Naquela noite, depois de transar meio por cima com a mina, fiquei com toda a porra em cima, e só de lembrar daquela buceta gostosa e daquele rabo lindo, tive que bater uma punheta, não deu pra evitar, jorrava porra pra caralho, mas não se comparava com a que eu queria meter dentro da mina. Deitei me esfregando a pica e amanheci assim, duro igual a puta da mãe. Tocam a campainha e era a puta da mãe, quando me viu, se agarrou na pica, tava chupando gostoso pra caralho, mas virei ela e comecei a meter no rabo, arrebentei ele. Tava possesso, ela gritava que nem louca, mas não tava nem aí e enchi bem de porra, não queria tirar, aquela mina me deixou louco de tesão. Ela perguntou por que eu tava tão tarado e eu falei: "Por causa desse rabo filho da puta, adoro". Ela ficou feliz, tinha acabado de sair do trampo. A gente conversou um pouco, ela perguntou se podia deitar um pouco e depois cozinhava pra mim, então deitou. Passou do meio-dia, ela apareceu. Cozinhou, tava com o rabo arrombado mas feliz, me falou que de tarde tinha que ir na escola do filho punheteiro, que tinha reunião. Aí eu pensei: "É agora, vou atrás da mina". Umas quatro da tarde fui pra casa, sabia que a puta mais velha não tava, então a mina me atendeu. A gente conversou sobre a trepada, ela falou que de manhã foi com o namorado e transou, mas não sentiu a mesma coisa que quando eu comi ela. E nem pensei duas vezes, comecei a chupar a boquinha dela, apalpava os peitos e os bicos endureceram na hora, tava um braseiro. Levei ela pro quarto da mãe, coloquei de bruços e chupei o rabo dela como ninguém, comia com a língua, punhetava com os dedos, era uma poça que ela deixava na cama, saíam gozadas incríveis da buceta dela. Eu continuava punhetando, metia dois dedos e ela gozava. Não aguentei mais e encostei a pica, e a puta arreganhou a bunda, meti a cabeça apertada e ela deu um grito. Aí comecei a furar doce e devagar, mas socando constante, os gritos dela se misturavam com gemidos, segurava ela firme pela cintura e penetrava sem parar. Um pouquinho mais a cada estocada, me aguenta, bebeeee, eu pedia por favor, ela só dizia "tá doendo pra caralho", mas não conseguia tirar de dentro, e eu comecei a meter com força, enfiei tudo e ela gritava que nem uma louca, chorava, mas foi assim que eu comecei a foder ela. Em alguns minutos, ela começou a gemer e a curtir, eu continuei possuído, comendo ela. Senti que era foda, gritei "caralho, seu filho da puta" e comecei a gozar no cu dela, não conseguia parar, saía muita porra e eu bombava sem parar, caí exausto em cima dela com a pica ainda dentro, e ficamos assim por um bom tempo. Tirei, e ficamos largados na cama fumando um baseado. E sim, felicidade completa não existe: entrou a puta da mãe dela, e lá estávamos nós. Ela nos xingou, chamou a mina de puta oferecida, e a mim de estuprador filho da puta. Mas a garota me deu um beijo e disse: "Pai, vou tomar um banho". A louca continuava gritando e me xingando. Levantei, troquei de roupa e saí de casa. A mina me escreve todo dia, a gente transou várias vezes depois, e a puta da mãe afrouxou. Voltamos a transar e fizemos várias festas com amigos. Morro de vontade de comer as duas, ainda não consegui, mas vai afrouxar. Tô lendo vocês, amigos. Têm alguma puta por aí? Manda aí, que eu tô batendo uma punheta louca.
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