Alvaro e Gi: A Trans Gostosa 2

Aqui vai a segunda parte da história.
valeu por ler e comentar
Espero que vocês curtam.


















No outro fim de semana, justamente na sexta-feira, ele veio me buscar. Dessa vez fomos pra minha casa, já que a mulher dele tava na dela. Ele trouxe vodka e uísque. Dessa vez ia sair mais caro pra ele, mas a gente tinha a noite toda pela frente.


E aí, no final, tá tudo certo com a sua patroa?


Alvaro, por sorte ela não percebeu nada, mas fiquei com a bunda dolorida. Eu sei que ela ficou com outro cara porque nem quis fazer nada naquela noite.


Por um lado, foi bem, com certeza você não teria respondido.


Álvaro, tu tem razão, mas ainda assim dá pra ver que ela veio bem cheia.


E aí, cê sabe com quem ela anda? Ou ela tem vários?


Álvaro, o que eu sei é que ele sempre sai com a amiga dele, vão pra balada e chega tarde, então não acho que ele tenha um amante fixo. Isso me faz pensar muito em mim, talvez minha pica não seja suficiente pra ele. O que você acha?


Bom, pra falar a verdade, não dá conta não, mas até que é boa, não é tão pequena assim.


Álvaro, fala a verdade pra mim.


É, bebê, tu tem uma pica pequena, quase nem dá pra sentir quando você fode.


Álvaro: claro, não é o teu caso, na sua dá pra sentir e muito


ela não desconfia que você já é todo um putinho?


O Álvaro não faz ideia, ela acha que agora eu tô com um amigo. No domingo, me chamou pra ir na casa dela, na piscina.


que lindoooo, você vai se divertir pra caralho com ele


Alvaro, você quer vir comigo?


Sabe que se eu for com você é pra arrombar essa sua bucetinha apertada. Você quer que seu amigo saiba que é todo meu.


Já tinha a pijinha dela na minha boca, lambi ela enquanto sentia como ela tremia, sabia que a bunda dela já tava pedindo meu pau, mas eu queria que ela se desesperasse, então comecei a chupar os ovos dela. Álvaro gemia e quase não se mexia. Fui pro cu dela e enfiei com força toda minha língua, desesperado, ela abriu sozinha as nádegas, começou a tremer até que enfiei um dedo. Álvaro gemia cada vez mais forte. Deitei e pedi pra ela me chupar, ela fez na hora, tava mamando meu pau enquanto eu fumava um baseado que ela tinha trazido. Naquele momento, Álvaro só queria ser penetrado. Quando eu tava quase gozando, falei


Sê uma boa puta promíscua, engole toda a minha porra, quero ver tu fazendo isso e de prêmio te arrebento todinha.


Enfiei meu pau o mais fundo que pude e joguei minha porra na garganta dela, com a satisfação de ter conseguido o que queria. O corno manso estava sendo subjugado e eu o dominava. Tirei meu pau e ela abriu a boca como eu pedi, lá estava a língua dela cheia de porra.


engole tudo, meu amorzinho, agora você é todo meu


Engoliu e percebi que ela sentiu nojo. Meti o pau de novo na boca dela e, do jeito que tava, ela me disse


Alvaro, você não vai me comer?


si, amor, vou te partir ao meio, seu promíscuo gostoso


era a primeira vez que eu convertia um macho num putinho dado e eu tava adorando, tirei ela e fui pro cu dele, a sentada que eu dei ele sentiu muito bem, ele implorava pra eu pegar devagar e com carinho, eu falava pra ele calar a boca, ele agora era meu putinho, ele se contorcia e reclamava muito, parecia que tava doendo e eu metia mais forte, tinha a noite toda e isso tava só começando, consegui que ele gozasse sem nem tocar na piquitinha dele e quando tirei ela fiquei em cima dele com meus peitões apoiando nas costas dele


Gostou de mim, gostoso?


Alvaro, você me arrebentou toda.


mas olha como sua bunda pequena se mexe, tá procurando pica de novo, quer mais pica amorzinho?


Não disse nada, encaixei minha rola entre as nádegas dela, senti como se mexia devagar, percebi que o cu dela tava tremendo, ansioso por mais pica que arrebentasse a bunda.


Vem aqui, vira e abre bem as pernas.


Levei ele pra ponta da cama, com as pernas bem abertas, apoiei meu pau no cu dele e enfiei tudo. Pude ver a carinha que ele fez enquanto eu enfiava meu pau, os gestos que ele fazia eram incríveis, mesmo eu pegando ele bem devagar dessa vez. Percebi que ele gostava de ser dominado. Quando terminamos, tomamos um banho juntos. O pobre do Álvaro estava dolorido, então levei ele pra sala, servi um uísque e a gente conversou. Eu sabia como ele se sentia e que precisava ser muito mimado pra se recuperar. Combinamos o domingo. Minha tarifa já tinha subido, e eu tinha certeza de que o amigo dele também ia querer meus serviços. Terminamos o uísque e levei ele pro quarto. Dessa vez, ele foi o ativo, mas coitado, não tinha muito com o que bancar o macho. Mesmo assim, menti, fingindo que ele tava me comendo divinamente. Tomei todo o gozo dele e, depois de outro uísque, ele me pagou e disse que passaria me buscar no domingo.

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