Enfiei o carro no quintal esperando o pior. Minha mente revivia o que a gente fez na noite passada. Tava quase certo de que não tínhamos deixado nada que entregasse tudo que rolou. O álcool sim, mas por isso nossos pais não iam falar nada. Quando entrei, a casa tava cheia daquele cheiro gostoso de comida e o som da televisão. Meu pai tava sentado no sofá. Falei "oi" pra ele e ele só levantou a mão de resposta. Fui pra cozinha e lá tava minha mãe cozinhando.
- Bom dia. Ela me cumprimentou quando me viu e me deu dois beijos.
- Bom dia. O que vocês tão fazendo aqui? Não tinham trabalho?
- Sim, mas conseguimos uns dias de folga antes de ter que viajar de novo.
- Ahmm. - falei, sentando na beirada da mesa da cozinha.
- Como tá sua irmã?
- Melhor. Fez bem vir pra cá e dar uma desligada. Quando vocês vão viajar?
- Que bom. Amanhã à noite o voo sai.
- Cuidado por aí.
- Muito obrigada, querido.
Fui pro quarto, peguei um par de toalhas e saí de novo pro quintal. Como eu imaginava, minha irmã e a Sandra ainda estavam lá, com seus biquínis minúsculos e os pareos transparentes que quase não escondiam os corpos. Cheguei perto delas e estendi as toalhas, as que a gente tinha levado pra praia estavam cheias de areia.
- Valeu. - a Sandra falou com meio sorriso, ainda olhando pra dentro de casa.
- Os dois tão aqui? - minha irmã perguntou.
- Sim, parece que vão ficar até amanhã e depois viajam de novo.
- Maravilha. - ela disse, cheia de ironia. - Acabou a farra.
- Qual é, não fala assim. Ainda dá pra ir pra praia e tal.
- Com os dois urubus no nosso ombro.
- Bom, pelo menos não descobriram a festa de ontem. - falei com um sorriso no rosto.
Minha irmã revirou os olhos e, jogando a toalha por cima dos ombros, foi pra dentro de casa. A Sandra, que parecia ter achado graça, seguiu ela rindo. O resto do dia passou sem problemas. Comemos com meus pais e depois eles decidiram que passaríamos a tarde na praia, um plano do qual não conseguimos escapar. No fim, concordei com minha irmã que a festa tinha acabado, então nós três combinamos voltar para a cidade naquela tarde. Contamos para nossos pais com a desculpa de que eu tinha outro jogo com meus amigos. Eles nem insistiram para ficarmos, e às oito da noite já estávamos na estrada de novo.
Durante o caminho de volta, elas iam conversando entre si, quase como na ida. Quase, porque a Sandra se enfiou entre os bancos da frente com a desculpa de conversar melhor com ela, enquanto ficava passando a mão em mim. Mais de uma vez tive que dar uma cotovelada nela para me deixar um pouco de espaço para trocar as marchas.
— Para com isso, vai, que a gente vai se matar. — repreendeu a Sara numa dessas vezes.
— Qual é, é só pra agradecer um pouco pela viagem.
— Para agora e coloca o cinto, que se a gente bater, você vai voar pelo para-brisa.
— Que chata. — respondeu ela, mostrando a língua.
Ela se acalmou um pouco depois disso, mas em cinco minutos já estava me tocando de novo. Eu tava ficando tesudo com tanta brincadeira e, por sorte, não batemos o carro. Quando chegamos na casa dela, desci pra ajudar com a mala que tava no porta-malas. Quando baixei a mala, ela me deu um beijo de língua enquanto me agarrava o pau por cima da calça.
— Pra você lembrar de mim no caminho pra casa. — sussurrou no meu ouvido.
Ela foi até a janela da minha irmã enquanto eu voltava pro carro. Minha irmã me olhou, e minha cara dizia tudo.
— Tchau, gato. Não aproveitem demais a casa vazia e me chamem se forem fazer alguma festa. — despediu-se a Sandra de nós, piscando um olho de um jeito cúmplice.
Minha irmã ficou vermelha com essas palavras e não respondeu. Na verdade, nem falou no resto do caminho. Quando chegamos em casa, descarregamos o carro e ela se trancou no quarto. Nem a oferta de sair pra jantar fez ela sair do quarto. De noite, chegou um WhatsApp da Sandra:
Sandra: "Sua irmã ficou tão exausta que nem vê os WhatsApp?"
Eu: "Que nada. Não fizemos nada."
Sandra: "Claro. Com o tesão que você tava, ia perder a chance de pegar ela de novo?"
Eu: "É que não teve chance."
Eu: "Assim que chegamos, ela entrou no quarto dela e não quis sair."
Eu: "Nem quando falei pra sair pra jantar."
Sandra: "Emoji de carinha pensando."
Sandra: "Pode ser que ela esteja se arrependendo do que rolou."
Sandra: "Vou ver se falo com ela amanhã."
Sandra: "Agora que a gente tinha animado ela."
Eu: "Pois é. Não quero ver ela deprimida de novo."
Sandra: "Relaxa, eu cuido disso."
Sandra: "Toma, pra você baixar um pouco o tesão de antes." "Emoji piscando e mostrando a língua."
Depois dessa última mensagem, chegou uma foto dela deitada na cama, só de tanguinha, segurando uma teta enquanto lambia o próprio mamilo. Quando abri a imagem, meu pau ficou duro na hora. Logo veio uma segunda foto, dessa vez puxando a tanguinha de lado e abrindo a buceta com os dedos pra câmera.
Tirei toda a roupa, passei lubrificante na mão e lambuzei o pau todo. Peguei o celular, deitei na cama e tirei uma foto segurando ele pela base. Na foto, tava enorme, parecia ainda maior do que é. Mandei a foto pra Sandra, junto com um emoji de beijo. A única resposta que recebi foi o emoji da carinha de diabinho. Abri de novo a foto dela lambendo o mamilo e terminei a punheta em homenagem a ela.
No dia seguinte, acordei tarde, umas onze da manhã, e minha irmã já não estava em casa. Achei que tinha saído com a Sandra e encarei como algo bom, pelo menos não tinha voltado pra fase de ficar trancada. Aproveitei o dia e encontrei uns amigos pra tomar umas. e botar o papo em dia. Quando voltei pra casa, de tarde, a porta do quarto da minha irmã tava fechada, então ela já tinha voltado. Ela ter a porta fechada não é nada incomum, a gente sempre deixa assim.
De noite, bati na porta dela pra perguntar se queria algo especial pra jantar. Ela não respondeu, mas ouvi uns soluços baixinhos vindo do outro lado. Devagar, abri a porta e me deparei com o quarto completamente escuro e minha irmã deitada na cama, abraçando o travesseiro e chorando quase na posição fetal.
- Ei. O que aconteceu? - perguntei enquanto sentava na cama e colocava a mão no ombro dela.
Minha irmã se virou pra mim ao sentir o toque, me olhando com uma cara de estranheza. Provavelmente nem tinha me ouvido quando chamei da porta. Ela se sentou e se jogou em cima de mim me abraçando. Enfiou a cara no meu ombro e continuou chorando. Envolvi ela nos meus braços, dando uns tapinhas nas costas e acariciando a cabeça dela. Depois de um tempo, quando se acalmou o suficiente, se separou de mim, ficando sentada sobre os calcanhares na cama.
- O que aconteceu? - perguntei de novo.
- Discuti de novo com o Joaquín.
- De novo você tá chorando por causa dele?
- Essa manhã, quando acordei, tinha uma mensagem dele. Que queria conversar e resolver as coisas. Então encontrei com ele. No começo tava tudo bem, ele tava se desculpando, jurando que tinha sido só uma vez e que não ia rolar de novo, mas aí o celular dele tocou e quando ele olhou ficou branco.
Minha irmã parou pra secar as lágrimas que começavam a brotar nos olhos dela antes de continuar.
- A Sandra mandou as fotos que ela tirou na outra noite. Você sabe... Quando... a gente fez aquela festinha... - disse baixando o olhar e ficando meio vermelha.
- Eu devia ter mandado ela apagar.
- É, mas fazer o quê, agora não dá mais pra mudar. Depois de ver as fotos, ele perdeu a cabeça e me chamou de puta lá em cima, no meio do bar.
- Ele te bateu?
- Não, quando ele ficou daquele jeito, falaram que iam chamar a polícia e ele vazou.
- Sinto muito. Quer alguma coisa, ou precisa de algo? Tem sorvete no congelador.
- Não. Só... — ela disse, parando no meio da frase.
- Sim?
- Você... Você pode ficar um pouco aqui comigo? — ela disse, me olhando com uns olhinhos que eu não conseguia recusar.
- Claro.
Ajeitando o travesseiro na cama, deitei ao lado dela e liguei a televisão, deixando o volume baixo, mais pra ter um barulho de fundo do que pra ver alguma coisa de verdade. Minha irmã se deitou quase em cima de mim, passando a perna esquerda por cima da minha, me abraçando e apoiando a cabeça no meu peito. Ela estava tremendo e soluçando um pouco. Depois de um tempo assim, minha irmã já tinha se acalmado um pouco. A respiração dela tinha desacelerado e, naquele momento, achei que ela tinha dormido.
Me inclinei pra frente pra verificar e, quase ao mesmo tempo, minha irmã levantou a cabeça. Ficamos nos olhando e, sem dizer nada, nos juntamos num beijo tímido no começo, que foi ganhando paixão e vontade aos poucos. Quando nos separamos, abri a boca pra falar, mas minha irmã colocou um dedo nos meus lábios.
- Shhh. Não fala nada. Só vamos nos deixar levar.
Minha irmã se levantou e montou em cima de mim, eu me sentei mais ereto, com as costas apoiadas na parede. Nos juntamos de novo noutro beijo, mais apaixonado que o anterior. Minhas mãos foram pra bunda dela, que pude tocar inteira graças à saia e à calcinha fio dental que ela tava usando. Enquanto isso, ela, com uma mão segurando minha cabeça pelo cabelo, deslizou a outra entre as pernas dela até tocar no meu pacote por cima do short de pijama que eu tava vestindo.
Meu pau começou a reagir aos toques dela e já tava pedindo pra ser liberado. Minha irmã desfez o nó do short e conseguiu abaixar o suficiente pra tirar meu pau pra fora e começar a acariciá-la lentamente. Eu subi uma mão, enfiando por baixo da camiseta dela até chegar no aro do sutiã. Fui para as costas, procurando o fecho para me livrar daquela peça chata, mas com uma mão só não consegui soltar. Tivemos que parar de nos beijar pra ela, rindo do meu fracasso, tirar a camiseta e o sutiã. Eu aproveitei e me livrei da minha calça, ficando pelado da cintura pra baixo enquanto minha irmã estava da cintura pra cima.
Ela subiu de novo em cima de mim e, enquanto a gente se beijava de novo, começou a se esfregar no meu pau, ainda com a calcinha no meio. Minhas mãos foram pros peitos dela, amassando e beliscando os bicos que estavam durinhos. Os movimentos do quadril dela ficavam cada vez mais agressivos e chegou uma hora que ela se separou da minha boca, jogando a cabeça pra trás e soltando um gemido longo. Aproveitei o momento pra abraçar ela pelas costas e puxar pra perto, enfiando um mamilo na boca e lambendo os peitos dela.
Minha irmã se levantou um pouco, só o suficiente pra afastar a calcinha encharcada da buceta dela e apontar a cabeça do meu pau pra dentro.
- Tem certeza...?
Olhando nos meus olhos, minha irmã começou a descer devagar, enfiando meu pau dentro dela aos poucos. Quando passou a cabeça, ela começou a gemer de novo, semicerrar os olhos, mas continuou descendo até nossos quadris se encontrarem. Ficou parada e eu senti as paredes da buceta dela me apertando forte. Fechou os olhos completamente e jogou a cabeça pra trás, abrindo a boca como se fosse gemer, mas sem soltar nenhum som. No fim, um gemido grave foi aparecendo, como se estivesse se formando no fundo da garganta dela e saindo devagar. Conforme o gemido ia aumentando, os espasmos que apertavam meu pau ficavam cada vez mais fortes e, entre espasmos e leves convulsões, ela gozou em cima de mim.
Quando as As convulsões do orgasmo passaram, minha irmã me olhou com um sorrisinho no rosto e a gente se beijou de novo. Devagar, ela levantou o quadril até quase tirar meu pau inteiro e se jogou pra baixo com força. Ela foi repetindo isso cada vez mais rápido enquanto nossas línguas se encontravam numa dança molhada. Ela cortou o beijo e se deitou em cima de mim sem diminuir a intensidade da foda. Com a cabeça no meu ombro, começou a gemer no meu ouvido, brincando com ele, lambendo e mordendo.
Quando senti que ela começava a cansar e a desacelerar, segurei ela pelos quadris, levantando ela pra ter espaço pra manobrar. Comecei a meter rápido e com toda a força que eu tinha. Senti uns pequenos espasmos nas minhas bolas, tava quase gozando, então segurei ela nos meus braços e, virando meu corpo, deitei minha irmã na cama, ficando por cima dela na posição de missionário.
- Nossa, tava doida pra isso acontecer.
- Eu também, maninho.
Beijei ela de novo, aproveitando pra descansar um pouco e não gozar tão rápido, e logo voltei a meter. Ela levantou as pernas, segurando os pés com as mãos, pra me dar mais espaço. Os peitos dela ficaram apertados entre as coxas, me dando uma vista incrível. Agarrei um deles, beliscando o mamilo e arrancando mais gemidos da minha irmã. A gente teve sorte de a casa estar vazia e não dividir parede com os vizinhos, porque tava fazendo um escândalo danado entre os gemidos dela e os sons molhados dos nossos quadris se chocando.
Procurei os olhos dela com o meu olhar e eles estavam abertos, fixos em mim. A cara entre os gemidos, toda vermelha, mas com os olhos abertos e sem desviar dos meus. E pensar que uns dias atrás, a gente tinha até vergonha de se ver pelado e agora tava fodendo sem nem tentar evitar. No fundo, quis culpar a Sandra por ter nos empurrado a isso, mas naquele momento eu não faria outra coisa senão agradecer.
- Vou gozar. - avisei quando senti que estava perto do orgasmo.
- Aguenta. Aguenta um pouco. Estou muito perto.
Tentando aguentar o máximo possível, continuei com a foda enquanto dava outro beijo nela. As sensações estavam cada vez mais intensas e eu não conseguia mais segurar.
- Vou gozar!
Quando ia tirar pra não gozar dentro, minha irmã envolveu minha cintura com as pernas e fez com que eu enterrasse fundo.
- Dentro. Goza dentro. - disse entre gemidos.
Ao ouvir essas palavras, me deixei levar e comecei a disparar jorros potentes de porra dentro da minha irmã. Tão intensa foi a gozada que até minha visão ficou meio turva.
- Isso. Deus. Isso! Vou gozar! - terminou gritando minha irmã entre gemidos e suspiros.
Com o orgasmo dela, ela começou a apertar meu pau lá dentro de novo, como se quisesse ordenhá-lo e garantir que nem uma gota de porra ficasse nas minhas bolas. Quando os efeitos do orgasmo dela foram passando, finalmente soltou a presa de mim. Eu me deixei cair para o lado, ficando deitado ao lado dela. Minha irmã se virou para mim e passou de novo uma mão e uma perna sobre mim, ficando com a cabeça encostada no meu peito.
- Muito obrigada. - sussurrou minha irmã depois de um tempo de silêncio, tão baixo que mal ouvi.
- Não precisa agradecer, foi um prazer pra mim também.
- Não tô falando só disso. Por tudo. Por estar aí e tentar me animar com toda essa treta do Joaquim.
- Não tem de quê. - respondi apertando ela um pouco mais nos meus braços.
- Você pode ficar aqui comigo essa noite?
- Sim, claro.
Desfizemos a cama e, ficando completamente nus, voltamos pra mesma posição de antes, nos cobrimos com os lençóis e ficamos em silêncio, aproveitando o calor e a companhia um do outro, até o sono nos vencer.
No dia seguinte, ao acordar, demorei uns segundos pra reconhecer o quarto ao meu redor. Lembrei de tudo que rolou na noite anterior e virei pra ver minha irmã, mas tava sozinho na cama. Era um pouco tarde, embora cedo pra quem não tem nada pra fazer no dia, dez e dez da manhã. Levantei e vi que minha roupa não tava em lugar nenhum. Fui pro meu quarto me vestir só com um shorts, tava fazendo um calorzinho naquela manhã.
Ouvi uns barulhos na cozinha, que achei que fosse minha irmã, e fui pra lá. Quando entrei na cozinha, fiquei de cara. Minha irmã tava lavando algo na pia, mas só usava uma calcinha fio-dental preta e um top esportivo da Calvin Klein que só fazia apertar e levantar aquelas tetas generosas dela. Tava com uns fones sem fio e rebolando a bunda de um lado pro outro no ritmo da música que tava ouvindo. Bestificado com aquela visão, meu pau reagiu na hora, endurecendo e marcando no meu shorts. Minha irmã deve ter me visto pelo canto do olho, porque virou, tirou um fone enquanto terminava de lavar.
- Bom dia. Dormiu bem?
- Melhor que bem. - respondi, sem conseguir desgrudar o olho das tetas dela.
- Que bom. Vou sair com a Sandra, não me espera pra almoçar nem, provavelmente, pra jantar.
Quando passou por mim, indo pro quarto dela se vestir, percebeu minha ereção e, passando a mão por todo o meu volume, falou:
- Já tá assim? Cuida disso, não vai furar o olho de alguém.
Antes mesmo que eu pudesse responder, saiu da cozinha com uma risadinha pela piada dela. Ainda atordoado com a situação, procurei algo pra tomar café. Daí a pouco, vi minha irmã passar vestida com um vestido verde que fazia um decote bem gostoso e batia no meio da coxa. O resto do dia passou sem nada de mais. Meus amigos tavam ocupados, então passei o dia no computador, jogando e vendo umas séries. Pensei em dar ouvidos pra minha irmã e me masturbar, mas quem sabe essa noite tinha alguma chance de rolar algo mais entre nós, então resolvi me segurar.
À noite, depois do jantar, recebi um WhatsApp da Sandra, que abri na hora assim que vi a notificação.
Sandra: “Seu cachorro.”
Sandra: “Você come sua irmã e não me fala nada.”
Sandra: “Bem feito pra você.”
Sandra: “Ainda mais que eu deixei de bandeja pra você.”
Eu: “O que você queria que eu dissesse?”
Sandra: “Pelo menos me convidar.”
Sandra: “Emoji de rosto piscando e mostrando a língua.”
Eu: “Aconteceu na hora.”
Eu: “Não deu tempo de mandar convites.”
Sandra: “Emoji chorando de rir.”
Sandra: “Fica tranquilo.”
Sandra: “Hoje você vai consertar seu erro.”
Sandra: “Toma um banho e fica preparado pra quando a gente chegar em casa.”
Sandra: “Emoji de carinha do diabo.”
Eu: “Já imaginava algo assim.”
Eu: “Não bati uma o dia inteiro.”
Sandra: “Assim que eu gosto.”
Sandra: “Vai bem carregado.”
Sandra: “Come um pouco de abacaxi. Emoji de rosto piscando e mostrando a língua.”
Com isso, a Sandra se desconectou e me deixou pensando no que ia rolar essa noite. A ideia de comer as duas ao mesmo tempo tava me deixando louco.
Se você chegou até aqui e gostou do relato, pode me apoiar empatreone acessar meus contos algumas semanas antes, além de sugerir enredos para histórias futuras.
- Bom dia. Ela me cumprimentou quando me viu e me deu dois beijos.
- Bom dia. O que vocês tão fazendo aqui? Não tinham trabalho?
- Sim, mas conseguimos uns dias de folga antes de ter que viajar de novo.
- Ahmm. - falei, sentando na beirada da mesa da cozinha.
- Como tá sua irmã?
- Melhor. Fez bem vir pra cá e dar uma desligada. Quando vocês vão viajar?
- Que bom. Amanhã à noite o voo sai.
- Cuidado por aí.
- Muito obrigada, querido.
Fui pro quarto, peguei um par de toalhas e saí de novo pro quintal. Como eu imaginava, minha irmã e a Sandra ainda estavam lá, com seus biquínis minúsculos e os pareos transparentes que quase não escondiam os corpos. Cheguei perto delas e estendi as toalhas, as que a gente tinha levado pra praia estavam cheias de areia.
- Valeu. - a Sandra falou com meio sorriso, ainda olhando pra dentro de casa.
- Os dois tão aqui? - minha irmã perguntou.
- Sim, parece que vão ficar até amanhã e depois viajam de novo.
- Maravilha. - ela disse, cheia de ironia. - Acabou a farra.
- Qual é, não fala assim. Ainda dá pra ir pra praia e tal.
- Com os dois urubus no nosso ombro.
- Bom, pelo menos não descobriram a festa de ontem. - falei com um sorriso no rosto.
Minha irmã revirou os olhos e, jogando a toalha por cima dos ombros, foi pra dentro de casa. A Sandra, que parecia ter achado graça, seguiu ela rindo. O resto do dia passou sem problemas. Comemos com meus pais e depois eles decidiram que passaríamos a tarde na praia, um plano do qual não conseguimos escapar. No fim, concordei com minha irmã que a festa tinha acabado, então nós três combinamos voltar para a cidade naquela tarde. Contamos para nossos pais com a desculpa de que eu tinha outro jogo com meus amigos. Eles nem insistiram para ficarmos, e às oito da noite já estávamos na estrada de novo.
Durante o caminho de volta, elas iam conversando entre si, quase como na ida. Quase, porque a Sandra se enfiou entre os bancos da frente com a desculpa de conversar melhor com ela, enquanto ficava passando a mão em mim. Mais de uma vez tive que dar uma cotovelada nela para me deixar um pouco de espaço para trocar as marchas.
— Para com isso, vai, que a gente vai se matar. — repreendeu a Sara numa dessas vezes.
— Qual é, é só pra agradecer um pouco pela viagem.
— Para agora e coloca o cinto, que se a gente bater, você vai voar pelo para-brisa.
— Que chata. — respondeu ela, mostrando a língua.
Ela se acalmou um pouco depois disso, mas em cinco minutos já estava me tocando de novo. Eu tava ficando tesudo com tanta brincadeira e, por sorte, não batemos o carro. Quando chegamos na casa dela, desci pra ajudar com a mala que tava no porta-malas. Quando baixei a mala, ela me deu um beijo de língua enquanto me agarrava o pau por cima da calça.
— Pra você lembrar de mim no caminho pra casa. — sussurrou no meu ouvido.
Ela foi até a janela da minha irmã enquanto eu voltava pro carro. Minha irmã me olhou, e minha cara dizia tudo.
— Tchau, gato. Não aproveitem demais a casa vazia e me chamem se forem fazer alguma festa. — despediu-se a Sandra de nós, piscando um olho de um jeito cúmplice.
Minha irmã ficou vermelha com essas palavras e não respondeu. Na verdade, nem falou no resto do caminho. Quando chegamos em casa, descarregamos o carro e ela se trancou no quarto. Nem a oferta de sair pra jantar fez ela sair do quarto. De noite, chegou um WhatsApp da Sandra:
Sandra: "Sua irmã ficou tão exausta que nem vê os WhatsApp?"
Eu: "Que nada. Não fizemos nada."
Sandra: "Claro. Com o tesão que você tava, ia perder a chance de pegar ela de novo?"
Eu: "É que não teve chance."
Eu: "Assim que chegamos, ela entrou no quarto dela e não quis sair."
Eu: "Nem quando falei pra sair pra jantar."
Sandra: "Emoji de carinha pensando."
Sandra: "Pode ser que ela esteja se arrependendo do que rolou."
Sandra: "Vou ver se falo com ela amanhã."
Sandra: "Agora que a gente tinha animado ela."
Eu: "Pois é. Não quero ver ela deprimida de novo."
Sandra: "Relaxa, eu cuido disso."
Sandra: "Toma, pra você baixar um pouco o tesão de antes." "Emoji piscando e mostrando a língua."
Depois dessa última mensagem, chegou uma foto dela deitada na cama, só de tanguinha, segurando uma teta enquanto lambia o próprio mamilo. Quando abri a imagem, meu pau ficou duro na hora. Logo veio uma segunda foto, dessa vez puxando a tanguinha de lado e abrindo a buceta com os dedos pra câmera.
Tirei toda a roupa, passei lubrificante na mão e lambuzei o pau todo. Peguei o celular, deitei na cama e tirei uma foto segurando ele pela base. Na foto, tava enorme, parecia ainda maior do que é. Mandei a foto pra Sandra, junto com um emoji de beijo. A única resposta que recebi foi o emoji da carinha de diabinho. Abri de novo a foto dela lambendo o mamilo e terminei a punheta em homenagem a ela.
No dia seguinte, acordei tarde, umas onze da manhã, e minha irmã já não estava em casa. Achei que tinha saído com a Sandra e encarei como algo bom, pelo menos não tinha voltado pra fase de ficar trancada. Aproveitei o dia e encontrei uns amigos pra tomar umas. e botar o papo em dia. Quando voltei pra casa, de tarde, a porta do quarto da minha irmã tava fechada, então ela já tinha voltado. Ela ter a porta fechada não é nada incomum, a gente sempre deixa assim.
De noite, bati na porta dela pra perguntar se queria algo especial pra jantar. Ela não respondeu, mas ouvi uns soluços baixinhos vindo do outro lado. Devagar, abri a porta e me deparei com o quarto completamente escuro e minha irmã deitada na cama, abraçando o travesseiro e chorando quase na posição fetal.
- Ei. O que aconteceu? - perguntei enquanto sentava na cama e colocava a mão no ombro dela.
Minha irmã se virou pra mim ao sentir o toque, me olhando com uma cara de estranheza. Provavelmente nem tinha me ouvido quando chamei da porta. Ela se sentou e se jogou em cima de mim me abraçando. Enfiou a cara no meu ombro e continuou chorando. Envolvi ela nos meus braços, dando uns tapinhas nas costas e acariciando a cabeça dela. Depois de um tempo, quando se acalmou o suficiente, se separou de mim, ficando sentada sobre os calcanhares na cama.
- O que aconteceu? - perguntei de novo.
- Discuti de novo com o Joaquín.
- De novo você tá chorando por causa dele?
- Essa manhã, quando acordei, tinha uma mensagem dele. Que queria conversar e resolver as coisas. Então encontrei com ele. No começo tava tudo bem, ele tava se desculpando, jurando que tinha sido só uma vez e que não ia rolar de novo, mas aí o celular dele tocou e quando ele olhou ficou branco.
Minha irmã parou pra secar as lágrimas que começavam a brotar nos olhos dela antes de continuar.
- A Sandra mandou as fotos que ela tirou na outra noite. Você sabe... Quando... a gente fez aquela festinha... - disse baixando o olhar e ficando meio vermelha.
- Eu devia ter mandado ela apagar.
- É, mas fazer o quê, agora não dá mais pra mudar. Depois de ver as fotos, ele perdeu a cabeça e me chamou de puta lá em cima, no meio do bar.
- Ele te bateu?
- Não, quando ele ficou daquele jeito, falaram que iam chamar a polícia e ele vazou.
- Sinto muito. Quer alguma coisa, ou precisa de algo? Tem sorvete no congelador.
- Não. Só... — ela disse, parando no meio da frase.
- Sim?
- Você... Você pode ficar um pouco aqui comigo? — ela disse, me olhando com uns olhinhos que eu não conseguia recusar.
- Claro.
Ajeitando o travesseiro na cama, deitei ao lado dela e liguei a televisão, deixando o volume baixo, mais pra ter um barulho de fundo do que pra ver alguma coisa de verdade. Minha irmã se deitou quase em cima de mim, passando a perna esquerda por cima da minha, me abraçando e apoiando a cabeça no meu peito. Ela estava tremendo e soluçando um pouco. Depois de um tempo assim, minha irmã já tinha se acalmado um pouco. A respiração dela tinha desacelerado e, naquele momento, achei que ela tinha dormido.
Me inclinei pra frente pra verificar e, quase ao mesmo tempo, minha irmã levantou a cabeça. Ficamos nos olhando e, sem dizer nada, nos juntamos num beijo tímido no começo, que foi ganhando paixão e vontade aos poucos. Quando nos separamos, abri a boca pra falar, mas minha irmã colocou um dedo nos meus lábios.
- Shhh. Não fala nada. Só vamos nos deixar levar.
Minha irmã se levantou e montou em cima de mim, eu me sentei mais ereto, com as costas apoiadas na parede. Nos juntamos de novo noutro beijo, mais apaixonado que o anterior. Minhas mãos foram pra bunda dela, que pude tocar inteira graças à saia e à calcinha fio dental que ela tava usando. Enquanto isso, ela, com uma mão segurando minha cabeça pelo cabelo, deslizou a outra entre as pernas dela até tocar no meu pacote por cima do short de pijama que eu tava vestindo.
Meu pau começou a reagir aos toques dela e já tava pedindo pra ser liberado. Minha irmã desfez o nó do short e conseguiu abaixar o suficiente pra tirar meu pau pra fora e começar a acariciá-la lentamente. Eu subi uma mão, enfiando por baixo da camiseta dela até chegar no aro do sutiã. Fui para as costas, procurando o fecho para me livrar daquela peça chata, mas com uma mão só não consegui soltar. Tivemos que parar de nos beijar pra ela, rindo do meu fracasso, tirar a camiseta e o sutiã. Eu aproveitei e me livrei da minha calça, ficando pelado da cintura pra baixo enquanto minha irmã estava da cintura pra cima.
Ela subiu de novo em cima de mim e, enquanto a gente se beijava de novo, começou a se esfregar no meu pau, ainda com a calcinha no meio. Minhas mãos foram pros peitos dela, amassando e beliscando os bicos que estavam durinhos. Os movimentos do quadril dela ficavam cada vez mais agressivos e chegou uma hora que ela se separou da minha boca, jogando a cabeça pra trás e soltando um gemido longo. Aproveitei o momento pra abraçar ela pelas costas e puxar pra perto, enfiando um mamilo na boca e lambendo os peitos dela.
Minha irmã se levantou um pouco, só o suficiente pra afastar a calcinha encharcada da buceta dela e apontar a cabeça do meu pau pra dentro.
- Tem certeza...?
Olhando nos meus olhos, minha irmã começou a descer devagar, enfiando meu pau dentro dela aos poucos. Quando passou a cabeça, ela começou a gemer de novo, semicerrar os olhos, mas continuou descendo até nossos quadris se encontrarem. Ficou parada e eu senti as paredes da buceta dela me apertando forte. Fechou os olhos completamente e jogou a cabeça pra trás, abrindo a boca como se fosse gemer, mas sem soltar nenhum som. No fim, um gemido grave foi aparecendo, como se estivesse se formando no fundo da garganta dela e saindo devagar. Conforme o gemido ia aumentando, os espasmos que apertavam meu pau ficavam cada vez mais fortes e, entre espasmos e leves convulsões, ela gozou em cima de mim.
Quando as As convulsões do orgasmo passaram, minha irmã me olhou com um sorrisinho no rosto e a gente se beijou de novo. Devagar, ela levantou o quadril até quase tirar meu pau inteiro e se jogou pra baixo com força. Ela foi repetindo isso cada vez mais rápido enquanto nossas línguas se encontravam numa dança molhada. Ela cortou o beijo e se deitou em cima de mim sem diminuir a intensidade da foda. Com a cabeça no meu ombro, começou a gemer no meu ouvido, brincando com ele, lambendo e mordendo.
Quando senti que ela começava a cansar e a desacelerar, segurei ela pelos quadris, levantando ela pra ter espaço pra manobrar. Comecei a meter rápido e com toda a força que eu tinha. Senti uns pequenos espasmos nas minhas bolas, tava quase gozando, então segurei ela nos meus braços e, virando meu corpo, deitei minha irmã na cama, ficando por cima dela na posição de missionário.
- Nossa, tava doida pra isso acontecer.
- Eu também, maninho.
Beijei ela de novo, aproveitando pra descansar um pouco e não gozar tão rápido, e logo voltei a meter. Ela levantou as pernas, segurando os pés com as mãos, pra me dar mais espaço. Os peitos dela ficaram apertados entre as coxas, me dando uma vista incrível. Agarrei um deles, beliscando o mamilo e arrancando mais gemidos da minha irmã. A gente teve sorte de a casa estar vazia e não dividir parede com os vizinhos, porque tava fazendo um escândalo danado entre os gemidos dela e os sons molhados dos nossos quadris se chocando.
Procurei os olhos dela com o meu olhar e eles estavam abertos, fixos em mim. A cara entre os gemidos, toda vermelha, mas com os olhos abertos e sem desviar dos meus. E pensar que uns dias atrás, a gente tinha até vergonha de se ver pelado e agora tava fodendo sem nem tentar evitar. No fundo, quis culpar a Sandra por ter nos empurrado a isso, mas naquele momento eu não faria outra coisa senão agradecer.
- Vou gozar. - avisei quando senti que estava perto do orgasmo.
- Aguenta. Aguenta um pouco. Estou muito perto.
Tentando aguentar o máximo possível, continuei com a foda enquanto dava outro beijo nela. As sensações estavam cada vez mais intensas e eu não conseguia mais segurar.
- Vou gozar!
Quando ia tirar pra não gozar dentro, minha irmã envolveu minha cintura com as pernas e fez com que eu enterrasse fundo.
- Dentro. Goza dentro. - disse entre gemidos.
Ao ouvir essas palavras, me deixei levar e comecei a disparar jorros potentes de porra dentro da minha irmã. Tão intensa foi a gozada que até minha visão ficou meio turva.
- Isso. Deus. Isso! Vou gozar! - terminou gritando minha irmã entre gemidos e suspiros.
Com o orgasmo dela, ela começou a apertar meu pau lá dentro de novo, como se quisesse ordenhá-lo e garantir que nem uma gota de porra ficasse nas minhas bolas. Quando os efeitos do orgasmo dela foram passando, finalmente soltou a presa de mim. Eu me deixei cair para o lado, ficando deitado ao lado dela. Minha irmã se virou para mim e passou de novo uma mão e uma perna sobre mim, ficando com a cabeça encostada no meu peito.
- Muito obrigada. - sussurrou minha irmã depois de um tempo de silêncio, tão baixo que mal ouvi.
- Não precisa agradecer, foi um prazer pra mim também.
- Não tô falando só disso. Por tudo. Por estar aí e tentar me animar com toda essa treta do Joaquim.
- Não tem de quê. - respondi apertando ela um pouco mais nos meus braços.
- Você pode ficar aqui comigo essa noite?
- Sim, claro.
Desfizemos a cama e, ficando completamente nus, voltamos pra mesma posição de antes, nos cobrimos com os lençóis e ficamos em silêncio, aproveitando o calor e a companhia um do outro, até o sono nos vencer.
No dia seguinte, ao acordar, demorei uns segundos pra reconhecer o quarto ao meu redor. Lembrei de tudo que rolou na noite anterior e virei pra ver minha irmã, mas tava sozinho na cama. Era um pouco tarde, embora cedo pra quem não tem nada pra fazer no dia, dez e dez da manhã. Levantei e vi que minha roupa não tava em lugar nenhum. Fui pro meu quarto me vestir só com um shorts, tava fazendo um calorzinho naquela manhã.
Ouvi uns barulhos na cozinha, que achei que fosse minha irmã, e fui pra lá. Quando entrei na cozinha, fiquei de cara. Minha irmã tava lavando algo na pia, mas só usava uma calcinha fio-dental preta e um top esportivo da Calvin Klein que só fazia apertar e levantar aquelas tetas generosas dela. Tava com uns fones sem fio e rebolando a bunda de um lado pro outro no ritmo da música que tava ouvindo. Bestificado com aquela visão, meu pau reagiu na hora, endurecendo e marcando no meu shorts. Minha irmã deve ter me visto pelo canto do olho, porque virou, tirou um fone enquanto terminava de lavar.
- Bom dia. Dormiu bem?
- Melhor que bem. - respondi, sem conseguir desgrudar o olho das tetas dela.
- Que bom. Vou sair com a Sandra, não me espera pra almoçar nem, provavelmente, pra jantar.
Quando passou por mim, indo pro quarto dela se vestir, percebeu minha ereção e, passando a mão por todo o meu volume, falou:
- Já tá assim? Cuida disso, não vai furar o olho de alguém.
Antes mesmo que eu pudesse responder, saiu da cozinha com uma risadinha pela piada dela. Ainda atordoado com a situação, procurei algo pra tomar café. Daí a pouco, vi minha irmã passar vestida com um vestido verde que fazia um decote bem gostoso e batia no meio da coxa. O resto do dia passou sem nada de mais. Meus amigos tavam ocupados, então passei o dia no computador, jogando e vendo umas séries. Pensei em dar ouvidos pra minha irmã e me masturbar, mas quem sabe essa noite tinha alguma chance de rolar algo mais entre nós, então resolvi me segurar.
À noite, depois do jantar, recebi um WhatsApp da Sandra, que abri na hora assim que vi a notificação.
Sandra: “Seu cachorro.”
Sandra: “Você come sua irmã e não me fala nada.”
Sandra: “Bem feito pra você.”
Sandra: “Ainda mais que eu deixei de bandeja pra você.”
Eu: “O que você queria que eu dissesse?”
Sandra: “Pelo menos me convidar.”
Sandra: “Emoji de rosto piscando e mostrando a língua.”
Eu: “Aconteceu na hora.”
Eu: “Não deu tempo de mandar convites.”
Sandra: “Emoji chorando de rir.”
Sandra: “Fica tranquilo.”
Sandra: “Hoje você vai consertar seu erro.”
Sandra: “Toma um banho e fica preparado pra quando a gente chegar em casa.”
Sandra: “Emoji de carinha do diabo.”
Eu: “Já imaginava algo assim.”
Eu: “Não bati uma o dia inteiro.”
Sandra: “Assim que eu gosto.”
Sandra: “Vai bem carregado.”
Sandra: “Come um pouco de abacaxi. Emoji de rosto piscando e mostrando a língua.”
Com isso, a Sandra se desconectou e me deixou pensando no que ia rolar essa noite. A ideia de comer as duas ao mesmo tempo tava me deixando louco.
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3 comentários - A amiga da minha irmã - Cap 5