Olá amigos e amigas do poringa.net.Como sempre, agradeço a todos pela boa energia e por lerem minhas histórias.
Adoro ler os comentários de vocês e saber o que estão pensando.
Para quem gosta de mandar mensagens, respondo com prazer quando posso.
Como sempre digo...
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V
Essa história começou anos atrás. Meu tio Jorge me convidou para a fazenda dele.
Fazia muito tempo que a gente não se via.
Aceitei com gosto,
uma miniférias não me cairia nada mal.
A propriedade dos meus tios era uma enorme extensão de campo, com muitas árvores e uma granja com animais.
Mas o melhor era que tinha uma linda lagoa natural.
Peguei minha caminhonete e fui curtir umas pequenas férias.
Meu tio e a esposa dele ficaram felizes em me ver chegar.
Assim como meu grande amigo Fortunato, o velho capataz da fazenda, que me conhece desde moleque.
Foi ele quem me ensinou a andar a cavalo e a gente viveu mil histórias.
No primeiro dia me acomodei no quarto de hóspedes
e aproveitei um lindo dia em família,
curtindo as paisagens e a vida tranquila do campo.
Dentro daquela paisagem linda, uma garota que andava de um lado para o outro chamou minha atenção.
O segundo dia foi mais livre, e depois de almoçar, quando meus tios foram dormir a sesta, fui dar uma caminhada.
Para minha surpresa, encontrei a jovem entrando no bosque.
Parei minha caminhada e entrei também, alguns metros antes de onde ela tinha entrado,
para ver o que ela estava fazendo ali, longe da casa e sozinha.
Como se estivesse brincando de esconde-esconde, para não assustar a garota, andei sem ser visto.
Depois de caminhar um pouco, encontro a menina perto de duas ovelhas jovens que pastavam.
Estávamos a vários metros de distância. Fiquei olhando o que ela fazia.
Ela olhou para todos os lados, como se estivesse procurando algo.
Mas pela minha posição, ela não podia me ver, enquanto eu podia vê-la.
Continuei andando sem fazer barulho, pensei que ela estivesse esperando alguém.
Mas logo em seguida, ela sentou em uma árvore caída e olhou para todos os lados novamente.
Ela começou a se acariciar sozinha. Enquanto isso, eu fiquei assistindo surpreso, escondido por uns arbustos.
Sem notar minha presença, ela tocava seus peitinhos por cima do vestido.
Dava para ver que ela estava bem excitada, curtindo as próprias carícias.
Esfregava as pernas e levava as mãos por baixo do vestido.
Eu não... ela estava bem longe e eu conseguia ver perfeitamente aquele espetáculo lindo.
ouvir os gemidinhos dela enquanto se acariciava.
levantou o vestido e começou a acariciar a bucetinha por cima da calcinha ainda vestida.
meus olhos não perdiam um detalhe daquela garota se dando prazer em cima da árvore caída.
aquela linda jovem estava se masturbando quase na minha frente.
a apenas alguns metros de distância.
meu pau ficou duríssimo ao ver como ela se dava prazer.
não pude evitar tirar ele pra fora e me tocar também.
ela não fazia ideia que a poucos metros dela, eu estava olhando, curtindo os gemidos e aquele corpo gostoso, com meu pau todo duro querendo meter nela.
enquanto eu me masturbava, estimulado por ela.a garotinha puxou sua calcinha e começou a enfiar os dedos.
gemendo como uma louca enquanto se fodia sozinha.
ela ficou toda corada e, gozando com seus dedinhos finos, teve um orgasmo bem barulhento que eu ouvi como se estivesse em cima de mim.
excitado e com um estímulo daqueles, eu gozei pra caralho.
enchendo de porra os arbustos que me escondiam.
ela ajeitou a roupa e, sem perceber minha presença, amarrou as ovelhas e saiu do bosque.
eu fiquei mais um tempo ainda com a imagem daquela garotinha desconhecida nos meus olhos.
quando ela já estava chegando ao curral, eu também saí do bosque e continuei caminhando.
no fim da tarde eu a vi de novo.
cruzando a estância e perguntei à minha tia quem era aquela menina.
minha tia me contou que era a neta do Fortunato. que há 7 anos mora com eles.
junto com os avós, cuidam dos animais e dos trabalhos no campo. o nome dela era Angi.
e que era uma menina muito boa.
aquela pequena e seu corpinho delicado enchiam minha mente.
não conseguia pensar em nada além dela.
no dia seguinte, durante a sesta, saí para ver se encontrava aquela menina.
selhei o cavalo e fui margeando o arvoredo.
ao me afastar da estância, encontro a pequena caminhando pela trilha.
a menina, muito atenta, me cumprimenta com um sorriso nos lábios.
Angi: oi, senhor, boa tarde..
como está?
Eu: oi, menina, muito bem, e você, como está?
você deve ser a neta do Fortunato.
Angi: muito bem, senhor, por sorte.
o senhor é o sobrinho do patrão, né?
Eu: sim, é isso... e o que faz por aqui tão sozinha, menina.
Angi: nada, estava entediada, enquanto todos dormem, saio para caminhar um pouco.
o senhor?.
Eu: sim, é entediante a tarde enquanto todos dormem.
vou para a lagoa, quer vir comigo?
Angi: não me deixam falar com desconhecidos.
não seria certo sair para passear com o senhor.
Eu: claro, desculpe, tem razão.
não devia ter te convidado, desculpe.
Angi: hahaha. desculpa, foi uma brincadeira.
meus avós conhecem ele e sei que é uma boa pessoa.
mil desculpas pela minha piada.
Eu: não tem problema. hahaha.
então, o que você acha de irmos até a lagoa?
de quebra, a gente se conhece melhor.
ela, toda animada, esticou a mão pra subir no cavalo e sentou bem em cima do meu pau.
sentir a bunda dela, durinha e pequena mas bem firme, fez meu pau ficar duro na hora.
tentei me afastar um pouco, mas ela se ajeitou de novo em cima de mim.
Com o balanço do cavalo, ela sentia minha ereção e eu sentia como a bunda dela batia no meu volume.Fomos conversando como se nada estivesse acontecendo.
Ela, como se nada, começou a me fazer perguntas.
Angi: Patrão, o senhor é casado?
Sua cidade deve ser bonita. Meu avô me contou que o senhor é mecânico, é verdade?
Desculpe perguntar. É que não falo muito com gente.
Eu: Não se preocupa, gata, não me incomoda.
Sou solteiro. Minha cidade é bonita, vivo num lugar bem tranquilo.
Sim, sou mecânico e tenho minha própria oficina.
Adoro o campo e acho que vou vir mais vezes.
Você tem namorado?
Angi: Uai, que legal, não conheço muito.
Sempre vivi no campo. Deve ser muito divertido morar aí.
Não, não tenho namorado. Os garotos da escola são feios hahaha.
E aqui não tem ninguém também.
Talvez por isso eu odeie o campo.
São boas notícias que o senhor venha mais vezes.
Quem sabe a gente pode virar bons amigos.
Ao chegar na lagoa, ela saiu correndo em direção à margem.
Ela tirou o vestido, ficando só de calcinha e sutiã, e correndo entrou na água.
Meus olhos pousaram naquele bumbum lindo com sua calcinha rosa de moranguinhos. Parecia tão fofa e inocente.
Vê-la assim não parecia a mesma garotinha que se masturbava na floresta.
Perdido em meus pensamentos, eu a olhava como um bobo.
Enquanto ela gritava para mim da água.
Angi: Vem, patrão... a água tá uma beleza.
Uai, sim... que delícia...
Vem ou tem medo da água...
Vendo aquela menina brincando na água, fui tirando os tênis, a calça e a camisa.
Fiquei de cueca.
A água estava uma delícia e fui até onde a menina me esperava e me chamava com entusiasmo.
Eu: Que gostosa que tá a água.
Espero que ninguém apareça por aqui.
O que vão pensar se nos virem os dois de roupa íntima.
Não me chama de patrão, me chama de Mauricio.
Angi: Ninguém vem pra cá, a gente tá longe de tudo, patrão. Hahaha.
Perdão, é o costume.
Não fique bravo, mas prefiro te chamar assim.
Foi assim que meus avós me ensinaram e ele pediu que eu trate todo mundo com respeito.
E se alguém aparecer, com a nossa diferença de idade, pode dizer que é meu pai e depois tem que expulsar a pessoa na porrada porque é propriedade privada e ninguém que seja de fora vem pra lagoa.
Eu: Você tem todas as respostas, né?
É muito esperta, menina.
Angi: Acredite, ninguém vem pra cá.
Podemos brincar tranquilos aqui.
Além do mais, antes que a sesta acabe, a gente já tá voltando.
Eu: E o que a gente pode brincar aqui? Me diz.
Angi: A gente brinca de pega-pega, quer?
Você nada e eu te pego e depois você me pega.
O jogo começou. A pequena nadava e eu me deixava ser pego e depois ela fazia o mesmo.
Começamos a brincar como duas crianças.
Mas o jogo foi ficando com muito contato.
Cada vez que eu a pegava e ela tentava se soltar, fazia com que minhas mãos tocassem sua pele macia.
Mas às vezes minhas mãos acabavam em algumas zonas não permitidas.
Ela não dizia nada, só continuava brincando como se nada fosse.
Mas a menina não era tão inocente.
Procurando aquele roçar ou os... provocava onde minhas mãos roçavam seus peitos ou sua bunda inquieta.
A princípio pensei que era sem querer.
A menina usava minhas pegadas para que eu a tocasse. E suas mãos ou pés com cuidado roçavam meu pau.
Quente pelo jogo, não pensei em nada.
A peguei pela cintura e meu pau duro serviu de assento.
E sem pensar, agarrei seu cabelo e dei um beijo bem dado em sua boca.
A menina abriu os olhos surpresa.
E não sabia o que fazer com minha língua dentro de sua boca.
Notei que não sabia beijar.
Angi: patrão... o que foi isso?
Eu: um beijo, ninguém te beijou antes???
Angi: não, nunca... embora eu visse meus avós e meus pais se beijando, mas nunca beijei ninguém...
Isso me desconcertou, como uma garota que se masturba e enfia os dedos como eu vi.
Nunca beijou? Pensei que ela mentia e disse:
Eu: Nunca beijou ninguém de verdade?
Mas você gostou ou não gostou?
Angi: não, nunca, juro.
Sim, patrão, gostei, é isso que os namorados fazem, né?
É que não sei como fazer.
Quer me ensinar?
Eu pensei que ela estava se fazendo de inocente e a ensinei a beijar.
Mas a hora da sesta estava acabando e disse: amanhã ensino mais.
Vamos voltar, já vão acordar todos.
Saímos da lagoa com tempo para nos secar.
Mas me sentia desconfortável. Que alguém nos visse assim.
Angi: O que foi, patrão, está com frio?
Eu: Não, minha pequena, só tenho medo que alguém nos veja aqui seminu.
Angi: Mas patrão, ninguém vem pra cá.
Mas se quiser, podemos voltar e ficar na mata enquanto nossas roupas secam.
Ninguém nos veria lá.
Às vezes vou lá para brincar sem que ninguém me incomode.
Eu: Isso seria bom. É muito mais seguro.
E não me sentiria tão desconfortável.
Subimos no cavalo e seu bundinha voltou a ficar sobre meu volume.
Ela me guiou até chegar a um lugar bem escondido.
Estávamos protegidos e longe da vista de todos.
Angi: Foi lindo você ter me beijado.
Amanhã vai me ensinar mais?
Aqui está melhor, né? eu: você gostou que eu te beijasse?
de verdade, nunca te beijaram.
se quiser, te ensino mais enquanto nossas roupas secam.
mas você não pode contar pra ninguém.
como você disse, eu pareço seu pai.
Angi: sim, gostei muito, patrão. o senhor foi o primeiro que me beijou.
jamais contaria pra ninguém.
sei que pode trazer problemas pro senhor e não é o que eu quero.
mas isso não nos torna namorados?
eu: você gostaria que eu fosse seu namorado, hein kkkk.
sou um velho pra você, coração.
mas posso te ensinar tudo o que quiser.
Angi: por que o senhor ri, patrão?
eu sei que namorados se beijam.
eu: bom, podemos ser namorados enquanto eu estiver aqui.
Angi: sim... patrão,
além disso, o senhor disse que viria sempre, então posso ser sua namorada toda vez que vier me visitar.
eu: bom, antes de tudo, vamos primeiro colocar nossas roupas pra secar, eu disse.
desabotoei seu sutiã e com suavidade o tirei, deixando seus peitinhos pequenos à mostra.
Angi: patrão, o que está fazendo?...Eu: vou tirar sua roupa molhada pra secar melhor.
não tenha medo, vamos.
me ajoelhei e tirei sua calcinha.
sua buceta ficou à mostra.
tão macia, pequena e com poucos pelinhos, uma delícia.
Angi: mas vamos ficar pelados.
patrão... não está certo...
Eu: se deixarmos a roupa no sol.
enquanto brincamos, quer...
Angi: com o que o senhor quer brincar...
Eu: vamos, neném, ontem te vi se tocando.
e quero brincar de te tocar...
Angi: como assim me viu ontem??
Eu: você estava se tocando na frente das ovelhas ontem à tarde.
quem te ensinou a se tocar ou aprendeu sozinha?
não finja de inocente comigo.
enquanto falava e ela tentava explicar, pendurei a roupa num galho.
e tirei minha cueca, a garota pela primeira vez via meu pau duro e bem ereto.
Angi: ai... patrão, posso explicar.
sim, faz um tempo que me toco.
mas nunca estive com ninguém. juro...
patrão, tenho vergonha...
mas vou contar. não conte pra ninguém, por favor.
aprendi vendo minha irmã mais velha. ela foi embora ano passado e fiquei aqui com meus avós.
quando ninguém via, ela se masturbava no quarto.
eu a espreitava sem ela perceber.
até que um dia comecei a me tocar como ela fazia.
e descobri umas cócegas muito intensas e quentes.
amei essa sensação.
sem perceber, minha prima me ensinou a me masturbar.
coisa que gostei, como pôde ver, patrão.
Eu: me conta... o que sentiu quando sentou em mim?
gostou de sentir meu pau na sua buceta?
enquanto andávamos a cavalo.
Angi: sim, patrão... não foi de propósito. juro.
sua coisa dura deu pra sentir bem debaixo de mim.
me deu aquela sensação de cócegas.
mas mais ainda senti sua mão segurando as rédeas perto da minha xoxota.
que com o movimento do cavalo a esfregava de cima pra baixo constantemente.
isso fazia eu me sentir desconfortável, mas gostei.
foi como me tocar sozinha.
eu: com essas cócegas, tá com vontade de se masturbar como ontem?
Angi: não...... patrão. me daria vergonha....
tenho minha bucetinha molhada.
mas não vou me tocar na sua frente, me dá muita vergonha.
Eu: não quero que você se masturbe.
vamos fazer um jogo que você vai gostar mais do que se tocar sozinha.
ela nem esperava o que eu tinha em mente.
nos beijamos e cada vez a menina fazia melhor.
levei-a até uma árvore cortada onde a sentei.
abri suas perninhas magras e puxei seu quadrilzinho para mim.
estando em pé e ela sentada sobre o tronco, de perninhas abertas. me aproximei dela.
Angi: patrão, a que vamos jogar?
Eu: esse jogo você vai gostar..
é o jogo dos namorados.
não tenha medo, você vai gostar mais do que se masturbar.
nos beijamos e ela foi aprendendo a manejar sua boca e sua língua, beijando muito gostoso.
ela gostava e logo sua buceta sozinha se esfregava contra meu pau.
essa sensação provocava lindos gemidinhos.
beijei seu pescoço e cheguei em seus peitinhos deliciosos.
Angi: ai...não patrão ...... kkkk. não me chupe meu pescoço, me dá muita cócegas. kkkk.
ai patrão... meus peitos.....
não... patrão o que está fazendo?.....
comecei a lamber seus peitinhos pequenos em pleno desenvolvimento.
uma delícia.
ela gostava das minhas lambidas e chupadas.
sua buceta encharcada lubrificava meu pau.
com meus dedos comecei a esfregar a buceta da menina.
ela gemía e gostava dos meus dedos.
ela sentia algo estranho. mas se deixava.
já que estava gostando das minhas carícias e de como chupava seus peitinhos.
Angi: ai... patrão tenho essa sensação de explorar......
meta um dedo......
mas em vez do dedo tentei meter meu pau.
ela esperava meu dedo dentro dela.
mas meu pau era muito grande. para sua bucetinha pequena.
Angi: ai.... patrão o que está fazendo....?
o que está fazendo.....?
isso não vai entrar em mim....ai....
por favor pare... pare por favor....
tentava com desespero que entrasse nela.
Eu: pequena vou tentar meter isso aqui.
mas. acho que não vai entrar.
ela tá apertada que nem buraco de botão, nossa...
muito pequenininha, mas vou tentar.
ela se contorcia enquanto sentia minha rola pressionando na entrada.
ela me deixava e via como eu tentava sem conseguir.
sua buceta molhada fazia minha rola escorregar.
mas era tão apertada que eu não conseguia penetrar.
mas sem desistir.
desci pra chupar sua bucetinha pequena.
ela apertou minha cabeça com suas perninhas enquanto eu chupava sua buceta.
e tentava abrir ela com meus dedos.
ela começou a gemer alto...
Angi: Ai... sim, patrão, enfia os dedos, não para...Ai... devagar, seus dedos são maiores que os meus...
Ai... ufs... sim, assim devagar...
Ai... sim, voltou a sensação...
Mmm... sim... não para... sim, assim não para... ai...
Mmm... patrãozinho... para, eu tô quase gozar, tá saindo aguinha... por favor... para, paraa...
Seu suco gostoso do orgasmo molhou minha boca e língua.
Ela sabia que era aquela coisa de ter um orgasmo e chamava assim, algo que me dava ternura.
Angi: Ufs... ah... ah... isso foi estupendo, patrão...
Bebeu toda minha aguinha...
Gostou?
Ui... eu sentia que tudo ficava girando. Enquanto você me comia. Ha ha ha...
Foi muito gostoso...
Eu me sentia tonta, mas ao mesmo tempo sentia muito gostoso...
Deus, minhas pernas tão tremendo mais que quando eu me masturbo...
Minhas perninhas tremiam e todo meu corpo.
É muito estranho, patrão, mas eu gostei.
Eu: Adorei sua aguinha, neném.
Agora relaxa e aproveita a sensação.
Me levantei e novamente me coloquei entre suas pernas e a beijei com paixão.
Guiando com minha mão, coloquei a rola na entrada da bucetinha.
Dessa vez ela ia entrar bem lubrificada e dilatada com meus dedos.
Um pouco de pressão e consegui enfiar a ponta da cabecinha bem devagarinho.
Ela olhou pra baixo e se assustou.
Angi: Ai... ai... ai...
Não, patrão, não vai entrar...
Ai, Deus... não, patrão... vai me fazer mal...
Eu: Só relaxa, neném...
Já entrou. Relaxa.
Angi: Você tava enfiando ela... ai... ai... ai... ufs...,
Patrãozinho, ai, tá doendo... não enfia seu pau, ai...
Não vai entrar, vai me rasgar...
Tá ardendo minha partezinha sensível.
Eu: Você é muito doce, neném...
Sua partezinha tá abrindo pra minha rola entrar.
Neném, já entrou, tá doendo?
Angi: Sim, muito... mas agora um pouquinho... ufs...
Tô dolorida, agitada.
Mas tô sentindo gostoso, deixa ele aí enfiadinho um tempinho...
Ufs, Deus... não se mexe.
Ah... aha... ufs, patrão... ai... ui...
tá me rasgando... ai...
para por favor, com cuidado ai... aha...
Ela sentia eu indo e voltando por trás.
Sem enfiar mais fundo, só a cabecinha estava bem enfiada e presinha na sua buzinha (como ela chamava).
Eu: bom... assim relaxa... assim...
mmm... assim... solta que eu enfio mais um pouquinho.
Viu que dói menos...
Adoro te comer, gata.
Angi: ai... sim, patrão... dói menos, mas por favor devagar...
ai... mmm... devagar... patrão... dói...
ui... Deus... queima...
ai... devagar...
Pouco a pouco a gatinha engolia quase metade do meu pau.
De vagar e com pausas, fui comendo ela sem enfiar tudo.
Comia com cuidado, pra não machucar e pra ela curtir a foda tanto quanto eu.
Fazendo ela ter orgasmos cada vez mais molhados.
Dava pra sentir a cada espasmo da sua buceta como ela apertava meu pau...
Angi: ai, patrão... tô engolindo seu cacete... mmm.
ah... ah... ufa... é assim que os namorados brincam?
Eu: namorados sempre brincam assim.
De foder e a gatinha engolir o pau todo.
Posso te garantir que você é uma ótima namorada...
Angi: mmm... patrão, a chuchuzinho adora muito pau então...
ui... que gostoso é esse pau, ah... ah... ah...
sim, patrão, me come...
Ela reclamava quando eu mexia, mas adorava estar bem enfiada.
Por uns 45 minutos eu comi ela, curtindo os orgasmos daquela gatinha, que foram mais de 9 vezes.
A buceta dela encharcou meu pau até as bolas.
Ficamos assim até que eu não aguentei mais.
Quando não aguentei, nem pensei e esvaziei minhas bolas dentro dela.
Os espasmos do meu pau gozando fizeram a gatinha ter seu último orgasmo.
Fiquei um bom tempo enfiado dentro dela. Ficamos abraçados, bem coladinhos.
Nos beijando.
Angi: meus labiinhos da minha xoxota tão ardendo, patrão...
mas meu melzinho tá quase saindo de novo... ah... ah... ai...
Me mexi mais um pouco até ela gozar. Beijei ela e disse que nunca tinha gozado tão gostoso como com ela.
Jorrei como nunca. Mas ela não entendeu.
Quando eu tentava tirar do buraquinho dela...
A buceta dela puxava pra dentro.
Quando saiu, fez aquele barulho de quando destampa um ralo.
E começou a jorrar meu leitinho branco e grosso, que molhou toda a bunda dela.
Angi: uy... patrão... minha bucetinha tá uma bagunça...o que é esse branco com cheiro de cloro que tá saindo de mim?...
eu: isso é meu sêmen, o que os homens deixam dentro das meninas como você.
quando for pra casa, lava bem e pronto.
Angi: ah... entendo, é tipo minha aguinha, né?
eu: claro, coração, é tipo sua aguinha.
nos demos uns beijos e ajudei ela a se trocar e eu também me vesti.
subimos no cavalo e uns metros antes de chegar na estância nos despedimos.
ela foi pra casa dela e eu pra estância.
ninguém suspeitava de nada.
mas depois de foder ela, a menina se apegou muito a mim e começamos a passar tempo juntos.
meus tios e os avós dela não pensaram mal. pelo contrário.
talvez pela diferença de idade.
eles não imaginavam que a gente transava.
eles me viam muito paternal com ela.
mas quando ninguém nos via.
brincávamos de namorados.
pouco a pouco ensinei várias posições. onde ela aprendeu a cavalgar e a mexer muito bem sua bunda.
logo a menina engolia tudo.
ela adorava se mexendo na minha rola, cavalgando como se fosse um cavalo.
mas o que eu mais curtia era ser comida de quatro.
Nossos jogos na lagoa sempre acabavam assim.
Depois de dias intensos de sexo e prazer,nós dois nos uníamos cada vez mais.
Meu tempo na casa dos meus tios acabou.
A gatinha implorou para que eu não fosse e ficou muito triste,
achando que tudo terminaria.
Não faltavam vontades de ficar, mas era impossível.
Arrumei minha bolsa e não vi a gatinha a manhã toda.
Pensei que ela não gostava de despedidas.
Coloquei minha bolsa na caminhonete e me despedi dos meus tios.
Deixei meu "para todos" e fui embora triste por não vê-la.
Depois de 5 quilômetros,
parei num posto para abastecer e comprar algo gelado para beber.
Achei que vi o carro do meu tio chegando.
E não estava enganado.
Meu coração parou ao ver meu tio com a pequena vindo ao meu encontro.
Pensei que tinham descoberto tudo.
Eu: Tio, o que vocês fazem aqui?
Meu tio me disse:
Sobrinho, mil desculpas, você foi embora muito cedo. O senhor Fortunato me deu este envelope para você.
No envelope havia uma carta.
Mas isso fica para outra história.
........................CONTINUA.............................
PS: Espero que tenham gostado deste relato.
Como sempre, não se esqueçam de comentar.
Até a próxima.
Maury-solo-yo
8 comentários - Angi: transando no campo
Un dulce la nena.
A ver cómo sigue la historia con la niña