Como uma boa sissy, eu entendo meu lugar e amo o joguinho de submissa, adoro ser a menina dócil que tá a serviço das ordens e desejos do macho da vez com quem tô tendo qualquer tipo de relação íntima. Curto pra caralho esse papel e já tive várias experiências lindas desse tipo, claro que a maioria com homens, mas uma vez ou outra com alguma mulher dominante também. Só que faz pouco tempo que eu tive que aplicar o que aprendi com minhas vivências com outra pessoa. Agus era mais AgustinA do que Agustín, embora o nome real dele (até aquele momento) fosse o último. Um amig@ de 18 anos recém-completados, uma menina bem presa no corpo de um homem, bem afeminada mesmo, tanto que me lembrava eu quando tinha a idade dela. A gente tinha virado amig@ por intermédio de outras pessoas e tinha criado uma puta química boa. Compartilhava atividades e conversava muito, embora a conversa sempre girasse em torno de coisas de mulher, Agus se vestia de Agustín e resistia ao grito da MENINA interior dela que queria sair. Ainda com aquela idade, nunca tinha transado, só se masturbava, pelo pênis e também brincava com a bundinha dela que já não era tão fechada, digamos. Numa das conversas, ela me contou que sonhava em ser desvirginada por alguém com autoridade, que a colocasse no lugar e ensinasse qual era o papel dela no sexo, mas que não encontrava ninguém que passasse confiança e garantia de que também iam cuidar dela. Todo mundo que já passou pela primeira vez que um pênis entrou na gente, seja no cu ou na buceta, entende como é gostoso ser cuidada e tratada com carinho. E entre mulheres ou gays, todas a gente ouve histórias de amigas que sofreram nas mãos de algum filho da puta que queria se passar por macho com uma iniciante e não fazia ideia de como tratar elas. Agus tinha ouvido várias histórias dessas com minhas amigas, que embora tratassem ela como uma menina mais nova, sempre contavam tudo pra ela. Numa conversa pelo WhatsApp, ela sugeriu se eu podia ser quem fosse penetrar ela pela primeira vez. Eu comecei a rir porque sou beeem passiva, como já falei. contado em vários relatos, mas beleza, de vez em quando e dependendo dos estímulos também posso ser ativa. Fiquei na dúvida, mas acabei aceitando a proposta, falei pra ela vir em casa na sexta à noite, preparei um ambiente perfeito pra ocasião. Saí pra fazer compras e consegui uma roupinha bem feminina pra ela se sentir nessa mistura de menina inocente e putinha que todas nós amamos. Ao mesmo tempo, pedi pra ela depilar as partes íntimas, nas pernas e no peito, que já era bem lisinha. Chegou a sexta-feira e ela veio pra casa umas 9 horas, assim que entrou tava muito nervosa. Coloquei uma musiquinha bem suave pra criar o clima e falei: "a partir de agora, você é a Agustina". Levei ela pro quarto e mandei ela ficar nua, que eu tinha algo pra ela. Ela obedeceu, a primeira coisa que coloquei foi uma gaiolinha de castidade pra ela só curtir pelo cuzinho e aprender os prazeres de uma sissy. Em seguida, pedi pra ela vestir a roupinha que eu tinha deixado pra ela: um conjuntinho de calcinha e sutiã rosa Barbie com bastante renda, grande na frente pra segurar tudo direitinho e bem pequenininha atrás pra sumir na raba linda que ela tem. Além disso, um babydoll bem transparente da mesma cor. Eu não queria perder de vista a cara de putinha satisfeita que ela ia fazer quando o tecido da calcinha subisse pelas pernas, acariciando elas e se enfiando na bunda. Ela curtiu como toda menina igual a gente sempre faz (não importa quantas vezes já tenha feito, a gente sempre adora vestir a calcinha, imagina se é a primeira vez dela). Maquiei ela, passei um batom rosinha nos lábios, dei uns beijinhos e sussurrei no ouvido dela tudo que ia fazer e como ela tava linda. Depois disso, fui pro banheiro e deixei ela absorver a sensação de estar deitada numa cama toda vestida de mulher, quase realizando um sonho. Me troquei no banheiro e voltei, mas não mais como amiga, e sim como dominadora. Me vesti toda de preto, quase com a mesma roupa que ela, mas mais agressiva e menos menininha. Mandei ela se ajoelhar 4, eu tava super nervosa mas aos poucos foi relaxando, ela ficou de quatro, eu puxei a calcinha fio dental e comecei a chupar a bucetinha minúscula dela por um bom tempo, igual sempre faziam comigo. Ela foi se soltando e eu brincava com meus dedinhos no cu dela, ela gemia que nem uma putinha. Peguei o plug menor que tenho, passei vaselina e enfiei tudo de uma vez pra ir esquentando o negócio. Brinquei um pouco com ele e depois tirei. Vale destacar que naquela bundinha minúscula já tinham entrado algumas coisas, mas nunca um pau de verdade. Não vou negar que a situação me deixou com muito tesão. Deitei do lado dela, a gente se beijou muito, brinquei com os pezinhos pequenos dela que estavam dentro do sutiã e falei com voz autoritária: — Agora vou botar você pra trabalhar, sua puta. Abri as pernas e ela sabia o que tinha que fazer, puxou minha calcinha e me chupou desesperadamente. Tantas conversas, tantos vídeos e boquetes em objetos diferentes tinham dado resultado: ela chupava como se soubesse, passava a língua, beijava as bolas, enfiava tudo, engasgava, babava tudo. Me deixou de pau duro como não ficava há muito tempo. Enquanto isso, eu esfregava meus peitos e ela enfiou um dedo na minha bunda. Não aguentei mais e dei o prêmio dela: uma porrada de porra fervendo encheu a boca dela até ela se engasgar. Puxei ela pelo cabelo e passei a língua pra pegar a porra que escorria da boca dela. Ela tava feliz, fascinada com o primeiro boquete e a primeira gozada dela. Tava voando de tesão. Eu, sabendo da situação, tinha ajudado meu amiguinho com um comprimido mágico daqueles que os caras sempre usam pra me foder, pra durar mais e saciar minha necessidade de muito homem. Falei pra ela: — Não relaxa não, que a sobremesa já vem. A gente se beijou de novo, coloquei ela de ladinho, tirei o plug devagar, ela gemeu, olhei nos olhos dela e perguntei: — Você quer, sua puta suja? — Bota tudo agora, por favor! — ela gritou. Enchi de baba e a bundinha minúscula dela já tava mais que pronta com toda a vaselina que a gente tinha usado no plug, então ficou bem aberta. Enfiei Beijei seu pescoço e a penetrei, devagar, com amor e cuidado. Enquanto meu pau entrava nela, consagrando-a como Agustina, enfiei as mãos por dentro do corpete (o babydoll já tinha voado fazia tempo) e apalpei seus peitinhos pra deixá-la ainda mais excitada e se sentir mais mulher. Com o passar dos minutos, ela começou a pedir mais, e minhas estocadas ficaram mais rápidas e violentas. Trocamos de posição: ela deitada na cama com a bundinha empinada em cima de um travesseiro, e eu por cima. Sacudida vai, sacudida vem, ela começou a tremer, e eu sabia o que vinha. Ela teve o primeiro sissygasm dela, isso me deixou louco de tesão e eu gozei quase ao mesmo tempo, enchi a bunda dela de porra. Terminamos, as duas destruídas, jogadas na cama, meladas — eu de suor e ela de suor e porra. Com a bunda detonada, mas FELIZ igual criança com boneca nova. Quando recuperamos um pouco de energia, tirei a jaulinha dela e fomos tomar banho juntas. Emprestei outra calcinha pra ela e fomos dormir abraçadinhas. No dia seguinte, ela me retribuiu o favor e me fez amor com a força da juventude. Desde então, eu disse: "Já era, arruma um macho, porque eu claramente não sou." Por um tempo, ela continuou no armário e só se vestia de mulher quando estava em casa ou quando saía com algum homem, mas com o tempo conseguiu começar a vida nova dela, longe do armário.
2 comentários - Dominatriz trans iniciadora