Beleza, vou me apresentar. Por motivos óbvios, vou trocar os nomes. Vou me chamar Roberto, sou um cara de 30 anos, corpo normal, magro, moreno, simpático, com uma rola normal também, não gosto de exagerar. Minha mãe, Mônica, tem 55 anos, é uma mulher de altura normal, pele branca, peitos médios, cintura fina, mas o que se destaca mesmo são essas bundonas enormes. Ela faz academia há 3 anos, então é uma mulher madura bem gostosa. Meu pai, Mário, tem 58 anos, moreno, um pouco gordinho, com uma barriguinha. Já aviso: não sou escritor ou redator, vou escrever do jeito que tô vivendo. Me animei a contar o que venho passando com minha mãe. Preciso desabafar e ir contando passo a passo desde uns 8 meses atrás, em abril pra ser mais exato.
Sou solteiro e ainda moro com meus pais, porque sou filho único e minha mãe não quer que eu me mude. Ela fala: "O que você vai fazer sozinho num apartamento, e eu aqui em casa?" Já que a casa é grande, de dois andares. Meu pai é caminhoneiro há quase 25 anos, e como vocês sabem, esse trampo é foda. Ele vem a cada 20 dias ou todo mês pra casa, fica uns dias e volta a viajar. Sempre foi assim a vida dele, pra nos dar de tudo. Sou muito grato por isso, porque graças ao trabalho dele, minha mãe não precisa trabalhar e vivemos bem. Como meu pai diz: "Pra feijão não falta." Eu, por minha vez, coloquei um carro na plataforma da Uber e sou meu próprio chefe, então tenho tempo livre, não reclamo.
Nunca imaginei ou fantasiei com minha mãe, nunca vi ela com outros olhos de desejo, nunca. Pra mim, ela era só minha mãe e ponto final. A gente fazia compras juntos, ia no supermercado, e até quando ela comprava roupa, vestia na minha frente pra pedir minha opinião, sem nenhum tabu. Mas, como repito, desde 8 meses atrás, tudo mudou. Comecei a prestar mais atenção na minha mãe. Tudo começou numa segunda-feira. Eu tava chegando do trabalho à tarde, e ela tava lavando roupa e louça. Sentei na sala pra relaxar um pouco, porque o calor e o trânsito tinham me moído. Tava de boa e ela me chama. M. Oi filho, chegou cedo hoje. Por isso levanto, vou pra cozinha, lá tem um quintal com tanque e dou um beijo na bochecha e um abraço nela. Eu. Oi mãe. É, o calor tá forte demais e o trânsito tá um caos, assim não dá pra trabalhar, melhor deixar pra amanhã. M. Pois é filho, relaxa meu amor, toma um copo d'água, fiz uma jarra de água com limão. Aí ela vai até a geladeira pegar a jarra e se abaixa completamente, a cintura sem dobrar os joelhos, se empinou toda, eu tava bem atrás dela. Que buceta gostosa, falei eu, no esplendor dela, aquelas nádegas duras, firmes, uau, que vontade de amassar ou meter os dedos. Fiquei parado, falei que meu pai me perdoe, mas que rabo que a minha mãe tem, ela tava usando um legging roxo transparente bem apertado no cuzinho. Nisso ela volta à posição normal com a jarra e se vira, me pega na cara, me agarra com uma mão tapando minha boca e a outra no meu pau, e fica olhando e diz. M. O que foi filho, me passa o copo. Eu. Hum sim mãe, todo besta fiquei, pra não dizer outra coisa. Aí tomei o copo d'água e falei que ia subir pra tomar banho, que já descia. Não sei como ela me viu ou que cara eu tava, ela disse. M. Vai sim filho, porque tu tá muito quente, dá pra ver. Quando subi pro meu quarto, baixei a calça. Não acreditei, tava com o pau meio duro e pensei, caralho, como é possível que minha mãe, minha progenitora, me deixou assim. Amarrei a toalha na cintura e entrei no banho pra esfriar. Tomando banho, continuei pensando, minha cabeça girava a mil. Será que minha mãe fez de propósito pra me provocar? Por que não deixou eu pegar a jarra? Por que se empinou daquele jeito? E fiz as contas, meu pai já tava há quase 20 dias sem ir em casa, desde quando ele comeria minha mãe, um monte de coisa passou pela cabeça. Termino o banho e tô me trocando quando ouço um barulho de pratos de vidro se quebrando. M. Porra de sorte. Me leva, Roberto, desce, por favor.
Eu. O que foi, mãe, você tá bem?
M. Aquele maldito copo que já tava rachado quebrou de vez e eu cortei a mão, filho.
Eu. Já, mãe, calma, você tá bem. Deixa eu te curar, vem pra sala.
Nisso vou pegar um kit de primeiros socorros que a gente tem e começo a tratar ela. Foi um corte grande, que pegou a palma da mão, o que ia limitar ela de fazer coisas, e ela tava puta. Limpei a mão dela, curei e enfaixei.
M. Porra de azar, filho, e não terminei de lavar a roupa, já tá de molho.
Eu. Que roupa, mãe? O que falta?
M. A do cesto pequeno, filho, mas... assim que a dor passar, eu lavo.
Eu. Deixa que eu lavo e estendo, ok? Fica tranquila, descansa.
M. Não, filho, como assim? Amanhã eu lavo.
Eu. Aí me deu curiosidade por que ela não queria que eu lavasse, tanta insistência. Total, não liguei, me servi de comida. Ela na sala vendo notícias, já deitada quase dormindo de bruços. Dei uma olhada e fiquei admirando aquela bunda gostosa. Fui até aquele cesto misterioso, meti a mão e... uau, quase tive um infarto vendo aquilo. Agora entendi por que não queria que eu lavasse: tinha cinco tangas lindas, umas fio dental e outras com um triângulo gostoso de puta. Mãe, não podia acreditar que minha mãe usava esse tipo de tanga. Na hora imaginei um monte de coisas: primeiro, como aquele rabo ia ficar de tanga; depois, se alguém da academia ou um vizinho tava comendo ela sem pensar. Peguei várias tangas e levei ao nariz. Não era eu, honestamente, o tesão me venceu. Cheirei, tinham um cheiro delicioso de mulher, de buceta faminta de pica, um cheiro gostoso. Naquele momento, me perdi, foda-se que era minha mãe. Quando vi, debaixo do meu shorts, uma ereção do caralho. Me veio meu pai na cabeça, mas foda-se. Minha mãe ainda tava dormindo no sofá de bruços. Me aproximei dela e passei a língua nas nádegas dela, e dei um tapinha na bunda. Eu, com as cinco tangas na mão, fui pro meu quarto. Deito, tiro a pica pra fora e começo a bater uma cheirando as calcinhas dela. Eu. Quem te viu, hein... aaaaaaa, puta safada, com essa rabuda aaaammm, pra chupar você toda e meter toda a minha vara aaaa. Como essas calcinhas devem ficar nessas bundonas aaaaaa. Mmmmm. Foi uma das punhetas mais gostosas que já bati pensando na minha mãe, fiquei todo acabado, sem forças, com as calcinhas do meu lado na cama, com aquele cheiro característico de buceta madura. Quando, de repente, saio do meu quarto, batem na porta. Minha mãe. M. Beto, abre a porta, o que você tá fazendo, que tá trancada? Naquela hora, foi como se um balde de água fria caísse em mim. Me levantei como pude, coloquei meu short e, por pura burrice minha, peguei as calcinhas na mão, destranquei a porta e abri. Ela. Fiquei olhando pra ela, cara a cara, e ela diz: M. Eu te falei pra não pegar nada do cesto, onde é que tão? Fiquei todo calado, essa é a palavra, e ela vê que eu tava com elas na mão. M. O que você ia fazer com elas, filho da puta? Eu. Nada, só ia lavar elas pra você. M. É, claro, filho da puta, se fosse isso, você tinha lavado lá embaixo. Eu. No banheiro, ia lavar, mãe. M. É, claro, filho... mas tudo bem, tá. Quando ela falou "tudo bem", ela pegou no meu rosto, tirou as calcinhas da minha mão, levou as calcinhas dela, virou as costas e foi embora, balançando aquela rabona. Pensei na minha incoerência ou burrice: ela falou "tudo bem", tipo, tá tudo bem eu pegar as calcinhas dela? Naquela tarde, deitei e dormi. Acordei umas 9 da noite, tava com fome, mas também, quando a excitação passou, vi o que tinha acontecido, fiquei com vergonha e confuso. Também tava há um tempo sem transar com nenhuma mina. Levantei e desci as escadas. E vejo a minha mãe na sala, sentada, vendo um filme, mas já com outra legging preta e um top preto que deixava o umbigo de fora. Pensei: que porra é essa com a minha mãe? E passei reto pra cozinha, sem olhar ou virar, tava com muita vergonha. O que ela pensaria do próprio filho? Nisso, pego cereal e, quando tô... Jantando, viro e vejo ela se levantar do sofá e vir na minha direção. Pensei: "já era, vem o sermão". Aí ela toca no meu ombro e me diz: "Filho, você tá triste?" Eu fiquei calado. "Mãe." "Filho, me responde, como você tá se sentindo?" Eu: "Pô, nada não, mãe. Me desculpa por ter pegado suas roupas, mas só queria te ajudar. E lavar, já que com sua mão você não consegue." Mãe: "Meu amor, relaxa, não aconteceu nada. Fiquei brava porque levantei pra lavar e não estavam lá. Imaginei que você tinha lavado, mas não vi estendidas, por isso subi no seu quarto e estavam sujas, por isso te perguntei o que você tava fazendo." Eu: "Ia lavar lá em cima, no banheiro." Mãe: "Olha, filho, você nunca imaginou que sua mãe usava esse tipo de calcinha pra não marcar o legging." Eu: "Hmm, não, mãe." Eu comendo, parecendo um menino de castigo, olhando pro meu prato. Nisso ela fala: "Vem, sobe comigo no quarto." Pensei: "Que porra é essa?" Levantei, ela foi na frente subindo a escada e eu atrás, vendo em todo esplendor aquela bunda enorme e gostosa dela, quase enfiava o nariz naquelas nalgas. Chegamos no quarto, fiquei parado, e ela se abaixou de novo, ficou empinada abrindo a gaveta. Pensei: "Que trama é essa? Ela quer me esquentar.
Peguei meu celular na hora e tirei essa foto, nada de MMS. Só de ver ela assim, minha pica já subiu de novo. Minha cabeça começou a rodar e ela falou: "M. Senta aqui, vou te mostrar uma coisa." Eu falei: "Fala mais." Ela: "Olha, o que você acha? Não são bonitas, não?" Ela tirou umas 10 peças, só fio dental, um ou outro cortininha. E eu pensei: "A que jogo você quer jogar, Mony?" E fui levando na esportiva. Eu falei: "São muito lindas, mãe", mas pensei "são umas putinhas". Falei: "Sério, mãe, não imaginava que você usava fio dental." Ela: "Bom, filho, o que você pensava, que eu não usava? hahaha." Eu: "Não, pensei que usava outro tipo de roupa, não fio dental." Ela: "Sou jovem, filho, não sou? Olha só." Ela falou isso e eu sentado na cama a um metro da bunda dela. Ela virou de costas, segurou uma nádega com a mão e deu uns tapas: "Aqui ainda aguento, hahaha." E a gente riu. Ela falou: "O que você acha, filho? Minha lingerie é bonita, né? Pena que seu pai não me dá mais bola." Eu fiquei perplexo, não sabia o que falar ou fazer, não acreditava no que tava rolando naquele momento. Eu falei: "A verdade, mãe, SIM, as leggings que você usa e toda essa variedade de fio dental são lindas, ficam muito gostosas em você. Imagino que devem ficar maravilhosas." Eu falei: "Também acho que na academia deve ter uns babões te olhando, hehehe, não?" Ela: "Pois é, filho, mas não dou bola. Amo muito seu pai e respeito ele." "Sim, claro", pensei. Puxei assunto sobre a academia, enquanto olhava os fio dental dela, pra ver até onde dava pra ir. Eu falei: "E, mãe, de um tempo pra cá, você tá com um corpo durinho, umas pernas mais fortes e umas bundas maiores." Ela: "Pois é, filho, tô pegando pesado. Por isso que eu malho 1 hora por dia. Quer tocar?" Quando ela falou isso, eu levei a mão na perna dela, na coxa, e fui fundo. Fui subindo a mão devagar até chegar na bunda dela e comecei a apertar, dar uns tapinhas, vendo que tava bem durinha. Eu falei: "Pô, mãe, SIM, tão duras, firmes." E comecei a ficar mais sem vergonha. Ela tava na frente do toucador, apoiada com a mão, e eu já tava passando a mão na bunda dela com as duas mãos. Sentia uma delícia, macia, massageava em círculos devagar. Ela, bem baixinho, fez... um gemido. Mmmm. Eu perguntava se ela tava se sentindo bem, mamãe, bom trabalho que cê fez, e continuava passando a mão pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, com as duas mãos eu pegava as duas nádegas dela e abria e fechava, ela não falava nada. Só mmmm, aaaaa, mmmmm, abaixava a cabeça, virei pra olhar ela e dava pra ver a cara dela, ela colocava a língua pra fora e fechava os olhos, já não tinha mais vergonha, só um silêncio mmm, aaa, mmmm, naquele momento eu tava hipnotizado e com a mão direita enfio a mão direita no meio das nádegas dela e começo a esfregar, ela fala mmm, mmm, aaa, M. Nãão filhoooooooo não M.mmmmmm,mmmmm o que cê tá fazendo. M. Isso não tá certo aaaaauuuww M. Aaaaaamm,mmmmm Ela já tava esquentando, bom, nós dois, eu tava com uma ereção duraaaa. Nisso vou descendo o leggings dela devagar e quando ela pega e deixa na metade das nádegas, só olhei aquele triângulo da calcinha fio dental dela. Mas como pude, ela tirou a mão. E eu baixei mais, já comecei a enfiar mais a mão M. nãoo filho aaaaa para com isso nãoo M. Já para. Eu. Cê gosta, cê gosta M. Jááá espera mmm, Nisso já tava, nós dois já távamos quentes, queria puxar a calcinha fio dental pro lado e enfiar a pica toda, fodendo-se que era minha mãe, ela também já vinha me esquentando com esses leggings e essas calcinhas fio dental que ela deixava pra eu ver. Me posicionei e ia meter minha cara na buceta dela quando de repente ela me parou. M. nãooo Beto M já deu, chega. M. Me respeita jááá M. Isso foi um erro, não vai se repetir M. Só ia te mostrar minha roupa íntima pra você tirar essas loucuras da cabeça e olha onde a gente chegou, isso não tá certo SIM Eu. mas mãe cê queria, deixa eu chupar sua buceta, vai. M. Não, cê tá é maluco, Beto. M. Cê é meu filho. M. Se seu pai descobre, ele mata a gente. nãooo já vai, cresce e vai pro seu quarto. jááá Eu. Olha como eu tô, olha meu pau. M. Vai tomar um banho. M. Anda, já te falei que não, isso não pode acontecer. Eu. Só deixa eu te tocar pela última vez Eu sentado na cama com a ereção dura que nem um burro e ela já arrumando a roupa dela Assim, empinada daquele jeito, já tinha subido o leggings. M. Que porra de teimoso, não. Eu. Última, mãe, e vou tomar banho. Eu. Além disso, te agradeço, mãe, mas você que me deixou com tesão mostrando sua lingerie. Passou uns 3 minutos, e tanta foi minha insistência que ela me diz: M. Olha, um minuto, Roberto, e isso acaba. Esquece isso, não tá nada certo, não pode acontecer de novo, entendeu? Eu. Sim, mãe, palavra, mas quero que você abaixe o leggings e sente nas minhas pernas assim. M. Filho da puta, tá bem duro, isso te causou... e eu. Eu. Hummm, siiiim. M. Jejejeje, ela riu. Eu. Vai, mãe. M. Nãooo, cê tá mal. M. Só me toca e já era. Eu. A última e não peço mais. Ela se apoiou na penteadeira, pensando 🤔 M. Tipo, você quer que eu sente na sua coisa? M. Só isso? Eu. Hum, sim, como se tivesse rebolando, mãe. M. Tipo, como se você me comesse com roupa. Eu. Hum, sim. M. Ah, Roberto, que coisas você diz, filho. Sim, eu olhava pra cara dela e bem que ela tava brincando, aposto que também ficou com tesão. Eu. Vai, mãããe, vem só um pouquinho e juro que vou embora. M. Olha, se ajeita. Naquele momento, nãooo acreditava no que ela tinha dito, ouvi direito, achei que era um sonho, já tava pouco me fodendo. M. Assim, do jeito que você tá, de shorts. Na hora, apontei bem meu pau e ela foi se sentando devagar até que meu pênis ficou pressionado contra a bunda dela e ela começou a dar umas esfregadas bem gostosas. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, ela começou aaaaaaamm, uuuu, mmmm, mmmmm, aaaaa, mmm, mmmm, mmmmm, aaay... ela tava se esfregando gostoso demais, sem dúvida aaaaauuuww mmm, mmm, já eram umas esfregadas fortes, e de repente jorrou um jato e outrooo aaaaa, ela se levantou e só me disse: "Gozei. Sai." Não sei o que ela pensou.
Estes leggings são os que ela tava usando no dia que cortou a mão. Fico vendo as fotos e penso: "que raba gostosa que eu tenho". Sei que é pecado e meu pai nem desconfia, hehehe. Mas é uma raba do caralho, minha mãe. Fui pro meu quarto, tomei banho e dormi que nem um anjo até o dia seguinte. Acordei umas 8h, minha mãe ainda não tinha saído do quarto dela. Fui lá, olhei o cesto de roupa e tava lá o tesouro: a tanga que ela usou no dia anterior. Peguei, tava molhada de fluido e com um cheiro delicioso. Pensei: "porra, ela ficou com tesão e queria que eu metesse tudo". Aí decidi tratar ela melhor, como uma dama, falar com mais carinho, dar uma chegada de vez em quando, e fazer acontecer o que tinha que acontecer. E aconteceu, mas isso fica pra próxima. Vou continuar postando mais fotos dela e contando essas histórias. Já descansei, tava muito tenso. E minha mãe aos poucos tá soltando a puta que tem dentro dela. Até logo... Continua...
Sou solteiro e ainda moro com meus pais, porque sou filho único e minha mãe não quer que eu me mude. Ela fala: "O que você vai fazer sozinho num apartamento, e eu aqui em casa?" Já que a casa é grande, de dois andares. Meu pai é caminhoneiro há quase 25 anos, e como vocês sabem, esse trampo é foda. Ele vem a cada 20 dias ou todo mês pra casa, fica uns dias e volta a viajar. Sempre foi assim a vida dele, pra nos dar de tudo. Sou muito grato por isso, porque graças ao trabalho dele, minha mãe não precisa trabalhar e vivemos bem. Como meu pai diz: "Pra feijão não falta." Eu, por minha vez, coloquei um carro na plataforma da Uber e sou meu próprio chefe, então tenho tempo livre, não reclamo.
Nunca imaginei ou fantasiei com minha mãe, nunca vi ela com outros olhos de desejo, nunca. Pra mim, ela era só minha mãe e ponto final. A gente fazia compras juntos, ia no supermercado, e até quando ela comprava roupa, vestia na minha frente pra pedir minha opinião, sem nenhum tabu. Mas, como repito, desde 8 meses atrás, tudo mudou. Comecei a prestar mais atenção na minha mãe. Tudo começou numa segunda-feira. Eu tava chegando do trabalho à tarde, e ela tava lavando roupa e louça. Sentei na sala pra relaxar um pouco, porque o calor e o trânsito tinham me moído. Tava de boa e ela me chama. M. Oi filho, chegou cedo hoje. Por isso levanto, vou pra cozinha, lá tem um quintal com tanque e dou um beijo na bochecha e um abraço nela. Eu. Oi mãe. É, o calor tá forte demais e o trânsito tá um caos, assim não dá pra trabalhar, melhor deixar pra amanhã. M. Pois é filho, relaxa meu amor, toma um copo d'água, fiz uma jarra de água com limão. Aí ela vai até a geladeira pegar a jarra e se abaixa completamente, a cintura sem dobrar os joelhos, se empinou toda, eu tava bem atrás dela. Que buceta gostosa, falei eu, no esplendor dela, aquelas nádegas duras, firmes, uau, que vontade de amassar ou meter os dedos. Fiquei parado, falei que meu pai me perdoe, mas que rabo que a minha mãe tem, ela tava usando um legging roxo transparente bem apertado no cuzinho. Nisso ela volta à posição normal com a jarra e se vira, me pega na cara, me agarra com uma mão tapando minha boca e a outra no meu pau, e fica olhando e diz. M. O que foi filho, me passa o copo. Eu. Hum sim mãe, todo besta fiquei, pra não dizer outra coisa. Aí tomei o copo d'água e falei que ia subir pra tomar banho, que já descia. Não sei como ela me viu ou que cara eu tava, ela disse. M. Vai sim filho, porque tu tá muito quente, dá pra ver. Quando subi pro meu quarto, baixei a calça. Não acreditei, tava com o pau meio duro e pensei, caralho, como é possível que minha mãe, minha progenitora, me deixou assim. Amarrei a toalha na cintura e entrei no banho pra esfriar. Tomando banho, continuei pensando, minha cabeça girava a mil. Será que minha mãe fez de propósito pra me provocar? Por que não deixou eu pegar a jarra? Por que se empinou daquele jeito? E fiz as contas, meu pai já tava há quase 20 dias sem ir em casa, desde quando ele comeria minha mãe, um monte de coisa passou pela cabeça. Termino o banho e tô me trocando quando ouço um barulho de pratos de vidro se quebrando. M. Porra de sorte. Me leva, Roberto, desce, por favor.
Eu. O que foi, mãe, você tá bem?
M. Aquele maldito copo que já tava rachado quebrou de vez e eu cortei a mão, filho.
Eu. Já, mãe, calma, você tá bem. Deixa eu te curar, vem pra sala.
Nisso vou pegar um kit de primeiros socorros que a gente tem e começo a tratar ela. Foi um corte grande, que pegou a palma da mão, o que ia limitar ela de fazer coisas, e ela tava puta. Limpei a mão dela, curei e enfaixei.
M. Porra de azar, filho, e não terminei de lavar a roupa, já tá de molho.
Eu. Que roupa, mãe? O que falta?
M. A do cesto pequeno, filho, mas... assim que a dor passar, eu lavo.
Eu. Deixa que eu lavo e estendo, ok? Fica tranquila, descansa.
M. Não, filho, como assim? Amanhã eu lavo.
Eu. Aí me deu curiosidade por que ela não queria que eu lavasse, tanta insistência. Total, não liguei, me servi de comida. Ela na sala vendo notícias, já deitada quase dormindo de bruços. Dei uma olhada e fiquei admirando aquela bunda gostosa. Fui até aquele cesto misterioso, meti a mão e... uau, quase tive um infarto vendo aquilo. Agora entendi por que não queria que eu lavasse: tinha cinco tangas lindas, umas fio dental e outras com um triângulo gostoso de puta. Mãe, não podia acreditar que minha mãe usava esse tipo de tanga. Na hora imaginei um monte de coisas: primeiro, como aquele rabo ia ficar de tanga; depois, se alguém da academia ou um vizinho tava comendo ela sem pensar. Peguei várias tangas e levei ao nariz. Não era eu, honestamente, o tesão me venceu. Cheirei, tinham um cheiro delicioso de mulher, de buceta faminta de pica, um cheiro gostoso. Naquele momento, me perdi, foda-se que era minha mãe. Quando vi, debaixo do meu shorts, uma ereção do caralho. Me veio meu pai na cabeça, mas foda-se. Minha mãe ainda tava dormindo no sofá de bruços. Me aproximei dela e passei a língua nas nádegas dela, e dei um tapinha na bunda. Eu, com as cinco tangas na mão, fui pro meu quarto. Deito, tiro a pica pra fora e começo a bater uma cheirando as calcinhas dela. Eu. Quem te viu, hein... aaaaaaa, puta safada, com essa rabuda aaaammm, pra chupar você toda e meter toda a minha vara aaaa. Como essas calcinhas devem ficar nessas bundonas aaaaaa. Mmmmm. Foi uma das punhetas mais gostosas que já bati pensando na minha mãe, fiquei todo acabado, sem forças, com as calcinhas do meu lado na cama, com aquele cheiro característico de buceta madura. Quando, de repente, saio do meu quarto, batem na porta. Minha mãe. M. Beto, abre a porta, o que você tá fazendo, que tá trancada? Naquela hora, foi como se um balde de água fria caísse em mim. Me levantei como pude, coloquei meu short e, por pura burrice minha, peguei as calcinhas na mão, destranquei a porta e abri. Ela. Fiquei olhando pra ela, cara a cara, e ela diz: M. Eu te falei pra não pegar nada do cesto, onde é que tão? Fiquei todo calado, essa é a palavra, e ela vê que eu tava com elas na mão. M. O que você ia fazer com elas, filho da puta? Eu. Nada, só ia lavar elas pra você. M. É, claro, filho da puta, se fosse isso, você tinha lavado lá embaixo. Eu. No banheiro, ia lavar, mãe. M. É, claro, filho... mas tudo bem, tá. Quando ela falou "tudo bem", ela pegou no meu rosto, tirou as calcinhas da minha mão, levou as calcinhas dela, virou as costas e foi embora, balançando aquela rabona. Pensei na minha incoerência ou burrice: ela falou "tudo bem", tipo, tá tudo bem eu pegar as calcinhas dela? Naquela tarde, deitei e dormi. Acordei umas 9 da noite, tava com fome, mas também, quando a excitação passou, vi o que tinha acontecido, fiquei com vergonha e confuso. Também tava há um tempo sem transar com nenhuma mina. Levantei e desci as escadas. E vejo a minha mãe na sala, sentada, vendo um filme, mas já com outra legging preta e um top preto que deixava o umbigo de fora. Pensei: que porra é essa com a minha mãe? E passei reto pra cozinha, sem olhar ou virar, tava com muita vergonha. O que ela pensaria do próprio filho? Nisso, pego cereal e, quando tô... Jantando, viro e vejo ela se levantar do sofá e vir na minha direção. Pensei: "já era, vem o sermão". Aí ela toca no meu ombro e me diz: "Filho, você tá triste?" Eu fiquei calado. "Mãe." "Filho, me responde, como você tá se sentindo?" Eu: "Pô, nada não, mãe. Me desculpa por ter pegado suas roupas, mas só queria te ajudar. E lavar, já que com sua mão você não consegue." Mãe: "Meu amor, relaxa, não aconteceu nada. Fiquei brava porque levantei pra lavar e não estavam lá. Imaginei que você tinha lavado, mas não vi estendidas, por isso subi no seu quarto e estavam sujas, por isso te perguntei o que você tava fazendo." Eu: "Ia lavar lá em cima, no banheiro." Mãe: "Olha, filho, você nunca imaginou que sua mãe usava esse tipo de calcinha pra não marcar o legging." Eu: "Hmm, não, mãe." Eu comendo, parecendo um menino de castigo, olhando pro meu prato. Nisso ela fala: "Vem, sobe comigo no quarto." Pensei: "Que porra é essa?" Levantei, ela foi na frente subindo a escada e eu atrás, vendo em todo esplendor aquela bunda enorme e gostosa dela, quase enfiava o nariz naquelas nalgas. Chegamos no quarto, fiquei parado, e ela se abaixou de novo, ficou empinada abrindo a gaveta. Pensei: "Que trama é essa? Ela quer me esquentar.
Peguei meu celular na hora e tirei essa foto, nada de MMS. Só de ver ela assim, minha pica já subiu de novo. Minha cabeça começou a rodar e ela falou: "M. Senta aqui, vou te mostrar uma coisa." Eu falei: "Fala mais." Ela: "Olha, o que você acha? Não são bonitas, não?" Ela tirou umas 10 peças, só fio dental, um ou outro cortininha. E eu pensei: "A que jogo você quer jogar, Mony?" E fui levando na esportiva. Eu falei: "São muito lindas, mãe", mas pensei "são umas putinhas". Falei: "Sério, mãe, não imaginava que você usava fio dental." Ela: "Bom, filho, o que você pensava, que eu não usava? hahaha." Eu: "Não, pensei que usava outro tipo de roupa, não fio dental." Ela: "Sou jovem, filho, não sou? Olha só." Ela falou isso e eu sentado na cama a um metro da bunda dela. Ela virou de costas, segurou uma nádega com a mão e deu uns tapas: "Aqui ainda aguento, hahaha." E a gente riu. Ela falou: "O que você acha, filho? Minha lingerie é bonita, né? Pena que seu pai não me dá mais bola." Eu fiquei perplexo, não sabia o que falar ou fazer, não acreditava no que tava rolando naquele momento. Eu falei: "A verdade, mãe, SIM, as leggings que você usa e toda essa variedade de fio dental são lindas, ficam muito gostosas em você. Imagino que devem ficar maravilhosas." Eu falei: "Também acho que na academia deve ter uns babões te olhando, hehehe, não?" Ela: "Pois é, filho, mas não dou bola. Amo muito seu pai e respeito ele." "Sim, claro", pensei. Puxei assunto sobre a academia, enquanto olhava os fio dental dela, pra ver até onde dava pra ir. Eu falei: "E, mãe, de um tempo pra cá, você tá com um corpo durinho, umas pernas mais fortes e umas bundas maiores." Ela: "Pois é, filho, tô pegando pesado. Por isso que eu malho 1 hora por dia. Quer tocar?" Quando ela falou isso, eu levei a mão na perna dela, na coxa, e fui fundo. Fui subindo a mão devagar até chegar na bunda dela e comecei a apertar, dar uns tapinhas, vendo que tava bem durinha. Eu falei: "Pô, mãe, SIM, tão duras, firmes." E comecei a ficar mais sem vergonha. Ela tava na frente do toucador, apoiada com a mão, e eu já tava passando a mão na bunda dela com as duas mãos. Sentia uma delícia, macia, massageava em círculos devagar. Ela, bem baixinho, fez... um gemido. Mmmm. Eu perguntava se ela tava se sentindo bem, mamãe, bom trabalho que cê fez, e continuava passando a mão pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, com as duas mãos eu pegava as duas nádegas dela e abria e fechava, ela não falava nada. Só mmmm, aaaaa, mmmmm, abaixava a cabeça, virei pra olhar ela e dava pra ver a cara dela, ela colocava a língua pra fora e fechava os olhos, já não tinha mais vergonha, só um silêncio mmm, aaa, mmmm, naquele momento eu tava hipnotizado e com a mão direita enfio a mão direita no meio das nádegas dela e começo a esfregar, ela fala mmm, mmm, aaa, M. Nãão filhoooooooo não M.mmmmmm,mmmmm o que cê tá fazendo. M. Isso não tá certo aaaaauuuww M. Aaaaaamm,mmmmm Ela já tava esquentando, bom, nós dois, eu tava com uma ereção duraaaa. Nisso vou descendo o leggings dela devagar e quando ela pega e deixa na metade das nádegas, só olhei aquele triângulo da calcinha fio dental dela. Mas como pude, ela tirou a mão. E eu baixei mais, já comecei a enfiar mais a mão M. nãoo filho aaaaa para com isso nãoo M. Já para. Eu. Cê gosta, cê gosta M. Jááá espera mmm, Nisso já tava, nós dois já távamos quentes, queria puxar a calcinha fio dental pro lado e enfiar a pica toda, fodendo-se que era minha mãe, ela também já vinha me esquentando com esses leggings e essas calcinhas fio dental que ela deixava pra eu ver. Me posicionei e ia meter minha cara na buceta dela quando de repente ela me parou. M. nãooo Beto M já deu, chega. M. Me respeita jááá M. Isso foi um erro, não vai se repetir M. Só ia te mostrar minha roupa íntima pra você tirar essas loucuras da cabeça e olha onde a gente chegou, isso não tá certo SIM Eu. mas mãe cê queria, deixa eu chupar sua buceta, vai. M. Não, cê tá é maluco, Beto. M. Cê é meu filho. M. Se seu pai descobre, ele mata a gente. nãooo já vai, cresce e vai pro seu quarto. jááá Eu. Olha como eu tô, olha meu pau. M. Vai tomar um banho. M. Anda, já te falei que não, isso não pode acontecer. Eu. Só deixa eu te tocar pela última vez Eu sentado na cama com a ereção dura que nem um burro e ela já arrumando a roupa dela Assim, empinada daquele jeito, já tinha subido o leggings. M. Que porra de teimoso, não. Eu. Última, mãe, e vou tomar banho. Eu. Além disso, te agradeço, mãe, mas você que me deixou com tesão mostrando sua lingerie. Passou uns 3 minutos, e tanta foi minha insistência que ela me diz: M. Olha, um minuto, Roberto, e isso acaba. Esquece isso, não tá nada certo, não pode acontecer de novo, entendeu? Eu. Sim, mãe, palavra, mas quero que você abaixe o leggings e sente nas minhas pernas assim. M. Filho da puta, tá bem duro, isso te causou... e eu. Eu. Hummm, siiiim. M. Jejejeje, ela riu. Eu. Vai, mãe. M. Nãooo, cê tá mal. M. Só me toca e já era. Eu. A última e não peço mais. Ela se apoiou na penteadeira, pensando 🤔 M. Tipo, você quer que eu sente na sua coisa? M. Só isso? Eu. Hum, sim, como se tivesse rebolando, mãe. M. Tipo, como se você me comesse com roupa. Eu. Hum, sim. M. Ah, Roberto, que coisas você diz, filho. Sim, eu olhava pra cara dela e bem que ela tava brincando, aposto que também ficou com tesão. Eu. Vai, mãããe, vem só um pouquinho e juro que vou embora. M. Olha, se ajeita. Naquele momento, nãooo acreditava no que ela tinha dito, ouvi direito, achei que era um sonho, já tava pouco me fodendo. M. Assim, do jeito que você tá, de shorts. Na hora, apontei bem meu pau e ela foi se sentando devagar até que meu pênis ficou pressionado contra a bunda dela e ela começou a dar umas esfregadas bem gostosas. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, ela começou aaaaaaamm, uuuu, mmmm, mmmmm, aaaaa, mmm, mmmm, mmmmm, aaay... ela tava se esfregando gostoso demais, sem dúvida aaaaauuuww mmm, mmm, já eram umas esfregadas fortes, e de repente jorrou um jato e outrooo aaaaa, ela se levantou e só me disse: "Gozei. Sai." Não sei o que ela pensou.
Estes leggings são os que ela tava usando no dia que cortou a mão. Fico vendo as fotos e penso: "que raba gostosa que eu tenho". Sei que é pecado e meu pai nem desconfia, hehehe. Mas é uma raba do caralho, minha mãe. Fui pro meu quarto, tomei banho e dormi que nem um anjo até o dia seguinte. Acordei umas 8h, minha mãe ainda não tinha saído do quarto dela. Fui lá, olhei o cesto de roupa e tava lá o tesouro: a tanga que ela usou no dia anterior. Peguei, tava molhada de fluido e com um cheiro delicioso. Pensei: "porra, ela ficou com tesão e queria que eu metesse tudo". Aí decidi tratar ela melhor, como uma dama, falar com mais carinho, dar uma chegada de vez em quando, e fazer acontecer o que tinha que acontecer. E aconteceu, mas isso fica pra próxima. Vou continuar postando mais fotos dela e contando essas histórias. Já descansei, tava muito tenso. E minha mãe aos poucos tá soltando a puta que tem dentro dela. Até logo... Continua...
9 comentários - Minha mãe e a bunda dela de legging 1