Depois das minhas experiências ruins, passei um bom tempo antes de ter outro encontro com alguém, mas já tinha mais experiência em identificar quem realmente valia a pena ou quem só ia me fazer perder tempo. Nesse período, fechei meu perfil antigo do Facebook e mudei meu nome para Sarah Mars (por causa da atriz transexual pornô Natalie Mars). Os resultados eram quase os mesmos: puro punheteiro pedindo fotos e nada mais. No entanto, entre tantos tarados, encontrei um diamante, e foi assim que o Gustavo entrou na minha vida. A gente conversava pelo Facebook de forma bem normal, como dois amigos se conhecendo. Ele não era meloso, me chamando de "Sweetie" ou "meu amor" do nada. Enfim, gostei bastante dele, por isso aceitei encontrá-lo. E eu não fazia ideia do que me esperava — ele ia me mostrar o que significava ser uma verdadeira mulher.
Marcamos o encontro num sábado ao meio-dia. Vou dar uma dica: todas as minhas histórias rolaram nos meus primeiros três anos de faculdade, e como quase sempre eu tinha aula aos sábados, era fácil pra mim arrumar esses encontros. A gente se viu num café pra se conhecer pessoalmente e combinar o que ia rolar. Cheguei primeiro no lugar e sentei na cadeira mais no fundo, onde a gente pudesse conversar sossegado. Pouco tempo depois ele chegou. Era um homem maduro, do jeito que eu gosto. Não dava pra saber a idade certa, mas pela aparência dava pra chutar uns cinquenta anos. Bigode bem aparado, moreno, barriga marcada, meio careca e com uns fios brancos tomando conta do preto da cabeça. Tava de camisa xadrez e jeans azul escuro.
- Oi, Sarita? - Sim - respondi.
- Ah! que bom, quer tomar algo e bater um papo? - Claro.
Tomamos um café enquanto falávamos das nossas vidas normais. Ele me contou que era divorciado e que os filhos já moravam em outros estados, e que desde sempre gostou de travestis e transexuais, especialmente as mais jovens.
Da minha parte, falei sobre minha carreira e meus hobbies, como eu ainda estava na faculdade e tinha um corpo atlético e magro, bem definido (Não se preocupem, já estou perto de voltar a ter esse físico de novo, e agora com mais bunda). Saímos do café e fomos a um bar que ele conhecia, não muito longe dali. Entrei no carro dele e ele colocou a mão na minha coxa do nada.
- Então, vai ser minha mulher, mesmo que por algumas horas? - Ele perguntou.
- Claro que sim.
Ele deu uma risadinha e dirigiu até o bar quase sem tirar a mão da minha coxa.
Quando chegamos, sentamos no fundo do lugar, que estava vazio, só tinha uns dois homens bêbados. Tomamos umas cervejas e começamos a conversar sobre o que faríamos quando chegássemos no hotel.
Ele disse que me queria bem passiva, e eu falei que faria isso. Também disse que não depilava o corpo, mas ele argumentou que não tinha problema, desde que eu reagisse e me comportasse como uma mulher bem submissa o tempo todo. Ele não pediu roupa especial pra ocasião, mas eu já tinha levado dois conjuntos prontos. O primeiro era um baby doll de renda que fechava no peito, uma cinta-liga e minhas meias junto com meus saltos. O segundo era um conjunto de colegial de ensino médio. Ele disse que gostava dos dois e que eu usasse o que mais me agradasse. Tomamos mais uma cerveja e compramos mais duas pra levar no caminho.
Chegamos no motel, não liguei se alguém me via, paguei o quarto e enquanto ele terminava de estacionar, subi pro quarto pra colocar uma música, mas o canal pornô já tava ligado e deixei assim. Entrei no banheiro pra me trocar, pra ele me curtir inteira. Quando saí e me vi transformada, já vestida de mulher com peruca e salto, ele ficou surpreso, me dizendo que eu tava muito gostosa, coisa que agradeci dando uma voltinha pra ele me ver completa. Ele se aproximou, passando a mão no meu corpo todo, acariciando minhas pernas e minha bunda até que me parou e me abraçou por trás, me puxando pro pau dele, que já tava bem duro. Começou a beijar meu pescoço e apalpar meus peitos, beliscando meus bicos. Me segurou com força e me encostou na parede, falando no meu ouvido: "Nossa, como você tá gostosa, meu amor." — "É, papai?" — "Vem cá." Me virei e ele me deu um beijo gostoso na boca. Não sabia o que tava acontecendo comigo, talvez fosse a cerveja, nunca tinha beijado um homem, mas ele fez isso comigo pela primeira vez e eu tava adorando. A gente se perdeu num beijo apaixonado, enquanto eu passava a mão no corpo dele e ele fazia o mesmo. Continuou beijando meu pescoço, fazendo alguns gemidos escaparem da minha boca, e isso foi o suficiente pra eu entrar de vez no meu papel de mulher.
Eu tava comendo uns beijos enquanto me deixava levar pela situação. Tanta era minha excitação que fui a primeira a me ajoelhar na frente dele pra tirar a calça dele, primeiro tirei o cinto e depois a calça pra poder puxar aquela piroca gostosa, era uns 20 cm grossa e bem venuda. Eu já tava tão molhada que enfiei na boca na hora, comecei a chupar devagar, brincando com a cabeça primeiro, fazendo ele gemer. — Ai, meu amor, que gostoso — ele dizia enquanto a piroca entrava e saía da minha boca. Eu continuei na minha, chupando as bolas dele inchadas na frente daquela piroca deliciosa que tava me deixando louca, me senti toda uma mulher com aquele homem, não sei por quê.
Me levanto de repente e dou outro beijo gostoso nele enquanto me deito na cama. Ele continuou me beijando enquanto descia devagar, dos meus lábios para o meu pescoço, brincava com minhas cadeiras, abaixou meu baby doll pra chupar meu peito, depois meu umbigo e foi descendo até chegar no meu clitóris pra me dar umas chupadas também, mas não parou muito tempo ali. Ele puxou minha calcinha fio dental pro lado e, levantando minhas pernas nos ombros dele, começou a comer meu cu. — Ai, papai, que gostoso, papai — eu falava entre meus gemidos — mais, mais, mais.
Eu estava completamente entregue ao prazer que aquele homem estava me dando, sentia a língua dele percorrer meu ânus e, às vezes, ele tentava entrar, gerando bastante prazer sentir a língua dele fazendo aquilo. Do nada, senti um dos dedos dele se introduzir em mim. — Aaai, Sweetie, que gostoso. — Você gosta, sua putinha? — ele perguntou enquanto torcia o dedo dentro de mim. — Adoro. — Vai pegar as camisinhas e o lubrificante. — Sim, amor — levantei da cama e já estava indo em direção ao criado-mudo onde estava tudo, mas ele disse algo que me parou. — Não, assim não — eu parei. — Fica de quatro, quero ver essa bunda. — Sim — eu, hesitante mas submissa, aceitei. Fui engatinhando da cama até o criado-mudo, rebolando a bunda pra ele ver bem, e fiz o mesmo na volta. — Coloca a camisinha com a boca — ele mandou. Dei mais umas chupadas naquela piroca gostosa e coloquei a camisinha entre os lábios pra poder colocá-la como ele pediu.
Me recostei na cama de novo e, com os dedos grossos e ásperos dele, ele começou a passar lubrificante no meu cu enquanto continuava me provocando pra ir relaxando meu rabo. — Você aperta bem gostosa, mulher, não te comiam há tempo? — Não, papi. — Ele tinha razão, fazia muito tempo que não me comiam como mulher. — Então vou te fazer mulher, puta. — Ele passou mais lubrificante no pau dele e começou a enfiar devagar, sentia o cacete dele abrindo caminho pelo meu cu apertado até que, de uma vez, enfiou tudo, arrancando de mim um gemido misturado de dor e prazer.
Ele me ignorou e começou a bombar forte em mim enquanto se inclinava completamente sobre o meu corpo, me dominando. — Cê gosta, sua puta? Gosta de ser comida como se fosse minha mulher? — ele falava no meu ouvido. — Sim — respondi entre gemidos, puxando a cabeça dele pra beijar enquanto me comia. Ele me tinha tão submissa, e tava fazendo um amor tão gostoso que a gente se perdeu de novo num beijo molhado e intenso. Nunca tinha sentido ele tão quente e sexy, era delicioso o que tava rolando. Ele saiu do meu cu, me virou num movimento rápido e seco, deixando minha cara contra o lençol e minha bunda pro alto. Me segurou pela cintura, me puxou pra perto dele, e com o pau duro me penetrou fácil, começando a me comer de quatro.
- Assim você fica bem gostosa e bem putinha, meu amor.
- Sim, papai, me come.
Uma palmada forte bateu na minha bunda e me fez gemer ainda mais.
- Você é uma putinha.
- Sim, papai, eu sou.
Levei outra palmada forte.
- Mais forte, me dá.
Ele me deu outra palmada.
- Sou putinha, papai.
Ele me deu mais uma palmada.
- O que você é?
- Sua putinha, papai.
Ele me segurou firme pela cintura e começou a me foder mais forte. Eu estava tão excitada que gozei naquele momento como nunca, com um gemido que virou grito.
- Putinha, que gostoso você goza.
Ele disse enquanto continuava me comendo.
Num certo ponto, os movimentos dele ficaram mais rápidos, e eu sabia o que vinha. Ele gozou dentro de mim com um grande suspiro.
- Haaaaaai, putinha, que gostoso você aperta, sua safada.
Ele saiu de dentro de mim e jogou a camisinha no lixo. Pegou o pau molhado e ainda cheio de porra e levou até minha boca. Eu, entendendo o que ele queria, me aproximei e comecei a limpar ele.
—Isso mesmo, putinha, engole tudo, engole minha porra toda, putinha.
Eu não dizia nada, só fiquei chupando aquela buceta gostosa e o leite que ainda escorria daquela pica deliciosa. Depois de terminar, a gente ficou deitado na cama se abraçando como homem e mulher. Continua...
Marcamos o encontro num sábado ao meio-dia. Vou dar uma dica: todas as minhas histórias rolaram nos meus primeiros três anos de faculdade, e como quase sempre eu tinha aula aos sábados, era fácil pra mim arrumar esses encontros. A gente se viu num café pra se conhecer pessoalmente e combinar o que ia rolar. Cheguei primeiro no lugar e sentei na cadeira mais no fundo, onde a gente pudesse conversar sossegado. Pouco tempo depois ele chegou. Era um homem maduro, do jeito que eu gosto. Não dava pra saber a idade certa, mas pela aparência dava pra chutar uns cinquenta anos. Bigode bem aparado, moreno, barriga marcada, meio careca e com uns fios brancos tomando conta do preto da cabeça. Tava de camisa xadrez e jeans azul escuro.
- Oi, Sarita? - Sim - respondi. - Ah! que bom, quer tomar algo e bater um papo? - Claro.
Tomamos um café enquanto falávamos das nossas vidas normais. Ele me contou que era divorciado e que os filhos já moravam em outros estados, e que desde sempre gostou de travestis e transexuais, especialmente as mais jovens.
Da minha parte, falei sobre minha carreira e meus hobbies, como eu ainda estava na faculdade e tinha um corpo atlético e magro, bem definido (Não se preocupem, já estou perto de voltar a ter esse físico de novo, e agora com mais bunda). Saímos do café e fomos a um bar que ele conhecia, não muito longe dali. Entrei no carro dele e ele colocou a mão na minha coxa do nada.
- Então, vai ser minha mulher, mesmo que por algumas horas? - Ele perguntou.
- Claro que sim.
Ele deu uma risadinha e dirigiu até o bar quase sem tirar a mão da minha coxa.
Quando chegamos, sentamos no fundo do lugar, que estava vazio, só tinha uns dois homens bêbados. Tomamos umas cervejas e começamos a conversar sobre o que faríamos quando chegássemos no hotel.
Ele disse que me queria bem passiva, e eu falei que faria isso. Também disse que não depilava o corpo, mas ele argumentou que não tinha problema, desde que eu reagisse e me comportasse como uma mulher bem submissa o tempo todo. Ele não pediu roupa especial pra ocasião, mas eu já tinha levado dois conjuntos prontos. O primeiro era um baby doll de renda que fechava no peito, uma cinta-liga e minhas meias junto com meus saltos. O segundo era um conjunto de colegial de ensino médio. Ele disse que gostava dos dois e que eu usasse o que mais me agradasse. Tomamos mais uma cerveja e compramos mais duas pra levar no caminho.
Chegamos no motel, não liguei se alguém me via, paguei o quarto e enquanto ele terminava de estacionar, subi pro quarto pra colocar uma música, mas o canal pornô já tava ligado e deixei assim. Entrei no banheiro pra me trocar, pra ele me curtir inteira. Quando saí e me vi transformada, já vestida de mulher com peruca e salto, ele ficou surpreso, me dizendo que eu tava muito gostosa, coisa que agradeci dando uma voltinha pra ele me ver completa. Ele se aproximou, passando a mão no meu corpo todo, acariciando minhas pernas e minha bunda até que me parou e me abraçou por trás, me puxando pro pau dele, que já tava bem duro. Começou a beijar meu pescoço e apalpar meus peitos, beliscando meus bicos. Me segurou com força e me encostou na parede, falando no meu ouvido: "Nossa, como você tá gostosa, meu amor." — "É, papai?" — "Vem cá." Me virei e ele me deu um beijo gostoso na boca. Não sabia o que tava acontecendo comigo, talvez fosse a cerveja, nunca tinha beijado um homem, mas ele fez isso comigo pela primeira vez e eu tava adorando. A gente se perdeu num beijo apaixonado, enquanto eu passava a mão no corpo dele e ele fazia o mesmo. Continuou beijando meu pescoço, fazendo alguns gemidos escaparem da minha boca, e isso foi o suficiente pra eu entrar de vez no meu papel de mulher.
Eu tava comendo uns beijos enquanto me deixava levar pela situação. Tanta era minha excitação que fui a primeira a me ajoelhar na frente dele pra tirar a calça dele, primeiro tirei o cinto e depois a calça pra poder puxar aquela piroca gostosa, era uns 20 cm grossa e bem venuda. Eu já tava tão molhada que enfiei na boca na hora, comecei a chupar devagar, brincando com a cabeça primeiro, fazendo ele gemer. — Ai, meu amor, que gostoso — ele dizia enquanto a piroca entrava e saía da minha boca. Eu continuei na minha, chupando as bolas dele inchadas na frente daquela piroca deliciosa que tava me deixando louca, me senti toda uma mulher com aquele homem, não sei por quê.
Me levanto de repente e dou outro beijo gostoso nele enquanto me deito na cama. Ele continuou me beijando enquanto descia devagar, dos meus lábios para o meu pescoço, brincava com minhas cadeiras, abaixou meu baby doll pra chupar meu peito, depois meu umbigo e foi descendo até chegar no meu clitóris pra me dar umas chupadas também, mas não parou muito tempo ali. Ele puxou minha calcinha fio dental pro lado e, levantando minhas pernas nos ombros dele, começou a comer meu cu. — Ai, papai, que gostoso, papai — eu falava entre meus gemidos — mais, mais, mais.
Eu estava completamente entregue ao prazer que aquele homem estava me dando, sentia a língua dele percorrer meu ânus e, às vezes, ele tentava entrar, gerando bastante prazer sentir a língua dele fazendo aquilo. Do nada, senti um dos dedos dele se introduzir em mim. — Aaai, Sweetie, que gostoso. — Você gosta, sua putinha? — ele perguntou enquanto torcia o dedo dentro de mim. — Adoro. — Vai pegar as camisinhas e o lubrificante. — Sim, amor — levantei da cama e já estava indo em direção ao criado-mudo onde estava tudo, mas ele disse algo que me parou. — Não, assim não — eu parei. — Fica de quatro, quero ver essa bunda. — Sim — eu, hesitante mas submissa, aceitei. Fui engatinhando da cama até o criado-mudo, rebolando a bunda pra ele ver bem, e fiz o mesmo na volta. — Coloca a camisinha com a boca — ele mandou. Dei mais umas chupadas naquela piroca gostosa e coloquei a camisinha entre os lábios pra poder colocá-la como ele pediu.
Me recostei na cama de novo e, com os dedos grossos e ásperos dele, ele começou a passar lubrificante no meu cu enquanto continuava me provocando pra ir relaxando meu rabo. — Você aperta bem gostosa, mulher, não te comiam há tempo? — Não, papi. — Ele tinha razão, fazia muito tempo que não me comiam como mulher. — Então vou te fazer mulher, puta. — Ele passou mais lubrificante no pau dele e começou a enfiar devagar, sentia o cacete dele abrindo caminho pelo meu cu apertado até que, de uma vez, enfiou tudo, arrancando de mim um gemido misturado de dor e prazer.
Ele me ignorou e começou a bombar forte em mim enquanto se inclinava completamente sobre o meu corpo, me dominando. — Cê gosta, sua puta? Gosta de ser comida como se fosse minha mulher? — ele falava no meu ouvido. — Sim — respondi entre gemidos, puxando a cabeça dele pra beijar enquanto me comia. Ele me tinha tão submissa, e tava fazendo um amor tão gostoso que a gente se perdeu de novo num beijo molhado e intenso. Nunca tinha sentido ele tão quente e sexy, era delicioso o que tava rolando. Ele saiu do meu cu, me virou num movimento rápido e seco, deixando minha cara contra o lençol e minha bunda pro alto. Me segurou pela cintura, me puxou pra perto dele, e com o pau duro me penetrou fácil, começando a me comer de quatro.
- Assim você fica bem gostosa e bem putinha, meu amor. - Sim, papai, me come.
Uma palmada forte bateu na minha bunda e me fez gemer ainda mais.
- Você é uma putinha.
- Sim, papai, eu sou.
Levei outra palmada forte.
- Mais forte, me dá.
Ele me deu outra palmada.
- Sou putinha, papai.
Ele me deu mais uma palmada.
- O que você é?
- Sua putinha, papai.
Ele me segurou firme pela cintura e começou a me foder mais forte. Eu estava tão excitada que gozei naquele momento como nunca, com um gemido que virou grito.
- Putinha, que gostoso você goza.
Ele disse enquanto continuava me comendo.
Num certo ponto, os movimentos dele ficaram mais rápidos, e eu sabia o que vinha. Ele gozou dentro de mim com um grande suspiro.
- Haaaaaai, putinha, que gostoso você aperta, sua safada.
Ele saiu de dentro de mim e jogou a camisinha no lixo. Pegou o pau molhado e ainda cheio de porra e levou até minha boca. Eu, entendendo o que ele queria, me aproximei e comecei a limpar ele. —Isso mesmo, putinha, engole tudo, engole minha porra toda, putinha.
Eu não dizia nada, só fiquei chupando aquela buceta gostosa e o leite que ainda escorria daquela pica deliciosa. Depois de terminar, a gente ficou deitado na cama se abraçando como homem e mulher. Continua...
2 comentários - Cuando conocí al macho que me hizo hembra en todo sentido.