créditos à autora Olá, sou a Verônica, 50 anos, e 30 anos de casada. Tenho duas filhas, Estefani, de 22 anos, e Lívia, de 20 anos, as duas são muito gostosas e têm um corpaço, felizmente herdaram minha beleza. Ambas têm seus namorados. Que são bonitos, jovens, educados, altos e de corpo bem definido. Naquele 9 de dezembro, fui deixar minhas filhas no aeroporto da Cidade do México, porque elas iam pra Monterrey passar o fim de semana com uns parentes. Meu marido, por causa do trabalho, não pôde ir com a gente. Mas os namorados das minhas filhas nos acompanharam: Dario, namorado da Lívia, e Ramsés, namorado da Estefani. Eu fui vestida com um minivestido colado dourado, bem sexy, que realçava minha silhueta, meia-calça cor da pele, saltos dourados, cabelo solto e lábios vermelhos. No aeroporto, vários caras não tiravam os olhos de mim, e eu adorava ser olhada com desejo. Às 19h, chegou a hora do embarque, e a gente se despediu. Vi o Dario segurando a cinturinha fina da Lívia, dando beijos e apalpando de leve, depois dando uma encoxada, abraçando ela e falando baixinho "te amo". Assim que elas embarcaram, Dario e Ramsés se despediram de mim com um beijo estalado perto dos meus lábios, mas não liguei. Peguei meu carro e fui pra casa. Por volta das 20h, voltei pra casa. Minutos depois, tocaram a campainha. Quem poderia ser a essa hora?, pensei. Quando abri a porta, surpresa: era o Dario e o Ramsés. — Boa noite, senhora. — Boa noite, meninos. O que vocês querem? — falei, surpresa. — Podemos entrar? — disse o Ramsés. — Claro — respondi, curiosa. Assim que fechei a porta, o Dario se jogou em cima de mim, chegou por trás e me deu uma encoxada. Senti um pau enorme. — O que você tá fazendo? — falei, irritada. — Me desculpa, Verônica, mas você me enlouquece e eu não aguentei mais. Você é uma delícia. — Enquanto falava isso, me abraçou e continuou esfregando o pau duro em mim. — Por favor, Dario, me solta, isso não tá certo. Ele me virou. — Tá linda, Verónica" Não deu tempo de reagir, ele segurou meu rosto e me deu um beijo na bochecha — "Cê tá bem gostosa, sogra" E foi aí que ele me beijou na boca. — "O que cê tá fazendo?" Consegui falar, mas a língua dele já tava entrando na minha boca, tentei fechar mas já era tarde demais, entreabri os lábios e ele procurou minha língua, eu dei timidamente, ele acariciava meu cabelo todo, mordia meus lábios — "Ahhh Verónica... que beijo gostoso", enquanto me apertava as nádegas. "Não, Darío! Eu não posso fazer isso!" gritei, me solta ou vou pedir ajuda. O cínico riu, disse que não tinha ninguém, só o Ramsés haha. E, Lívia, me contou que seu marido, às sextas, chega depois da meia-noite. Na mesma hora Ramsés chegou e encostou o pau em mim, entre os dois me fizeram de sanduíche, me apalpavam, minha buceta e meus peitos, enquanto me beijavam a boca, o pescoço. Falei que eles eram os namorados das minhas filhas, por favor, isso não tá certo, por favor, por que tão de olho em mim? Darío respondeu: porque com seus 50 anos, cê tá muito gostosa, se veste bem provocante, é bonita e inteligente, adora uma pica, não nega. Falei, essa situação tá muito errada, ao dizer isso ele enfiou a mão na minha entreperna, olha que buceta gostosa, começou a esfregar e foi o que despertou minha luxúria. Sabia que não ia me livrar daqueles dois cabritinhos jovens, então minha luxúria cedeu, tá bom, mas por favor, não contem pras minhas filhas. Dito isso, os rostos deles se iluminaram, Ramsés se aproximou de novo e me beijou de novo, eu deixei. Ele me deu a língua e comecei a chupar, chupadinhas de "pirulito". De vez em quando dava umas mordidinhas. Eu sentia meus mamilos duros, tesos, meu corpo suando e minha entreperna molhada. — "Sogra, cê tava tão gostosa no aeroporto" Ele se encostou mais e começou a acariciar meu braço, depois subiu pro meu pescoço e chegou nos meus peitos, apertava e amassava. Peitos pequenos mas firmes. Acariciou meus mamilos por cima do vestido, eu já tava com a língua pra fora, dando uns Beijos molhados. Baixei o olhar para a entreperna dele e vi o volume inchado, "Como será que ela tá?" pensei. "Verônica, olha". O que vi me deixou ansiosa. Ele tinha tirado a rola da calça. Uma piroca grossa, morena, com a cabeça toda melada. Balançava de um lado pro outro, as veias pareciam que iam estourar. Ele pegou minha mão e levou até aquele pedaço de carne. Enrolei a mão em volta, estava macia, dura, fibrosa, passei a mão na cabeça e senti os sucos dele, espalhei esses sucos por todo o tronco.
— "Ai, sogra, que gostoso" — "Não, não tá certo, isso não pode" — "Vão embora" gritei. Fiquei com a mão molhada, enquanto andava até a porta, ia cheirando os sucos dele. Dário me alcançou no meio do caminho. — "Verônica, calma, fica tranquila" — ele me pegou pela cintura, me carregou e me colocou no quarto da Lívia, porque a porta tava aberta. Convencida de que eles não iam embora sem me comer, acabei cedendo. Agora beijei feito louca, enfiei a língua, e Dário respondeu do mesmo jeito, pegou minha mão e levou até o volume entre as pernas dele, que tava prestes a explodir. — "Hummm, como ficou dura sua rola" — falei — "É, sogrinha, você me deixa assim" — respondeu — "Não me trata de senhora nem me chama de sogra, me chama só de Verônica" — "Tá bom, Verônica, pega a rola, é só sua" — "Que rola gostosa e dura, quero chupar ela" — falei, me ajoelhei e de uma só bocada, enfiei o pau dele até a metade, comecei a chupar devagar e rápido, passando a língua na cabeça e descendo até as bolas. — "Como chupa gostoso, sogra, parece profissional" — "Me chama só de Verônica" — respondi — "Desculpa, é o costume, Verônica, continua assim, enfia tudo, minha rola é sua" — "Sim, agora é minha, só minha" — falei.
Depois, falei: "Agora você me dá prazer". Sentei na cama, ele levantou meu vestido curto, disse: "Não quero tirar ele, quero te foder com ele". Puxou minha calcinha fio dental, cheirou e beijou, então eu abri minhas pernas longas e deixei minha buceta à mercê dele, que tinha acabado de acordar de manhã. tinha depilado, se aproximou dela e saboreou minha buceta com loucura, lambia e chupava meus lábios vaginais, às vezes enfiava a língua no meu buraco e focava no meu clitóris que tava inchadinho de prazer. — Assim, come minha pussy, Darío, sim, você faz bem, mexe mais a língua — falei. Então ele começou a lamber meu clitóris ainda mais rápido, segurei a cabeça dele e fazia a pressão contra minha buceta ficar mais forte, comecei a mexer cada vez mais rápido minha bunda contra a boca dele — tô gozando! tô gozando! Darío… ah sim!!! sim!!! que gostoso, eu gemia de prazer; aí ele se deitou sobre meu corpo, eu gemendo e ele aproveitou pra enfiar o pau dele de uma vez na minha pussy molhada e muito quente. Darío falou pra Ramsés, deixa eu comer ela e daqui a pouco é você, e Ramsés respondeu ok. Eu era só escrava dos meus genros, na posição clássica de papai e mamãe, ele enfiou aquele falo poderoso, me penetrou e me fez gemer, aaah assim assim, não tira, empurra mais aaa, eu gemia, enquanto ele me beijava, nossos lábios se mordiam, ele me segurava pela cintura e empurrava, e isso me fazia sentir o pau no fundo da minha pussy, imediatamente ele falou que bonitas sapatilhas pra usar de brinco, então levantou minhas pernas compridas nos ombros dele e me penetrava, devagar e depois de uma enfiada só metia o pau todo. Ele deixava cair todo o peso do corpo em cima de mim, e até pulava e empurrava pra meter mais fundo, pra me partir em pedaços: eu sentia uma delícia! Ele levantava minhas pernas, abria elas, com força, até causar uma dor, deliciosa!, e aí se ajeitava e mandava ver, até o fundo, com força, com raiva, com muito tesão e prazer. Ele tirava o cock; esfregava ele no meu clitóris, passava ele por cima dos meus lábios, percorria eles sem meter e depois, de repente, enfiava de novo! Que cock!, que jeito gostoso de foder! Eu tava adorando…, de montão…! Ramsés falou agora é minha vez, com as pernas completamente abertas e tão molhada, o pau dele ereto entrou muito fácil dentro de mim, até o fundo, o pau de Ramsés tinha uma curva, que penetrava de um jeito diferente do de Darío e me fazia gemer muito gostoso. Minhas pernas longas o envolveram, dando a mais deliciosa das boas-vindas. Ramsés começou a meter em mim gostoso... muito gostoso, uma e outra vez, me fazendo gemer de um jeito delicioso: — Ahhh, ahhh, ahhhh, sim, assim, me dá gostoso! Enquanto ele me possuía, pensei nas minhas filhas, me senti culpada, mas aqueles jovens me faziam esquecer de tudo. Assim se passaram vários minutos, quando Ramsés se levantou, o pau dele estava bem duro, Darío ficou do lado, e disseram: dá uns boquetes. Ajoelhei e olhei pra aqueles paus cheios de veias grossas, tentava meter os dois ao mesmo tempo na boca, embora fosse quase impossível, depois, um por um dos caralhos eu ia chupando, enquanto eles gemiam: — que gostosa você é — você é uma deusa. Enquanto eu continuava com o sexo oral, já escorria uns líquidos dos paus deles e eu bebia tudo, Ramsés disse: você gosta de chuva dourada, puta. — Respondi que sim, e na mesma hora eles me mijaram, abrindo a boca sentia que me afogava com tanta urina. Depois, Darío enfiou o pau todo e tampou meu nariz, dando uma sensação gostosa e ao mesmo tempo dolorida. Não podia acreditar que estava naquela situação, com os namorados das minhas filhas. Ramsés pegou uma toalha e começou a me limpar, e depois mordeu meu pescoço, e foi desabotoando meu vestido curto, fiquei só de meia e salto, começamos a nos beijar, muito gostoso, e a nos agarrar, e ele me penetrou de pé, uau, respondi, que delícia, assim continuaram vários minutos, na hora ele me carregou e comecei a cavalgar aquele pauzão, depois me abaixou, e foi a vez de Darío, seguiu a mesma tática que Ramsés, me beijou o pescoço, começamos a nos beijar, e depois comecei a masturbá-lo e ele fez o mesmo comigo, que delícia, deitamos na cama e fizemos o famoso 69, depois fiquei de A posição de montaria e comecei a cavalgar meu garanhão, que pau gostoso. Ambos disseram que era hora da dupla penetração, e eu mordi meus lábios de prazer. Dario me colocou de putinha e enfiou o pau dele, e Ramsés disse: "Abre com as mãos pra eu entrar também." Eles esticaram meu cu, senti muita dor, tentavam enfiar os dois paus ao mesmo tempo, era complicado, saíam e recolocavam, até que conseguiram sincronizar e me fizeram gemer de dor e prazer. Aaa, gritei bem alto, devia ter dado pra ouvir na casa toda, sentia que me partiam ao meio. Já tinha tido muitas duplas penetrações, mas essa era especial porque eram meus dois genros. Meu cu se esticava e vibrava, continuaram no ritmo, os dois enormes malditos. Era um martírio e delírio ao mesmo tempo, acariciavam minhas pernas. De repente, Dario colocou as mãos enormes no meu pescoço, puxando e apertando de leve, isso me fez sentir sufocada, foi uma sensação de medo e prazer, e sentir umas metidas brutais era um suplício delicioso. Meu primeiro squirt chegou, aaaaa gritei enquanto arranhava a cama, meus líquidos banhavam meus cúmplices. "Que gostosa você tá", diziam. Depois me carregaram, Dario me dava pica na buceta e Ramsés no cu, eu abraçava o Dario, porque tava de frente pra ele, minhas mãos arranhavam as costas dele de prazer e a gente se beijava, enquanto Ramsés metia bem forte no meu cu. Senti meu cu sangrar, era muito dolorido, mas aqueles cabrões continuavam metendo forte. De repente, Dario disse: "Carrega ela você", e eu fiquei só pendurada na pica do meu cu, e assim o Ramsés me carregava, eu gemia de dor e prazer. Depois ele me abaixou e me penetrou de quatro, bem forte. "Aaa, mais devagar", eu pedia, mas Ramsés não entendia e metia com mais força. Meu celular tocava, mas não me deixavam atender, éramos animais no cio, e eu a puta dos meus genros. Meu corpo tremeu por vários minutos. Senti aquela descarga elétrica pelo corpo todo, arrepiando minha pele. Chinita. —Verónica, você é uma delícia, é uma gostosa. Não sabe quantas vezes sonhei com você, imaginei seu corpo, seu cheiro, seu gosto… Você é muito melhor do que eu esperava.
Estávamos banhados em suor, Ramsés e Dario limparam os paus com umas camisas da minha filha Lívia — que desgraçados — eles só riram e colocaram os paus quentes na minha cara. Queimam, eu disse. Ramsés me carregou e me levou até a beira da cama, ele sentou e eu fiquei por cima, de costas pra ele, enfiando o pau dele no meu cu, que ardia de dor. Aaa, eu gemi bem alto, enquanto Ramsés enfiava os dedos na minha buceta — era um prazer fenomenal. Depois ele subia as mãos nos meus peitos, mordia minhas costas. Que gostoso, não para, meu amor.
Dario disse: “levanta as pernas, meu amor”, e eu fiz, e ele me penetrou a buceta. Ramsés disse: “deixa eu subir na cama”, então ele se deitou, e começaram a me penetrar a buceta e o cu ao mesmo tempo. Já era muita dor, depois de alguns minutos eles trocaram: agora Dario metia no meu cu e Ramsés na minha buceta. Já começavam a sair fluidos quentes dos paus deles.
Aaa, já vou gozar, falou Dario. “Espera”, disse Ramsés, enquanto me carregava e me metia, forte, parecia um balanço, e eu gemia de prazer. Vários minutos depois, ele disse: “agora vou gozar”. Aí comecei a masturbar os dois, e saíram os porra gostosa deles. A cum do Dario e do Ramsés se misturou, formando uma porra pegajosa, quente, cheirosa e deliciosa. Um pouco entrou no meu olho e irritou. Ramsés, com o pau dele, pegava a porra e levava até minha boca. Comecei a chupar e gostei. Dario disse: “que gostoso”, e com o pau dele cutucou meu olho. — O que cê tá fazendo, filho da puta? — falei, enquanto a gente ria.
Nós nos jogamos na cama, com os corpos suados, cheios de fluidos, urina. “Que puta você é”, eles diziam. “Que gostoso”. “Obrigada”, respondi. Por um momento ficamos em silêncio, quando meu celular tocou de novo. Eram minhas filhas, mas tive vergonha de atender, então mandei uma mensagem no WhatsApp e elas responderam, dizendo que já tinham chegado. Monterrey, Ramsés e Darío também tinham mensagens delas, mas só mandaram uns textos. Já era quase meia-noite e eu falei: "vão embora, por favor, meu marido não demora pra chegar". "Espera", eles diziam, e eu respondia: "não, já vão, já conseguiram o que queriam". Quando falei isso, oh surpresa, meu marido me ligou e tive que atender. Pra minha sorte, ele disse que ia pra Querétaro com uns sócios e que só chegaria ao meio-dia. Desliguei e, sem pensar, falei pros meus meninos. Eles sorriram e disseram: "temos a noite toda". "Não esperem", falei, "tô muito dolorida". Eles pularam da cama e me carregaram. "O que vocês tão fazendo?" Pegaram umas toalhas e me levaram pro banheiro. "Vamos te dar um banho", disseram. Abriram o chuveiro e começaram a ensaboar minhas partes íntimas, meu cu. Tava muito dolorido, mas eles massageavam bem. "Devagar, por favor". E assim fizeram; em 10 minutos me deram banho e voltamos pro quarto. Percebi que o período refratário já tinha passado e os pau deles já estavam duros. "Bendita juventude", disse Ramsés. "Vamos pro teu quarto pra você trocar de roupa". "Que isso?", respondi. "Boa ideia", mencionou Dario. Entramos no meu quarto, abriram meu armário e escolheram a roupa. Dario disse: "Sempre gostei de você com esse vestidinho preto". E começou a me vestir. Aquele vestidinho preto, justo, que deixava ver minha barriga lisa e minha silhueta gostosa, tinha um braço de fora. Colocou umas meias pretas, a calcinha fio dental e os saltos da mesma cor. "Que delícia você ficou", disseram. "Sempre quis te comer com esse vestidinho, desde que te conheci", falou Dario. "Vai, é toda sua", disse Ramsés. Eu tava super dolorida, mas cheia de tesão, então abracei ele e comecei a beijar. Sabia que tinha que dominar pra não rasgar meu cu. Começamos a nos pegar, ele me beijava devagar e depois dava umas mordidas. Eu acariciava o pau dele e, na beira da minha penteadeira, ele tirou umas coisas, levantou meu vestido até a cintura, afastou minha calcinha fio dental e me penetrou. Minhas pernas longas, totalmente... abertas, me davam um espetáculo único. Assim continuamos por vários minutos.
"Vai, irmão", disse Dario, mas Ramsés respondeu: "Dá mais, valeu, irmão". Dario sentou numa cadeira e me disse: "Monta em mim, puta, do jeito que você sabe fazer". E assim fiz, comecei a montar nele, minha buceta e a calcinha friccionavam naquele pau enorme, duro. Eu queria que a foda fosse só vaginal, porque meu cu ainda ardia. Eu me sentava com força, "aaa que gostoso". Ramsés saiu do quarto e quando voltou trouxe uma garrafa de uísque. "Peguei na sala, também esses biscoitos e fruta." Só consegui dizer "ok", porque tava dando uma boa foda. Era tanta loucura que a gente caiu da cadeira, só rimos. "Levanta, meu amor", disse Dario. Respondi: "Espera", e comecei a chupar o pau dele, queria terminar logo pra deixar eles secos. Enfiava minha língua no freio e mordia o prepúcio dele. "Aa, puta, que gostoso", ele dizia, e me deu um tapa: "Espera, ainda não quero gozar".
Ramsés serviu o uísque e disse: "Dá uma pausa, a noite é jovem". Assim fizemos, tomamos o uísque, que relaxou a gente, e os biscoitos. "Pra quê?", perguntou Dario. Ramsés respondeu: "Pra isso". Enfiou um biscoito na minha buceta e mordeu, pegando até meus lábios vaginais. "Aaaaaa", gritei bem alto, doeu. "Calma, puta, você morde a gente no prepúcio." Doeu e eu me dobrei. Nessa hora, Ramsés disse: "Agora vou". Levantou meu vestido, mas tirou a calcinha, me colocou de quatro e me penetrou no cu, com força. Parecia um fantoche, uma boneca de pano. Ele me comia sem piedade, do jeito dele. "Aa, dói, muito", eu disse, e senti sangue de novo. Dessa vez quem saiu do quarto foi Dario. Eu pedi: "Piedade, por favor", mas ele não teve pena. Disse: "Sobe na sua cama, quero te comer na cama que você dorme com seu marido". Obedeci, fiquei deitada de costas, completamente esticada, e ele me penetrou no cu, esticando o corpo. Foi um momento de clímax, ele se mexia e era muito gostoso, apesar da dor.
Dario voltou com... um frasco de lubrificante e umas bolas chinesas. "Espera", disse Ramsés, "ela já tá toda dolorida, não vai rasgar ela não, e nossos paus também tão bem irritados, porque só usamos saliva como lubrificante". "De onde você tirou isso?", perguntou Ramsés. Dario respondeu: "Do quarto da Estefani. Respondi, filho da puta, mas é uma boa ideia". A gente levantou da cama e serviu outro uísque. Eles sentaram nas cadeiras que tinha no meu quarto, e eu, como se fosse uma puta, sentei no colo do Dario e depois no do Ramsés. Ficamos assim por vários minutos, bebendo e nos beijando. Tive uma ideia: dançar pra eles, pro meu corpo descansar, principalmente meu cu. E foi o que fiz. Dancei pra eles, e eles me davam tapas na bunda, me apalpavam, me beijavam. O álcool foi fazendo efeito, e aquilo era uma puta festa: sexo, álcool, paixão proibida, um trio delicioso. Eles falaram: "Vamos continuar fudendo". Já tinha bebido metade da garrafa. Eles pegaram o lubrificante, levantaram meu vestido e passaram no meu cu. Dario disse: "Olha essas bolas chinesas", e foi colocando uma por uma no meu cu. "Viu? Entra mais rápido, sem tanta dor". Deixaram elas lá. Quando Dario deitou na cama, eu montei nele, e Ramsés, de pé na cama, metia o pau em mim. Depois trocaram de posição. Aí levantaram e tiraram as bolas chinesas do meu cu, passaram lubrificante nos paus deles e deitaram quase juntos, mas juntaram os paus com as mãos. "Senta, puta", disse Dario, "rápido, senão vão se separar". E eu sentei. Meu Deus, os dois paus entraram no meu cu rápido, graças ao lubrificante. Aaa, que gostoso. Eu sentava com força, o lubrificante junto com o álcool me faziam gemer de prazer e esquecer a dor. Parecia que o uísque tinha me anestesiado. Assim foram vários minutos, até que os paus saíram. Ramsés deitou na cama, eu montei nele de frente, e Dario veio por trás. De novo, dupla penetração. Eles metiam bem forte, mas bem gostoso. A gente deslizava muito bem, por causa do lubrificante. lubrificante, depois Ramsés me pegou na posição de carrinho de mão, me meteu no cu com força e me passou pro Darío, que fez a mesma coisa. Aaa, eu gemia, pela enésima vez naquela noite. Eles se levantaram e me carregaram, me penetrando dos dois lados, e na mesma hora veio outro squirt misturado com xixi, e eu molhei os dois caras. Darío falou: "Serve mais uísque", e a gente tomou mais uns copos até acabar o álcool. Aí Ramsés disse: "Pega seu copo, sua puta", e começou a mijar dentro pra eu beber. Aquele xixi já cheirava e tinha gosto de porra, mas eu bebi adorando. Darío falou: "Eu não vou mijar em você". Me colocou de quatro na cama e começou a me meter no cu por vários minutos, até que mijou dentro do meu cu. Foi uma sensação estranha, mas eu gostei. "Já vou gozar", disse Darío. Colocou o pau na minha cara e começou a se masturbar, e saiu uma boa quantidade de porra ainda. Pegou um biscoito, limpou o esperma, me deu e eu comi. Ramsés, sentado na cama, me chamou pra dar um boquete, e eu fiz, mas me vinguei por ele ter mordido meus lábios da buceta e mordi "de leve" a glande dele. "Putinha, o que você tá fazendo?" Ele quis me dar uns tapas, mas a dor o dobrou. "Estamos quites", falei, rindo. Em uns minutos ele se recuperou e me esbofeteou de um jeito sujo e sensual ao mesmo tempo. Puxou o pau e gozou num morango, que me fez comer. — Darío me despiu e disse: "Agora você, Ramsés, veste ela". "Claro", respondeu. "Com qual vestido você fantasiou?" Enquanto Darío servia mais uísque, a gente deu uma pausa. Já eram 3h da manhã. Darío foi até meu armário e escolheu um vestido rosa. Respondi: "Não, esse eu comprei agora e é pro Natal". Os dois falaram juntos: "Foda-se, puta, é com ele que a gente vai te comer agora". Respondi sarcasticamente: "E agora não vão me dar banho?" Eles sorriram, me carregaram e no banheiro começaram a se ensaboar junto comigo, e a água quente relaxava a gente. O banho durou uns 20 minutos, acho que queriam mais tempo pra ter outra ereção. Saímos do banheiro. Servimos um conhaque que eu tinha no meu quarto, e com as frutas e biscoitos a gente comia, nos secamos com as toalhas, e eu vesti aquele vestido rosa, bem justo que realçava minha silhueta, deixava meus ombros de fora, coloquei uma tanga rosa e saltos da mesma cor. —Pensava em estreiar no Natal, mas meus amores se adiantaram— Uau, responderam, tudo fica bem em você, comecei a estimular eles com uns beijos nos membros, e aos poucos, foram ficando duros de novo, Ramsés se levantou e começamos a nos beijar, ardentemente, e ele me apalpava, beijava meus ombros, foi descendo até beijar minhas pernas, as coxas, levantou meu vestido até a cintura e me penetrou de pé, que gostoso, teu pau já tá duro de novo, sim meu amor, você me deixa assim, depois me virou e me penetrou analmente, aaa, abaixei as mãos e fiquei completamente curvada, enquanto ele me comia bem forte. Ele me levou pra cama, e se deitou em cima de mim me penetrando na posição de missionário, mas analmente, ele se mexia, empurrava aaa, tirou o pau e eu estimulei pra ele ficar mais firme, e de novo a penetrar. Agora é minha vez, disse Dario, vadia, monta em mim de cowgirl, analmente —claro respondi— comecei a sentar com força, forte e depois devagar, e aí depois fiquei de cócoras com meus saltos, eles davam uma altura, muito gostoso nessa posição que deixava o pau entrar melhor no meu cu, aaa, ele dava tapas na minha bunda e ouvia bem gostoso, como nossas carnes batiam, comecei a beijar ele e desci as pernas, me mexia gostoso, muito e senti de novo uma dor anal, mas queria continuar montada, Dario, mordeu meus mamilos aaa desgraçado, e abria meu cu, enquanto me penetrava, que gostoso. Abre mais disse Ramsés, subiu na cama, encaixou os paus e os dois entraram no meu cu, aaaaaa eu gemi, bem alto, e senti sangrar, enquanto enfiavam os dois paus, castigavam com as mãos minhas nádegas —olha como cabem os dois meu amor, você é uma vadia no cio— e faziam com força, disse Ramsés agora vou eu por cima, e juntaram de novo os paus, e de novo duplo anal, era umas cenas tiradas do pornô mais pesado, não conseguia acreditar que tinha os dois namorados das minhas filhas me penetrando. Depois os paus saíram, e colocaram um na buceta e outro no cu, me passaram mais lubrificante de novo, o que fazia esses paus entrarem como faca na manteiga. Em seguida, tiraram os membros e limparam no meu vestido — seus cuzões, falei, é novo. Ramses começou a beijar meus ombros, e enfiou os dedos na minha buceta, e me colocou de conchinha pra me dar no cu, enquanto Dario enfiava o pau na minha boca. Depois levantaram e serviram mais conhaque, a gente bebia enquanto dava uma pausa. Que trepada que tavam me dando, já era quase 5h da manhã, e me falaram: ajoelha, vamos mijar em você de novo haha — abri a boca e recebi os mijos e uns tapas na cara. Começaram a se masturbar e enfiavam os paus quentes na minha cara, pegaram uns vestidos do meu armário e começaram a bater punheta neles — que que cês tão fazendo, falei meio brava — mas continuavam se masturbando com eles. Aproveitei pra descansar e me secar com uma toalha, levantei, mas tava toda dolorida — eles cheiravam meus vestidos, minhas calcinhas, meias — eram uns animais que não entendiam razão nenhuma — que gostoso o cheiro da sua roupa, seus vestidinhos, têm seu gosto, igual suas meias, calcinhas e saltos, a gente te ama — falavam. Levantaram, e me deitaram de conchinha, Dario na frente e Ramses atrás, começaram a me penetrar, devagar e depois forte, nossos corpos já tavam bem irritados, falei: passa mais lubrificante. E depois, me deitaram, ficando minhas costas e cabeça no chão e minhas pernas pra cima, me penetraram no cu um por um, era bem desconfortável, mas uma experiência, yummy. Abriam minhas pernas do jeito que queriam, me metiam no cu, e eu já não aguentava mais, falei: já chega. Falaram: já quase acabamos, meu amor. Ramses enfiou fundo e Dario colocou o pau na minha boca. Era um frenesi de luxúria, me levantaram. do chão, e me colocaram de quatro —toma, putinha, toma— diziam, enquanto me penetravam e se revezavam, assim continuaram por vários minutos. Depois se levantaram, começaram a se masturbar, e imediatamente gozaram na minha boca, obviamente já não saiu tanta porra como da primeira vez, mas ainda assim me deram meu gozo quente, e eu tomei com gosto. Em sinal de agradecimento, mordi os paus deles —que putinha gostosa—. Já muito cansados, suados, cheios dos nossos fluidos, me carregaram e deitamos na cama que divido com meu marido, onde os dois genros tinham me comido. Nos limpamos com uma toalha, tirei o vestido, fiquei só de meia, e eles nus, nos cobrimos, eu no meio, e começaram a me apalpar e beijar —gostou, meu amor?— —amei— respondi —que bom, porque de hoje em diante você será nossa putinha—. Falei ok, já bem comida, meio bêbada, dolorida, cansada, acabei dormindo, e acho que eles também pouco depois. De repente, acordei assustada, meus genros estavam mijando em mim —aaa que gostoso—, espera, seus filhos da puta, quase me afoguei. Começaram a se masturbar, e saíram gotas de porra, disseram —já vamos, amor—. Espera, falei, esse colchão fede a fluidos, sexo, mijo, tenho que jogar fora. Desçam ele, o lixeiro passa às 10h, vou dar pra ele, mas joguem sabão, desodorante, pra não feder tanto. Ok, amor, assim fizeram, desceram ele. Eu, toda dolorida, fui me banhar, mesmo quase sem conseguir me mexer. Eles voltaram e me deram banho, ensaboaram deliciosamente minhas partes íntimas. Ainda é cedo, são 8h, e seu marido chega ao meio-dia. Não conseguia me mexer, e eles me carregaram até o quarto da Lívia pra eu me vestir, também me ofereceram fruta e um suco, tomamos café da manhã saudável. Depois, Dario foi buscar um vestido no meu quarto, mas voltou com 10 —que puta vestidos gostosos você tem, não sei qual escolher, que delícia, tudo fica um luxo em você— disse Ramsés. Finalmente escolhi um roxo, com umas meias transparentes, eles muito Gentilmente me colocaram, enquanto beijavam cada parte do meu corpo, e nossa luxúria aumentava de novo, que delícia, essas love, não queremos te deixar, depois vamos voltar a foder, agora é hora de vocês irem, ok, Deusa. Enquanto me trocaram, limparam, passaram pano no quarto, deu 10 horas, passaram o lixo e pegaram o colchão, me perguntaram como eu ia explicar. Falei que no quarto de visitas tinha dois colchões, que fossem pegar um e colocassem, e assim fizeram. Finalmente, me carregaram pro meu quarto e me deixaram deitada. Se despediram com um beijo carinhoso nos meus lábios e também nos meus lábios da buceta. Pra minha sorte, meu marido chegou naquele dia às 3 da tarde, o que me permitiu descansar um pouco mais. Nunca vou esquecer essa experiência gostosa e proibida com os namorados das minhas filhas. Eles me penetraram no cu, na buceta, me fizeram de puta deles, engoli o esperma deles, me partiram literalmente ao meio, mas amei. Fiquei toda dolorida, irritada, mas satisfeita. Agora vamos nos ver sempre que minhas filhas não estiverem por perto. Mal posso esperar pra ter um sexo tão gostoso de novo. Com prazer, posso dizer que fui a puta dos meus genros.
— "Ai, sogra, que gostoso" — "Não, não tá certo, isso não pode" — "Vão embora" gritei. Fiquei com a mão molhada, enquanto andava até a porta, ia cheirando os sucos dele. Dário me alcançou no meio do caminho. — "Verônica, calma, fica tranquila" — ele me pegou pela cintura, me carregou e me colocou no quarto da Lívia, porque a porta tava aberta. Convencida de que eles não iam embora sem me comer, acabei cedendo. Agora beijei feito louca, enfiei a língua, e Dário respondeu do mesmo jeito, pegou minha mão e levou até o volume entre as pernas dele, que tava prestes a explodir. — "Hummm, como ficou dura sua rola" — falei — "É, sogrinha, você me deixa assim" — respondeu — "Não me trata de senhora nem me chama de sogra, me chama só de Verônica" — "Tá bom, Verônica, pega a rola, é só sua" — "Que rola gostosa e dura, quero chupar ela" — falei, me ajoelhei e de uma só bocada, enfiei o pau dele até a metade, comecei a chupar devagar e rápido, passando a língua na cabeça e descendo até as bolas. — "Como chupa gostoso, sogra, parece profissional" — "Me chama só de Verônica" — respondi — "Desculpa, é o costume, Verônica, continua assim, enfia tudo, minha rola é sua" — "Sim, agora é minha, só minha" — falei.
Depois, falei: "Agora você me dá prazer". Sentei na cama, ele levantou meu vestido curto, disse: "Não quero tirar ele, quero te foder com ele". Puxou minha calcinha fio dental, cheirou e beijou, então eu abri minhas pernas longas e deixei minha buceta à mercê dele, que tinha acabado de acordar de manhã. tinha depilado, se aproximou dela e saboreou minha buceta com loucura, lambia e chupava meus lábios vaginais, às vezes enfiava a língua no meu buraco e focava no meu clitóris que tava inchadinho de prazer. — Assim, come minha pussy, Darío, sim, você faz bem, mexe mais a língua — falei. Então ele começou a lamber meu clitóris ainda mais rápido, segurei a cabeça dele e fazia a pressão contra minha buceta ficar mais forte, comecei a mexer cada vez mais rápido minha bunda contra a boca dele — tô gozando! tô gozando! Darío… ah sim!!! sim!!! que gostoso, eu gemia de prazer; aí ele se deitou sobre meu corpo, eu gemendo e ele aproveitou pra enfiar o pau dele de uma vez na minha pussy molhada e muito quente. Darío falou pra Ramsés, deixa eu comer ela e daqui a pouco é você, e Ramsés respondeu ok. Eu era só escrava dos meus genros, na posição clássica de papai e mamãe, ele enfiou aquele falo poderoso, me penetrou e me fez gemer, aaah assim assim, não tira, empurra mais aaa, eu gemia, enquanto ele me beijava, nossos lábios se mordiam, ele me segurava pela cintura e empurrava, e isso me fazia sentir o pau no fundo da minha pussy, imediatamente ele falou que bonitas sapatilhas pra usar de brinco, então levantou minhas pernas compridas nos ombros dele e me penetrava, devagar e depois de uma enfiada só metia o pau todo. Ele deixava cair todo o peso do corpo em cima de mim, e até pulava e empurrava pra meter mais fundo, pra me partir em pedaços: eu sentia uma delícia! Ele levantava minhas pernas, abria elas, com força, até causar uma dor, deliciosa!, e aí se ajeitava e mandava ver, até o fundo, com força, com raiva, com muito tesão e prazer. Ele tirava o cock; esfregava ele no meu clitóris, passava ele por cima dos meus lábios, percorria eles sem meter e depois, de repente, enfiava de novo! Que cock!, que jeito gostoso de foder! Eu tava adorando…, de montão…! Ramsés falou agora é minha vez, com as pernas completamente abertas e tão molhada, o pau dele ereto entrou muito fácil dentro de mim, até o fundo, o pau de Ramsés tinha uma curva, que penetrava de um jeito diferente do de Darío e me fazia gemer muito gostoso. Minhas pernas longas o envolveram, dando a mais deliciosa das boas-vindas. Ramsés começou a meter em mim gostoso... muito gostoso, uma e outra vez, me fazendo gemer de um jeito delicioso: — Ahhh, ahhh, ahhhh, sim, assim, me dá gostoso! Enquanto ele me possuía, pensei nas minhas filhas, me senti culpada, mas aqueles jovens me faziam esquecer de tudo. Assim se passaram vários minutos, quando Ramsés se levantou, o pau dele estava bem duro, Darío ficou do lado, e disseram: dá uns boquetes. Ajoelhei e olhei pra aqueles paus cheios de veias grossas, tentava meter os dois ao mesmo tempo na boca, embora fosse quase impossível, depois, um por um dos caralhos eu ia chupando, enquanto eles gemiam: — que gostosa você é — você é uma deusa. Enquanto eu continuava com o sexo oral, já escorria uns líquidos dos paus deles e eu bebia tudo, Ramsés disse: você gosta de chuva dourada, puta. — Respondi que sim, e na mesma hora eles me mijaram, abrindo a boca sentia que me afogava com tanta urina. Depois, Darío enfiou o pau todo e tampou meu nariz, dando uma sensação gostosa e ao mesmo tempo dolorida. Não podia acreditar que estava naquela situação, com os namorados das minhas filhas. Ramsés pegou uma toalha e começou a me limpar, e depois mordeu meu pescoço, e foi desabotoando meu vestido curto, fiquei só de meia e salto, começamos a nos beijar, muito gostoso, e a nos agarrar, e ele me penetrou de pé, uau, respondi, que delícia, assim continuaram vários minutos, na hora ele me carregou e comecei a cavalgar aquele pauzão, depois me abaixou, e foi a vez de Darío, seguiu a mesma tática que Ramsés, me beijou o pescoço, começamos a nos beijar, e depois comecei a masturbá-lo e ele fez o mesmo comigo, que delícia, deitamos na cama e fizemos o famoso 69, depois fiquei de A posição de montaria e comecei a cavalgar meu garanhão, que pau gostoso. Ambos disseram que era hora da dupla penetração, e eu mordi meus lábios de prazer. Dario me colocou de putinha e enfiou o pau dele, e Ramsés disse: "Abre com as mãos pra eu entrar também." Eles esticaram meu cu, senti muita dor, tentavam enfiar os dois paus ao mesmo tempo, era complicado, saíam e recolocavam, até que conseguiram sincronizar e me fizeram gemer de dor e prazer. Aaa, gritei bem alto, devia ter dado pra ouvir na casa toda, sentia que me partiam ao meio. Já tinha tido muitas duplas penetrações, mas essa era especial porque eram meus dois genros. Meu cu se esticava e vibrava, continuaram no ritmo, os dois enormes malditos. Era um martírio e delírio ao mesmo tempo, acariciavam minhas pernas. De repente, Dario colocou as mãos enormes no meu pescoço, puxando e apertando de leve, isso me fez sentir sufocada, foi uma sensação de medo e prazer, e sentir umas metidas brutais era um suplício delicioso. Meu primeiro squirt chegou, aaaaa gritei enquanto arranhava a cama, meus líquidos banhavam meus cúmplices. "Que gostosa você tá", diziam. Depois me carregaram, Dario me dava pica na buceta e Ramsés no cu, eu abraçava o Dario, porque tava de frente pra ele, minhas mãos arranhavam as costas dele de prazer e a gente se beijava, enquanto Ramsés metia bem forte no meu cu. Senti meu cu sangrar, era muito dolorido, mas aqueles cabrões continuavam metendo forte. De repente, Dario disse: "Carrega ela você", e eu fiquei só pendurada na pica do meu cu, e assim o Ramsés me carregava, eu gemia de dor e prazer. Depois ele me abaixou e me penetrou de quatro, bem forte. "Aaa, mais devagar", eu pedia, mas Ramsés não entendia e metia com mais força. Meu celular tocava, mas não me deixavam atender, éramos animais no cio, e eu a puta dos meus genros. Meu corpo tremeu por vários minutos. Senti aquela descarga elétrica pelo corpo todo, arrepiando minha pele. Chinita. —Verónica, você é uma delícia, é uma gostosa. Não sabe quantas vezes sonhei com você, imaginei seu corpo, seu cheiro, seu gosto… Você é muito melhor do que eu esperava.
Estávamos banhados em suor, Ramsés e Dario limparam os paus com umas camisas da minha filha Lívia — que desgraçados — eles só riram e colocaram os paus quentes na minha cara. Queimam, eu disse. Ramsés me carregou e me levou até a beira da cama, ele sentou e eu fiquei por cima, de costas pra ele, enfiando o pau dele no meu cu, que ardia de dor. Aaa, eu gemi bem alto, enquanto Ramsés enfiava os dedos na minha buceta — era um prazer fenomenal. Depois ele subia as mãos nos meus peitos, mordia minhas costas. Que gostoso, não para, meu amor.
Dario disse: “levanta as pernas, meu amor”, e eu fiz, e ele me penetrou a buceta. Ramsés disse: “deixa eu subir na cama”, então ele se deitou, e começaram a me penetrar a buceta e o cu ao mesmo tempo. Já era muita dor, depois de alguns minutos eles trocaram: agora Dario metia no meu cu e Ramsés na minha buceta. Já começavam a sair fluidos quentes dos paus deles.
Aaa, já vou gozar, falou Dario. “Espera”, disse Ramsés, enquanto me carregava e me metia, forte, parecia um balanço, e eu gemia de prazer. Vários minutos depois, ele disse: “agora vou gozar”. Aí comecei a masturbar os dois, e saíram os porra gostosa deles. A cum do Dario e do Ramsés se misturou, formando uma porra pegajosa, quente, cheirosa e deliciosa. Um pouco entrou no meu olho e irritou. Ramsés, com o pau dele, pegava a porra e levava até minha boca. Comecei a chupar e gostei. Dario disse: “que gostoso”, e com o pau dele cutucou meu olho. — O que cê tá fazendo, filho da puta? — falei, enquanto a gente ria.
Nós nos jogamos na cama, com os corpos suados, cheios de fluidos, urina. “Que puta você é”, eles diziam. “Que gostoso”. “Obrigada”, respondi. Por um momento ficamos em silêncio, quando meu celular tocou de novo. Eram minhas filhas, mas tive vergonha de atender, então mandei uma mensagem no WhatsApp e elas responderam, dizendo que já tinham chegado. Monterrey, Ramsés e Darío também tinham mensagens delas, mas só mandaram uns textos. Já era quase meia-noite e eu falei: "vão embora, por favor, meu marido não demora pra chegar". "Espera", eles diziam, e eu respondia: "não, já vão, já conseguiram o que queriam". Quando falei isso, oh surpresa, meu marido me ligou e tive que atender. Pra minha sorte, ele disse que ia pra Querétaro com uns sócios e que só chegaria ao meio-dia. Desliguei e, sem pensar, falei pros meus meninos. Eles sorriram e disseram: "temos a noite toda". "Não esperem", falei, "tô muito dolorida". Eles pularam da cama e me carregaram. "O que vocês tão fazendo?" Pegaram umas toalhas e me levaram pro banheiro. "Vamos te dar um banho", disseram. Abriram o chuveiro e começaram a ensaboar minhas partes íntimas, meu cu. Tava muito dolorido, mas eles massageavam bem. "Devagar, por favor". E assim fizeram; em 10 minutos me deram banho e voltamos pro quarto. Percebi que o período refratário já tinha passado e os pau deles já estavam duros. "Bendita juventude", disse Ramsés. "Vamos pro teu quarto pra você trocar de roupa". "Que isso?", respondi. "Boa ideia", mencionou Dario. Entramos no meu quarto, abriram meu armário e escolheram a roupa. Dario disse: "Sempre gostei de você com esse vestidinho preto". E começou a me vestir. Aquele vestidinho preto, justo, que deixava ver minha barriga lisa e minha silhueta gostosa, tinha um braço de fora. Colocou umas meias pretas, a calcinha fio dental e os saltos da mesma cor. "Que delícia você ficou", disseram. "Sempre quis te comer com esse vestidinho, desde que te conheci", falou Dario. "Vai, é toda sua", disse Ramsés. Eu tava super dolorida, mas cheia de tesão, então abracei ele e comecei a beijar. Sabia que tinha que dominar pra não rasgar meu cu. Começamos a nos pegar, ele me beijava devagar e depois dava umas mordidas. Eu acariciava o pau dele e, na beira da minha penteadeira, ele tirou umas coisas, levantou meu vestido até a cintura, afastou minha calcinha fio dental e me penetrou. Minhas pernas longas, totalmente... abertas, me davam um espetáculo único. Assim continuamos por vários minutos.
"Vai, irmão", disse Dario, mas Ramsés respondeu: "Dá mais, valeu, irmão". Dario sentou numa cadeira e me disse: "Monta em mim, puta, do jeito que você sabe fazer". E assim fiz, comecei a montar nele, minha buceta e a calcinha friccionavam naquele pau enorme, duro. Eu queria que a foda fosse só vaginal, porque meu cu ainda ardia. Eu me sentava com força, "aaa que gostoso". Ramsés saiu do quarto e quando voltou trouxe uma garrafa de uísque. "Peguei na sala, também esses biscoitos e fruta." Só consegui dizer "ok", porque tava dando uma boa foda. Era tanta loucura que a gente caiu da cadeira, só rimos. "Levanta, meu amor", disse Dario. Respondi: "Espera", e comecei a chupar o pau dele, queria terminar logo pra deixar eles secos. Enfiava minha língua no freio e mordia o prepúcio dele. "Aa, puta, que gostoso", ele dizia, e me deu um tapa: "Espera, ainda não quero gozar".
Ramsés serviu o uísque e disse: "Dá uma pausa, a noite é jovem". Assim fizemos, tomamos o uísque, que relaxou a gente, e os biscoitos. "Pra quê?", perguntou Dario. Ramsés respondeu: "Pra isso". Enfiou um biscoito na minha buceta e mordeu, pegando até meus lábios vaginais. "Aaaaaa", gritei bem alto, doeu. "Calma, puta, você morde a gente no prepúcio." Doeu e eu me dobrei. Nessa hora, Ramsés disse: "Agora vou". Levantou meu vestido, mas tirou a calcinha, me colocou de quatro e me penetrou no cu, com força. Parecia um fantoche, uma boneca de pano. Ele me comia sem piedade, do jeito dele. "Aa, dói, muito", eu disse, e senti sangue de novo. Dessa vez quem saiu do quarto foi Dario. Eu pedi: "Piedade, por favor", mas ele não teve pena. Disse: "Sobe na sua cama, quero te comer na cama que você dorme com seu marido". Obedeci, fiquei deitada de costas, completamente esticada, e ele me penetrou no cu, esticando o corpo. Foi um momento de clímax, ele se mexia e era muito gostoso, apesar da dor.
Dario voltou com... um frasco de lubrificante e umas bolas chinesas. "Espera", disse Ramsés, "ela já tá toda dolorida, não vai rasgar ela não, e nossos paus também tão bem irritados, porque só usamos saliva como lubrificante". "De onde você tirou isso?", perguntou Ramsés. Dario respondeu: "Do quarto da Estefani. Respondi, filho da puta, mas é uma boa ideia". A gente levantou da cama e serviu outro uísque. Eles sentaram nas cadeiras que tinha no meu quarto, e eu, como se fosse uma puta, sentei no colo do Dario e depois no do Ramsés. Ficamos assim por vários minutos, bebendo e nos beijando. Tive uma ideia: dançar pra eles, pro meu corpo descansar, principalmente meu cu. E foi o que fiz. Dancei pra eles, e eles me davam tapas na bunda, me apalpavam, me beijavam. O álcool foi fazendo efeito, e aquilo era uma puta festa: sexo, álcool, paixão proibida, um trio delicioso. Eles falaram: "Vamos continuar fudendo". Já tinha bebido metade da garrafa. Eles pegaram o lubrificante, levantaram meu vestido e passaram no meu cu. Dario disse: "Olha essas bolas chinesas", e foi colocando uma por uma no meu cu. "Viu? Entra mais rápido, sem tanta dor". Deixaram elas lá. Quando Dario deitou na cama, eu montei nele, e Ramsés, de pé na cama, metia o pau em mim. Depois trocaram de posição. Aí levantaram e tiraram as bolas chinesas do meu cu, passaram lubrificante nos paus deles e deitaram quase juntos, mas juntaram os paus com as mãos. "Senta, puta", disse Dario, "rápido, senão vão se separar". E eu sentei. Meu Deus, os dois paus entraram no meu cu rápido, graças ao lubrificante. Aaa, que gostoso. Eu sentava com força, o lubrificante junto com o álcool me faziam gemer de prazer e esquecer a dor. Parecia que o uísque tinha me anestesiado. Assim foram vários minutos, até que os paus saíram. Ramsés deitou na cama, eu montei nele de frente, e Dario veio por trás. De novo, dupla penetração. Eles metiam bem forte, mas bem gostoso. A gente deslizava muito bem, por causa do lubrificante. lubrificante, depois Ramsés me pegou na posição de carrinho de mão, me meteu no cu com força e me passou pro Darío, que fez a mesma coisa. Aaa, eu gemia, pela enésima vez naquela noite. Eles se levantaram e me carregaram, me penetrando dos dois lados, e na mesma hora veio outro squirt misturado com xixi, e eu molhei os dois caras. Darío falou: "Serve mais uísque", e a gente tomou mais uns copos até acabar o álcool. Aí Ramsés disse: "Pega seu copo, sua puta", e começou a mijar dentro pra eu beber. Aquele xixi já cheirava e tinha gosto de porra, mas eu bebi adorando. Darío falou: "Eu não vou mijar em você". Me colocou de quatro na cama e começou a me meter no cu por vários minutos, até que mijou dentro do meu cu. Foi uma sensação estranha, mas eu gostei. "Já vou gozar", disse Darío. Colocou o pau na minha cara e começou a se masturbar, e saiu uma boa quantidade de porra ainda. Pegou um biscoito, limpou o esperma, me deu e eu comi. Ramsés, sentado na cama, me chamou pra dar um boquete, e eu fiz, mas me vinguei por ele ter mordido meus lábios da buceta e mordi "de leve" a glande dele. "Putinha, o que você tá fazendo?" Ele quis me dar uns tapas, mas a dor o dobrou. "Estamos quites", falei, rindo. Em uns minutos ele se recuperou e me esbofeteou de um jeito sujo e sensual ao mesmo tempo. Puxou o pau e gozou num morango, que me fez comer. — Darío me despiu e disse: "Agora você, Ramsés, veste ela". "Claro", respondeu. "Com qual vestido você fantasiou?" Enquanto Darío servia mais uísque, a gente deu uma pausa. Já eram 3h da manhã. Darío foi até meu armário e escolheu um vestido rosa. Respondi: "Não, esse eu comprei agora e é pro Natal". Os dois falaram juntos: "Foda-se, puta, é com ele que a gente vai te comer agora". Respondi sarcasticamente: "E agora não vão me dar banho?" Eles sorriram, me carregaram e no banheiro começaram a se ensaboar junto comigo, e a água quente relaxava a gente. O banho durou uns 20 minutos, acho que queriam mais tempo pra ter outra ereção. Saímos do banheiro. Servimos um conhaque que eu tinha no meu quarto, e com as frutas e biscoitos a gente comia, nos secamos com as toalhas, e eu vesti aquele vestido rosa, bem justo que realçava minha silhueta, deixava meus ombros de fora, coloquei uma tanga rosa e saltos da mesma cor. —Pensava em estreiar no Natal, mas meus amores se adiantaram— Uau, responderam, tudo fica bem em você, comecei a estimular eles com uns beijos nos membros, e aos poucos, foram ficando duros de novo, Ramsés se levantou e começamos a nos beijar, ardentemente, e ele me apalpava, beijava meus ombros, foi descendo até beijar minhas pernas, as coxas, levantou meu vestido até a cintura e me penetrou de pé, que gostoso, teu pau já tá duro de novo, sim meu amor, você me deixa assim, depois me virou e me penetrou analmente, aaa, abaixei as mãos e fiquei completamente curvada, enquanto ele me comia bem forte. Ele me levou pra cama, e se deitou em cima de mim me penetrando na posição de missionário, mas analmente, ele se mexia, empurrava aaa, tirou o pau e eu estimulei pra ele ficar mais firme, e de novo a penetrar. Agora é minha vez, disse Dario, vadia, monta em mim de cowgirl, analmente —claro respondi— comecei a sentar com força, forte e depois devagar, e aí depois fiquei de cócoras com meus saltos, eles davam uma altura, muito gostoso nessa posição que deixava o pau entrar melhor no meu cu, aaa, ele dava tapas na minha bunda e ouvia bem gostoso, como nossas carnes batiam, comecei a beijar ele e desci as pernas, me mexia gostoso, muito e senti de novo uma dor anal, mas queria continuar montada, Dario, mordeu meus mamilos aaa desgraçado, e abria meu cu, enquanto me penetrava, que gostoso. Abre mais disse Ramsés, subiu na cama, encaixou os paus e os dois entraram no meu cu, aaaaaa eu gemi, bem alto, e senti sangrar, enquanto enfiavam os dois paus, castigavam com as mãos minhas nádegas —olha como cabem os dois meu amor, você é uma vadia no cio— e faziam com força, disse Ramsés agora vou eu por cima, e juntaram de novo os paus, e de novo duplo anal, era umas cenas tiradas do pornô mais pesado, não conseguia acreditar que tinha os dois namorados das minhas filhas me penetrando. Depois os paus saíram, e colocaram um na buceta e outro no cu, me passaram mais lubrificante de novo, o que fazia esses paus entrarem como faca na manteiga. Em seguida, tiraram os membros e limparam no meu vestido — seus cuzões, falei, é novo. Ramses começou a beijar meus ombros, e enfiou os dedos na minha buceta, e me colocou de conchinha pra me dar no cu, enquanto Dario enfiava o pau na minha boca. Depois levantaram e serviram mais conhaque, a gente bebia enquanto dava uma pausa. Que trepada que tavam me dando, já era quase 5h da manhã, e me falaram: ajoelha, vamos mijar em você de novo haha — abri a boca e recebi os mijos e uns tapas na cara. Começaram a se masturbar e enfiavam os paus quentes na minha cara, pegaram uns vestidos do meu armário e começaram a bater punheta neles — que que cês tão fazendo, falei meio brava — mas continuavam se masturbando com eles. Aproveitei pra descansar e me secar com uma toalha, levantei, mas tava toda dolorida — eles cheiravam meus vestidos, minhas calcinhas, meias — eram uns animais que não entendiam razão nenhuma — que gostoso o cheiro da sua roupa, seus vestidinhos, têm seu gosto, igual suas meias, calcinhas e saltos, a gente te ama — falavam. Levantaram, e me deitaram de conchinha, Dario na frente e Ramses atrás, começaram a me penetrar, devagar e depois forte, nossos corpos já tavam bem irritados, falei: passa mais lubrificante. E depois, me deitaram, ficando minhas costas e cabeça no chão e minhas pernas pra cima, me penetraram no cu um por um, era bem desconfortável, mas uma experiência, yummy. Abriam minhas pernas do jeito que queriam, me metiam no cu, e eu já não aguentava mais, falei: já chega. Falaram: já quase acabamos, meu amor. Ramses enfiou fundo e Dario colocou o pau na minha boca. Era um frenesi de luxúria, me levantaram. do chão, e me colocaram de quatro —toma, putinha, toma— diziam, enquanto me penetravam e se revezavam, assim continuaram por vários minutos. Depois se levantaram, começaram a se masturbar, e imediatamente gozaram na minha boca, obviamente já não saiu tanta porra como da primeira vez, mas ainda assim me deram meu gozo quente, e eu tomei com gosto. Em sinal de agradecimento, mordi os paus deles —que putinha gostosa—. Já muito cansados, suados, cheios dos nossos fluidos, me carregaram e deitamos na cama que divido com meu marido, onde os dois genros tinham me comido. Nos limpamos com uma toalha, tirei o vestido, fiquei só de meia, e eles nus, nos cobrimos, eu no meio, e começaram a me apalpar e beijar —gostou, meu amor?— —amei— respondi —que bom, porque de hoje em diante você será nossa putinha—. Falei ok, já bem comida, meio bêbada, dolorida, cansada, acabei dormindo, e acho que eles também pouco depois. De repente, acordei assustada, meus genros estavam mijando em mim —aaa que gostoso—, espera, seus filhos da puta, quase me afoguei. Começaram a se masturbar, e saíram gotas de porra, disseram —já vamos, amor—. Espera, falei, esse colchão fede a fluidos, sexo, mijo, tenho que jogar fora. Desçam ele, o lixeiro passa às 10h, vou dar pra ele, mas joguem sabão, desodorante, pra não feder tanto. Ok, amor, assim fizeram, desceram ele. Eu, toda dolorida, fui me banhar, mesmo quase sem conseguir me mexer. Eles voltaram e me deram banho, ensaboaram deliciosamente minhas partes íntimas. Ainda é cedo, são 8h, e seu marido chega ao meio-dia. Não conseguia me mexer, e eles me carregaram até o quarto da Lívia pra eu me vestir, também me ofereceram fruta e um suco, tomamos café da manhã saudável. Depois, Dario foi buscar um vestido no meu quarto, mas voltou com 10 —que puta vestidos gostosos você tem, não sei qual escolher, que delícia, tudo fica um luxo em você— disse Ramsés. Finalmente escolhi um roxo, com umas meias transparentes, eles muito Gentilmente me colocaram, enquanto beijavam cada parte do meu corpo, e nossa luxúria aumentava de novo, que delícia, essas love, não queremos te deixar, depois vamos voltar a foder, agora é hora de vocês irem, ok, Deusa. Enquanto me trocaram, limparam, passaram pano no quarto, deu 10 horas, passaram o lixo e pegaram o colchão, me perguntaram como eu ia explicar. Falei que no quarto de visitas tinha dois colchões, que fossem pegar um e colocassem, e assim fizeram. Finalmente, me carregaram pro meu quarto e me deixaram deitada. Se despediram com um beijo carinhoso nos meus lábios e também nos meus lábios da buceta. Pra minha sorte, meu marido chegou naquele dia às 3 da tarde, o que me permitiu descansar um pouco mais. Nunca vou esquecer essa experiência gostosa e proibida com os namorados das minhas filhas. Eles me penetraram no cu, na buceta, me fizeram de puta deles, engoli o esperma deles, me partiram literalmente ao meio, mas amei. Fiquei toda dolorida, irritada, mas satisfeita. Agora vamos nos ver sempre que minhas filhas não estiverem por perto. Mal posso esperar pra ter um sexo tão gostoso de novo. Com prazer, posso dizer que fui a puta dos meus genros.
1 comentários - Sou a puta dos namorados das minhas filhas