Quando conheci a cele gostosa

Beleza, como é que cês tão? Depois de um tempo sem postar nada, vim contar outra história minha, dessa vez de quando conheci a Cele, filha de uma amiga da minha mãe. Isso foi uns anos atrás. A Cele é baixinha, tem uns reflexos claros no cabelo, peito pequeno e uma bunda bem gostosa. A mãe dela, a Celeste, vou chamar de Bety.

Num sábado, depois de jogar bola e perder com meu time, voltei pra casa umas 15h, morrendo de vontade de tomar um banho e ficar de boa um pouco antes de sair à noite pro sinuca que ficava perto de casa. Quando cheguei, tava minha mãe, minha irmã e uma amiga da minha mãe com a filha. Cumprimentei todo mundo e fui tomar banho. Depois de um banho relaxante, me troquei e fui sentar com a galera pra bater um papo. Minha mãe perguntou como foi o jogo, falei que a gente perdeu e tava a um ponto do líder. Aí a Bety me perguntou se eu jogava em um dos dois clubes grandes da cidade. Falei que não, que jogava no clube de sempre, onde me formei desde os 4 anos. Nisso, a Cele interrompeu, dizendo que não tinha clube melhor que o que ela torcia, e que tava vestindo a camisa dele naquele momento. Prestei atenção na jovem e vi umas pernas bonitas, bem torneadas e firmes, que terminavam numa bundinha bem empinada. O dia foi passando e a noite chegando. Meu pai chegou do trampo, me zoou porque a gente tinha perdido, e minha irmã já tinha feito uma amizade com a Cele.

Lá pras 19h ou 20h, avisei que ia sair. Minha irmã Júli me perguntou:
— Onde cê vai? Posso ir?
— Vou no sinuca. Se quiser, bora.
— Acho que a Cele vai ficar aqui hoje. Te aviso.
— De última, vem as duas.
— Vê como a gente tá de grana e te aviso.

Sempre fui parceiro da minha irmã, mesmo ela sendo mais nova. A gente sempre saía pra tomar alguma coisa ou jogar sinuca junto, ou juntava os grupos de amigos. Depois de um tempo, cumprimentei todo mundo e fui primeiro. Fiquei na praça com uns amigos, conversando e decidindo o que fazer. Vários foram pro centro dançar, outros foram com a namorada, e só sobramos eu e um amigo. o qual me avisou que tinha gente no bar pra ir tomar algo e fomos. estando no bar, que não fica a mais de 15 quadras da minha casa, chega uma mensagem da minha irmã J. "cadê você?" Y. "no bar com um amigo, e você?" J. "com a Cele, com vontade de ir mas não dá" Y. "vem, tá tranquilo hoje" J. "não dá, não temos muita grana" Y. "vem, eu pago a última" J. "beleza, já vamos" depois de um tempo, enquanto eu e meu amigo ouvíamos uns sons e zoávamos, chegam minha irmã e a Cele, que vinha com uma legging preta e uma jaquetinha jeans. entraram e a gente começou a beber e zoar até que lá pelas duas da madrugada meu amigo foi embora com a namorada e ficamos nós três. eu não conseguia parar de olhar pra ela, como ela se exibia se mexendo, até que algo me tirou da concentração C. "joga bem?" Y. "me viro, haha" C. "futebol, eu tava falando" Y. "não sei, nunca me vi jogar, mas acho que sim" C. "seu pai me contou que você joga bem, haha" Y. "você faz esporte?" C. "sim, fazia dança artística e agora academia e dança árabe" Y. "ah, saiu odalisca, haha" C. "sim, sim. e agora, o que vai fazer?" Y. "não sei, dormir ou ver o que mais rola. por quê?" C. "sua irmã já vai embora. se você for ficar aqui, eu fico, mas se tiver algo pra fazer, vou embora" Y. "fica, aqui mesmo, tipo umas 5 já fecha" C. "beleza, beleza" minha irmã foi embora e ficamos nós dois mais um tempo no bar até que começaram os problemas. comprei duas cervejas e chamei ela pra ir pro lado da minha casa. quando a gente tava atravessando a praça, paramos lá bebendo e vendo a bagunça e entre risadas começamos a nos beijar e passar a mão um no outro. eu passava a mão nos peitos dela e ela esfregava a pica na minha calça. ficamos um tempão assim e fomos pra minha casa. quando chegamos, a calentura tomou conta e entre beijos fomos pro meu quarto. ela perguntou se alguém ia entrar, eu falei que todo mundo tava dormindo e ela se acalmou. entre beijos fomos nos despindo e ela ficou deitada com as pernas abertas, o que foi um convite pra eu chupar a pussy dela. fiquei um tempão chupando aquela pussy enquanto ela, entre gemidos e suspiros, pedia pra eu meter. Eu continuei no meu trabalho com a boca. C. Mete em mim, não aguento mais de vontade. C. Quero sentir teu pau dentro, aah. Y. Vem aqui (com o pau na mão). C. Me dá, é meu. C. Que pau gostoso, o melhor que já vi e provei. Eu chupava com gosto, mas de vez em quando era meio atrapalhado, o que me fez perceber que ela não tinha muita experiência e que ia ter que ensinar umas coisas depois. Depois que ela me chupou um pouco, deitou de barriga pra cima e abriu as pernas, deixando toda a buceta dela pra mim. Eu penetrei, mas tava difícil de entrar, então com paciência e bastante cuspe foi entrando. C. Aaah, devagar que tá doendo, aaah. Y. Que apertadinha você é, adoro. C. A do meu namorado é bem menor. Y. Agora você vai provar uma coisa boa. C. Aah, devagar, me dá, vai me partir. Começamos devagar no papai-e-mamãe, onde ela cravava as unhas nas minhas costas e pedia pra eu continuar. Depois de uns cinco minutos: C. Você é incrível. Y. Por quê? C. Você dura pra caralho, adoro. Y. Fica de quatro. C. Assim? E arqueou as costas pra frente, deixando a bunda empinada. Y. Isso, assim. Chupei mais um pouco a buceta dela e aproveitei pra passar a língua no cuzinho, o que fez ela dar um pulo e falar que não. Comecei a comer ela de quatro com gosto, só se ouvia nossos corpos batendo, aquele típico tchau tchau. C. Aaah, sim, que gostoso, mais. Y. Você gosta, sua putinha? C. Sim, aaah, me come assim, aaah. Y. Hoje você não era toda metida, sua filha da puta? C. Sim, aaay, me castiga assim. Y. Que buceta apertada você tem (metia com força). C. Você é melhor que meu namorado, aaah (primeiro orgasmo dela). C. Goza logo, já terminei. Y. Aguenta um pouco, ainda não. C. Você vai me arrebentar, pussy, chega, aah. Enquanto eu tava com ela de quatro e ela pedia pra eu gozar, eu molhei bem meu dedo com cuspe e apoiei no cuzinho virgem dela, empurrando devagar, o que ela gostou. Depois de mais uns minutos: Y. Vem cá. C. Sim, me dá o leite. Y. Abre a boca e põe a língua pra fora. C. Na boca não, goza nos peitos. Y. Tá bom, mas põe a língua pra fora, me excita. C. Sim, me dá o leite aqui, quero tudo, lindo. C. Você gosta que eu te masturbe pra você gozar? Y. Assim mesmo. dale vadia
C. Muito vadia
Ela ajoelhada com a língua pra fora, eu gozei e o primeiro jato acertou a língua dela, o resto foi nos peitos dela. Ela fez cara de nojo e engoliu enquanto, com meu pau na mão, espalhava a porra que tinha em cima dos peitos. Depois disso, ficamos deitados um tempinho enquanto eu apoiava toda a bunda nela, e ela pediu pra repetir no próximo fim de semana. Eu falei que a gente combinava, e ela foi pro quarto da minha irmã dormir. No outro dia, tudo normal: elas acordaram, ela e minha irmã, umas 12h pra tomar café. A gente se cumprimentou normal, ela pediu pra tomar banho e, do banheiro, me mandou uma foto que eu tenho que recuperar. Continuou vindo alguns fins de semana até que acabou, mas isso é história pra outro relato. Desculpa contar assim, mas foi do jeito que saiu. Se gostaram, me avisem, e em breve trago a parte dois com ela. Desde já, obrigado e boa semana pra todos.

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