A psicóloga gostosa

Não foi senão em meados de setembro de 2019 (mais ou menos no final) que essa loucura realizadora de sonhos começou a acontecer. Já no último ano do ensino médio, onde a sala transbordava hormônios, cheiros de suor e era uma puta bagunça, lá estava eu, repetente de 2 anos, com mais desenvolvimento físico que a maioria e um pouco mais de consciência, atrás da professora Paola, a qual não vou me prender a moral pra nomear ou descrever porque é que... Desde a metade daquela parte da minha vida, essa professora apareceu e, desde o primeiro olhar, me deixou pasmo, mas com o passar dos anos até o último, tudo foi como uma bola de neve, já que eu estava no auge do desenvolvimento. Bom, ela tinha mais ou menos 1,76, morena cabeluda, o rosto dela não era digno de uma revista de maquiagem da Avon, MAS quando a gente descia do pescoço pra baixo, vinha o interessante. Como era quase costume, a velha costumava usar uma regata decotada em V, deixando à mostra um peito meio manchado, tipo com sardas, que me deixava atordoado; debaixo, subjaziam dois peitos bem generosos, aparentemente firmes e bem postos, não sei o tamanho, mas tava num 8-10; descendo pra cintura, a gente encontrava o melhor. Uma bunda grande, cara, não sei se era malhada ou só os genes... Abria da cintura, fazia uma curva linda que eu fantasiava em agarrar e furar como uma furadeira Bosch, novato. Essa professora, vale mencionar, era péssima, não deixava passar nada dentro da sala, e eu, com o tempo e meus erros, fui me tornando bonzinho e respeitoso; tanto que a professora costumava me usar como exemplo de superação, já que passei de ser o burro mais insignificante a me comportar bem e saber a maioria das coisas graças a várias luzes que tive naqueles momentos. Era uma cidade pequena, quase cidade grande, e... mais ou menos, não era tão grande assim; na confiança, às vezes os professores costumavam nos dar carona no Trajeto de volta pra casa nos carros deles (pelo menos pra mim, minha casa ficava um pouco longe da escola), e é aí que começa a jogada descarada. Eu fantasiava naquele momento, e a professora, devo ter sonhado com ela e dedicado umas cem punhetas, sempre respeitoso (mas eu sabia reconhecer as brechas e aproveitava elas). Numa dessas voltas pra casa, eu ia andando, de vez em quando... já que o ônibus costumava me sufocar de bolivianos e trabalhadores normais (não tenho nada contra os bolivianos, aliás, são um grande exemplo pra mim, mas literalmente o busão vivia lotado de alunos bolivianos), tava eu caminhando na minha, cantando algum hit de trap argentino daquela época, e ouço buzinaços repetidos. Presto atenção e vejo que é a profe Paola no golzinho country dela, me fazendo sinal tipo que ia me levar até meu destino (não na porta, mas o mais perto possível no caminho dela). Aceitei sem pensamentos lascivos, que me invadiram no caminho. A gente falou do calor, eu olhava pra ela — costumo olhar nos olhos quando converso — e não passou despercebido pros meus olhos que, quando a professora levantou o braço direito e ajeitou o cabelo cacheado, brilhoso e seco, vejo claramente que na camiseta dela, verde água-esmeralda, na altura da axila, tinha uma mancha de suor. Totalmente normal, mas aquilo foi tipo um gatilho na minha testosterona, porque comecei a imaginar tendo do meu lado uma gostosa daquelas, beirando os quarenta e poucos anos, com uma camiseta esmeralda colada na pele branca cheia de sardas, e vendo aqueles dois peitos que eu queria morder e chupar igual um recém-nascido. Inevitavelmente, meu pinto juvenil não demorou mais de 10 segundos pra ficar duro que nem uma brasa. Minhas bolas, com a caminhada curta e o calor daqueles meses, ferviam. A cabeça da minha rola gritava igual uma chaleira descansando mais de 30 minutos em cima de um fogão. A gente continuava conversando, e eu, com A mochila no meu colo era facílimo esconder a ereção e ajeitar meu humilde pau a meu favor pra não ficar na cara, um moleque de ensino médio punheteiro. Só lá pela metade do caminho, eu já totalmente desesperado mas firme na linha, não tive ideia melhor do que perguntar sobre o marido dela. Não sei se ela levou como uma cantada (eu tinha manha pra desviar o assunto também, mas essa mina já tinha me pegado inúmeras vezes com os olhos cravados na costura da calça jeans azul que segurava aquela bunda tão preciosa pra mim, mas sei lá, tudo foi rolando dentro do gol country). Ela disse que não tinha marido (mas já era sabido que tinha dois filhos), que isso e aquilo, e eu jogava papo normal, sobre os filhos e tudo mais, maquinando por dentro pra fazer algo pesado. Falei que pela carona até minha casa, eu devia retribuir de alguma forma, com respeito, mas olha, eu tava com a piroca cheia de líquido pré-gozo até nos ovos. Aí ela respondeu: — E como você quer me pagar? *Risada de conversa fiada*. Eu ativei a imaginação e fiz o filme em tempo recorde, pensei que a resposta dela tinha um puta duplo sentido, MAS PENSEI: não tinha nenhum dado axiomático. Sem enrolação, perguntei a idade e ela deve ter me enganado com um número tipo 42, entre risadas. Fechei os olhos e apertei o gatilho. — Ah, como eu gosto das de 40. — Ué, mas meu filho tem a sua idade, eu podia ser sua mãe. Nessa hora, me deu um cagaço e vontade de largar o momento, tava ficando incontrolável e parecia que ia dar merda, com ela me tratando como um punheteiro, mas não foi assim. Contra-ataquei como a Argentina nas Malvinas, com pouca munição mas pronto pra isso... — Mas a senhora não é — e ri como se tudo que foi dito antes fosse uma conversa fictícia sobre meu gosto por mulheres de 40. Nos 8 minutos seguintes, cheguei onde ela decidiu me deixar e seguir o caminho dela... Agradeci e repeti sério. Com licença, profe, mas tô te devendo um favor. Beleza, $^!^#&#, saudação formal e cada um pro seu canto... Pensei que tinha ficado como um punheteiro e foi isso mesmo, tudo muito na cara, mas o que vou fazer, era um cara e tinha os hormônios (ainda tenho) que batiam no teto do condomínio, então os dias foram diferentes com ela. Me afastei por respeito a ela, só me limitava a cumprimentar quando cruzava e me despedir, eu tinha certeza de que ela era muito mais velha que eu e que talvez não tivesse chance nenhuma de comer ela, e o tempo todo, essas são coisas que não vão acontecer na sua vida de puta. Chances muito baixas, mas eu costumava arriscar como um veterano do jogo... Não foi até um dia (eu chegava da escola e trabalhava porque não tinha família rica...) e ela sabia onde eu trabalhava, né... Tinha o grupo do curso com os respectivos professores no WhatsApp, onde rolavam as notícias e coisas das matérias e blá blá... Ela me manda uma mensagem perguntando se eu podia levar o Golzinho dela pra lavar onde eu trabalhava, e eu disse que sim, que tinha vaga, isso e aquilo... Horas depois, vejo ela parada na porta do lava-rápido e fui recebê-la, conversamos normal, ela perguntou se podia ir comigo, e depois fazia a lavagem e eu levava o carro de volta pra casa dela, e ela me trazia de volta ao trabalho (a gente costumava fazer assim, e foi assim). Fui normal, aquele apagão que ela me deu na última vez que resolveu me levar me deixou cheio de respeito por ela... Ela perguntou por que eu tava tão calado... e eu disse que não era nada... tava de boa. "Bom, vai com cuidado se quiser me pagar o favor", ELA DISSE, a muito foda, quando chegou na casa dela. Eu não sabia onde ela morava... pensei que ela ia cobrar com a lavagem, eu tava disposto a pagar a lavagem do carro como agradecimento pelo que ela tinha feito por mim, e levei assim, e quando vi ela... Não pude evitar de ver a bunda dela com um short preto bem justinho e, por cima do short, apareceu... sim, senhoras e senhores, uma calcinha rosa que me acendeu de novo. Percebi que ela estava se virando, eu, todo ligeiro, virei pra frente e olhei nos olhos dela, falei que assim que estivesse pronto, viria até ali com o carro. Passou uma hora e pouco, mandei mensagem dizendo que tava a caminho. Não era tão tarde, o sol ainda dava conta de não acender a iluminação da rua. Estacionei o carro umas casas ao lado da dela e falei que tava do lado de fora. Ela respondeu quase na hora: "Beleza, me espera 5 minutos". Esperei, e os 5 viraram 10, 15... Mandei: "Com licença, Prof, falta muito?" Tava meio apressado porque tavam me esperando, já tava perto do horário de fechar. Ela respondeu: "Falei pra esperar". Aceitei a espera porque não tava a fim de nada, daria explicações no trampo e pra ela já tinha meu discurso pronto sobre o lava-rápido ser por minha conta e tal, bolando fora de casa. Fui até uma banca na esquina, comprei um chiclete Topline pra matar o tédio, e chegou uma mensagem: "Olhei pela porta e não tem ninguém". O trampo não era tão longe, e de qualquer forma ia cumprir o favor já que não daria opção dela pagar. Respondi que tava voltando da banca. Ela respondeu: "Beleza, te espero na porta". Quando voltei, vi ela e senti um calor no corpo ao lembrar da calcinha rosa que tinha aparecido. Pensava por dentro que era sortudo por ter visto a calcinha que ela usava. Comprimentei ela formalmente, com respeito, e ela me convidou pra entrar na casa dela... Tentei ser breve na conversa e falar do favor, e ela disse, nós dois sentados na mesa: "Você vai me pagar pelo favor?" Notei um tom meio estranho, mas de qualquer forma já tinha vindo preparado com meu discurso e antes de dizer a ela, ela se levantou e caminhou por um corredor, entrou na segunda porta à direita... Vi a bunda dela balançando e vi os pés dela... Não tenho fetiche específico nem nada, mas até gostava do formato dos calcanhares branquinhos dela... Ela me diz "Vem". Ouvi aquilo e foi como uma possessão, fui ereto até onde ela estava e já tinha esquecido do trabalho, do discurso, de tudo... E a vi, com a camiseta pra fora e os peitos pendurados, que peitos lindos, mamilos pretinhos, pequenos, com os bicos durinhos e obviamente eu de pau duro... —Tá de pau duro? +Um pouco, falei (HAHAHAHAHA, ela me deixou mudo) —Dá pra ver por cima da sunga, cara. Nisso, perguntei sobre os filhos dela e ela disse que estavam longe, viajando... Ela pegou na minha rola, massageou por cima da sunga e soltou um gemido curto —Tava pensando em mim? Porque tá assim tão duro +Sim, falei. (e voltei ao planeta por um segundo pra dizer que tava com pressa, que tinha que ser rápido) —Sim, cara, é só transar e nada mais. +Eu abaixei a sunga azul e ela me bateu uma 6 vezes e se agachou, ficando de frente pra minha rola e me diz —Que rola linda E enfiou tudo na boca, me fazendo soltar um gemido de prazer do caralho, no meu êxtase olhei pra baixo e não acreditava vê-la com aqueles olhinhos saltados e o cabelo cacheado moreno se movendo pra frente e pra trás, chupando minha rola e fazendo sons como um desentupidor... tava quase gozando, mas agarrei ela pelo cabelo e mandei parar, quando me recuperei, bombeei a boca dela por uns minutos e não parava de admirar a boca dela, como os lábios se mexiam quando minha pica entrava e saía, já na segunda vez que ia gozar, parei e mandei ela ficar de quatro, estávamos na frente da cama dela no escuro e ela topou na horaaaa, tomei o controle por um momento. Ela tava tirando o short com a fio dental, tudo junto, e me diz —Tem camisinha? Por sorte tinha uma na carteira e falei que sim, super excitado... Olhei pra ela por um momento, já posicionada como ajoelhada de costas pra mim, foi uma loucura ver a bunda dela pelada e como consegui abrir a camisinha e antes, me aproximei devagar dela e fiquei passando a pica entre a racha e realizei o sonho de esfregar na portinha do cu dela, deixando tudo melado com meu líquido pré-gozo e depois deixei a pica descansar na bunda dela e as bolas no cu, me joguei pra trás e coloquei a camisinha e enfiei de uma vez na buceta, só conseguia ver a portinha linda do cu que ela tinha, cuzinho é minha fraqueza, metia bem firme e rápido e em quase 2 minutos gozei, fiz uma força danada e um jato de porra deve ter saído mas consegui me segurar um pouco tentando durar o máximo possível... parei de repente e ela me perguntou se eu tinha acabado... não, falei. E bombeei de fora pra dentro forte umas 5 vezes mais e sinto que vou soltar toda a porra e parei de novo. Desci à realidade e fiquei doido quando vi a buceta dela aberta, toda cheia de fluidos e minha pica meio enterrada, na minha leve lucidez falei pra ela chupar minha pica, pra gozar na boca dela. Tirei a camisinha rápido, ela mandou eu deitar na cama dela e eu deitado, ela ajoelhada no chão puxou a goma por 20 segundos rápido e sem dizer nada comecei a puxar o cabelo dela bem forte (depois percebi isso) e gozei na boca dela toda, e assim pulando e balançando a cabeça perguntei se tinha banheiro pra lavar a pica e ela enquanto limpava a porra da boca me mostrou onde, me lavei, me vesti rápido e falei que queria repetir mais tarde ou depois, ela disse que sim, e rapidamente falei que me esperavam no trabalho, ela se vestiu colocando o short preto sem a calcinha fio dental e eu encarei ela e dei um beijo na boca e apoiei 2 dedos na buceta que os lábios se separavam e senti os dedos molhados já no tecido, mas repeti e rapidamente ela me levou até o trabalho de novo, Essa foi a única vez Foi aquela vez com ela e fiquei com muita vontade de mais, mas por um motivo ou outro nunca rolou de novo, sem contar que tava chegando no fim do meu ano letivo, já que era final de ano e eu tava passando em todas as matérias... depois que saí da escola, não cruzei com ela muitas vezes e decidi não perturbar, porque tentei repetir a dose mas não deu mais... até que passou a tara que eu tava pela prof, mas como dizem "tirei o leite" e com ela, o que mais eu podia querer... uma lembrança linda de uns anos atrás 😃. Arrisquem, sempre com cuidado, arrisquem, tenham uma porta de saída caso as coisas não saiam como planejaram, mas mesmo que seja mínimo e não seja certeiro, que seja colateral, que seja um caminho paralelo, arrisquem, a vida é uma só e além do resultado que a gente quer, no final todo mundo tem o mesmo destino, sorte e espero que curtam meu relato.

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