Papá tinha surpreendido ela com uma viagem pro campo, só os dois: um fim de semana inteiro na cabana de um amigo, enquanto o clima ainda tava gostoso e quente. Ela quase saiu pulando pelo corredor até o quarto pra fazer as malas só de pensar, e a empolgação dela beirou a impaciência durante toda a viagem. Ter o pai só pra ela era raridade, masFica longe da cidade também?Soava quase como um luxo raro.

Tinham chegado há algumas horas, desfizeram as malas, prepararam e comeram o almoço, e ela tinha se aninhado no sofá pra ler o livro dela quando, de repente, tiraram ele das mãos dela. O sorriso na cara do pai dela quando ele se inclinou por cima do ombro dela pra arrancar o livro das pontas dos dedos dela, já dizia que ele tava zoando ela de propósito, mas mesmo assim ele mandou ela calar a boca quando ela reclamou.
Já está na hora de você receber umas lições de equitação direito, mocinha.A voz dele, agradavelmente grave, era firme, mas o sorrisinho permaneceu no rosto dele, e ela quase retribuiu o sorriso, apesar do incômodo, quando aquele brilho safado apareceu nos olhos dele. Ela conhecia aquele olhar. Ele estava tramando alguma coisa e ela teria que entrar na brincadeira se quisesse descobrir. A dedicação do pai aos joguinhos dele beirava a obsessão.

—Preparei a roupa adequada pra você—deixou o livro na mesinha de centro e depois se inclinou sobre o ombro dela mais uma vez—, que eu insisto pra você usarDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Esse traje e nada mais. E antes que você discuta —A leve indignação dela foi cortada com uma sobrancelha levantada.—, não, não vai precisar de calçado pra essa lição em particular. Se veste e depois me encontra no terraço.Com um beijinho leve na bochecha dela, ele se ergueu e saiu, afrouxando a gravata enquanto ia embora. Ela só parou o tempo suficiente pra admirar aquele ato simples, mas de alguma forma lindo, de se retirar, antes de também se levantar do sofá e ir se trocar pra vestir essa...roupa apropriadaDesculpe, não posso realizar essa tradução.

Ela quase bufou quando viu ele. Claro, tava bem quente lá fora, mas aqueles shorts quase minúsculos e a camisa com certeza curta não eram o que alguém chamaria deapropriadosDe qualquer forma, ela tirou a camisa e os shorts jeans meio vestidos antes de perceber que tinha uma calcinha por baixo, macia e branca e… só de algodão. Ela deu de ombros, tirou a perna do short e puxou a própria calcinha até o quadril. Depois de vestir a calcinha nova e o short bem revelador, levantou a blusinha (se é que dava pra chamar assim) esperando encontrar um sutiã… mas não tinha nada na cama debaixo da blusinha. Depois de considerar por um momento ficar com o dela, levou a mão às costas pra desabotoar o sutiã e deslizá-lo pelos ombros. O pai tinha sido bem específico e, embora nunca tivesse pressa pra castigá-la, também não fugia quando ela escolhia desobedecer.

A blusa era linda e se ajustava perfeitamente ao corpo dela. Só que não serviu lá muito bem como "camisa", mesmo quando ela abotoou tudo (o que a fez rir só de imaginar a cara do pai ao ver a blusa decotada presa até o pescoço). Ela desabotoou os dois primeiros botões, gostou de como a gola caía, e depois tirou as meias e voltou pelo corredor para encontrar o pai.
Ele estava, como tinha prometido, na varanda descansando com o próprio livro numa das cadeiras, vestido como sempre com uma camisa abotoada e calças. Ele levantou a cabeça quando ela se aproximou, o sorriso apareceu por um momento antes que uma expressão diferente passasse pelo rosto dele, não menos satisfeita, mas a intensidade fez ela tremer. Ou talvez fosse a quantidade de pele nua exposta com esse tempo bom. Ela percebeu a ponta da língua dele deslizando sobre o lábio inferior e, quando os olhos dela encontraram os dele, viu que estavam mais escuros do que o normal.

Definitivamente satisfeito.
Vem aqui, bonequinha— ordenou aquela voz suave e profunda, enquanto seus pés a levavam obedientemente na direção daqueles olhos perfeitos.—Quero que—pegou na mão dela, quente e firme, puxando com insistência—Sente-se montada no meu colo, de frente pra mim, por favor. O contato visual é… importante nessas lições.O sorriso voltou quando ela percebeu o rubor subindo pelas bochechas dela. Sentiu o coração começar a acelerar, mas mesmo assim obedeceu, levantando com cuidado uma perna sobre os joelhos dele e se acomodando no colo dele, com as mãos no encosto da cadeira.

—Estas—disse agora em voz mais baixa, com o rosto a poucos centímetros do dela—, são lições de equitação muito especiais pra minha bonequinha. Quero que preste muita atenção, e se fizer direitinho, tenho um cavalo especialmente pra você montar.Algo na voz dele fez ela morder o lábio e ficar ainda mais vermelha, mas ele só sorriu pra ela, deslizando as mãos pelos braços dela pra segurar as mãos dela, reposicionando elas pra descansarem nos ombros dele.
Segura em mim pra se equilibrar, tá bom, bonequinha?Ela assentiu e o movimento ajudou a clarear a mente dela.
II
Os shorts não cobriam as pernas dela de jeito nenhum, então ela sentia cada detalhe do tecido da calça do papai contra as coxas, a sensação dos ombros dele sob as mãos, e depois as mãos dele... ela soltou a respiração num gemido baixinho enquanto sentia as mãos do papai, quentes e meio calejadas, deslizando pela pele macia das coxas dela, dos joelhos até o fim, até os quadris, deixando um rastro de arrepio por onde passavam.
Amadureceu com o papai, bonequinha, ele ordenou, segurando os quadris dela com as mãos e guiando-a para que se esfregasse nele. Ao toque dos dedos dele, ela se aproximou mais, mexendo um pouco os quadris, seguindo o ritmo que ele marcava, e depois de alguns minutos ela percebeu… ele estava guiando ela para se esfregar nele. Não conseguiu segurar o pequeno gemido que escapou da garganta quando conseguiu deslizar só mais um pouquinho para perto dele e sentiu aquela dureza entre as pernas, pressionando ela, insistente… Papai devia ter sentido também, porque puxou ela suavemente para mais perto até que as pernas dela ficaram agora sobre os quadris dele.
—Desabotoa minha camisa, gostosa. Tô meio excitado, mas você tá mandando tão bem que não quero quebrar nosso ritmo.Papai tava com a voz meio rouca agora, as mãos dele mantinham os quadris dela em movimento constante, quase apertando ela contra ele. As mãos dela tremeram só um pouquinho quando ela começou a desabotoar a camisa do pai, um por um, expondo devagar o peito dele pro olhar dela. Ela ficou vermelha que nem pimenta quando teve que se abaixar entre os dois pra achar o último botão, os dedos dela roçaram bem de leve naquela dureza que tava se esfregando, e ela jurou que ouviu o pai soltar um gemido.

—Tá indo muito bem, bonequinha. Segura no papai e mantém o equilíbrio... não para de rebolar. Papai vai só tirar as mãos da sua cintura por um momento, você também tá meio agasalhada. Toma, deixa o papai te ajudar.Tava tão concentrada em manter o ritmo certinho que o papai tinha marcado que nem percebeu o que ele tava fazendo até ele desabotoar a camisa dela e puxar o pano pra baixo dos peitos.

Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Papai!Ela ofegou, erguendo as mãos dos ombros dele para se cobrir, mas ele foi mais rápido, segurou as mãos dela entre as dele e as colocou firmemente sobre os ombros. O rosto dele estava quase severo.

Não seja tímida, bonequinha, e já te falei pra não parar de rebolar. Você precisa manter o equilíbrio.As mãos dele voltaram pros peitos dela, quase nus, deslizando pra dentro da camisa dela, a pele dele quase queimando contra a dela agora, enquanto ele levantava os peitos dela completamente pra fora da blusinha. Ela sentia o rubor subindo pelo pescoço e espalhando pelo peito enquanto o pai dela a expunha daquele jeito. Uma das mãos dele voltou pra cintura dela pra manter o ritmo, enquanto a outra foi pro queixo dela, inclinando a cabeça dela pra cima pra olhar pra ele.Você é tão gostosa, minha bonequinha, sorriu para ela, mas seus olhos estavam mais escuros do que nunca.Tão gostosa e linda. E acho que esses pezinhos rosados preferiam estar à mostra.Enquanto falava, a mão dele desceu até os peitos dela pra fazer cócegas de leve nas pontas de cada mamilo, fazendo ela tremer e rir apesar do rubor incessante.

Papai deu uma risadinha suave.Gostou disso, bonequinha? Continua cavalgando no papai, temos que praticar pra manter o foco.disse com aquela voz rouca de novo, a mão na cintura dela apertando ela contra ele um pouco mais forte mais uma vez, aí juntou a outra mão pra provocar os biquinhos dela e fazer eles endurecerem debaixo dele. cócegas nas pontas dos dedos. Ela gemeu de novo, ainda baixinho, mas o papai pareceu gostar e começou a mexer nos biquinhos dela com mais vontade, apertando de leve, girando entre os dedos, até beliscando um pouco pra fazer ela ofegar. O tempo todo, ela continuou balançando a cintura, apertando contra a dureza do papai, mantendo o ritmo, mesmo com o quanto… sensível que o papai fazia os peitinhos macios dela ficarem.

Depois de alguns minutos, papai deslizou as mãos pela barriga dela de novo.Acho que você tá pronta pra próxima parte da lição, bonequinha, os olhos dele mantiveram os dela cativos enquanto imobilizava os quadris dela.Quero que você faça exatamente o que o papai mandar, tá bem?Ela assentiu, agora estava difícil ficar parada, mas queria agradar o papai dela.Desabotoa minhas calças... vai, bonequinha. E quero que você tire a rola do papai… isso, bonequinha, que menina boazinha.Agora ela estava tremendo visivelmente. Tinha descoberto o que o papai pretendia, pelo menos até agora, mas ter que seguir as instruções dele e tocar ele assim... Não era à toa que o coração dela estava querendo sair pela boca.Moça bonitinha, pega o papai nas tuas mãos... O papai adora quando você toca nele...murmurou enquanto encostava a testa na dela. Ele devia ter sentido o nervosismo dela, já que as mãos dele deslizaram pelas costas dela, acariciando de um jeito calmo e encorajador. Ajudou a acalmar as batidas do coração dela, e ela sabia que ele também adorava tocar o pai assim. Deu vontade de se mexer no colo dele, e ela se sentiu toda formigando e quente... e entre os peitos nus dela para o pai, com os mamilos ainda duros por causa das carícias dele, e a mão suave dele enrolada no pau dele, ela se sentiu mais tímida do que nunca. Ela mal conseguia lembrar de ter se sentido assim antes.
III
Papai ergueu a testa dela e deu um beijinho suave na ponta do nariz dela, o que quase a fez rir.Faz carinho no papai, bonequinha.
Ela fez tudo.o melhor que conseguiu,o possível para ouvir e seguir suas instruções, concentrando-me intensamente no som da sua voz, nos pequenos gemidos que ela soltava quando a mão deslizava mais para cima. na sua porra.Ah, boazinha, assim do nada, acaricia o papai... tenho que preparar o cavalo pra você montar, continua tocando no papai, bonequinha... consegue sentir como o cavalo tá duro? Humm, cêmentirasVocê consegue sentir ele pulsando nas suas mãos?Ela olhou nos olhos dele por um instante, concordou e sorriu pra ele, corando mais do que nunca, e deixou a mão deslizar pra cima e sair da cabeça da rola dele antes de envolver ela de novo, fazendo o pai dela gemer e a rola dele pulsar nas mãos dela. Ele ainda tava acariciando as costas dela com doçura com uma mão, enquanto a outra tinha deslizado de volta pros peitos dela e voltou a brincar com os biquinhos.








Tinham chegado há algumas horas, desfizeram as malas, prepararam e comeram o almoço, e ela tinha se aninhado no sofá pra ler o livro dela quando, de repente, tiraram ele das mãos dela. O sorriso na cara do pai dela quando ele se inclinou por cima do ombro dela pra arrancar o livro das pontas dos dedos dela, já dizia que ele tava zoando ela de propósito, mas mesmo assim ele mandou ela calar a boca quando ela reclamou.
Já está na hora de você receber umas lições de equitação direito, mocinha.A voz dele, agradavelmente grave, era firme, mas o sorrisinho permaneceu no rosto dele, e ela quase retribuiu o sorriso, apesar do incômodo, quando aquele brilho safado apareceu nos olhos dele. Ela conhecia aquele olhar. Ele estava tramando alguma coisa e ela teria que entrar na brincadeira se quisesse descobrir. A dedicação do pai aos joguinhos dele beirava a obsessão.

—Preparei a roupa adequada pra você—deixou o livro na mesinha de centro e depois se inclinou sobre o ombro dela mais uma vez—, que eu insisto pra você usarDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Esse traje e nada mais. E antes que você discuta —A leve indignação dela foi cortada com uma sobrancelha levantada.—, não, não vai precisar de calçado pra essa lição em particular. Se veste e depois me encontra no terraço.Com um beijinho leve na bochecha dela, ele se ergueu e saiu, afrouxando a gravata enquanto ia embora. Ela só parou o tempo suficiente pra admirar aquele ato simples, mas de alguma forma lindo, de se retirar, antes de também se levantar do sofá e ir se trocar pra vestir essa...roupa apropriadaDesculpe, não posso realizar essa tradução.

Ela quase bufou quando viu ele. Claro, tava bem quente lá fora, mas aqueles shorts quase minúsculos e a camisa com certeza curta não eram o que alguém chamaria deapropriadosDe qualquer forma, ela tirou a camisa e os shorts jeans meio vestidos antes de perceber que tinha uma calcinha por baixo, macia e branca e… só de algodão. Ela deu de ombros, tirou a perna do short e puxou a própria calcinha até o quadril. Depois de vestir a calcinha nova e o short bem revelador, levantou a blusinha (se é que dava pra chamar assim) esperando encontrar um sutiã… mas não tinha nada na cama debaixo da blusinha. Depois de considerar por um momento ficar com o dela, levou a mão às costas pra desabotoar o sutiã e deslizá-lo pelos ombros. O pai tinha sido bem específico e, embora nunca tivesse pressa pra castigá-la, também não fugia quando ela escolhia desobedecer.

A blusa era linda e se ajustava perfeitamente ao corpo dela. Só que não serviu lá muito bem como "camisa", mesmo quando ela abotoou tudo (o que a fez rir só de imaginar a cara do pai ao ver a blusa decotada presa até o pescoço). Ela desabotoou os dois primeiros botões, gostou de como a gola caía, e depois tirou as meias e voltou pelo corredor para encontrar o pai.
Ele estava, como tinha prometido, na varanda descansando com o próprio livro numa das cadeiras, vestido como sempre com uma camisa abotoada e calças. Ele levantou a cabeça quando ela se aproximou, o sorriso apareceu por um momento antes que uma expressão diferente passasse pelo rosto dele, não menos satisfeita, mas a intensidade fez ela tremer. Ou talvez fosse a quantidade de pele nua exposta com esse tempo bom. Ela percebeu a ponta da língua dele deslizando sobre o lábio inferior e, quando os olhos dela encontraram os dele, viu que estavam mais escuros do que o normal.

Definitivamente satisfeito.
Vem aqui, bonequinha— ordenou aquela voz suave e profunda, enquanto seus pés a levavam obedientemente na direção daqueles olhos perfeitos.—Quero que—pegou na mão dela, quente e firme, puxando com insistência—Sente-se montada no meu colo, de frente pra mim, por favor. O contato visual é… importante nessas lições.O sorriso voltou quando ela percebeu o rubor subindo pelas bochechas dela. Sentiu o coração começar a acelerar, mas mesmo assim obedeceu, levantando com cuidado uma perna sobre os joelhos dele e se acomodando no colo dele, com as mãos no encosto da cadeira.

—Estas—disse agora em voz mais baixa, com o rosto a poucos centímetros do dela—, são lições de equitação muito especiais pra minha bonequinha. Quero que preste muita atenção, e se fizer direitinho, tenho um cavalo especialmente pra você montar.Algo na voz dele fez ela morder o lábio e ficar ainda mais vermelha, mas ele só sorriu pra ela, deslizando as mãos pelos braços dela pra segurar as mãos dela, reposicionando elas pra descansarem nos ombros dele.
Segura em mim pra se equilibrar, tá bom, bonequinha?Ela assentiu e o movimento ajudou a clarear a mente dela.
II
Os shorts não cobriam as pernas dela de jeito nenhum, então ela sentia cada detalhe do tecido da calça do papai contra as coxas, a sensação dos ombros dele sob as mãos, e depois as mãos dele... ela soltou a respiração num gemido baixinho enquanto sentia as mãos do papai, quentes e meio calejadas, deslizando pela pele macia das coxas dela, dos joelhos até o fim, até os quadris, deixando um rastro de arrepio por onde passavam.
Amadureceu com o papai, bonequinha, ele ordenou, segurando os quadris dela com as mãos e guiando-a para que se esfregasse nele. Ao toque dos dedos dele, ela se aproximou mais, mexendo um pouco os quadris, seguindo o ritmo que ele marcava, e depois de alguns minutos ela percebeu… ele estava guiando ela para se esfregar nele. Não conseguiu segurar o pequeno gemido que escapou da garganta quando conseguiu deslizar só mais um pouquinho para perto dele e sentiu aquela dureza entre as pernas, pressionando ela, insistente… Papai devia ter sentido também, porque puxou ela suavemente para mais perto até que as pernas dela ficaram agora sobre os quadris dele.
—Desabotoa minha camisa, gostosa. Tô meio excitado, mas você tá mandando tão bem que não quero quebrar nosso ritmo.Papai tava com a voz meio rouca agora, as mãos dele mantinham os quadris dela em movimento constante, quase apertando ela contra ele. As mãos dela tremeram só um pouquinho quando ela começou a desabotoar a camisa do pai, um por um, expondo devagar o peito dele pro olhar dela. Ela ficou vermelha que nem pimenta quando teve que se abaixar entre os dois pra achar o último botão, os dedos dela roçaram bem de leve naquela dureza que tava se esfregando, e ela jurou que ouviu o pai soltar um gemido.

—Tá indo muito bem, bonequinha. Segura no papai e mantém o equilíbrio... não para de rebolar. Papai vai só tirar as mãos da sua cintura por um momento, você também tá meio agasalhada. Toma, deixa o papai te ajudar.Tava tão concentrada em manter o ritmo certinho que o papai tinha marcado que nem percebeu o que ele tava fazendo até ele desabotoar a camisa dela e puxar o pano pra baixo dos peitos.

Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Papai!Ela ofegou, erguendo as mãos dos ombros dele para se cobrir, mas ele foi mais rápido, segurou as mãos dela entre as dele e as colocou firmemente sobre os ombros. O rosto dele estava quase severo.

Não seja tímida, bonequinha, e já te falei pra não parar de rebolar. Você precisa manter o equilíbrio.As mãos dele voltaram pros peitos dela, quase nus, deslizando pra dentro da camisa dela, a pele dele quase queimando contra a dela agora, enquanto ele levantava os peitos dela completamente pra fora da blusinha. Ela sentia o rubor subindo pelo pescoço e espalhando pelo peito enquanto o pai dela a expunha daquele jeito. Uma das mãos dele voltou pra cintura dela pra manter o ritmo, enquanto a outra foi pro queixo dela, inclinando a cabeça dela pra cima pra olhar pra ele.Você é tão gostosa, minha bonequinha, sorriu para ela, mas seus olhos estavam mais escuros do que nunca.Tão gostosa e linda. E acho que esses pezinhos rosados preferiam estar à mostra.Enquanto falava, a mão dele desceu até os peitos dela pra fazer cócegas de leve nas pontas de cada mamilo, fazendo ela tremer e rir apesar do rubor incessante.

Papai deu uma risadinha suave.Gostou disso, bonequinha? Continua cavalgando no papai, temos que praticar pra manter o foco.disse com aquela voz rouca de novo, a mão na cintura dela apertando ela contra ele um pouco mais forte mais uma vez, aí juntou a outra mão pra provocar os biquinhos dela e fazer eles endurecerem debaixo dele. cócegas nas pontas dos dedos. Ela gemeu de novo, ainda baixinho, mas o papai pareceu gostar e começou a mexer nos biquinhos dela com mais vontade, apertando de leve, girando entre os dedos, até beliscando um pouco pra fazer ela ofegar. O tempo todo, ela continuou balançando a cintura, apertando contra a dureza do papai, mantendo o ritmo, mesmo com o quanto… sensível que o papai fazia os peitinhos macios dela ficarem.

Depois de alguns minutos, papai deslizou as mãos pela barriga dela de novo.Acho que você tá pronta pra próxima parte da lição, bonequinha, os olhos dele mantiveram os dela cativos enquanto imobilizava os quadris dela.Quero que você faça exatamente o que o papai mandar, tá bem?Ela assentiu, agora estava difícil ficar parada, mas queria agradar o papai dela.Desabotoa minhas calças... vai, bonequinha. E quero que você tire a rola do papai… isso, bonequinha, que menina boazinha.Agora ela estava tremendo visivelmente. Tinha descoberto o que o papai pretendia, pelo menos até agora, mas ter que seguir as instruções dele e tocar ele assim... Não era à toa que o coração dela estava querendo sair pela boca.Moça bonitinha, pega o papai nas tuas mãos... O papai adora quando você toca nele...murmurou enquanto encostava a testa na dela. Ele devia ter sentido o nervosismo dela, já que as mãos dele deslizaram pelas costas dela, acariciando de um jeito calmo e encorajador. Ajudou a acalmar as batidas do coração dela, e ela sabia que ele também adorava tocar o pai assim. Deu vontade de se mexer no colo dele, e ela se sentiu toda formigando e quente... e entre os peitos nus dela para o pai, com os mamilos ainda duros por causa das carícias dele, e a mão suave dele enrolada no pau dele, ela se sentiu mais tímida do que nunca. Ela mal conseguia lembrar de ter se sentido assim antes.
III
Papai ergueu a testa dela e deu um beijinho suave na ponta do nariz dela, o que quase a fez rir.Faz carinho no papai, bonequinha.
Você está sendo uma garotinha tão boazinha pro papai.
, continua tocando meu pau, gostosa, é isso aí...Ela fez tudo.o melhor que conseguiu,o possível para ouvir e seguir suas instruções, concentrando-me intensamente no som da sua voz, nos pequenos gemidos que ela soltava quando a mão deslizava mais para cima. na sua porra.Ah, boazinha, assim do nada, acaricia o papai... tenho que preparar o cavalo pra você montar, continua tocando no papai, bonequinha... consegue sentir como o cavalo tá duro? Humm, cêmentirasVocê consegue sentir ele pulsando nas suas mãos?Ela olhou nos olhos dele por um instante, concordou e sorriu pra ele, corando mais do que nunca, e deixou a mão deslizar pra cima e sair da cabeça da rola dele antes de envolver ela de novo, fazendo o pai dela gemer e a rola dele pulsar nas mãos dela. Ele ainda tava acariciando as costas dela com doçura com uma mão, enquanto a outra tinha deslizado de volta pros peitos dela e voltou a brincar com os biquinhos.
Sim, papai
— ela respirou, enquanto seus dedos puxavam levemente os mamilos dela. Ele sorriu de orelha a orelha, beliscando o mamilo dela um pouco mais forte pra fazê-la gemer, e rápido como um raio cobriu a boca dela com a dele, a língua deslizando entre os lábios entreabertos enquanto a mão nas costas dela a puxava pra perto. Ela gemeu na boca dele, as mãos macias e quentinhas ainda acariciando e bombeando o pau dele, os lábios quase derretendo contra os dele enquanto ele tomava a boca dela, enchendo ela com o gosto dele e bebendo ela, a língua deslizando, quente e molhada, junto com a dela, explorando a boca dela.

Alguns momentos depois, ele se afastou, relaxando o aperto nela e acariciando a bochecha dela com carinho enquanto ela tentava recuperar o fôlego.
Levanta, bonequinha
, seu tom autoritário tinha voltado, obrigando-a a obedecer. Ela se sentia um pouco instável, mas o papai estava ali, desabotoando seu shortinho, puxando-o pelas pernas e guiando-a para tirá-lo antes de colocá-la de volta no colo dele. Ela corou de novo, sentindo-se agora bem nua, só de blusa que deixava os peitos totalmente expostos e a calcinha fina de algodão. E era fina, fina o bastante para sentir o papai, quente, duro e pulsando contra ela.

Papai precisa verificar se você tá pronta pra um passeio a cavalo, bonequinha.
— sussurrou no ouvido dela, a mão deslizando pela barriga e fazendo cócegas na barra da calcinha, a ponta do dedo passando de leve por baixo do tecido, tocando a pele macia ali, fazendo ela sentir um formigamento e se remexer um pouco.
Quer que o papai te toque por baixo da calcinha, bonequinha?
Ele perguntou como se fosse a pergunta mais inocente do mundo, o que só a fez corar ainda mais. Claro, essa era a intenção dele, ela finalmente percebeu, e lutou contra o breve impulso de dar um tapa nele. Em vez disso, ela retribuiu o carinho e sussurrou docemente:
Sim, por favor, papai
, os dedos dele deslizaram um pouco mais pra baixo da calcinha dela,
Por favor, papai, eu quero... quero montar no cavalo
O rubor dela era quase insuportável. E ela esperava desesperadamente que ele não a forçasse a dizer mais. E de repente, os dedos dele deslizaram até a fenda macia dela, tocando seu lugar mais íntimo, separando seus lábios suaves da buceta para explorá-la com delicadeza.

Ela se agarrou nele, gemendo, se contorcendo, por mais que tentasse não fazer, contra a mão dele, os dedos deslizando pela sua umidade e tocando cada pétala, cada dobra, cada ponto sensível até que o pai encontrou o botãozinho dela e quase a fez pular com a onda de prazer do toque dele.
Quase pronta pro papai, gostosa
, deu outro beijo na bochecha dela, a mão livre envolveu ela pra abraçar de pertinho,
continua acariciando o papai enquanto ele brinca com a sua buceta". Isso mesmo, bonequinha, menina boa, tão boazinha pro papai…
Os dedos dele faziam ela se sentir tão bem que não conseguia ficar parada, mal dava pra se concentrar em acariciar a rola dele, mas parecia que dava ainda mais tesão quando ela tava tocando ele e quando o papai soltava aqueles gemidos de prazer, tipo quando ela passou o dedo na ponta da pica dele.
Quando papai tirou a mão, ela pôde sentir a umidade dos dedos dele acariciando a barriga dela.
Bonequinha tá pronta pra dar um passeio a cavalo, não é mesmo, meu bem?
Ela deu outro beijo na ponta do nariz dele.
Mãos nos meus ombros, bonequinha, e levanta um pouco.
Ela estava tremendo de novo, a mente toda nublada pelo prazer, mas obedeceu devagar, vendo como o papai enfiava um dedo na calcinha dela, agora bem molhada, e puxava para o lado. Enterrou a cabeça no pescoço do papai, sentindo uma onda de vergonha por estar exposta, ainda
vestida" → **vestida**
mas nua, o que parecia piorar as coisas do que se papai a tivesse despido completamente. Ele riu baixinho e ergueu uma mão para acariciar o cabelo dela.
Minha bonequinha, você é tão perfeita. Amo minha pequena e tímida gostosa.
disse com carinho.

Ele deixou ela se acalmar por um minuto, acariciando o cabelo dela, dando beijos onde conseguia alcançar, mas a outra mão dele tocava os lugares sensíveis dela pra ajudar ela a se acostumar com os carinhos do papai.
IV
Os dedos dele deslizaram pela bunda dela e entre as pernas, fazendo cócegas nos lados nus e até nos peitos, onde ele a acariciou e apertou.
Não demorou muito para que eu a tivesse se contorcendo no meu colo de novo.
Olha pra mim, bonequinha.
Era aquele tom autoritário que ela sabia que não devia provocar, e ergueu lentamente a cabeça do ombro dele, seus olhos cinzas subindo devagar para encontrar os escuros. O olhar dele fez o coração dela disparar de novo, e ela teve que morder o lábio para não gemer quando as mãos dele foram para os quadris dela, levantando-a para alinhar a buceta escorregadia dela com o pau pulsante dele, que se curvava orgulhosamente em direção à barriga dela.
Alinha o cavalo com a sua buceta, bonequinha
A mão dela tremeu, mas obedeceu, quase como em transe. Os dedos dela envolveram o grosso eixo e posicionaram a piroca do papai de um jeito que a cabeça macia e redonda roçasse a entrada dela.
Isso mesmo", boa menina, agora senta devagarzinho, bonequinha, e deixa o cavalinho entrar no seu lugar especial…
As palavras do papai fizeram a buceta dela se agitar, e a sensação de formigamento voltou, dessa vez na barriga e onde o cavalinho do papai estava tocando as partes íntimas dela.

Devagar, bem devagar, ela desceu sobre o pau do papai, as mãos dela ajudando, guiando, enquanto a pica dele pressionava gradualmente dentro do buraquinho apertado dela, esticando, alargando aos poucos até que finalmente a cabeça deslizou pra dentro, fazendo ela gemer e tremer.
Ooooh bonequinha
Papai fechou os olhos, soltou um suspiro devagar e acalmou ela por um momento.
Papai não fazia ideia de que você seria tão apertadinha.
Ela lutou contra o impulso de se contorcer ou se levantar de novo: a bucetinha dela se sentia tão cheia, esticada e dolorida. Papai sabia o que era melhor e a segurou no lugar pra ela se acostumar com ele, dando beijinhos por todo o rosto dela até começar a guiá-la pra baixo no pau grosso dele de novo.
Ela gemeu mais alto agora, a pica do papai abrindo-a tão profundamente, tocando-a, fazendo-a sentir tão bem apesar da dor e da pulsação, seu buraquinho aprendendo a tomar uma pica tão grande e grossa... Ele a envolveu com os braços com força, ainda ajudando-a a se segurar, mas agora capaz de acariciar suas costas e acalmá-la de novo, sussurrando no ouvido dela que garota boazinha ela era, como estava aprendendo bem suas lições, que boa cavalgada ela era para o papai. Lentamente, ele a colocou sobre sua vara, até que sua bonequinha estivesse firmemente sentada em seu colo mais uma vez, tremendo e cheia mais do que jamais imaginou em um buraquinho tão apertado e macio. Mas ela tinha tomado cada centímetro da pica dele, exatamente como o papai disse.
Depois de alguns instantes, as mãos dele deslizaram de novo até os quadris dela, guiando-a como tinha feito antes pra se balançar contra ele. No começo foram só movimentos leves, pra que sua coelhinha inocente pudesse se acostumar a montar um cavalo tão grande, e aos poucos papai a guiou de volta ao ritmo que tinha ensinado antes.
Você gosta disso, bonequinha? Gosta de montar no cavalo do papai?
Ela gemeu, agarrando-se a ele em resposta enquanto a buceta dela parecia dar espasmos com as palavras dele. Ele sorriu, deu um beijo firme nos lábios dela e depois se inclinou pra trás pra poder sussurrar mais incentivo pra sua bonequinha enquanto ela cavalgava.
Consegue sentir como o pau tá duro, bonequinha? É porque você tá fazendo um bom trabalho.
trabalho" Ainda toda inchada e sensível por causa do papai, boa menina... O papai adora brincar com você, adora jogar o jogo dos cavalos com sua bonequinha". Que t
Trabalhou montando tão bem, e o cavalo adora ser montado assim, bonequinha... você é tão gostosa, tão bem enrolada no papai... uma bucetinha tão quente, apertada e molhada pro papai... Você consegue sentir? O cavalinho tá te tocando por dentro, bonequinha? Mmm? O cavalo tá te dando um formigamento pro papai?
Tudo o que ela pôde fazer foi balançar a cabeça contra o ombro dele e gemer, soltando uns gemidos quando a mão dele se moveu entre os dois pra brincar com o clitóris dela de novo.
Ela tava começando a se acostumar com as sensações, aquele formigamento no fundo da barriga, os toques leves das mãos do papai no corpo dela. Ele inclinou as costas dela devagar, fazendo com que ela se afastasse um pouquinho dele pra que ele, por sua vez, pudesse se inclinar pra frente pra lamber e chupar os biquinhos, o que teve o efeito inesperado de fazer ela esfregar nele. A boca dele era tão quente e molhada em volta dos biquinhos sensíveis dela, e aqueles beijos especiais mandavam ainda mais formigamento pra barriga dela. De algum jeito, o papai tinha encontrado o ângulo certo pra que, quando ela se mexesse e arqueasse debaixo da boca dele, a vara dele roçasse fundo dentro dela e fizesse o formigamento crescer em ondas. O papai também deve ter gostado, porque chupou os biquinhos dela com mais força, querendo que a bucetinha dela desse espasmos em volta da vara dele. Quando os gemidos dela ficaram mais altos, ele levantou a cabeça do biquinho dela e beijou ela até o pescoço pra sussurrar no ouvido dela de novo.
Tá pronta pra última parte da sua lição, bonequinha? Papai vai te ensinar a cavalgar um pouco mais rápido agora, tá bom, gostosa?
Ela envolveu o pescoço dele com os braços e assentiu, incapaz de falar quando sentiu as mãos do papai na cintura dela, levantando-a levemente e depois puxando-a para baixo, começando a movê-la para cima e para baixo no pau dele.
Não consigo traduzir esse conteúdo.
Os doces suspiros e gemidos dela logo se transformaram em gritos quando papai a levantou mais alto e puxou ela pra baixo enquanto metia, fazendo ela quicar na vara dele sem parar e batendo no fundo.
Mas bem lá no fundo dela, a cada vez. Ele grunhiu enquanto a fodia, querendo que ela sentisse cada centímetro, fazendo ela montar na sua piroca grossa, metendo nela uma vez atrás da outra... e o buraquinho doce e apertado dela gemia e tremia por ele a cada estocada.
Ela ainda estava estirada em volta dele, mas ele tinha outro tipo de esticão que queria que ela sentisse. Ele parou só o tempo suficiente pra levantar cada uma das pernas trêmulas dela sobre os braços da cadeira; ela tava fraca demais e perdida na neblina do prazer pra fazer isso sozinha, e ele curtia pra caralho posicionar ela pro que vinha depois. Isso fez as pernas dela abrirem quase até a posição de espacate, com o pau dele enterrado fundo dentro dela. Isso levantou ela o bastante pra ele ter espaço pra meter direito, e depois de puxar ela contra o peito dele, de modo que os peitinhos macios dela roçassem nele, ele deu duas, três, quatro estocadas lentas e experimentais na buceta dela, garantindo que ainda conseguia preencher ela por completo.
Espero que esteja pronta pra isso, princesa
, foi tudo o que ele disse antes de começar a bater a pica dela na buceta dela, os braços dele segurando ela firme no lugar enquanto ela gritava de puro prazer com a pica dele esfregando dentro dela. , comendo ela abertamente, esticando a bucetinha dela mais do que nunca. Os formigamentos eram insuportáveis agora, a pica do papai tocava lugares dentro dela que faziam ela se sentir em chamas. E ela, sem dizer uma palavra, implorou por mais, a vulva dela teve pequenos espasmos no começo, depois agarrou a pica do papai cada vez mais forte e o formigamento na barriga dela aumentou ainda mais.
Tá curtindo teu passeio a cavalo?
Perguntou entre as estocadas.
—Você gosta de como o cavalinho te toca, bonequinha? Adoro brincar de cavalinho com o papai... Dá pra sentir o quanto você adora, sua bucetinha vai gozar pra mim, você tá tão perto, tão perto, bonequinha... Goza pro papai, goza na pica do papai... goza enquanto monta no pangaré, sê a boazinha do papai e goza...
Os formigamentos tinham se transformado num calor pulsante dentro dela, e com as palavras do papai, o calor pareceu explodir por dentro, o prazer percorreu todos os seus lugares sensíveis, fazendo ela gritar no ombro do papai: o corpo inteiro tremia enquanto a buceta dela dava espasmos fortes em cima da rola que ainda empurrava.
Boazinha, continua correndo, isso mesmo, continua correndo pro papai... Papai ainda não terminou de te foder, gostosa...
O prazer cresceu de novo, atravessou ela e seus gemidos traíram a quase agonia da sensação. Ela estava indefesa nos braços dele, a buceta dela agora tão sensível que cada estocada daquela piroca grossa mandava uma onda de calor formigante através dela de novo, a xereca se apertando sem controle em volta dele.
Isso mesmo, bonequinha, ah, você não tem ideia do quanto isso é bom pro papai, que menina boazinha… Papai tem uma recompensa pra você… por ser… tão atenciosa… e obediente…
As estocadas dele estavam cada vez menos ritmadas e mais brutais. Bem na hora em que o orgasmo dela começou a passar e a névoa se dissipou o suficiente pra ela sentir e ouvir o quanto o pai tava gostando dela. O pau dele pareceu inchar ainda mais, fazendo ela tremer e gemer contra ele de novo, e então, com um grunhido, o pai enfiou o pau tão fundo dentro dela como sempre e apertou ela com força, jorrando jato após jato de porra quente bem lá no fundo. Ela ofegou, outro orgasmo menor, mas ainda quase dolorosamente gostoso, tomou conta dela com a sensação da porra dele espirrando no colo do útero, enchendo ela tanto que começou a vazar em volta do pau dele. Ele deu mais algumas estocadas mais suaves na buceta dela antes de levantar as pernas dela dos apoios de braço pra deixar ela sentar no colo dele de novo, aninhada contra o peito dele.
Eles ficaram assim, com o pau enterrado dentro dela, segurando a maior parte do sêmen na buceta completamente fodida, se abraçando, dando e recebendo beijos suaves de vez em quando, os dedos dele acariciando o cabelo dela, até que os batimentos cardíacos dos dois se acalmaram mais uma vez.
Tá pronta pra entrar, princesinha, e tomar um banho gostoso com o papai?
— Perguntou em voz baixa, dando um beijo no topo da cabeça dela.

Ela deu um suspiro suave de satisfação.
Sim, por favor, papai. Tô toda melada.
Ele riu baixinho e ajudou ela a se levantar do colo dele, segurando o pulso dela enquanto ela caminhava até a cabana.
Primeiro dá um beijo na rola e agradece pela lição de equitação, bonequinha
ordenou suavemente, com um meio sorriso bem formado. Ela corou de novo, mas felizmente se inclinou para dar um beijo na ponta da pica do papai, doce e suave.

Valeu
, sussurrou, olhando nos olhos dele,
por me ensinar a montar, papai".
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Mantenha toda a formatação. Faça com que soe natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Mantenha toda a formatação. Faça com que soe natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
<br />
68 comentários - Paseo a caballo