Marcelo entrou no banheiro e encontrou Teresa esperando por ele com os braços cruzados e uma cara de raiva. Ela planejava fingir que estava irritada com a presença dele no restaurante, mas a verdade é que não gostou de ser ignorada todo esse tempo que o garoto não a ligou e, principalmente, por ele jogar na cara dela sua nova conquista. — Você acha que é quem… Teresa não conseguiu terminar a frase quando o valentão agarrou seu pescoço e a prensou na parede fria do banheiro, fazendo um pouco de pressão na sua garganta. Sua presa era firme, seus dedos quase fechavam seu pescoço, e a surpresa daquele gesto a assustou um pouco. Marcelo não perdeu tempo e a beijou ali mesmo, naquela posição. Faziam apenas alguns dias que a mãe de Pedro não sentia os lábios do garoto, mas para ela isso era tempo demais. Teresa se deixou levar e correspondeu ao beijo com a mesma paixão, sem se importar que alguém poderia surpreendê-los a qualquer momento. Sentir a força e o controle que Marcelo exercia sobre ela a deixou ainda mais molhada do que já estava. — Tenho bom gosto, não acha? — Mmm… o quê? Teresa, ainda de olhos fechados e em estado de tesão, não conseguiu entender a pergunta. — O vestido… fica muito bem em você, linda. — … Sim… obrigada. Marcelo não queria que a mulher saísse do estado em que estava, então com a outra mão levantou o vestido e colocou sua mão entre as pernas dela, começando a masturbá-la lentamente. — Você é mesmo uma puta, não é? — Aaaj… mmm… sim — O que você disse? — Aaah, sim, sim, sou uma puta. — Olha só como você estava molhada… estava precisando do meu pau, não é? — Mmm… — Responda, puta. — Sim, sim, aaj… estava precisando. — Hahaha. Os dedos de Marcelo aumentaram a velocidade, provocando ainda mais prazer em sua mulher. Teresa estava maravilhada com a habilidade do jovem, sua velocidade e seus movimentos eram perfeitos, até sabia masturbá-la melhor do que ela mesma.
Depois de um tempo, Teresa teve um orgasmo intenso que a fez fechar os olhos e apertar forte a pia. Quando os abriu, Marcelo estava na sua frente chupando os dedos, o que a excitou ainda mais.
- Mmm, gosto do seu gosto, putinha.
O valentão não esperou resposta e puxou ela pelo pescoço até entrarem num banheiro, fechando a porta com o pé.
- É a sua vez.
Teresa sabia perfeitamente o que ele queria, mas agora estavam num banheiro, um lugar tão sujo para fazer aquilo. Seu marido estava sentado lá fora esperando por ela, e era provável que alguém entrasse e descobrisse o que estava acontecendo. Naquele momento, isso era irrelevante; pelo contrário, tudo isso a deixava ainda mais excitada.
Ela não perdeu um segundo depois da ordem do garoto e se agachou, notando as calças do amante esticadas pela ereção. Ela as abriu o mais rápido possível e libertou a fera enjaulada, que ao sair bateu no rosto da mulher — tudo por causa da curta distância entre a parte inferior de Marcelo e o rosto dela, devido ao espaço apertado do cubículo.
Teresa engoliu toda a pica que conseguia, indo pra frente e pra trás com tanto entusiasmo que parecia que ela mesma queria se afogar com o pau do garoto. GLACK…GLACK…CLACK A saliva que escorria chegou a sujar o chão e o decote da esposa do Felipe, que naquele momento pedia ao garçom que queria esperar mais um pouco para pedir.
-GLACK…GLACK…GLACK
-É assim que eu gosto, sua puta, muito bem. Marcelo não precisava guiar a cabeça de Teresa, porque ela já demonstrava sozinha uma grande maestria em se engasgar com o pau dele. De repente, os dois ouvem alguém entrar no banheiro. Duas mulheres, amigas, dava pra perceber pelo jeito que conversavam. Os amantes se olharam, ela lá de baixo e ele lá de cima.
Teresa volta a chupar o pau do seu macho sem se importar se alguém ouve. Como era de se esperar, um silêncio se formou do lado de fora da cabine do banheiro; as duas mulheres perceberam o que estava acontecendo e trocaram olhares cúmplices e risadinhas.
GLACK…GLACK…GLACK A chupada continuava enquanto uma delas, a mais corajosa, se aproximava para ouvir melhor e dar uma espiada por baixo para ter uma ideia de quem estava cometendo o ato. Ela conseguiu ver apenas uns pés de homem e os pés de uma mulher agachada, de salto alto, com um vestido vermelho que tocava o chão do banheiro.
Aquela duas mulheres foram embora depois de pouco tempo, rindo ainda mais alto dessa vez. Teresa ouviu e começou a se preocupar. "Se o Felipe as vir saindo rindo, se ele suspeitar de algo ou se vier me procurar?" Suas preocupações aumentavam, mas a velocidade com que ela engolia o pau não diminuía.
- Se prepara, putinha. Marcelo agarrou o pau com uma mão e apontou para o rosto da esposa de Felipe. Quatro jatos generosos de porra explodiram no rosto de Teresa, que os recebeu de forma tão natural que parecia uma profissional.
- Podemos parar?
- Você quer parar?
- Não, digo, sim, é que... meu marido, ele está me esperando e pode vir me buscar.
- Hmm... Ok, como quiser.
Teresa ficou surpresa. Marcelo deixou a escolha para ela. O valentão puxou a calça e saiu do cubículo do banheiro enquanto Teresa lavava o rosto e limpava o que dava no vestido.
- Ahm... Eu vou indo.
Teresa disse a Marcelo, mas ele a ignorou, já que estava digitando no celular.
Felipe, sentado como um idiota na mesa, queria se levantar e procurar sua esposa, mas assim que se levantou da cadeira, viu passar perto dele uma garota loira com um vestido preto bem justo e revelador. A garota devia ter a idade do seu filho Pedro, mas pela forma como se movia, ele entendeu que tinha a experiência de vida de uma mulher adulta. Sabia que não devia ceder a esses desejos por alguém que não fosse sua esposa, mas não pôde evitar. Embora a garota não fosse bonita como sua Teresa, certamente seu corpo jovem, seus seios perfeitos, não tão grandes, e aquele bumbum empinado deviam dar a ela uma aparência muito erótica.

Saindo do banheiro, Teresa se deparou com aquela garota que de forma grosseira entrou no banheiro, batendo suas costas nas dela e dizendo - Com licença. Teresa sabia do que se tratava. Aquela jovem tão arrogante era a acompanhante de Marcelo e, a julgar pelo seu vestido e sua cara, era também sua putinha. O ciúme crescia novamente.
- Teresa, o que aconteceu? Eu ia te buscar.
- Ah, nada. Só queria ajustar o vestido e retocar a maquiagem.
- É, tô vendo... você tirou ele.
- Não sei, achei que talvez tivesse exagerado dessa vez.
- Pra mim você é sempre lindíssima, tesouro.
- Obrigada, Felipe.
O casal pediu e começou a jantar, enquanto os olhos de Teresa ficavam fixos na porta do banheiro, esperando que alguém saísse. Ela sabia que aquela vadia estava sendo comida pelo Marcelo, uma foda que devia ser dela, mas agora estava sentada à mesa com o marido, em vez de estar no banheiro aproveitando o pau do valentão do seu filho. Imediatamente, afastou esses pensamentos da cabeça, reconhecendo como eram ruins, mas o que não conseguiu evitar foram os ciúmes.
Passou uma hora e ninguém saía do banheiro, mas, em vez disso, ela notou um par de mulheres quase da sua idade rindo enquanto olhavam pra ela. Elas sabiam. Ao mesmo tempo, as pessoas nas mesas mais próximas à porta do banheiro começaram a ficar agitadas e a conversar entre si, como se estivessem incomodadas. Ela não conseguia ouvir, mas quem estava perto, sim. Marcelo estava destruindo a loira lá dentro do banheiro feminino e, com certeza, era tão bom que o barulho começou a ser ouvido até lá fora.
Uma coisa que Teresa percebeu foi que os homens eram os mais incomodados e ofendidos, mas as mulheres não estavam muito agitadas; pelo contrário, colocavam a mão na boca e se olhavam, divertidas.
O jantar terminou pouco depois, e os dois voltaram pra casa, sem que Marcelo e a loira tivessem saído do banheiro. Teresa se esforçava pra conter a frustração. Ele tinha deixado ela escolher, e ela optou por voltar com o marido, o que fez com que fosse a loira quem fosse comida, e não ela.
Teresa, mal chegou em casa, entrou no chuveiro e pegou do seu esconderijo o novo vibrador. Ficou lá quase uma hora, até conseguir acalmar sua vontade de pau, pelo menos um pouco. Ao entrar no quarto, Felipe a esperava pra terminar a noite fazendo amor. algo que ela se sentiu obrigada a fazer para sustentar a mentira de que aquela janta foi prazerosa.
Enquanto o marido dormia, a esposa ficou acordada pensando que talvez Marcelo já a tivesse substituído por uma novinha, o que destruiria seu orgulho e sua autoestima. Sem esperar, chegou uma mensagem do garoto perguntando seus planos para o dia seguinte.
- Eu todos os domingos vou à minha igreja com minha família.
- Tudo bem, então nos vemos amanhã.
- O quê? Mas eu tenho que estar com minha família. Nunca faltamos um dia sequer na igreja. Se eu não for, com certeza vão suspeitar de algo.
- Isso se resolve rápido. Onde fica sua igreja?
O coração de Teresa começou a bater acelerado porque ela havia entendido o que Marcelo queria fazer e, mesmo assim, não hesitou em dar o endereço.
- A que horas?
- Mais ou menos às 11.
- Use os brincos.
Um último resquício de lógica ficou na cabeça de Teresa, que tentou fazer o garoto mudar de ideia.
- Por favor, vamos nos encontrar de outra forma. Amanhã será arriscado demais.
- Como quiser.
- Sério?
- Sim, você vai tranquila ler a Bíblia com sua família, eu fico em casa e talvez chame uma amiguinha.
Os ciúmes cresceram novamente. Marcelo havia lembrado a Teresa que ele podia tranquilamente encontrar outra mulher que o satisfizesse, como naquela noite com a loira. Ela sabia que não poderia passar outro dia sem o pau do bully, especialmente se fosse outra que o aproveitasse no seu lugar. O garoto sabia bem como manipulá-la, se é que isso podia ser definido como manipulação.
- Ok, então nos vemos amanhã.
- Assim que eu gosto, linda.
- Mas eu te imploro, tenta não chamar atenção.
Marcelo não responde. Teresa sabe que o pedido que fez valia também para si mesma, porque ela também teria que ter cuidado para não se deixar levar pela tesão.
No dia seguinte, enquanto a família tomava café da manhã, a boa mãe e esposa tão religiosa se maquiava com muita atenção para ficar o melhor possível para o bully, mas sem exagerar e chamar muita atenção das pessoas. Ela não costumava usar maquiagem aos domingos, só em poucas ocasiões, mas seu desejo de impressionar O rapaz era forte demais. Ela sabia muito bem que tinha decidido se entregar aos seus instintos quando estava com Marcelo, mas ele a empurrava cada vez mais para cruzar novos limites. Sentia um pouco de vergonha pelo que estava fazendo: se maquiar para encontrar seu amante na casa do senhor. Nunca pensou que poderia estar numa situação assim, cometendo adultério na mesma igreja onde jurou amor eterno ao seu amado marido.
— Já está pronta, Teresa?
— Sim, já vou.
Teresa coloca seus brincos e desce as escadas enquanto seus filhos e seu marido a esperavam prontos para sair. De longe, pareciam uma família feliz e todos os olhavam como exemplo de como uma família deveria ser. Na igreja, todos os cumprimentavam com grande respeito e amizade, amigos e até quem não os conhecia; tudo graças a Teresa, porque ela costumava organizar algumas das obras de caridade mais generosas e bem-sucedidas, como doações para a Cruz Vermelha, para os pobres da cidade e um grupo de apoio para mulheres em dificuldade. Teresa soube se fazer querer na comunidade da igreja, inclusive pelos próprios padres e freiras.
— Teresa! Bom dia, minha filha, como vai?
— Muito bem, padre. E o senhor?
— Minhas costas estão me matando, mas de resto tudo bem. E o Felipe e as crianças?
— Tudo ótimo, estão ali.
Teresa indica ao padre a posição de sua família, e eles a cumprimentam no meio da multidão.
— Teresa, minha filha, vem comigo que quero te apresentar uma pessoa.
— Hmm, ok.
A boa mulher estava distraída naquele momento, tentando avistar Marcelo.
— Kimiko, te apresento Teresa. Teresa, esta é Kimiko.
O padre havia apresentado uma linda mulher asiática, mais baixa que ela, bem vestida e muito conservadora.
- Bom dia.
- Bom dia, Kimiko, é um prazer. O pai levou-as a uma parte isolada das pessoas e explicou que Kimiko era uma mulher com dificuldades na família e no casamento, ou seja, precisava da ajuda de uma mulher de altos valores morais, temente a Deus e mãe e esposa perfeita como Teresa. O padre não entrou em detalhes, mas fez com que ela entendesse que era algo importante. Embora Teresa estivesse com a cabeça em outro lugar, esforçou-se para ouvir Kimiko enquanto, a cada 30 segundos, dava uma olhada na porta da igreja para ver se Marcelo chegava. Kimiko era uma mulher de 28 anos que veio morar neste país desde os 4 anos com os pais por causa do trabalho de seu pai. Foi criada com uma educação muito severa e antiquada, o que a impediu de viver muitas experiências na vida. Ela não tinha muitos amigos, mas entre eles estava Kenji, seu amigo de infância que, depois de anos, se tornou seu marido. Enquanto Kimiko contava sobre sua vida, a conversa foi interrompida pelo início da missa. As duas foram se sentar em seus lugares, Teresa perto de sua família e Kimiko toda sozinha do outro lado, mas primeiro trocaram seus números de celular para continuarem a conversar em outro momento. Já haviam passado uns 15 minutos e, de fora, dava para ouvir o som de uma moto chegando.
Era ele. Marcelo entrou na grande igreja como se fosse o dono, procurando com o olhar onde se sentar. Teresa percebeu que ele havia chegado e sua buceta começou a ficar molhada de novo, enquanto Pedro via o valentão que o atormentava há tanto tempo se aproximar em sua direção. Continua...
Depois de um tempo, Teresa teve um orgasmo intenso que a fez fechar os olhos e apertar forte a pia. Quando os abriu, Marcelo estava na sua frente chupando os dedos, o que a excitou ainda mais. - Mmm, gosto do seu gosto, putinha.
O valentão não esperou resposta e puxou ela pelo pescoço até entrarem num banheiro, fechando a porta com o pé.
- É a sua vez.
Teresa sabia perfeitamente o que ele queria, mas agora estavam num banheiro, um lugar tão sujo para fazer aquilo. Seu marido estava sentado lá fora esperando por ela, e era provável que alguém entrasse e descobrisse o que estava acontecendo. Naquele momento, isso era irrelevante; pelo contrário, tudo isso a deixava ainda mais excitada.
Ela não perdeu um segundo depois da ordem do garoto e se agachou, notando as calças do amante esticadas pela ereção. Ela as abriu o mais rápido possível e libertou a fera enjaulada, que ao sair bateu no rosto da mulher — tudo por causa da curta distância entre a parte inferior de Marcelo e o rosto dela, devido ao espaço apertado do cubículo.
Teresa engoliu toda a pica que conseguia, indo pra frente e pra trás com tanto entusiasmo que parecia que ela mesma queria se afogar com o pau do garoto. GLACK…GLACK…CLACK A saliva que escorria chegou a sujar o chão e o decote da esposa do Felipe, que naquele momento pedia ao garçom que queria esperar mais um pouco para pedir.
-GLACK…GLACK…GLACK -É assim que eu gosto, sua puta, muito bem. Marcelo não precisava guiar a cabeça de Teresa, porque ela já demonstrava sozinha uma grande maestria em se engasgar com o pau dele. De repente, os dois ouvem alguém entrar no banheiro. Duas mulheres, amigas, dava pra perceber pelo jeito que conversavam. Os amantes se olharam, ela lá de baixo e ele lá de cima.
Teresa volta a chupar o pau do seu macho sem se importar se alguém ouve. Como era de se esperar, um silêncio se formou do lado de fora da cabine do banheiro; as duas mulheres perceberam o que estava acontecendo e trocaram olhares cúmplices e risadinhas.
GLACK…GLACK…GLACK A chupada continuava enquanto uma delas, a mais corajosa, se aproximava para ouvir melhor e dar uma espiada por baixo para ter uma ideia de quem estava cometendo o ato. Ela conseguiu ver apenas uns pés de homem e os pés de uma mulher agachada, de salto alto, com um vestido vermelho que tocava o chão do banheiro.
Aquela duas mulheres foram embora depois de pouco tempo, rindo ainda mais alto dessa vez. Teresa ouviu e começou a se preocupar. "Se o Felipe as vir saindo rindo, se ele suspeitar de algo ou se vier me procurar?" Suas preocupações aumentavam, mas a velocidade com que ela engolia o pau não diminuía.
- Se prepara, putinha. Marcelo agarrou o pau com uma mão e apontou para o rosto da esposa de Felipe. Quatro jatos generosos de porra explodiram no rosto de Teresa, que os recebeu de forma tão natural que parecia uma profissional. - Podemos parar?
- Você quer parar?
- Não, digo, sim, é que... meu marido, ele está me esperando e pode vir me buscar.
- Hmm... Ok, como quiser.
Teresa ficou surpresa. Marcelo deixou a escolha para ela. O valentão puxou a calça e saiu do cubículo do banheiro enquanto Teresa lavava o rosto e limpava o que dava no vestido.
- Ahm... Eu vou indo.
Teresa disse a Marcelo, mas ele a ignorou, já que estava digitando no celular.
Felipe, sentado como um idiota na mesa, queria se levantar e procurar sua esposa, mas assim que se levantou da cadeira, viu passar perto dele uma garota loira com um vestido preto bem justo e revelador. A garota devia ter a idade do seu filho Pedro, mas pela forma como se movia, ele entendeu que tinha a experiência de vida de uma mulher adulta. Sabia que não devia ceder a esses desejos por alguém que não fosse sua esposa, mas não pôde evitar. Embora a garota não fosse bonita como sua Teresa, certamente seu corpo jovem, seus seios perfeitos, não tão grandes, e aquele bumbum empinado deviam dar a ela uma aparência muito erótica.


Saindo do banheiro, Teresa se deparou com aquela garota que de forma grosseira entrou no banheiro, batendo suas costas nas dela e dizendo - Com licença. Teresa sabia do que se tratava. Aquela jovem tão arrogante era a acompanhante de Marcelo e, a julgar pelo seu vestido e sua cara, era também sua putinha. O ciúme crescia novamente.
- Teresa, o que aconteceu? Eu ia te buscar. - Ah, nada. Só queria ajustar o vestido e retocar a maquiagem.
- É, tô vendo... você tirou ele.
- Não sei, achei que talvez tivesse exagerado dessa vez.
- Pra mim você é sempre lindíssima, tesouro.
- Obrigada, Felipe.
O casal pediu e começou a jantar, enquanto os olhos de Teresa ficavam fixos na porta do banheiro, esperando que alguém saísse. Ela sabia que aquela vadia estava sendo comida pelo Marcelo, uma foda que devia ser dela, mas agora estava sentada à mesa com o marido, em vez de estar no banheiro aproveitando o pau do valentão do seu filho. Imediatamente, afastou esses pensamentos da cabeça, reconhecendo como eram ruins, mas o que não conseguiu evitar foram os ciúmes.
Passou uma hora e ninguém saía do banheiro, mas, em vez disso, ela notou um par de mulheres quase da sua idade rindo enquanto olhavam pra ela. Elas sabiam. Ao mesmo tempo, as pessoas nas mesas mais próximas à porta do banheiro começaram a ficar agitadas e a conversar entre si, como se estivessem incomodadas. Ela não conseguia ouvir, mas quem estava perto, sim. Marcelo estava destruindo a loira lá dentro do banheiro feminino e, com certeza, era tão bom que o barulho começou a ser ouvido até lá fora.
Uma coisa que Teresa percebeu foi que os homens eram os mais incomodados e ofendidos, mas as mulheres não estavam muito agitadas; pelo contrário, colocavam a mão na boca e se olhavam, divertidas.
O jantar terminou pouco depois, e os dois voltaram pra casa, sem que Marcelo e a loira tivessem saído do banheiro. Teresa se esforçava pra conter a frustração. Ele tinha deixado ela escolher, e ela optou por voltar com o marido, o que fez com que fosse a loira quem fosse comida, e não ela.
Teresa, mal chegou em casa, entrou no chuveiro e pegou do seu esconderijo o novo vibrador. Ficou lá quase uma hora, até conseguir acalmar sua vontade de pau, pelo menos um pouco. Ao entrar no quarto, Felipe a esperava pra terminar a noite fazendo amor. algo que ela se sentiu obrigada a fazer para sustentar a mentira de que aquela janta foi prazerosa.
Enquanto o marido dormia, a esposa ficou acordada pensando que talvez Marcelo já a tivesse substituído por uma novinha, o que destruiria seu orgulho e sua autoestima. Sem esperar, chegou uma mensagem do garoto perguntando seus planos para o dia seguinte. - Eu todos os domingos vou à minha igreja com minha família.
- Tudo bem, então nos vemos amanhã.
- O quê? Mas eu tenho que estar com minha família. Nunca faltamos um dia sequer na igreja. Se eu não for, com certeza vão suspeitar de algo.
- Isso se resolve rápido. Onde fica sua igreja?
O coração de Teresa começou a bater acelerado porque ela havia entendido o que Marcelo queria fazer e, mesmo assim, não hesitou em dar o endereço.
- A que horas?
- Mais ou menos às 11.
- Use os brincos.
Um último resquício de lógica ficou na cabeça de Teresa, que tentou fazer o garoto mudar de ideia.
- Por favor, vamos nos encontrar de outra forma. Amanhã será arriscado demais.
- Como quiser.
- Sério?
- Sim, você vai tranquila ler a Bíblia com sua família, eu fico em casa e talvez chame uma amiguinha.
Os ciúmes cresceram novamente. Marcelo havia lembrado a Teresa que ele podia tranquilamente encontrar outra mulher que o satisfizesse, como naquela noite com a loira. Ela sabia que não poderia passar outro dia sem o pau do bully, especialmente se fosse outra que o aproveitasse no seu lugar. O garoto sabia bem como manipulá-la, se é que isso podia ser definido como manipulação.
- Ok, então nos vemos amanhã.
- Assim que eu gosto, linda.
- Mas eu te imploro, tenta não chamar atenção.
Marcelo não responde. Teresa sabe que o pedido que fez valia também para si mesma, porque ela também teria que ter cuidado para não se deixar levar pela tesão.
No dia seguinte, enquanto a família tomava café da manhã, a boa mãe e esposa tão religiosa se maquiava com muita atenção para ficar o melhor possível para o bully, mas sem exagerar e chamar muita atenção das pessoas. Ela não costumava usar maquiagem aos domingos, só em poucas ocasiões, mas seu desejo de impressionar O rapaz era forte demais. Ela sabia muito bem que tinha decidido se entregar aos seus instintos quando estava com Marcelo, mas ele a empurrava cada vez mais para cruzar novos limites. Sentia um pouco de vergonha pelo que estava fazendo: se maquiar para encontrar seu amante na casa do senhor. Nunca pensou que poderia estar numa situação assim, cometendo adultério na mesma igreja onde jurou amor eterno ao seu amado marido.
— Já está pronta, Teresa?
— Sim, já vou.
Teresa coloca seus brincos e desce as escadas enquanto seus filhos e seu marido a esperavam prontos para sair. De longe, pareciam uma família feliz e todos os olhavam como exemplo de como uma família deveria ser. Na igreja, todos os cumprimentavam com grande respeito e amizade, amigos e até quem não os conhecia; tudo graças a Teresa, porque ela costumava organizar algumas das obras de caridade mais generosas e bem-sucedidas, como doações para a Cruz Vermelha, para os pobres da cidade e um grupo de apoio para mulheres em dificuldade. Teresa soube se fazer querer na comunidade da igreja, inclusive pelos próprios padres e freiras.
— Teresa! Bom dia, minha filha, como vai?
— Muito bem, padre. E o senhor?
— Minhas costas estão me matando, mas de resto tudo bem. E o Felipe e as crianças?
— Tudo ótimo, estão ali.
Teresa indica ao padre a posição de sua família, e eles a cumprimentam no meio da multidão.
— Teresa, minha filha, vem comigo que quero te apresentar uma pessoa.
— Hmm, ok.
A boa mulher estava distraída naquele momento, tentando avistar Marcelo.
— Kimiko, te apresento Teresa. Teresa, esta é Kimiko.
O padre havia apresentado uma linda mulher asiática, mais baixa que ela, bem vestida e muito conservadora.
- Bom dia. - Bom dia, Kimiko, é um prazer. O pai levou-as a uma parte isolada das pessoas e explicou que Kimiko era uma mulher com dificuldades na família e no casamento, ou seja, precisava da ajuda de uma mulher de altos valores morais, temente a Deus e mãe e esposa perfeita como Teresa. O padre não entrou em detalhes, mas fez com que ela entendesse que era algo importante. Embora Teresa estivesse com a cabeça em outro lugar, esforçou-se para ouvir Kimiko enquanto, a cada 30 segundos, dava uma olhada na porta da igreja para ver se Marcelo chegava. Kimiko era uma mulher de 28 anos que veio morar neste país desde os 4 anos com os pais por causa do trabalho de seu pai. Foi criada com uma educação muito severa e antiquada, o que a impediu de viver muitas experiências na vida. Ela não tinha muitos amigos, mas entre eles estava Kenji, seu amigo de infância que, depois de anos, se tornou seu marido. Enquanto Kimiko contava sobre sua vida, a conversa foi interrompida pelo início da missa. As duas foram se sentar em seus lugares, Teresa perto de sua família e Kimiko toda sozinha do outro lado, mas primeiro trocaram seus números de celular para continuarem a conversar em outro momento. Já haviam passado uns 15 minutos e, de fora, dava para ouvir o som de uma moto chegando.
Era ele. Marcelo entrou na grande igreja como se fosse o dono, procurando com o olhar onde se sentar. Teresa percebeu que ele havia chegado e sua buceta começou a ficar molhada de novo, enquanto Pedro via o valentão que o atormentava há tanto tempo se aproximar em sua direção. Continua...
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