Gozada após gozada, meu filho gozava na minha garganta, eu ouvia a voz do meu marido ao longe pedindo pra eu tirar ou eu ia me afogar, mas eu tava encantada com o que tinha acontecido, apertava mais as nádegas do meu filho com minhas mãos pra impedir que ele tirasse o pau e aqueles segundos foram eternos e deliciosos. M: Luis!!! Tira ela, vai se afogar, luisss vai afogar sua mãe!!! Meu marido bateu nas costas do meu filho pra ele reagir e ele se levantou na hora, me liberando. Um plofff forte, um som quando o pau do meu filho saiu da minha boca ecoou na sala, foi o momento de reagir. Respirei pelo nariz, liberada mas com a boca cheia da minha saliva e da gozada do meu filho, fiz um esforço pra me levantar. M: Ceci, você tá bem? Não conseguia falar!!! L: mamãe, mamãe, você tá bem? Como pude, fiz um sinal de aprovação com a cabeça e, olhando pros meus dois homens ali na minha frente, levantei o olhar e engoli tudo que tinha na boca. C: mmmm que gostoso!!! Foi a única coisa que consegui dizer depois de engolir. M: você gozou, né? L: eu, desculpa pai, não consegui segurar, é que… C: eu tive a culpa, Manuel, segurei ele pra não tirar e foi minha culpa. M: deixa ele falar, Cecilia, ele tem que se tornar homem e responsável pelos atos dele. Um silêncio estranho, porque não soube decifrar se meu marido falou com raiva ou se só queria que meu filho contasse. L: sim, pai, sim, gozei na boca da minha mãe. M: você entende o que acabou de acontecer? L: sim, acho que passamos dos limites com isso, mas foi inevitável, a boca da minha mãe é incrível e quando ela engoliu tudo foi uma sensação muito excitante. M: não tô falando disso!!! L: então não entendo. M: você acabou de dar uma grande alegria pra sua mãe!!! Meu filho e eu nos olhamos incrédulos e deixamos meu marido continuar a explicação. M: não é assim, Ceci? C: sim, amor, eu tô muito feliz, mostrei pra vocês que consegui engolir tudo. M: sim, puxa, você me surpreendeu, gordinha. Mas tô falando que o Luis te deu uma grande alegria porque acabou de nos mostrar que é Um baita homem. Sentem-se que vou explicar. Meu filho e eu sentamos no sofá onde, minutos atrás, ele me segurava com o pau na boca, e meu marido estava de pé, andando pelo tapete da sala na nossa frente. M: Somos uma família pequena, não acham? Por isso precisamos ficar unidos. Um dia, quando eu não estiver mais aqui, vocês vão ficar sozinhos. C: Meu amor, não fala essas coisas. L: É, pai, não diz isso. Você vai ficar com a gente pra sempre. M: Vamos, deixem eu terminar. Um dia vocês vão ficar sem mim, eu sei, e essa mulher aqui vai precisar de você. Eu pedi que tivéssemos confiança entre nós, que nos aproximássemos e que isso nos unisse como família. Ver sua mãe feliz é o que mais desejo nesse mundo, e você vai me ajudar, certo? L: Claro, pai, pode contar comigo!!! M: Ok, dito isso, hoje acho que quebramos mais uma barreira. Já sabemos que podemos andar pela casa de cueca ou pelados, nos cumprimentar do nosso jeito, com uma palmada ou um apertão, mas hoje também sei que acabei de unir vocês ainda mais como mãe e filho. Sim, eu sei que você adora paus, Ceci, e sei que posso contar com você, filho, pra sua mãe não procurar fora o que tem em casa com a gente. Minha dúvida finalmente foi revelada: meu marido querendo que meu filho tome o lugar dele, que o substitua nos deveres sexuais. Bom, tá mais que claro, mas por que ele não me disse antes? Por que não me propôs algo? Tantos mistérios pra resolver, mas não quis pressionar perguntando. Era melhor seguir o jogo do meu marido e deixar que ele assuma a responsabilidade de ter nos levado a isso. C: Meu amor, mas isso não é necessário. Eu te amo, e pra mim isso é só pra sermos mais próximos como mãe e filho, não pense que eu... M: Eu sei, gordinha. Vocês não estão enrascados, ok? Você e eu sabemos que isso é necessário, você sabe. L: O que foi? Algo errado? Eu queria gritar pro meu filho, na frente do pai dele, que já pare de me foder e tome logo o lugar dele, mas, como eu disse, isso foi arquitetado pelo meu marido, então ele vai ter que conduzir os atos até achar que é a hora certa. Óbvio que eu vou falar. com meu filho e vamos continuar nosso jogo e, claro, nossas fodas escondidas. C: nada de errado, filho, são coisas de casal entre seu pai e eu, ele só quer que sejamos mais unidos e que coisas como as que acontecem e coisas como as que acabaram de acontecer sejam normais entre mãe e filho, entendeu bem, meu amor? M: não poderia ter dito melhor, Ceci, é isso, que isso fique só entre nós como família e saber que no dia em que eu não estiver mais com vocês, sejam muito unidos e saibam que têm um ao outro. Meu marido se aproximou de nós ali sentados e nos abraçou, eu e meu filho nos olhamos por cima das costas do meu marido e aquela risada entre nós era de dois amantes que tinham mais liberdade por causa do corno do marido, que loucura. M: bom, é hora de dormir, é tarde e acho que você deve tomar um banho, olha esse pau cheio de porra, e você, bom, você tem que lavar essa boca hahaha. C: ai, não quero tirar o gosto, o sêmen do Luís é muito gostoso. L: gostou, mamãe? C: sim, é muito gostoso, e me surpreendeu que sai muito mesmo, quase me afogou. Agora a conversa era mais relaxada, entre risadas, e meu marido adorava nos ver conversando. L: achei que você não ia chupar tudo, mas você sabe mamar pra caralho!!! C: sabe o que é gostoso? L: o quê? C: quando a cabeça vai abrindo caminho na garganta, é muito gostoso se sentir sufocada e quando suas bolas bateram no meu nariz, uau, nunca tinham feito algo assim comigo e… M: bom, bom, acho melhor deixar vocês falarem sobre o que aconteceu, parece que foi muito prazeroso para os dois, eu vou dormir, é tarde e amanhã tem muita coisa pra fazer. Meu marido subiu as escadas e me pediu para encontrá-lo na cama, eu fiquei com meu filho na sala e, sem meu marido, começamos a nos devorar de beijos. L: caralho, você é uma puta mesmo, hein, olha só, comer minha porra na frente do seu marido. C: ele gosta, você já ouviu, além disso, não ia perder a chance de comer a porra desse monstro. L: já subiu aqui, mamãe!!! C: você disse que hoje ia gozar no meu cu E o de antes não conta, isso foi ideia do seu pai. Além disso, já temos permissão dele.
L: Mas ainda não pra foder!!!
C: Ainda, hahaha, mas acho que vai rolar em breve.
L: Sério mesmo? Cê acha que ele tem coragem pra tanto?
C: Vamos ajudar a convencer ele, que tal?
L: Claro, puta que delícia seria te comer na frente do seu marido com a aprovação dele, sua vadia.
C: Bem, por enquanto, minha bunda já tá pronta, então me manda dormir cheia de porra, filho.
Basta dizer que ele enfiou inteiro no meu cu, me usou à vontade no mesmo sofá por mais de 15 minutos, e me mandou com o cu cheio do sêmen dele dormir com meu marido. Na manhã seguinte, desci pra cozinha pra fazer o café, meu marido comentou que a gente tinha que ir na casa da família dele, e eu avisei meu filho, pedi pra ele me acompanhar pra não ficar sozinha, já que lá o pai dele fica ocupado e, bom, eu tinha que fazer o papel de boa esposa. Meu marido se surpreendeu ao ver que o Luís ia com a gente, mas fazia parte do plano, porque agora éramos mais unidos. Depois de quase uma hora de estrada, e mais umas na casa dos meus sogros, meu marido disse que era hora de voltar. Que dia, entre aguentar a família dele e tentar manter a melhor cara, porque, embora não sejam grossos comigo, nossa relação é só cordial. Na volta pra casa, meu marido queria chegar rápido, então pegou a estrada com pedágio. Que surpresa: um acidente entre um carro e um caminhão de carga bloqueou a passagem, o trânsito ficou quilométrico e as horas começaram a passar.
M: Desculpa, família, se eu soubesse, a gente tinha ficado em casa.
C: Não é sua culpa, amor, como você ia saber que isso ia acontecer?
L: É, pai, mas já tô entediado.
M: Bom, isso não anda e já tá escurecendo.
Uns minutos depois, meu filho, que tava sentado no banco de trás da caminhonete, se aproximou entre os nossos bancos.
L: Mãe, tô entediado, posso apalpar você um pouco?
C: Ah, sei não, pergunta pro seu pai!
L: Pai, posso apalpar minha mãe um pouco? É que tô entediado.
M: Claro.
Meu olhar pro meu... O marido dando a aprovação me excitou. Eu tava usando um vestido florido na altura da coxa, com um decote e salto alto. L: uuuyyy mamãe, que peitão, sabia que você é a mamãe mais peituda do mundo. C: hahaha não exagera. L: sério, pelo menos entre as mães dos meus amigos, você é a de peitos maiores. C: haha acho que não, porque a mãe do seu amigo Oscar também é peituda. M: é sim, aquela mulher tem um peitão hein. C: ahhh então você tá olhando os peitos das outras mulheres!!! Claro que meu comentário foi em tom de brincadeira, porque não me incomoda se meu marido olhar pra outra mulher. M: bom, é normal olhar com umas tetas daquelas hahaha. L: ela é peituda sim, mas é falso, é silicone!!! C: e você como sabe? L: o Oscar me contou. C: seu amigo te contou que a mãe dele operou os peitos? L: sim, por quê? C: olha só esses jovens de hoje, os assuntos que eles têm. M: você não vai sair contando o que rola na nossa família, hein. Isso aí soou como bronca do meu marido. L: não, de jeito nenhum. C: isso mesmo filho, as pessoas não iam entender nosso grande amor em família, de permitir que seu pai me deixe você me apalpar ou a gente andar pelado. L: sim, eu entendo, não se preocupem, nunca vou contar pra ninguém. Meu filho continuava ali apalpando meus peitos na frente do pai. M: isso não anda!!! L: se quiser se distrair, pega um peito da mamãe hahaha. M: tô bem assim, continua. L: bom, ei mamãe, você tá de fio dental? C: tô. L: de lacinho? C: tô. L: posso ver? C: pode ver, meu amor? M: pode. Meu filho levantou meu vestido devagar até o triangulinho da minha calcinha fio dental cobrindo minha buceta aparecer. L: é tão pequena, mal cobre a xereca!!! C: quer ver bem? Vou aí pra trás com você? L: minha mãe pode vir pra cá? M: pode, e o trânsito tá parado, sai e vem pro banco de trás. C: por aqui dá!!! Passei entre os bancos, com muito esforço porque minha bunda enorme mal cabia, e caí toda desengonçada em cima do meu filho, já com o vestido levantado. L: que bundão, mamãe. C: apalpa ele, meu amor!!! L: posso tocar? M: pode filho, vai, não precisa mais me perguntar. Concentrado dirigindo, apalpa a sua mãe o quanto quiser. Foi a última coisa que meu marido disse, a partir daí meu filho me deu um beijão daqueles, meteu as mãos na minha bunda, entre minhas pernas, tocando minha buceta, brincando com meus buracos e os dedos dele. Meus peitos escaparam do decote e encontraram a boca dele. Eu já estava quase pedindo pra ele me comer quando o carro começou a andar.
M: Finalmente, hein.
L: Buuu, que pena, tava tão bom.
C: Posso continuar aqui atrás com o Luis?
M: Não sou motorista de vocês, não. Vem pra cá, em casa vocês continuam.
C: Ok.
Meio desanimada, comecei a manobra pra voltar pro banco da frente. Fiquei presa mais de propósito do que por acaso, mas fiz questão de avisar meu filho.
C: Luis, me ajuda, fiquei com a bunda presa entre os bancos.
Meu filho levantou meu vestido e puxou o fio da tanga pro lado, deixando minha xereca e minha bunda à disposição dele. Começou a chupar tudo sem a autorização do pai.
M: Luis, ajuda sua mãe!!!
L: Tô nisso!!!
Eu tava adorando, apoiada no ombro do meu marido enquanto meu filho me lambia inteira.
M: Sabe, Ceci, já cansei de você sentada atrás, não me deixa dirigir.
L: Vem, mãe, senta aqui melhor.
E de um puxão me atraiu pra ele. Nem percebi na hora que o pau dele já tinha saído da calça, mas assim que sentei, senti ele se encaixar em mim e, sozinha, enfiei a vara dele na minha buceta, tudo com meu marido dirigindo.
C: Mmmm, filho, que gostoso!!!
M: Tudo bem aí atrás?
L: Sim, pai. Vou deixar ela sentada no meu colo pra continuar apalpando, ok?
M: Ok, já já chegamos.
Os minutos até em casa foram curtos, mas deliciosos. Meu filho bombava o pau dele a cada solavanco da caminhonete. Faltando uma quadra pra chegar em casa, ele tirou sem gozar pra não deixar o pai desconfiado.
M: Chegamos, finalmente.
L: Mas ainda não pra foder!!!
C: Ainda, hahaha, mas acho que vai rolar em breve.
L: Sério mesmo? Cê acha que ele tem coragem pra tanto?
C: Vamos ajudar a convencer ele, que tal?
L: Claro, puta que delícia seria te comer na frente do seu marido com a aprovação dele, sua vadia.
C: Bem, por enquanto, minha bunda já tá pronta, então me manda dormir cheia de porra, filho.
Basta dizer que ele enfiou inteiro no meu cu, me usou à vontade no mesmo sofá por mais de 15 minutos, e me mandou com o cu cheio do sêmen dele dormir com meu marido. Na manhã seguinte, desci pra cozinha pra fazer o café, meu marido comentou que a gente tinha que ir na casa da família dele, e eu avisei meu filho, pedi pra ele me acompanhar pra não ficar sozinha, já que lá o pai dele fica ocupado e, bom, eu tinha que fazer o papel de boa esposa. Meu marido se surpreendeu ao ver que o Luís ia com a gente, mas fazia parte do plano, porque agora éramos mais unidos. Depois de quase uma hora de estrada, e mais umas na casa dos meus sogros, meu marido disse que era hora de voltar. Que dia, entre aguentar a família dele e tentar manter a melhor cara, porque, embora não sejam grossos comigo, nossa relação é só cordial. Na volta pra casa, meu marido queria chegar rápido, então pegou a estrada com pedágio. Que surpresa: um acidente entre um carro e um caminhão de carga bloqueou a passagem, o trânsito ficou quilométrico e as horas começaram a passar.
M: Desculpa, família, se eu soubesse, a gente tinha ficado em casa.
C: Não é sua culpa, amor, como você ia saber que isso ia acontecer?
L: É, pai, mas já tô entediado.
M: Bom, isso não anda e já tá escurecendo.
Uns minutos depois, meu filho, que tava sentado no banco de trás da caminhonete, se aproximou entre os nossos bancos.
L: Mãe, tô entediado, posso apalpar você um pouco?
C: Ah, sei não, pergunta pro seu pai!
L: Pai, posso apalpar minha mãe um pouco? É que tô entediado.
M: Claro.
Meu olhar pro meu... O marido dando a aprovação me excitou. Eu tava usando um vestido florido na altura da coxa, com um decote e salto alto. L: uuuyyy mamãe, que peitão, sabia que você é a mamãe mais peituda do mundo. C: hahaha não exagera. L: sério, pelo menos entre as mães dos meus amigos, você é a de peitos maiores. C: haha acho que não, porque a mãe do seu amigo Oscar também é peituda. M: é sim, aquela mulher tem um peitão hein. C: ahhh então você tá olhando os peitos das outras mulheres!!! Claro que meu comentário foi em tom de brincadeira, porque não me incomoda se meu marido olhar pra outra mulher. M: bom, é normal olhar com umas tetas daquelas hahaha. L: ela é peituda sim, mas é falso, é silicone!!! C: e você como sabe? L: o Oscar me contou. C: seu amigo te contou que a mãe dele operou os peitos? L: sim, por quê? C: olha só esses jovens de hoje, os assuntos que eles têm. M: você não vai sair contando o que rola na nossa família, hein. Isso aí soou como bronca do meu marido. L: não, de jeito nenhum. C: isso mesmo filho, as pessoas não iam entender nosso grande amor em família, de permitir que seu pai me deixe você me apalpar ou a gente andar pelado. L: sim, eu entendo, não se preocupem, nunca vou contar pra ninguém. Meu filho continuava ali apalpando meus peitos na frente do pai. M: isso não anda!!! L: se quiser se distrair, pega um peito da mamãe hahaha. M: tô bem assim, continua. L: bom, ei mamãe, você tá de fio dental? C: tô. L: de lacinho? C: tô. L: posso ver? C: pode ver, meu amor? M: pode. Meu filho levantou meu vestido devagar até o triangulinho da minha calcinha fio dental cobrindo minha buceta aparecer. L: é tão pequena, mal cobre a xereca!!! C: quer ver bem? Vou aí pra trás com você? L: minha mãe pode vir pra cá? M: pode, e o trânsito tá parado, sai e vem pro banco de trás. C: por aqui dá!!! Passei entre os bancos, com muito esforço porque minha bunda enorme mal cabia, e caí toda desengonçada em cima do meu filho, já com o vestido levantado. L: que bundão, mamãe. C: apalpa ele, meu amor!!! L: posso tocar? M: pode filho, vai, não precisa mais me perguntar. Concentrado dirigindo, apalpa a sua mãe o quanto quiser. Foi a última coisa que meu marido disse, a partir daí meu filho me deu um beijão daqueles, meteu as mãos na minha bunda, entre minhas pernas, tocando minha buceta, brincando com meus buracos e os dedos dele. Meus peitos escaparam do decote e encontraram a boca dele. Eu já estava quase pedindo pra ele me comer quando o carro começou a andar.
M: Finalmente, hein.
L: Buuu, que pena, tava tão bom.
C: Posso continuar aqui atrás com o Luis?
M: Não sou motorista de vocês, não. Vem pra cá, em casa vocês continuam.
C: Ok.
Meio desanimada, comecei a manobra pra voltar pro banco da frente. Fiquei presa mais de propósito do que por acaso, mas fiz questão de avisar meu filho.
C: Luis, me ajuda, fiquei com a bunda presa entre os bancos.
Meu filho levantou meu vestido e puxou o fio da tanga pro lado, deixando minha xereca e minha bunda à disposição dele. Começou a chupar tudo sem a autorização do pai.
M: Luis, ajuda sua mãe!!!
L: Tô nisso!!!
Eu tava adorando, apoiada no ombro do meu marido enquanto meu filho me lambia inteira.
M: Sabe, Ceci, já cansei de você sentada atrás, não me deixa dirigir.
L: Vem, mãe, senta aqui melhor.
E de um puxão me atraiu pra ele. Nem percebi na hora que o pau dele já tinha saído da calça, mas assim que sentei, senti ele se encaixar em mim e, sozinha, enfiei a vara dele na minha buceta, tudo com meu marido dirigindo.
C: Mmmm, filho, que gostoso!!!
M: Tudo bem aí atrás?
L: Sim, pai. Vou deixar ela sentada no meu colo pra continuar apalpando, ok?
M: Ok, já já chegamos.
Os minutos até em casa foram curtos, mas deliciosos. Meu filho bombava o pau dele a cada solavanco da caminhonete. Faltando uma quadra pra chegar em casa, ele tirou sem gozar pra não deixar o pai desconfiado.
M: Chegamos, finalmente.
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