decidiu subir. Quando tava indo embora, Ernesto agarrou o pulso dela, impedindo ela de se mexer.
— Guria!! Se comporta, se não quiser que sua mãe passe muito mal!! Aprendi um monte de coisa na cadeia por sua causa.
Ele falou sério, olhando fixo nos meus olhos. Minhas pernas começaram a tremer, tava com muito medo, não sabia o que fazer nem falar, até que ele disse:
— Me solta, lixo, tá me machucando!
— Solto se você fizer o que eu mando! — ele respondeu.
— Juro que grito!! — falei, desafiando ele.
— Se gritar, você e sua mãe vão se ferrar, então fica bonitinha, sobe e bota uma roupa mais confortável, gosto de olhar essas pernas e essa bunda.
Depois ele piscou o olho e me soltou. Subi fervendo de raiva, mas com medo, então fiz o que ele pediu e troquei o jeans, colocando um shortinho curto e justo que deixava bem à mostra as pernas.
Passo pelo banheiro, e a mãe dela ainda não tinha terminado de se arrumar, então resolvi descer. Precisava tomar um copo d'água e acalmar os nervos. Quando passei pela cozinha, o maldito do Ernesto deu um assobio e depois começou a rir. Enquanto bebia água, comecei a verificar se a comida não estava queimando. Nesse momento, senti a porta da cozinha abrir e me virei rapidamente. Era o Ernesto vindo na minha direção com uma cara de tesão do caralho, me olhando de cima a baixo e esfregando a virilha. Instintivamente, olhei e vi um volume considerável marcado, e voltei a encará-lo. Ele se aproximava devagar, como se estivesse curtindo me ver com medo. Quando chegou do meu lado, disse: — Assim de perto você fica ainda mais gostosa!! E riu no meu ouvido. Ele esticou uma mão e apertou minha bunda com força. Tentei me soltar e bati nele para ele tirar a mão. Nesse momento, ele segurou meu golpe e levou minha mão até o volume dele. — Senti como você me deixa tesudo, sua gostosa!!! Falou quase babando. Eu tentava me debater para não tocar, mas ele era mais forte. — Tesuda do caralho, como você me excita, não aguento mais!!! Dizia com uma voz de quem estava adorando ter minha mão no pau dele.
— Me solta, filho da puta! — disse ela com raiva e impotência.
— Se comporta direito!!! O que eu te falei?!? — respondeu ele, olhando nos olhos dela de forma ameaçadora.
Quase tremendo de medo, ela ficou paralisada, esperando que a mãe descesse e a salvasse. Parecia que o tempo tinha congelado, não passava. De repente, ouviu barulho na escada: a mãe devia estar descendo, ele disse. Naquele momento, Ernesto soltou ela e foi para a sala de jantar. Ela suspirou aliviada, mas o coração ainda disparado.
A mãe entrou na cozinha sorrindo, coitada, não sabia do inferno que ela estava vivendo.
— Você trocou de roupa, vai sair? — perguntou ao notar que ela tinha trocado a calça.
— Troquei, sim, mas não vou sair, é que tá calor, por isso troquei. — respondeu ela, já sem saber o que inventar pra esconder a situação.
Depois de comer, Ernesto disse:
— Amor, vai se trocar, eu arrumo tudo com a Jani.
Ele começou a levantar a mesa, e ela ficou sentada lá, com cara de poucos amigos. Antes de ir se trocar, a mãe disse:
— Jani, me promete que vai ajudar e tratar bem o Ernesto.
— Ok. — respondi sem vontade.
Ela se levantou, fingindo que ia pra cozinha, e quando a mãe subiu, ficou sentada ali pra não ver aquele cara. De repente, sentiu ele se aproximar por trás, colocar as mãos nos ombros dela e mantê-la sentada. Ela ficou gelada. Então ele disse no ouvido dela:
— Não fica tão tensa, meu amor. Ouviu o que sua mãe falou? Me trata bem. Ouviu direito?
O ar de superioridade dele irritou ela, e ela respondeu:
— Sim! Ouvi, mas acho que você consegue sozinho.
Aí sentiu a língua dele passar pela orelha dela. A pele dela se arrepiou, e ela virou a cabeça pra ele não continuar.
Nesse momento, peguei ela pelo cabelo com força e dei um beijo no pescoço dela, e depois sussurrei no ouvido dela com um tom safado: — Você não faz ideia do quanto me excita, sua puta!! — Então sai de perto de mim pra esfriar um pouco, seu idiota!! — Ela respondeu indignada. — Idiota eu? — Ele respondeu — Idiota e bruto, essa noite vou ser bruto com a sua mãe, mas pensando em você, sua puta!! — Seu nojento!!! — Ela disse. E então Juli se levantou e foi pro quarto. Ele se levantou, segurou o braço dela impedindo que ela se mexesse, agarrou ela pela cintura e a girou, deixando ela colada na frente dele. — Me solta, seu filho da puta! — Ela gritou e olhou pra ele desafiando.
— Senti como você me deixa, sua putinha gostosa!!! — ele falou com um tom firme. Sentia o pau dele contra ela e começou a sentir medo e nojo ao mesmo tempo, ficando desesperada por não conseguir se soltar das mãos dele. De repente, as mãos dele desceram até a bunda dela e apertaram com força. — Me solta, por favor!!! — ela disse, quase tremendo. — Você gosta, sua puta, eu sei pelo jeito que me olha, pelo jeito que se vestia pra mim!!! Você gosta de me provocar, eu sei!!! Juli tentou se soltar, mas ele a segurava apertada contra ele, e cada vez mais ela estava com medo, não sabia do que aquele cara era capaz. De repente, ele enfiou uma das mãos entre as pernas dela. Ela ficou em choque, paralisada de medo, um frio percorreu suas costas e então ela reagiu, dizendo: — Por favor, não faz isso. Os nervos dela estavam à flor da pele, ela começou a se mexer mais, tentando tirá-lo de cima dela. De repente, ouviram barulhos lá em cima. Naquele momento, ele a soltou, e Juli começou a andar para trás, se ajeitou um pouco e quase saiu correndo para o quarto dela. Queria se afastar daquele doente.
Ela se trancou no quarto, indignada, puta da vida e odiando ele. Sentia um ódio imenso e uma impotência fodida, porque sabia que não podia fazer nada. Ficou no quarto batendo papo e navegando na internet, já tinham passado umas horas e ela pensou em ir dormir, quando de repente o celular dela começou a tocar. Era a mãe. Rapidamente atendeu, preocupada. — Alô? — falou. — Sua puta. — respondeu a voz rouca do Ernesto. A pele dela arrepiou e o coração começou a bater forte. — Sabe que tô me divertindo pra caralho com sua mãe? Haha — ele disse. — Você é um nojento infeliz — respondeu ela, irritada. Quando ia perguntar por que ele tava ligando, ele falou: — Gostosa, fica ligada aí ouvindo o que vem. Vou imaginar que é você agora. Escuta! Ela levou a mão à boca e ficou paralisada, com o ouvido colado no alto-falante do celular. Dava pra ouvir a voz da mãe e do Ernesto, mas não entendia direito o que diziam. Depois de uns minutos, ela ouviu: — AAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYGGGGGGGGGGGG!!!!!!!!!!!! Para, Ernesto, PARAAAAA!!! AAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYY PARAAAAA UM POUCOO!! AGGGGYYYYYYYYYYYYYYY!!!! Naquela hora, ela desligou a chamada ao ouvir aqueles gritos, e o medo e o horror tomaram conta dela por completo. Aquele cara era um depravado do caralho, ela tinha que dar um jeito nessa merda. No dia seguinte, durante o almoço, ela não sabia como puxar o assunto com a mãe. A mãe tava super feliz e não deu brecha pra tocar no tema, só perguntou.
— E como foi a noite passada?
— Foi boa, tudo muito lindo — respondeu ela.
— Ela vem hoje à noite? — perguntei.
— Não, o Ernesto viajou, vai ficar fora do país até semana que vem.
Aquelas palavras foram um alívio pra Juli. Depois subiu pro quarto mais aliviada, aquela notícia tinha deixado ela feliz e mais tranquila, sabendo que nem ela nem a mãe veriam o cara por pelo menos uma semana. De repente, o celular começou a tocar.
— Alô?
— Alô, senhorita Jani? — disse uma voz feminina bem agradável.
— Ah, sim, quem fala?
— Tô ligando da Top Model Internacional. Queria saber se hoje à noite a senhorita poderia fazer a substituição de uma modelo, no Hotel Sun da cidade.
— Claro — respondeu animada.
— Conhece o Hotel Sun?
— Claro, já estive lá antes — disse se fazendo de entendida.
— A gente começa às 21h. Na recepção, peça um quarto que vai estar no seu nome. Vamos usar os quartos do hotel como camarim, já que não tem muita estrutura pra esse tipo de desfile.
— Estarei no hotel pontualmente — disse contente.
— Só uma coisa, Jani: venha com uma roupa bonita, porque vamos fazer sua ficha pra eventos futuros, pode ser?
— Pode deixar, vou sim — respondeu.
Rapidamente, começou a ver o que podia vestir pra impressionar. Revirou o armário inteiro até decidir usar o que sabia que ia matar: umas sandálias de salto alto, uma saia branca bem curta e justa, uma regata rosa apertada por cima e uma boina rosa.
Se olhei no espelho e sabia que causava impacto, teria que ir de casaco, não podia sair assim na rua. Quando chegou no hotel, percebeu que não era o que imaginava, mas foi direto pra recepção. — Boa tarde, vim pro evento da Top Model International. — Ahhh sim, deixaram um recado sobre uma entrevista, qual é o seu nome? — disse o homem da recepção. — Juli. — falou. — Ah sim, quarto 667, sexto andar. — Ok, obrigada. — disse e foi embora. Enquanto subia no elevador, pensou: “Que estranho um quarto? O hotel deve estar lotado? Bom, deve ser que a garota que me chamou pra entrevista está hospedada aí, talvez.” Chegou na porta, abriu e viu uma luz acesa no fundo, mas era um quarto comum. — Olá?! — perguntou… Mas ninguém respondeu, entrou e fechou a porta, caminhou até onde estava mais iluminado, era muito estranho. De repente, sentiu a porta se abrir atrás dela, virou pra ver e ficou paralisada. Era o Ernesto entrando no quarto, sorrindo de forma vil. — Veio, gatinha!! — disse ele. O coração dela disparou ao máximo enquanto ele se aproximava. Ela deu alguns passos pra trás e perguntou assustada: — Você não tava viajando? — Hahaha, pra sua mãe sim!! Sua mãe é uma gostosa, ouviu ela no celular outro dia?! — disse ele sorrindo. Ela fez uma careta de desprezo, mas não soube o que responder. Só disse: — O que você quer?! — Lembra como sua mãe gritava outro dia? — disse ele com um tom arrogante. — Lembro, sim. — respondeu seca. — Hoje você vai gritar muito mais que ela!! Hahahaha. Ele se aproximou e agarrou ela com força. — Não!! Me solta!!! — gritou ela. — Mas o que você pensa, girl?! Que porque você é uma gostosa pode me desprezar?! — Ele agarrou o cabelo dela e puxou, os olhos dele estavam esbugalhados, como se injetados de ódio. — Tá me machucando!!! — gritou assustada. — Cala a boca!! Você não sabe o quão feia é a cadeia!! Por ser uma garota que me esquentou, acabei preso, agora você vai saber o que é sentir, sua feminazi de merda!! — Me solta, me deixa, pelo amor!! — começou a implorar.

Nesse momento ele grita -vadia, cala a boca ou eu te calo!! E deu um empurrão nela, fazendo ela cair na cama. Ela ficou paralisada, os nervos percorriam todo o corpo dela e ela mal conseguia se mexer. -Que pernas de puta você tem!! Ele dizia enquanto os olhos dele continuavam injetados de sangue. A cara de tesão dele era terrível, os lábios estavam molhados, quase babando. O corpo dela estava tenso, ela estava com muito medo. As mãos dele começaram a tocar as pernas dela e ele começou a levantar a saia dela, a Juli tentou abaixar e empurrar ele com as pernas.


- Não, mamãe!! Finalmente te peguei!! Hoje ninguém vai te salvar! Hahaha, ele dizia com um tom de alegria e triunfo. Entre lágrimas, ela disse -Por favor, não… -Olha a fio dental que você tá usando, colocou pra me provocar, né?!?! Ele perguntava, todo alucinado, gritando, excitado. Juli ficou olhando pra ele, paralisada de medo. Então ele enfiou a mão debaixo da saia dela e começou a arrancar a fio dental aos puxões, enquanto ria às gargalhadas. Naquele momento, ele parou pra olhar e disse, ainda mais excitado. -Mmm, que gostosa você tá!! Olha que putinha você é, se depila toda porque sabe que eu gosto assim!!

-ME DEIXA EM PAZ, SEU LOUCO FILHO DA PUTA!! Gritei, tirando coragem de onde não tinha. -CALA A BOCA, VAGABUNDA!! Ele gritou ainda mais alto. Desceu da cama e depois baixou as calças. Naquele momento, Juli tentou se levantar, pensando que talvez pudesse escapar, mas ele agarrou ela pelos cabelos e, gritando, jogou ela de volta na cama.

Ela começou a soluçar morta de medo e olhou para o lado, se deparando com o pau grosso e cabeçudo dele. Arregalou os olhos de susto, nunca tinha visto um de um cara mais velho assim. Ele pareceu ler a mente dela, porque pegou no próprio pau e disse: — Gostou do tamanhão, princesa?! Depois se aproximou, agarrou ela pelo pescoço e puxou pra perto dele, começou a esfregar aquele pau nojento no rosto dela. Juli fechou os olhos e virou o rosto pro lado. Nessa hora, ele segurou a cara dela com força e gritou: — Se tentar fazer merda, eu te mato!! E sua mãe também!! Aí começou a bater com o pau cada vez mais forte na cara dela. Juli tentou segurar as mãos dele e se soltar, mas era impossível. Então ele aproveitou e colocou a ponta do pau nos lábios carnudos dela, empurrando devagar.
—Abre essa boca, porra!! —gritou. E depois apertou os dois lados da mandíbula dela, forçando-a a abrir de qualquer jeito. Conseguiu enfiar o pau na boca dela com dificuldade, mas o filho da puta tinha conseguido. Ele olhava pra cara dela, parecia possuído, dava um medo danado, e ela pensava: "por que comigo?" —Chupa!! Sei que você queria isso, sei sim!!! Olha pra mim, caralho, com esses olhos verdes enormes que você tem!! Depois começou a se mover mais forte, como se tivesse comendo a boca dela, tentando fazer ela engolir até o fundo, mas como era grosso pra caralho, não dava. Juli sentia que quase sufocava, mas ele continuava como se nada. —Sei que você gosta!! Isssooo, assiiimmm!!! —gritava pra ela entre risadas e gargalhadas. Uma das mãos dele começou a apertar os peitos dela, ela tentou se soltar, mas era impossível. Ela começou a chorar e cada vez tinha mais medo do que aquele cara seria capaz. De repente, ele parou, agarrou ela pelos cabelos, puxando com força, e começou a se mexer com o pau dentro da boca dela até chegar perto da mesa de cabeceira.

Com uma mão, ele abriu a gaveta, pegou uma câmera e começou a fotografar, apontando pra ela enquanto continuava com o pau na minha boca. - MMMGgggggggggg!!! Tentei gritar, mas não conseguia. Naquele momento, ele tirou de dentro da minha boca. E finalmente ela conseguiu respirar melhor, puxou o ar enquanto tossia um pouco. - Se prepara, putinha!! Não vou ter pena de você!! Ele gritou. E então empurrou ela pra trás, subiu em cima dela e se colocou entre as pernas dela.
— Não, por favor, para, eu te imploro! — disse entre lágrimas.
— Cê pensa o quê, loirinha, que vai continuar me desprezando?! Que eu sou muito pouco pra poder te possuir!!! — gritou ele, furioso.
Juli não respondeu e desabou num mar de lágrimas.
— Me responde!!! Sou tão lixo assim pra uma garota gostosa como você?! — e naquele momento enfiou o dedo indicador na porta do cu dela, fazendo doer.
— AIIII! — ela gritou.
— Responde, porra!!! — ele berrou de novo.
— Já, por favor, me deixa. — disse ela, chorando. Enquanto pensava: "Não pode ser que isso tá acontecendo comigo."
— Você não sabe quanto eu desejei isso!!! — ele gritava, excitado. E então começou a encaixar o pau na entrada da buceta dela.
— Não, não, não, faz isso não, por favor. — gritou ela, tentando empurrá-lo pra trás com as mãos, mas não conseguiu nem movê-lo. E então sentiu que ele empurrou com força, entrando com violência.
— Aaaiiiii!!! — ela berrou. E depois jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos.
Ele agarrou as mãos dela e as levou pra cima da cabeça dela, apertando-as contra o colchão, e colocou todo o peso do corpo em cima dela. Então começou um movimento forte, tentando entrar o máximo possível.

Juli continuava chorando cada vez mais, não conseguia parar de chorar. —Sente!! Sente como eu te fodo, sua puta!! Você merece por me deixar com tesão!! —Aiiiiiiiiii!!! Aiiiiii!! Ela gritava enquanto sentia cada estocada forte dele. —Toma! Toma! Ele gritava como um louco. Ela continuava de olhos fechados e chorando, na cabeça dela giravam muitas coisas, ela se sentia perdida e culpada por não ter feito algo pra evitar aquilo. Naquele momento, ele se levantou um pouco de cima dela e agarrou as pernas dela, colocando-as nos ombros, e aí começou o pior: ele começou a comer ela violentamente, sem controle.

-AAaaahhhhhhhhhhh aii!! Gritei. -Não, puta!! Você queria isso!! Tomaaa!! Tá sentindo meu pau dentro de você!?!? Eu falava. -AAhhhhayyy chega, pelo amor de Deus!! Ela continuava implorando. -Não tem piedade!!! Culpa sua, eu passei muito mal na cadeia!!! Toma, raposinha!! Gritei puto. -Aahhhyyy ahhhhh!! Ela continuava gritando com cada estocada. De repente, o rosto dela ficou meio vermelho e ele gemeu, ela achou que ele ia gozar e, com lágrimas, pediu. -Dentro não, pelo amor de Deus, não!!!! -Vai ser onde eu quiser, merda!!! Toma, puta piranha!! -Ahhhhh!!! De repente, naquele momento, ele tirou o pau rapidinho, segurou as duas mãos dela com a dele e começou a bater punheta na cara dela até gozar. -AAahhhhh toma, puta!! Toma!!! Ele gritava. Enquanto o corpo dele começava a jorrar aquele líquido nojento no rosto dela. Juli prendeu a respiração e fechou os olhos com força, sentiu um nojo danado, mas também alívio por ter acabado.
Depois ele pegou a câmera de novo e começou a tirar um monte de fotos. Juli ficou estirada na cama, chorando e se encolheu em posição fetal, se sentindo suja. Enquanto ouvia Ernesto gritar: — Consegui!! Sabia que ia ter você, sua puta!! Hahaha — e ria às gargalhadas. Depois de um tempo, ele sai, ela ouve ele falando no celular, não conseguia se mexer de medo, mas sabia que tinha que sair dali. Passaram alguns minutos quando ele volta. Se aproximou dela, fazendo ela morrer de medo de novo, quase tremeu ao sentir ele perto. Ele coloca a mão no rosto dela e começa a espalhar o resto do líquido dele pelo rosto dela enquanto ri. Ela não o impediu porque continuava dura de medo. — Agora vem a melhor parte, gostosa!! — ele gritou, fazendo ela morrer ainda mais de medo. E tirou algo do criado-mudo, então a agarrou e virou ela de bruços. — Vem a melhor parte, sua putinha!! O que eu tanto queria e pelo que fui pra cadeia!! — ele dizia rindo. De repente, ela ouviu um barulho de fita adesiva sendo rasgada, rapidamente ele pegou as duas mãos dela com as dele e começou a enrolá-las com fita por cima das costas, deixando Juli com o rosto e os peitos contra o colchão e a bunda apontando pra cima.
— Chega, por favor, eu imploro!! —disse ela entre lágrimas, suplicando.
—Quando você me mandou pra cadeia, não teve pena!! Lembra!! —gritou ele.
Os gritos dele a assustavam ainda mais, ela não sabia do que aquele louco era capaz. De repente, sentiu um dos dedos dele começando a roçar a entrada do cu dela. Tentou se mexer e sair daquela posição, mas era impossível. Ele agarrou as nádegas dela e passou a língua no buraquinho dela com insistência, enquanto dizia:
—Que gostoso que é!! Vai doer, pode ter certeza, mas você vai gostar!! Haha
Um arrepio percorreu todo o corpo dela. Ela estava com muito medo e, entre os dentes, insistiu:
—Não!! Por aí não!! Eu imploro!
—Na cadeia, cansei de comer uns caras pensando que era você, e agora finalmente te tenho!!! —disse ele aos berros de tanto rir.
—Nããão, pelo amor de Deus!! —gritou ela, desesperada.
De repente, sentiu ele enfiar um dedo com força, fazendo doer. Ele começou a meter e tirar sem parar, até que parou. Sentiu as mãos dele abrindo as nádegas dela e começou a sentir a língua dele passando uma e outra vez sobre o buraquinho. Um arrepio percorreu o corpo dela. Juli estava aterrorizada enquanto sentia que ele se divertia e ria de tê-la assim, indefesa e com medo. Ela estava completamente nas mãos dele.
Ele ficou vários minutos fazendo aquilo, até que parou. Sentiu ele subir no colchão e se posicionar atrás dela.
—Nããão!! Não, por favor!! —gritou ela, suplicando de novo.
—Cala a boca, gostosa!! Isso é o que eu mais quero, por isso fui pra cadeia, e agora finalmente tenho isso. Vou arrebentar esse seu cu!! Hahahahaha —gritava ele, morrendo de rir.
Juli explodiu num mar de lágrimas. Sabia que não tinha escolha, não tinha jeito nem salvação. As mãos dele se apoiaram na cintura dela e a empurraram para baixo. Ele ficou quase em cima dela e disse:
—Vou meter até o talo, sua putinha, vou deixar enterrado mais de uma hora nessa sua bunda!!
Naquele momento, Juli fechou os olhos e apertou os dentes. Começou a sentir uma pressão insuportável no traseiro, parecia interminável. Sentia as paredes do cu dela se abrindo... resistiam receber aquele membro invasor. Começou a se engasgar de tanto chorar e gritar, e de repente sentiu um empurrão. A cabeça do pau dele penetrou à força e isso fez ela gritar como nunca na vida AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYY!!!!! AAAAAGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYYY!! Ele, longe de parar, continuava empurrando todo o pau gordo dele pra dentro, Juli podia ouvir os gemidos de prazer dele e a risada nojenta. Não aguentava mais a dor, pensou que ia desmaiar, quando nesse momento sente a pélvis dele batendo na bunda dela. Ernesto esticou a mão e agarrou ela pelos cabelos, puxando pra trás e disse -Tá gostando? Tá tudo dentro, o que cê sente agora que perdeu a virgindade? -AAAhhhhhhhhgggggggggggggggggggggggg, tira isso, filho da puta, não aguento mais, pelo amor de Deus! -Tá bom, vou tirar devagar! Disse Juli. Conforme ele ia tirando o pau, ela sentia um alívio, se sentia totalmente cheia, empalada e destruída por dentro, de repente o maldito enfiou tudo de novo até bater a pélvis dele na bunda dela, fazendo ela soltar outro grito desgarrador.
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYY!!! AAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGYYY!!! AAAGGYY!!! Girei como pude e vi a cara do Ernesto, parecia um doente mental se divertindo como nunca, enquanto ela sentia que não aguentava mais, sentia o membro enorme dele dentro dela rasgando tudo. Ela olhou pra ele com desprezo de novo e falou -Agora, loirinha, aguenta tudo que puder!! E ele começou a bombar com muita força, tirava quase tudo e enfiava de novo até as bolas de uma vez, pra Juli era uma eternidade, ela não sentia as pernas nem o corpo, só sentia as estocadas selvagens do Ernesto que usava ela como um objeto de prazer, até que num momento ele parou, agarrou as bundas dela e empurrou até o fundo, esperou e gozou um rio de porra dentro dela. Na hora, Juli desmaiou por um tempo. Acordou depois chorando, Ernesto olhava pra ela fumando um cigarro já vestido e com um sorriso macabro no rosto. Quando viu, ele se aproximou e falou. -Nem uma palavra sobre isso, Juli, senão sua mãe vai se ferrar!! Não acredito que finalmente consegui te comer, putinha, adorei!! Você é uma delícia!!
E aí foi embora rindo. Deixando ela ali largada naquele colchão, chorando sem consolo. Continua... *Comentem se quiserem que eu solte uma parte 3 dessa série de contos e com quem vocês gostariam. Sai uma dessas 4, a mais votada. Se for assim, eu posto durante a semana. Abraços.
Valentina
Rocio
Malena
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Outra que ficou na mira foi a Luly, uma modelo de 19 anos, amiga da Celeste, mas que ainda não tinha confirmado participação. Mesmo assim, a mina era uma gostosa do caralho, então a gente aproveitou a situação. Ela era de Rosário e tava em Buenos Aires com a mãe. Depois de investigar nas últimas semanas, descobrimos que tinha um cara de uns 40 anos que perseguia ela, mandava cartas e seguia pra todo lado. Tava preso. A gente entrou em contato com ele e explicou a situação, com um plano pra seguir: levaríamos ela pra um lugar que a gente tinha nos arredores e, como pagamento, deixaríamos ele se divertir um pouco com ela. O nome dele era Ernesto, tinha mais ou menos 1,70, era corpulento mas com barriga e meio careca.
Ele nos contou que até tinha tentado sequestrar ela, mas não deu certo, acabou preso na época e já tava há uns meses nessa. Tava totalmente obcecado por ela. Naquele momento, a Juli tava sozinha na cidade e preferiu não contar essa situação pra família pra não preocupar eles, já que tavam no interior. Isso tinha acontecido no ano anterior.
Voltando ao presente, o Ernesto conseguiu conhecer a mãe da July e marcaram um encontro. A mãe se chamava Andrea, tinha 47 anos, sofria de uma doença grave e estava muito mal. Por causa disso, ela ficou um pouco surpresa com o encontro, mas ao mesmo tempo contente, sem imaginar as verdadeiras intenções dele.
Juli, quando ficou sabendo, também ficou muito feliz pela mãe. Ela não estava passando por um bom momento, por isso se alegrou tanto. — Mãe!! Você estava escondendo ele!! Quero conhecer!!
— No fim de semana, Juli, trago ele pra jantar. — respondeu, sorrindo.
Ela estava muito contente, fazia tempo que estava sozinha e merecia uma pessoa boa do lado dela, que cuidasse dela.
Naquela sexta, ela ia sair com umas amigas. Vestiu uma saia preta curtinha, rodada, uma regata que não tampava o umbigo e uns saltos altos. Já trocada, estava trocando mensagens com as amigas, acertando os últimos detalhes, quando ouviu a mãe gritar lá de baixo:
— Julii, cheguei, desce pra cumprimentar!!
Ela desceu rápido, ansiosa pra conhecer o parceiro da mãe. Quando terminou de descer as escadas, deu de cara com Ernesto, o cara que tinha tentado sequestrá-la.
Tremeu por um instante, ficou paralisada. O coração começou a bater como se quisesse pular pra fora do peito, de tanto susto de ter ele na frente dela, tão perto. Juli não acreditava que ele estava solto, enquanto ele sorria de forma vil, o olhar dele despindo ela.
A mãe falou pra quebrar o silêncio que tinha se formado:
— Minha filha Juli, ele é o Ernesto.
— Ahhhh. — respondeu ela, sem conseguir se mexer ainda.
As mãos suavam de nervoso, e ela sentia o rosto ficar vermelho, por mais que tentasse disfarçar.
— Juli, não vai cumprimentar direito? — disse a mãe, e a voz ecoava na cabeça dela pra todo lado.
— Oi. — falou timidamente e se virou pra ir embora.
— Juli! Assim não se cumprimenta, acho que não te ensinei isso!! — disse a mãe, furiosa.
Juli, por dentro, queria gritar, mas não podia fazer nada ali. Só pensava no quão estúpida tinha sido por não ter contado nada pra mãe antes.
Ela se aproximou dele, quase tremendo, tentou fazer o mais rápido possível, embora parecesse que tudo passava em câmera lenta. Ele encostou o bigode na bochecha dela e deu um beijo bem forte.
Um frio de medo impossível de descrever percorreu o corpo dela.
— Vejo que vai sair. — disse a mãe, séria.
— Sim. — respondeu, corada.
— Aonde você vai? Assim vestida?! Essa saia tá muito curta, não acha, Jani? —Ai, mãe, tá linda assim, vou com minhas amigas, cê sabe que a gente é de boa. Nessa hora, Ernesto fala —Andrea, não se preocupa, as minas de hoje saem assim, até que fica muito bem nela! E quando a mãe não tá olhando, o sem noção pisca um olho pra ela, os nervos dele tavam terríveis.
— Fica pra comer? Minha mãe perguntou. — Fico. Respondi. — Então sentem-se os dois que vou buscar a comida, põe a mesa por favor, Juli. Ela fez o que a mãe pediu, mas ia e vinha da cozinha tremendo quase, sentia o olhar de Ernesto em cada parte do corpo dela. Num momento em que ia pra cozinha, virou rápido e viu ele tentando se abaixar pra ver mais além da saia curtinha dela. Isso acabou de deixar ela desconfortável e ainda mais nervosa. Entrou na cozinha e tentou ficar até a mãe sair com a comida, não queria voltar a levar coisas, ficava dando voltas procurando supostamente umas paradas. Aí a mãe fala — Juli, o que cê tá fazendo aqui? Se já terminou, vai pra lá, não deixa nosso convidado sozinho! Ela voltou com o que faltava e sentou na frente dele. Ele sorria safado, sentia como se ele estivesse despindo ela, como se ele pudesse sentir tudo que ela tava sentindo naquele momento, e ela se sentia fraca diante dele.
— Como é que você tem passado, Juli? E suas fãs da passarela, como vão? — disse ele diretamente, enquanto piscava um olho pra mim. — Bem, obrigada. — respondi da forma mais seca e desprezível possível.
— Você não sabe o feio que é a cadeia, Juli. — falou ele num tom baixinho. Mas ficou olhando pra ela como se tivesse ódio. Ela ficou gelada com o que ele disse, sentia o coração pulsando, querendo sair do peito.
— A comida já tá pronta!! — gritou a mãe da cozinha.
Depois de comer, o que ela quase não conseguiu fazer, a mãe se apoiou no ombro do Ernesto e disse:
— Que bom que você gostou da Juli, né? Ernesto é um doce, viu?!
— Hum... Sim. — respondeu ela, sorrindo fingindo estar tranquila, embora gritasse por dentro e fosse óbvio que aquele depravado não era doce nenhum.
— Andrea, você tem uma filha linda, igual a você! — disse Ernesto, sem tirar os olhos de cima dela. Ela estava com um nó na garganta. Terminaram de comer e Juli não tinha conseguido comer quase nada, o estômago estava fechado.
— Juli, você não comeu nada!! Eu te falei que tem que comer, essa besteira de modelagem que não deixam você comer!! — disse a mãe irritada, e continuou:
— Ernesto, não te contei, minha filha é modelo. Eu não gosto muito dessa exposição toda, mas enfim, ela sabe o que faz.
— AAAAAhhh. Mas deixa ela aproveitar a juventude e o corpo dela. — respondeu Ernesto, enquanto a despia com os olhos.

—Bom, vou me trocar, vamos ao cinema. Juli, não vai assim, o Ernesto não pode ficar sozinho aqui embaixo. — Disse a mãe, levantou e foi pro quarto. Ela sentiu medo de ficar sozinha com aquele maluco, mas tentou parecer calma. Começou a recolher as coisas do jantar, o silêncio era sepulcral, horrível. Foi tirando os pratos e só faltava o dela, se aproximou pra pegar e naquele instante sentiu a mão dele na perna, olhou rápido e ele sorria de forma vil, o coração dela parou na hora. Tirou a mão dele o mais rápido que pôde. — Que mau humor hoje, hein, gostosa? Quer ajuda? — Não, obrigada, eu dou conta sozinha! — Respondeu alto pra aquele desgraçado. — Só faltam poucas coisas, vou ajudar mesmo assim, sou um cavalheiro. — Disse o maldito. Pegou mais uns troços que sobravam e seguiu ela até a cozinha, ela sentia os passos dele atrás e isso arrepiava a pele dela, ter ele tão perto. Largou as coisas na pia e naquele momento sentiu ele ainda mais perto, quando quase virou, Ernesto agarrou ela pela cintura e apertou ela contra a bancada.
-Fica quietinha! Disse no ouvido dela com um tom ameaçador. Comecei a sentir o volume dele por cima da minha saia, tentando encaixar entre minhas nádegas. Ela tentou se virar e, com uma mão, puxá-lo pra trás, mas a força dele era maior, e ele sussurrou no ouvido dela -Shhh, neném, senão sua mãe vai ficar sabendo! Depois, agarrou ela pela cintura e apertou mais contra ele, se esfregando nela. O coração dela batia a mil por hora e ela tava morrendo de medo do que aquele cara poderia ser capaz.
De repente, escuta um barulho na casa da mãe e na mesma hora ele se afastou dela, mas com as duas mãos agarrou a bunda dela com força, apertando por baixo da saia, e depois soltou. Juli saiu correndo da cozinha assustada, as pernas tremendo, só queria ir embora. Ia caminhando até a porta quando encontra a mãe descendo. — Já vai, Juli? Não foi mal-educada com o Ernesto, foi? — Não. Respondeu seca e meio corada. Subiu no banheiro, e depois foi embora quando as amigas passaram para buscá-la. A noite foi divertida e ajudou ela a esquecer o mau momento que tinha passado em casa.
No dia seguinte, tudo estava bem, ela conversava com a mãe sobre vários assuntos sem problemas. A semana passou sem sustos, a mãe não tinha convidado aquele cara de novo e quase não o mencionava. Até que na sexta-feira ela disse: — Você vai ficar pra jantar hoje, Juli? O Ernesto vem, ou você vai sair com as meninas? Ela hesitou por um momento, porque deixar a mãe sozinha com aquele maluco em casa também não era algo que ela gostasse, então preferiu ficar e não sair com as amigas. — Vou ficar, mãe. — disse ela. — Ótimo, vou ligar pro Ernesto pra ele vir mais cedo e a gente passar uma noite agradável, e você vai conhecê-lo melhor. — respondeu a mãe. Juli suspirou de raiva, mas como a mãe ia estar presente, ela se sentia mais aliviada. Subiu pro quarto pra se trocar, sabendo que aquele doente ia vir, tentou usar roupas pouco provocantes, mas infelizmente pra ela, quase todas as roupas dela eram assim, então vestiu uma calça jeans e uma blusa simples, nada chamativo. Claro que a calça jeans era justa, já que ela não tinha outras.
Chegando a hora, toca a campainha. A mãe, como sempre no banheiro se arrumando, gritou: — Jani, deve ser o Ernesto, vai abrir pra ele, por favor, já vou descer!!
Caminhei até a porta nervosa, minhas pernas quase bambearam. Cheguei na porta, suspirei fundo, criei coragem e abri. Ele me olhou com uma careta nojenta e disse:
— Oi, gostosa, como cê tá?
Segurou meu rosto rápido e me deu um beijo na bochecha, mas bem perto da boca. Eu olhei pra ele com desprezo e fiz ele entrar sem falar nada, tava furiosa. Ele esperou eu fechar a porta e disse:
— Vai, bonita, anda na frente que eu quero ver essa bunda linda que tu tem!!
Juli levou ele pra sala, onde ele sentou, e ela decidiu subir. Quando tava indo embora, Ernesto agarrou o pulso dela, impedindo ela de se mexer.
— Guria!! Se comporta, se não quiser que sua mãe passe muito mal!! Aprendi um monte de coisa na cadeia por sua causa.
Ele falou sério, olhando fixo nos meus olhos. Minhas pernas começaram a tremer, tava com muito medo, não sabia o que fazer nem falar, até que ele disse:
— Me solta, lixo, tá me machucando!
— Solto se você fizer o que eu mando! — ele respondeu.
— Juro que grito!! — falei, desafiando ele.
— Se gritar, você e sua mãe vão se ferrar, então fica bonitinha, sobe e bota uma roupa mais confortável, gosto de olhar essas pernas e essa bunda.
Depois ele piscou o olho e me soltou. Subi fervendo de raiva, mas com medo, então fiz o que ele pediu e troquei o jeans, colocando um shortinho curto e justo que deixava bem à mostra as pernas.
Passo pelo banheiro, e a mãe dela ainda não tinha terminado de se arrumar, então resolvi descer. Precisava tomar um copo d'água e acalmar os nervos. Quando passei pela cozinha, o maldito do Ernesto deu um assobio e depois começou a rir. Enquanto bebia água, comecei a verificar se a comida não estava queimando. Nesse momento, senti a porta da cozinha abrir e me virei rapidamente. Era o Ernesto vindo na minha direção com uma cara de tesão do caralho, me olhando de cima a baixo e esfregando a virilha. Instintivamente, olhei e vi um volume considerável marcado, e voltei a encará-lo. Ele se aproximava devagar, como se estivesse curtindo me ver com medo. Quando chegou do meu lado, disse: — Assim de perto você fica ainda mais gostosa!! E riu no meu ouvido. Ele esticou uma mão e apertou minha bunda com força. Tentei me soltar e bati nele para ele tirar a mão. Nesse momento, ele segurou meu golpe e levou minha mão até o volume dele. — Senti como você me deixa tesudo, sua gostosa!!! Falou quase babando. Eu tentava me debater para não tocar, mas ele era mais forte. — Tesuda do caralho, como você me excita, não aguento mais!!! Dizia com uma voz de quem estava adorando ter minha mão no pau dele.
— Me solta, filho da puta! — disse ela com raiva e impotência. — Se comporta direito!!! O que eu te falei?!? — respondeu ele, olhando nos olhos dela de forma ameaçadora.
Quase tremendo de medo, ela ficou paralisada, esperando que a mãe descesse e a salvasse. Parecia que o tempo tinha congelado, não passava. De repente, ouviu barulho na escada: a mãe devia estar descendo, ele disse. Naquele momento, Ernesto soltou ela e foi para a sala de jantar. Ela suspirou aliviada, mas o coração ainda disparado.
A mãe entrou na cozinha sorrindo, coitada, não sabia do inferno que ela estava vivendo.
— Você trocou de roupa, vai sair? — perguntou ao notar que ela tinha trocado a calça.
— Troquei, sim, mas não vou sair, é que tá calor, por isso troquei. — respondeu ela, já sem saber o que inventar pra esconder a situação.
Depois de comer, Ernesto disse:
— Amor, vai se trocar, eu arrumo tudo com a Jani.
Ele começou a levantar a mesa, e ela ficou sentada lá, com cara de poucos amigos. Antes de ir se trocar, a mãe disse:
— Jani, me promete que vai ajudar e tratar bem o Ernesto.
— Ok. — respondi sem vontade.
Ela se levantou, fingindo que ia pra cozinha, e quando a mãe subiu, ficou sentada ali pra não ver aquele cara. De repente, sentiu ele se aproximar por trás, colocar as mãos nos ombros dela e mantê-la sentada. Ela ficou gelada. Então ele disse no ouvido dela:
— Não fica tão tensa, meu amor. Ouviu o que sua mãe falou? Me trata bem. Ouviu direito?
O ar de superioridade dele irritou ela, e ela respondeu:
— Sim! Ouvi, mas acho que você consegue sozinho.
Aí sentiu a língua dele passar pela orelha dela. A pele dela se arrepiou, e ela virou a cabeça pra ele não continuar.

Nesse momento, peguei ela pelo cabelo com força e dei um beijo no pescoço dela, e depois sussurrei no ouvido dela com um tom safado: — Você não faz ideia do quanto me excita, sua puta!! — Então sai de perto de mim pra esfriar um pouco, seu idiota!! — Ela respondeu indignada. — Idiota eu? — Ele respondeu — Idiota e bruto, essa noite vou ser bruto com a sua mãe, mas pensando em você, sua puta!! — Seu nojento!!! — Ela disse. E então Juli se levantou e foi pro quarto. Ele se levantou, segurou o braço dela impedindo que ela se mexesse, agarrou ela pela cintura e a girou, deixando ela colada na frente dele. — Me solta, seu filho da puta! — Ela gritou e olhou pra ele desafiando.
— Senti como você me deixa, sua putinha gostosa!!! — ele falou com um tom firme. Sentia o pau dele contra ela e começou a sentir medo e nojo ao mesmo tempo, ficando desesperada por não conseguir se soltar das mãos dele. De repente, as mãos dele desceram até a bunda dela e apertaram com força. — Me solta, por favor!!! — ela disse, quase tremendo. — Você gosta, sua puta, eu sei pelo jeito que me olha, pelo jeito que se vestia pra mim!!! Você gosta de me provocar, eu sei!!! Juli tentou se soltar, mas ele a segurava apertada contra ele, e cada vez mais ela estava com medo, não sabia do que aquele cara era capaz. De repente, ele enfiou uma das mãos entre as pernas dela. Ela ficou em choque, paralisada de medo, um frio percorreu suas costas e então ela reagiu, dizendo: — Por favor, não faz isso. Os nervos dela estavam à flor da pele, ela começou a se mexer mais, tentando tirá-lo de cima dela. De repente, ouviram barulhos lá em cima. Naquele momento, ele a soltou, e Juli começou a andar para trás, se ajeitou um pouco e quase saiu correndo para o quarto dela. Queria se afastar daquele doente.
Ela se trancou no quarto, indignada, puta da vida e odiando ele. Sentia um ódio imenso e uma impotência fodida, porque sabia que não podia fazer nada. Ficou no quarto batendo papo e navegando na internet, já tinham passado umas horas e ela pensou em ir dormir, quando de repente o celular dela começou a tocar. Era a mãe. Rapidamente atendeu, preocupada. — Alô? — falou. — Sua puta. — respondeu a voz rouca do Ernesto. A pele dela arrepiou e o coração começou a bater forte. — Sabe que tô me divertindo pra caralho com sua mãe? Haha — ele disse. — Você é um nojento infeliz — respondeu ela, irritada. Quando ia perguntar por que ele tava ligando, ele falou: — Gostosa, fica ligada aí ouvindo o que vem. Vou imaginar que é você agora. Escuta! Ela levou a mão à boca e ficou paralisada, com o ouvido colado no alto-falante do celular. Dava pra ouvir a voz da mãe e do Ernesto, mas não entendia direito o que diziam. Depois de uns minutos, ela ouviu: — AAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYGGGGGGGGGGGG!!!!!!!!!!!! Para, Ernesto, PARAAAAA!!! AAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYY PARAAAAA UM POUCOO!! AGGGGYYYYYYYYYYYYYYY!!!! Naquela hora, ela desligou a chamada ao ouvir aqueles gritos, e o medo e o horror tomaram conta dela por completo. Aquele cara era um depravado do caralho, ela tinha que dar um jeito nessa merda. No dia seguinte, durante o almoço, ela não sabia como puxar o assunto com a mãe. A mãe tava super feliz e não deu brecha pra tocar no tema, só perguntou.
— E como foi a noite passada? — Foi boa, tudo muito lindo — respondeu ela.
— Ela vem hoje à noite? — perguntei.
— Não, o Ernesto viajou, vai ficar fora do país até semana que vem.
Aquelas palavras foram um alívio pra Juli. Depois subiu pro quarto mais aliviada, aquela notícia tinha deixado ela feliz e mais tranquila, sabendo que nem ela nem a mãe veriam o cara por pelo menos uma semana. De repente, o celular começou a tocar.
— Alô?
— Alô, senhorita Jani? — disse uma voz feminina bem agradável.
— Ah, sim, quem fala?
— Tô ligando da Top Model Internacional. Queria saber se hoje à noite a senhorita poderia fazer a substituição de uma modelo, no Hotel Sun da cidade.
— Claro — respondeu animada.
— Conhece o Hotel Sun?
— Claro, já estive lá antes — disse se fazendo de entendida.
— A gente começa às 21h. Na recepção, peça um quarto que vai estar no seu nome. Vamos usar os quartos do hotel como camarim, já que não tem muita estrutura pra esse tipo de desfile.
— Estarei no hotel pontualmente — disse contente.
— Só uma coisa, Jani: venha com uma roupa bonita, porque vamos fazer sua ficha pra eventos futuros, pode ser?
— Pode deixar, vou sim — respondeu.
Rapidamente, começou a ver o que podia vestir pra impressionar. Revirou o armário inteiro até decidir usar o que sabia que ia matar: umas sandálias de salto alto, uma saia branca bem curta e justa, uma regata rosa apertada por cima e uma boina rosa.

Se olhei no espelho e sabia que causava impacto, teria que ir de casaco, não podia sair assim na rua. Quando chegou no hotel, percebeu que não era o que imaginava, mas foi direto pra recepção. — Boa tarde, vim pro evento da Top Model International. — Ahhh sim, deixaram um recado sobre uma entrevista, qual é o seu nome? — disse o homem da recepção. — Juli. — falou. — Ah sim, quarto 667, sexto andar. — Ok, obrigada. — disse e foi embora. Enquanto subia no elevador, pensou: “Que estranho um quarto? O hotel deve estar lotado? Bom, deve ser que a garota que me chamou pra entrevista está hospedada aí, talvez.” Chegou na porta, abriu e viu uma luz acesa no fundo, mas era um quarto comum. — Olá?! — perguntou… Mas ninguém respondeu, entrou e fechou a porta, caminhou até onde estava mais iluminado, era muito estranho. De repente, sentiu a porta se abrir atrás dela, virou pra ver e ficou paralisada. Era o Ernesto entrando no quarto, sorrindo de forma vil. — Veio, gatinha!! — disse ele. O coração dela disparou ao máximo enquanto ele se aproximava. Ela deu alguns passos pra trás e perguntou assustada: — Você não tava viajando? — Hahaha, pra sua mãe sim!! Sua mãe é uma gostosa, ouviu ela no celular outro dia?! — disse ele sorrindo. Ela fez uma careta de desprezo, mas não soube o que responder. Só disse: — O que você quer?! — Lembra como sua mãe gritava outro dia? — disse ele com um tom arrogante. — Lembro, sim. — respondeu seca. — Hoje você vai gritar muito mais que ela!! Hahahaha. Ele se aproximou e agarrou ela com força. — Não!! Me solta!!! — gritou ela. — Mas o que você pensa, girl?! Que porque você é uma gostosa pode me desprezar?! — Ele agarrou o cabelo dela e puxou, os olhos dele estavam esbugalhados, como se injetados de ódio. — Tá me machucando!!! — gritou assustada. — Cala a boca!! Você não sabe o quão feia é a cadeia!! Por ser uma garota que me esquentou, acabei preso, agora você vai saber o que é sentir, sua feminazi de merda!! — Me solta, me deixa, pelo amor!! — começou a implorar.

Nesse momento ele grita -vadia, cala a boca ou eu te calo!! E deu um empurrão nela, fazendo ela cair na cama. Ela ficou paralisada, os nervos percorriam todo o corpo dela e ela mal conseguia se mexer. -Que pernas de puta você tem!! Ele dizia enquanto os olhos dele continuavam injetados de sangue. A cara de tesão dele era terrível, os lábios estavam molhados, quase babando. O corpo dela estava tenso, ela estava com muito medo. As mãos dele começaram a tocar as pernas dela e ele começou a levantar a saia dela, a Juli tentou abaixar e empurrar ele com as pernas.


- Não, mamãe!! Finalmente te peguei!! Hoje ninguém vai te salvar! Hahaha, ele dizia com um tom de alegria e triunfo. Entre lágrimas, ela disse -Por favor, não… -Olha a fio dental que você tá usando, colocou pra me provocar, né?!?! Ele perguntava, todo alucinado, gritando, excitado. Juli ficou olhando pra ele, paralisada de medo. Então ele enfiou a mão debaixo da saia dela e começou a arrancar a fio dental aos puxões, enquanto ria às gargalhadas. Naquele momento, ele parou pra olhar e disse, ainda mais excitado. -Mmm, que gostosa você tá!! Olha que putinha você é, se depila toda porque sabe que eu gosto assim!!

-ME DEIXA EM PAZ, SEU LOUCO FILHO DA PUTA!! Gritei, tirando coragem de onde não tinha. -CALA A BOCA, VAGABUNDA!! Ele gritou ainda mais alto. Desceu da cama e depois baixou as calças. Naquele momento, Juli tentou se levantar, pensando que talvez pudesse escapar, mas ele agarrou ela pelos cabelos e, gritando, jogou ela de volta na cama.

Ela começou a soluçar morta de medo e olhou para o lado, se deparando com o pau grosso e cabeçudo dele. Arregalou os olhos de susto, nunca tinha visto um de um cara mais velho assim. Ele pareceu ler a mente dela, porque pegou no próprio pau e disse: — Gostou do tamanhão, princesa?! Depois se aproximou, agarrou ela pelo pescoço e puxou pra perto dele, começou a esfregar aquele pau nojento no rosto dela. Juli fechou os olhos e virou o rosto pro lado. Nessa hora, ele segurou a cara dela com força e gritou: — Se tentar fazer merda, eu te mato!! E sua mãe também!! Aí começou a bater com o pau cada vez mais forte na cara dela. Juli tentou segurar as mãos dele e se soltar, mas era impossível. Então ele aproveitou e colocou a ponta do pau nos lábios carnudos dela, empurrando devagar.
—Abre essa boca, porra!! —gritou. E depois apertou os dois lados da mandíbula dela, forçando-a a abrir de qualquer jeito. Conseguiu enfiar o pau na boca dela com dificuldade, mas o filho da puta tinha conseguido. Ele olhava pra cara dela, parecia possuído, dava um medo danado, e ela pensava: "por que comigo?" —Chupa!! Sei que você queria isso, sei sim!!! Olha pra mim, caralho, com esses olhos verdes enormes que você tem!! Depois começou a se mover mais forte, como se tivesse comendo a boca dela, tentando fazer ela engolir até o fundo, mas como era grosso pra caralho, não dava. Juli sentia que quase sufocava, mas ele continuava como se nada. —Sei que você gosta!! Isssooo, assiiimmm!!! —gritava pra ela entre risadas e gargalhadas. Uma das mãos dele começou a apertar os peitos dela, ela tentou se soltar, mas era impossível. Ela começou a chorar e cada vez tinha mais medo do que aquele cara seria capaz. De repente, ele parou, agarrou ela pelos cabelos, puxando com força, e começou a se mexer com o pau dentro da boca dela até chegar perto da mesa de cabeceira.

Com uma mão, ele abriu a gaveta, pegou uma câmera e começou a fotografar, apontando pra ela enquanto continuava com o pau na minha boca. - MMMGgggggggggg!!! Tentei gritar, mas não conseguia. Naquele momento, ele tirou de dentro da minha boca. E finalmente ela conseguiu respirar melhor, puxou o ar enquanto tossia um pouco. - Se prepara, putinha!! Não vou ter pena de você!! Ele gritou. E então empurrou ela pra trás, subiu em cima dela e se colocou entre as pernas dela.
— Não, por favor, para, eu te imploro! — disse entre lágrimas. — Cê pensa o quê, loirinha, que vai continuar me desprezando?! Que eu sou muito pouco pra poder te possuir!!! — gritou ele, furioso.
Juli não respondeu e desabou num mar de lágrimas.
— Me responde!!! Sou tão lixo assim pra uma garota gostosa como você?! — e naquele momento enfiou o dedo indicador na porta do cu dela, fazendo doer.
— AIIII! — ela gritou.
— Responde, porra!!! — ele berrou de novo.
— Já, por favor, me deixa. — disse ela, chorando. Enquanto pensava: "Não pode ser que isso tá acontecendo comigo."
— Você não sabe quanto eu desejei isso!!! — ele gritava, excitado. E então começou a encaixar o pau na entrada da buceta dela.
— Não, não, não, faz isso não, por favor. — gritou ela, tentando empurrá-lo pra trás com as mãos, mas não conseguiu nem movê-lo. E então sentiu que ele empurrou com força, entrando com violência.
— Aaaiiiii!!! — ela berrou. E depois jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos.
Ele agarrou as mãos dela e as levou pra cima da cabeça dela, apertando-as contra o colchão, e colocou todo o peso do corpo em cima dela. Então começou um movimento forte, tentando entrar o máximo possível.


Juli continuava chorando cada vez mais, não conseguia parar de chorar. —Sente!! Sente como eu te fodo, sua puta!! Você merece por me deixar com tesão!! —Aiiiiiiiiii!!! Aiiiiii!! Ela gritava enquanto sentia cada estocada forte dele. —Toma! Toma! Ele gritava como um louco. Ela continuava de olhos fechados e chorando, na cabeça dela giravam muitas coisas, ela se sentia perdida e culpada por não ter feito algo pra evitar aquilo. Naquele momento, ele se levantou um pouco de cima dela e agarrou as pernas dela, colocando-as nos ombros, e aí começou o pior: ele começou a comer ela violentamente, sem controle.

-AAaaahhhhhhhhhhh aii!! Gritei. -Não, puta!! Você queria isso!! Tomaaa!! Tá sentindo meu pau dentro de você!?!? Eu falava. -AAhhhhayyy chega, pelo amor de Deus!! Ela continuava implorando. -Não tem piedade!!! Culpa sua, eu passei muito mal na cadeia!!! Toma, raposinha!! Gritei puto. -Aahhhyyy ahhhhh!! Ela continuava gritando com cada estocada. De repente, o rosto dela ficou meio vermelho e ele gemeu, ela achou que ele ia gozar e, com lágrimas, pediu. -Dentro não, pelo amor de Deus, não!!!! -Vai ser onde eu quiser, merda!!! Toma, puta piranha!! -Ahhhhh!!! De repente, naquele momento, ele tirou o pau rapidinho, segurou as duas mãos dela com a dele e começou a bater punheta na cara dela até gozar. -AAahhhhh toma, puta!! Toma!!! Ele gritava. Enquanto o corpo dele começava a jorrar aquele líquido nojento no rosto dela. Juli prendeu a respiração e fechou os olhos com força, sentiu um nojo danado, mas também alívio por ter acabado.
Depois ele pegou a câmera de novo e começou a tirar um monte de fotos. Juli ficou estirada na cama, chorando e se encolheu em posição fetal, se sentindo suja. Enquanto ouvia Ernesto gritar: — Consegui!! Sabia que ia ter você, sua puta!! Hahaha — e ria às gargalhadas. Depois de um tempo, ele sai, ela ouve ele falando no celular, não conseguia se mexer de medo, mas sabia que tinha que sair dali. Passaram alguns minutos quando ele volta. Se aproximou dela, fazendo ela morrer de medo de novo, quase tremeu ao sentir ele perto. Ele coloca a mão no rosto dela e começa a espalhar o resto do líquido dele pelo rosto dela enquanto ri. Ela não o impediu porque continuava dura de medo. — Agora vem a melhor parte, gostosa!! — ele gritou, fazendo ela morrer ainda mais de medo. E tirou algo do criado-mudo, então a agarrou e virou ela de bruços. — Vem a melhor parte, sua putinha!! O que eu tanto queria e pelo que fui pra cadeia!! — ele dizia rindo. De repente, ela ouviu um barulho de fita adesiva sendo rasgada, rapidamente ele pegou as duas mãos dela com as dele e começou a enrolá-las com fita por cima das costas, deixando Juli com o rosto e os peitos contra o colchão e a bunda apontando pra cima.
— Chega, por favor, eu imploro!! —disse ela entre lágrimas, suplicando. —Quando você me mandou pra cadeia, não teve pena!! Lembra!! —gritou ele.
Os gritos dele a assustavam ainda mais, ela não sabia do que aquele louco era capaz. De repente, sentiu um dos dedos dele começando a roçar a entrada do cu dela. Tentou se mexer e sair daquela posição, mas era impossível. Ele agarrou as nádegas dela e passou a língua no buraquinho dela com insistência, enquanto dizia:
—Que gostoso que é!! Vai doer, pode ter certeza, mas você vai gostar!! Haha
Um arrepio percorreu todo o corpo dela. Ela estava com muito medo e, entre os dentes, insistiu:
—Não!! Por aí não!! Eu imploro!
—Na cadeia, cansei de comer uns caras pensando que era você, e agora finalmente te tenho!!! —disse ele aos berros de tanto rir.
—Nããão, pelo amor de Deus!! —gritou ela, desesperada.
De repente, sentiu ele enfiar um dedo com força, fazendo doer. Ele começou a meter e tirar sem parar, até que parou. Sentiu as mãos dele abrindo as nádegas dela e começou a sentir a língua dele passando uma e outra vez sobre o buraquinho. Um arrepio percorreu o corpo dela. Juli estava aterrorizada enquanto sentia que ele se divertia e ria de tê-la assim, indefesa e com medo. Ela estava completamente nas mãos dele.
Ele ficou vários minutos fazendo aquilo, até que parou. Sentiu ele subir no colchão e se posicionar atrás dela.
—Nããão!! Não, por favor!! —gritou ela, suplicando de novo.
—Cala a boca, gostosa!! Isso é o que eu mais quero, por isso fui pra cadeia, e agora finalmente tenho isso. Vou arrebentar esse seu cu!! Hahahahaha —gritava ele, morrendo de rir.
Juli explodiu num mar de lágrimas. Sabia que não tinha escolha, não tinha jeito nem salvação. As mãos dele se apoiaram na cintura dela e a empurraram para baixo. Ele ficou quase em cima dela e disse:
—Vou meter até o talo, sua putinha, vou deixar enterrado mais de uma hora nessa sua bunda!!
Naquele momento, Juli fechou os olhos e apertou os dentes. Começou a sentir uma pressão insuportável no traseiro, parecia interminável. Sentia as paredes do cu dela se abrindo... resistiam receber aquele membro invasor. Começou a se engasgar de tanto chorar e gritar, e de repente sentiu um empurrão. A cabeça do pau dele penetrou à força e isso fez ela gritar como nunca na vida AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYY!!!!! AAAAAGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYYY!! Ele, longe de parar, continuava empurrando todo o pau gordo dele pra dentro, Juli podia ouvir os gemidos de prazer dele e a risada nojenta. Não aguentava mais a dor, pensou que ia desmaiar, quando nesse momento sente a pélvis dele batendo na bunda dela. Ernesto esticou a mão e agarrou ela pelos cabelos, puxando pra trás e disse -Tá gostando? Tá tudo dentro, o que cê sente agora que perdeu a virgindade? -AAAhhhhhhhhgggggggggggggggggggggggg, tira isso, filho da puta, não aguento mais, pelo amor de Deus! -Tá bom, vou tirar devagar! Disse Juli. Conforme ele ia tirando o pau, ela sentia um alívio, se sentia totalmente cheia, empalada e destruída por dentro, de repente o maldito enfiou tudo de novo até bater a pélvis dele na bunda dela, fazendo ela soltar outro grito desgarrador.

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYY!!! AAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGYYY!!! AAAGGYY!!! Girei como pude e vi a cara do Ernesto, parecia um doente mental se divertindo como nunca, enquanto ela sentia que não aguentava mais, sentia o membro enorme dele dentro dela rasgando tudo. Ela olhou pra ele com desprezo de novo e falou -Agora, loirinha, aguenta tudo que puder!! E ele começou a bombar com muita força, tirava quase tudo e enfiava de novo até as bolas de uma vez, pra Juli era uma eternidade, ela não sentia as pernas nem o corpo, só sentia as estocadas selvagens do Ernesto que usava ela como um objeto de prazer, até que num momento ele parou, agarrou as bundas dela e empurrou até o fundo, esperou e gozou um rio de porra dentro dela. Na hora, Juli desmaiou por um tempo. Acordou depois chorando, Ernesto olhava pra ela fumando um cigarro já vestido e com um sorriso macabro no rosto. Quando viu, ele se aproximou e falou. -Nem uma palavra sobre isso, Juli, senão sua mãe vai se ferrar!! Não acredito que finalmente consegui te comer, putinha, adorei!! Você é uma delícia!!
E aí foi embora rindo. Deixando ela ali largada naquele colchão, chorando sem consolo. Continua... *Comentem se quiserem que eu solte uma parte 3 dessa série de contos e com quem vocês gostariam. Sai uma dessas 4, a mais votada. Se for assim, eu posto durante a semana. Abraços.
Valentina
Rocio
Malena
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
2 comentários - Parte 2 Juli