Retomo essa história contada por ela.
pra quem não acompanhou, aqui deixo os links dos contos anteriores
Espero que vocês curtam.
vou postar um por dia a partir de agora
aguardando seus comentários
http://www.poringa.net/posts/relatos/5261292/La-historia-de-mi-novia-ella-la-cuenta.htmlhttp://www.poringa.net/posts/relatos/5262028/La-historia-de-mi-novia-ella-la-cuenta-2.htmlhttp://www.poringa.net/posts/relatos/5263678/La-historia-de-mi-novia-ella-la-cuenta-3-y-4.htmlhttp://www.poringa.net/posts/relatos/5266155/La-historia-de-mi-novia-asi-me-engancho.htmlhttp://www.poringa.net/posts/relatos/5267112/La-historia-de-mi-novia-se-vienen-las-vacaciones.html
No dia seguinte, tudo foi normal. Levantei junto com o Oscar e fomos tomar café da manhã. Não parava de pensar em como tinha encontrado meu namorado naquela madrugada. Isso me fez ver que a Lila não desgrudava dele. Pra mim tava claro que meu Oscarcito não era nenhum bobão, muito pelo contrário. Ele foi fazer compras com a Lila e o Adrian enquanto eu fiquei pra ajudar a Glória a lavar a louça da noite e arrumar a casa, sempre me cuidando pra não ficar sozinha com o Roberto. Quando eles voltaram, fomos pra praia. O Roberto alugou uma barraca pra não ter que levar guarda-sol, cadeiras e essas coisas. A gente se divertiu pra caramba, eu sempre grudada no Oscar. Voltamos pra casa já bem tarde, tomamos banho, jantamos e fomos dormir. Não sei por que, mas com o Oscar não rolou nada. No dia seguinte, a mesma coisa. Parecia que as coisas tinham se acalmado com o Andrés e o Roberto. Estando na barraca, falei pro Oscar de pegar um sol. Tava com muita vontade de me bronzear, e ele também, então saímos da barraca com umas toalhas e deitamos no sol. A gente tava bem longe da barraca, então começamos a conversar. Ele deitado de barriga pra cima e eu de bruços. Ele me perguntou como eu tava me sentindo, pra não ligar pro irmão dele, que embora parecesse um tarado, sempre foi assim, "cachorro que late não morde", ele disse. Se ele soubesse, coitadinho. Também disse que eu ia me acostumar com o jeito dele. A gente tava nessa quando estacionaram uns quadriciclos do nosso lado e um deles cumprimentou ele.
Quadriciclo: — E aí, Oscar, quer dar uma volta?
Oscar: — Não, valeu.
Quadriciclo: — E ela, não quer? Vamos pros médanos um pouco.
A gente se olhou. Nunca tinha andado de quadriciclo, ainda mais na praia, e então ele falou:
Oscar: — Quer ir, amor? Pode ir, sem problema. São amigos, vão cuidar bem de você.
Eu: — Nunca andei de quadriciclo, céu, mas fico com dó de te deixar aqui sozinho.
Oscar: — Vai, minha vida, vai. Se for, leva ela, mas cuida bem, hein? É minha mina e quero ela inteira quando voltar.
Levantei e o cara... Ele me fez subir na frente do quadriciclo.
"Quadri, vem sentar aqui e pega no guidão, vou te ensinar a andar."
Saímos andando bem devagar, eu sentia o corpo do cara colado no meu e em poucos metros já sentia a rola dura dele pressionada com força contra minha bunda. Isso me deixou com tesão e pensei: "se ele não se afastar um pouco, esse aqui vai me foder aqui mesmo." Em poucos minutos estávamos nas dunas, tinha pouca gente andando de quadriciclo, quase que só nós. Andamos dando voltas por um bom tempo e o cara começou a falar comigo.
"Quadri, então você é a namorada do Oscar? Primeira vez que vem aqui, né?"
"Sim, sim, faz um ano que a gente namora."
De repente, enquanto ele perguntava como a gente se dava, parou o quadriciclo e me disse:
"Quadri, vamos descansar um pouco, desce aí."
Quando desci e ele desceu também, pude ver a ereção que ele tinha. Na hora ele se aproximou e disse:
"Quadri, cê gosta muito do que vê, dá pra perceber."
"Não, não, não..."
Do outro quadriciclo desceram os outros dois. A verdade é que estávamos longe de todo mundo e eu já vi o que ia rolar.
"Não, por favor, não, o que eu vou falar pro meu namorado depois?"
Já tinha os três em cima de mim. O que me trouxe estava na minha frente com a rola pra fora da sunga, quase encostando em mim, e os outros dois, um atrás e outro do lado.
"Quadri, e por que ele vai ficar sabendo? Vai, gata, cê tá morrendo de vontade. Depois a gente te ensina a andar de quadriciclo quando quiser."
Não sei se foi por ter aquela rola encostada na minha bunda o caminho inteiro ou por não ter transado com meu namorado, que eu tava muito excitada. E apesar de falar que não, acabei pegando na rola dele e batendo uma punheta. O que estava atrás de mim já esfregava a rola na minha bunda e o do lado massageava meus peitos. Tudo parecia tão bom que eu esqueci do Oscar. O cara de trás me empurrou pra baixo e eu entendi o que ele queria. Na hora me ajoelhei e chupei a rola do que estava na minha frente. Esse foi o começo de uma grande foda. Me deixaram nua em um segundo e enquanto eu chupava a rola de um, outro me comia. Assim, eles se revezaram várias vezes e por todos os lados, finalmente eu podia gemer sem medo de ser ouvida, não sei quanto tempo passou até que taparam todos os meus buracos ao mesmo tempo, coisa que fizeram várias vezes até me deixar parecendo uma bonequinha, quando finalmente se cansaram, me deram a malha, subi de volta no quadriciclo e como prêmio me deixaram dirigir sozinha, dirigi bastante, tenho que admitir, e como já era tarde, voltamos, mas no caminho pedi pra eles me deixarem dar um mergulho, estava cheia de porra por todos os lados, me deixaram bem perto da barraca, claro que isso nunca tinha acontecido, estava exausta.
Oscar: E aí, como foi? Aprendeu a andar de quadriciclo?
Sim, love, obrigada, seus amigos cuidaram muito de mim e me ensinaram muito bem.
Oscar: Se quiser, a gente aluga um amanhã.
Adrian: Boa ideia, podemos ir de casal pelas dunas.
Não, love, ainda não sou boa nisso.
Oscar: Amanhã peço pra eles te levarem de novo e te ensinarem direito, pelo menos me obedeceram, te devolveram inteira.
Inteira o caralho, pensei, estava toda quebrada e não dava pra perceber por causa do mergulho.
Não, love, amanhã quero descansar, você não sabe como eu fiquei, minha vida.
Oscar: Então beleza, vamos pra casa, céu, meus pais já vão embora e o Adrian também.
Ah, céuzinho, vamos ficar mais um pouco e dar um passeio, eu não conheço nada daqui.
Oscar: Põe o casaco e dá uma volta, eu te espero em casa, estou muito queimado, você não sabe como minha espinha está ardendo.
Todos foram embora e eu fiquei sozinha na barraca, a verdade é que ainda estava com dificuldade pra andar, a praia tinha ficado quase deserta, eu já tinha saído da barraca e fui andando pra casa, claro que isso custou um pouco, os caras tinham abusado de mim e o corno do meu namorado a todo custo queria que eu voltasse com eles pras dunas, eu ia andando pensando nisso e um negro que vendia bijuterias me cumprimentou muito educadamente.
Negro: Oi, gostosa, como vai?
Só de me cumprimentar já me arrepiou toda, como a boa puta que sou, sempre sonhei em ser comida por um Negão, essa fantasia de que vocês têm um pau e não perdoam ninguém sempre esteve na minha cabeça. Na hora, respondi:
"Boa tarde, tô muito cansada. Uns caras me levaram pras dunas no quadriciclo deles."
Negão: "Vi sim, as dunas nessa época tão desertas."
"Verdade, cê já vai, parece."
Negão: "É, daqui a pouco escurece. Deixa eu apresentar o Joel e o Júnior, meus parceiros."
Era um sonho. Do meu lado não tinha um negão, mas três. Minha buceta encharcou na mesma hora, e pouco me importei de estar toda arrebentada.
"Eles também vendem com você?"
Negão: "Sim, madame. Cê vai pra onde?"
"Aqui pertinho, a um quarteirão reto. E vocês?"
Negão: "A umas duas quadras, mas pra lá."
Cada um carregava duas mochilas grandes, e o negão com quem eu falava levava três. Não resisti à vontade de ser arrombada por esses três negões.
"Quer que eu ajude com uma bolsa?"
Negão: "Muito obrigado, mas disse que tava cansada."
"Não, não, eu consigo."
Negão: "Então pega essa aqui, que é volumosa mas não pesa, desde que não incomode seu namorado."
Confirmei que eles tinham me encarado bem de perto, e isso me deixou ainda mais excitada.
"Não, por que ia incomodar?"
Fomos conversando cada vez mais à vontade até a casa dela. Quando chegamos, ele me ofereceu pra entrar e tomar uma cerveja preta. Nem pensei duas vezes, entrei com eles. Tudo aconteceu muito rápido. O negão me sentou no sofá depois de largar as mochilas no chão, tirou a que eu carregava do meu ombro e na hora me abraçou.
Negão: "Você é divina."
Terminou de falar isso e me beijou. Juro que minhas pernas amoleceram. Só pensava nas pirocas que ia mamar, então deixei ele brincar com a língua. Na hora senti um pauzão se esfregando em mim. O negão, sem dizer nada, baixou a bermuda. Eu simplesmente me ajoelhei diante daquela piroca preta como se fosse meu deus, abri a boca e beijei ela como se minha vida dependesse daquele beijo. Na mesma hora, apareceram mais dois paus que, pelo tamanho, sabia que iam me acabar. Então, enquanto chupava um pau como dava, punhetava os outros. Dois, o preto deu uma recuada e aí senti o Junior penetrar minha buceta, que prazer, por favorrrr foi sentir aquela pica enorme se abrindo caminho na minha buceta, cada metida me fazia ver estrelas.
Preto, que sorte que teu namorado tem de ter uma puta como você, garota.
Junior, você não sabe o apertado que é a buceta dessa puta.
Joel, e isso que ela vem de ser comida por três branquinhos.
Preto, me diz quem é superior?
Joel colocou o pau na minha boca, o preto foi pra trás de mim, aquele pau era incrível não pelo comprimento, mas pela grossura, ele era quem tava mais tarado porque em poucos minutos já tinha enchido minha boca de porra enquanto o Junior continuava me comendo até gozar dentro de mim, apesar de eu implorar pra ele não fazer. Me prometeram que iam fazer um bebê preto pra corno, e foi assim que os três passaram pela minha buceta, eu tinha a porra de todos eles dentro de mim, mas faltava o mais obsceno. Como eu disse antes, os pretos não perdoam nada, fazem o que querem com uma branquinha. Cada um literalmente arrombou meu cu, pra não ouvirem meus gritos de dor enfiaram a calcinha da minha sunga na minha boca, eu não parava de gozar e até me mijei toda. Quando terminaram, os três me cercaram enfiando as picas enormes na minha cara, começaram a se masturbar e encheram minha cara de porra. Me levantaram e me levaram até a porta, se despediram até amanhã me deixando pelada na calçada. Coloquei a sunga o mais rápido que pude e me cobri com o jaleco, por sorte já tava bem escuro e acho que ninguém viu o show. Agora sim tava com muita dificuldade pra andar, ainda tava com o cu bem aberto. Com o jaleco limpei minha entreperna e com os dedos fui engolindo a porra do meu rosto. Caminhei um tempão meio cambaleando até que finalmente cheguei em casa. Entrei e fui direto pro banheiro. Quando saí, falei pro Oscarcito que tava me mijando.
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No dia seguinte, tudo foi normal. Levantei junto com o Oscar e fomos tomar café da manhã. Não parava de pensar em como tinha encontrado meu namorado naquela madrugada. Isso me fez ver que a Lila não desgrudava dele. Pra mim tava claro que meu Oscarcito não era nenhum bobão, muito pelo contrário. Ele foi fazer compras com a Lila e o Adrian enquanto eu fiquei pra ajudar a Glória a lavar a louça da noite e arrumar a casa, sempre me cuidando pra não ficar sozinha com o Roberto. Quando eles voltaram, fomos pra praia. O Roberto alugou uma barraca pra não ter que levar guarda-sol, cadeiras e essas coisas. A gente se divertiu pra caramba, eu sempre grudada no Oscar. Voltamos pra casa já bem tarde, tomamos banho, jantamos e fomos dormir. Não sei por que, mas com o Oscar não rolou nada. No dia seguinte, a mesma coisa. Parecia que as coisas tinham se acalmado com o Andrés e o Roberto. Estando na barraca, falei pro Oscar de pegar um sol. Tava com muita vontade de me bronzear, e ele também, então saímos da barraca com umas toalhas e deitamos no sol. A gente tava bem longe da barraca, então começamos a conversar. Ele deitado de barriga pra cima e eu de bruços. Ele me perguntou como eu tava me sentindo, pra não ligar pro irmão dele, que embora parecesse um tarado, sempre foi assim, "cachorro que late não morde", ele disse. Se ele soubesse, coitadinho. Também disse que eu ia me acostumar com o jeito dele. A gente tava nessa quando estacionaram uns quadriciclos do nosso lado e um deles cumprimentou ele.
Quadriciclo: — E aí, Oscar, quer dar uma volta?
Oscar: — Não, valeu.
Quadriciclo: — E ela, não quer? Vamos pros médanos um pouco.
A gente se olhou. Nunca tinha andado de quadriciclo, ainda mais na praia, e então ele falou:
Oscar: — Quer ir, amor? Pode ir, sem problema. São amigos, vão cuidar bem de você.
Eu: — Nunca andei de quadriciclo, céu, mas fico com dó de te deixar aqui sozinho.
Oscar: — Vai, minha vida, vai. Se for, leva ela, mas cuida bem, hein? É minha mina e quero ela inteira quando voltar.
Levantei e o cara... Ele me fez subir na frente do quadriciclo.
"Quadri, vem sentar aqui e pega no guidão, vou te ensinar a andar."
Saímos andando bem devagar, eu sentia o corpo do cara colado no meu e em poucos metros já sentia a rola dura dele pressionada com força contra minha bunda. Isso me deixou com tesão e pensei: "se ele não se afastar um pouco, esse aqui vai me foder aqui mesmo." Em poucos minutos estávamos nas dunas, tinha pouca gente andando de quadriciclo, quase que só nós. Andamos dando voltas por um bom tempo e o cara começou a falar comigo.
"Quadri, então você é a namorada do Oscar? Primeira vez que vem aqui, né?"
"Sim, sim, faz um ano que a gente namora."
De repente, enquanto ele perguntava como a gente se dava, parou o quadriciclo e me disse:
"Quadri, vamos descansar um pouco, desce aí."
Quando desci e ele desceu também, pude ver a ereção que ele tinha. Na hora ele se aproximou e disse:
"Quadri, cê gosta muito do que vê, dá pra perceber."
"Não, não, não..."
Do outro quadriciclo desceram os outros dois. A verdade é que estávamos longe de todo mundo e eu já vi o que ia rolar.
"Não, por favor, não, o que eu vou falar pro meu namorado depois?"
Já tinha os três em cima de mim. O que me trouxe estava na minha frente com a rola pra fora da sunga, quase encostando em mim, e os outros dois, um atrás e outro do lado.
"Quadri, e por que ele vai ficar sabendo? Vai, gata, cê tá morrendo de vontade. Depois a gente te ensina a andar de quadriciclo quando quiser."
Não sei se foi por ter aquela rola encostada na minha bunda o caminho inteiro ou por não ter transado com meu namorado, que eu tava muito excitada. E apesar de falar que não, acabei pegando na rola dele e batendo uma punheta. O que estava atrás de mim já esfregava a rola na minha bunda e o do lado massageava meus peitos. Tudo parecia tão bom que eu esqueci do Oscar. O cara de trás me empurrou pra baixo e eu entendi o que ele queria. Na hora me ajoelhei e chupei a rola do que estava na minha frente. Esse foi o começo de uma grande foda. Me deixaram nua em um segundo e enquanto eu chupava a rola de um, outro me comia. Assim, eles se revezaram várias vezes e por todos os lados, finalmente eu podia gemer sem medo de ser ouvida, não sei quanto tempo passou até que taparam todos os meus buracos ao mesmo tempo, coisa que fizeram várias vezes até me deixar parecendo uma bonequinha, quando finalmente se cansaram, me deram a malha, subi de volta no quadriciclo e como prêmio me deixaram dirigir sozinha, dirigi bastante, tenho que admitir, e como já era tarde, voltamos, mas no caminho pedi pra eles me deixarem dar um mergulho, estava cheia de porra por todos os lados, me deixaram bem perto da barraca, claro que isso nunca tinha acontecido, estava exausta.
Oscar: E aí, como foi? Aprendeu a andar de quadriciclo?
Sim, love, obrigada, seus amigos cuidaram muito de mim e me ensinaram muito bem.
Oscar: Se quiser, a gente aluga um amanhã.
Adrian: Boa ideia, podemos ir de casal pelas dunas.
Não, love, ainda não sou boa nisso.
Oscar: Amanhã peço pra eles te levarem de novo e te ensinarem direito, pelo menos me obedeceram, te devolveram inteira.
Inteira o caralho, pensei, estava toda quebrada e não dava pra perceber por causa do mergulho.
Não, love, amanhã quero descansar, você não sabe como eu fiquei, minha vida.
Oscar: Então beleza, vamos pra casa, céu, meus pais já vão embora e o Adrian também.
Ah, céuzinho, vamos ficar mais um pouco e dar um passeio, eu não conheço nada daqui.
Oscar: Põe o casaco e dá uma volta, eu te espero em casa, estou muito queimado, você não sabe como minha espinha está ardendo.
Todos foram embora e eu fiquei sozinha na barraca, a verdade é que ainda estava com dificuldade pra andar, a praia tinha ficado quase deserta, eu já tinha saído da barraca e fui andando pra casa, claro que isso custou um pouco, os caras tinham abusado de mim e o corno do meu namorado a todo custo queria que eu voltasse com eles pras dunas, eu ia andando pensando nisso e um negro que vendia bijuterias me cumprimentou muito educadamente.
Negro: Oi, gostosa, como vai?
Só de me cumprimentar já me arrepiou toda, como a boa puta que sou, sempre sonhei em ser comida por um Negão, essa fantasia de que vocês têm um pau e não perdoam ninguém sempre esteve na minha cabeça. Na hora, respondi:
"Boa tarde, tô muito cansada. Uns caras me levaram pras dunas no quadriciclo deles."
Negão: "Vi sim, as dunas nessa época tão desertas."
"Verdade, cê já vai, parece."
Negão: "É, daqui a pouco escurece. Deixa eu apresentar o Joel e o Júnior, meus parceiros."
Era um sonho. Do meu lado não tinha um negão, mas três. Minha buceta encharcou na mesma hora, e pouco me importei de estar toda arrebentada.
"Eles também vendem com você?"
Negão: "Sim, madame. Cê vai pra onde?"
"Aqui pertinho, a um quarteirão reto. E vocês?"
Negão: "A umas duas quadras, mas pra lá."
Cada um carregava duas mochilas grandes, e o negão com quem eu falava levava três. Não resisti à vontade de ser arrombada por esses três negões.
"Quer que eu ajude com uma bolsa?"
Negão: "Muito obrigado, mas disse que tava cansada."
"Não, não, eu consigo."
Negão: "Então pega essa aqui, que é volumosa mas não pesa, desde que não incomode seu namorado."
Confirmei que eles tinham me encarado bem de perto, e isso me deixou ainda mais excitada.
"Não, por que ia incomodar?"
Fomos conversando cada vez mais à vontade até a casa dela. Quando chegamos, ele me ofereceu pra entrar e tomar uma cerveja preta. Nem pensei duas vezes, entrei com eles. Tudo aconteceu muito rápido. O negão me sentou no sofá depois de largar as mochilas no chão, tirou a que eu carregava do meu ombro e na hora me abraçou.
Negão: "Você é divina."
Terminou de falar isso e me beijou. Juro que minhas pernas amoleceram. Só pensava nas pirocas que ia mamar, então deixei ele brincar com a língua. Na hora senti um pauzão se esfregando em mim. O negão, sem dizer nada, baixou a bermuda. Eu simplesmente me ajoelhei diante daquela piroca preta como se fosse meu deus, abri a boca e beijei ela como se minha vida dependesse daquele beijo. Na mesma hora, apareceram mais dois paus que, pelo tamanho, sabia que iam me acabar. Então, enquanto chupava um pau como dava, punhetava os outros. Dois, o preto deu uma recuada e aí senti o Junior penetrar minha buceta, que prazer, por favorrrr foi sentir aquela pica enorme se abrindo caminho na minha buceta, cada metida me fazia ver estrelas.
Preto, que sorte que teu namorado tem de ter uma puta como você, garota.
Junior, você não sabe o apertado que é a buceta dessa puta.
Joel, e isso que ela vem de ser comida por três branquinhos.
Preto, me diz quem é superior?
Joel colocou o pau na minha boca, o preto foi pra trás de mim, aquele pau era incrível não pelo comprimento, mas pela grossura, ele era quem tava mais tarado porque em poucos minutos já tinha enchido minha boca de porra enquanto o Junior continuava me comendo até gozar dentro de mim, apesar de eu implorar pra ele não fazer. Me prometeram que iam fazer um bebê preto pra corno, e foi assim que os três passaram pela minha buceta, eu tinha a porra de todos eles dentro de mim, mas faltava o mais obsceno. Como eu disse antes, os pretos não perdoam nada, fazem o que querem com uma branquinha. Cada um literalmente arrombou meu cu, pra não ouvirem meus gritos de dor enfiaram a calcinha da minha sunga na minha boca, eu não parava de gozar e até me mijei toda. Quando terminaram, os três me cercaram enfiando as picas enormes na minha cara, começaram a se masturbar e encheram minha cara de porra. Me levantaram e me levaram até a porta, se despediram até amanhã me deixando pelada na calçada. Coloquei a sunga o mais rápido que pude e me cobri com o jaleco, por sorte já tava bem escuro e acho que ninguém viu o show. Agora sim tava com muita dificuldade pra andar, ainda tava com o cu bem aberto. Com o jaleco limpei minha entreperna e com os dedos fui engolindo a porra do meu rosto. Caminhei um tempão meio cambaleando até que finalmente cheguei em casa. Entrei e fui direto pro banheiro. Quando saí, falei pro Oscarcito que tava me mijando.
2 comentários - A história da minha gostosa nas férias 2
es adrian
abra sido la calentura al escribirlo mientras ella me contaba