Fazia uns dois anos que eu tinha conhecido um cara com quem a gente tinha ficado com um amigo dele, e nunca mais tivemos contato. Uns dois sábados atrás, chega um zap meu: "Oi, gata? Ainda se veste de menininha? Tenho uns amigos que topam." Eu me molhei na hora ao ler aquelas palavras. Vi a mensagem tarde, então respondi que sim, e que tava mais que entregue ao que eles quisessem. A ideia era, depois de um dia de futebol, me encontrar com eles pra um gangbang. Só de pensar em macho, futebol e sexo, já piro. A ideia surgiu num churrasco entre eles, onde seria legal comer uma putinha gostosa todos juntos, com umas cervejas e se divertir pra caralho.
Foram uns dias de mensagens entre meu amigo mandando fotos e contando como seria. 26, 28 e 32 anos, eles, héteros com namorada, corpos trabalhados e, principalmente, umas pernas de macho que me deixam louca. Chegou o dia. Uma sexta, às 22h30, eles terminaram de jogar, compraram as bebidas e eu esperava pra satisfazer eles a noite toda. Mensagem que tavam lá embaixo. Já tinha combinado com o porteiro, que é meu amigo, que naquela noite ia me encontrar com uns amigos e deixasse eles subirem pra eu esperar eles bem putinha. A campainha toca e a adrenalina já tava na minha pele. O apê meia-luz, música boa, eu já com um gim-tônica na mão pra acalmar a ansiedade. Deixei a porta entreaberta e esperava eles com meu drink numa mão e curtindo um cigarro. Não tem nada que me excite mais do que fumar na prévia. Isso me dá um tesão danado.
Eles entram no apê, aqueles shorts de futebol marcando o volume pra caralho e o cheiro de macho suado misturado com desodorante masculino numa combinação explosiva, exalando testosterona que deixa qualquer mulher que se aproxima uma putinha. Eles foram se acostumando com a luz fraca e eu me aproximei pra cumprimentar. Santi, com quem a gente tava se falando, foi o primeiro a avançar e, me segurando pela cintura, me deu um beijo na boca. — "Cês tão... Falei que era uma puta tremenda, rapaziada... Só sorri. Cumprimentei o Nico e o Leo, me colocando no meio dos dois enquanto as mãos deles iam acariciando minha bunda por baixo da minha minissaia jeans... e eu passando a mão nos peitos deles, descendo pros bagulhos que já estavam acordando... falei pra eles ficarem à vontade que eu cuidava de tudo. O Santi me levou pra cozinha, sempre por trás, me segurando pela cintura, deixando claro que tinha ficado de pau duro, enquanto o Leo e o Nico tiravam as camisetas, deixando os torsos à mostra... os dois com aquele corpo de jogador de futebol, definido, duro e peludo, do jeitinho que eu gosto. O Santi beija meu pescoço e fala: — Hoje você vai ser uma puta muito boa pros meus amigos, bebê. Me dá um tapa na bunda e eu saio com duas latinhas na mão, me aproximo deles com a minha melhor cara de gata no cio. — Aqui ó, bombons pra vocês. O Santi senta num sofá, já sem camisa e descalço, abrindo as pernas com uma cerveja na mão. — Vem, puta, começa por aqui. E deixa a cabeça da pica aparecendo pela lateral do short. Eu vou me aproximando de quatro, rebolando a bunda, com a língua pra fora, buscando aquilo que eu tanto queria... um belo pedaço de pica. Vejo os caras se despindo enquanto eu afundo a cabeça naquela pica bem fundo, sentindo a pélvis dele me inundar com aquele cheiro de macho, suor, pica e cheiro de homem. Sinto as mãos dos caras na minha bunda. — Mas que puta gostosa que você é... Que rabo divino que você tem, bebê. Molhando um dos dedos e puxando a fio dental, o Leo apoia a mão na minha bunda pequena que já tava voando de tesão. Um tapa me faz tremer de prazer e uma mão empurra minha cabeça mais fundo na pica do Santi. — Aqui tem mais duas, puta... Vem, dá uns beijinhos neles. Os dois tinham se levantado, um de cada lado, com as cervejas na mão. Eu me levanto de cócoras pra pegar a mais grossa e levar à boca, enquanto seguro a mais comprida com a mão. O Santi, sentado no sofá com a vista completa, me segurava pelo queixo e me... Eu alternava de pau em pau... uns minutos assim... dando prazer pra aqueles pedaços de carne... quando sinto que o Santi tava atrás de mim, puxando de novo minha calcinha fio dental vermelha que comprei pra estrear naquela noite com eles, junto com a cinta-liga e as meias de rede que tô usando... Suspiro de tesão ao sentir aquela língua quente e cheia de saliva me comendo a buceta enquanto o Nico me tira desse impasse com o pau dele batendo na minha cara... COMO VOCÊ GOSTA DE PAU, PUTA... e você não sabe como a gente vai deixar sua bundinha pequena essa noite, gata... A gente vai te banhar de porra, viemos bem carregadinhos, sabe... risadas entre eles, cúmplices, e eu balançando a cabeça de pau em pau... O Santi continuava comendo minha buceta. O Leo termina a cerveja e se afasta... Beleza, rapazes... Vamos dar uns tragos e aí a festa começa... fico ajoelhada no chão enquanto eles terminam as latas e pegam mais, e o Leo tira o baseado... me levanto, acendo um cigarro e a gente se junta na porta da varanda. O Santi me pega de novo por trás pela cintura e encosta o pau na minha buceta — me abraça como se fosse minha namorada e sussurra no meu ouvido... tinha esquecido como você era uma puta gostosa... o Nico e o Leo dando uns tragos no baseado passam pro Santi. Ele me oferece, fumo também... e com um tapa na buceta o Santi fala... Vamos pro quarto??... ele me pega pela mão e me guia, me colocando na frente dele enquanto, na frente do espelho da entrada, os três me cercam e eu me perco num beijo com cada um deles, enquanto só sentia as mãos deles aproveitando cada parte do meu corpo e eu ia tocando as costas suadas deles e aqueles paus duros como pedra... Num aperto no ombro, entendo o sinal claro de que devia me abaixar pra aproveitar os três paus juntos... sempre dois na boca, alternando um... deixei eles bem babados de saliva... um tapa suave mas firme me dá o próximo sinal... era hora de ir pra cama... Me colocam no meio deles, de barriga pra baixo — Tira essa bundinha, puta! — enquanto uma língua mergulhava nela. como desesperado.. um parado com a pica na altura da minha boca e o nicco puxando meu sutiã de renda pra chupar minhas tetinhas.. Só sentia o prazer de ser a mulher desses três safados.. Leo interrompe enquanto eu chupava a pica do santi enfiando os dedos na minha boca pra eu chupar e assim lubrificar bem a pica.. ele se ajeita bem atrás e com um tapa mais forte já sinto ele começar a empurrar aquele pedaço monstruoso.. se abrindo caminho dentro da minha bunda cm por cm.. -Uhhh a buceta da putinha tá fervendo.. e empurra de uma vez toda a pica até o talo.. enquanto eu me sentia presa com uma mão na minha nuca fazendo pressão pra eu engasgar bem.. Leo não parava de meter forte e a cada estocada eu sentia ele entrando até o fundo de mim. Perdi a noção do tempo.. tava explodindo de prazer, tesão, calor e luxúria.. Nico deita do meu lado e fala.. EMPRESTA A PUTINHA PRA MIM AGORA.. Que vou dar o que ela tanto quer.. Leo sai de dentro de mim.. outro tapa mais forte na minha bunda -Vai putinha, entrega a raba pro meu amigo que aqui você tem pra mais tarde.. EU subo em cima do leo molho minha mão com saliva e lubrifico bem a pica dele.. me ajeito e vou descendo devagar sentindo aquele outro pedaço entrando.. minha bunda insaciável não parava de pulsar.. Santi tava tomando uma cerveja em pé curtindo a situação e leo coloca a pica dele de novo na minha boca segurando minha carinha enquanto eu não parava de montar naquela pica acariciando a perna dele e tocando com a outra o peito do nico.. Santi se levanta de novo na cama.. AGORA VOCÊ VAI COMER DUAS JUNTAS, gostosa.. me posiciona fazendo pressão com a pica na mão e enfia só a cabeça e eu sinto minha bunda se abrindo pra receber as duas.. uma dor tão forte quanto prazerosa.. me sentir uma mulher satisfazendo dois safados juntos.. a segunda pica entrou até a metade e eu não aguentava mais de dor e prazer, êxtase total.. aos poucos a dor foi passando até eu ficar toda dilatada ainda mais e se transformar em prazer extremo.. me comiam com força e num ritmo sincronizado entre os dois enquanto eu não conseguia controlar tudo que passava por mim e a sensação de prazer no meu corpo misturada com aquele fogo interno que percorre cada célula da pele.. Não aguento mais, sua puta, vou te encher de porra, diz Nico, sentia o pau dele duro, o torso marcado de tão contraído e tenso naqueles segundos antes de gozar.. começam as contrações da ejaculação e só consigo abrir os olhos e apreciar a cara daquele macho de olhos fechados, só sentindo como ele estava explodindo dentro de mim.. banhando de sêmen o pau do Santi.. que, não aguentando mais, também não espera o Nico sair, se deita e me faz montar neles.. sento sem dificuldade porque já estava com a buceta bem dilatada e o Leo entra na brincadeira de dois.. já bem molhadinha, entra sem problema nos dois e novamente me comiam de novo entre dois machos me chamando de puta e dizendo como minha buceta era gostosa.. que a cara de puta que eu fazia ao gozar era de filmar.. mais uns minutos me comendo selvagemente e eles trocam um sinal, saem de dentro de mim.. se levantam.. me deixam de joelhos.. o Leo me pega pela peruca e diz: abre bem a boca, puta, que aqui vamos te dar a porra.. gozaram juntos com segundos de diferença de tão excitados que estavam, enchendo minha boca de litros de porra quente, grossa e com aquele sabor de sêmen que eu tanto amo.. tento engolir tudo mas é impossível, escorria um pouco pelo canto da boca, que o Leo tratou de juntar com o pau dele e colocar de volta na minha boca.. que puta gostosa que você é, baby.. como você esvaziou meu pau, linda.. uma palmadinha na minha bochecha e os dois saíram para a sala de jantar.. Eu exausta. plena. quebrada. molhada e ainda mais excitada que antes.. com vontade de mais.. Me arrumo de novo.. e vou para a sala de jantar.. os três sentados com uma cerveja cada um e um cigarro.. Santi me convida com um gesto para pegar uma cerveja enquanto com a outra mão bate na perna dele para eu sentar.. Sentei.. tomei um pouco.. enquanto ele arruma um fio de cabelo no meu rosto e me diz... Você é lindamente piranha, docinho... Toma mais um pouquinho e daqui a pouco a gente já te dá a segunda volta...
Foram uns dias de mensagens entre meu amigo mandando fotos e contando como seria. 26, 28 e 32 anos, eles, héteros com namorada, corpos trabalhados e, principalmente, umas pernas de macho que me deixam louca. Chegou o dia. Uma sexta, às 22h30, eles terminaram de jogar, compraram as bebidas e eu esperava pra satisfazer eles a noite toda. Mensagem que tavam lá embaixo. Já tinha combinado com o porteiro, que é meu amigo, que naquela noite ia me encontrar com uns amigos e deixasse eles subirem pra eu esperar eles bem putinha. A campainha toca e a adrenalina já tava na minha pele. O apê meia-luz, música boa, eu já com um gim-tônica na mão pra acalmar a ansiedade. Deixei a porta entreaberta e esperava eles com meu drink numa mão e curtindo um cigarro. Não tem nada que me excite mais do que fumar na prévia. Isso me dá um tesão danado.
Eles entram no apê, aqueles shorts de futebol marcando o volume pra caralho e o cheiro de macho suado misturado com desodorante masculino numa combinação explosiva, exalando testosterona que deixa qualquer mulher que se aproxima uma putinha. Eles foram se acostumando com a luz fraca e eu me aproximei pra cumprimentar. Santi, com quem a gente tava se falando, foi o primeiro a avançar e, me segurando pela cintura, me deu um beijo na boca. — "Cês tão... Falei que era uma puta tremenda, rapaziada... Só sorri. Cumprimentei o Nico e o Leo, me colocando no meio dos dois enquanto as mãos deles iam acariciando minha bunda por baixo da minha minissaia jeans... e eu passando a mão nos peitos deles, descendo pros bagulhos que já estavam acordando... falei pra eles ficarem à vontade que eu cuidava de tudo. O Santi me levou pra cozinha, sempre por trás, me segurando pela cintura, deixando claro que tinha ficado de pau duro, enquanto o Leo e o Nico tiravam as camisetas, deixando os torsos à mostra... os dois com aquele corpo de jogador de futebol, definido, duro e peludo, do jeitinho que eu gosto. O Santi beija meu pescoço e fala: — Hoje você vai ser uma puta muito boa pros meus amigos, bebê. Me dá um tapa na bunda e eu saio com duas latinhas na mão, me aproximo deles com a minha melhor cara de gata no cio. — Aqui ó, bombons pra vocês. O Santi senta num sofá, já sem camisa e descalço, abrindo as pernas com uma cerveja na mão. — Vem, puta, começa por aqui. E deixa a cabeça da pica aparecendo pela lateral do short. Eu vou me aproximando de quatro, rebolando a bunda, com a língua pra fora, buscando aquilo que eu tanto queria... um belo pedaço de pica. Vejo os caras se despindo enquanto eu afundo a cabeça naquela pica bem fundo, sentindo a pélvis dele me inundar com aquele cheiro de macho, suor, pica e cheiro de homem. Sinto as mãos dos caras na minha bunda. — Mas que puta gostosa que você é... Que rabo divino que você tem, bebê. Molhando um dos dedos e puxando a fio dental, o Leo apoia a mão na minha bunda pequena que já tava voando de tesão. Um tapa me faz tremer de prazer e uma mão empurra minha cabeça mais fundo na pica do Santi. — Aqui tem mais duas, puta... Vem, dá uns beijinhos neles. Os dois tinham se levantado, um de cada lado, com as cervejas na mão. Eu me levanto de cócoras pra pegar a mais grossa e levar à boca, enquanto seguro a mais comprida com a mão. O Santi, sentado no sofá com a vista completa, me segurava pelo queixo e me... Eu alternava de pau em pau... uns minutos assim... dando prazer pra aqueles pedaços de carne... quando sinto que o Santi tava atrás de mim, puxando de novo minha calcinha fio dental vermelha que comprei pra estrear naquela noite com eles, junto com a cinta-liga e as meias de rede que tô usando... Suspiro de tesão ao sentir aquela língua quente e cheia de saliva me comendo a buceta enquanto o Nico me tira desse impasse com o pau dele batendo na minha cara... COMO VOCÊ GOSTA DE PAU, PUTA... e você não sabe como a gente vai deixar sua bundinha pequena essa noite, gata... A gente vai te banhar de porra, viemos bem carregadinhos, sabe... risadas entre eles, cúmplices, e eu balançando a cabeça de pau em pau... O Santi continuava comendo minha buceta. O Leo termina a cerveja e se afasta... Beleza, rapazes... Vamos dar uns tragos e aí a festa começa... fico ajoelhada no chão enquanto eles terminam as latas e pegam mais, e o Leo tira o baseado... me levanto, acendo um cigarro e a gente se junta na porta da varanda. O Santi me pega de novo por trás pela cintura e encosta o pau na minha buceta — me abraça como se fosse minha namorada e sussurra no meu ouvido... tinha esquecido como você era uma puta gostosa... o Nico e o Leo dando uns tragos no baseado passam pro Santi. Ele me oferece, fumo também... e com um tapa na buceta o Santi fala... Vamos pro quarto??... ele me pega pela mão e me guia, me colocando na frente dele enquanto, na frente do espelho da entrada, os três me cercam e eu me perco num beijo com cada um deles, enquanto só sentia as mãos deles aproveitando cada parte do meu corpo e eu ia tocando as costas suadas deles e aqueles paus duros como pedra... Num aperto no ombro, entendo o sinal claro de que devia me abaixar pra aproveitar os três paus juntos... sempre dois na boca, alternando um... deixei eles bem babados de saliva... um tapa suave mas firme me dá o próximo sinal... era hora de ir pra cama... Me colocam no meio deles, de barriga pra baixo — Tira essa bundinha, puta! — enquanto uma língua mergulhava nela. como desesperado.. um parado com a pica na altura da minha boca e o nicco puxando meu sutiã de renda pra chupar minhas tetinhas.. Só sentia o prazer de ser a mulher desses três safados.. Leo interrompe enquanto eu chupava a pica do santi enfiando os dedos na minha boca pra eu chupar e assim lubrificar bem a pica.. ele se ajeita bem atrás e com um tapa mais forte já sinto ele começar a empurrar aquele pedaço monstruoso.. se abrindo caminho dentro da minha bunda cm por cm.. -Uhhh a buceta da putinha tá fervendo.. e empurra de uma vez toda a pica até o talo.. enquanto eu me sentia presa com uma mão na minha nuca fazendo pressão pra eu engasgar bem.. Leo não parava de meter forte e a cada estocada eu sentia ele entrando até o fundo de mim. Perdi a noção do tempo.. tava explodindo de prazer, tesão, calor e luxúria.. Nico deita do meu lado e fala.. EMPRESTA A PUTINHA PRA MIM AGORA.. Que vou dar o que ela tanto quer.. Leo sai de dentro de mim.. outro tapa mais forte na minha bunda -Vai putinha, entrega a raba pro meu amigo que aqui você tem pra mais tarde.. EU subo em cima do leo molho minha mão com saliva e lubrifico bem a pica dele.. me ajeito e vou descendo devagar sentindo aquele outro pedaço entrando.. minha bunda insaciável não parava de pulsar.. Santi tava tomando uma cerveja em pé curtindo a situação e leo coloca a pica dele de novo na minha boca segurando minha carinha enquanto eu não parava de montar naquela pica acariciando a perna dele e tocando com a outra o peito do nico.. Santi se levanta de novo na cama.. AGORA VOCÊ VAI COMER DUAS JUNTAS, gostosa.. me posiciona fazendo pressão com a pica na mão e enfia só a cabeça e eu sinto minha bunda se abrindo pra receber as duas.. uma dor tão forte quanto prazerosa.. me sentir uma mulher satisfazendo dois safados juntos.. a segunda pica entrou até a metade e eu não aguentava mais de dor e prazer, êxtase total.. aos poucos a dor foi passando até eu ficar toda dilatada ainda mais e se transformar em prazer extremo.. me comiam com força e num ritmo sincronizado entre os dois enquanto eu não conseguia controlar tudo que passava por mim e a sensação de prazer no meu corpo misturada com aquele fogo interno que percorre cada célula da pele.. Não aguento mais, sua puta, vou te encher de porra, diz Nico, sentia o pau dele duro, o torso marcado de tão contraído e tenso naqueles segundos antes de gozar.. começam as contrações da ejaculação e só consigo abrir os olhos e apreciar a cara daquele macho de olhos fechados, só sentindo como ele estava explodindo dentro de mim.. banhando de sêmen o pau do Santi.. que, não aguentando mais, também não espera o Nico sair, se deita e me faz montar neles.. sento sem dificuldade porque já estava com a buceta bem dilatada e o Leo entra na brincadeira de dois.. já bem molhadinha, entra sem problema nos dois e novamente me comiam de novo entre dois machos me chamando de puta e dizendo como minha buceta era gostosa.. que a cara de puta que eu fazia ao gozar era de filmar.. mais uns minutos me comendo selvagemente e eles trocam um sinal, saem de dentro de mim.. se levantam.. me deixam de joelhos.. o Leo me pega pela peruca e diz: abre bem a boca, puta, que aqui vamos te dar a porra.. gozaram juntos com segundos de diferença de tão excitados que estavam, enchendo minha boca de litros de porra quente, grossa e com aquele sabor de sêmen que eu tanto amo.. tento engolir tudo mas é impossível, escorria um pouco pelo canto da boca, que o Leo tratou de juntar com o pau dele e colocar de volta na minha boca.. que puta gostosa que você é, baby.. como você esvaziou meu pau, linda.. uma palmadinha na minha bochecha e os dois saíram para a sala de jantar.. Eu exausta. plena. quebrada. molhada e ainda mais excitada que antes.. com vontade de mais.. Me arrumo de novo.. e vou para a sala de jantar.. os três sentados com uma cerveja cada um e um cigarro.. Santi me convida com um gesto para pegar uma cerveja enquanto com a outra mão bate na perna dele para eu sentar.. Sentei.. tomei um pouco.. enquanto ele arruma um fio de cabelo no meu rosto e me diz... Você é lindamente piranha, docinho... Toma mais um pouquinho e daqui a pouco a gente já te dá a segunda volta...
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