Olá, amigos do poringa.net:
Como sempre, quero agradecer as mensagens, os pontos e os comentários de vocês.
Sejam bem-vindos a mais uma das minhas histórias nunca contadas.
Essa história aconteceu há vários anos atrás.
Eu estava namorando minha mina Marina.
Com quem dividimos um apartamento no centro.
Nesse lugar, minha parceira era amiga de um casal mais velho que morava no andar de baixo.
Ramón e Mariela.
Ele tinha 63 anos. Era um caraça e nos tornamos amigos na hora.
Mas a doença dele estava matando ele aos poucos. Ele tinha um câncer fulminante.
Minha mina e a mulher dele eram muito unidas, mesmo com a diferença de idade.
Minha namorada tinha 25 e ela 55.
Elas faziam compras juntas e se apoiavam no que ele estava passando.
Sempre nos convidavam pra comer e ter umas noites legais juntos.
Um dia ele me confessou que nos ouvia transando e que a mulher dele tentava, mas ele não conseguia.
"Me dá uma inveja boa, amigo, ouvir vocês dois se curtindo, você comendo ela e ela comendo você.
Mas eu não consigo e minha mulher acaba se masturbando."
Quando ele me contou isso, eu e minha mina tentávamos transar fazendo o menor barulho possível pra eles não passarem por essa situação chata.
Ela era uma mulher gostosa pra caralho. Muito atenciosa com a gente e, às vezes, muito atenciosa comigo.
Com o marido tão doente, ela nunca procurou um amante, ela confessou pra minha mina.
Embora não quisesse nada com ninguém. Por respeito ao marido.
Mas comigo era diferente. A ternura de amiga dela passava desse limite.
Ela fazia questão de mostrar que me queria. Com flertes, carícias ou beijos perto da boca.
Isso me deixava desconfortável, mas eu não falava nada.
Minha mina trabalhava muito e os horários dela eram complicados.
Fazendo com que eu ficasse muito tempo sozinho.
Esse tempo eu aproveitava pra ajudar ela a cuidar do meu amigo, cada vez mais doente.
Quando eu chegava, ela estava sempre arrumada e com roupas provocantes.
Várias rosas testaram minha lealdade, não só com minha parceira, mas com meu amigo.
Mas eu sempre mantive distância e não entrei no jogo delas.
Quando Ramón morreu, eu me ocupei com outras coisas. Tentei me afastar da casa dele e dela.
Não sei por que, mas foi o que fiz.
Deixei o consolo nas mãos da minha parceira.
Ela notou meu afastamento e entendeu, pelo carinho que eu tinha pelo marido dela.
Quando nos convidavam pra comer, eu não ia, sempre arrumando uma desculpa.
Mas minha parceira ia do mesmo jeito, eram muito unidas.
Os meses passaram, e minha parceira teve que viajar pra Mendoza a trabalho.
Uma tarde, o telefone tocou e era minha vizinha.
Já tinham se passado vários meses da morte do Ramón, e era a primeira vez que eu entrava na casa.
Fui levar uma caixa que chegou pelo correio.
Quando cheguei, ela me recebeu com um beijo no canto dos lábios, que eu achei que foi sem querer.
Ela me disse onde colocar a caixa.
Percebi uma mudança nela.
Mesmo ainda de luto, a roupa dela era mais provocante, e até notei uma postura mais safada.
Me senti desconfortável, sem saber o que dizer.
Mas ela quebrou o silêncio estranho.
Mariela: "Que gostoso te ver, gato, fazia tempo que não te via.
Posso te perguntar uma coisa?
Te notei tenso, desconfortável... rolou algo?
Ou é por minha causa?"
EU: "Não... nada disso. É que é estranho estar aqui e o Ramón não estar.
Mas não se preocupa, isso passa.
A gente sente falta do doido."
Mariela: "Pois é, fala pra mim...
A solidão é um inferno. Passo muito tempo sozinha e só fico pensando besteira.
Só quero que a gente volte a ser como antes.
Essa casa precisa de um bom amigo que venha de vez em quando tomar uns mates, e quem melhor do que você, que foi o melhor amigo dele?"
EU: "É, não se preocupa, te entendo.
Só que tô ocupado.
Mas quando der, a gente toma uns mates e conversa.
Daqui a pouco vou abrir a oficina."
Ela me abraçou, agradecendo, e eu senti os peitões enormes dela no meu peito.
Ela ficou cara a cara comigo, falando não sei o quê.
Por respeito ao meu amigo, eu... Sai fora com todo respeito, me fazendo de otário.
Só de ver ela com aqueles peitões enormes e as curvas gostosas, meu pau foi endurecendo, e mais ainda ao sentir ela tão perto de mim e tão provocante.
Não queria que ela percebesse, e saí o mais rápido que pude.
Quando cheguei em casa, minha parceira já tinha voltado e me perguntou se eu levei a caixa.
Contei que sim e que fiquei conversando um pouco.
Ela disse: "Que bom, amor."
"Ela está muito sozinha, não podemos deixá-la sozinha."
Quando voltei da oficina, minha parceira me esperava com o jantar e me mandou tomar banho.
Ao ver a mesa, era óbvio que não jantaríamos só nós dois.
Quando saí, pude ver minha vizinha ajudando na cozinha com minha parceira.
Cumprimentei e começamos a conversar os três.
O jantar era para despedir minha parceira, que ia viajar por duas semanas a trabalho.
No fim do jantar, fizemos um brinde pela viagem e pela amizade.
Minha parceira fez um pedido muito importante para ela.
Marina: "Vocês são as duas pessoas que mais amo no mundo.
Não quero que fiquem sozinhos, quero que se ajudem, por favor.
Façam companhia um ao outro, como quando o Ramón estava aqui."
Nós dois aceitamos e ficamos bebendo algo.
Fomos dormir.
No dia seguinte, levei minha parceira ao aeroporto e nos despedimos.
Ela me pediu, por favor, para não deixar nossa amiga sozinha.
Naquele dia, cheguei tarde em casa, tinha muito trabalho na oficina.
Ia ficar na minha casa, mas para não deixar o apartamento vazio, fui.
Tomei um banho e, enquanto olhava a geladeira, a campainha tocou.
Antes de abrir a porta, sabia que era ela.
O perfume dela dava pra sentir de leve.
Mariela: "Oi, amigo. Muito trabalho, imagino.
Comeu alguma coisa? Deve estar com fome.
Fiz bife à milanesa, desce e a gente come junto, quer?"
Eu: "Não precisava ter se incomodado, amiga.
É, hoje foi um dia longo.
Levo vinho ou cerveja?"
Mariela: "O que você quiser. Já imaginava.
Vai descendo, te espero."
Peguei uma garrafa de vinho e desci.
Jantamos juntos e conversamos.
Ela flertava sutilmente comigo.
Enquanto isso, eu me sentia desconfortável. Por isso.
Mas ao ver as fotos do Ramón nos retratos na parede.
A gente conversou sobre tudo um pouco.
Depois ajudei ela a levantar a mesa e lavar a louça.
Teve uns roços estranhos na cozinha apertada.
Ela não se importava, até agradecia meu desconforto. Eu queria ir embora.
Mas ela dava um jeito pra eu ficar.
Me ofereceu um café e enquanto preparava, desabou em choro.
Abracei ela e tentei acalmar.
Ela me abraçou forte e pediu desculpas, chorando no meu peito.
Quando parou de chorar, acariciou meu rosto, me olhando nos olhos.
Mariela: Ah... meu lindo amigo, desculpa.
Não liga pra mim, tá?.... Te vejo desconfortável e não sei o que fazer.
Me sinto tão sozinha e você é a única pessoa que tenho, além da Marina.
Te quero muito e sei que foi o melhor amigo do meu marido e meu.
Obrigada por estar aqui nesses meses tão difíceis.
EU: Não se preocupa, de verdade, tô bem.
Foram momentos muito pesados pra você. Sinto muito por não ter estado tanto quanto a Mari.
Mas tô aqui, desculpa.
Vamos tomar o café e depois vou dormir, tá?....
Mariela: Não sei o que dá em mim, amigo, desculpa.
Em vez de me comportar e curtir sua companhia, aqui estou fazendo papel de boba.
Peço mil desculpas. Te incomoda se eu botar uísque no meu café? E você quer?
Não tem problema, respondi.
Já que era normal fazer isso quando meu amigo estava vivo.
Ela procurou no armário. Tentei não olhar.
Na minha frente, ela se ajoelhou de quatro.
Quando virei a cabeça ao ouvir o barulho das garrafas, fiquei hipnotizado.
A roupa dela era muito sexy. Vestido curto, aquela calcinha fio dental preta enfiada na bunda enorme, meia e liga com os saltos altos.
Não queria ver, mas não conseguia parar de olhar aquele espetáculo.
Meu pau reagiu com uma ereção violenta.
Ela virou a cabeça e disse "já achei", e se certificou se eu tava olhando.
Desviei o olhar e ajustei o volume pra não aparecer.
Ela percebeu que eu olhei tudo.
Ela se aproximou e colocou a bebida no café.
Eu não queria sair de trás da ilha que escondia meu volume.
pela nossa amizade, ela disse, piscando o olho pra mim.
a voz sensual dela e os gestos não ajudavam meu problema de ereção.
cada vez mais evidente.
entre o vinho, o café com uísque, nós dois estávamos mais soltos.
e mais excitados, terminamos o café, mas não o uísque.
ela continuava na postura provocante.
e eu tentando disfarçar minha reação.
a conversa ficou mais picante. sem saber como, chegamos lá.
Mariela: você deve ser brabo, pelo que a Marina me contou.
ai, não sabe como sinto falta de ter sua idade e a energia que vocês dois têm.
a vontade existe, mas o corpo não ajuda, hahaha.
Eu: não fala isso, amiga, você ainda é uma mulher jovem.
muito gostosa. uma hora você encontra alguém, como minha parceira diz.
Mariela: se Deus te ouvir e o Ramón me perdoar...
mas tô com vontade de encontrar alguém que me dê tudo que preciso.
quero um homem com mil fantasias e que me faça sentir viva de novo.
ufa... que calor que tô, e você?
Eu: como não, amiga. autoestima lá em cima.
tá calor, ainda mais com a bebida, hahaha.
abro a janela? quer?
tô suando igual testemunha falsa.
Mariela: sim, por favor, tá muito calor.
melhor a gente ir pra sala.
enquanto ela levava os copos, eu saí do meu esconderijo e ela pôde ver meu volume já impossível de esconder.
abri uma janela da cozinha e outra da sala.
quando me virei, vi ela tirando o vestido.
Mariela: ai, que ventinho gostoso...
agora sim vamos ficar melhor...
não te incomoda eu estar assim, né?
Eu: o que eu posso dizer, você já tá pelada.
não sei o que falar...
Mariela: o que você vai falar, hahaha... também não tô nua.
assim eu gosto de dormir...
mas se não gosta de me ver assim, eu visto o vestido de novo.
Eu: é sua casa, pode ficar como quiser, amiga.
como eu poderia dizer como ficar confortável? seria falta de respeito da minha parte, né?
Mariela: hahaha não me faz rir.
como você diz, somos amigos.
além disso, sei que não te incomoda me ver assim.
uma coroa como eu não pode excitar um cara como você.
digamos que tô segura com você.
embora com essa ereção não tô tão certa.
EU: já tô assim há um tempão por sua culpa.
cê acha que eu não te comeria?
você tava segura pela amizade com minha parceira e pela grande amizade que fiz com seu marido.
mas você é tão puta que já não me importa e quero te foder.
Mariela: mmm... sério?
eu sempre pensei que você não gostava de mim...
sempre me evitou.
EU: pensou errado e sabe o que vai fazer agora.
ela se levantou e veio ao meu encontro.
sem dizer nada, me beijou de boca aberta enquanto com a mão direita tocava meu pau de leve.
eu devolvi o beijo com muita língua e muita paixão.
minhas mãos agarraram sua bunda linda e seus peitões enormes.
ela foi me despindo sem parar de me beijar.
Mariela: mmm... que pica boa que você tem, garoto...
nunca segurei um pau que não fosse do meu marido...
as punhetas que eu batia ouvindo você foder com a Marina... mmm...
EU: não precisa mais imaginar...
nem se masturbar... já tá na sua mão, o que vai fazer agora?
ela se ajoelhou e sem perder tempo.
terminou de tirar minha calça e cueca junto com meu tênis.
olho pra ela com desejo e entre carícias e beijos ela me olhava buscando minha aprovação.
sua língua quente percorria meu pau desde as bolas até a cabeça.
subindo e descendo. a pele do meu pau ficava molhada com a saliva dela.
sua boca se abriu e começou a chupar bem fundo com vontade.
com fome de querer engolir ele inteiro.
meu pau chegava bem no fundo da garganta dela, mas os engasgos não impediam que ela aproveitasse sua banana de carne.
chupava como uma deusa do sexo. sabendo fazer com muita qualidade.
fazendo eu delirar de prazer.
enquanto ela fazia o dela eu brincava com os peitos dela.
tirando o sutiã dela fazendo ela gemer como uma puta no cio ao brincar com os pequenos mamilos rosados dela.
Mariela: mmm.... neném adoro sua pica......
ela tá dura grande e macia que eu tinha esquecido como era chupar uma coisa assim. mmm...
você gosta do jeito que eu chupo ou minha amiga faz melhor?
EU: você chupa muito bem mamãe.....
tem experiência mas não é pra comparar.
Mariela: olha cara faz dois anos que não me comem como eu quero....
meu falecido marido não subia, eu chupava ele mole e ele me comia como dava.
agora que tenho você quero que me dê o prazer do sexo que não tenho há anos.
EU: não se preocupa vou te foder como ninguém.
ela me levou até o quarto aos beijos.
se deitou na cama.
e com a melhor voz de puta dela disse me come não aguento mais.
tô pronta.
não me fiz de rogado e me deitei sobre ela.
ela abriu as pernas e sem parar de me olhar ansiosa esperando minha enfiada.
a buceta dela encharcada, pronta e quente. com fome de pica.
recebeu com prazer minha pica que se abria caminho dentro dela.
Mariela: aih.... que prazer.... mmm...
ah...ha...ah....
aih que gostoso me dá ela toda neném....
sim assim bem duro......
Ela usava a buceta bem molhada, recebia minhas investidas e a cada três bombadas minhas.
Ela ficava mais molhada e tinha orgasmos dos mais quentes.
A falta de sexo dela respondia à minha foda enérgica.
Ela voava de paixão sendo fodida como uma puta.
Os peitões enormes dela acompanhavam o ritmo das minhas porradas.
Ela pedia mais e mais.
E eu cumpria com as exigências dela.
Depois ela me deitou na cama.
E montou no meu pau.
A puta cavalgava minha piroca
Os orgasmos dela não paravam.
Mariela: mmm... não consigo parar de foder...
mmm... ai... que gostoso...
teu pau me encanta...
é grosso e me preenche até o fundo...
ha... ah... ha...
enche minha buceta de porra, neném...
EU: tua buceta tá bem molhada.
mmm... mamãe, como você tá gozando...
era isso que você queria?...
Mariela: sim... ah... ha... ah...
quero que você me foda sempre assim.
Virei ela e sozinha ela ficou de quatro.
Onde recebeu mais porradas.
Que ela curtia.
meu pau não só enchia a buceta dela, que se molhava a cada orgasmo.
tava tão encharcada que várias vezes, entre o impulso e a umidade, fazia com que meu pau escorregasse pro cuzinho dela, coisa que a fazia dar um pulo de susto ao sentir.
pedia desculpa e voltava a meter na buceta.
mas essa brincadeira não parava.
buceta e bum e pulo de susto.
redobrei a aposta até que minha cabeça entrou quase um pouquinho dentro do cuzinho apertado dela.
ela disse: "espera aí, vou me ajeitar melhor."
virou de barriga pra cima, colocou os pés nos meus ombros.
pegou meu pau com a mão e, com cara de puta, me disse:
"vou me arrepender, mas vou te dar o gosto."
em seguida, levou meu pau até a porta do cuzinho dela.
Mariela: "vai devagar, amor, nunca tive um pau tão grosso no meu cuzinho pequeno."
"mas quero que você me coma o cu."
"primeiro bem suave, tá?"
eu: "hummm... vou fazer direito, não se preocupa. sua amiga adora como eu como ela."
"agora é sua vez."
meu pau entrou devagar enquanto ela aguentava.
os músculos anais dela se abriam, dando passagem cada vez mais pra dentro.
ela, entre gemidos e mostras de dor, me olhava fixamente.
fazendo com que eu entrasse mais e mais dentro dela.
Mariela: mmm... ai... meu deus......
ai... como entra, filho da puta...
adoro que me coma o cu....
ui... sim... não me come tão forte, vagabundo......
ai......
O cu dela recebia pirocadas enquanto ela se tocava na buceta.
Ela teve uns orgasmos enquanto eu aproveitava o cu dela.
Quando ela não aguentou mais,
me pediu pra dar um gosto.
Aceitei, e ela se ajoelhou.
E me pediu pra relaxar.
Mariela: mmm... seu líquido pré-seminal foi uma delícia.
Agora quero tomar todo o seu leite.
Depois, se quiser, pode gozar onde quiser....
Ela pegou com a mão e começou a me masturbar, e depois com a boca, me dando prazer em busca do meu sêmen.
Quando eu estava quase lá, ela esticou a língua e terminou o serviço com a mão.
Meu pau foi derramando todo o meu leite.
A língua dela foi se enchendo da minha porra grossa e abundante.
Que aos poucos escorreu pra boca dela.
Ela brincou com ela até engolir e continuar chupando até não deixar nem uma gota.
Meu pau continuava duro e eu coloquei ela de quatro de novo.
Enfiei na buceta dela e comi ela por um bom tempo.
Ela gemia e curtia enquanto eu curtia o corpo dela.
Logo percebemos a testemunha involuntária de uma foda daquelas:
Sim, no criado-mudo, a foto do marido dela.
Parecia sorrir do além sobre o quanto a mulher dele era uma puta.
Meu pau perdeu a ereção. E exaustos pelo sexo mais o efeito do uísque, caímos no sono.
No dia seguinte acordamos e fomos foder de novo.
Mas dessa vez, pra não ter culpa, ela beijou a foto do marido e colocou na gaveta do criado-mudo.
Assim a gente comeu por mais vários dias e começou algo que vamos deixar pra outra hora.
Continua...
PS: É, galera, espero que tenham gostado desse relato.
Como sempre, peço pra não esquecerem de comentar.
Se quiserem que eu continue a história.
Valeu por lerem.
Até a próxima.
ATTE: Maury-solo-eu
Como sempre, quero agradecer as mensagens, os pontos e os comentários de vocês.
Sejam bem-vindos a mais uma das minhas histórias nunca contadas.
Essa história aconteceu há vários anos atrás.
Eu estava namorando minha mina Marina.
Com quem dividimos um apartamento no centro.
Nesse lugar, minha parceira era amiga de um casal mais velho que morava no andar de baixo.
Ramón e Mariela.
Ele tinha 63 anos. Era um caraça e nos tornamos amigos na hora.
Mas a doença dele estava matando ele aos poucos. Ele tinha um câncer fulminante.
Minha mina e a mulher dele eram muito unidas, mesmo com a diferença de idade.
Minha namorada tinha 25 e ela 55.
Elas faziam compras juntas e se apoiavam no que ele estava passando.
Sempre nos convidavam pra comer e ter umas noites legais juntos.
Um dia ele me confessou que nos ouvia transando e que a mulher dele tentava, mas ele não conseguia.
"Me dá uma inveja boa, amigo, ouvir vocês dois se curtindo, você comendo ela e ela comendo você.
Mas eu não consigo e minha mulher acaba se masturbando."
Quando ele me contou isso, eu e minha mina tentávamos transar fazendo o menor barulho possível pra eles não passarem por essa situação chata.
Ela era uma mulher gostosa pra caralho. Muito atenciosa com a gente e, às vezes, muito atenciosa comigo.
Com o marido tão doente, ela nunca procurou um amante, ela confessou pra minha mina.
Embora não quisesse nada com ninguém. Por respeito ao marido.
Mas comigo era diferente. A ternura de amiga dela passava desse limite.
Ela fazia questão de mostrar que me queria. Com flertes, carícias ou beijos perto da boca.
Isso me deixava desconfortável, mas eu não falava nada.
Minha mina trabalhava muito e os horários dela eram complicados.
Fazendo com que eu ficasse muito tempo sozinho.
Esse tempo eu aproveitava pra ajudar ela a cuidar do meu amigo, cada vez mais doente.
Quando eu chegava, ela estava sempre arrumada e com roupas provocantes.
Várias rosas testaram minha lealdade, não só com minha parceira, mas com meu amigo. Mas eu sempre mantive distância e não entrei no jogo delas.
Quando Ramón morreu, eu me ocupei com outras coisas. Tentei me afastar da casa dele e dela.
Não sei por que, mas foi o que fiz.
Deixei o consolo nas mãos da minha parceira.
Ela notou meu afastamento e entendeu, pelo carinho que eu tinha pelo marido dela.
Quando nos convidavam pra comer, eu não ia, sempre arrumando uma desculpa.
Mas minha parceira ia do mesmo jeito, eram muito unidas.
Os meses passaram, e minha parceira teve que viajar pra Mendoza a trabalho.
Uma tarde, o telefone tocou e era minha vizinha.
Já tinham se passado vários meses da morte do Ramón, e era a primeira vez que eu entrava na casa.
Fui levar uma caixa que chegou pelo correio.
Quando cheguei, ela me recebeu com um beijo no canto dos lábios, que eu achei que foi sem querer.
Ela me disse onde colocar a caixa.
Percebi uma mudança nela.
Mesmo ainda de luto, a roupa dela era mais provocante, e até notei uma postura mais safada.
Me senti desconfortável, sem saber o que dizer.
Mas ela quebrou o silêncio estranho.
Mariela: "Que gostoso te ver, gato, fazia tempo que não te via.
Posso te perguntar uma coisa?
Te notei tenso, desconfortável... rolou algo?
Ou é por minha causa?"
EU: "Não... nada disso. É que é estranho estar aqui e o Ramón não estar.
Mas não se preocupa, isso passa.
A gente sente falta do doido."
Mariela: "Pois é, fala pra mim...
A solidão é um inferno. Passo muito tempo sozinha e só fico pensando besteira.
Só quero que a gente volte a ser como antes.
Essa casa precisa de um bom amigo que venha de vez em quando tomar uns mates, e quem melhor do que você, que foi o melhor amigo dele?"
EU: "É, não se preocupa, te entendo.
Só que tô ocupado.
Mas quando der, a gente toma uns mates e conversa.
Daqui a pouco vou abrir a oficina."
Ela me abraçou, agradecendo, e eu senti os peitões enormes dela no meu peito.
Ela ficou cara a cara comigo, falando não sei o quê.
Por respeito ao meu amigo, eu... Sai fora com todo respeito, me fazendo de otário.
Só de ver ela com aqueles peitões enormes e as curvas gostosas, meu pau foi endurecendo, e mais ainda ao sentir ela tão perto de mim e tão provocante.
Não queria que ela percebesse, e saí o mais rápido que pude.
Quando cheguei em casa, minha parceira já tinha voltado e me perguntou se eu levei a caixa.
Contei que sim e que fiquei conversando um pouco.
Ela disse: "Que bom, amor."
"Ela está muito sozinha, não podemos deixá-la sozinha."
Quando voltei da oficina, minha parceira me esperava com o jantar e me mandou tomar banho.
Ao ver a mesa, era óbvio que não jantaríamos só nós dois.
Quando saí, pude ver minha vizinha ajudando na cozinha com minha parceira.
Cumprimentei e começamos a conversar os três.
O jantar era para despedir minha parceira, que ia viajar por duas semanas a trabalho.
No fim do jantar, fizemos um brinde pela viagem e pela amizade.
Minha parceira fez um pedido muito importante para ela.
Marina: "Vocês são as duas pessoas que mais amo no mundo.
Não quero que fiquem sozinhos, quero que se ajudem, por favor.
Façam companhia um ao outro, como quando o Ramón estava aqui."
Nós dois aceitamos e ficamos bebendo algo.
Fomos dormir.
No dia seguinte, levei minha parceira ao aeroporto e nos despedimos.
Ela me pediu, por favor, para não deixar nossa amiga sozinha.
Naquele dia, cheguei tarde em casa, tinha muito trabalho na oficina.
Ia ficar na minha casa, mas para não deixar o apartamento vazio, fui.
Tomei um banho e, enquanto olhava a geladeira, a campainha tocou.
Antes de abrir a porta, sabia que era ela.
O perfume dela dava pra sentir de leve.
Mariela: "Oi, amigo. Muito trabalho, imagino.
Comeu alguma coisa? Deve estar com fome.
Fiz bife à milanesa, desce e a gente come junto, quer?"
Eu: "Não precisava ter se incomodado, amiga.
É, hoje foi um dia longo.
Levo vinho ou cerveja?"
Mariela: "O que você quiser. Já imaginava.
Vai descendo, te espero."
Peguei uma garrafa de vinho e desci.
Jantamos juntos e conversamos.
Ela flertava sutilmente comigo.
Enquanto isso, eu me sentia desconfortável. Por isso.
Mas ao ver as fotos do Ramón nos retratos na parede.
A gente conversou sobre tudo um pouco.
Depois ajudei ela a levantar a mesa e lavar a louça.
Teve uns roços estranhos na cozinha apertada.
Ela não se importava, até agradecia meu desconforto. Eu queria ir embora.
Mas ela dava um jeito pra eu ficar.
Me ofereceu um café e enquanto preparava, desabou em choro.
Abracei ela e tentei acalmar.
Ela me abraçou forte e pediu desculpas, chorando no meu peito.
Quando parou de chorar, acariciou meu rosto, me olhando nos olhos.
Mariela: Ah... meu lindo amigo, desculpa.
Não liga pra mim, tá?.... Te vejo desconfortável e não sei o que fazer.
Me sinto tão sozinha e você é a única pessoa que tenho, além da Marina.
Te quero muito e sei que foi o melhor amigo do meu marido e meu.
Obrigada por estar aqui nesses meses tão difíceis.
EU: Não se preocupa, de verdade, tô bem.
Foram momentos muito pesados pra você. Sinto muito por não ter estado tanto quanto a Mari.
Mas tô aqui, desculpa.
Vamos tomar o café e depois vou dormir, tá?....
Mariela: Não sei o que dá em mim, amigo, desculpa.
Em vez de me comportar e curtir sua companhia, aqui estou fazendo papel de boba.
Peço mil desculpas. Te incomoda se eu botar uísque no meu café? E você quer?
Não tem problema, respondi.
Já que era normal fazer isso quando meu amigo estava vivo.
Ela procurou no armário. Tentei não olhar.
Na minha frente, ela se ajoelhou de quatro.
Quando virei a cabeça ao ouvir o barulho das garrafas, fiquei hipnotizado.
A roupa dela era muito sexy. Vestido curto, aquela calcinha fio dental preta enfiada na bunda enorme, meia e liga com os saltos altos.
Não queria ver, mas não conseguia parar de olhar aquele espetáculo.
Meu pau reagiu com uma ereção violenta.
Ela virou a cabeça e disse "já achei", e se certificou se eu tava olhando.
Desviei o olhar e ajustei o volume pra não aparecer.
Ela percebeu que eu olhei tudo.
Ela se aproximou e colocou a bebida no café.
Eu não queria sair de trás da ilha que escondia meu volume.
pela nossa amizade, ela disse, piscando o olho pra mim.
a voz sensual dela e os gestos não ajudavam meu problema de ereção.
cada vez mais evidente.
entre o vinho, o café com uísque, nós dois estávamos mais soltos.
e mais excitados, terminamos o café, mas não o uísque.
ela continuava na postura provocante.
e eu tentando disfarçar minha reação.
a conversa ficou mais picante. sem saber como, chegamos lá.
Mariela: você deve ser brabo, pelo que a Marina me contou.
ai, não sabe como sinto falta de ter sua idade e a energia que vocês dois têm.
a vontade existe, mas o corpo não ajuda, hahaha.
Eu: não fala isso, amiga, você ainda é uma mulher jovem.
muito gostosa. uma hora você encontra alguém, como minha parceira diz.
Mariela: se Deus te ouvir e o Ramón me perdoar...
mas tô com vontade de encontrar alguém que me dê tudo que preciso.
quero um homem com mil fantasias e que me faça sentir viva de novo.
ufa... que calor que tô, e você?
Eu: como não, amiga. autoestima lá em cima.
tá calor, ainda mais com a bebida, hahaha.
abro a janela? quer?
tô suando igual testemunha falsa.
Mariela: sim, por favor, tá muito calor.
melhor a gente ir pra sala.
enquanto ela levava os copos, eu saí do meu esconderijo e ela pôde ver meu volume já impossível de esconder.
abri uma janela da cozinha e outra da sala.
quando me virei, vi ela tirando o vestido.
Mariela: ai, que ventinho gostoso...
agora sim vamos ficar melhor...
não te incomoda eu estar assim, né?
Eu: o que eu posso dizer, você já tá pelada.
não sei o que falar...
Mariela: o que você vai falar, hahaha... também não tô nua.
assim eu gosto de dormir...
mas se não gosta de me ver assim, eu visto o vestido de novo.
Eu: é sua casa, pode ficar como quiser, amiga.
como eu poderia dizer como ficar confortável? seria falta de respeito da minha parte, né?
Mariela: hahaha não me faz rir. como você diz, somos amigos.
além disso, sei que não te incomoda me ver assim.
uma coroa como eu não pode excitar um cara como você.
digamos que tô segura com você.
embora com essa ereção não tô tão certa.
EU: já tô assim há um tempão por sua culpa.
cê acha que eu não te comeria?
você tava segura pela amizade com minha parceira e pela grande amizade que fiz com seu marido.
mas você é tão puta que já não me importa e quero te foder.
Mariela: mmm... sério?
eu sempre pensei que você não gostava de mim...
sempre me evitou.
EU: pensou errado e sabe o que vai fazer agora.
ela se levantou e veio ao meu encontro.
sem dizer nada, me beijou de boca aberta enquanto com a mão direita tocava meu pau de leve.
eu devolvi o beijo com muita língua e muita paixão.
minhas mãos agarraram sua bunda linda e seus peitões enormes.
ela foi me despindo sem parar de me beijar.
Mariela: mmm... que pica boa que você tem, garoto...
nunca segurei um pau que não fosse do meu marido...
as punhetas que eu batia ouvindo você foder com a Marina... mmm...
EU: não precisa mais imaginar...
nem se masturbar... já tá na sua mão, o que vai fazer agora?
ela se ajoelhou e sem perder tempo.
terminou de tirar minha calça e cueca junto com meu tênis.
olho pra ela com desejo e entre carícias e beijos ela me olhava buscando minha aprovação.
sua língua quente percorria meu pau desde as bolas até a cabeça.
subindo e descendo. a pele do meu pau ficava molhada com a saliva dela.
sua boca se abriu e começou a chupar bem fundo com vontade.
com fome de querer engolir ele inteiro.
meu pau chegava bem no fundo da garganta dela, mas os engasgos não impediam que ela aproveitasse sua banana de carne.
chupava como uma deusa do sexo. sabendo fazer com muita qualidade. fazendo eu delirar de prazer.
enquanto ela fazia o dela eu brincava com os peitos dela.
tirando o sutiã dela fazendo ela gemer como uma puta no cio ao brincar com os pequenos mamilos rosados dela.
Mariela: mmm.... neném adoro sua pica......
ela tá dura grande e macia que eu tinha esquecido como era chupar uma coisa assim. mmm...
você gosta do jeito que eu chupo ou minha amiga faz melhor?
EU: você chupa muito bem mamãe.....
tem experiência mas não é pra comparar.
Mariela: olha cara faz dois anos que não me comem como eu quero....
meu falecido marido não subia, eu chupava ele mole e ele me comia como dava.
agora que tenho você quero que me dê o prazer do sexo que não tenho há anos.
EU: não se preocupa vou te foder como ninguém.
ela me levou até o quarto aos beijos.
se deitou na cama.
e com a melhor voz de puta dela disse me come não aguento mais.
tô pronta.
não me fiz de rogado e me deitei sobre ela.
ela abriu as pernas e sem parar de me olhar ansiosa esperando minha enfiada.
a buceta dela encharcada, pronta e quente. com fome de pica.
recebeu com prazer minha pica que se abria caminho dentro dela.
Mariela: aih.... que prazer.... mmm...
ah...ha...ah....
aih que gostoso me dá ela toda neném....
sim assim bem duro......
Ela usava a buceta bem molhada, recebia minhas investidas e a cada três bombadas minhas. Ela ficava mais molhada e tinha orgasmos dos mais quentes.
A falta de sexo dela respondia à minha foda enérgica.
Ela voava de paixão sendo fodida como uma puta.
Os peitões enormes dela acompanhavam o ritmo das minhas porradas.
Ela pedia mais e mais.
E eu cumpria com as exigências dela.
Depois ela me deitou na cama.
E montou no meu pau.
A puta cavalgava minha piroca
Os orgasmos dela não paravam.
Mariela: mmm... não consigo parar de foder...
mmm... ai... que gostoso...
teu pau me encanta...
é grosso e me preenche até o fundo...
ha... ah... ha...
enche minha buceta de porra, neném...
EU: tua buceta tá bem molhada.
mmm... mamãe, como você tá gozando...
era isso que você queria?...
Mariela: sim... ah... ha... ah...
quero que você me foda sempre assim.
Virei ela e sozinha ela ficou de quatro.
Onde recebeu mais porradas.
Que ela curtia.
meu pau não só enchia a buceta dela, que se molhava a cada orgasmo. tava tão encharcada que várias vezes, entre o impulso e a umidade, fazia com que meu pau escorregasse pro cuzinho dela, coisa que a fazia dar um pulo de susto ao sentir.
pedia desculpa e voltava a meter na buceta.
mas essa brincadeira não parava.
buceta e bum e pulo de susto.
redobrei a aposta até que minha cabeça entrou quase um pouquinho dentro do cuzinho apertado dela.
ela disse: "espera aí, vou me ajeitar melhor."
virou de barriga pra cima, colocou os pés nos meus ombros.
pegou meu pau com a mão e, com cara de puta, me disse:
"vou me arrepender, mas vou te dar o gosto."
em seguida, levou meu pau até a porta do cuzinho dela.
Mariela: "vai devagar, amor, nunca tive um pau tão grosso no meu cuzinho pequeno."
"mas quero que você me coma o cu."
"primeiro bem suave, tá?"
eu: "hummm... vou fazer direito, não se preocupa. sua amiga adora como eu como ela."
"agora é sua vez."
meu pau entrou devagar enquanto ela aguentava.
os músculos anais dela se abriam, dando passagem cada vez mais pra dentro.
ela, entre gemidos e mostras de dor, me olhava fixamente.
fazendo com que eu entrasse mais e mais dentro dela.
Mariela: mmm... ai... meu deus...... ai... como entra, filho da puta...
adoro que me coma o cu....
ui... sim... não me come tão forte, vagabundo......
ai......
O cu dela recebia pirocadas enquanto ela se tocava na buceta.
Ela teve uns orgasmos enquanto eu aproveitava o cu dela.
Quando ela não aguentou mais,
me pediu pra dar um gosto.
Aceitei, e ela se ajoelhou.
E me pediu pra relaxar.
Mariela: mmm... seu líquido pré-seminal foi uma delícia.
Agora quero tomar todo o seu leite.
Depois, se quiser, pode gozar onde quiser....
Ela pegou com a mão e começou a me masturbar, e depois com a boca, me dando prazer em busca do meu sêmen.
Quando eu estava quase lá, ela esticou a língua e terminou o serviço com a mão.
Meu pau foi derramando todo o meu leite.
A língua dela foi se enchendo da minha porra grossa e abundante. Que aos poucos escorreu pra boca dela.
Ela brincou com ela até engolir e continuar chupando até não deixar nem uma gota.
Meu pau continuava duro e eu coloquei ela de quatro de novo.
Enfiei na buceta dela e comi ela por um bom tempo.
Ela gemia e curtia enquanto eu curtia o corpo dela.
Logo percebemos a testemunha involuntária de uma foda daquelas:
Sim, no criado-mudo, a foto do marido dela.
Parecia sorrir do além sobre o quanto a mulher dele era uma puta.
Meu pau perdeu a ereção. E exaustos pelo sexo mais o efeito do uísque, caímos no sono.
No dia seguinte acordamos e fomos foder de novo.
Mas dessa vez, pra não ter culpa, ela beijou a foto do marido e colocou na gaveta do criado-mudo.
Assim a gente comeu por mais vários dias e começou algo que vamos deixar pra outra hora.
Continua...
PS: É, galera, espero que tenham gostado desse relato.
Como sempre, peço pra não esquecerem de comentar.
Se quiserem que eu continue a história.
Valeu por lerem.
Até a próxima.
ATTE: Maury-solo-eu
6 comentários - Mariela: viúva gostosa, quer sexo e aventura.
Que siga.!!