Meu nome é Sabrina, não vou explicar como tudo começou, porque começou no dia em que nasci, há 22 anos. Meus pais ouviram que eu era um menino, na aparência, mas não — eu era menina e sempre me senti assim. Desde bem pequena, minha parada era brincar de boneca, brincava de ser cabeleireira, adorava me fantasiar de princesa, coisa que fazia na casa de uma vizinha cuja filha, Patrícia, estudava comigo. Eu curtia calçar os sapatos da minha mãe, que ficavam enormes em mim. A partir dos 6 anos, meus pais começaram a buscar mais informações, e aos 7 minha mãe começou a comprar roupas de menina para mim, que eu só vestia no começo em casa, e começaram a me chamar de Sabrina, nome que escolhi por causa de um desenho que eu via. Me deixaram crescer o cabelo. No terceiro ano do fundamental foi meu primeiro ano como Sabrina na escola. Na escola nunca tive problemas, minhas amigas sempre me consideraram uma delas, e os meninos eram um pouco mais resistentes, mas me aceitavam. Aos 10 anos, comecei um tratamento leve sob supervisão rigorosa do endocrinologista. Quando comecei o ensino médio, aos 13, já tinha uns peitinhos pequenos. Aí sim tive alguns probleminhas com alguns colegas, mas eu era uma menina de personalidade forte e sempre soube lidar com esses babacas. Fui crescendo e, com isso, meus atributos femininos cresceram também. Já chamava atenção dos caras, principalmente os que não sabiam que eu era trans ou algum garoto gay. Minhas primeiras relações — bom, praticamente todas foram com caras gays, embora aos 18, saindo pra balada, já tivesse ficado com algum hétero, pra quem eu acabava chupando o pau. Eu dava a desculpa de que estava menstruada e não transava naqueles dias, mas não vou contar nem minha primeira vez nem as seguintes. Sou uma garota magra, 1,65m, cabelo castanho comprido até a metade das costas, uso um 90 de peito, tenho uma bunda empinada e acho que é isso. Aos 18, fiz uma tireoplastia, tirei o pomo de adão, até agora a única cirurgia que fiz. Agora, aos 21, já estou decidida. Vou pra segunda, a vaginoplastia, total que meu pau não serve mais pra nada além de mijar, tô contando isso mas não vem ao caso. Vamo continuar comigo, agora sou cabeleireira, tenho mechas californianas com as pontas em azul e violeta, vários piercings, língua, nariz, umbigo, as unhas sempre compridas, minha música é o heavy e meu jeito de vestir também, embora gótica, geralmente visto tudo preto e bem provocante, vestidos curtos sempre, justos e soltos, calças justas, corsets, minha maquiagem sempre em tons escuros, agora já dá pra ter uma ideia. Com meu grupo de amigos frequento vários bares heavys, mas tem um em especial que a gente vai muito, fazem shows direto de bandas locais, tributos etc. Naquele sábado à noite tinha show, já fui sozinha algumas vezes e aquela noite era uma delas, mas sabia que ia encontrar gente por lá. Naquele dia coloquei um vestido de couro bem justo e curto, só cobre a bunda, meia de rede larga, bota até o joelho com várias fivelas e de plataforma. Cheguei cedo e ainda faltava um tempo pra começar, conversei com uns conhecidos, mas do meu círculo mais próximo não tinha ninguém. Enquanto tomava uma breja, o sueco chegou perto de mim, chamam ele assim porque é loiro, olhos azuis, cabelo comprido, embora não vou negar que é bonito, eu não gosto dele, mas também é aquele tipo de cara que a gente às vezes gosta porque é malvado, sexy, além de meio brigão, já tinha visto ele por lá com várias minas. - Oi Sabri. - Oi sueco. - Tá sozinha hoje? - Tô. - Quer companhia? - Não, então já vai vazando. - Porra, hein mina, que grossa que você é. - Pois é, sou grossa, tem algum problema com isso? - Não, não, já tô indo. - Já tá demorando. Ele chegou perto do meu ouvido antes de ir. - Tenho certeza que por baixo dessa máscara de mina durona, tem uma garota dócil e submissa escondida. - Você é idiota ou o quê? Vai, vaza. Aquele cara já tinha me deixado de mau humor, então saí pra fora fumar um baseado de maconha, e depois fui pegar uma segunda cerveja, o show começou e eu já tava na terceira, eu continuava sozinha, o sueco ficou atrás de mim, e entre pulos e umas guitarradas ele esbarrou em mim várias vezes, mandei ele tomar no cu várias vezes e até empurrei, acabou o primeiro grupo que tocou umas versões de bandas heavys e depois vinha um tributo ao AC/DC e por último um do Judas, aproveitei o intervalo pra ir no banheiro e pedir outra cerveja, já tava com um bom pileque, não sei por que mas voltei pro mesmo lugar e me coloquei de novo na frente do sueco, o bar cada vez mais lotado, quando começou o segundo quase não dava pra se mexer, entre um pulo e outro senti as mãos e o corpo do sueco tocarem minha bunda e esbarrarem em mim. —cara, quer parar? —Sabri, desculpa, foi sem querer, a gente tá muito apertado aqui. —então tenta não me tocar. Mas não foi assim e ele continuou na mesma, então decidi ignorar, não queria confusão, tava curtindo o show, os esbarrões e toques continuaram e aos poucos fui ficando com tesão, o filho da puta tava me deixando com vontade, e no final era eu que buscava o contato com ele e quando sentia a mão dele eu encostava minha bunda nele, ele percebeu e buscou mais contato, quando acabou esse show. —Sabri, quer um baseado? —bora. —vamos lá, tá no meu carro. O carro tava num beco escuro e estreito bem atrás do local, entramos no carro, tentei cruzar as pernas mas entre o banco apertado e as botas tava desconfortável, e com o vestido curto e o banco meio inclinado pra cima deixava tudo à mostra, eu via ele enquanto bolava o baseado me olhando disfarçadamente as pernas, quando terminou apagou a luz interna do carro, deu umas tragadas e me passou e abriu a porta do carro. —vou mijar. Uns minutos depois a porta do meu lado abriu. —me passa. Quando passei, vi de relance ele com o pau pra fora e totalmente duro, fiquei olhando como se tivesse hipnotizada, o cara Bem servido, um pauzão de uns 20 cm bem bons, ele se aproximou mais. —Chupa. Mandou na lata, não sei por quê, mas peguei com uma mão e comecei a masturbar ele, e como hipnotizada por aquela rola, acabei aproximando minha boca e engolindo inteira. —Isso sim é prazer, fumando um baseado enquanto uma putinha gostosa te chupa o rabo. Embora já tivesse ficado com alguns caras, era a primeira vez que me chamavam de puta, o que me deixou ainda mais excitada. Fui masturbando ele com uma mão enquanto chupava, e ele acompanhava meus movimentos com uma mão na minha cabeça, acariciando devagar. —Se prepara, puta, que vou gozar na sua boca. —Mmmmm. Agora ele forçava minha cabeça, mas isso pra mim é claro: quando vou chupar um pau, chupo até o fim. Adoro sentir o leitinho quente na boca e descendo pela garganta, esse é meu prêmio. Continuei chupando até ele ficar mole e tirei da boca. —Quem mandou parar? Continua chupando até eu mandar parar. Fiquei olhando pra cara dele. —Vamos, o que tá esperando, puta? Não sei por quê, mas obedecer àquele cara me dava tesão, e voltei a colocar na boca. Não demorou muito pra ele ficar duro de novo. —Para. Toma, coloca com a boca. Me deu uma camisinha. Porra, vou colocar com a boca? Nunca tinha feito isso, não soube e acabei colocando com a mão. —Você tem muito que aprender, e eu vou te ensinar. Levanta e tira a calcinha. As palavras dele eram ordens pra mim, e como hipnotizada, levantei o vestido e abaixei a calcinha junto com a meia um pouco. —Até o tornozelo. Fiz isso. Ele me tirou do carro e fechou a porta. —Encosta na janela. Me apoiei, com a cabeça pra dentro e a bunda totalmente exposta pra ele. Começou a passar a mão na minha bunda, deu umas palmadas. —Espera um momento, sueco. —Esperar o quê? —Só um momento, por favor. Enquanto falava isso, peguei o lubrificante que sempre carrego na bolsa — tem que estar sempre preparada, nunca se sabe — e me preparei. A mão um pouco. — Olha só que puta, você tá morrendo de vontade de eu te foder. — Sim. Senti a ponta e como entrou fácil, mas não sem sentir uma dorzinha, sempre dói no começo, mas em poucas estocadas já tô gemendo que nem uma louca. Sentia ela entrando e saindo, de vez em quando pela outra janela via gente passando na escuridão e ouvia algum comentário ou outro, nunca tinha sentido tanto tesão enquanto me fodiam. Uns minutos depois ele gozou e tirou, eu continuei apoiada na janela, as pernas tremendo. — Agacha e deixa bem limpinha com essa boquinha linda. Tava com ele na boca de novo, mole, passei a língua por inteiro de novo, deixando bem limpinho. — Já chega, levanta. Quando me levantei, fui puxar a calcinha. — Quieta, gostosa, a calcinha fica aí embaixo, levanta. Me levantei, me virei e ele passou a mão na minha bunda de novo, enquanto falava no meu ouvido. — Sabe, você tem uma bunda bem gostosa, tenho certeza que você se divertiu pra caralho. — Sim. — Jejeje, sabia que você era bem puta, demorei pra te conquistar e agora você é minha, o que me diz? — Nada, o que você quer que eu diga? — Só que você é minha puta, vamos, espera o quê? Fala. — Se isso te faz feliz, tá bom, sou sua puta. — Pois isso vem com obrigações, você tem que estar disponível quando eu quiser, e vai fazer tudo que eu pedir. — Sim. — Sabia que por baixo dessa pele de loba, se escondia uma menina dócil e submissa. E me deu uma lambida na cara de baixo pra cima. — Agora já pode subir a calcinha. Depois de arrumar minha roupa, voltamos pro bar, ele me levou com a mão na bunda e foi falando um monte. — Vou ser direto, no dia que eu cansar de te foder, vou te largar e você vai virar mais uma puta da minha coleção. Não lembro o que mais ele falou, qualquer outro eu já tinha mandado tomar no cu, mas não sei que porra tava rolando, eu gostava de ser tratada assim, me sentia dominada e queria ser. Já estávamos lá dentro e o último grupo já devia estar tocando há um tempão, nos enfiamos onde deu, não cabia mais ninguém. — Que Tá um calorão aqui, quero que me pague uma breja, vai lá buscar pra mim, mas só uma, pra mim. Tu não bebe."
— Eu também quero uma.
— Não, pra tu não tem breja, aposto que ainda tem o gosto do meu pau na boca e quero que ele dure.
Fiz o que ele pediu, fui buscar a cerveja e ainda paguei por ela. Ele foi tomando enquanto continuava me provocando.
— Como essa tá fresquinha e boa.
Enquanto me segurava por trás, ficava passando a mão na minha bunda sem parar, e foi assim até o fim da noite. Eram 3 da manhã quando saímos de lá. Ele me deixou em casa de carro, me deu um beijo na boca pra se despedir.
— Espero te ver amanhã, putinha.
— Acho que não vou sair.
— E vai sim, então até daqui a pouco.
— Tchau.
Caí dura na cama. Quando acordei, fiquei remoendo na cabeça: que piranha eu fui me envolver com ele, se nem gostava do cara? Mas, por outro lado, tinha gostado. Só que pensei que o melhor era deixar pra lá e ignorar ele. Tudo isso na cama, e acabei dormindo de novo. Umas duas horas depois, acordei com um WhatsApp.
"Bom dia, como amanheceu minha putinha?"
Li e não respondi, não ia dar trela. Aí veio outro.
"Vai me ignorar? Ou será que não gostou da noite passada? Acho que sim, porque você gozou feito uma cadela no cio. Tenho certeza que ainda tá sentindo o gosto do meu pau na boca, cê tava tão submissa e obediente. Aposto que tá doida pra repetir."
Li e fiquei na dúvida se respondia.
"Lembra que disse que era minha putinha? Pra tu ver que não sou tão ruim, se vier na minha casa, te convido pra almoçar."
Eu lembrava de tudo da noite enquanto lia, e comecei a ficar excitada.
"Bom dia, sueco, acabei de acordar."
"Parece que a menina se dignou a responder. Te quero aqui agora."
"Tô com preguiça de sair agora."
"Se não vier logo, a preguiça vou dar eu mesmo."
"Deixa eu tomar um banho e vou."
"Assim que eu gosto, obediente."
Recebi a localização dele. Morava no outro lado da cidade. Eu só sabia que ele vivia sozinho num apartamento ocupado. Duchinha, e depois calcinha preta fio dental, meia arrastão preta até a coxa, minissaia preta com correntes e um zíper na frente de cima a baixo, camiseta do Metallica, sapato preto plataforma e jaqueta cruzada, pronta pra sair. Uma hora depois, tava na porta da casa dele. — Oi, slut. — Oi, sueco. Assim que me fez entrar e fechou a porta, me agarrou por trás, as mãos dele foram direto pra bunda e pros peitos, me beijando o pescoço até chegar na boca. Já tava na mão dele. Assim ele me levou até o que parecia ser a sala principal, tirou minha jaqueta, abaixou o zíper da saia e deixou cair no chão, e por último a camiseta, me deixando de lingerie. — Minha slut vai vir com fome, se serve. Ele empurrou minha cabeça pra baixo, me fazendo ficar de joelhos. — Vai, acorda, já sabe o que tem que fazer, só precisa esquentar ela com essa boquinha gostosa que você tem. Passei a mão no volume dele por cima da calça, ele tirou a camiseta, desabotoei devagar os botões da calça e abaixei junto com a cueca, e ali apareceu a pica na frente da minha cara, ainda meio mole. Peguei com as duas mãos e levei à boca, primeiro um chupão suave, ainda mole engoli inteira e rapidamente cresceu dentro. Brinquei com a língua nela, percorri ela toda por fora até chegar nas bolas, que chupei e coloquei na boca. Enfiei ela inteira de novo, procurava o olhar dele com o meu, queria ver como ele tava curtindo. Ele acariciava meu cabelo, me forçava pra dentro, me xingava, me humilhava, e quanto mais ele fazia isso, mais eu gostava e mais slut eu me sentia. Pelos gemidos dele, sabia que ele tava adorando. Do nada, ele empurrou minha cabeça pra trás, tirando ela da boca. Me segurando pelo cabelo, me forçou a olhar pra cima. Agora ele se masturbava. — Abre essa boquinha, slut. Sabia o que ele queria. Abri a boca e coloquei a língua pra fora, esperando a descarga de porra na boca. As primeiras gotas caíram no meu rosto todo, e o que sobrou foi caindo na minha boca. Ele enfiou de novo, e assim... Acabei de espremer ela bem. Quando achou que era hora, tirou de novo e foi colocando com um dedo o que tinha espalhado no meu rosto na minha boca — dedo que eu chupava cada vez que ele enfiava com força. Depois, colou meu rosto na pica. — Sabe, tava com muita curiosidade de ficar com uma transexual, e fazia tempo que tava atrás de você. Tinha ouvido falar que você era bem puta, e é verdade mesmo — poucas das minas que eu já comi te superam. E depois de todo esse desprezo que você me tratou antes, você foi uma das tias que menos me deu trabalho pra foder. Mas isso vou fazer você pagar, porque agora você tá morrendo de vontade de dar pra mim, né? — Sim. — Então isso vai ter que esperar. Agora tô com fome e você vai fazer a comida. Na cozinha tem tudo que precisa pra fazer um spaghetti pra nós dois, porque você sabe cozinhar, né? — Sim. — Então vai, se vira. Eu ia vestir a camiseta e a mini-saia. — Não, não. Vai fazer comida assim mesmo, quero admirar essa bunda linda que você tem. Fui fazer comida de fio dental, sutiã, meia-calça e os sapatos. Coloquei a água pra ferver enquanto preparava o resto. Ele sentado num banquinho ficava me olhando, de vez em quando esticava a mão e me tocava a bunda ou dava um tapa. Logo depois de comer, ele bolou um baseado já sentados no sofá, acendeu, dava uns tragos e colocava na minha boca pra eu tragar também. — Faz uma punheta pra mim. Ele só tava de cueca boxer. Peguei a pica dele e comecei a bater uma. — Devagar, gata, não quero gozar. Fiquei assim até acabar o baseado. Ele levantou do sofá e me levou pro quarto dele. Me colocou de quatro, afastou o fio dental um pouco e meteu a pica quase de uma vez, o que doeu, mas rapidinho virou prazer. Que gostoso sentir as estocadas dele cada vez mais rápidas na posição de puta. Me fazia gemer, gritar — que jeito de me foder. Não é à toa que fazia tanto sucesso com as minas. Não só tinha uma pica boa, como sabia usar. Me virou, tirou meu fio dental, me colocou de Na beira da cama, ele abriu minhas pernas e meteu de novo, apoiou as mãos nos meus peitos, esmagando eles por completo cada vez que enfiava até o fundo. Vi ele olhando pro meu pauzinho enquanto me comia. — Que sensação mais estranha, foder uma mina com cock. Bate uma enquanto eu te como. É uma coisa que nunca faço, não curto, e ainda por cima não fica duro. Comecei a tocar, mas é totalmente inerte e, como já falei, espero que desapareça logo. — Se prepara que vou encher teu cu de porra. É uma coisa que não costumo deixar fazerem, embora já tenha experimentado uma vez ou outra, mas não soube dizer não, e acho que ele também não ia me ouvir. Acelerou os movimentos e logo percebi que tinha inundado meu cu de sêmen, mesmo não sentindo o leite dentro de mim, depois sinto uma sensação estranha quando expulso. Ele tirou de dentro e fiquei lá deitada, extasiada de prazer. Naquele momento, soube que seria dele, mesmo não gostando dele. O que eu gostava era de ser manipulada e dominada por aquele cara mauzão, e aquele cock ia me chupar e me montar enquanto ele quisesse. Ia ser a boneca dele, e ele ia me controlar do jeito que bem entendesse. E foi assim que me tornei a putinha submissa e obediente dele. O tempo foi passando, e ele organizava minha vida, mandava e eu obedecia. Aos sábados, saía do salão e ia pra casa dele até domingo à noite, e depois, como eu folgava às segundas, ele estendeu até segunda. Tinha que cozinhar pra ele, lavar a roupa, me usava como empregada e escrava sexual. Decidia a roupa que eu devia usar: minissaia, calça, shorts, leggings, mais compridas, mais curtas. A única coisa que não mudava era a cor — só tenho roupa escura.
— Eu também quero uma.
— Não, pra tu não tem breja, aposto que ainda tem o gosto do meu pau na boca e quero que ele dure.
Fiz o que ele pediu, fui buscar a cerveja e ainda paguei por ela. Ele foi tomando enquanto continuava me provocando.
— Como essa tá fresquinha e boa.
Enquanto me segurava por trás, ficava passando a mão na minha bunda sem parar, e foi assim até o fim da noite. Eram 3 da manhã quando saímos de lá. Ele me deixou em casa de carro, me deu um beijo na boca pra se despedir.
— Espero te ver amanhã, putinha.
— Acho que não vou sair.
— E vai sim, então até daqui a pouco.
— Tchau.
Caí dura na cama. Quando acordei, fiquei remoendo na cabeça: que piranha eu fui me envolver com ele, se nem gostava do cara? Mas, por outro lado, tinha gostado. Só que pensei que o melhor era deixar pra lá e ignorar ele. Tudo isso na cama, e acabei dormindo de novo. Umas duas horas depois, acordei com um WhatsApp.
"Bom dia, como amanheceu minha putinha?"
Li e não respondi, não ia dar trela. Aí veio outro.
"Vai me ignorar? Ou será que não gostou da noite passada? Acho que sim, porque você gozou feito uma cadela no cio. Tenho certeza que ainda tá sentindo o gosto do meu pau na boca, cê tava tão submissa e obediente. Aposto que tá doida pra repetir."
Li e fiquei na dúvida se respondia.
"Lembra que disse que era minha putinha? Pra tu ver que não sou tão ruim, se vier na minha casa, te convido pra almoçar."
Eu lembrava de tudo da noite enquanto lia, e comecei a ficar excitada.
"Bom dia, sueco, acabei de acordar."
"Parece que a menina se dignou a responder. Te quero aqui agora."
"Tô com preguiça de sair agora."
"Se não vier logo, a preguiça vou dar eu mesmo."
"Deixa eu tomar um banho e vou."
"Assim que eu gosto, obediente."
Recebi a localização dele. Morava no outro lado da cidade. Eu só sabia que ele vivia sozinho num apartamento ocupado. Duchinha, e depois calcinha preta fio dental, meia arrastão preta até a coxa, minissaia preta com correntes e um zíper na frente de cima a baixo, camiseta do Metallica, sapato preto plataforma e jaqueta cruzada, pronta pra sair. Uma hora depois, tava na porta da casa dele. — Oi, slut. — Oi, sueco. Assim que me fez entrar e fechou a porta, me agarrou por trás, as mãos dele foram direto pra bunda e pros peitos, me beijando o pescoço até chegar na boca. Já tava na mão dele. Assim ele me levou até o que parecia ser a sala principal, tirou minha jaqueta, abaixou o zíper da saia e deixou cair no chão, e por último a camiseta, me deixando de lingerie. — Minha slut vai vir com fome, se serve. Ele empurrou minha cabeça pra baixo, me fazendo ficar de joelhos. — Vai, acorda, já sabe o que tem que fazer, só precisa esquentar ela com essa boquinha gostosa que você tem. Passei a mão no volume dele por cima da calça, ele tirou a camiseta, desabotoei devagar os botões da calça e abaixei junto com a cueca, e ali apareceu a pica na frente da minha cara, ainda meio mole. Peguei com as duas mãos e levei à boca, primeiro um chupão suave, ainda mole engoli inteira e rapidamente cresceu dentro. Brinquei com a língua nela, percorri ela toda por fora até chegar nas bolas, que chupei e coloquei na boca. Enfiei ela inteira de novo, procurava o olhar dele com o meu, queria ver como ele tava curtindo. Ele acariciava meu cabelo, me forçava pra dentro, me xingava, me humilhava, e quanto mais ele fazia isso, mais eu gostava e mais slut eu me sentia. Pelos gemidos dele, sabia que ele tava adorando. Do nada, ele empurrou minha cabeça pra trás, tirando ela da boca. Me segurando pelo cabelo, me forçou a olhar pra cima. Agora ele se masturbava. — Abre essa boquinha, slut. Sabia o que ele queria. Abri a boca e coloquei a língua pra fora, esperando a descarga de porra na boca. As primeiras gotas caíram no meu rosto todo, e o que sobrou foi caindo na minha boca. Ele enfiou de novo, e assim... Acabei de espremer ela bem. Quando achou que era hora, tirou de novo e foi colocando com um dedo o que tinha espalhado no meu rosto na minha boca — dedo que eu chupava cada vez que ele enfiava com força. Depois, colou meu rosto na pica. — Sabe, tava com muita curiosidade de ficar com uma transexual, e fazia tempo que tava atrás de você. Tinha ouvido falar que você era bem puta, e é verdade mesmo — poucas das minas que eu já comi te superam. E depois de todo esse desprezo que você me tratou antes, você foi uma das tias que menos me deu trabalho pra foder. Mas isso vou fazer você pagar, porque agora você tá morrendo de vontade de dar pra mim, né? — Sim. — Então isso vai ter que esperar. Agora tô com fome e você vai fazer a comida. Na cozinha tem tudo que precisa pra fazer um spaghetti pra nós dois, porque você sabe cozinhar, né? — Sim. — Então vai, se vira. Eu ia vestir a camiseta e a mini-saia. — Não, não. Vai fazer comida assim mesmo, quero admirar essa bunda linda que você tem. Fui fazer comida de fio dental, sutiã, meia-calça e os sapatos. Coloquei a água pra ferver enquanto preparava o resto. Ele sentado num banquinho ficava me olhando, de vez em quando esticava a mão e me tocava a bunda ou dava um tapa. Logo depois de comer, ele bolou um baseado já sentados no sofá, acendeu, dava uns tragos e colocava na minha boca pra eu tragar também. — Faz uma punheta pra mim. Ele só tava de cueca boxer. Peguei a pica dele e comecei a bater uma. — Devagar, gata, não quero gozar. Fiquei assim até acabar o baseado. Ele levantou do sofá e me levou pro quarto dele. Me colocou de quatro, afastou o fio dental um pouco e meteu a pica quase de uma vez, o que doeu, mas rapidinho virou prazer. Que gostoso sentir as estocadas dele cada vez mais rápidas na posição de puta. Me fazia gemer, gritar — que jeito de me foder. Não é à toa que fazia tanto sucesso com as minas. Não só tinha uma pica boa, como sabia usar. Me virou, tirou meu fio dental, me colocou de Na beira da cama, ele abriu minhas pernas e meteu de novo, apoiou as mãos nos meus peitos, esmagando eles por completo cada vez que enfiava até o fundo. Vi ele olhando pro meu pauzinho enquanto me comia. — Que sensação mais estranha, foder uma mina com cock. Bate uma enquanto eu te como. É uma coisa que nunca faço, não curto, e ainda por cima não fica duro. Comecei a tocar, mas é totalmente inerte e, como já falei, espero que desapareça logo. — Se prepara que vou encher teu cu de porra. É uma coisa que não costumo deixar fazerem, embora já tenha experimentado uma vez ou outra, mas não soube dizer não, e acho que ele também não ia me ouvir. Acelerou os movimentos e logo percebi que tinha inundado meu cu de sêmen, mesmo não sentindo o leite dentro de mim, depois sinto uma sensação estranha quando expulso. Ele tirou de dentro e fiquei lá deitada, extasiada de prazer. Naquele momento, soube que seria dele, mesmo não gostando dele. O que eu gostava era de ser manipulada e dominada por aquele cara mauzão, e aquele cock ia me chupar e me montar enquanto ele quisesse. Ia ser a boneca dele, e ele ia me controlar do jeito que bem entendesse. E foi assim que me tornei a putinha submissa e obediente dele. O tempo foi passando, e ele organizava minha vida, mandava e eu obedecia. Aos sábados, saía do salão e ia pra casa dele até domingo à noite, e depois, como eu folgava às segundas, ele estendeu até segunda. Tinha que cozinhar pra ele, lavar a roupa, me usava como empregada e escrava sexual. Decidia a roupa que eu devia usar: minissaia, calça, shorts, leggings, mais compridas, mais curtas. A única coisa que não mudava era a cor — só tenho roupa escura.
0 comentários - Sabrina, uma gostosa pesada