a putinha da minha namorada continua contando suas travessur

hoje vai outro relato da minha namorada, a putinha festeira
espero que vocês curtam muito


OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS






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Naquele sábado a gente acordou quase ao meio-dia, colocamos os biquínis e fomos pra praia com uma ideia fixa: a gente tinha que arrumar cada uma o seu macho, mas não tinha muita gente. Tomamos café da manhã, almoçamos e lanchamos fofocando e criticando os poucos casais que estavam na praia. Tava escurecendo e no caminho de casa eu cruzei com os negão


Negro, oi gostosa, tanto tempo! Como você tá, divina? Tava com saudade.
Oiê, lembra da minha cunhada? Bom, ela é minha sogrinha agora, querem vir aqui em casa tomar alguma coisa?


Negro, mas e o seu marido? Não sei se rola


Estamos sozinhas, eles ficaram em casa


Então, vamos logo, o que estamos esperando?


Chegamos e ficamos à vontade, logo um deles me abraçou e me beijou, os outros fizeram o mesmo com Lila e Gloria.


Negão, como vamos nos divertir


É pra isso que a gente veio, né? Põe uma música, meu bem, eu sirvo umas cervejas.


Negro, sabe que em casa ficaram uns amigos, posso chamar eles?


Mas é claro, se são divertidos, que ótimo!


O cara preto saiu de casa pra procurá-los, eu coloquei música e logo começamos a beber, os outros dois pretos não davam conta com as mãos, eu só pensava na surra de prazer que iam nos dar, finalmente chegaram os que faltavam, o preto com mais três, entre eles só tinha um branco, logo começamos a dançar, assim me vi dançando entre dois, um esfregava por trás com seu grande volume e o outro pela frente foi se aproximando e não parou até estar colado, ali mesmo me deu um abraço e tudo descontrolou, sentia as mãos dele por todo meu corpo e quando olhei pra baixo vi um grande pau preto que estava duríssimo, desesperada me abaixei pra chupá-lo, nesse momento senti o de trás puxar minha calcinha e me enfiá-la, por sorte minha buceta já estava encharcada, tremenda foda ele estava me dando enquanto eu tentava chupar aquele pau imenso, assim foi que me jogaram no chão e me deram prazer como a boa vadia que sou merecia, pude ver que Lila estava em outro canto recebendo o mesmo mas não via a Gloria, um preto me colocou em cima dele enfiando na minha buceta e o outro veio na minha bunda enquanto um terceiro esfregava o pau na minha carinha.


E a minha sogra, cadê a minha sogra?


Negro, fica tranquila, puta, recebendo pica no quarto, a velha tarada.


Os três me comeram e me banharam de porra, esses safados. Pude ver a Lila na mesma situação, e lá ficamos as duas exaustas no chão enquanto eles serviam mais cerveja.


Negro e putinha, tá curtindo a festa?


Siii, muito, mas vamos descansar um pouquinho


Negro, o que o corno diria se te visse, com certeza é um pau pequeno.


Não se engane, ele também tem seu valor, é que eu sou muito puta e adoro trocar de paus.


Negro, hoje você vai se empanturrar, te garanto


É isso que eu mais quero


Negro e você ainda não se cuida, puta


Claro, por isso tenta não gozar dentro.


Negro, tarde puta, tá pensando no que o corno vai dizer quando você der um filho negro pra ele?


Ai, não, por favor, não me faz isso


Negro, entre todos vamos te engravidar com certeza, sua puta safada. E no verão ver o corno passeando com seu filho negro, seria muito bom se conseguíssemos.


Jael e eu, ainda por cima, sou capaz de fazer o corno de otário.


Ai, não, não sejam tão tarados


Aí mesmo eles ficaram obcecados comigo e não paravam de me comer e gozar dentro. Eu não conseguia evitar, já que estava exausta, e só de pensar naquela ideia eu ficava toda excitada. Imaginar o Oscarcito puto da vida por causa dos negros me fazia gozar a jorros. Não sei em que momento peguei no sono, mas quando acordei ainda estava escorrendo porra por todos os lados. No domingo a putaria continuou, eles cuidaram de tudo. A Lila estava irreconhecível, embora menos destruída do que eu, e a Glória continuou curtindo eles, já que talvez por ser mais velha a tratavam com muito carinho. Comemos o churrasco e transamos de novo por um tempão. Depois nos despedimos e tomamos um banho quente, longo e relaxante. Precisávamos descansar, já que na segunda de manhã voltaríamos e a viagem era longa. Eu tinha que chegar antes do Oscar ir para o escritório buscar o Luisito. A Lila não tinha problema, já que o cunhado dela tinha dado o dia livre. Finalmente chegamos em casa, deixamos a Glória na dela, e nós tomamos um banho e tomamos café da manhã.


Lila, sério que você não tá se cuidando, sua doida?


A verdade é que sim, e no fim das contas não é uma má ideia.


Lila, vai dar pra ele de novo? Vadia, dessa vez com certeza é um negão e o que você acha que vai acontecer com o Oscar?


Nada, como aconteceu com o Luis, já passei por essa prova.


Lila, mas aí pode surgir uma dúvida, mas se for preto já não tem mais dúvida de que é de outro, boluda


Bommm, você tem razão, mas essa ideia me deixa tão excitada. Pelo menos assim ele mostraria que se interessa por mim, ou você não percebe que ele não tá nem aí pra nada sobre mim?


Lila, pior que você tá falando, doida? Se ela tá sempre com você e você tem tudo o que quer, até pode transar com quem quiser. Quem me dera se o Adrian fosse assim.


Sim, sou uma gostosa, tô reclamando de barriga cheia, né? Mas como eu sei se é amor ou não?


Lila, tem céu, claro que é amor, eu te digo e você sabe por que eu te digo, porque é melhor que ninguém sequer te mencione com desprezo, são coisas que você deveria ver


Beleza, então vou conferir isso hoje à noite.


Lila e depois você vai me dar razão?
 
Claro que te dou, e se for assim já compro a pílula.


Lila, vai comprar agora, sua burra, não estrague tudo


Claro que fiz e tomei, no outro dia desceu igual uma cachoeira e fiquei mal por dois dias, mas aquilo me trouxe uma paz, porque depois daquela loucura eu sabia que um bebê negro ia acabar com tudo de vez. Mas na minha cabeça a ideia ainda tava lá. Só que no fim de semana alguma coisa mudou. Desde a manhã ele tava no meu pé, não me deixava me mexer sem me pegar, e aí tudo acabou numa foda brutal perto do meio-dia. Foi muito diferente de todas as outras. A preliminar foi uma delícia, cheia de amor e carícias, e principalmente muita demonstração de amor. Começamos transando de um jeito estranho, bem devagar, com uma chupada nos peitos que foi impressionante. E quando o Oscar desceu pra minha buceta, ele me fez gozar como ninguém. Depois foi minha vez, mas claro, a minha parte foi como sempre: acabar com o pau dele no puro boquete. Aí ele começou a me penetrar. Eu tava esperando, toda submissa, o ataque furioso daquele pauzão na minha buceta, mas como eu falei, tudo foi diferente. O pau dele entrou suavemente, me fazendo tremer até ficar louca. Depois de várias enfiadas, tive que implorar entre gemidos pra ele me comer mais forte, e aí acabou a doçura. As entradas viraram facadas que me faziam perder a razão. Nem o pauzão do negro tinha me feito gozar como o Oscarcito. Ele era uma máquina de porra. Depois de transar, ele me levou pro banho e tomamos banho juntos. Quando saímos, ele me levou pro quarto e me disse...


Oscar, troca de roupa, quero te levar a um lugar especial


Você prepara o Luisito então


Oscar deixou o Luisito com a minha mãe, essa saída é nossa


Entendi na hora a mensagem, me tranquei no banheiro e comecei a me maquiar. Saí de lá e escolhi minha roupinha, queria ir feita uma deusa, o Oscar merecia muito. Estreei um conjunto bem sexy, tanto o sutiã quanto a calcinha eram incríveis, pretos transparentes, uma camisetinha justa ao corpo e bem decotada que me faziam parecer uma tremenda gostosa de peitão, meia-calça preta com um linguê que era do mesmo conjunto e, claro, minha melhor minissaia. Quando saí do quarto, o Oscar não estava em lugar nenhum. Preparei minha bolsa e me olhei no espelho, me senti orgulhosa de quão desejada eu parecia, só esperava que o Oscar gostasse. E quando ele finalmente chegou em casa, me olhou com muita admiração.


Oscar, amor, você é uma deusa, vou me trocar e a gente sai. O Luisito já está com a minha velha.

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